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MATEMÁTICA
Assim
QUESTÃO 01
1 1
GABARITO: − + 2 − 1 1−
RESOLUÇÃO: 2 2 1 3 3
y= = = ⋅ =
4 4 2 4 8
QUESTÃO 02 3 3
GABARITO: 3
RESOLUÇÃO: y=
8
QUESTÃO 03
GABARITO: B
RESOLUÇÃO: QUESTÃO 05
Seja x ∈ IR e considere a seguinte equação trigonométrica. GABARITO: E
RESOLUÇÃO:
4 2
2cos x – 2cos x + 1 = cos4x

Se x0 ∈ (0,π) é uma de suas soluções e x0 em centímetros.

Podemos escrevera equação


4 2
2cos x – 2cos x + 1 = cos4x

Da seguinte maneira
2 2
2cos x (cos x - 1) = cos4x – 1

Usando as seguintes relações trigonométricas:


I.
sen2x + cos2x = 1 ∀ x ∈ IR
e 2 3
1 − cos2 4 x
∀ x ∈ IR
2
sen 2x =
2
2 2
Temos que 2cos x (cos x – 1) = cos4x – 1 pode ser escrita da
2 2 2
seguinte maneira 2cos x (-sen x) = -2sen 2x

Portanto,
II.
-2sen xcos x = -2sen 2x ⇒
2 2 2
MÔQ = 120°
2 2 2
2sen xcos x = 2sen 2x
Então,
sen2 2x 1 2 4 3 ⋅2
A seg.circular = π4 −
2 2
Mas sen2x = 2senxcosx, logo sen xcos x = , assim.
4 3 2
2 2 2
2sen xcos x = sen 2x pode ser escrita como: 16π
A seg.circular = −4 3
2sen2 2x 3
= 2sen2 2x ⇒
Asombreada = π4 – 4 ⋅ Aseg.circular
2
4
sen 2 2x = 4sen 2 2x ⇒ ⎛ 16 π ⎞
A seg.circular = 16 π − 4⎜⎜ − 4 3 ⎟⎟
3sen 2 2x = 0 ⇒ ⎝ 3 ⎠
64π
sen 2x = 0 ⇒ sen2x = 0 ⇒ 2x = kπ; k ∈ 2
2
= 16π − + 16 3
3
kπ π
Logo, x ; mas x0 ∈ (0, π); deste modo x0 = k∈2 16
2 2 = 16 3 − π
3
π
Como x0 é a diagonal do cubo, temos que a 3 = , onde a é a 48 3 − 16π
2 =
3
π
aresta do cubo, logo a =
2 3
. como a área total do cubo é 1
(
= 48 3 − 16π
3
)
π2
π 2
At = 6a ; temos que A T = 6 ⋅ =
2

12 12 QUESTÃO 06
GABARITO: B
QUESTÃO 04 RESOLUÇÃO:
GABARITO: E I. é verdadeira, pois como f é estritamente decrescente f é
RESOLUÇÃO: injetora.
II. é falsa, pois uma função injetora não pode ser uma função
par.
⎛ 44π ⎞ ⎛ 33π ⎞
cos⎜⎜ ⎟⎟ − sec 2400º + tg⎜⎜ − 4 ⎟⎟ III. é verdadeira, pois:
⎝ 3 ⎠ ⎝ ⎠ Sabemos que x1 < x2 ⇒ y1 > y2, onde y1 = f(x1) e y2 = f(x2).
Seja y =
cos sec 2 ( −780º ) Segue que:
y1 > y2 ⇒ f (y) < f (y2)
-1 -1
-1
Logo f é estritamente decrescente.
⎛ 44 π ⎞ 1 1
Temos que cos⎜⎜ ⎟⎟ = − 2 ; cos(2400 º ) = − ; logo sec
⎝ 3 ⎠ 2
(2400º) = -2.
⎛ 33 π ⎞ 4
tg⎜⎜ − ⎟ = −1 e cos sec 2 ( −780º ) =
⎝ 4 ⎟⎠ 3


