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COLÉGIO ESTADUAL JUSTINIANO DE SERPA 2

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias – Prof. Danilo Rodrigues


VARIAÇÃO LINGUÍSTICA A, bê, cê, dê,
Fê, guê, lê, mê,
“Com mais de 260 milhões de falantes, o Nê, pê, quê, rê,
Português é a quinta língua mais falada no mundo. Além Tê, vê e zê
de Brasil e Portugal é oficial em Angola, Cabo Verde,
Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Variação Sociocultural
Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial, sendo também Ocorre entre diferentes camadas ou grupos sociais
falado nos antigos territórios da Índia Portuguesa”. e culturais de mesma língua, ainda que no mesmo
(Site Wikipedia) espaço geográfico. No campo desse tipo de variação,
situam-se os níveis da língua, em suas modalidades oral
e escrita, com predominância ora de uma, ora de outra.

Variação Profissional
Ditada pelo exercício de determinadas profissões
que praticamente acabam por impor, em uso restrito, um
jargão técnico, recheado de termos específicos. São as
“línguas” dos médicos, engenheiros, advogados,
pedagogos, físicos e tantos outros profissionais.

Variação Situacional
Em diferentes situações comunicativas, um
mesmo indivíduo emprega diferentes formas de língua.
Basta pensar nas atitudes que assumimos em situações
Símbolo da CPLP formais (por exemplo, um discurso numa solenidade de
(Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) formatura e em situações informais (uma conversa
descontraída com amigos, por exemplo).
A língua portuguesa está espalhada por todos os
continentes. Cada país que adota o português como
língua oficial possui suas peculiaridades no uso e na
pronúncia do idioma. No Brasil, embora possamos
afirmar que o português é a língua oficial, não podemos
afirmar que ele é homogêneo, ou seja, dependendo de
vários fatores (região, faixa etária, sexo, classe social e
situação) a língua portuguesa manifesta-se de diversas
formas, denominadas variações.
O estudo dessas variações torna-se necessário,
uma vez que ampliamos o nosso conhecimento acerca
do idioma e da nossa cultura. Leia a seguir os principais
tipos de variações a que a língua portuguesa está sujeita.

Variação Geográfica
Ocorre de local para local, diferençando o uso da
língua em uma determinada região. São os dialetos ou ANÁLISE DE CHARGES E TIRAS
falares. Pode ser mínimo o seu grau de afastamento da
língua corrente (o jeito nordestino, gaúcho ou carioca de
falar o Português), mas também pode ter características Um dos recursos mais explorados nas provas do
tais que dificultem a comunicação no seio de uma própria ENEM são os gêneros textuais gráficos como a charge, o
língua, sem que, apesar disso, constituam uma outra cartum e a tira. Esses tipos de texto, embora possam
língua (o nosso falar do Português em relação ao de parecer simples ingênuos, revelam muito mais do que se
Portugal). pode imaginar, pois são utilizados em quase todas as
áreas (linguagens, ciências da natureza, ciências
ABC DO SERTÃO – LUIZ GONZAGA humanas e matemática), abordando as mais variadas
temáticas, relacionadas principalmente à crítica e a sátira
Lá no meu sertão pros caboclo lê política, que pode ser feita, utilizando-se de argumentos
Têm que aprender um outro ABC lógicos que possam convencer o leitor, ou explorando o
O jota é ji, o éle é lê riso que resulta da sátira, da ironia e do deboche usados
O ésse é si, mas o érre como recursos para criar vínculo com o leitor e persuadi-
Tem nome de rê lo a aceitar as idéias expressas pelo autor / chargista.
O jota é ji, o éle é lê
O ésse é si, mas o érre CHARGE - desenho humorístico, com ou sem legenda
Tem nome de rê ou balão, geralmente veiculado pela imprensa e tendo
Até o ypsilon lá é pissilone por tema algum acontecimento atual.
O eme é mê, O ene é nê
O efe é fê, o gê chama-se guê
Na escola é engraçado ouvir-se tanto "ê"
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c) Ironia e sarcasmo – não esqueça que muitas charges
e cartuns, por exemplo, pretende estabelecer uma crítica
sobre algo ou alguém, geralmente isso é feita de forma
irônica ou implícita.

