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TRABALHO DE MARKETING ESTRATÉGICO

A campanha “Inesperado”, criada pela Ogilvy & Mather e que tem como protagonista o
apresentador Fausto Silva, teve peso decisivo nas cerca de quatro mil unidades vendidas
desde o último domingo (20) da JAC Motors (Jianghuai Automobile Company). O
apresentador global participou da cerimônia de entrega das chaves aos 200 primeiros
compradores da marca, sendo que as cenas foram exibidas no seu programa.

No ar desde o último domingo (20), a campanha “Inesperado” criada pela Ogilvy & Mather
e que tem como protagonista o apresentador Fausto Silva, o Faustão, teve peso decisivo nas
cerca de quatro mil unidades vendidas desde o último domingo (20) da JAC Motors
(Jianghuai Automobile Company). “É um sucesso, um case. A empresa entra no mercado
para disputar uma boa fatia porque é um produto que tem a cara do consumidor brasileiro”,
resumiu o executivo Sergio Amado presidente da O&M. Ele acrescenta: “Ser a agência da
JAC Motors no Brasil e estar junto com a marca desde o começo é um privilégio”.

Estatal chinesa com cerca de 25% do seu capital negociado em bolsa, a JAC quer competir
em um mercado que cresce a níveis invejáveis e que já ostenta o 4º lugar do ranking global
do segmento, à frente da Alemanha, resultado das 3,3 milhões de unidades comercializadas
no ano passado. O apetite da marca chinesa é materializado nos R$ 380 milhões de
investimentos para formação da rede de 35 concessionárias próprias e 11 sob sistema de
franquia, adaptação dos quatro modelos (um sedã médio identificado como J5, a minivan J6
e o compacto J3 nas versões hatch e sedã) para as regras automotivas locais, despesas
operacionais e marketing. Esta última exige metade do orçamento, dos quais R$ 145
milhões em ações de publicidade, promoções, design e shopper marketing.
Faustão destaca no comercial de 30 segundos os principais features dos modelos: design
italiano, ar condicionado, direção hidráulica, air bag duplo, freios ABS e motor VVT com
108 cavalos, mas como artigos de linha e não como diferenciais. O apresentador global
também participou da cerimônia de entrega das chaves aos 200 primeiros compradores da
marca cuja cenas foram exibidas no seu programa. A campanha também explora a garantia
de seis anos e assistência 24 horas por um período de dois anos

“O JAC é um carro para todos”, sintetizou o executivo, Sérgio Habib, líder da operação
brasileira da JAC Motors, que presidiu anteriormente a Citroën.

http://lifefpnews.wordpress.com/2011/03/24/jac-motors-vende-mais-de-mil-carros-em-4-
dias/ acessado em 05/04/2011

Com a indústria automobilística brasileira entrando, a partir de 2007,


numa fase de crescimento sustentado e buscando novas oportunidades
par ampliar a sua participação nesse mercado, Sergio Habib, presidente
do Grupo SHC, percebeu a possibilidade de ir buscar na China o parceiro
ideal para esse seu novo projeto, e fez parceria com a JAC Motors.
Fundada em 1964, a JAC Motors é uma das marcas mais inovadoras no
desenvolvimento de soluções automotivas. Hoje, seu portfólio inclui
automóveis de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus, além de
maquinário de engenharia e motores. Sua fábrica, na China, produz
anualmente 500 mil veículos.

Assim, fruto dessa parceria, equipados com motores "flex", chegam em


março ao mercado brasileiro as primeiras 500 unidades dos modelos da
marca chinesa JAC, que incluem o J3, nas opções hatch e sedã; o sedãJ5;
e o monovolume J6.

A JAC é representada no Brasil pelo Grupo SHC, do empresário Sérgio


Habib, e vai inaugurar 47 concessionárias em todo o país de uma só vez
em 17 de março. Depois de achar positiva a impressão deixada pelos
seus carros no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro passado, a
marca chinesa Brilliance também vai desembarcar por aqui, entre abril e
maio.

