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Dedicatória

1. Introdução

O presente trabalho é sobre a Arquitetura de rede Ethernet, mas concretamente


sobre Protocolo Ethernet.

O objetivo desse trabalho é de fazer conhecer a sua história, seus objetivos no


emprego desde protocolo, sua arquitetura e sobre cada uma das suas
funcionalidades levando em consideração cada uma das suas interacoes nas Redes
de Computadores.

A metodologia usada neste trabalho foi a pesquisa bibliográfica, enriquecida por


livros de apoio ao técnico de suporte informático, algumas pesquisas feitas na
internet e alguns artigos em revistas de curiosidades.
2. Ethernet

Segundo o site Wikipédia, a Ethernet foi originalmente desenvolvida, a partir do projeto pioneiro
atribuído a Xerox Palo Alto Research Center. E, em geral, a Ethernet foi inventada em 1973,
quando Robert Metcalfe escreveu um memorando para os seus chefes contando sobre o
potencial dessa tecnologia em redes locais.

Contudo, A Ethernet é uma tecnologia de rede capaz de agregar novas tecnologias em uma


comunicação compartilhada por um único cabo para todos os dispositivos da rede. Com isso,
permitindo que a rede se expanda para acomodar novos dispositivos sem ter de modificar os
antigos.

A Ethernet possui um método de acesso chamado Carrier Sense Multiple Access with Collision
Detection ( que significa: Carrier Sense Multiple Access com Detecção de Colisão) ou melhor
conhecido por, CSMA/CD.

A Ethernet possui como padrão que foi desenvolvido por por Bob Metcalfe em 1972, seu
memorando descreve o sistema de rede Ethernet e o potencial de sua tecnologia que inicialmente
utilizava uma rede com uma topologia em barramento com cabos coaxiais e taxa de transmissão
de 2,94 Mbps.

Figura 1: Rascunho da primeira rede Ethernet, Fonte: (KUROSE; ROSS, 1999).


3. Padrão Ethernet
O padrão Ethernet, basicamente, consiste três elementos: o meio físico, as regras de controle
de acesso ao meio e o quadro Ethernet. O padrão define como os dados serão transmitidos
através dos cabos da rede. Sua função é agrupar os dados entregues pelos protocolos de alto
nível (como o TCP/IP) e inseri-los dentro dos quadros (com frames) que serão enviados
através da rede.

o As características Gerais de Ethernet são um padrão de camada física e camada de