TIRA – também chamada de “tirinha” ou “segmento de


história em quadrinhos, apresentado em jornais ou
revistas numa só faixa horizontal. As tirinhas se d) Comicidade – O humor é um dos recursos mais
caracterizam geralmente pelo humor, a linguagem característicos desses gêneros, principalmente aqueles
coloquial destinados ao público infantil.

EXERCÍCIOS

Questão 01 (ENEM)

ATENÇÃO!
Aspectos que devem ser observados nesses tipos
de texto são:
a) Tema – muitos deles são publicados em jornais ou
revistas, por isso, é importantíssimo estar a par de tudo o
que acontece no Brasil e no mundo. Geralmente as
temáticas mais abordadas são de ordem política, no
entanto a prova pode trazer assuntos importantes de
cada área. As diferentes esferas sociais de uso da língua obrigam o falante
b) Características formais – balões de discurso (com a adaptá-la às variadas situações de comunicação. Uma das
seta apontada para cada personagem), balões de marcas linguísticas que cofiguram a linguagem oral informal
pensamento (com bolinhas apontadas para os usada entre avô e neto neste texto é:
personagens, geralmente seres não humanos). A) a opção pelo emprego da forma verbal “era” em lugar de
“foi”.
B) a ausência de artigo antes da palavra “árvore”.
C) o emprego da redução “tá” em lugar da forma verbal “está”.
D) o uso da contração “desse” em lugar da expressão “de esse”.
E) a utilização do pronome “que” em início de frase
exclamativa.

Questão 02 (ENEM)
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D) Calvin, no último quadrinho, utiliza um registro linguístico
informal.
E) Haroldo não compreende o que Calvin lhe explica, em razão
do registro formal utilizado por este último.

Questão 04 (ENEM)

O efeito de humor foi um recurso utilizado pelo autor da


tirinha para mostrar que o pai de Mafalda.
A) revelou desinteresse na leitura do dicionário.
B) tentava ler um dicionário, que é uma obra muito
extensa.
C) causou surpresa em sua filha, ao se dedicar à leitura
de um livro tão grande.
D) queria consultar o dicionário para tirar uma dúvida, e
não ler o livro, como sua filha pensava.
E) demonstrou que a leitura do dicionário o desagradou
bastante, fato que decepcionou muito sua filha. A notícia é um gênero jornalístico. No texto, o que caracteriza a
linguagem desse gênero é o uso de:
Questão 03 (ENEM) A) expressões linguísticas populares.
B) palavras de origem estrangeira.
C) variantes linguísticas regionais.
D) termos técnicos e científicos
E) formas da norma padrão da língua.

Questão 05 (ENEM)

Gerente – Boa tarde. Em que eu posso ajudá-lo?


Cliente – Estou interessado em financiamento para
compra de veículo.
Gerente – Nós dispomos de várias modalidades de
crédito. O senhor é nosso cliente?
Cliente – Sou Júlio César Fontoura, também sou
funcionário do banco.
Gerente – Julinho, é você, cara? Aqui é a Helena! Cê tá
em Brasília? Pensei que você inda tivesse na agência de
Uberlândia! Passa aqui pra gente conversar com calma.
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em
língua materna. São Paulo: Parábola, 2004
(adaptado).

Na representação escrita da conversa telefônica entre a


gerente do banco e o cliente, observa-se que a maneira
de falar da gerente foi alterada de repente devido:
Calvin apresenta a Haroldo (seu tigre de estimação) sua
A) à adequação de sua fala à conversa com um amigo,
escultura na neve, fazendo uso de uma linguagem
caracterizada pela informalidade.
especializada.
B) à iniciativa do cliente em se apresentar como
Os quadrinhos rompem com a expectativa do leitor, porque:
funcionário do banco.
A) Calvin, na sua última fala, emprega um registro formal e
C) ao fato de ambos terem nascido em Uberlândia.
adequado para a expressão de uma criança.
D) à escolha de palavras com um contexto formal após a
B) Haroldo, no último quadrinho, apropria-se do registro
identificação do cliente.
linguístico usado por Calvin na apresentação de sua obra de
E) ao fato de sua variante linguística não ter sido
arte.
modificada com o contexto da conversa.
C) Calvin emprega um registro de linguagem incompatível com
a linguagem de quadrinhos.
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Questão 06 (ENEM) A conversa entre Mafalda e seus amigos:
Antigamente A) revela a real dificuldade de entendimento entre
Acontecia o indivíduo apanhar constipação;
ficando perrengue, mandava o próprio chamar o doutor
e, depois, ir à botica para aviar a receita, de cápsulas ou
pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtísica, feia
era o gálico. Antigamente, os sobrados tinham
assombrações, os meninos, lombrigas (...)
Carlos Drummond de Andrade. Poesia
completa e prosa. Rio de Janeiro:
Companhia José Aguilar, p. 1.184.

