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UESPI - Parnaíba

Licenciatura Plena em História


Prática Pedagógica Interdisciplinar 5
Análise de fontes e Ensino de História
Bloco 5
Professor: Otávio Erbereli Júnior
Discentes: Assunção de Maria Mendes da Silva e Evelin Nunes de Souza
A proposta é boa. Sugeri algumas modificações.
ATIVIDADE 2
, versão PRELIMINAR

1) Introdução do tema/problema: historicizar a incorporação da fonte ao discurso


historiográfico e ao ensino de história, em particular; dissertar sobre o tema a ser
abordado, bem como os conceitos a serem mobilizados. (retirar daqui)

A proposta dessa aula é direcionada aos estudantes do 9º Ano do Fundamental


2 de uma escola pública de Parnaíba-PI, com o eixo temático: Escravidão no Brasil ddo
período Monárquicosegundo reinado. A partir desse tema buscaremos estudar a vida e
obra da autora maranhense Maria Firmina dos Reis com a leitura conjunta da obra literária
Úrsula (1859) da autora maranhense Maria Firmina dos Reis,. Al ém do acompanhamento do
livro didático para sintetizarmos as duas fontes como base de estudo, obra literária e livro
didático, problematizando os pontos de vista dessas fontes em relaçrelacionando aão aquela
época com a atual observando com a nossa realidade circundante. Não se trata de perceber
algumas permanências.

