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CICLOS DE ESTEROIDES

E-book licenciado para Mateus Alexis Miranda Silva mateusalexis.ms@hotmail.com CPF: 41387067800
CICLOS DE ESTEROIDES

CONTEÚDO
PREPARANDO O LOCAL DAS APLICAÇÕES .......................................................................................03
COMO INJETAR ESTEROIDES ANABOLIZANTES.............................................................................................03
INJEÇÃO SUBCUTÂNEA (SC)............................................................................................................................ 04
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR (IM) .................................................................................................................... 06
CUIDADOS ANTES DA APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS....................................................................................... 07
TÉCNICAS DE PREPARO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS.................................................................................... 09
TÉCNICA DE ASPIRAÇÃO E PREAPARO DE MEDICAMENTOS .............................................................................. 11
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO DE INJETAVEIS: CONSIDERAÇÕES GERAIS .............................................................. 11
APLICAÇÃO DE FORMA SEGURA ................................................................................................................................... 13
EU TEREI DORES NA APLICAÇÃO E/OU APÓS A APLICAÇÃO? .................................................................... 14
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DURANTE E APÓS A APLICAÇÃO .......................................................................... 17
SÍNDROME DE NICOLAU .................................................................................................................................................. 18
PERGUNTAS FREQUENTES ............................................................................................................................................... 18
APLICAÇÃO LOCAL DETALHADAS .................................................................................................................. 21
• APLICAÇÕES BICEPS 1...................................................................................................................................................... 21

• APLICAÇÕES BICEPS 2...................................................................................................................................................... 21

• APLICAÇÕES BICEPS 3...................................................................................................................................................... 22

• APLICAÇÕES DELTOIDE 1................................................................................................................................................. 23

• APLICAÇÕES DELTOIDE 2................................................................................................................................................. 23

• APLICAÇÕES GLUTEO 1.................................................................................................................................................... 24

• APLICAÇÕES DORSAL 1.................................................................................................................................................... 25

• APLICAÇÕES DORSAL 2.................................................................................................................................................... 25

• APLICAÇÕES DORSAL 3.................................................................................................................................................... 26

• APLICAÇÕES PEITORAL 1................................................................................................................................................. 27

• APLICAÇÕES PEITORAL 2................................................................................................................................................. 24

• APLICAÇÕES PEITORAL 3................................................................................................................................................. 25

• APLICAÇÕES COXA 1........................................................................................................................................................ 25

• APLICAÇÕES COXA 2........................................................................................................................................................ 26

• APLICAÇÕES COXA 3........................................................................................................................................................ 26

• APLICAÇÕES COXA 4........................................................................................................................................................ 26

• APLICAÇÕES TRAPÉZIO 1................................................................................................................................................. 28

• APLICAÇÕES TRAPÉZIO 2................................................................................................................................................. 28

• APLICAÇÕES TRICEPS 1.................................................................................................................................................... 29

• APLICAÇÕES TRICEPS 2.................................................................................................................................................... 29

• APLICAÇÕES TRICEPS 3.................................................................................................................................................... 30

• APLICAÇÕES TRICEPS 4.................................................................................................................................................... 30

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PREPARANDO O LOCAL DAS


APLICAÇÕES

O
lá meus queridos alunos, preparei este livro com muito carinho e cuidado para
que vocês possam entender melhor sobre aplicações de injeções, e com o tem-
po e experiência possam se auto-aplicar, assim não dependendo de ninguém
para fazer o seu ciclo.
Leia com muita atenção e cuidado todo o livro, pois ele contém informações preciosas
e que precisam ser seguidas, como cuidados na aplicação, higienização e muito mais.
A aplicação de injeções é algo que deve ser feito por um profissional capacitado, pois
se feita de forma errada pode trazer transtornos e problemas de infecção e etc.
Portanto só se auto aplique se você tiver certeza do que está fazendo. E saiba que ao
fazer isso, você está concordando com os perigos que vem com a mesma.

COMO INJETAR ESTEROIDES ANABOLIZANTES


Todos os esteroides anabolizantes com base de água ou óleo devem ser tomados
por via intramuscular. Isto significa que a injeção deve penetrar na pele e no tecido
subcutâneo para entrar no próprio músculo. As injeções intramusculares são utilizadas
quando desejamos uma absorção rápida dos produtos. Os lugares mais comuns para
injeções intramusculares são as nádegas, a face lateral da coxa e na região deltoide do
braço. Os músculos dessas áreas, particularmente os músculos glúteos, são bastante
espessos.
Devido ao grande número de fibras musculares e à presença de uma fáscia bastante
desenvolvida (fáscia é um tipo de tecido conjuntivo que envolve e separa os músculos)
o fármaco tem uma grande superfície de absorção. A absorção é favorecida, ainda,
pela grande circulação de sangue nos músculos. Idealmente, as injeções intramuscu-
lares devem ser administrados profundamente no músculo, longe dos nervos e dos
principais vasos sanguíneos.
O melhor lugar para injeções de esteroides é o músculo glúteo médio, que se localiza
no quadrante superior externo da nádega. A crista ilíaca serve como ponto de referên-
cia para este quadrante. O local para injeções em adultos está geralmente 7 1/2 centí-
metros (de 2 a 3 polegares) abaixo da crista ilíaca. A crista ilíaca é a parte superior da
cinta pélvica do lado posterior. Você pode encontrar a crista ilíaca apalpando a região
óssea superior acima de cada músculo glúteo.

