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UNIDADE 2- A PROCURA DA MENTE

O OBJETO DA PSICOLOGIA:

A Psicologia estuda o objeto, isto é, o Homem e a sua mente e obviamente as suas


áreas. Esta pode ser de forma genética ou através de comportamentos. A seguir irei mostrar
cada defensor de cada área da psicologia.
Mas antes disto é importante salientar que a psicologia ganhou autonomia e surge como
uma disciplina científica independente. Antes disto, esta era uma área da psicologia, mas como
se começou a ver que a psicologia integrava áreas científicas ganhou esta independência a
partir do século XIX.
Podemos definir o comportamento como o ato que nos faz executar determinados
comportamentos - atos e reações – e pode ser observado por qualquer um. Alem disso os
estados mentais, são sentimentos, emoções, pensamentos, fantasias, representações
mentais…
A psicologia desenvolveu metodologias que permitem não só aceder a esta parte do seu
objeto de estudo, como também metodologias capazes de aceder a parte do objeto ou estudo
cujo acesso já não é tão direto como o outro.
Desta forma a psicologia recorre a vários métodos e técnicas para organizar, recolher
informação, como por exemplo: a observação direta, investigação experimenta, teste, entre
outros… é precisamente por isso que a psicologia tal como as outras ciências experimentais, irá
descrever, explicar, prever e controlar os comportamentos e os processos mentais e a forma
como isto se traduz na relação com o mundo e a relação com os outros.

DIFERENÇAS ENTRE ATITUDES E COMPORTAMENTOS

Os comportamentos são atos e reações observáveis já as atitudes é a predisposição do


sujeito a fazer algo e a ter um certo comportamento. Existe por parte de todos nós uma falta
de noção na forma como utilizamos as palavras.

SER HUMANO

Freud e Wundt defendem que o que é determinante no ser humano, são os processos
mentais que estão na base do comportamento e atitudes. Estes dão ênfase ao interior do ser
humano.

Freud
Este vai falar do consciente

Ele afirma que uma das


formas são os sonhos,
[anamnese] e analise de vida
do individuo.
Wundt
Watson foi o fundador do behaviorismo, ou comportamentalismo. Para ele, para
Skinner e Bandura, o ser humano caracteriza-se antes de mais, pelo seu comportamento, pela
reação a estímulos externos, a estímulos provenientes do meio ambiente.

O importante na psicologia é estudar o comportamento e ele não


resulta de estados da consciência, mas sim do que o exterior
provoca.

Piaget e Damásio superam estas dicotomias e conduzem a perspetiva integradora – já


não somos os mesmo, porque nós vamos nos construindo.

Piaget Não concorda com a separação das dictonomias


orgânico/psicológico; razão/emoção; pois nós
temos um corpo e um cérebro então

Ultrapassa as
dicotomias existentes.
Damásio
Ele é que manda não há
um corpo e um espírito
que deem emoções.

DICTONOMIAS

Interno/Externo – tem haver com a dimensão, ou o interior – estados mentais – ou é


externo – o comportamento.

Inato/Adquirido – inato tem haver com os fatores da genética e o adquirido com


fatores que nos dão – temos o exemplo da educação.

Individual/Social – o individual é interno, vem do eu e o social é do meio ambiente.

A diferença entre estas é a terminologia. E a grande dicotomia é a que se toca no objeto de


estudo.

WUNDT E A CONSCIÊNCIA

Autor do século XIX detinha duma carreira educativa – ensina na universidade. Nos
finais do século XIX ele fundou o Instituto de Psicologia Experimental em 1879 e é graças a ele
que a psicologia se separa da filosofia e então cria um laboratório experimental para focar na
mente. Ele junta ajuda da química e da física que ajudam a psicologia a superar.
O objeto de estudo: Processos Mentais

O que é a consciência?

