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Universidade são Tomas de Moçambique

Faculdade de Direito

Cadeira: História do Direito

Docente: Filomena Zimba

Turma:1P2LDR2

Discentes: Daniel Simango

Herminio Cossa

Ivan Nhamtumbo

Jaime Binga

Tema: Direito Moçambicano

Maputo, Novembro de 2021


INTRODUÇÃO

No presente trabalho pretendemos compreender o direito moçambicano no que tange ao


sistema colonial, pluralismo jurídico por ele aplicado no período colonial ate pós a
colonização em Moçambique, visto que o nosso pais também é um dos que foi
colonizado pelo Portugal, a partir deste ponto é preciso perceber a origem do Direito
Moçambicano e a sua evolução, Onde é só na historia do Direito que nos permite a
compreensão deste processo sistemático jurídico. Eis a razão de se conjugar no âmbito
do curso de Direito, sendo que contribui para a elevação e consolidação do nível
histórico no âmbito jurídico ou seja a evolução do sistema jurídico moçambicano, sendo
em que é a história de Direito que nos fornece melhores subsídios para a compreensão
das de demais disciplinas jurídicas do curso e que é nesta onde reside a nossa história do
Direito moçambicano.

Contextualização

Moçambique é um pais que teve a sua independência no dia 25 de junho de 1975, cuja
tal independência foi conquistada pela via da luta armada, que durou cerca de uma
década, com o colonialismo português, portanto que impossível falar do direito
moçambicano sem incluir o período da colonização ate o da independência nacional. Os
princípios da justiça moçambicana estão associados ao colonialismo português. Desta
forma Moçambique tem o seu sistema de justiça com forte caracter da justiça
portuguesa apesar, de últimos tempos parece que a tendência de adequar a realidade
moçambicana.

Justificativa

O tema surge pelo facto de termos verificado a sua importância enorme para o Direito
moçambicano, no vertente histórico jurídico. A relevância de tema parece na altura em
que precisamos de aprimorar cada vez mais o conhecimento sobre o Direito
moçambicano no que tange a sua Historia. O tema tem extrema importância para nos
como estudantes do curso de Direito, ´porque através dela podemos proporcionar vários
diretrizes do conhecimento jurídico moçambicano. Esperamos que com este tema de
investigação consiga clarificar e lançar mais conhecimento em torno do contexto
jurídico em Moçambique.
OBJECTIVO DE ESTUDO

O objetivo deste estudo visa compreender o direito Moçambicano no tange sistema


colonial e pluralismo jurídico em Moçambique.

Objetivo geral

 Compreender o sistema jurídico do período colonial e pós colonial aplicado em


Moçambique.

Objetivos específico

 Identificar o sistema jurídico colonial e sua eficiência à sociedade


moçambicana.
 Analisar a sua influência no âmbito do sistema jurídico Moçambicano.
 Interpretar o sistema jurídico colonial e o direito Moçambicano.
1. Direito Moçambicano

1.1 Período colonial

Até a independência, em 1975, em Moçambique predominava em simultâneo, dois


sistemas de justiças e de administração à saber:

 Sistema de justiça para europeus (brancos), bem como os assimilados (indianos,


chineses e poucos negros), que eram considerados cidadãos;
 Sistema de justiça para a população negra ou seja, a chamada indígena.

No que diz respeito aos colonos europeus e assimilados, o sistema de justiça era claro,
sendo regulado pelo Direito português oriundo de Lisboa e que era presidido pelo
magistrados e com o apoio dos oficias da justiça.

Quanto aos chamados indígenas, considerados não cidadãos, o sistema era diferente,
pois era tutelado pelas autoridades administrativas coloniais e apoiadas por demais
funcionários da administração e serviços indígenas, entre os quais os régulos.

No seculo XIX durante a monarquia, o Estado colonial chegou a preconizar que as


culturas africanas fossem progressiva e assimiladas na civilização portuguesa.

Esta ideologia de assimilação defendia que, os indígenas deveriam das colonias


deveriam serem mantidos e respeitados nas suas tradições e costumes.