enlace que opera de forma síncrona em 10 Mbps, com quadros que possuem
tamanho variável entre 64 e 1518 bytes. Originalmente foi criado para operar
numa topologia em barramento, onde todos os dispositivos recebem todos os
pacotes transmitidos.
o Controle do Link Lógico (LLC, IEEE 802.2): Inclui informações do protocolo
de alto nível que entregou o pacote de dados a ser transmitido. Com isso, a
máquina receptora tem como saber para qual protocolo de alto nível ela deve
entregar os dados de um quadro que ela acabou de receber.
o Controle do Link Lógico (LLC, IEEE 802.2): O cabeçalho contém um campo
de controle que é usado para controle de fluxo e de erros. Dois campos da camada
superior de destino e origem. Ele pode ser definido como um frame da subcamada
MAC.
o Controle do Link Lógico (LLC, IEEE 802.2): Sua motivação é fornecer
controles de fluxo e de erros para os protocolos das camadas superiores.se uma ou
diversas LANS forem usadas num sistema isolado pode-se usar LLC.Protocolos
IPS não usam LLC.
o A subcamada de Controle de Acesso ao Meio (MAC): controla a transmissão, a
receção atua diretamente com o meio físico; consequentemente cada tipo de meio
físico requer características diferentes da camada
o Controle de Acesso ao Meio (MAC, IEEE 802.3): Monta o quadro de dados a
ser transmitido pela camada física, incluindo cabeçalhos próprios dessa camada
aos dados recebidos da camada de Controle do Link Lógico.
o Física: Transmite os quadros entregues pela camada de Controle de Acesso ao
Meio usando o método CSMA/CD. Define como os dados são transmitidos
através do cabeamento da rede e também o formato dos conectores usados na
placa de rede.
o A subcamada de Controle de Acesso ao Meio (MAC): controla a transmissão, a
recepção e atua diretamente com o meio físico; consequentemente cada tipo de
meio físico requer características diferentes da camada MAC. As características
da camada de MAC são: Modo de transmissão half-duplex, evoluindo para full-
duplex; Encapsulamento dos dados das camadas superiores; Desde o
encapsulamento dos dados paras as camadas superiores; Transmissão dos
quadros; Receção dos quadros.
o Preâmbulo: O primeiro campo de um frame 7 bytes(56 bits)composto de 0s e 1s
alternados que alertam o receptor a chegada do frame e sincroniza o clock.
adicionado a camada física. SFD: Seg. campo de 1 byte anuncia o inicio do
frame.é delimitador.alerta a estação que é a ultima oportunidade de sincronismo.
Dois bits de alerta 11 do próximo campo. Endereço destino: Campo 6 bytes que
contém endereço da estação(s), destino Endereço Origem: Campo de 6 bytes que
contém o endereço do emissor. Tipo ou Comprimento: 2 bytes,indica o tamanho
do campo de dados. Dados: Mínimo 46 bytes e máximo 1500 bytes. Ele
transporta os dados encapsulados das camadas superiores. CRC: Possui 4 bytes.
Contem informações para deteção de erros.
o Comprimento de frame com restrições: 64 bytes e máximo 1500 bytes. Razoes
históricas Preço das memórias(ajudava reduzir tamanho da área de buffers),em
segundo lugar a delimitação impede que uma estação monopolize o meio
compartilhado. O adaptador de rede já vem pré configurado de fabrica(6
bytes)escritos em notação hexadecimal. 06:01:02:01:2C:4B 12 dígitos
hexadecimais=48 bits.
o Endereços podem ser Unicast,Multicast ou Broadcast- Endereço de origem é
sempre Unicast. No destino se o bit menos significativo do 1º byte for 0 (numero
par) é Unicast.Caso contrario(for impar) é Multicast. O endereço Broadcast é um
caso especial Multicast. Recetores são todas as estações Lan’s. O endereço
destino é formado por 48 bits de 1s
o  Endereços transmitidos pela linha são diferentes da escrita hexadecimal:
47:20:1b:2e:08:ee Transmissão da esquerda para direita byte a byte começando
pelo bit menos significativo Método de acesso é feito por CSMA/CD através de
SLOT TIME (tempo de ida e volta mais tempo necessário para transmitir=512
bits) definido em bits.
o Evolução do padrão Ethernet com Brídges- (ou ponte' é o termo utilizado em
informática para designar um dispositivo que liga duas ou mais redes informáticas
que usam protocolos distintos ou iguais).aumenta a largura de banda e separam
dominios de colisão.
o Switched Ethernet- É uma Lan interligada por switchs.a largura de banda é
compartilhada entre a estação e o switch,e o dominio de colisão é dividido em N
dominios.um switch de camadas é uma bridge com n portas mais uma sofisticação
adicional que lhe permite a manipulação mais rápida dos frame s.full-duplex e
MAC Controll O que gera aumento da capacidade e controle de fluxo e erros.
o FAST ETHERNET (IEEE 802.3u) O padrão Fast Ethernet manteve do padrão
Ethernet o endereçamento, o formato do pacote, o tamanho e o mecanismo de
deteção de erro. As mudanças mais significativas em relação ao padrão Ethernet
são o aumento de velocidade para 100 Mbps e o modo de transmissão que pode
ser half-duplex ou fullduplex. Com modo de operação half-duplex não
aconteceram mudanças no método de acesso CSMA/CD. Porém no modo
fullduplex aconteceram mudanças.
o FAST ETHERNET 1-Aumento da taxa de dados para 100 Mbps 2-Compatível
com ethernet padrão 3-Mantém o mesmo endereço 48 bits 4-Mantém o formato
do frame 5-mantém os mesmos comprimentos máximo e mínimo do frame.
Topologia estrela.
4. Variedades de Ethernet
Além dos tipos de frames mencionados acima, a maioria das diferenças entre as variedades de
Ethernet podem ser resumidas em variações de velocidade e cabeamento. Portanto, em geral, a
pilha do software de protocolo de rede vai funcionar de modo idêntico na maioria dos tipos a
seguir.
As seções seguintes proveem um breve sumário de todos os tipos de mídia Ethernet oficiais.
Além desses padrões, muitos fabricantes implementaram tipos de mídia proprietários por várias
razões, geralmente para dar suporte a distâncias maiores com cabeamento de fibra ótica.
Algumas variedades antigas de Ethernet

