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• Tema: Segunda Guerra Mundial

• Objetivos:

- Identificar e analisar um conflito mundial.

- Localizar acontecimentos no tempo.

- Identificar a Segunda Guerra como um fator decisivo para a História


Contemporânea.

- Compreender o evento, a partir de varias perspectivas, tanto sociais


quanto econômicas.

- “A Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) envolveu povos de várias


regiões do planeta, num total de 58 países”. (COTRIM, 2002). Analisar a
Segunda Guerra como evento único e transformador da sociedade.

• Conteúdos:

- O caminho para a guerra: Como se iniciou e porque?

- O pensamento nazista e o poder de Adolf Hitler.

- As conquistas alemãs.

- Vítimas do conflito.

- O mundo pós guerra.

• Séries ou anos: 3ª ano do Ensino Médio.

• Duração:

- 6 horas/aula (50 min.)

• Estratégia didática e desenvolvimento da aula:


. - Primeiramente apresentar o conteúdo através do livro didático, em
ordem cronológica

- Apresentação do filme “O Pianista” (duração 2 horas/aula) – “O pianista


polonês Wladyslaw Szpilman (Adrien Brody) interpretava peças clássicas
em uma rádio de Varsóvia quando as primeiras bombas caíram sobre a
cidade, em 1939. Com a invasão alemã e o início da 2ª Guerra Mundial,
começaram também restrições aos judeus poloneses pelos nazistas.
Inspirado nas memórias do pianista, o filme mostra o surgimento do Gueto
de Varsóvia, quando os alemães construíram muros para encerrar os
judeus em algumas áreas, e acompanha a perseguição que levou à
captura e envio da família de Szpilman para os campos de concentração.
Wladyslaw é o único que consegue fugir e é obrigado a se refugiar em
prédios abandonados espalhados pela cidade, até que o pesadelo da
guerra acabe.”.

Objetivos
• Reconhecer o contexto do encerramento da Segunda Guerra Mundial

• Identificar a tecnologia criada e os efeitos de seu uso na década de 1940 a 1950

• Desenvolver o senso crítico a partir dos efeitos dos atos finais da Segunda Guerra

Mundial

• Desenvolver a habilidade argumentativa

1ª Etapa: Início de conversa


O lançamento das bombas nucleares de Hiroshima e Nagasaki encerra o período da

Segunda Guerra Mundial, mesmo após a rendição dos demais países do Eixo e, como

antecipação do futuro, iniciam o período de medo denominado Guerra Fria.

 
Pensar sobre a tecnologia criada no interior da Segunda Guerra Mundial é pensar,

também, nos poderes da ciência e nos deveres dos cientistas para com seus inventos.

Afinal, é dever ético dos cientistas se negar a criar aparatos bélicos? De outro lado, como

colocar em palavras, imagens ou sons os terrores da bomba nuclear?

O conjunto de atividades deste plano de aula pretende exercitar esta capacidade crítica

acerca dos poderes e deveres da ciência, frente ao desfecho da Segunda Guerra Mundial.

2ª Etapa: Contexto da Bomba Atômica – participação


japonesa
Apresente aos alunos a organização deste estudo que se fará por meio de duas vertentes

que se encerrarão com o lançamento da bomba atômica em cidades japonesas. De um

lado será necessário configurar a participação japonesa e, de outro, a criação da bomba.

Fontes para a apresentação estão no Para Saber Mais. 

Durante os estudos da Segunda Guerra Mundial, trabalhe a participação do Japão ao lado

dos países do Eixo. Para tanto, inicie mostrando o interesse do Japão na China e o avanço

da ocupação japonesa durante o período inicial da Segunda Guerra. Uma possível

abordagem é mostrar como a expansão imperialista do Japão, durante os anos

antecedentes à Segunda Guerra já eram evidentes. Trabalhe a Segunda Guerra Sino-

Japonesa e seu avanço, mostrando que o ímpeto imperialista japonês acabou por esbarrar

em áreas de interesse da Rússia na Mongólia e, ao sul, em regiões dominadas pelos

estados europeus, como a Indochina. Não bastasse, já partícipe da Guerra, o Japão

promove o ataque de Pearl Harbor, base naval em território Norte-Americano na região do

pacífico.
 