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QUESTÃO 07 Assim:
GABARITO: D
RESOLUÇÃO:
3
x = 13 + 217 − 13 3 x
1
det(2 ⋅ x ) = 2 ⋅ det(x ) = 2 4 ⋅
-1 4 -1

det( x ) Fazendo 3
x = y, temos :
Como x = A ⋅ B, temos: y - 13 = 217 - 13y
det(x) = det(A ⋅ B) = det(A) ⋅ det(B)
Como A e B são matrizes triangulares, temos: ( y − 13) 2 = 217 − 13 y
det(A) = 1 ⋅ 2 ⋅ 1 ⋅ 3 = 6 2
y – 13y – 48 = 0
det(B) = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 = 1 y’ = 16
Assim: det(x) = 6 ⋅ 1 = 6 y’’ = -3
1 16 8 Como queremos a raiz positiva, temos:
Logo: det(2x ) = 2 4 ⋅ = =
-1

6 6 3
3
x = 16 ⇒ x = 212
12
Logo x1 = 2 e o número de divisores inteiros positivos de x1 é
QUESTÃO 08 igual a 13.
GABARITO:
RESOLUÇÃO:
Seja z = x + iy ∈ ⊄ QUESTÃO 10
|z +169i| ≤ 65 ⇒ |x + iy + 169i| ≤ 65 ⇒ |x + (y + 169)i| ≤ 65. GABARITO: E
RESOLUÇÃO:
⇒ x 2 + ( y + 169 ) 2 ≤ 65 ⇒ x 2 + ( y + 169 ) 2 ≤ 65 2 .  Mudando da base 10 para a base 30, temos:
⎛ 30 ⎞
Circulo de centro (0, -169) e raio r = 65 log 30 ⎜⎜ ⎟⎟
⎝3⋅5⎠
2
log 30
log10 =
2
= =
Deste modo, o elemento desse conjunto que possui maior log10 ⎛ 30 ⎞
30 log 30 ⎜⎜ ⎟⎟
argumento pertence a reta que passa pela origem e que tangencia ⎝ 3 ⎠
o círculo, seja y = ax; com maior argumento a < 0 a equação da
30 − log 30 − log 30
log 30 3 5
1− a − b
reta tangente ao círculo. = =
Seja (x0, y0) o ponto de tangência, então temos o seguinte. 30 − log 30
log 30 3 1− a
Sistema de equações
⎧x 02 + ( y 0 + 169 ) 2 = 65 2
⎪⎪ QUESTÃO 11
⎨ e
GABARITO:
⎪ y = ax 0
⎪⎩ 0 RESOLUÇÃO:
Resolvendo o sistema, temos que
D(a,b)
2 2
(a +1)x0 + 338ax0 + 24336=0
ϖ α
Como a reta é tangente, temos que Δ = 0 α

2 x0
Assim 10 ⎞ − −
Δ = 16900a - 97344
2 ⎛ − 4, ⎟ 3
A⎜ 3 ⎠
⎝ ϖ
2 6 ⋅ 3 2 ⋅ 13 2 23 ⋅ 3 4 + x0
a2 = ⇒a=± 2 − x0
2 2 ⋅ 5 2 ⋅ 13 2 2⋅5 −
3
24 24 P
⇒a= ou a = − ( x0, 4 + x0 )
10 10 4+
4 + x0 x0

Mas
x0

24 12
a=− =− (coeficiente angular ) B
10 5 x0
(-4,0) 4 + x0 C(0,0) a

Deste modo
y0 12 12
=− ⇒ y0 = − x0
x0 5 5
ϖ + x0 = a2 + b2 ⇒ ϖ a2 + b2 − x0

Usando o teorema de Pitágoras, temos que 4 + x0 (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2


2 2 2 2 tgα = sec α =
x0 + y0 + (65) = (169)
a2 + b2 − x0 a2 + b2 − x0
144 2 169 2
x 02 + x 0 = 24336 ⇒ x 0 = 24336 ⇒ x 02 = 3600
25 25 d(D, C) = (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2
Logo
x0 = 60 ou x= -60; mas x0 = 60 e y0 = -144; z = 60 – 144i
Mas
QUESTÃO 09 tg2α + 1 = sec2α
GABARITO: D
RESOLUÇÃO:
2
⎡ ⎤
4
x ⋅ 3 x = 13 + 217 − 13 3 x (4 + x 0 ) 2 (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2
+1= ⎢ ⎥
⎢ ⎥
Note que, pelas condições do enunciado, 4
x⋅3 x = 3
x ( a2 + b2 − x0 ) ⎣⎢ a2 + b2 − x0 ⎦⎥
(4 + x 0 ) 2 ( a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2
+1=
( a 2 + b 2 − x 0 )2 ( a 2 + b 2 − x 0 )2