Os primeiros modelos a serem vendidos no mercado brasileiro serão os


hatches FRV e FRV Cross (mais comprido, com rodas de liga, pneus de
uso misto e borrachas pretas nos pára-lamas e para-choques dianteiro e
traseiro), com motor 1.5, de 102cv (FRV) e 104cv (FRV Cross), e câmbio
manual de cinco marchas.

E o sedã médio FSV, que tem desenho de Giugiaro, motor 1.5, de 104cv,
e transmissão automática de quatro velocidades; e o luxuoso Splendor,
com linhas de Pininfarina, motor 1.8, de 134cv de potência e 16,8kgfm
de torque.

Todos os modelos saem de fábrica com freios ABS (com EBD) e "airbag"
duplo, sendo que o Splendor vem com ar-condicionado, teto solar, rádio
CD Player e vidros e retrovisores com comandos elétricos.

Todos os modelos saem de fábrica com freios ABS (com EBD) e "airbag"
duplo, sendo que o Splendor vem com ar-condicionado, teto solar, rádio
CD Player e vidros e retrovisores com comandos elétricos.

http://www.parana-online.com.br/canal/automoveis/news/507614/?
noticia=CHINESES+DA+JAC+MOTORS+INVADIRAO+O+MERCADO+ESTE+ANO
acessado em 05/04/2011
Prometendo manutenção de baixo custo, com as peças mais baratas do
Brasil e com disponibilidade imediata.

30/03/2011 | Jornal do Carro JAC J3 enfrenta VW Fox: quem


vence?



Deixe de lado as experiências anteriores com carros chineses. O J3, que tem motor 1.4 de
108 cv e está à venda por R$ 37.990, mostra que é bem diferente dos conterrâneos. Tanto que o
JAC venceu o duelo com o VW Fox Prime 1.6 (104 cv), a R$ 41.310.
O mérito do J3 vai além de sua relação custo/benefício. O modelo chinês tem manutenção mais
em conta, porta-malas maior, anda tão bem quanto o rival e, de quebra, tem seis anos de
garantia: o dobro da do Fox.

O Volkswagen, hatch mais vendido fora do segmento de entrada (que inclui Gol e Fiat Uno, entre
outros), responde com dirigibilidade melhor. Aqui, destaque para os engates precisos do câmbio.
Além disso, é superior na ergonomia e no acerto da suspensão. Isso sem falar na tecnologia
flexível – o JAC só “bebe” gasolina – e na abrangência da rede de concessionárias: são 615 no
País. A marca chinesa tem 50.

Assim, dificilmente o proprietário de um Fox terá de ligar em 12 revendas para conseguir o preço
de peças de reposição, como ocorreu com a reportagem nesta segunda-feira. Das
concessionárias JAC procuradas, em três ninguém atendeu o telefone e em seis o setor de peças
não estava funcionando.
Outro fator importante a ser considerado é que, ao ser equipado com os mesmos itens que vêm
de série no J3, o Fox não faz valer os R$ 7.220 de diferença para o rival, que acomoda quatro
pessoas tão bem quanto o hatch feito no Paraná.

O JAC também tem como diferencial o porta-malas de 350 litros (90 litros a mais que o do Fox).
Não era por menos: o chinês é 14 cm mais comprido. O J3 surpreende no acabamento, ponto em
que os carros chineses costumam ser ruins. Traz mais qualidade que um Chevrolet Agile, por
exemplo. Mas nesse quesito, o Fox é superior.

04/04/2011 | Época Sérgio Habib: Ele quer que você compre um


carro chinês

Após vinte anos como distribuidor e revendedor de carros de marcas tradicionais no Brasil, o
empresário Sérgio Habib, 52 anos, decidiu fazer aquela que pode ser considerada a jogada mais
ousada de sua carreira empresarial. Há dois anos, ele começou a testar os carros da modesta
montadora chinesa JAC Motors e, no último dia 18, lançou a empresa no Brasil com a abertura de
50 concessionárias, sendo 35 próprias, e mais 54 pontos de venda em todo o país. “Esperava
vender 3 mil carros por mês. Nas primeiras duas semanas, já vendemos 2,4 mil”, afirma.