3ª Etapa: Contexto da Bomba Atômica – o


desenvolvimento da bomba
A partir deste contexto, interessa passar a outro contexto, relativo ao desenvolvimento da

Bomba Atômica. Para tanto, indica-se comentar o temor dos EUA de que os Alemães

conseguissem produzir uma arma nuclear a partir da fissão nuclear. Com base neste temor

e com o apoio da comunidade científica que fugira das regiões ocupadas pelo Eixo, narre o

início do projeto Manhattan para a criação da bomba.

Nestas passagens pode-se optar por duas vias didáticas. A primeira seria condensar a

cronologia dos fatos que o professor achar mais interessantes, a partir do documentário do

The History Channel, (link 3) utilizando a reportagem do Fantástico (link 4) como ilustração

do resumo oferecido em aula.

A segunda é programar com os alunos e passar para todos os dois documentários,

solicitando, ao final, a produção, em grupos pequenos, dos principais fatos que foram

determinantes para a construção da bomba. Para tanto, é necessário o planejamento de

pausas a cada 10 minutos do documentário, para a tomada de notas de toda a sala.

Plano de aula: Segund a Guerra Mu ndial Objetivo geral: Perceber, de form a geral, com se process ou a
Segunda Guerra M undial (1939 -1 945), particularm ente no que se ref ere a atuação dos países envolvidos
no confl ito. Objetivos específi cos: – Observar a Seg unda Guerra Mundia l como um a “continuidade” em
relação a anterior (Primeira Guerra Mund ial, 1914- 1918); – Analisar o contexto que possibilitou a
existência do c onflito, discutindo os impactos soc io -político-econôm icos aos países envolvidos; –
Compreender os fatores que possib ilitaram, no pós Seg unda Guerra, a instauração de um a “nova” Ordem
Mundial. Conteúdo: – Contexto que possib ilitou o conflito m undial; – Início do conflito; – “Estudo de
caso”: e nvolvim ento da Inglaterra, França, UR SS e Japão na Seg u nda Guerra Mundial; – Impactos da Segu
nda Guerr a Mundial em Sergipe; Desenvolvimento do tema: A partir de apresentaçõ es de imagens, ex
ercícios de ref lexão e discussões em sala de aula, e levando em consideraçã o a bibliografia ado tada,
evidenciarem os, d e m aneira geral, com o se processou a Segun da Guerra Mundial (1 939- 1945). Inic
ialmente, abordarem os o “contexto” que possibilitou a existênci a de um conflito bélico de tam anha m
agnitude, na tentativa de p erceber o mesm o como uma continuação do confl ito anter ior (Prim eira Guerra
Mundia l, 1914-1 918), de acordo com o que escreveu Maria Men des Mota, em A Primeira Grande Gu erra.
Em “o início do conflito”, tentarem os analisar, de acordo com o que escreveu W illiams da Silva Gonça lves,
em A Segunda Guerra M undial, c om que a decl aração de guerra n ão foi seguida p or um enfrentamento,
já qu e se pensava na époc a que a Alem anha poderia ser derr otada m ediante um bloqueio econôm ico.
Ainda considerando o texto de Gonçal ves, evidenciarem os o envolvim ento de nações com o a Inglaterra,
França, UR SS, Japão e A lemanha no confl ito mundial. Por fim , com bas e na vasta produção existente a
cerca da Seg unda Guerra Mu ndial em Sergipe, m ais precisam ente em Aracaju, abordarem os os im pactos,
e desdobram entos, que tal conflito pro vocou no c otidiano de uma sociedade rot ulada na época por “pacat
a, solidária e h onesta”.