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( 4 + x 0 ) 2 + ( a 2 + b 2 − x 0 ) 2 = (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 ⎡ x y 1⎤
⎢ 10 ⎥ 10
⎢− 4 1⎥ = 0 ⇒ x − 20 + 4 y − 5 x = 0
16 + 8 x 0 + x 02 + a 2 + b 2 − 2x 0 a 2 + b 2 + x 02 ⎢ 3 ⎥ 3
⎣⎢ 0 5 1⎦⎥
= a 2 − 2ax 0 + x 02 + (b − 4) 2 − 2(b − 4)x 0 + x 02
10x – 60 + 12y – 15x = 0
16 + 8 x 0 + b 2 − 2 x 0 a 2 + b 2 = −2ax 0 + b 2 − 8b + 16 − 2bx 0 + 8 x 0 12y = 60 + 5x
5x
y =5+
12

− 2x 0 a 2 + b 2 = −2ax 0 − 8b − 2bx 0 QUESTÃO 12


GABARITO: E
x0 a + b 2 2
= −ax 0 + bx 0 + 4b RESOLUÇÃO:
x 0 a 2 + b 2 − ax 0 − bx 0 = 4b
⎡ ⎤
x 0 ⎢ a 2 + b 2 − (a + b )⎥ = 4
⎣ ⎦
4
⇒ x0 A
a 2 + b 2 − (a + b )

4 8 4 B
y0 = 4 −
a 2 + b 2 − (a + b ) 8
C
Temos: D

D
I.
(a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 BC = 4 3

II.
B - (4 + x0)
(BC) = (BC) + (CD)
2 2 2

64 = (4 3 ) + (CD )
2 2

C (a + x0) P (CD) = 4
⋅ (BA ) = ⋅
1 1 4⋅4 3
(a + x0)2 + (b – (4 + x0)2 = (a – x0)2 + (b – 4 – x0)2 V = A
ABCD BCD ⋅4
3 3 2
a2 + 2ax0 + x02 = a2 – 2ax0 + x02
4ax0 = 0 ⇒ x0 = 0 ou a = 0 V ABCD =
32 3
4 3
x0 ≠ 0 pois 0
x = ;
a + b − (a + b )
2 2
QUESTÃO 13
Então a = 0 GABARITO:
Mas: d(A,B) + d(D,C) = d(B,C) + d(A,D) RESOLUÇÃO:
2
10 ⎛ 10 ⎞
+ a 2 + b 2 = 4 + (a + 4) 2 + ⎜⎜ b − ⎟
3 ⎝ 3 ⎟⎠
b>0
QUESTÃO 14
2
10 ⎛ 10 ⎞ GABARITO: C
+ b 2 = 4 + 16 + ⎜⎜ b ~ ⎟
3 ⎝ 3 ⎟⎠ RESOLUÇÃO:

2
10 12 ⎛ 10 ⎞
+b = + 16 + ⎜⎜ b − ⎟
3 3 ⎝ 3 ⎟⎠
l l
2
2 ⎛ 10 ⎞
b− = 16 + ⎜⎜ b − ⎟
3 ⎝ 3 ⎟⎠ b
4 4 20b 100 2
b 2 − b + = 16 + b 2 − +
3 9 3 9 I.
20 4 100 4 2l + b = 36
b − b = 16 + −
3 3 9 9 b
l = 18 −
16 96 2
b = 16 + II.
3 9
2
⎛b⎞
l 2 = (b + 2)2 + ⎜⎜ ⎟⎟
16 32
b = 16 +
3 3 ⎝2⎠
16 48 + 32 2 2
= ⇒ 16b = 80 ⇒ b = 5 ⎛ b⎞ ⎛b⎞
3 3 ⎜⎜18 − ⎟⎟ = (b + 2) 2 + ⎜⎜ ⎟⎟
⎝ 2⎠ ⎝2⎠
D(0,5)
b ≠ 22b – 320 = 0
2
⎛ 10 ⎞
A ⎜⎜ − 4, ⎟⎟ b = 10 ou b = - 32
⎝ 3 ⎠ como b > 0;
A equação da reta b = 10