07/12/2010 | UOL Carros 'Existe um certo preconceito contra


carro chinês', afirma presidente da JAC
O empresário Sérgio Habib, 52 anos, foi um dos responsáveis pela mudança nos rumos da
indústria automotiva no Brasil, no começo dos anos 1990. Depois da abertura das importações,
medida que, na prática, quebrou o confortável oligopólio das "quatro grandes" montadoras (Fiat,
Volkswagen, General Motors e Ford), Habib começou a trazer carros da francesa Citroën. A
marca se estabeleceu firmemente no Brasil, a ponto de fabricar carros aqui (ao lado da Peugeot,
também do grupo PSA), e o empresário virou seu presidente.

Depois de ajudar a estabelecer a imagem da Citroën brasileira como uma marca "premium" --
posicionamento de mercado que tem seus prós e contras, evidentemente --, em 2008 Habib
deixou a montadora

Habib trouxe a Citroen para o Brasil há duas décadas e tornou-se o primeiro revendedor da
montadora francesa no país. Nove anos depois, foi convidado para ser o primeiro presidente da
empresa no Brasil e ocupou o cargo por oito anos, quando resolveu apostar nos carros chineses.

Dono de um estilo informal, ele não possui sala na empresa. Quando quer conversar com algum
funcionário, levanta de sua mesa, no meio da firma, e vai até ele. Formado em engenharia
eletrônica e com pós-graduação em administração na Harvard Business School, ele se orgulha
em dizer que “vende um carro a cada minuto todos os dias”. Atualmente, possui 82
concessionárias: 44 da Citroen, duas da Jaguar e uma da Aston Martin, além das da JAC.

Entusiasmado com os carros chineses, a despeito das várias dúvidas que pairam sobre a
qualidade dos veículos da indústria automobilística do país, ele diz que só responde pela JAC. “Eu
não falo em nome de carro chinês, ou de produto chinês. Falo da JAC”, diz. Sérgio Habib
conversou com Época sobre o mais novo empreendimento.

ÉPOCA – Por que trazer a JAC para o Brasil?


Sérgio Habib - Tive a ideia em 2009. No início do ano, fui para a China e visitei todas as
montadoras que não têm ligação com construtores ocidentais. Na China tem de tudo:
montadoras pequenas, grandes, com qualidade e sem qualidade. Escolhemos trabalhar com a
JAC porque ela tem oito fabricas muito modernas, um estúdio de design em Turim e um em
Tóquio, e usa peças da Bosch, da Delphi. Tudo de fornecedores mundiais que tem fabricas na
China.

ÉPOCA – Como foi o processo de testes?


Sérgio - Importamos 25 carros e andamos 2 milhões de quilômetros com eles. Fizemos 242
modificações pra vender o carro no país. Mudamos o painel, a direção hidráulica, colocamos
regulagem elétrica nos faróis, borrachas em volta da porta, até o limpador de pára-brisas nós
mudamos. Trocamos todo o interior, porque chinês gosta de carro com interior bege, já brasileiro
prefere escuro. Pegamos cinco carros com 130 mil quilômetros cada um e entregamos para
motoristas de táxi, em São Paulo, com o objetivo de aperfeiçoar. Isso permitiu que déssemos seis
anos de garantia no carro.

ÉPOCA – O baixo preço é a principal estratégia de posicionamento nesse início?


Sérgio - Nossas peças de reposição são as mais baratas do Brasil, nossos preços de revisão e o
seguro também são os mais baratos. O que faz o preço do seguro ser baixo são os valores das
peças, e a propensão baixa a roubo, já que ainda existem poucos nas ruas. A reparabilidade do
J3 é a segunda melhor do Brasil. Quando você bate com o J3 perde menos peças. Assim, o
seguro é o mais barato. A metade do preço dos seguros concorrentes diretos.