Recursos didáticos: Data-show, noteb ook, quadro, m arcador de quadro. Avaliação: Consistirá em duas
etapas: 1ª) pontualidade e partic ipação nas disc ussões em classe, valendo 2,0 p ontos; 2ª) Produzir um a
sítese de um a lauda sobre a Segund a Guerra Mundial, co ntendo os tó picos abordados em sala de aula,
valendo 8,0 pontos. http://pt.slideshare.net/ nin abinda/9- ano-s egunda- guerra- m undial 1- (Fundação
Lusía das – SP) Realizar o “Anchlu ss” era um velho so nho dos nazistas. E is so começou a ser con
seguido por Hitl er em março de 1938. A express ão entre asp as e a data são sufici entes pa ra
elucidar o sonho nazista de: a) ocupação da região do Reno, desmilitari zada pelo Tratado de
Versalhes. b) anexação do c orredor polon ês, restabelec endo a rel ação com a Prússia. c) repúdio total
às i mposições do T ratado de Vers alhes. d) ascensão de Hitl er ao poder. e) marchar sobre a Áustria, a
sua a nexação e a concr etização da ideia do pangerman ismo (reunific ação das etni as alemãs). 2- (Fac.
Med. Ribeirão Preto-SP) A Segund a Grande Guerra (1939-1945), a partir de 7 de deze mbro de 19
41, adquire um caráter mundial quando os: a) russos tomam a i niciativa de an exar o território dos
Estados bálticos. b) alemães invade m a região medi terrânica da Ási a. c) japoneses atac am a base am
ericana de Pe arl Habor. d) franceses, por d eterminação de Petain, ocupa m o sudeste da Ásia. e) chineses
cedem a maior parte d o seu território às tropas d o Eixo.

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O presente trabalho aborda a importância do processo ensino aprendizagem sobre a participação brasileira
na Segunda Guerra Mundial. A pesquisa terá como foco o estudo da história política brasileira entre os anos
de 1941 a 1945 mostrando a estratégia getulista de manter a neutralidade em relação à posição do Brasil no
período do conflito, até obter vantagens comerciais. Foram caracterizados grandes feitos da participação
brasileira não apenas com o apoio diplomático, a participação aconteceu sim e merece grande destaque nas
aulas de história. Não apenas lendo pequenos textos contidos nos livros didáticos, infelizmente essa parte da
nossa história ainda não tem o devido respeito e valor quanto a sua grande importância, e é necessário que o
professor de história mude este conceito empregado em alguns livros, trazendo outros recursos para
trabalhar este tema com seus alunos em sala de aula. São disponíveis via internet documentários, uso de
imagens, entrevistas com ex-combatentes da FEB, filmes que retratam a trajetória do Brasil no momento do
conflito, todo esse material pode e deve ser mostrado em sala. Todos esses recursos são necessários para
desconstruir conceitos sobre esse envolvimento brasileiro e evidenciar junto aos alunos que essa
participação foi um dos momentos mais tensos e importantes no contexto de uma nova redemocratização,
ou seja, a volta da democracia.

Objetivo Geral Analisar novas estratégias de trabalho em sala de aula que contribuem para a construção da
consciência histórica dos alunos. Objetivos Específicos *Conhecendo o passado através da disciplina de
história. *Evidenciar a importância do tema no processo ensino aprendizagem em história do Brasil.
*Destacar a postura do Estado Novo no momento do conflito e a atuação da FEB. *Conceituar a busca pela
redemocratização brasileira durante o confronto.