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16 15 15
R ⋅r = ⋅
QUESTÃO 15 15 3
GABARITO: 16
R ⋅r =
RESOLUÇÃO: 3
(a( x )) 5 ⋅ (b( x )) 6
≥0 QUESTÃO 17
(c( x )) 3 GABARITO: D
RESOLUÇÃO:
(a( x ))3 I.
⎧ x 2 − 3x + 2
⎪ se x ≠ 1
f (x) = ⎨ x −1
(b( x ))3 ⎪ se x = 1
⎩ 3
⎧x − 2 se x ≠ 1
f (x) = ⎨
⎩ 3 se x = 1
(c( x ))3

(a( x ))5 ⋅ (b( x ))6


(c( x ))3
S = (−∞,−4 ) U [-1, + ∞)

QUESTÃO 16
GABARITO: D
RESOLUÇÃO:

lim f(x) = - 1 ≠ f(1)


x→1
II.
B̂ Ĉ ⎧x 2 − 4 se x < 1
⎪⎪
f ( x ) = ⎨ − 1 se x = 1
I. ⎪ 3 − X se x > 1
⎪⎩
(
P.A AB; AC; BC ) Calculando os limites laterais, temos:
P.A (x − a; x; x + a ) lim f(x) = 3 – 1 = 2
x→1
+
Dados:
⎧ 15 2
⎪sen  = lim f(x) = 1 – 4 = - 3
⎪ 4 1 x→1
-
⎨ ⇒ cos  = −
⎪ 3 15 4
⎪sen B̂ = 16 como lim f(x) ≠ lim f(x), então

x→1 x→1
+ -1

2PABC = 18
x – a + x + x + a = 18 não existe lim f(x)
x=6 x→1
II. Lei dos senos: III.
x
= 2R lim( f ⋅ g)n ( x )
n
⎡lim( f ⋅ g)( x )⎤
sen B̂ =⎢ ⎥ =
6 x→a ⎣x → a ⎦
= 2R n
3 15 ⎡lim( f ⋅ g)( x ) ⋅ lim g( x )⎤
⎥ = (L ⋅ M)
n

16 ⎣x → a x→a ⎦
16 15
=R
15
QUESTÃO 18
III. Lei dos cossenos: GABARITO: C
(6 + a) = (6 – a) + 6 – 2 (6 – a) ⋅ 6 ⋅ cosa
2 2 2 RESOLUÇÃO:
2
a=2 Sn = 6n + n
S1 = a1 = 6 ⋅ 1 + 1 = 7 ⇒ a1 = 7
2

Então: AB = 4; AC = 6; BC = 8 S2 = a1 + a2 = 6 ⋅ 2 + 2 ⇒ a1 + a2 = 16 ⇒ a2 = 9
2

S3 = a1 + a2 + a3 = 6 ⋅ 3 + 3 ⇒ a1 + a2 + a3 = 27 ⇒ a3 = 11
3
Logo,
AB ⋅ BC ⋅ senB̂ Logo a sequência é uma progressão aritmética de razão 2.
A ABC = = P.r
2
4 ⋅ 8 3 15 QUESTÃO 19
⋅ = 9r
2 16 GABARITO: D
RESOLUÇÃO:
15
=r n(A ∪ B C) = 25
3 n(A – C) = 13
4+6+8 n(B – A) = 10
P=
2 n(A ∪ C) = n(C – (A ∪ B))
P=9


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A B

13 10

1
En
nergia dissipada
a = 60 J = trabaalho da força de atrito
ssim, ⏐τFat⏐= 60
As 0J ou τFat = - 60 J (resistente)
1 M + τFat = EmB
EMA
mVB2
m
m ⋅ g ⋅ h A − 60 =
2
30 ⋅ VB2
0 ⋅ 10 ⋅ 2 − 60 =
30
C 2