É tudo o que a mente regista o que vai acontecendo. Estar conscientemente é tudo o
que esta acontecer é porque esta ciente e é porque esta representado na mente. Wundt
acrescenta que esses elementos simples das consciências são as emoções.

Estas sensações não são o resultado mecânico, a mente combina as informações e das
perceções.

Wundt diz que uma coisa é recolher informações pelos sentidos que são transportados
pelos nervos até ao centro nervoso. A mente organiza e tem um papel ativa – a forma de
organização que cada um faz dos dados sensoriais – e é por isso que não temos todos a mesma
perceção.

DEFINIÇÕES:

Sensações Estes dependem dos


sentidos porque é a
parte subjetiva- parte
É o que ocorre quando o órgão dos
vai depender das
sentidos leva até a mente. É o
pessoas.
elemento simples; comportamento
objetivo – porque recebemos
diretamente a observação. Sentimentos

Wundt usa a experiência do metrónomo que leva a um sentimento. Ideias enquanto


representações mentais de objetos ou realidade.

Elementos

Simples Composto
Sentidos. Sentimentos, emoções
[conj. sentidos] e ideias.

Perceções
São as formas como organizamos
os elementos naturais.
METODOLOGIA E INVESTIGAÇÃO

A introspeção controlada – olhar para dentro de nós, mas com regras laboratoriais.

As memórias e as aprendizagens não podem ser estudadas.

FREUD E O INCONSCIENTE

Freud tem duas tópicas para mostrar o psiquismo

1º representar metaforicamente a mente como um iceberg.

2º o ID, o Ego, o Superego.

ID – corresponde a tópica do inconsciente, é a natureza bruta, a natureza animal que existe no


ser humano, o desejo sexual e agressivo e são estes sentimentos que se querem revelar.

Ego – corresponde a tópica do consciente, e é aquilo que nos faz ter consciência pesada ou
não – regras da conveniência social.

Superego – este tem haver com a moralidade e corresponde a idade em que começamos a
aprender o errado e o certo.

PROBLEMA RESOLVE O PROBLEMA

ID Ego e Superego

A vida social e moral que acompanha representa a mais alta instância do desenvolvimento da
espécie humana. E só é possível pelas instâncias do Ego e do Superego quais se opõem a “lei
da selva” verificada na natureza cujo correspondente do psiquismo é o ID.

SEXUALIDADE

O fundador da psicanalise, o Freud, ele começa e processa uma sequência de estádios


psicossexuais que decorrem desde a infância até a adolescência.

Estádio Oral Do nascimento até cerca dos 12/18 meses


Estádio Anal Dos 12/18 meses até cerca dos 2/3 anos
Estádio Fálico Dos 3 anos até cerca dos 5/6 anos
Estádio de Latência Dos 5/6 até cerca dos à puberdade
Estádio Genital A partir da puberdade
Estádio Oral:
Este decorre do nascimento até cerca de 12/18 meses. A zona erógena é a boca, o bebé obtém
prazer ao mamar, isto porque a criança leva os objetos á boca e com estimulações corporais.

A sexualidade é autoerótica, isto é, o bebé é inconsciente, logo dá a si próprio prazer.

O desmame pode gerar traumas futuros segundo Freud. E este será o primeiro conflito.

Estádio Anal:

Este decorre dos 12/18 meses até cerca dos 2/3 anos de idade. A zona erógena é a região anal.
A criança recebe prazer pelo ânus ao reter e expulsar as fezes, este controlo da defecação gera
sentimentos de prazer e de dor.

É nesta fase quando os pais educam a higiene as crianças que o ID da criança quer fazer o
oposto do correto. Por exemplo os pais nesta idade ensinam os filhos a ir ao pote, e o ID deles
quer fazer no chão e os pais ralham para que ela faça no pote. A ambivalência esta presente
nesta situação, em que a criança por um lado gosta dos pais e quer obedecer, mas por outro
lado não porque estes colocam-lhes regras.