O texto acima está escrito em linguagem de uma época


passada. Observe uma outra versão, em linguagem
atual.

Antigamente
Acontecia o indivíduo apanhar um resfriado; ficando mal,
mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à
farmácia para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas
fedorentas. Doença nefasta era a tuberculose, feia era a
sífilis. Antigamente, os sobrados tinham assombrações,
os meninos, vermes (...) posições que pareciam convergir.
B) desvaloriza a diversidade social e cultural e a
Comparando-se esses dois textos, verifica-se que, na capacidade de entendimento e respeito entre as
segunda versão, houve mudanças relativas a: pessoas.
A) vocabulário. C) expressa o predomínio de uma forma de pensar e a
B) construções sintáticas. possibilidade de entendimento entre posições
C) pontuação. divergentes.
D) fonética. D) ilustra a possibilidade de entendimento e de respeito
E) regência verbal. entre as pessoas a partir do debate político de idéias.
E) mostra a preponderância do ponto de vista masculino
Questão 07 (ENEM) nas discussões políticas para superar divergências.
Quando vou a São Paulo, ando na rua ou vou ao mercado,
apuro o ouvido; não espero só o sotaque geral dos nordestinos, Questão 09 (ENEM)
onipresentes, mas para conferir a pronúncia de cada um; os Murilo Mendes, em um de seus poemas, dialoga com a
paulistas pensam que todo nordestino fala igual; contudo as carta de Pero Vaz de Caminha:
variações são mais numerosas que as notas de uma escala “A terra é mui graciosa,
musical. Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Tão fértil eu nunca vi.
Piauí têm no falar de seus nativos muito mais variantes do que A gente vai passear,
se imagina. E a gente se goza uns dos outros, imita o vizinho, e No chão espeta um caniço,
todo mundo ri, porque parece impossível que um praiano de No dia seguinte nasce
beira-mar não chegue sequer perto de um sertanejo de Bengala de castão de oiro.
Quixeramobim. O pessoal do Cariri, então, até se orgulha do Tem goiabas, melancias,
falar deles. Têm uns tês doces, quase um the; já nós, ásperos Banana que nem chuchu.
sertanejos, fazemos um duro au ou eu de todos os terminais em Quanto aos bichos, tem-nos muito,
al ou el – carnavau, Raqueu... De plumagens mui vistosas.
Já os paraibanos trocam o l pelo r. José Américo só me Tem macaco até demais
chamava, afetuosamente, de Raquer. Diamantes tem à vontade
Queiroz, R. O Estado de São Paulo. 09 Esmeralda é para os trouxas.
maio 1998 (fragmento adaptado). Reforçai, Senhor, a arca,
Cruzados não faltarão,
Raquel de Queiroz comenta, em seu texto, um tipo de variação Vossa perna encanareis,
linguística que se percebe no falar de pessoas de diferentes Salvo o devido respeito.
regiões. As características regionais exploradas no texto Ficarei muito saudoso
manifestam-se: Se for embora daqui”.
A) na fonologia.
MENDES, Murilo. Murilo Mendes — poesia completa e prosa. Rio de
B) no uso do léxico. Janeiro: Nova Aguilar, 1994.
C) no grau de formalidade.
D) na organização sintática. Arcaísmos e termos coloquiais misturam-se nesse
E) na estruturação morfológica. poema, criando um efeito de contraste, como ocorre em:
A) A terra é mui graciosa / Tem macaco até demais
Questão 08 (ENEM) B) Salvo o devido respeito / Reforçai, Senhor, a arca
C) A gente vai passear / Ficarei muito saudoso
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D) De plumagens mui vistosas / Bengala de castão de B) jurídica, exigida pelo tema relacionado ao domínio do