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O quadrante superior externo é preferível, porque essa parte do músculo é muito es-
pessa e contém poucos nervos. A probabilidade de injetar o fármaco num vaso san-
guíneo também é baixa nesta área. Aplicar a injeção nessa zona reduz o risco de lesão
do nervo ciático, que passa na parte inferior e central da nádega. Este nervo controla
a parte posterior de cada coxa e a perna inteira a partir do joelho. Se uma injeção é
aplicada muito perto deste nervo ou realmente o toca, uma dor extrema será sentida e
pode ocorrer paralisia temporária dessas áreas. É por isso que devemos ficar tão longe
desta região quanto possível.
Se, por uma razão qualquer, for impossível aplicar a injeção na região gluteal, a segun-
da escolha é a parte lateral da coxa. Normalmente, as injeções intramusculares na coxa
só são indicadas para bebês e crianças. É o músculo lateral da zona da coxa que deve
ser injetado por via intramuscular.
Podemos determinar essa região utilizando o joelho e o trocanter maior do fêmur
como pontos de referência. O trocante maior é a zona óssea que você pode sentir
onde o fêmur se une à cintura pélvica. Podemos encontrar a porção média do músculo
medindo um palmo acima do joelho e um palmo abaixo do trocante maior. Aplicar a
injeção na parte da frente da coxa ou no interior da coxa é extremamente imprudente.
Estas zonas contêm nervos e um grande número de vasos sanguíneos.

INJEÇÃO SUBCUTÂNEA (SC)


A via subcutânea, também chamada hipodérmica, é indicada principalmente para dro-
gas que não necessitam ser tão rapidamente absorvidas, quando se deseja eficiência
da dosagem e uma absorção contínua e segura do medicamento.
A insulina, o hormônio do crescimento e o HCG, têm indicação por essa via.

Áreas de aplicação:
Os locais mais adequados para aplicação são aqueles afastados das articulações, ner-
vos e grandes vasos sanguíneos:
• partes externas e superiores dos braços;
• laterais externas e frontais das coxas;
• região gástrica e abdômen;
• nádegas;
• costas (logo acima da cintura).
Obs: Na aplicação de injeção subcutâneas a pessoa pode estar em pé, sentada ou dei-
tada, com a área bem exposta.

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Método
01. Lavar bem as mãos, fazendo assepsia com álcool a 70% ou sabonete anti-séptico;
02. Preparo da medicação conforme técnica anteriormente descrita;
03. Expor a área de aplicação e proceder a anti-sepsia do local  escolhido;
04. Permanecer com o algodão na mão não-dominante;
05. Segurar a seringa com a mão dominante, como se fosse um lápis;
06. Com a mão não dominante, fazer uma prega na pele, na região onde foi feita a
anti-sepsia;
07. Nesta prega cutânea, introduzir a agulha com rapidez e firmeza, com ângulo de 90°
(perpendicular à pele);
08. Aspirar para ver se não atingiu um vaso sanguíneo;
09. Injetar o líquido vagarosamente;
10. Esvaziada a seringa, retirar rapidamente a agulha e, com algodão, fazer ligeira
pressão no local. Logo após, fazer a massagem. Para certos tipos de drogas, como a in-
sulina, não é conveniente a massagem após a aplicação, para evitar a absorção rápida;
11. Observar o indivíduo alguns minutos, para ver se apresenta alterações;
12. Providenciar a limpeza e o descarte do material em local apropriado (lixo descartá-
vel), onde haja recolhimento de lixo hospitalar;
13. Lavar as mãos.

Observações:
01. Não utilizando a agulha curta, a angulação será de 45° para indivíduos normais, 60°
para obesos e 30° para excessivamente magros;
02. A diluição das drogas deve ser feita com precisão e segurança. Na dúvida, não
aplicar;
03. Na aplicação de insulina, utilizar a técnica do revezamento, que é um sistema pa-
dronizado de rodízio dos locais das injeções para evitar abscessos, lipodistrofias e o
endurecimento dos tecidos na área da injeção.