ÉPOCA – Quais são as outras estratégias para ganhar o consumidor nesse início?
Sérgio - Trabalhamos com os 4Ps mais um, ou seja, 5Ps. Preço, produto, ponto de venda,
propaganda e pessoas. Preço competitivo, com seis anos de garantia. O produto já adaptado ao
gosto do consumidor. Mais de 100 pontos de venda espalhados pelo país. Lançamos 50
concessionárias em um mesmo dia. Feito único na história das país. E o endosso do
Faustão(Fausto Silva, garoto propaganda da marca) traz credibilidade pra gente na propaganda.
Tem gente que chega e diz: quero comprar o carro do Faustão. Ele quis andar no carro e tivemos
varias reuniões, porque ele não quer ter o nome associado a um projeto que não vai funcionar. E
pessoas. Contratamos mais de 1 mil treinadas e bem preparadas. Os cinco elementos juntos vão
fazer com que no primeiro mês vendamos 4 mil JACs no Brasil. A Toyota levou 11 anos pra
vender 4 mil carros em um mês. Vamos fazer isso no primeiro.

ÉPOCA – Como convencer alguém que tem carro de marcas conhecidas há anos a comprar um
JAC?
Sérgio - Eu estou recebendo e-mails de gente que diz: sou cliente de outra montadora há 23
anos e comprei um JAC. Temos 6 anos de garantia, peças mais baratas. Temos tudo mais barato.
O consumidor brasileiro está aberto e disposto a trocar de marca.

ÉPOCA – Mas o principal nicho de mercado são os novos motoristas.


Sérgio - No primeiro ano do governo Lula, o mercado brasileiro era de 1,5 milhão de carros por
ano. Em 2011, serão 3,5 milhões novos carros nas ruas. São 2 milhões a mais. Essas pessoas
não têm fidelidade nenhuma à marca. Esse cliente é completamente aberto a novos produtos, a
uma proposta diferente.

ÉPOCA – Você não acha que o brasileiro vai ter receio de comprar um carro chinês e ser um
produto de baixa qualidade?
Sérgio - Eu não falo de carro chinês, ou de produto chinês. Falo da JAC e ela tem excelente
qualidade. Desing italiano, carros construídos usando peças reconhecidas mundialmente. Tanto
é assim que damos 6 anos de garantia. Quanto aos outros chineses, eu não olho o que eles
fazem. Não sei se fazem propaganda e não sei se tem produto. As montadoras concorrentes já
perguntam às revistas especializadas se é pra comparar com J3. Se for, elas não cedem os
carros.

ÉPOCA – Os investimentos em marketing até agora são impressionantes.


Sérgio - Vamos investir R$140 milhões esse ano. É necessário, já que a JAC é uma marca
desconhecida no Brasil. E já conseguimos instigar a curiosidade do consumidor. O site da GM
tem 850 mil visitas por mês, o site da Fiat 900 mil. O nosso teve 1,100 milhão de visitas em 12
dias. Isso mostra a disposição em conhecer do brasileiro. Nas duas primeiras semanas, já
vedemos 2,4 mil carros. A minha meta era vender 3 mil por mês. O objetivo era vender 35 mil
esse ano. Vamos vender uns 45 mil.
ÉPOCA – Quais são os principais concorrentes dos carros da JAC no Brasil?
Sérgio - O J3 enfrenta o Fox, o Fiesta e o Sandero. O J3 Turin tem como principais concorrentes o
Fiesta Sedã e o Siena. Em julho, vamos lançar uma minivan, o J6 (do porte da Chevrolet Zafira) e,
no fim do ano, o J5 (do porte do Toyota Corolla).

ÉPOCA – Qual é o investimento inicial?


Sérgio - R$ 380 milhões. R$ 210 milhões em rede de venda, R$140 milhões em marketing e R$
30 milhões em despesas pré-operacionais.

ÉPOCA – Por que a China demorou tanto a se arriscar no mercado brasileiro?


Sérgio - Porque o mercado interno deles estava crescendo demais. A indústria automobilística
chinesa era de 4 milhões, em 2001, e o ano passado foi de 18 milhões. Uma revolução.