Estádio Fálico:

Decorre dos 3 anos de idade até aos 5/6 anos. A zona erógena é a região genital, os órgãos
sexuais são estimulados pelas crianças. É nesta fase que as crianças descobrem as diferenças
entre o órgão sexual feminino e o masculino.

Neste estádio surge o complexo de Édipo, esta designação resulta da mitologia grega em que o
filho mata o pai e casa com a própria mãe e de certa forma Freud inspira-se neste episódio,
que é retratado em várias obras simbolistas. É importante realçar que existe também o
complexo de Electra, para as raparigas, mas como não é tão intenso acabamos por realçar
mais o outro complexo.

O complexo de Édipo é direcionado para os rapazes, pois nesta fase de desenvolvimento a


criança vai se inclinar para o lado oposto do seu género, isto é o rapaz irá preferir o progenitor
feminino do que o progenitor masculino. Desta forma os rapazes ganham afeto e carinho pela
mãe pois esta é carinhosa e meiga para eles em oposição ao pai que é visto por eles como um
rival porque impõem regras. Este poderá trazer problemas futuros entre pai e filho.

Estádio de Latência:

Este decorre dos 5/6 anos de idade até adolescência, isto é a puberdade. Neste período
atenua-se a atividade sexual, em que ocorre uma amnesia infantil, isto é a sexualidade esta
inativa e há um esquecimento da infância.

Estádio Genital:

A partir da adolescência. A zona erógena é a região genital e neste estádio há uma ativação da
sexualidade que esteve adormecida no período anterior.

Apesar de haver relações exteriores do campo familiar, há uma reativação do Complexo de


Édipo e há uma visão contraria que tínhamos em crianças, que é a ideia de que os nossos pais
são perfeitos e são os nossos ídolos.
Atualmente considera-se que Freud entendeu estes estádios de psicossexual e os desenvolveu
de forma muito rígida. Na atualidade a psicologia alerta para um conjunto multifatorial no
desenvolvimento do ser humano sem atribuir um relevo específico e excessivo da sexualidade.

MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO:

Freud tem uma forma diferente e inovadora, pois enquanto Wundt nos pede para olharmos
para dentro Freud faz algo diferente, pois ele foca no inconsciente e a questão é como é que
acedemos a esse inconsciente?

 Associações de ideias
 Interpretação dos sonhos
 Análise da transferência
 Análise dos atos falhados

Associações de Ideias:

É o dito “falar sem filtros”, sem medo de chocar alguém. O individuo fala se tiver o que iniciar a
conversa, se não o psicanalista faz questões. A vantagem é que os conteúdos acabam por sair
do inconsciente. Tentam eliminar a barreira do Ego e do Superego e ao fazer isto acabará por
dar pistas do inconsciente.

Interpretação dos Sonhos:

A psicologia não reconhece como fiável este método atualmente, mas mais tarde um psicólogo
chamado C. G. Jung levou isto mais a sério e envolveu todo o simbolismo. E Freud realizou-o só
associado aos elementos sexuais e agressivos.

Análise de Transparência:

O psicanalista pede para que o individuo transfira para a figura do psicanalista a figura do
individuo que o atormenta. E desta forma o doente poderá dizer tudo o quer dizer ao
individuo que o atormenta tudo o que quiser porque ele não é ele mesmo, mas sim o
psicanalista.

Análise dos Atos Falhados:

Pelo nome esta análise indicará tudo. O exemplo mais concreto para explicar um pouco
melhor esta ideia, é quando estamos numa fila do bufete e em vez de dizermos aos nossos
amigos “a fila esta grande” acabamos por dizer a pila. E isto vai revelar algo sobre o
inconsciente.

WATSON E O COMPORTAMENTO
John Watson foi o homem que deixou de parte os estados mentais e focou-se no
comportamento, uma vez que este pode estar em animais e pessoas.

O comportamento:

O acesso aos processos mentais é mais difícil e normalmente indireto, pelo contrario, o
comportamento pode ser objetivo e diretamente desejável, uma vez que é observado por
qualquer ser humano.