A Literatura como fonte historiográfica

Com base no autor Antônio Celso Ferreira (2012), a literatura se torna uma fonte
relevante no campo historiográfico. A literatura como fonte historiográfica é rica de
significados para o entendimento do mundo cultural, juntamente com valores sociais e
experiências subjetivas dos seres humanos no tempo histórico, mas nem sempre foi assim,
apenas nas últimas décadas ela vem sendo material utilizada como fonte de pesquisa, desde
que o conceito de fonte mudou.
A textualidade literária não era considerada documento que atestava a “verdade
histórica” porque desde que a História se tornou disciplina acadêmica, segunda metade do
século XIX, além desse período ter sido o momento em que as fontes escritas assumem um
caráter de documento que expressava “autoridade e verdade,” foi também o momento em que
a Escola Metódica francesa buscava a autenticidade da História com o caráter científico,
objetivo correlacionando “causas e consequências”. Parágrafo mal redigido.
Segundo Ferreira (2012) a História assume uma postura interdisciplinar
aproximando-se de áreas como Geografia, Sociologia, Economia, Psicologia, e a contribuição
da Literatura para dar ênfase nos processos sociais e econômicos exigidos pela história-
problema afim de entender a complexidade das experiências humanas trazidas por
historiadores como Lucien Febvre e March Bloch que atualizaram a historiografia no século
XX com a Escola dos Annales e contrapondo a historiografia político-factual da Escola
Metódica.
Nesse sentido novas abordagens surgem, novos objetos, problemas estudados dentro
da disciplina História. Lucien Febvre inaugura a abordagem no uso de textos literários com
obra de "Rabelais" (1483[?]- 1553) para compor a História das Mentalidades. Com isso, na
década de 1970 o surgimento de novos historiadores e com eles novas fontes (escritos,
sonoros, visuais) e novos objetos subjetivos como inconsciente, o cotidiano, a língua, a
literatura, mito, a infância, a juventude, a esta, os meios de comunicação e outros. Essas
mudanças ocorreram na França, os ingleses também renovaram sua historiografia marxista
como Raymond Williams. No Brasil, os trabalhos relevantes surgem a partir da década de
1980, com advento da História Social e Cultural que já era relevante na Europa e Estados
Unidos, conforme (FEREIRA, 2012).
Nesse contexto, a literatura como fonte do saber histórico ajuda-nos a entender as
subjetividades e complexidades humanas, ademais na prática escolar a missão de agrupar o
saber histórico para dentro das salas de aula no ensino básico de forma que haja uma conexão
do saber histórico com a realidade do mundo em que nós e os estudantes vivem é um desafio
que os professores e professoras encaram no dia a dia de seus planejamentos escolares.
Ademais, devemos entender a importância da interdisciplinaridade para o ensino de
história, assim, a obra literária é percebida como uma manifestação cultural que pode dizer
muito sobre a sociedade a qual pertence ou retrata e caberá ao historiador(a) assumi-la como
fonte de pesquisa, já que toda a obra ficcional está inscrita em um tempo e espaço
específicos, expressando as condições sociais nas quais foi produzida, além da realidade,
sonhos, desejos e utopias.
?
Sobre o Ensino de História, buscamos modelos de como nós, professoras, devemos
ensinar História e encontramos a visãoprocuramos nos inspirar na proposta de Rafael Ruiz
(2007), Professor de História da América Colonial na Unifesp, que além de historicizar sobre
a Literatura, dá vários exemplos de como usá-la para enriquecer a História. Ele historiciza
sobre os moldes de pensar a História e relata que com a quebra dos modelos até o começo dos
anos 80, tínhamos três linhas de pensamento que configuraram a História: a história “mestra
da vida”, voltada para o passado; a história teleológica, voltada para o futuro, e a história do
presente, situada no hoje, aqui e agora. Contudo, conforme Hartog (1999) afirma, esses três
modelos quebraram definitivamente e não conseguem mais dar conta da História. Nesse
sentido, o que simboliza esse momento para o conhecimento histórico? Simboliza, nas
palavras de Hartog, que “não é mais possível escrever História do ponto de vista do futuro e
que o passado mesmo, e não apenas o futuro, tornou-se imprevisível ou mesmo opaco”. Essa
parte sobre concepções de história e regimes de historicidade poderia ser retirada. Vocês se
complicaram nas definições.
Dessa forma, precisamos tratar o ensino de história como destaca Hartog (1999,
apud RUIZ, 2007, p. 77) focando nos seguintes aspectos “1. edificar o próprio ponto de vista
tão explicitamente quanto possível; e 2. Realizar sempre uma abordagem comparativa.”
Trata-se, portanto, de ensinar aos alunos não a contemplar o “edifício da História” como algo
já pronto, mas de ensinar-lhes a edificar o próprio edifício, reforça o autor.
Quanto à Literatura enquanto fonte historiográfica para compor nosso planejamento
na sala de aula, a convenção da veracidade, própria da História, e a convenção da
ficcionalidade, própria da Literatura, permitem-nos estabelecer um método que, seguindo as
diretrizes de Hartog, poderá ajuda a elaborar essa abordagem comparativa. Assim como o
autor faz com a análise da obra de Robson Crusoé e observando o princípio
epistemológico que Robinson Crusoé está usando: a analogia. Como o próprio autor
exemplifica no texto, a personagem olha para a nova realidade em que se encontra e enxerga
o novo mundo através do filtro que já conhece, o europeu. Parágrafo onfuso.
Com base no modelo apresentado pelo professor Rafael Ruiz acrescida das
concepções de François Hartog baseamos nosso planejamento entre História e Literatura
sobre o contexto específico da “Escravidão no Brasil do período Monárquico”, assim,
apresentamos o romance Úrsula, publicada em 1859, obra que ficou enquadrada nos moldes
tradicionais de Escola Lterária: Romantismo. Essa obra trata, em primeiro plano, de um
romance entre as personagens principais, e revela, em segundo plano, por meio de uma
leitura mais atenta, as denúncias de uma sociedade escravista daquele período. Vejamos a
importância dessa escolha literária.
“Em 1859, em pleno regime escravista, no momento em que as teorias científicas
ratificam a inferioridade da população africana e afro-descendente, bem como a incapacidade
feminina para tratar sobre as questões de fórum público, uma mulher afro-descendente,
nordestina, de origem humilde, elaborou um discurso precursor no cenário do romantismo
brasileiro, tornando públicas as condições a que estavam submetidos o negro e a mulher na
sociedade brasileira. Produziu a autora um discurso que possibilitava aos marginalizados o
direito a contar sua história, buscando a empatia com seu público leitor.” (TAVARES, 2007,
p. 01).

De acordo com Elza Tavares a autora, Firmina dos Reis, que teve sua literatura
marginalizada, esquecida, carrega em sua vida e obra, as denúncias sobre a inferiorização
dos afro-descendentes e ter uma mulher maranhense, do interior do nordeste tratando de
assuntos como escravidão é no mínimo um ato de muito corajem e determinação. Dessa
forma, empreendemos a escolha dessa obraliterária Úrsula para a aplicação em sala de
aula. Evitando obras que geralmente são utilizadas por ser aceita pelo cânone. Trata-se,
também, de não mais repetir o uso de clássicos porque durante as nossas leituras e
observações, vimos que já é bastante trabalhado há um certo tempo as obras machadianas, de
Clarice Lispector, Lima Barreto, dentre outras obras considerados clássicas. Adicionalmente
a istoSegundo,: Ferreira (2012, p. 80) “nem sempre a escolha de fontes literárias decorre
de questões historiograficamente formuladas. O mais das vezes, é determinada pelo
glamour e pela suposta novidade que as envolve na comparação com outros textos e
documentos.” , Ferreira (2012, p. 80). Com base no que disse o autor, para evitar esse
tipo de abordagem e repetição nos estudos, tentamos trazer uma autora que estava
esquecida há mais de um século, com o objetivo de politizar os discentes por meio de
uma escrita singela, talentosa e denunciante do período da escravidão, como acrescenta
Abreu (p. 112, apud Ferreira, 2012, p. 80). “literaturaLiteratura não se trata apenas de
gosto, mas de política”.
Outro ponto que destaca essa obra como escolha para os estudos em sala de
aula, é ter sido antes mesmo do Navio negreiro de Castro Alves, declamado pela
primeira vez em 1868, Firmina dos Reis já descrevia em seu livro Úrsula, de 1859, os
malefícios do tráfico de pessoas sequestradas na África e transportadas nos porões dos
“tumbeiros”.
Com base nesse aspectos que foram explicados, a obra se faz presente no
planejamento para aplicação em sala de aula. Além, claro, da autora colocar suas
personagens consideradas marginalizadas paramarginalizadas para falar em primeira
pessoa sobre esse período histórico tão marcante que nos atravessa até o tempo presente
em que se elabora esse trabalho.