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INJEÇÃO INTRAMUSCULAR (IM)


É a deposição de medicamento dentro do tecido muscular. Depois da via endovenosa
é a de mais rápida absorção; por isso o seu largo emprego.
Locais de aplicação
Na escolha do local para aplicação, é muito importante levar em consideração fatores
como: idade, a distância em relação a vasos e nervos importantes, musculatura sufi-
cientemente grande para absorver o medicamento, espessura do tecido adiposo; irri-
tabilidade da droga e atividade profissional do indivíduo. São indicados, para aplicação
de injeção intramuscular as seguintes regiões:
a) região deltoidiana - músculo desltóide;
b) região ventro-glútea ou de Hachstetter - músculo glúteo médio;
c) região da face ântero-lateral da coxa - músculo vasto lateral (terço médio).
d) região dorso-glúteo - músculo grande glúteo (quadrante superior externo).
Escolha da agulha
Para aplicar com agulha ideal, deve-se levar em consideração: o grupo etário, a condi-
ção física individual e a solubilidade da droga a ser injetada.
Método
01. Preparar o medicamento conforme técnica descrita;
02. Lavar bem as mãos, fazendo assepsia com álcool a 70% ou sabonete anti-séptico;
03. Com os dedos polegar e indicador da mão dominante, segurar o corpo da seringa
e colocar o dedo médio sobre o êmbolo;
04. Com a mão dominante, proceder á anti-sepsia do local. Depois, manter o algodão
entre o dedo mínimo e anular da mesma mão;
05. Ainda com a mão dominante, esticar a pele segurando firmemente o músculo;
06. Introduzir rapidamente a agulha com o bisel (ponta) voltado para o lado, no sen-
tido das fibras musculares;
07. Com a mão dominante, puxar o êmbolo, aspirando, para verificar se não lesionou
um vaso;
08. Empurrar o êmbolo vagarosamente;
09. Terminada a aplicação, retirar rapidamente a agulha e fazer uma ligeira pressão
com o algodão;
10. Fazer massagem local;
11. Providenciar a limpeza e o descarte do material em local apropriado (lixo descartá-
vel), onde haja recolhimento de lixo hospitalar;
12. Lavar as mãos.

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Observações:
01. A princípio, injeções com mais de 3 ml não devem ser aplicadas no deltóide de
pessoas com condições corporais consideradas normais.
02. O volume máximo para injeção IM é de 5 ml. Volume acima de 5 ml, fracionar e
aplicar em locais diferentes;
03. Estabelecer rodízio nos locais de aplicação de injeções.

CUIDADOS ANTES DA APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS


Armazenamento de seringas e agulhas: Local seco, protegido de pó e do risco de
rompimento de sua embalagem.

Tamanho ideal da agulha: Adultos magros: 25x7; Adultos com músculos desenvolvi-
dos ou obesos: 30x7 ou 30x8; As agulhas com calibre 25x7 ou 30x7 são usadas para
soluções aquosas. As de calibre 25x8 ou 30x8 são reservadas para soluções oleosas e
para as suspensões (frasco ampola e diluente), para facilitar a aplicação e não entupira
agulha.
As seringas são constituídas por corpo ou cilindro e êmbolo. Em uma das extremidades
do corpo, encontra-se o bico onde encaixa-se a agulha. Tamanho de seringas com 3,
5, 10, 20 ml.

As agulhas possuem duas partes: uma porção dilatada que se encaixa na seringa, o
canhão, a parte afilada e a haste que termina em bisel, que pode ser curto ou longo.
As agulhas apresentam duas informações em relação ao calibre (tamanho):

Por exemplo, a agulha 30x7: 30 significa que o comprimento da agulha é de


3Omm ou 3cm; 7 significa que o diâmetro interior da agulha é de 0,7mm. 22 GL
¼ tem o mesmo significado, porém em polegadas.

Apresentação de injetáveis: Na aplicação dos medicamentos injetáveis não poderão


existir dúvidas quanto à qualidade do produto a ser administrado e, caso o medica-
mento apresentar características diferenciadas, como cor, odor, turvação ou presença
de corpo estranho no interior do medicamento, o mesmo não deverá será adminis-
trado. Sua utilização requer cuidados de higiene e assepsia, para evitar problemas de
contaminação do produto e infecções graves ao paciente.

Anti-séptico: O álcool etílico 70ºGL é o anti-séptico de escolha para a anti-sepsia da


pele e para desinfecção da ampola, frasco ampola e bancada.

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Técnicas básicas para lavagem das mãos: Controle de infecção; Redução de micro-
organismos existentes nas mãos; É necessário lavar as mãos antes e depois da técnica.

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TÉCNICA DE PREPARO DE MEDICAMENTOS INJETÁ-


VEIS
Conhecendo a agulha e a seringa:

Técnica de preparo de medicamento líquido:


• Lavar as mãos com água e sabão, secar com toalha de papel;
• É necessário algodão cortado em pedaços, álcool 70ºGL (devidamente acondicio-
nado em pisset) ou alcohol swabs BD ® (gaze embebida em álcool para “assepsia”)
• Abrir a seringa, na parte posterior, puxando a aba da embalagem;
• Puxar e empurrar o êmbolo duas a três vezes, para lubrificar a seringa;
• Apertar a rosca que conecta agulha com a seringa;
• Desinfete a ampola com auxilio de algodão embebido em álcool 70ºGL;
• Quebrar o gargalo da ampola, segure-a com algodão;

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• Segurar a ampola entre os dedos indicador e médio;