 Xerox Ethernet — a implementação original de Ethernet, que tinha 2 versões,


Versão 1 e Versão 2, durante seu desenvolvimento. O formato de frame da versão 2
ainda está em uso comum.
 10BASE5 (também chamado Thicknet) — esse padrão antigo da IEEE usa
um cabo coaxial simples em que você conseguia uma conexão literalmente furando o
cabo para se conectar ao núcleo. É um sistema obsoleto, embora devido a sua
implantação amplamente difundida antigamente, talvez ainda possa ser utilizado por
alguns sistemas.
 10BROAD36 — Obsoleto. Um padrão antigo permitindo a Ethernet para distâncias
mais longas. Utilizava técnicas de modulação de banda larga similares àquelas
empregadas em sistemas de cable modem, e operava com cabo coaxial.
 1BASE5 — Uma tentativa antiga de padronizar uma solução de LAN de baixo custo.
Opera a 1 Mbit/s e foi um fracasso comercial.
 StarLAN 1—A primeira implementação de Ethernet com cabeamento de par
trançado.
10 Mbit/s Ethernet

 10BASE2 (também chamado ThinNet ou Cheapernet) —Um cabo coaxial de 50-ohm


conecta as máquinas, cada qual usando um adaptador T para conectar seu NIC.
Requer terminadores nos finais. Por muitos anos esse foi o padrão dominante de
ethernet de 10 Mbit/s.
 10BASE5 (também chamado Thicknet)—Especificação Ethernet de banda básica de
10 Mbps, que usa o padrão (grosso) de cabo coaxial de banda de base de 75 ohms.
Faz parte da especificação de camada física de banda de base IEEE 802.3, tem um
limite de distância de 500 metros por segmento.
 StarLAN 10—Primeira implementação de Ethernet em cabeamento de par trançado a
10 Mbit/s. Mais tarde evoluiu para o 10BASE-T.
 10BASE-T—Opera com 4 fios (dois conjuntos de par trançado) num cabo de cat-
3 ou cat-5. Um hub ou switch fica no meio e tem uma porta para cada nó da rede.
Essa é também a configuração usada para a ethernet 100BASE-T e a Gigabit.
 FOIRL — Link de fibra ótica entre repetidores. O padrão original para ethernet sobre
fibra.
 10BASE-F—um termo genérico para a nova família de padrões de ethernet de 10
Mbit/s: 10BASE-FL, 10BASE-FB e 10BASE-FP. Desses, só o 10BASE-FL está em
uso comum (todos utilizando a fibra óptica como meio físico).
 10BASE-FL—Uma versão atualizada do padrão FOIRL.
 10BASE-FB—Pretendia ser usada por backbones conectando um grande número de
hubs ou switches, agora está obsoleta.
 10BASE-FP—Uma rede passiva em estrela que não requer repetidores, nunca foi
implementada.
Fast Ethernet
Ver artigo principal: Fast Ethernet

 100BASE-T — Designação para qualquer dos três padrões para 100 Mbit/s ethernet
sobre cabo de par trançado.
Inclui 100BASE-TX, 100BASE-T4 e 100BASE-T2.

 100BASE-TX — Usa dois pares, mas requer cabo cat-5.


Configuração "star-shaped" idêntica ao 10BASE-T. 100Mbit/s.