Muitos alunos se perguntam: pra que estudar a história de pessoas que já morreram? Pra que serve o
passado se vivemos no presente? Essas são apenas algumas perguntas que se fazem no momento de
discussões em uma aula de história. Segundo Le Goff (1996) a palavra história etimologicamente vem do
grego antigo historie e significa aquilo que vê; que se informa. Já para historiadores, ensinar história é a
forma de relacionar os fatos passados e suas influências no presente e, por conseguinte no futuro, é o único
meio para que não se repitam os acontecimentos passados de crises, guerras, revoltas, etc. Quando
abordamos a importância de aprender e ensinar história queremos estimular a autonomia intelectual e o
pensamento crítico do estudante, daí o grande valor desta disciplina como objeto de debates. Para que haja
o desenvolvimento de um aluno autônomo, é necessário que ele seja a figura central no processo ensino-
aprendizagem. Elaborar, desenvolver e aplicar situações problemas, com as quais os alunos se vejam
desafiados a encontrar a solução pode ser uma alternativa para que o aluno saia da posição de passividade e
passe a agir ativamente no processo educacional. Sobre o estudo da Era Vargas, por exemplo, foi visto como
os alunos não se sentiam motivados para estudar tal assunto nem quando se fala do envolvimento do Brasil
na II Guerra Mundial. Esta falta de interesse se dar por muitas vezes, pela forma como o conteúdo é
abordado, passado para os alunos. Com o avanço da tecnologia, em poucos anos transformou-se
drasticamente a forma de comunicação, consumo, acesso ao conhecimento, entretenimento, pesquisas e
estudos. O papel do professor neste contexto atual é o de mediador do conhecimento. Ele precisa criar
oportunidades para que seus alunos pensem por si, para que aconteça a discussão de ideias, proporcionando
momentos de rever conceitos e conteúdos, desconstruir opiniões engessadas, problematizando, etc. Com
estes crescentes avanços tecnológicos, a educação também precisa estar em sintonia com as transformações
da sociedade, aliando-se a tecnologia e utilizando-a como instrumento no ensino. Com a chegada do
computador, DVD, laboratórios de informática entre outros recursos, os professores passaram a utilizá-los ao
seu favor. No estudo de história não é diferente, o professor pode usar todos estes recursos para ter uma
aula mais dinâmica e produtiva sempre incentivando o senso crítico de seus alunos. Sendo assim, as aulas de
história passarão de chata para estimulante a debates e problematização. A problematização no ensino de
história é fazer com que o aluno "fuja" da tradicional memorização e decoreba dos fatos e acontecimentos.
Portanto, o ensino muitas vezes tradicional precisa ser modificado, buscando o interesse dos alunos e novas
ferramentas como instrumentos aliados ao ensino. É o que iremos abordar sobre o estudo da participação
brasileira na II Guerra Mundial, onde o professor é limitado quanto ao uso do livro didático, pois este trás
apenas poucas informações sobre este tema tão importante para nossa história. Para mudar esta realidade,
o professor pode abraçar o uso das tecnologias para debater com seus alunos, pregando o uso de imagens,
vídeos, documentários, filmes e entrevistas. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO SOBRE O ENVOLVIMENTO
BRASILEIRO NA II GUERRA MUNDIAL As marcas da Primeira Guerra Mundial ainda estavam presentes no
continente europeu quando eclodiu a Segunda Guerra em 1939. Para muitos estudiosos, dizia-se que era o
desdobramento da Grande Guerra de 1914-1918. No final da década de 1930, temia-se que uma II Guerra
Mundial estivesse a caminho, decorrentes da aliança da Alemanha nazista de Hitler e o fascismo italiano de
Mussolini. O nazismo, assim como o fascismo, rejeitava o liberalismo político e o socialismo, e pretendia
obter o controle absoluto da população. Diante deste contexto, a Guerra eclode mundialmente em 1941, e o
Brasil também se viu envolvido. A abordagem nesse momento estará veiculada aos motivos que levaram
Getúlio Vargas a declarar guerra aos países do Eixo, não ficando do lado do sistema políticoeconômico
semelhante ao que ele pregava no Estado Novo. A pergunta que Getúlio talvez fizesse neste momento, seria:
qual dos lados envolvidos na II Guerra sairia mais caro a ele? É de extrema importância investigar, analisar e
se questionar sobre as alianças que o Brasil fez durante este período, para que possamos entender como
este fato influenciou no contexto da redemocratização brasileira. Visto que Getúlio Vargas rompeu com
Hitler, mas não com as práticas fascistas. Daí se pergunta: E por que apoiar um país com ideais democráticos
e não os totalitários? Por que um país considerado uma potência mundial como os Estados Unidos,
necessitavam do apoio brasileiro? Os Estados Unidos buscaram traçar uma zona de influência militar sobre o
continente americano a fim de evitar uma eventual ocupação nazifascista. O Brasil possuía regiões
estratégicas que não poderiam ficar vulneráveis. Era o caso do litoral do estado do Rio Grande do Norte. Os
americanos sabiam que precisavam de Vargas como aliado e começaram a pressioná-lo nesse sentido. Além
deste ponto estratégico, do Brasil os Estados Unidos queriam matérias-primas importantes ao esforço de
guerra. A principal era a borracha, usada em tanques, jipes, aviões, uniformes e armamentos. Setenta e três
anos após o cessar-fogo, a atuação do Brasil na Segunda Guerra Mundial é até hoje alvo de controvérsias e
ainda tem sua participação investigada por historiadores, escritores, jornalistas e cineastas. O Brasil
participou sim, ativamente na Segunda Guerra Mundial. Não só apenas com relações diplomáticas, mas
também com o envio de mais de 25.000 soldados da FEB para a Campanha da Itália e dentre mais outros