Vantagens do comportamentalismo

 Fácil acesso
 Rápido de analisar [segue o método experimental a risca]
 Estabule-se padrões e os que se desviam do normal são os “anormais”.

Desvantagens do comportamentalismo

 Negar o inconsciente [garante-se a cientificidade e exclui coisas que não são


observáveis, mas importantes]
 O comportamento é moldável.

A confiança excessiva que Watson tinha nos estímulos do meio para desenvolver respostas
desejadas e eventualmente padronizáveis.

R=f ( s)

Legenda: R- Comportamento; f- Função; s- situação.

O PAPEL DO MEIO

Radicalismo de Watson:

A ideia de que este educaria uma criança e no futuro ela poderá ser o que ele a educou para
ser, isto é, a criança pode dar em médico como num simples marginal. Temos o exemplo do
pequeno Albert, que mostra que para o behaviorismo aprendizagem é efetuada por
condicionamentos e associações de estímulos por isso diz se que o comportamento é
resultado do conjunto de estímulos do meio [situação]. Este rejeita o inatismo e a
hereditariedade e acaba por utilizar o método experimental.

METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO

Temos o grupo experimental [variável dependente] em que os alunos por exemplo assistem o
filme de terror (são o grupo de pessoas que vão fazer o experimento) e o grupo indutivo
[variável independente] os alunos que não fazem o experimento.

Estas experiências podem ser generalizadas, mas não com a certeza toda.
PIAGET E A COGNIÇÃO

O desenvolvimento cognitivo

Gestaltismo defende que o cérebro mantem/contém estruturas inatas que determinam o


modo como o sujeito organiza o mundo e as aprendizagens.

Behaviorismo os conhecimentos são adquiridos por isso o sujeito está determinado pelos
condicionamentos do meio.

Para Piaget a posição intermédia é a mais razoável se analisa as dicotomias como o de


inato/adquirido. A importância é assim partilhada entre as estruturas mentais e a influencia do
meio. No behaviorismo o sujeito era passivo e o exterior era o papel ativo, neste idealismo de
Piaget é o contrário.

Grandes questões

CONSTRUTIVISMO

Construi o seu processo adaptativo face às exigências

e desafios que os meios lhe coloca.

 Assimilação
 Acomodação
 Adaptação [Equilíbrio]

Os esquemas mentais vão conseguindo um desenvolvimento entre assimilação – coisas


que o meio coloca – e acomodação – temos de modificar até combater um desafio – se
modificar e acumulando – os meios atingindo o equilíbrio.

Isto acontecerá quando adaptação é bem conseguida.

Sujeito Sujeito
Assimilação Acomodação

Meio Meio

Problema face ao sujeito. Dá resposta ao meio.

Estádio de Desenvolvimento
Segundo Piaget, o desenvolvimento intelectual processa-se em quatro estádios.

Estádio sensório-motor Do nascimento até cerca dos 2 anos


Estádio Pré-operatório Dos 2 aos 6/7 anos
Estádio das operações concretas Dos 6/7 anos aos 11/12 anos
Estádio das operações formais Dos 11/12 anos aos 16 anos

Estádio sensório-motor

A inteligência é essencialmente sensorial, isto porque o bebé capta todas as informações pelos
sentidos. É uma inteligência pratica isto porque não há linguagem nem uma a capacidade de
representação mental dos objetos. É através dos esquemas sensórios-motores que se processa
a adaptação do meio.

É neste estádio que aparece a noção de objetos permanentes - basicamente as crianças nestas
alturas que elas brincam ao esconde-esconde e é nesta idade que a criança entra na escola
primaria.

A inteligência pratica irá dar lugar à inteligência representativa.

Estádio pré-operatório

É uma emergência da função simbólica, isto é, a capacidade de representar mentalmente os


objetos ou acontecimentos. A linguagem neste estádio é uma das importantes manifestações
da função simbólica. Nesta fase as crianças imitam e fazem os jogos do faz de conta. É um
pensamento indutivo baseado na perceção dos dados sensoriais.

