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\Programa de Controle Auditivo

O crescente aumento do ruído em diversos ambientes de trabalho


tem levado a uma preocupação constante e cada vez maior
dos setores responsáveis pela preservação da integridade
física e psicológica dos indivíduos.

Visando principalmente a PREVENÇÃO ou

ESTABILIZAÇÃO DAS PERDAS auditivas ocupacionais o


PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO

AUDITIVA – PCA é um processo dinâmico, planejado, CONTÍNUO


e executado de forma coordenada entre os diversos
departamentos (Multidisciplinar) de uma empresa.

Objetivo:

Melhorar a QUALIDADE DE VIDA do trabalhador evitando a


surdez e reduzindo os EFEITOS EXTRA AUDITIVOS causados
pela exposição à Níveis de Pressão Sonora elevados;

• DIAGNOSTICAR PRECOCEMENTE os casos de Perdas Auditivas


Ocupacionais, estabelecendo MEDIDAS EFICAZES,
preservando a saúde dos trabalhadores;

• Identificar empregados com patologias de ouvidos e audição


NÃO RELACIONADAS AO TRABALHO, encaminhando-os
para adequado diagnóstico, tratamento e documentação do
caso;

Redução do custo com reclamatórias trabalhistas;


Adequar a empresa às EXIGÊNCIAS LEGAIS:

À antiga Norma Regulamentadora Nº 7, da


Portaria Nº 12, de 06/06/1983, foi dada uma
nova redação, pela Portaria Nº 24, do MTE, de
30/12/1994, da qual a Tabela de Fowler foi
excluída.

Ministério do Trabalho:

NR 07 – PCMSO e ANEXO 1 (PORTARIA 19)

NR 09 – PPRA

NR 15 – Atividades e operações insalubres

INSS:

OS 608

Redução/Adequação do custo da INSALUBRIDADE e


APOSENTADORIA ESPECIAL com comprovação científica;

Obter ou manter certificações relacionadas à saúde, segurança,


meio ambiente e qualidade.

O processo de implantação passa por:

• Análise do Processo Industrial e Condições de

Trabalho:
Analisar a evolução audiológica de cada funcionário incluindo os
exames desde a implantação desta Portaria (1998)
principalmente nos casos de exames NORMAIS para detectar
possíveis casos de desencadeamento de Perda Auditiva
Induzida por Níveis de Pressão Sonora

Elevados;

• Avaliação de Possíveis Diagnósticos Diferenciais;

• Desenvolvimento e Análise do Panorama Estatístico e


Epidemiológico;

• Análise de Desencadeamentos e Agravamentos de Perdas


Auditivas Ocupacionais;

• Medidas de Controle (EPC’s e EPI’s);

• Realização de Palestras e treinamentos específicos;

• Adotar medidas de Prevenção de Perdas Auditivas e de


Conservação da Saúde Auditiva dos Trabalhadores.
Portaria 3214 – NR15 – Anexo 1

Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente

Nível de Ruído (dBA) Máxima Exposição Diária

Conforme descrito na Referência Normativa – NHO-01–1997/1998

NBR 10152 - 2000 - Nivel de Ruido para Conforto Acústico


85 8h

86 7h

87 6h

88 5h

89 4.5h

90 4h

91 3.5h

92 3h

93 2h40min

94 2h15min

95 2h

96 1h45min

98 1h15min

100 1h

102 45min

104 35min

105 30min

106 25min

108 20min

110 15min
112 10min

114 8min

115 7min