O maior
m orre quando (B – A) ⊂ C. Logo o
valor posssível de n(c) oco 00 − 60 = 15 ⋅ VB2
60
maior valor possível de n(c) é 12. VB = 36

VB = 6m/s
UESTÃO 20
QU
GA
ABARITO: A
RESOLUÇÃO:
Fig
g. I Fig. II
QU
UESTÃO 23
GA
ABARITO: E
RE
ESOLUÇÃO:
h h Te
emos a seguir a configuração d
do sistema em t = 0.
h - h1

h1 H2 O a
a r = 1d
dm
esfe
era
a ⋅ (h – h1) = 2 ⋅ Vesfera
2

4
a 2 ⋅ h − a 2 h1 = 2 ⋅ π13
3
2
40 – a h1 = 8
2 epois de Δt = 2,0 s , teremos:
De
a h1 = 32
2
a h1 32 4 h1
= = =
a 2h 40 5 h

FÍSIICA
QU
UESTÃO 21
GA
ABARITO: D
RESOLUÇÃO:
As
ssim, o deslocamento da image
em será dado por:
p

Δx = 26 − 10
1 = 16 ⇒.
Δx = 16 m .

QU
UESTÃO 24
GA
ABARITO: B
RE
ESOLUÇÃO:
Con
ndição: Np = 5 kgf
k Pe
ela leitura do prroblema podemoos dizer que a corrente
c que cirrcula
Equ ão: ΣM = 0 (M:m
uilíbrio de rotaçã momento) no
o circuito será dada por:
c c c U AB = R AB ⋅ i ⇒
M Np + M p B + M p H = 0 (MNc = 0)
2,5 = 101 ⋅i ⇒
5 ⋅ 6 + 70 ⋅ (x – 6) – 100 ⋅ 1 = 0
i = 0,25 A .
30 + 70x – 420 – 1001 =0
70xx = 490 As
s informações ssobre o circuito com a chave aberta
a nos leva
am a
x = 7m diz
zer que:
2 ⋅ ε = 3,0 V ⇒
QU
UESTÃO 22 ε = 1,5 V .
GA
ABARITO: A Po
or fim vamos ca alcular o valor da resistência interna de cada pilha
p
RESOLUÇÃO: através do circuito
o equivalente.


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i = 5,0 × 10−3 A ⇒
i = 5,0 mA .

QU
UESTÃO 27
GA
ABARITO: A
RE
ESOLUÇÃO:

Sa
abemos que a relação
r entre a velocidade de uma onda em uma
co
orda esticada é dada pela cham
mada “fórmula de
d Taylor”:
mos pela Lei de
Tem e Ohm-Poiullet:
ε − ε′ 2⋅E F
i= = . v= .
Σr 2r + R μ

Daíí: On nde F é o móódulo da força que traciona a corda e μ é a


ensidade linear da corda. Encontramos no enunciado do
de
2 ⋅ 1,5
0,25 = ⇒ prroblema que na passagem de u
um segmento paara o outro,
2r + 10
2r + 10 = 12 ⇒ μ 2 < μ1 .
r = 1,0 Ω .
ntão, concluímo
En os:

V2 > V1 ⇒ V1 < V2 .

or outro lado sa
Po abemos que numma refração a única
ú grandeza que
se
e mantém constante é a freqüência. Assim:

f1 = f2 .
QU
UESTÃO 25
ABARITO: C
GA
v
RESOLUÇÃO: E por fim, como λ= , e V1 < V2 , vem que:
r f
VA = 5
r λ1 < λ2 .
VB = 2
r r r
VA,B = VA − VB Re
eunindo todos os
o resultados:

V1 < V2 ; f1 = f2 e λ1 < λ2 .