 100BASE-T4 — 100 Mbit/s ethernet sobre cabeamento cat-3 (Usada em instalações


10BASE-T).
Utiliza todos os quatro pares no cabo. Atualmente (2006) obsoleto, cabeamento cat-5 é o padrão.
Limitado a Half-Duplex.

 100BASE-T2 — Não existem produtos.


100 Mbit/s ethernet sobre cabeamento cat-3. Suportafull-duplex, e usa apenas dois pares. Seu
funcionamento é equivalente ao 100BASE-TX, mas suporta cabeamento antigo.

 100BASE-FX — 100 Mbit/s ethernet sobre fibra óptica. Usando fibra ótica
multimodo 62,5 mícrons tem o limite de 400 metros.
Gigabit Ethernet
Ver artigo principal: Gigabit ethernet

 1000BASE-T — 1 Gbit/s sobre cabeamento de cobre categoria 5e ou 6.


 1000BASE-SX — 1 Gbit/s sobre fibra.
 1000BASE-LX — 1 Gbit/s sobre fibra. Otimizado para distâncias maiores com fibra
mono-modo.
 1000BASE-CX — Uma solução para transportes curtos (até 25m) para rodar ethernet
de 1 Gbit/s num cabeamento especial de cobre. Antecede o 1000BASE-T, e agora é
obsoleto.
10-Gigabit Ethernet (Ethernet 10 Gigabit)
O novo padrão Ethernet de 10 gigabits abrange 7 tipos diferentes de mídias para
uma LAN, MAN e WAN. Ele está atualmente (2005) especificado por um padrão
suplementar, IEEE 802.3ae, e será incorporado numa versão futura do padrão IEEE 802.3.

 10GBASE-SR — projetado para suportar distâncias curtas sobre cabeamento de fibra


multi-modo, variando de 26 m a 82 m dependendo do tipo de cabo. Suporta também
operação a 300 m numa fibra multi-modo de 2000 MHz.
 10GBASE-LX4 — usa multiplexação por divisão de comprimento de onda para
suportar distâncias entre 240 m e 300 m em cabeamento multi-modo. Também
suporta 10 km com fibra mono-modo.
 10GBASE-LR e 10GBASE-ER — esses padrões suportam 10 km e 40 km
respectivamente sobre fibra mono-modo.
 10GBASE-SW, 10GBASE-LW e 10GBASE-EW. Essas variedades usam o WAN
PHY, projetado para interoperar com equipamentos OC-192 / STM-64 SONET/SDH.
Eles correspondem à camada física do 10GBASE-SR, 10GBASE-LR e 10GBASE-
ER respectivamente, e daí usam os mesmos tipos de fibra e suportam as mesmas
distâncias. (Não há um padrão WAN PHY correspondendo ao 10GBASE-LX4.)
5. Arquitetura Ethernet
5.1. Conceito

Ethernet é a tecnologia de rede de área local (LAN) mais amplamente instalada. É um protocolo
de camada de link na pilha TCP/ IP, que descreve como os dispositivos em rede podem formatar
dados para transmiti-los a outros dispositivos de rede, no mesmo segmento, e como colocá-los na
conexão da rede. O protocolo atinge tanto a camada 1 (camada física) quanto a camada 2
(camada de link de dados) no modelo de protocolo de rede OSI. A Ethernet define duas unidades
de transmissão: pacote e quadro. O quadro inclui não apenas a "carga útil" dos dados que são
transmitidos, mas também as informações dos endereços físicos do controle de acesso ao meio
(MAC, da sigla em inglês) do remetente e do destinatário, a identificação da VLAN e
informações de qualidade do serviço, assim como informações de correção de erros para detetar
problemas na transmissão. Cada quadro é embalado em um pacote que é determinado por vários
bytes de informação usada para estabelecer a conexão e delimitar onde o quadro começa.

5.2. Controle de Acesso ao Meio


Media Access Controle ou MAC (Controle de Acesso ao Meio) é um termo utilizado
em redes de computadores para designar parte da camada de enlace, camada número 2
segundo o modelo OSI de 7 camadas (física, enlace, rede, transporte, sessão, apresentação
e aplicação). É provedora de acesso a um canal de comunicação e o endereçamento neste
canal possibilitando a conexão de diversos computadores numa rede.