oiro futebol.
E) No chão espeta um caniço / Diamantes tem à C) coloquial, considerando-se que ele era um cidadão
vontade. brasileiro comum.
D) culta, adequando-se ao seu interlocutor e à situação de
Questão 10 (ENEM) comunicação.
E) informal, pressupondo o grau de escolaridade de seu
As dimensões continentais do Brasil são objeto de interlocutor.
reflexões expressas em diferentes linguagens. Esse
tema aparece SONETO DE FIDELIDADE
no seguinte poema: De tudo ao meu amor serei atento
“(....) Antes e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que importa que uns falem mole descansado Que mesmo em face do maior encanto
Que os cariocas arranhem os erres na garganta Dele se encante mais meu pensamento.
Que os capixabas e paroaras escancarem as vogais?
Quero vivê-lo em cada vão momento
Que tem se o quinhentos réis meridional E em seu louvor hei de espalhar meu canto
Vira cinco tostões do Rio pro Norte? E rir meu riso e derramar meu pranto
Junto formamos este assombro de misérias e grandezas, Ao seu pesar ou ao seu contentamento.
Brasil, nome de vegetal! (....)”
(Mário de Andrade. Poesias
E assim, quando mais tarde me procure
completas. 6. ed. São Paulo: Martins
Editora, 1980.)
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama.
O texto poético ora reproduzido trata das diferenças
brasileiras no âmbito: Eu possa me dizer do amor (que tive):
A) étnico e religioso. Que não seja imortal, posto que é chama
B) lingüístico e econômico. Mas que seja infinito enquanto dure.
C) racial e folclórico. (MORAES, Vinícius de. Antologia poética. São Paulo: Cia das
D) histórico e geográfico. Letras, 1992)
E) literário e popular.
Questão 12 (ENEM)
Questão 11 (ENEM) A palavra mesmo pode assumir diferentes
significados, de acordo com a sua função na frase.
Venho solicitar a clarividente atenção de Vossa Assinale a alternativa em que o sentido de mesmo
Excelência para que seja conjurada uma calamidade que está equivale ao que se verifica no 3º. verso da 1ª. estrofe
prestes a desabar em cima da juventude feminina do Brasil. do poema de Vinícius de Moraes.
Refiro-me, senhor presidente, ao movimento entusiasta que A) “Pai, para onde fores, / irei também trilhando as
está empolgando centenas de moças, atraindo-as para se mesmas ruas...” (Augusto dos Anjos)
transformarem em jogadoras de futebol, sem se levar em conta B) “Agora, como outrora, há aqui o mesmo contraste
que a mulher não poderá praticar este esporte violento sem da vida interior, que é modesta, com a exterior, que é
afetar, seriamente, o equilíbrio fisiológico das suas funções ruidosa.”
orgânicas, devido à natureza que dispôs a ser mãe. Ao que (Machado de Assis)
dizem os jornais, no Rio de Janeiro, já estão formados nada C) “Havia o mal, profundo e persistente, para o qual o
menos de dez quadros femininos. Em São Paulo e Belo remédio não surtiu efeito, mesmo em doses
Horizonte também já estão se constituindo outros. variáveis.” (Raimundo Faoro)
E, neste crescendo, dentro de um ano, é provável que D) “Mas, olhe cá, Mana Glória, há mesmo
em todo o Brasil estejam organizados uns 200 clubes femininos necessidade de fazê-lo padre?” (Machado de Assis)
de futebol: ou seja: 200 núcleos destroçados da saúde de 2,2 E) “Vamos de qualquer maneira, mas vamos mesmo.”
mil futuras mães, que, além do mais, ficarão presas a uma (Aurélio)
mentalidade depressiva e propensa aos exibicionismos rudes e
extravagantes.