De acordo com o professor John Gilissen ele dizia que, quando no mesmo território
coabita duas populações com sistemas jurídicos diferentes, poderá existir dois possíveis
soluções:

 O vencedor impõe o seu direito aos vencidos, onde o mesmo direito passa a ser
aplicado a todos os cidadãos seja qual for a sua origem, chamado princípio da
territorialidade do Direito;
 O vencedor pode deixar que os vencidos vivam segundo o seu próprio direito,
aplicando com tudo, o seu direito aos próprios cidadãos, o chamado a aplicação
do princípio da personalidade do Direito.

Desta forma, no caso de Moçambique, de acordo com o professor David Hedges dizia
que, um conjunto de legislação viria a contrariar as ideias de assimilação imposta no
seculo XIX.

De igual modo o professor Carlos Serra, também sustenta que, apos a queda de
Monarquia e o estabelecimento da República portuguesa, em 1910, e com a criação dos
Ministérios das Colónias, se convencionou que, a partir daquele momento, as Colónias
teriam descentralização administrativa.
Segundo o Hipólito Sengulane, dizia que, o moderno, associado aos europeus, foi
assumido como valor supremo. O oposto foi definido por termo tradicional, ao qual se
lhe ligavam como o atrasado ou incivilizado, atribuídos aos africanos. Onde
pressupunha que a missão dos avançados (europeus) era de civilizar os atrasados
(africanos).

Neste sentido, as leis, estatutos e as políticas passaram a opor o colonizador ao


colonizado, o cidadão ao indígena, refletem, na essência, o sistema colonial, a
necessidade de estruturar o sistema de exploração e de discriminação racial.

1.2 Período pós-independência

Com a proclamação da independência de Moçambique, à 25 de junho de 1975, implicou


a não continuidade com o Estado colonia, que se manifestou através da Constituição da
República popular de Moçambique, que trouxe uma nova ordem politica, económica e
social, ao adotar o princípio da unidade do poder assente na supermacia do órgão
legislativo, que consagrava a Assembleia da República como órgão supremo do Estado.

Moçambique neste período tornou se uma nova nação e um novo território, com um
Projeto socialista, que a finalidade de retirar todos nos vestígios coloniais e de
construção de uma nova sociedade, que passa não só pela destruição do Direito
costumeiro, como dos chefes tradicionais (régulos), que eram vistos como os aliados do
poder colonial.

Segundo os professores João Carlos Trindade e João Pedroso, defendem que ser
possível existir três períodos da evolução organizacional judiciaria de Moçambique, a
saber:

 O período imediato apos a independência (1975-1978);


 A organização judiciária da nova legalidade (1978-1992);
 A nova organização judiciária da paz, pluralismo político e da economia de
mercado, em consequência da Constituição de 1990, que consagra a separação
de poderes e a independência do judiciário (desde 1992).

1.3 O período Imediato apos independência (1975-1978)

1.3.1 Características

Este período constitui a transição do sistema colonial para a construção de uma nova
legalidade moçambicana. Mais, antes da proclamação da independência ocorreu um
período transitório, que cobriu os finais de 1974 até a data da independência, a 25 de
junho de 1975.

A Constituição da República Popular de Moçambique, de 1975, revogou apenas a


legislação anterior que fosse contrária à nova Constituição. Em outras palavras, toda a
legislação que se não demostrasse contrária à ordem Constitucional imposta pela
primeira lei-mão genuinamente moçambicana, manteve-se em vigor.
Desiderato de destruição do Direito colonial e tudo a ele ligado

O direito vigorado no período imediatamente seguinte à independência, caracteriza-se


também pelo desiderato de destruir o Direito colonial capitalista e a sua estrutura
judicial – em virtude de uma decisão da 8ª sessão do Comité Central da FRELIMO
havida em Fevereiro de 1976.

Esta característica, foi resultado do objetivo de eliminar o poder colonial, no sentido de


ser imperativo eliminar todas a estrutura de opressão e exploração do homem pelo
Homem, ligadas ao colono bem como por via das autoridades tradicionais, tal combate
que incluía a mentalidade que lhes era inerente.