• Introduzir a agulha no seu interior e proceder a aspiração, lentamente, girando a
mão e a seringa, até que todo líquido seja aspirado. No final da aspiração, a seringa,
a agulha e a ampola devem estar na posição vertical;
• Imediatamente, colocar a capa protetora na agulha em forma de pesca ou deixan-
do suavemente a capa protetora sobre a agulha; evite contato da ponta da agulha
com a capa protetora, para que a agulha não fique rombuda;
• A capa protetora evita contaminação. Evite falar próximo à agulha descoberta;
• Empurrar o êmbolo, até que o líquido fique no nível e não haja mais bolhas de ar
na seringa;
• Retirar a capa protetora da agulha, somente no momento da aplicação do injetável.
Técnica de preparo de medicamento em pó:
• Lavar as mãos com água e sabão, secar com toalha de papel;
• Retirar o lacre do frasco ampola e limpar a borracha com algodão embebido no
álcool 70ºGL;
• Desinfetar a ampola com auxílio de algodão embebido em álcool 70ºGL;
• Quebrar o gargalo da ampola. Segure-a com algodão;
• Preparar a seringa, escolhendo uma agulha de maiorcalibre (25x8);
• Aspirar o líquido da ampola, introduzindo-o no frasco com pó;
• Retirar a seringa e a agulha e imediatamente colocar capa protetora na agulha, em
forma de pesca, ou deixando suavemente a capa protetora sobre a agulha. Evite con-
tato da ponta da agulha com a capa protetora, para que agulha não fique rombuda;
• Role o frasco entre as mãos, para homogeneizar. Proceder, lentamente, para evitar
a formação de espuma. Pode-se também fazer movimentos circulares e lentos;
• Colocar ar na seringa, puxando o êmbolo na mesma proporção do líquido intro-
duzido;
• Introduzir o ar no frasco ampola;
• Erguer o frasco, aspirando todo seu conteúdo;
• Empurrar o embolo, até que o líquido fique no nível e não haja mais bolhas de ar
na seringa;
• Trocar a agulha, mantendo-a protegida com protetor próprio;
• Retirar a capa protetora da agulha, somente no momento da aplicação do injetável.

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TÉCNICA DE ASPIRAÇÃO E PREPARO DE MEDICAMEN-


TOS
Com o material e o(s) medicamento(s) separados, mãos devidamente lavadas e conhe-
cimento seguro da prescrição/receita médica, seguir os seguintes passos:

TÉCNICA DE APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS: CONSIDERA-


ÇÕES GERAIS
A reconstituição dos injetáveis deve ser feita com água para preparação de injetáveis,
cloreto de sódio a 0,9% ou outro solvente compatível, de acordo com as instruções do
fabriacante.
A mistura de medicamentos na mesma seringa ou na mesma solução de diluição, deve
ser evitada devido a possíveis problemas de incompatibilidade.
A manipulação dos medicamentos, deve ser feita em condições assépticas de forma a
evitar os perigos de contaminação microbiológicas a que está exposta.
Devem ser utilizadas preparações recentes, sendo mais prudentes inutilização de qual-
quer solução depois de 24 horas de sua preparação.
Quando conservadas na geladeira, as soluções reconstituídas ou diluídas, devem ser
deixadas atingir a temperatura ambiente.
As misturas intravenosas devem ser examinadas regularmente durante a sua perfusão.
Se ocorrer escurecimento, alteração de cor, cristalização ou qualquer outro sinal de
interação ou contaminação, a perfusão deve ser imediatamente descontinuada.

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Os medicamentos não devem ser agitados de forma vigorosa, mas sim rodados, para
evitar a formação de espuma e de bolhas de ar que ficam no frasco, diminuindo a
quantidade de fármaco a ser administrado no paciente.
A utilização de filtros para remoção de partículas durante a preparação das misturas,
original normalmente a retenção do fármaco por diversos motivos. Há situações que
são recomendadas pelo fabricante.
Lavar as mãos com água e sabão líquido, secar com papel toalha;
Preparar o medicamento conforme técnica descrita;
Com os dedos polegar e indicador da mão direita, segurar o corpo da seringa;
Com a mão esquerda, proceder a antissepsia do local e, depois, manter o algodão en-
tre os de domínimo e anelar da mesma mão;
Introduzir toda a agulha com firmeza e suavidade, o bisel voltado para o lado, a posi-
ção da agulha é perpendicular à pele, 90 graus;
Com a mão esquerda, segurar o corpo da seringa e, com a mão direita, puxar o êm-
bolo vagarosamente, aspirando para verificar se não houve lesão de vaso sanguíneo.
Observe, atentamente;
Se não vier sangue para o interior da seringa, empurre o êmbolo lentamente, até es-
gotar o líquido;
Aplicar a injeção lentamente. Se ocorrer dor intensa, interromper imediatamente a
aplicação;
Retirar a agulha rapidamente e fazer uma ligeira pressão, no local, com o algodão seco;
Se houver sangramento, faça uma boa compressão e aplique uma pequenina bola de
algodão seco no local, cobrindo com esparadrapo antialérgico;
Descarte a seringa, a agulha e a ampola no coletor descartex®; o algodão, invólucro da
seringa, toalha de papel, e embalagem do medicamento, no cesto de lixo.
Atenção: Quando, aplicando um injetável, se, ao puxar o êmbolo, vier sangue, retire
a seringa do músculo, pois a agulha atingiu um vaso sanguíneo que fica próximo ao
músculo. Descartar este medicamento e preparar outro.