O trecho é parte de uma carta de um cidadão brasileiro, José


Fuzeira, encaminhada, em abril de 1940, ao então presidente
da República Getúlio Vargas. As opções linguísticas de
Fuzeira mostram que seu texto foi elaborado em linguagem:
A) regional, adequada à troca de informações na situação
apresentada.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES EXIGIDAS NO ENEM PARA ÁREA DE
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

Competência de área 1 - Aplicar as tecnologias da H1 - Identificar as diferentes linguagens e seus recursos


comunicação e da informação na escola, no trabalho e em expressivos como elementos de caracterização dos
outros contextos relevantes para sua vida. sistemas de comunicação.
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H2 - Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos H17 - Reconhecer a presença de valores sociais e humanos
sistemas de comunicação e informação para resolver atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional.
problemas sociais.
H3 - Relacionar informações geradas nos sistemas de Competência de área 6 - Compreender e usar os sistemas
comunicação e informação, considerando a função social simbólicos das diferentes linguagens como meios de
desses sistemas. organização cognitiva da realidade pela constituição de
H4 - Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são significados, expressão, comunicação e informação.
feitos das linguagens e dos sistemas de comunicação e H18 - Identificar os elementos que concorrem para a
informação. progressão temática e para a organização e estruturação de
textos de diferentes gêneros e tipos.
Competência de área 2 - Conhecer e usar língua(s) H19 - Analisar a função da linguagem predominante nos
estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a textos em situações específicas de interlocução.
informações e a outras culturas e grupos sociais*. H20 - Reconhecer a importância do patrimônio linguístico
H5 – Associar vocábulos e expressões de um texto em LEM para a preservação da memória e da identidade nacional.
ao seu tema.
H6 - Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus Competência de área 7 - Confrontar opiniões e pontos de
mecanismos como meio de ampliar as possibilidades de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações
acesso a informações, tecnologias e culturas. específicas.
H7 – Relacionar um texto em LEM, as estruturas H21 - Reconhecer em textos de diferentes gêneros,
linguísticas, sua função e seu uso social. recursos verbais e não verbais utilizados com a finalidade
H8 - Reconhecer a importância da produção cultural em de criar e mudar comportamentos e hábitos.
LEM como representação da diversidade cultural e H22 - Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas,
linguística. assuntos e recursos linguísticos.
H23 - Inferir em um texto quais são os objetivos de seu
Competência de área 3 - Compreender e usar a linguagem produtor e quem é seu público alvo, pela análise dos
corporal como relevante para a própria vida, integradora procedimentos argumentativos utilizados.
social e formadora da identidade. H24 - Reconhecer no texto estratégias argumentativas
H9 - Reconhecer as manifestações corporais de movimento empregadas para o convencimento do público, tais como a
como originárias de necessidades cotidianas de um grupo intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.
social.
H10 - Reconhecer a necessidade de transformação de Competência de área 8 - Compreender e usar a língua
hábitos corporais em função das necessidades sinestésicas. portuguesa como língua materna, geradora de significação
H11 - Reconhecer a linguagem corporal como meio de e integradora da organização do mundo e da própria
interação social, considerando os limites de desempenho e identidade.
as alternativas de adaptação para diferentes indivíduos. H25 - Identificar, em textos de diferentes gêneros, as
marcas linguísticas que singularizam as variedades
Competência de área 4 - Compreender a arte como saber linguísticas sociais, regionais e de registro.
cultural e estético gerador de significação e integrador da H26 - Relacionar as variedades lingüísticas a situações
organização do mundo e da própria identidade. específicas de uso social.
H12 - Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da H27 - Reconhecer os usos da norma padrão da língua
produção dos artistas em seus meios culturais. portuguesa nas diferentes situações de comunicação.
H13 - Analisar as diversas produções artísticas como meio
de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e Competência de área 9 - Entender os princípios, a
preconceitos. natureza, a função e o impacto das tecnologias da
H14 - Reconhecer o valor da diversidade artística e das comunicação e da informação na sua vida pessoal e social,
inter-relações de elementos que se apresentam nas no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos
manifestações de vários grupos sociais e étnicos. conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão
suporte, às demais tecnologias, aos processos de produção
Competência de área 5 - Analisar, interpretar e aplicar e aos problemas que se propõem solucionar.
recursos expressivos das linguagens, relacionando textos H28 - Reconhecer a função e o impacto social das
com seus contextos, mediante a natureza, função, diferentes tecnologias da comunicação e informação.
organização, estrutura das manifestações, de acordo com H29 - Identificar pela análise de suas linguagens, as
as condições de produção e recepção. tecnologias da comunicação e informação.
H15 - Estabelecer relações entre o texto literário e o H30 - Relacionar as tecnologias de comunicação e
momento de sua produção, situando aspectos do contexto informação ao desenvolvimento das sociedades e ao
histórico, social e político. conhecimento que elas produzem.
H16 - Relacionar informações sobre concepções artísticas e
procedimentos de construção do texto literário.

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