ÉPOCA – Quais são suas principais áreas de atuação?


Sérgio - Eu só trabalho com carro. Somos o maior grupo de distribuição de automóveis do país.
Vamos vender 100 mil carros novos esse ano, um carro a cada dois minutos todos os dias.

não é mesmo pelo visual que o presidente da JAC Motors Brasil, o empresário Sergio Habib - sim,
aquele mesmo que trouxe a Citroën para cá nos anos 90 -, quer atrair compradores.

A aposta da marca é no preço. O valor de R$ 37.900 para o hatch - R$ 39.900 para o sedã J3
Turin - não é uma pechincha comparado com os outros chineses à venda aqui. O Chery Face, por
exemplo, sai por R$ 31.900, mas o J3 é bem superior. Os modelos da JAC querem mesmo é
brigar com os nacionais Chevrolet Agile, Ford Fiesta, Renault Sandero e Volkswagen Gol e Fox

Daí o pacote de equipamentos caprichado. O único opcional do J3 é a pintura metálica (R$ 990).
De série, traz airbag duplo, freios ABS e EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem), ar-
condicionado, direção hidráulica, trio elétrico (vidros, travas e retrovisores), som com leitor de
MP3 e entrada USB, rodas de liga leve, sensor de estacionamento e faróis de neblina. Os rivais
brasileiros com o mesmo pacote do J3 e motor 1.4 ou 1.6 custam entre R$ 39 mil e R$ 43 mil.

Outra arma deste chinês para fisgar consumidores é a garantia de 6 anos - a maior do mercado -
com revisões a cada 5 mil quilômetros, uma exigência da matriz que quer saber como seus
carros se comportarão nas condições brasileiras

lasse média ascendente na mira


De olho numa fatia do "coração" do mercado - o segmento de carros compactos de R$ 30 mil a
R$ 40 mil, que corresponde a cerca de 2 milhões de unidades por ano -, Sergio Habib, presidente
da JAC Motors Brasil, quer atrair a classe média ascendente (leia-se aí "as pessoas que 10 anos
atrás andavam de ônibus").

JAC, uma estatal com sede em Heifei


JAC é a sigla para Jianghuai Automobile Company, empresa estatal de capital misto com sede em
Hefei.

Mercado chinês é o maior do mundo


Em 2010, a China vendeu 18 milhões de veículos. Hoje, o mercado chinês é maior do que o
americano e japoneses juntos e corresponde a 24% do mercado de automóveis do mundo. O
Brasil tem uma fatia de 5%.

Na China quase não tem financiamento


Enquanto no Brasil 70% das vendas é a prazo, na China esse percentual é de apenas 10%.

Diário de São Paulo, 24/03/2011

Cinco perguntas para Sérgio Habib


1. Por que a JAC?
Visitei muitos fabricantes na China. Escolhi a JAC por conta da fabrica moderna, do design
italiano e da engenharia. A JAC fabrica caminhões há 50 anos, e caminhão tem que ser
resistente, não pode quebrar. Fora isso, a marca tem ótimos projetos para o futuro, como um
sedã do porte do Honda City e um utilitário esportivo da categoria Captiva, mas bem mais
barato.

2. Qual a principal diferença de trabalhar com os chineses em relação aos franceses?


A agilidade. Se você pede para um francês mudar um painel, ele vai levar dois anos no projeto.
Os chineses resolvem em dois meses. Foi assim com o banco da minivan J6, por exemplo, que eu
disse que precisava ter ajuste de altura. Eles desenvolveram em menos de um mês! Outra coisa:
os chineses estão sempre prontos a ouvir sugestões e aprender.

3. Foi preciso fazer muitas mudanças para o Brasil?


Sim, procuramos deixar o carro a gosto do brasileiro. Foram mais de 200 itens modificados.
Trocamos todo o interior, painel, forrações, borrachas... Suspenção e direção ficaram ainda mais
firmes, enquanto o motor ganhou potência.