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PREPARANDO O LOCAL DA APLICAÇÃO


Esterilize a área da aplicação com um chumaço de algodão e álcool. Limpe e higienize
o local da pele onde vai dar a injeção antes de começar para reduzir as chances de
haver infecções.
Espere o álcool secar e não toque a área até aplicar a injeção; caso contrário, vai ter de
repetir a esterilização.

APLICAÇÃO DE FORMA SEGURA


01. Remova a seringa do saco e insira a agulha, só remova a proteção da agulha no
momento em que for remover o liquido do frasco ampola.
02. Se o fraco ampola for de 5ml, 10ml ou maior que necessite retirar varias vezes a
quantidade em mls desejada a segurança (assepsia) deve ser redobrada: primeira e
mais importante dica é: nunca reutilize nenhuma seringa ou agulha após a aplicação,
isso é crucial. Antes de inserir a agulha no frasco ampola limpe a superfície de borra-
cha com algodão molhada em álcool 70%, isso impede que no momento que a agulha
entre no frasco não leve bactérias junto, sempre que guardar o frasco coloque um
esparadrapo com gaze molhada em álcool 70%.
03. Hora de aplicar: sempre limpar bem a região onde será aplicado com álcool 70%
e se possível aplicar com luvas cirúrgicas para evitar o contato com das mãos no local
da aplicação, lembre-se que se não seguidas as instruções de segurança (assepsia) o
barato acaba por sair em uma bela drenagem o deixando incapacitado de treinar ou
praticar qualquer outro esporte por um período de curto ou longo prazo dependendo
do grau de infecção, portanto nunca reutilize nenhuma seringa depois da aplicação,
lembre-se que todas seringas foram feitas para serem descartáveis.
04. Remoção da agulha: No momento da remoção da agulha do local aplicado de-
ve-se colocar um algodão molhado ao álcool 70% imediatamente, massageando por
alguns minutos para distribuir bem a droga no musculo evitando também a perda do
produto aplicado, uma dica boa é para aqueles que possuem o bumbum mais cheinho
que apliquem com agulhas 30x7 para evitar a volta do produto no momento da remo-
ção da agulha do local aplicado.
05. Evite aplicar mais que 3ml no mesmo lugar e nunca misture veiculo aquoso com
veiculo oleoso, lembre-se que não são todas que se pode misturar, caso não queira
sentir dores e outros problemas adversos.
06. Jamais aplique com a agulha que você furar a borracha do bujão, ela perde o corte!
Use uma agulha para furar o bujão e puxar a quantidade a ser injetada, depois, tire do
bujão e troque por uma agulha nova para realizar a aplicação.

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EU TEREI DORES NA APLICAÇÃO E/OU APÓS A APLI-


CAÇÃO?

• Dor devido à via de administração


• Dor devido à substância a ser injetada

Dentro dessas duas categorias, existem outras sub-grupos de causas da dor da injeção,
e estes serão discutidos em mais detalhes.

Dor devido à via de administração


01. Invasão da injeção: A causa inicial da dor causada pela injeção que pode ser
experimentado é simplesmente o fato de que uma injeção intramuscular em si é um
procedimento invasivo, em que a barreira natural do corpo de pele está a ser pene-
trada por uma agulha fina e qualquer outro conteúdo de celular ao longo do trajeto
da agulha é sendo cortado. Isto, em si, embora relativamente invasiva, pode causar
alguma dor. Essa dor tende a ser inicial, no entanto, devido ao projeto de agulhas
para injeção, a natureza curva da ponta da agulha permite um mínimo de dor e, por-
tanto, esta não é uma causa comum de dor pós-injeção.

02. Localização física de injeção: Muitas vezes, quando há uma injeção de uma
substância, a localização física, que é onde a agulha libera a substância, pode causar
desconforto após a injeção. Isso é mais provável devido à substância (especialmente
se à base de óleo e lentamente absorvida) situar entre os grupos musculares ou em
um pequeno músculo, pois isso irá causar mais dor do que está sendo injetado no
meio de um músculo ou um maior agrupamento muscular. Isso pode acontecer de
tempos em tempos, mesmo com usuários experientes.

03. Volume da substância injetada: O volume de injeção também vai fazer uma
diferença significativa para qualquer dor e sofrimento experimentado. Geralmente,
grandes volumes são melhor tolerados em grandes grupos musculares (músculo
glúteo, quadríceps, etc), com pequenos grupos musculares (bíceps, tríceps, etc) mais
justa, com volumes menores (<2 ml). À medida que aumenta o volume injetado,
você aumenta a quantidade de substância contida dentro do músculo que está nor-
malmente presente, assim você aumentar o risco de uma resposta inflamatória e a
dor. Volumes muito grandes (> 5-6ml, especialmente de substâncias à base de óleo)
não são recomendadas devido ao risco de desenvolvimento de um abscesso estéril.