acordos. Como cita o jornalista e historiador Hélio Silva, em sua obra 1944: O Brasil na guerra: “Roosevelt
não teria podido engajar os Estados Unidos na guerra sem que Getúlio Vargas lhe houvesse assegurado as
bases navais e aéreas do litoral brasileiro. E sem que Osvaldo Aranha lhe tivesse garantido a unidade
continental quando se afirmou, na Conferência do Rio de Janeiro, o verdadeiro líder da América Latina.”
Foram caracterizados grandes feitos da participação brasileira não apenas com o apoio diplomático, a
participação aconteceu sim e merece grande destaque nas aulas de história. Não apenas lendo pequenos
textos contidos nos livros didáticos, infelizmente essa parte da nossa história ainda não tem o devido
respeito e valor quanto a sua grande importância, e é necessário que o professor de história mude este
conceito empregado em alguns livros, trazendo outros recursos para trabalhar este tema com seus alunos
em sala de aula. As novas tecnologias aplicadas pelo professor de história precisam ser trabalhadas de modo
a atingir seu objetivo, ou seja, dinamizar as aulas e colaborar para o aprendizado dos alunos. Assim, quando
o professor de história utiliza-se de novas tecnologias como instrumento e ferramenta de aprendizagem com
o objetivo de dinamizar seu ensino, o resultado será êxito em suas aulas. Não há como negar que a
tecnologia faz parte do dia a dia de todas as pessoas, independente da classe social. Sabe-se que a tecnologia
deve ser utilizada de maneira criativa, responsável, metodológica e vista como aliada do professor ao ser
utilizado como ferramenta para aprendizagem do aluno, assim, propiciando momentos jamais alcançados
anteriormente e transformando a disciplina de história dinâmica e atrativa. São disponíveis via internet
documentários, uso de imagens, entrevistas com ex-combatentes da FEB, filmes que retratam a trajetória do
Brasil no momento do conflito, todo esse material pode e deve ser mostrado em sala. Todos esses recursos
são necessários para desconstruir conceitos sobre esse envolvimento brasileiro e evidenciar junto aos alunos
que essa participação foi um dos momentos mais tensos e importantes no contexto de uma nova
redemocratização, ou seja, a volta da democracia. METODOLOGIA Este estudo trata de uma pesquisa que
seguiu a linha bibliográfica com abordagem exploratória, se propondo analisar o uso de novas tecnologias
como instrumento de aprendizagem para o ensino de história, mais precisamente sobre a participação do
Brasil na Segunda Guerra Mundial. Será possível a compreensão do tema proposto através de estudos
baseados em obras literárias que abordam o tema em questão, com a finalidade de compreender como
ocorreu o processo da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, evidenciando as características
políticas. Em seguida esses textos forma agrupados em categorias e estão sendo analisados de acordo com o
método da analise de conteúdo. Com o uso de jornais e revistas da época será possível conter informações
pertinentes sobre a FEB (Força Expedicionária Brasileira) que foi uma força militar constituída por mais de
25.000 homens e mulheres, que durante a Segunda Guerra Mundial foi responsável pela participação do
Brasil ao lado dos Aliados na Campanha da Itália, em suas duas últimas fases. Portanto, estas fontes de
pesquisa serão utilizadas na tentativa de mostrar a importância do estudo deste tema nas aulas de história,
não apenas com o uso do livro didático, mas também com outros recursos tecnológicos disponíveis. Para
assim analisar e comprovar juntos aos alunos que o Brasil participou ativamente da Segunda Guerra Mundial
e não apenas com apoios diplomáticos, com a finalidade de mostrar a importância desta participação que ate
os dias atuais é alvo de controvérsias. CONSIDERAÇÕES FINAIS A proposta apresentada por este trabalho foi
a de identificar a importância do estudo da história sobre a participação brasileira na Segunda Guerra
Mundial, pois este é um estudo pouco trabalhado em sala, é um tema que passa por despercebido à sua
importância. Visto que esta participação trouxe um novo cenário politico para a sociedade brasileira, que foi
a volta da democracia. O uso de novas tecnologias reflete diretamente na relação professor e aluno, os
educadores que afrontam à inclusão da tecnologia em sua prática pedagógica acabam por tornarem-se
obsoletos. Por outro lado, educadores que se tornam capazes de tirar proveito dos benefícios que a
tecnologia pode trazer aos processos de ensino e aprendizagem são capazes de atuar de maneira mais
atraente e inovadora junto aos seus alunos. Analisar também que o território brasileiro era um ponto
estratégico extremamente necessário para um dos maiores ícones da Segunda Guerra Mundial, os Estados
Unidos. Além de mostrar esse novo cenário na sala de aula enfatizar também que esta participação foi de
grande importância no cenário mundial e destacar a grande postura da FEB (Força Expedicionária Brasileira)
em campo de batalha. Pretendemos, portanto, com o presente trabalho analisar como se deu o
envolvimento brasileiro na II Guerra Mundial mostrando como essa participação trouxe alguns benefícios
para a sociedade brasileira e evidenciando a importância deste estudo em sala de aula. REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS FERRAZ, Francisco César Alves. Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Ed., 2005. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São
Paulo: Paz e Terra, 1996. FREITAS, Neto José Alves. História geral e do Brasil. São Paulo: HARBRA, 2006.
MAXIMIANO, Cesar Campiani. Barbudos, sujos e fatigados. São Paulo: Grua, 2010. SILVA, Hélio. Alemães
atacam navios brasileiros. São Paulo: Editora Brasil 21, 2004. SILVA, Hélio. O Brasil declara guerra ao eixo. São
Paulo: Editora Brasil 21, 2004