QUUESTÃO 28
r 2 r 2 r 2 r r GAABARITO: C
V A,B = VA + VB − 2 ⋅ VA ⋅ VB ⋅ Cos60° REESOLUÇÃO:
Naa transformação o sofrida pelo gás de 3 para 1 o gás tem uma
r 2 dim
minuição do seeu volume, com m isso podemos afirmar que ho ouve
VA,B = 5 2 + 2 2 − 2 ⋅ 5 ⋅ 2 ⋅ 0,5
um
ma ação externa a sobre o gás p produzindo a co
ontração, ou sejja, o
r 2 meeio externo realliza trabalho sob
bre o gás.
VA,B = 29 − 10
r QU
UESTÃO 29
2
VA,B = 29 − 10 GA
ABARITO: D
RE
ESOLUÇÃO:
r
VA,B = 19 ≅ 4,35
58 E: empuxo
p: peso
r Fe: força elás
stica
VA,B = 4,4
⎧Vs : volume e submerso

QU
UESTÃO 26 ⎩Vc : volume e do corpo
GA
ABARITO: A
RESOLUÇÃO:
Bassta usarmos a Lei de Farada
ay e em seguid
da a Lei de Oh
hm.
Connfira. quilíbrio: E = P + Fe (Vs = Vc)(F
Eq Fe = 2)
Cágua
á ⋅ Vs ⋅ g = mc ⋅ g + 2
ΔΦ Cágua ⋅ Vs ⋅ g = Cmadeira ⋅ Vc ⋅ g + 2
ε induzida = ⇒
á
0 ⋅ Vc ⋅ 10 = 0,88 ⋅ 10 ⋅ Vc ⋅ 10 + 2
3 3
Δt 10
0 ⋅ 10 ⋅ Vc – 8 ⋅ 10 ⋅ Vc = 2
3 3
10
ε induzida =
(0,6 − 0,3) × 10 −2 0−3
= 1,5 × 10 ⇒
2 ⋅ 10 Vc = 2 ⇒ Vc = 10 m
3 -3 3

4−2 Final
Fe = p
ε induzida = 1,5 × 10 −3 Volts . Fe = mc ⋅ g
Fe = pc ⋅ Vc ⋅ g (pc = pm) c:
E por
p fim: corpo
Fe = 0,8 ⋅ 10 ⋅ 10 ⋅ 10
3 -3

U = R ⋅i ⇒ Fe = 8N

1,5 × 10 −3 = 0,3.i ⇒


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QU
UESTÃO 30
GA
ABARITO: E
RESOLUÇÃO:
m = 20kg (p = 200N)

1º Iminência de de
escer:
F + Fat = P ⋅ Sen60°
S (Fat: Forçça
de atrito)
100 + Fat = 200 0 ⋅ 0,85 + 70
Fat = 170 – 100 0
Fat = 70N (atritto estático)

Anntes de tudo devemos


d calcu
ular o ângulo limite de Refleexão
Intterna Total a fim
m de decidirmo os como representar o restante
e da
tra
ajetória desse raaio de luz. Assim
m:
2º Iminência de su
ubir:
F’ = P ⋅ sen60°° + Fat
nmenor n 1
F’ = 200 ⋅ 0,85
5 + 70 sen L = = ar = ⇒
F’ = 170 + 70 nmaior n vidro 2
F’ = 240N
2
sen L = ⇒
2
L = 45º .

Co d incidência na face 2 é de θ 1 = 60 º > L , veja


omo o ângulo de
gura acima, concluímos que HAVERÁ REF
fig FLEXÃO INTER RNA
TOOTAL NA FACE 2. E o restan nte da trajetória
a é representad
da a
QUUESTÃO 31 seeguir.
GAABARITO: C
RESOLUÇÃO:
Sabbemos que se uma
u arregada penetra numa região de
partícula ca
cam
mpo magnéticoo uniforme nesssas condições apresentadas no
oblema, ela descreverá UM ARCO
pro A DE CIR RCUNFERÊNC CIA.
Dessse modo podemos construir essa
e figura a seg
guir.

To dos mediante o uso


odos os ânguloss dessa figura fforam encontrad
de
e geometria báásica e aplicando a Lei da Refração
R à face 3.
Co
onfira:
Asssim a distância D pedida no problema
p nada mais é do que
e o
raio
o da circunferên
ncia descrita pella partícula. n1 ⋅ sen θ1 = n 2 ⋅ sen θ 2 ⇒
1
Enttão: 2 ⋅ sen 30º = 2 ⋅ = sen β ⇒
2
m⋅v 2
R= ⇒ sen β = ⇒
q⋅B 2
v 6 × 10 6 β = 45º .
R= = = 0,005
0 m
q
⋅B 011 ⋅ 10 − 2
1,2 × 10
Fic
ca claro, então ncidente emergirá PELO LAD
o que o raio in DO 3
m
om β = 45º > 30
co 3 º.
R = 5,0 mm .