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Dor devido à substância a ser injetada


01. Desenvolvimento de abcesso: Como acontece com qualquer substância, a me-
nos que seja estéril (e até mesmo em casos de bactérias estéril na pele e pêlos do
corpo pode ser puxada para trás da barreira da pele dentro do corpo pelo processo
de injeção), existe um risco elevado de desenvolver uma infecção interna conhecida
como um abscesso. Isto irá resultar em grande quantidade de inchaço, vermelhidão,
sintomas gripais e linfócitos aumentados, aumento da inflamação, resultando em
um grau justo de dor experimentada. O risco de infecções, sendo desenvolvido ao
usar produtos completamente estéreis, porém, é muito baixa.

02. Concentração do solvente da substância: A concentração e o tipo dos solven-


tes utilizados na preparação da substância a ser injetada vai afetar toda a dor duran-
te a aplicação e a dor que serão sentidas após a aplicação. Alguns amortecedores e
solventes utilizados quando injetado em estado puro causam uma grande dor. Por
exemplo, alguns peptídeos são suspensas em ácido acético 100mM, que quando
injetado em pequenas quantidades pode dar ao usuário algum desconforto. É um
ponto importante para fazer que a dor resultante da concentração de solvente usa-
do é mais provável para começar bem logo após a injeção, de alguns minutos a um
máximo algumas horas. A dor que leva mais tempo do que isso para se desenvolver
é geralmente devido a outros fatores discutidos aqui.

Outro exemplo muito comum de solvente utilizado como conservante de esterói-


des anabolizantes e outras preparações de injeção intramusculares, é o álcool ben-
zílico (BA). Em altas concentrações, a BA irá causar dor causada pela injeção, na
grande maioria dos usuários. No entanto, em concentrações <10% da BA, a maioria
vai experimentar pouco de desconforto devido ao BA. Muitas pessoas afirmam que
os laboratórios underground que fazem os esteróides anabólicos injetáveis, usam
a maneira não-regulamentada de altos percentuais BA em seus produtos como o
propionato de testosterona, que é por isso que os usuários experimentam a dor. É
por isso que deve ser notado que, na realidade, muitas preparações farmacêuticas
contêm quantidades maiores do que esperado da BA neles. Deca-Pronabol, uma
forma farmaceuticamente produzidos de nandrolona, contém 9% da BA e usuários
em geral não relatam dor associada com a injeção. Algumas preparações de Susta-
non-250 por empresas farmacêuticas estabelecidas são feitas com 10% de BA (BA
0,1 ml 1,0 ml por ampola). No entanto, muitos argumentam que aqui Sustanon-250
é uma injeção dolorida para muitos. Apesar disso, quando se olha para a composi-
ção dos ingredientes ativos de Sustanon-250, podemos ver uma quantidade de tes-
tosterona combinada propionato e fenilpropionato de cerca de 100mg/ml. Podemos
seguramente assumir que a dor é mais provável de ocorrer devido à alta concentra-
ção desses ésteres curtos, ao contrário meramente de alta concentração de BA. No
entanto, vale lembrar que cada pessoa reage diferentemente a diversos solventes e
10% da BA não deve causar dor para muitos usuários, mas vai causar dor de uma
percentagem significativa de outros usuários. Outros solventes na preparação para
além daqueles descritos aqui podem também contribuir ou causar dor causada pela
injeção, no entanto os que foram discutidos são os mais significativos no contexto
da preparação de esteróides anabolizantes.

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03. Concentração do produto ativo: Esta é provavelmente a causa mais comum de


dor pós-injeção experimentados por usuários de esteróides anabólicos. Isso é mais
provável devido à demanda para os laboratórios underground para produzir pre-
parações mais concentradas de esteróides (mg alta/ml de hormônio) para reduzir o
número de injeções e volumes. Um bom exemplo disso é a produção de propionato
de testosterona por muitos laboratórios diferentes. Se olharmos para a preparação
de propionato de testosterona por companhias farmacêuticas legítimas, vemos que
a concentração máxima é normalmente produzida 50mg/ml. Apesar disso, a maioria
dos laboratórios underground hoje vai produzir multi-uso de frascos de testostero-
na, que são no mínimo de 100mg/ml. Hormônios que contêm ésteres curtos nelas
(como acetato, propionato, fenilpropionato) têm um ponto de fusão muito maior
e, portanto, não pode ser feita tão concentrado como aqueles com os ésteres mais
longos (enantato, decanoato, etc.) Apesar de propionato de testosterona pode ser
efetivamente feito em quantidades padrão de solventes e óleo para 100mg/ml sem
bater para fora desta solução, uma vez injetado no corpo, os solventes tendem a sair
para fora da solução muito rapidamente, sendo absorvido muito mais rapidamen-
te do que o óleo . Nas concentrações mais elevadas (que dependem de solventes
para não falhar em solução), isso resultará em alguns dos hormônios caindo fora da
solução ao dos cristais. Estes cristais causam desconforto muscular significativa, e
também pode resultar no recrutamento de linfócitos envolvidos na inflamação, as-
sim, a área em volta dos cristais podem ficar inflamados com um acúmulo de células
sanguíneas. Isso leva tempo para que os cristais que foram absorvido pelo corpo a
se dissiparem, razão pela qual este tipo de dor e desconforto geralmente dura por
vários dias.

