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Reator de

energia

Slide explicativo

Rodrigo Lima
Vinícius Rafael
Setor: Utilidades
O Reator é um limitador de corrente elétrica
muito utilizado em lâmpadas fluorescentes e
outros dispositivos elétricos.

Eles são responsáveis por diminuir a


corrente elétrica, adequando as tensões a
O QUE É? fim de garantir o funcionamento destas
lâmpadas. Com eles, é possível também um
aumento na economia de energia, reduzindo
a perda energética.
Composto por vários fios de cobre
esmaltado, que fazem várias voltas em torno
de um núcleo, o reator dificulta a passagem
de corrente alternada sem alterar
significativamente a passagem de corrente
contínua.
O QUE É? O dispositivo, portanto, atua como filtro para
a corrente alternada. Originalmente, o reator
era constituído por um transformador de
corrente elétrica que convertia a tensão de
entrada em uma tensão de saída necessária
para o acionamento de lâmpadas.
Originalmente, o reator era constituído por
um transformador de corrente elétrica que
convertia a tensão de entrada em uma
tensão de saída necessária para o
acionamento de lâmpadas.

O QUE É? No caso das lâmpadas fluorescentes, a


função do reator é dupla: serve para
produzir o impulso elétrico que faz com que
a lâmpada acenda e, enquanto ela está em
operação, mantém a corrente elétrica em
um nível seguro. Sem a presença do reator,
a lâmpada explodiria.
PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO
Além das lâmpadas comuns, outros dispositivos

elétricos como lâmpadas a vapor metálico e

lâmpadas a vapor de mercúrio também utilizam

o reator de energia.

Para isso, o reator é constituído por uma bobina feita

de fios de cobres. Essa peça envolve um núcleo feito

de material ferro-magnético. Dessa forma, os reatores

são aparelhos auxiliares que tem como principal

função uma partida estabilizada, ou seja, a lâmpada

acende sem cintilações na corrente.


Os Reatores para Lâmpadas a Vapor de Mercúrio, Sódio e Multivapor Metálico
possuem um excelente desempenho, vida útil elevada e diversidade dos modelos
oferecidos (externo, interno/integrado), encontrando, assim, vasta aplicação nos
projetos de iluminação pública, instalações industriais, esportivas e outras.

OPCIONAIS DOS MODELOS


- Base para relé
- Acabamento pintado ou zincado
- Chassi
- Dois níveis de potência

* Como qualquer equipamento elétrico, é recomendado o uso de dispositivos de


proteção, como fusível e disjuntor, em cada ponto de iluminação.
Teste Reator

Se a resistência medida for baixa o reator está bom, mas se for infinita
ou muito alta, então o reator está "aberto" ou seja, com seu
enrolamento interrompido, devendo ser substituído.

O próximo teste é o do interruptor feito em (D).

Neste ponto, verificamos se, ao acender a lâmpada existe tensão sobre


o starter. Acionando S1 deve aparecer uma tensão neste ponto até o
momento em que a lâmpada acende. Neste momento a tensão deve
cair a um valor baixo.

Se não existir tensão neste ponto podemos suspeitar de que o


filamento da lâmpada se encontra com problemas e se houver tensão
mas a lâmpada não der sinal de acendimento, nem sequer piscando,
podemos suspeitar de que o starter se encontra com problemas
Teste
Reator
Teste
Lâmpada flourescente
Basicamente são 4 os pontos de teste do multímetro que deve estar na escala de
tensões que permita ler a tensão da rede local, ou seja, 110V ou 220V.

Medindo a tensão em (A) verificamos se existe tensão no circuito, ou seja, se ele está
sendo alimentado. A ausência de tensão neste ponto indica que um eventual
problema de não funcionamento está na instalação geral e não da lâmpada. verifique
a instalação a partir da caixa de fusíveis ou disjuntores.

Com a medida da tensão em (B) verificamos o estado do reator. Se houver tensão


neste ponto o reator está com a continuidade normal. Testes posteriores podem
entretanto indicar que ele se encontra em curto. No entanto, se não houver tensão
neste ponto do circuito então certamente o reator está aberto e a lâmpada não
acenderá.

Se o leitor tiver dúvidas pode retirar o reator do circuito de testar sua continuidade, ou
seja, medir sua resistência conforme mostra a figura 9, usando para esta finalidade a
escala de resistências do multímetro.
Teste referente ao slide anterior
Teste
Lâmpada comum

Em (A) temos a verificação da presença de tensão na


instalação. Neste ponto devemos ter 110V ou 220V se
tudo estiver em ordem na instalação. Se não houver
tensão neste ponto então não será possível fazer a
lâmpada acender e o problema será da própria
instalação. Verifique a chave geral antes de prosseguir.

Em (B) temos o modo de se fazer o teste do interruptor,


supondo que a lâmpada colocada no soquete esteja
em bom estado. Este teste serve para detectar um
eventual problema de acionamento.

Continua...
Teste
Com o interruptor aberto, devemos medir no multímetro a própria tensão de alimentação da
lâmpada, ou seja, 110V ou 220V mas ela não vai acender.

Quando fecharmos o interruptor, a tensão medida deve ser zero, mas a lâmpada deve acender.

Se for constatada uma leitura diferente, por exemplo, 0V e a lâmpada não acender, então deve ser
verificado tanto o interruptor como os fios de ligação da instalação e o próprio soquete da
lâmpada.

Finalmente temos a medida da tensão no soquete da lâmpada que é mostrada na mesma figura
em (C).

Deve estar presente a tensão da rede de energia, ou seja, 110V ou 220V quando o interruptor for
fechado. Se a lâmpada não acender, deve ser verificado o estado da lâmpada e o próprio soquete
que pode estar com defeito.
BENEFÍCIOS

•Economia de energia

•Aumento de vida útil

•Ótimo custo

NBR's

NBR14417 DE 01/2011
Bibliografia

https://www.newtoncbraga.com.br/index.php/usando-os-instrumentos/1136-ins024-testando-
instalacoes-eletricas-com-o-multimetro.html

https://www.intral.com.br/pt/produtos/reatores/reator-para-lampada-vapor-de-mercurio/reator-
para-lampadas-vapor-de-mercuriohttps://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=

www.tecnogera.com.br/blog/o-que-faz-um-reator-de-energia&ved=2ahUKEwifpfa0-
Yf2AhXgqpUCHVMiC74QFnoECCMQBQ&usg=AOvVaw0OpiNeYkOWJnFnxAKZq0y8

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