4. Qual a previsão de vendas?


Logo de cara queremos emplacar 2.500 a 3 mil J3 por mês (entre hatch e sedã). 1.500 J5 (sedã
médio) e mil J6 (minivan média).

5. E qual a estratégia para se diferenciar das demais chinesas?


Quem trouxe carro chinês para o Brasil não era do ramos de automóveis. A JAC vai oferecer três
anos de garantia e um pós venda sério, com revisões baratas e preço fixo. Nossos carros não
ficarão parados por falta de peças de reposição

24/02/2011 | AUTOESPORTE Abra os olhos para este chinês


Os carros foram adaptados para as necessidades locais e sofreram 242 modificações em relação
à plataforma original. Algumas dessas mudanças resultaram em maior torque, potência e houve
ajuste dos freios e densidade dos bancos

Com a experiência de quem estruturou a operação da Citroën no Brasil, Sérgio Habib preparou
cuidadosamente estratégias para trazer a JAC ao Brasil. Além de adequar o veículo às condições
locais, tratou de investir na formação de uma rede de revendas dentro de padrões modernos
para competir com marcas tradicionais. No budget também estão previstos investimentos
importantes em promoção e propaganda, que representam a alma do negócio no setor para
alavancar a confiança na marca e o tráfego nas lojas

Design dos carros desenvolvido no JAC


Italy Design Center, em Turim
O centro de excelência em design em Turim é responsável pelo visual moderno e
global dos veículos da marca. Ao mesmo tempo, a montadora mantém um centro
de design de
interiores em Tóquio. O resultado de tanto
investimento é percebido nos carros:
design externo e interno que agrada os

consumidores mais exigentes.

Motores 2.0 de 136cv e VVT 16V de 108cv:


alta performance e baixo custo
A JAC Motors trouxe para o Brasil veículos com motores de alta
performance e tecnologia européia nas versões 2.0 de 136cv e VVT
16V de 108cv. Presentes nas linhas J3,
J3 Turin e J6, esses motores são mais
resistentes e oferecem melhor
aceleração, robustez e uma
significativa economia

de combustível.

Até o final de 2011 serão comercializados 4 modelos: o J3, o J3 Turin, o J5 e o J6.


Todos eles vêm completos e por um preço que ninguém esperava ver, mas, com
certeza, pode pagar.
A história da JAC Motors, no Brasil, está só começando. Mas já começou
grande e com um compromisso de gente grande: ser sempre mais do
que você esperava.

HISTÓRIA

Jianghuai Automobile Co., Ltd. – posteriormente chamada de JAC Motors – foi fundada em 1969.
No começo a produção era exclusivamente de caminhões. Mas com o tempo, a fábrica cresceu e
se modernizou. Hoje, possui uma diversificada linha de veículos que atendem aos diversos
segmentos do mercado automobilístico. É aqui que se encontra toda a base de Pesquisa e
Desenvolvimento da linha completa de veículos JAC

Sabe onde mais a JAC Motors está


presente?
A JAC Motors foi fundada em 1969. A princípio, dedicava-se à produção de caminhões, mas hoje
possui uma linha de veículos que atendem aos diversos segmentos do mercado automobilístico.

Desde que exportou a sua primeira unidade para a Bolívia, em 1990, a JAC se expandiu de uma
forma que ninguém esperava. Ao todo, está presente em mais de 100 países da África, América
do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e Oceania e já acumula um crescimento de 80% nas
vendas por ano.

A JAC Motors é mesmo muito maior do que todo mundo esperava. É a maior produtora de chassis
de ônibus e de veículos comerciais leves na China além de líder em vendas para exportação. E a
marca ainda conta com um avançado Centro de Tecnologia, mais o JAC Italy Design Center
(Turim, Itália) e o JAC Japan Design Center (Tóquio, Japão), ambos centros criativos que
desenvolvem novos projetos automotivos, de espaço interior, estrutura e montagem. Tudo para
a JAC Motors crescer ainda mais: mais independente, mais do que você esperava

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