Deve-se notar, contudo, que existem determinadas transportadoras e solventes que


permitem maior mg/ml preparações a serem feitas que resultam na redução da dor.
Um solvente é utilizado ocasionalmente guaicol, que permite soluções mais concen-
tradas para serem produzidos e também age como um apaziguador levemente anal-
gésico da dor no local da injeção. Uma transportadora de lipídeos mais útil como
uma alternativa a uma transportadora de petróleo normal é oleato de etila (EO). EO
pode ser substituído por outros óleos carreadores, e é um transportador menos
viscoso, que também permite que o hormônio possa ser dissolvido na mesma com-
paração com outros óleos. A segurança do OE para injetáveis em seres humanos é
muitas vezes questionada, no entanto diversos produtos da injeção farmaceutica-
mente produzidos foram feitos que EO uso como um transportador, notadamente
Farmak testosterona propionato. Além disso, o etanol (álcool) é convertido em diver-
sos produtos no organismo quando ingerido, sendo um ácido oleico. Um problema
potencial com o uso de óxido de etileno, no entanto, é que uma pequena porcen-
tagem de usuários pode ter uma reação alérgica à sua utilização, caracterizado por
uma erupção cutânea e algum desconforto local, mas esta é uma reação mais rara a
igualdade de oportunidades.

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Em resumo, existem várias causas diferentes de dor pós-aplicação intramuscular, po-


rém o mais prevalente e provável é que seja a concentração do hormônio usado na
preparação e, por outro, em menor medida, a concentração de solventes utilizados.
No entanto, como delineado, com qualquer injeção este é um procedimento invasivo
que diz respeito à quebra de barreiras naturais do corpo, há sempre o risco de dor e
desconforto.

Algumas dicas para aliviar dor no local da aplicação:


• Pomada Hirudoid;
• Nimesulida (oral ou pomada);
• Tanderalgin (anti-inflamatório oral, ótimo para aliviar os calombos de aplicação de
stanozolol);
• Diclofenaco potassico para uso tópico;
• Diclofenaco sódico para uso oral;
• Compressa quente;
• Massagear o local aplicado, para que a substância se espalhe um pouco mais no
músculo.

PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DURANTE E APÓS A


APLICAÇÃO
Choque anafilático: É uma reação alérgica do organismo por intolerância aomedica-
mento.
Ulceração: Necrose do tecido com perda de substância em superfície cutâneaou mu-
cosa, devido a administração de medicamentos contra-indicados por essa via.
Infecções inespecíficas: Ocorre por contaminação durante o manuseio do material ou
uso de material não esterilizado.
Sangramento e desconforto: Quando do uso de agulhas de grosso calibre.
Dor intensa e prurido: Ocorre por introdução de substâncias muito concentradas.
Se sentir qualquer um desses sintomas, procurar um médico com urgência e relatar a
verdade ao médico. Só com a verdade o médico estará apto a te socorrer e tratar do
problema. Jamais tente mentir ou enganar o médico por medo ou vergonha.

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SÍNDROME DE NICOLAU
A causa da síndrome não é conhecida, mas, muitas vezes, está associada à injeção in-
tra-arterial acidental da droga.
Os sinais clínicos da Síndrome de Nicolau incluem dor imediata no local da injeção,
seguida de escurecimento e edema. Sintomas de embolia arterial ocorrem nas extre-
midades inferiores, podendo evoluir para necrose. Alguns pacientes podem desenvol-
ver severas complicações, incluindo septicemia (processo infeccioso generalizado em
que microorganismos são carregados pelo sangue e neste se multiplicam), coagulação
intravascular disseminada e síndrome de insuficiência respiratória do adulto.
Por não haver tratamento específico para a Síndrome de Nicolau, sugere-se a preven-
ção de sua ocorrência. Isto pode ser feito pela aplicação dos AJNES pela via intramus-
cular, apenas em última instância, quando outros medicamentos ou vias estiverem
contraindicados ou não puderem ser utilizados.
A aplicação intramuscular, quando inevitável, deverá ser realizada nas nádegas, nunca
no deltóide, com uma aplicação (no máximo) em cada lado no período de 24 horas. O
tratamento de manutenção deve ser realizado pelas vias oral ou retal.

Efeitos colaterais:
Natureza irritativa: gastrointestinais (dor, queimação, náuseas, flatulência, hiporexia,
diarréia); musculares (dor, enduração, necrose, abcesso); vasculares (dor, flebites)
Natureza alérgica: benigna (urticária, rash, prurido, eritema polimorfo, eritema nodo-
so,dermatite de contato, rinite alérgica, edema, icterícia colestática, fotossensibiliza-
ção); grave (choque anafilático, dermatite esfoliativa, hemólise, discrasias sanguíneas,
edema de glote, broncoespasmo, nefrite, vasculite)
Natureza tóxica: SNC (cefaléia, convulsões, psicoses, desorientação, hipertensão cra-
niana, lesões); SNP (neurites do 8º par -surdez e alterações do equilíbrio, neurite óp-
tica); sistema urinário (lesões tubulares); fígado (hepatites leves ou crônicas); hemato-
poese (agranulocitose, leucopenia e trombocitopenia); coração (miocardiotoxicidade
hipotensão, PCR, arritmia).