O problema das autoridades tradicionais

No período histórico imediatamente a seguir à independência de Moçambique, após o


decurso de uma década de aliança política na guerrilha para expulsar os colonos
portugueses, a liderança da FRELIMO veio a retratar as Autoridades Tradicionais como
oportunistas políticos corruptos, que haviam lucrado com o seu papel administrativo de
cobradoras de impostos, recrutadoras de mão-de-obra e agentes de policiamento local na
estrutura política colonial portuguesa. Para além disto, a FRELIMO havia testemunhado
igualmente, em alguns casos, a colaboração activa destes agentes políticos nas
campanhas de contrarrevolta das Forças Armadas Portuguesas tal como faz mesmo
referência o Lutar por Moçambique de Eduardo Mondlane.

No final da luta armada de libertação nacional, a FRELIMO estabeleceu como objetivo


político não só a independência de Moçambique do governo colonial português, mas

Similarmente a transformação total da sociedade moçambicana tal como sustentam


Abrahamsson e Nilsso e mesmo Eduardo Mondlane.

Essa reorganização social visava impossibilitar o restabelecimento de sistemas políticos


e/ou económicos neocoloniais de governação e exploração, na sequência da saída dos
colonos portugueses, sustentados por intermediários de poder qualificados de
tradicionais.

Após a independência, a FRELIMO estabeleceu uma hierarquia político-administrativa


do partido-estado, destacando explicitamente os comprometidos – tal designação que
valia para qualquer entidade que tivesse tido qualquer boa relação com o regime
colonial e as Autoridades Tradicionais, eram umas dessas entidades de quaisquer
posições de responsabilidade política.

Tal como faz menção Victor Alexandre Lourenço na obra que temos vindo a citar,
“Estado, Autoridades Tradicionais e Transição Democrática em Moçambique: Questões
teóricas, dinâmicas sociais e estratégias políticas”, a FRELIMO rotulou todas as
instituições políticas e sociais que baseavam a sua reprodução social nas lógicas do
parentesco e asseguravam os lugares da autoridade política legítima pela sucessão
hereditária, como “feudais, obscurantistas e retrógradas” (Serra, 1993).

As Autoridades Tradicionais sempre estiveram activas


É de salientar que, apesar da retórica ideológica e práticas políticas hostis da
FRELIMO, os agentes políticos que o partido-estado rotulava de Autoridades
Tradicionais nunca deixaram completamente de exercer influência no mundo rural, quer
no imediato período pós-independência de Moçambique, quer mesmo durante os anos
em que a FRELIMO implementou com sucesso político relativo (Victor Alexandre
Lourenço), o seu programa de modernização socialista.

Por outro lado, os agentes políticos locais da FRELIMO, dos quais se destacam os
grupos dinamizadores, não manifestavam empenho, ou conhecimento social suficiente
para lidar com algumas particularidades socioculturais das comunidades rurais (como
por exemplo o casamento, o divórcio, questões de herança, resolução de conflitos
familiares e/ou comunitários, a encenação de rituais de iniciação, de chuva, a súplica
aos antepassados e o controlo da feitiçaria), porém as Autoridades Tradicionais –
queriam que fossem comprometidas ou não – eram usualmente mais sensíveis a estas
questões sociais e mais competentes para lidar com elas (Lundin, 1995).

Em segundo lugar, o começo da guerra civil nas localidades rurais de Moçambique


apenas dois anos após a independência fez com que, cada vez mais, as comunidades
rurais se afastassem do Estado e, consequentemente, das instituições e projetos
políticos, sociais e econômicos da FRELIMO.

Por outro lado, alguns governantes locais, nomeados pelo Estado, mantiveram uma
relação de tolerância e até de trabalho com as Autoridades Tradicionais, recorrendo a
estes para o exercício e manutenção do poder através de práticas mágico-religiosas, na
clandestinidade e geralmente à noite.

Banimento da advocacia

Foi ainda na senda da alegada eliminação de todas as formas de exploração do homem


pelo homem que O Conselho de Ministros da República Popular de Moçambique fez
publicar o Decreto-Lei Nº 4/75, em 16 de Agosto, que encerra os escritórios de
advogados, por ter sido julgada incompatível a existência de advocacia privada com
uma justiça que se irá pôr ao serviço das largas massas do povo moçambicano.