5.3. Tipos de quadro Ethernet

Há quatro tipos de quadro Ethernet:

 Ethernet original versão I


 O quadro Ethernet versão 2 ou quadro Ethernet II, chamado quadro DIX (iniciais
de DEC, Intel, e Xerox). É o mais comum atualmente (2005), já que é muitas vezes
usado diretamente pelo Protocolo Internet.
 quadro IEEE 802.x LLC
 quadro IEEE 802.x LLC/SNAP
Os tipos diferentes de quadro têm formatos e valores de MTU diferentes, mas podem coexistir no
mesmo meio físico.
A Ethernet Versão 1 original da Xerox tinha um campo de comprimento de 16 bits, embora o
tamanho máximo de um pacote fosse 1 500 bytes. Esse campo de comprimento foi logo reusado
na Ethernet Versão 2 da Xerox como um campo de rótulo, com a convenção de que valores entre
0 e 1 500 indicavam o uso do formato Ethernet original, mas valores maiores indicavam o que se
tornou conhecido como um EtherType, e o uso do novo formato de quadro. Isso agora é
suportado nos protocolos IEEE 802 usando o header SNAP.
O IEEE 802.x definiu o campo de 16 bits após o endereço MAC como um campo de
comprimento de novo. Como o formato de quadros do Ethernet I não é mais usado, isso permite
ao software determinar se um quadro é do Ethernet II ou do IEEE 802.x, permitindo a
coexistência dos dois padrões no mesmo meio físico. Todos os quadros 802.x têm um campo
LLC. Examinando o campo LLC, é possível determinar se ele é seguido por um campo SNAP.
As variantes 802.x de Ethernet não são de uso geral em redes comuns. O tipo mais comum
usado hoje (2016) é a Ethernet Versão 4 (IPv4), já que é usada pela maioria das redes baseadas
no Protocolo da Internet, com seu EtherType setado em 0x0800. Existem técnicas para
encapsular tráfego IP em quadros IEEE 802.3, por exemplo, mas isso não é comum.
5.4.
6. Padroes Relacionados

6.1. Esses padrões de rede não são parte do padrão Ethernet IEEE 802.3 Ethernet, mas
suportam o formato de frame ethernet, e são capazes de inter-operar com ele.
6.2. Wireless Ethernet (IEEE 802.11) - Frequentemente rodando a 2 Mbit/s
(802.11legacy), 11 Mbit/s (802.11b) ou 54 Mbit/s (802.11g).
6.3. 100BaseVG - Um rival precoce para a ethernet de 100 Mbit/s. Ele roda com
cabeamento categoria 3. Usa quatro pares. Um fracasso, comercialmente.

6.4. IA 100BASE-SX - Promovido pela Associação das Indústrias de


Telecomunicações (TIA). O 100BASE-SX é uma implementação alternativa de
ethernet de 100 Mbit/s em fibra ótica; é incompatível com o padrão oficial 100BASE-
FX. Sua característica principal é a interoperabilidade com o 10BASE-FL, suportando
autonegociação entre operações de 10 Mbit/s e 100 Mbit/s—uma característica que
falta nos padrões oficiais devido ao uso de comprimentos de ondas de LED
diferentes. Ele é mais focado para uso na base instalada de redes de fibra de 10
Mbit/s.

6.5. TIA 1000BASE-TX - Promovido pela Associação das Indústrias de


Telecomunicações, foi um fracasso comercial, e nenhum produto desse padrão existe.
O 1000BASE-TX usa um protocolo mais simples que o padrão oficial 1000BASE-T,
mas requer cabeamento categoria 6.
7.
8. Resumo
9. Bibliografia

https://docplayer.com.br/12293073-Padrao-ethernet-caracteristicas-gerais.html

https://treinamento24.com/library/lecture/read/726299-qual-a-funcao-do-
protocolo-ethernet

https://sandrapsoares.files.wordpress.com/2013/09/arquitetura-ethernet.pdf

https://pt.wikipedia.org/wiki/Media_Access_Control

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