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APOSTILA BÁSICA DE

PSICOLOGIA
PARA
CONCURSOS

- REPRODUÇÃO PROIBIDA -
ÍNDICE

1. Psicologia da Personalidade -------------------------------------------------------- Página 03


Teoria de Sigmund Freud
Teoria de Jung
Teoria de Carl Rogers
2. Psicodiagnóstico e Testes ---------------------------------------------------------- Página 34
Definição e caracterização
Objetivos
Etapas do processo
Técnicas de entrevista
Plano de Avaliação e Bateria de Testes
3. Psicologia Hospitalar/Saúde -------------------------------------------------------- Página 51
O que é saúde
Promoção; Prevenção e Reabilitação
Saúde Mental
Psicologia da Saúde X Psicologia Hospitalar
Intervenções Terapêuticas em Instituição Hospitalar
SUS – Princípios, CAPS/NAPS e outros equipamentos
4. Teorias e Técnicas Psicoterápicas ------------------------------------------------ Página 90
Psicoterapia Dinâmica Breve
Psicoterapia de Apoio
Aconselhamento
Terapia Cognitivo-Comportamental
Terapia de base fenomenológica-existencial
Terapia Comportamental

5. Código de Ética ------------------------------------------------------------------------ Página 120


6. Testes-------------------------------------------------------------------------------------- Página 128
7. Referências Bibliográficas --------------------------------------------------------- Página 134
UNIDADE I: PSICOLOGIA DA PERSONALIDADE

A OBRA DE SIGMUND FREUD1

"Se é verdade que a causação das enfermidades histéricas se


encontra nas intimidades da vida psicossexual dos pacientes, e que
os sintomas histéricos são a expressão de seus mais secretos
desejos recalcados, a elucidação completa de um caso de histeria
estará fadada a revelar essas intimidades e denunciar esses
segredos." Trecho de "Fragmento da Análise de Um Caso de
Histeria" (Freud, 1977).

Introdução

Sigmund Freud nasceu em Viena, na Áustria em 1856. Forma-se em medicina,


interessa-se por neurologia. Vai estudar em Paris, onde conhece o médico Charcot
que já pesquisava o tratamento da histeria através de técnicas com o uso de hipnose e
sugestão através da palavra.

Retorna à Viena em 1886 com suas observações e é ironizado no círculo


médico, a respeito de suas idéias. Conhece Breuer, renomado médico vienense e
junto a este passa observar e estudar atendimentos clínicos com o uso de hipnose.

O denominado método catártico se refere à técnica em que a paciente, sob


hipnose, fala sobre lembranças traumáticas retidas num suposto núcleo isolado da
consciência.

Freud passa então a aprofundar os seus estudos sobre a histeria e descobre o


método da livre associação que consiste em convidar os pacientes a relatarem
continuamente qualquer coisa que lhes vier à mente, sem levar em consideração quão
sem importância ou possivelmente embaraçadora esta situação possa parecer.
Abandona assim o método da hipnose e da sugestão. Ele percebe que a partir do
momento em que ele se cala as pacientes começavam a associar livremente e elas

1
Elaborado por: Ana Carolina Naves Magalhães (Psicóloga formada pela UNESP/Bauru. Mestranda pelo Programa de
Pós Graduação em Psiquiatria: Hospital das Clínicas – Faculdade de Medicina da USP- São Paulo); Daniela Ré
Franguelli (Psicóloga formada pela UNESP/Assis. Aprimoranda em Psicologia Clinica Hospitalar em AIDS do Hospital
das Clínicas – Faculdade de Medicina da USP- São Paulo); Fernanda Gonçalves (Psicóloga formada pela UNESP.
Possui especialização pelo Centro Reichiano Cochicho das Águas -SP); e Paulo Keish Kohara (Psicólogo e mestrando
em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP. Psicólogo do CREAS de Osasco e supervisor clínico
do Plantão Psicológico do Curso Pré-Vestibular Psico-USP).
começam a contar-lhe os sonhos. É a partir da análise do conteúdo desses relatos que
ele percebe o papel da sexualidade na formação da personalidade. Em 1900, Freud
escreve então “Interpretação dos Sonhos” e em 1905 publica os seus “Três Ensaios
sobre a Teoria da Sexualidade”. Toda a teoria de Freud está baseada no pressuposto
de que o corpo é a fonte básica de toda a experiência mental. E afirmou que não há
descontinuidade nos eventos mentais, isto é, estes, conscientes ou não, são
influenciados por fatos que os precedem no passado, são ligados uns aos outros. A
esse pressuposto foi denominado o termo Determinismo Psíquico.

Freud empregou a palavra “aparelho” para caracterizar uma organização


psíquica dividida em sistemas, ou instâncias psíquicas, com funções específicas para
cada uma delas, que estão interligadas entre si, ocupando certo lugar na mente. Em
grego, “topos” quer dizer “lugar”, daí que o modelo tópico designa um “modelo de
lugares”, sendo que Freud descreveu dois deles: a “Primeira Tópica” conhecida como
Topográfica e a “Segunda Tópica”, como Estrutural.

Primeira Tópica

Nesse modelo tópico, o aparelho psíquico é composto por três sistemas: o


inconsciente (Ics), o pré-consciente (Pcs) e o consciente (Cs). Algumas vezes, Freud
denomina o consciente de sistema percepção-consciência.

Consciente

É através dele que se dá o contato com o mundo exterior. Inclui sensações e


experiências das quais há a percepção a cada momento. O sistema consciente tem a
função de receber informações provenientes das excitações oriundas do exterior e do
interior, que ficam registradas qualitativamente de acordo com o prazer e/ou,
desprazer que elas causam, porém ele não retém esses registros e representações
como depósito ou arquivo deles. Assim, a maior parte das funções perceptivo –
cognitivas - motoras do ego – como as de percepção, pensamento, juízo crítico,
evocação, antecipação, atividade motora, etc., processam-se no sistema consciente,
embora esse funcione intimamente conjugado com o sistema Inconsciente, com o qual
quase sempre está em oposição. Freud não considerava este aspecto da vida mental
o mais importante uma vez que há uma pequena parte de nossos pensamentos,
sensações e lembranças perceptíveis todo o tempo.
Pré-consciente

O sistema pré-consciente foi concebido articulado com o consciente e funciona


como uma espécie de peneira que seleciona aquilo que pode, ou não, passar para o
consciente. É uma parte situada entre o consciente e o inconsciente. Parte do
inconsciente que pode se tornar consciente com facilidade, na medida em que a
consciência precisa de lembranças para desempenhar suas funções, ex. nome de
pessoas, datas importantes, endereços, entre outros. Funciona também como um
pequeno arquivo de registros, cabendo-lhe sediar a fundamental função de conter as
representações de palavras, conforme foi conceituado por Freud, 1915.

Inconsciente

Parte do funcionamento mental que deposita os desejos instintivos e


necessidades e ações fisiológicas. Para Freud, ao longo da vida do sujeito, o
inconsciente torna-se um depósito para idéias sociais inaceitáveis, memórias
traumáticas e emoções dolorosas, colocadas fora da mente pelo mecanismo da
repressão psicológica. Na visão psicanalítica, o inconsciente se expressa através do
sintoma. Pensamentos inconscientes não são diretamente acessíveis por uma
ordinária introspecção, mas podem ser interpretados por métodos especiais e técnicas
como a livre-associação, análise de sonhos e atos falhos presentes na fala,
examinados e conduzidos durante o processo analítico.

Continua...
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