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PERGUNTAS FREQUENTES:
Posso misturar veiculo aquoso com veiculo oleoso?
Até em primeira vista podemos dizer que sim, a mistura das substancias não vai modi-
ficar a ação delas em seu corpo nem vai estragar em termos de resultado, o problema
é a reação que elas podem sofrer no local aplicado no momento que for misturado e
injetado, posso dar um ótimo exemplo de péssima mistura quando falamos em dores
e vermelhidões no local com picos de “febre” relacionado ao aumento da temperatura
corporal que certas drogas podem proporcionar, stanozolol veiculo aquoso com dura-
teston ou propionato em veiculo oleoso, uma péssima ideia...
Agua com propinado que contem no durateston é a mesma coisa que assinar um ter-
mo de dor no local aplicado, o processo de conversão de testo em suspensão (agua) é
parecido, porém com um pequeno probleminha, o produto já vai estar convertido em
veiculo oleoso transformando dessa mistura uma reação altamente dolorosa podendo
causar uma falsa infecção no local, o propionato em contato com agua apos diluído
volta a cristalizar praticamente que instantâneo, esses micro cristais não são reconheci-
dos pelo seu corpo fazendo com que seu corpo lute contra esses micro cristais, o me-
canismo de defesa do seu corpo agindo para eliminar aqueles micro cristais que não
era pra estarem ali, esse acontecimento pode levar ao inchaço local, vermelhidão local
e até mesmo o aumento da temperatura corporal até que todos micro cristais sejam
absorvidos por completo pelo seu organismo.
Portanto a titulo de regra, não faça essa mistura.

Porque propionato dói?


Pelo simples fato de ser quase impossível mantê-lo em veiculo oleoso sem uma quan-
tidade grande de solventes.

Porque encontramos durateston com apenas 30mg por ml e quando aplicado em


dose maior que 1ml pode provocar dores, febres, vermelhidão local etc?
Algumas pessoas relatam tal fato com apenas 1ml e outros que mal conseguem treinar
pelo fato de terem aplicado no deltoide e braço. Imaginem uma aplicação de 100mg
de propionato no mesmo lugar dia sim dia, dia não, sem dar uma pausa para que o
musculo absorva todos os micro cristais formados no local aplicado, geralmente as
pessoas não aguentam as dores e os picos da temperatura corporal provocadas pelo
excesso de testosterona de meia vida curta onde acabam desistindo antes mesmo de
terminar o ciclo ou resistem as dores até que o corpo se acostume com tal situação
relatando excelentes resultados, podemos dizer que 1ml de propionato com 100mg
seria como aplicar 3 durateston + 10mg de propionato no mesmo lugar.

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Quais drogas podem aumentar minha temperatura corporal ao ponto de me as-


sustar?
A resposta são todas, algumas são mais fortes como a testosterona (propionato) e a
trembolona que pode elevar o aumento da temperatura promovendo uma febre falsa,
o que vai aumentar o grau ou diminuir o grau dos colaterais da droga é o seu orga-
nismo. Cada pessoa reage de uma forma diferente, algumas pessoas relatam nenhum
colateral sendo que outros relatam colaterais fortes como outros relatam colaterais
fracos, outro problema são drogas que necessitam o uso excessivo de solventes para
que a substancia não quebre quando usado em veiculo oleoso, um ótimo exemplo
seria stanozolol em veiculo oleoso e o propionato de testosterona, ambos em veículos
oleosos utilizam o uso excessivo de solventes, pois são substancias difíceis de serem
mantidos em veiculo oleoso, ambos em contato com qualquer veiculo aquoso (agua)
terá como reação a cristalização imediata do produto no local aplicado causando do-
res, falsa infecção com o aumento da temperatura corporal causado pela defesa do
seu organismo.

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APLICAÇÃO LOCAL DETALHADAS

Aplicações biceps 1

Aplicações biceps 2

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Aplicações biceps 3

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Aplicações Deltoide 1

Aplicações Deltoide 2

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Aplicações Gluteo

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Aplicações dorsal 1

Aplicações dorsal 2

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Aplicações dorsal 3

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Aplicações peitoral 1

Aplicações peitoral 2

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Aplicações peitoral 3

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Aplicações coxa 1

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Aplicações coxa 2

30

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CICLOS DE ESTEROIDES

Aplicações coxa 3

Aplicações coxa 4

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Aplicações trapézio 1

Aplicações trapézio 2

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Aplicações triceps 1

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Aplicações triceps 2

Aplicações triceps 3

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CICLOS DE ESTEROIDES

Aplicações triceps 4

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