Em consequência deixou de ser permitido em Moçambique, a título de profissão liberal,


exercer advocacia ou funções de consulta jurídica, solicitar judicialmente ou praticar
procuradoria judicial ou extra judicial, tendo sido criado o Serviço Nacional de Consulta
e Assistência Jurídica” na dependência da Procuradoria-Geral da República.

O exercício da advocacia privada, foi considerada um instrumento de exploração do


Homem pelo homem, pois o recurso aos advogados só era possível aos indivíduos da
classe média e alta. De tal modo o serviço so viria a ser reaberto em 1987, apos a
revisão do curriculum académico em face a realidade moçambicana.

1.4 Período da organização judiciária da nova legalidade (1978-1992)


1.4.1 Características

Este período decorre da necessidade da criação de uma nova legalidade moçambicana,


foi neste período que foi aprovada, a nova lei da organização judiciária em Moçambique
que, a partir da qual se iniciou o processo de instalação dos tribunais populares nos
diferentes escalões do território nacional, nomeadamente: nas localidades, aldeias,
bairros ate ao supremo.

1.5. A nova organização judiciária da paz, do pluralismo político e da economia de


mercado, consequência da constituição de 1990, que consagra a separação de
poderes e a independência do judiciário

1.5.1 Características

Este período foi marcado pela passagem do regime monopartidária e socialista, para o
sistema pluripartidária ou seja, multipartidarismo e economia do mercado.

Para além dos três períodos defendidos pelos professores, João Carlos; Jorge Bacelar e
João Pedroso, acrescenta se um outro período que é marcada pela evolução da
organização judiciária moçambicana, designadamente:

A fase da consolidação politico-constitucional, com a adopção de uma constituição


aprovada pelo parlamento pluripartidário em 2004.

Em que se defende que a constituição de 16 de Novembro de 2004, foi elaborada no


âmbito de um procedimento constitucional democrático, de cariz parlamentar e
presidencial, já em ambiente de parlamento pluripartidário.

Contudo, segundo o Valdemiro Sócrates, sustenta que a Constituição de 2004 não é uma
nova Constituição, em ternos matérias, pois não foram preenchidos os requisitos para a
existência de uma nova Constituição da Republica, por exemplo: nascimento de um
novo Estado.

2. Pluralismo jurídico

2.1. Conceito

Segundo o Kelsen, diz que o pluralismo jurídico de uma forma geral, a coexistência de
mais do que uma ordem jurídica ou sistema legal.

Para o Boaventura de Sousa, diz que e a existência dentro do mesmo espaço


geograficamente delimitado, diversas leis ou ordens jurídicas e diversas instituições e
praticas de ordenação social.

2.2 A especificidade moçambicana


O pluralismo jurídico em Moçambique a quem pensa que e apenas típicos de povos
africanos, embora as sociedades colonias tenham sido pontos de referencia na
caracterização do pluralismo jurídico, dadas as suas múltiplas e complexas
manifestações.

2.2.1 Pluralismo jurídico pós independência

De acordo com Henriques José, diz que período colonial a coexistência das ordens
normativas na sociedade colonial esteve consagrado a vicissitudes políticas, sociais e
económicas dos Estados colonizadores. Com a proclamação da independência em
Moçambique, nasce se um Estado Novo, com a ideologia e estrutura marxista-leninista,
no qual se confundia o Direito com o Estado e o Estado com o Direito. Criou se um
Sistema unitário e monismo jurídico.

Direito Pluralista

O direito vigorado logo após a independência, era um Direito Plural, quer no contexto
rural, como no periurbano, sendo que as autoridades tradicionais foram substituídas
pelos Grupos Dinamizadores.

O sistema tradicional da justiça ou consuetudinário que visa promover e manter o


equilíbrio social através da conciliação, foi substituído pelo Direito aplicado pelos
Grupos Dinamizadores.

Os Grupos Dinamizadores eram na verdade umas continuidades das experiências de


participação comunitária nas zonas libertadas e foram formalmente institucionalizados
no período de transição.