O Resgate do Soldado Ryan (1998)


O filme americano O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan), também dirigido por
Steven Spielberg, narra a história de um pequeno grupo de soldados americanos que foram
designados para uma missão de resgate de um soldado americano, em algum ponto do
interior da França, na fase final da Segunda Guerra. O filme inicia-se com o desembarque dos
Aliados nas praias da Normandia e possui uma das cenas de combate mais conhecidas do
cinema mundial. A história é ficcional, mas permite vislumbrar e dimensionar melhor as
condições dos combates travados na França durante a Segunda Guerra.
A problematizar o ensino de história e fazer com que o aluno "fuja" da tradicional memorização e decoreba
dos fatos e acontecimentos, buscando o interesse dos alunos e novas ferramentas como instrumentos
aliados ao ensino. A parti disso iremos no tema. Quando abordamos a importância de aprender e ensinar
história queremos estimular a autonomia intelectual e o pensamento crítico do estudante, daí o grande valor
desta disciplina como objeto de debates. Para que haja o desenvolvimento de um aluno autônomo, é
necessário que ele seja a figura central no processo ensino-aprendizagem. Elaborar, desenvolver e aplicar
situações problemas, com as quais os alunos se vejam desafiados a encontrar a solução pode ser uma
alternativa para que o aluno saia da posição de passividade e passe a agir ativamente no processo
educacional. O nosso papel enquanto professor neste contexto atual é o de mediador do conhecimento, é
preciso criar oportunidades para que seus alunos pensem por si, para que aconteça a discussão de ideias,
proporcionando momentos de rever conceitos e conteúdos, desconstruir opiniões, etc. Com estes crescentes
avanços tecnológicos, a educação também precisa estar em sintonia com as transformações da sociedade,
aliando-se a tecnologia e utilizando-a como instrumento no ensino.

O tema será desenvolvido , de maneira que possa oportunizar ao aluno,


toda uma fundamentação teórica voltada para a analise de
problematização durante a segunda guerra mundial e a bipolarização do
mundo.
No que se refere as atividades , ela são composta por analise de
problemas, exposição de assuntos e interpretações de textos.
A idealização dessas atividades é voltada para a valorização do
conhecimento construído pelo aluno durante argumentação dos
conteúdos.
A proposta é identificar a importância do estudo da história sobre a
Segunda Guerra Mundial . Visto que esta participação trouxe um novo
cenário politico para ,O uso de novas tecnologias reflete diretamente na
relação professor e aluno, os educadores que afrontam à inclusão da
tecnologia em sua prática pedagógica acabam por tornarem-se obsoletos.
Por outro lado, educadores que se tornam capazes de tirar proveito dos
benefícios que a tecnologia pode trazer aos processos de ensino e
aprendizagem são capazes de atuar de maneira mais atraente e inovadora
junto aos seus alunos.

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