Uma característica muito presente é o egocentrismo, em que a criança se centra em si própria.

Estádio das operações concretas

As crianças neste estádio ultrapassam o egocentrismo e passam a ter um pensamento lógico,


tendo a capacidade de realizar operações mentais. Isto pode ser considerado desta forma
porque as crianças aprendem vários contextos em sala de aula e essas aprendizagens neste
estádio são meio do ambiente escolar.

Estádio das operações formais

Neste aparece um novo tipo de pensamento – o pensamento abstrato, isto é lógico e formal.
Neste faz-se e resolve-se problemas sem o suporte concreto, pensando mentalmente as
hipóteses, o raciocínio hipotético-dedutivo.

Neste surge de novo o egocentrismo intelectual em que o adolescente considera que através
dos pensamentos pode resolver todos os problemas e que essas ideias são as melhores. Por
exemplo é a ideia em que os adultos são estúpidos e não sabem nada.

METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO

Centra-se no método clínico e na observação naturalista. Ele observou as crianças no seu meio
natural, porque se mudássemos o meio estas observações iriam ser diferentes porque a
criança não iria ter a mesma espontaneidade como se fosse no seu meio natural.

DAMÁSIO E A MENTE
Mente

Damásio procura entender e compreender a mente a partir do funcionamento do cérebro.


Desta forma ele rejeita o dualismo corpo-mente afirmando que a mente é uma produção do
cérebro.

Segundo ele, assim como os nossos sentidos nos dão a conhecer o mundo exterior através dos
processos de ativação nervosa, as emoções são padrões de ativação nervosa que
correspondem a estados do nosso mundo interior.

O exemplo perfeito para mostrar os ideais de António é o caso do cão. Estamos numa rua e de
repente aparece um cão feroz, devido ao nosso sistema nervoso simpático começamos a ter
determinadas modificações corporais. Estas corresponderão a uma emoção que neste caso é o
medo. O nosso cérebro assimila e regista a informação e um dia poderá ser útil. Desta forma as
emoções são representações cognitivas de estados corporais, e não podemos separar corpo,
cérebro e mente, pois estes trabalham em conjungo, porque são uma realidade única.

Ele desenvolveu o conceito de Marcador somático – esta representação cognitiva que inclui a
perceção e a informação emocional, fica registada na nossa memória, na nossa história pessoal
e nos significados que atribuímos, condicionando e orientando os comportamentos futuros.
Este pode ter exemplos negativo como o stress pós-traumático em que este marcador será
mais intenso e a pessoa demorará bastante tempo a libertar-se disso. [acontece nos animais, mas de forma diferente.]

Metodologia de investigação

Essas emoções foram interpretadas conforme a situação e se as vivermos vamos voltar a ter
aquele episodio e ter as mesmas opiniões. Damásio e a esposa são médicos neurologia. Usa
um método diferente pois são técnicas mais moderna, a imagiologia cerebral, acaba por
reforçar a ideia de como será, e é o cérebro humano, e os processos cognitivos e emocionais
estão ligados.

Damásio procurou ultrapassar esta dicotomia, então isto leva-o a uma base biológica, o nosso
cérebro. Ele faz anulação da ideia de descartes do “eu penso logo existo”.

As conceções do Homem!

Perspetiva Método
Consciencia e Processos mentais! Wundt Introspeção controlada

Inconsciente e Sexualidade Freud Método psicoanalítico

Comportamento observável e Watson Método experimental


Aprendizagem

Cognição e Desenvolvimento Piaget Observação naturalista e método


cognitivo clínico

Integração cognitive-emocional Damásio Imagiologia cerebral e prática


clínica

As várias perspetivas e os diferentes métodos


permitem que a psicologia reflita a complexidade
do ser humano.

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