Dentre as várias funções que desempenhavam, os Grupos Dinamizadores


administravam a justiça em cada bairro residencial e nas localidades e postos
administrativos no caso das zonas rurais, resolvendo sobretudos problemas de natureza
Social.

De um outro modo podemos sustentar a ideia do pluralismo do Direito Moçambicano


no período imediatamente à seguir à independência Nacional, com o facto de muito
embora tenha sido suprimido, o direito tradicional sobreviveu e continuou a ser aplicado
em determinadas zonas. Ou seja, o Direito aplicado pelos Grupos Dinamizadores e pelas
Autoridades Tradicionais, coexistiu com o Direito formal Estadualmente emanado.

Importa aqui salientar que apesar de todo uns esforços tendentes a evitar, as Autoridades
Tradicionais continuaram a existir e a aplicar o Direito Tradicional, à pedida, quer das
populações, quer das autoridades oficiais locais.

2.2.2 Sobre atual Dinâmica pluralista em Moçambique

A constituição da República de 2004, passou a reconhecer a existência de forma


expressa, o pluralismo jurídico em Moçambique e a existência de tribunais
comunitários. Trata se de um reconhecimento formal ou seja, constitucional de uma
realidade social e legalmente vigente, mas que transmite uma importância
inquestionável do ponto de vista simbólico e politico.

Em Moçambique o pluralismo jurídico, disposto na base legal no artigo 4 da CRM, que


estabelece, o reconhecimento de vários sistemas normativos e de resolução de conflitos
que coexistem na sociedade moçambicana, desde que não contrariem os valores e os
princípios fundamentais da constituição.
Conclusão

Podemos concluir que o direito moçambicano no período colonial pelo dois sistemas de
justiça cujo os mesmos separavam claramente os direitos dos povos vivendo no mesmo
território moçambicano e que foi desta forma que os tais sistemas promoveram
discriminação entre os povos, porque visto que vedava as populações nativas a sua
integração plena na sociedade colonial. Com a proclamação da independência nacional
em 1975, moçambique viu a nascer o novo Estado através da sua nova constituição,
passando para o socialismo com a finalidade de formar uma nova legalidade
moçambicana, foi desta que destruiu se o Direito costumeiro e como dos líderes
tradicionais. Mais tarde volta se ao reconhecimento do pluralismo jurídico
moçambicano na base legal ou constitucional na constituição de 2004.
Bibliografia
PAUL, Leandro. (2019). Noções sobre sociologia do Direito e pluralismo jurídico
Moçambicano. Edição FDS. Maputo. (Paul, p.63 at al.,).

Victor Alexandre Lourenço, « Estado, Autoridades Tradicionais e Transição


Democrática em Moçambique: Questões teóricas, dinâmicas sociais e estratégias
políticas », Cadernos de Estudos Africanos, 16/17 | 2008, 115-138.

Vitor Alexandre Lourenço, « Estado, Autoridades Tradicionais e Transição


Democrática em Moçambique: Questões teóricas, dinâmicas sociais e estratégias
políticas », Cadernos de Estudos Africanos [Online], 16/17 | 2008, posto online no dia
22 Julho 2012, consultado o 09 Abril 2013. URL : http://cea.revues.org/189 ; DOI :
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Abrahamsson, H.; Nilsson, A. (1994).Moçambique em transição: Um estudo da história


de desenvolvimento durante o período 1974-1992. Maputo, PADRIGU/CEEI-ISRI.

Lourenço, V. (2004). Estado, autoridades tradicionais no Moçambique pós-colonial: O


caso de Mandlakazi. Lisboa, CEA/ISCTE, Tese de Mestrado.

Lundin, I. (1992). “Relatório de trabalho de campo nas províncias de Sofala e Manica.


A autoridade/poder tradicional e suas bases de legitimidade”. Maputo, MAE.

Lundin, I. (1995). “A pesquisa piloto sobre a autoridade/poder tradicional em


Moçambique: Um somatório comentado e analisado”, in I. Lundin e F. Machava (org.),
Poder e autoridade tradicional, I. Maputo, MAE/nda.

Lundin, I.; Machava, F. (1995). Poder e autoridade tradicional, I. Maputo, MAE/NDA.

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