QU
UESTÃO 33
QU
UESTÃO 32 GA
ABARITO: E
GA
ABARITO: D RE
ESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO: Ne
esse caso temo
os:
Ao atingir o lado 1 do prisma num
ma incidência no ormal, o raio de luz
não
o sofrerá desvio ória inicial. Porttanto após passar
o em sua trajetó
pelo
o lado 1 teremoos a situação ab
baixo. C eq ⋅ U2
Epot = .
2

No
omeando C a ca
apacitância iniccial de cada capacitor, vem:

C eq = 2 ⋅ C .


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Daíí:
02
100
R3 = = 100 Ω .
0
100
2 ⋅ C ⋅ U2
Epot = = 300 ⇒
2 E também
2
C ⋅ U = 300
3 ⇒
R eq = R1 + R 2 + R 3 = 250
2 + 200 + 10
00 = 550 Ω .
Qua
ando um dos capacitores
c for preenchido por um dielétrico tal
que
e K = 5, teremoss: Coom isso podem
mos calcular a vvoltagem em ca
ada lâmpada, a sua
po
otência na asssociação e tammbém a corren nte que circula
a no
C eq = C + 5C = 6 ⋅ C . cirrcuito.

U 2
220
Enttão: i= = = 0,4 A .
R eq 5550
C eq ⋅ U2 6 ⋅ C ⋅ U2
E′pot
p = = ⇒ U1 = R1 ⋅ i = 250
0 ⋅ 0,4 = 100 Vo
olts ,
2 2
6 ⋅ 300
0 o ( L1 ) = U1 ⋅ i = 100 ⋅ 0,4 = 40 W .
Pot
E′pot = = 900 ⇒
2
E′pot = 900 J . U2 = R 2 ⋅ i = 200
0 ⋅ 0,4 = 80 Volts ,
o ( L 2 ) = U2 ⋅ i = 80 ⋅ 0,4 = 32 W .
Pot
QU
UESTÃO 34
GA
ABARITO: B
RESOLUÇÃO:
U3 = R 3 ⋅ i = 100
0 ⋅ 0,4 = 40 Volts ,
o ( L 3 ) = U3 ⋅ i = 40 ⋅ 0,4 = 16 W .
r
Qua ovimento inicial: Q 0
antidade de mo Pot
r r r
Q 0 = Q1 + Q 2 Po o fica com as seguintes cara
or fim o arranjo acterísticas. Ve
eja a
[ ]
r
Q1 = 4
fig
gura abaixo.

r r
Q0 Q2 = 2
r
Q 0 = 2kg ⋅ m / s
ergia cinética inicial: Eco
Ene
m1 ⋅ v 12 m 2 ⋅ v 22 1 ⋅ 4 2 2 ⋅ 12
E coo = + = + ntão fica claro que L1, L2 e L3 não queimarã
En ão, mas L1 brilh
hará
2 2 2 2 ma
ais intensamentte que as outrass.
Eco = 8 + 1 ⇒ Eco = 9J
r
Quaantidade de mo ovimento final: Q QUUESTÃO 36
Obss.: dissipação máxima:
m colisão inelástica GAABARITO: C
REESOLUÇÃO:
V’ Paartimos da afirm
mação feita no
o exercício de que a potência
a da
1kg 2kg fonte térmica é a mesma para A e B.
r r
Q = Q0
3 ⋅ V’
V = 2 ⇒ V’ = 2//3 m/s

ergia cinética fin


Ene nal: Ec
2
(m1 + m 2 ) ⋅ V' 2 3 ⎛2⎞ 2
Ec = ⇒ Ec = ⋅ ⎜⎜ ⎟⎟ ⇒ E c = J
2 2 ⎝3⎠ 3
2 25
ergia máxima dissipada = E d = 9 −
Ene = J
3 3

QU
UESTÃO 35
GA
ABARITO: E
RESOLUÇÃO:
Pre
ecisamos saberr qual o valor da d cada lâmpada.
d resistência de
Asssim:

U2
Pot = ⇒
R
U2 QU
UESTÃO 37
R= ⇒ GA
ABARITO: B
Pot
o RE
ESOLUÇÃO:
a figura abaixo estão disposta
Na as todas as forrças que atuam
m na
100 2
R1 = = 250 Ω , pe
equena esfera.
40
100 2
R2 = = 200 Ω ,
50


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T
= 18h30 min− 12
1 h30 min = 6h ⇒
2
T = 12 h .

nalisando as distâncias que


An e são exibida as na figura que
ac de desse MHS é de
companha o texxto concluímos que a amplitud
12 − 8
A= = 2,0 m . O que ccorresponde a uma profundiddade
2
mínima de 8 m (vveja a figura). A menor profundidade segura que o
avio pode encarrar é de 9,0 m = 8,5 m + 0,5 m.
na m Isso significa que
Commo o sistema está
e em equilíbbrio, podemos formar
f uma figura a maré poderá baixar
b 12 – 9 = 3 m. O tempo que isso leva para
p
fechada com os ve
etores que repre
esentam as forçças. ac
contecer é o tem
mpo equivalente e ao deslocamento de

3
x= A.
2

Pa
ara um móvel re ale a um tempo de
ealizando um MHS, isso equiva

T
Δt = .
3

Co
onfira no esquuema abaixo que mostra o movimento
m circcular
un
niforme associad
do.

Asssim, nos referind


do a essa figura
a podemos dize
er que:

Felee q⋅E
tan 60 º = = ⇒
P m⋅g
0 −6 ⋅ E
1,2 × 10
1,7 = ⇒
3 × 10 − 6 ⋅ 10
E = 42,5 V / m .

Porr fim, temos:

U = E ⋅ d AB = 42,5 ⋅ 0,2 = 8,5 vollts . No


ote que para peercorrer uma distância de 3A/2
2 na horizontal,, em
MHS, o ponto material em MCU U precisa percoorrer um ânguloo de
12
20º que é 1/3 de
e 360º.
O GABARITO OFICIAL NÃO CONF
FERE.
En
ntão o horário no
n qual a maré
é está propícia à entrada do navio
12
erá Δt =
se = 4 h antes de 12h30min. Ou seja, às 8h30min.
QUUESTÃO 38 3
GAABARITO: D Qu
uando a maré voltar
v a ter essa
a altura de 9,0 m,
m terão se passsado
RESOLUÇÃO: ma
ais 4h + 4h = 8 h. E serão: 16h
h30min.
RT = 6,39 ⋅ 10 km; gr: gravidade na
3
n Terra
19 De
esse modo, os horários seguros para o trâns sito do navio ne
esse
gLoocal = g T − ⋅ gT po
orto, antes do po
or do sol, serão
o:
100
de 8h30min atté às 16h30min
n.
gLoccal = 0,81 ⋅ gT
G⋅M G ⋅ M ⎧G : cons
s tan te QU UESTÃO 40
= 0,81 ⋅ ⎨
(R T + h) 2 R 2T ⎩M : mas
ssa da Terra GA ABARITO: C
RE ESOLUÇÃO:
R 2T Veemos a seguir uma
u representa
ação típica da situação
s exposta
a no
= 0,81 prroblema. O trem
m se deslocaria para a direitta e o observa
ador,
(R T + h) 2
também, com velocidade menor do que a do treem. Confira.
RT
= 0,81 = 0,9
RT + h
RT = 0,9RT + 0,9h
0,1RT = 0,9h
RT = 9h
RT 6,39 ⋅ 10
03
h= =
9 9
h = 0,71 ⋅ 10 ⇒ h = 710 km
3

Fic
ca claro que o observador
o nesse caso deve perceber um som
m de
QU
UESTÃO 39 FR
REQÜÊNCIA MAIORM E COM MPRIMENTO DE D ONDA MEN NOR
GA
ABARITO: D DO
O QUE O PROD DUZIDO PELO TREM EM REP POUSO.
RESOLUÇÃO:
O intervalo de teempo entre o aparecimento da profundida
ade As
ssim teremos:
máxxima e a mínim o período do MHS
ma e metade do M associado ao
movimento do navvio. Assim: fA > f e λA < λ .


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