A Literatura como fonte historiográfica

Com base no autor Antônio Celso Ferreira (2012), vejamos como a literatura se
torna uma fonte relevante no campo historiográfico. A literatura como fonte historiográfica é
rica de significados para o entendimento do mundo cultural, juntamente com valores sociais e
experiências subjetivas dos seres humanos no tempo histórico, mas nem sempre foi assim,
apenas nas últimas décadas ela vem sendo material utilizada como fonte de pesquisa, desde
que o conceito de fonte mudou.
A textualidade literária não era considerada documento que atestava a “verdade
histórica” porque desde que a História se tornou disciplina acadêmica, segunda metade do
século XIX, além desse período ter sido o momento em que as fontes escritas assumem um
caráter de documento que expressava “autoridade e verdade,” foi também o momento em que
a Escola Metódica francesa buscava a autenticidade da História com o caráter científico,
objetivo correlacionando “causas e consequências”. Parágrafo mal redigido.
Segundo Ferreira (2012) a História assume uma postura interdisciplinar
aproximando-se de áreas como Geografia, Sociologia, Economia, Psicologia, e a contribuição
da Literatura para dar ênfase nos processos sociais e econômicos exigidos pela história-
problema afim de entender a complexidade das experiências humanas trazidas por
historiadores como Lucien Febvre e March Bloch que atualizaram a historiografia no século
XX com a Escola dos Annales e contrapondo a historiografia político-factual da Escola
Metódica. Simplificação do que é a escola metódica francesa.
Nesse sentido novas abordagens surgem, novos objetos, problemas estudados dentro
da disciplina História. Lucien Febvre inaugura a abordagem no uso de textos literários com
obra de "Rabelais" (1483[?]- 1553) para compor a História das Mentalidades. Com isso, na
década de 1970 o surgimento de novos historiadores e com eles novas fontes (escritos,
sonoros, visuais) e novos objetos subjetivos como inconsciente, o cotidiano, a língua, a
literatura, mito, a infância, a juventude, a esta, os meios de comunicação e outros. Essas
mudanças ocorreram na França, os ingleses também renovaram sua historiografia marxista
como Raymond Williams. No Brasil, os trabalhos relevantes surgem a partir da década de
1980, com advento da História Social e Cultural que já era relevante na Europa e Estados
Unidos, conforme (FEREIRA, 2012).
Nesse contexto, a literatura como uma das formas de apreensão do saber histórico
ajuda-nos a entender as subjetividades e complexidades humanas, ademais na prática escolar
a missão de agrupar o saber histórico para dentro das salas de aula no ensino básico de forma
que haja uma conexão do saber histórico com a realidade do mundo em que nós e os
estudantes vivem é um desafio que os professores e professoras encaram no dia a dia de seus
planejamentos escolares.
Ademais, devemos entender a importância da interdisciplinaridade para o ensino de
história, assim, obra literária é percebida como uma manifestação cultural que pode dizer
muito sobre a sociedade a qual pertence ou retrata e caberá ao historiador(a) assumi-la como
fonte de pesquisa, já que toda a obra ficcional está inscrita em um tempo e espaço
específicos, expressando as condições sociais nas quais foi produzida, além da realidade,
sonhos, desejos e utopias.
2) Objetivos gerais a serem alcançados com a proposta (pode ser uma aula, uma
oficina de fontes etc);
Objetivos Gerais
- Conhecer a história de vida da autora da a obra literária Úrsula de Maria Firmina dos
Reis (1859);
- Analisar a relação do contexto histórico que a prosa narra com foco nas violências
vividas na sociedade escravocrata ndo períodoo segundo reinado do período monárquico
no Brasil.
3)
Objetivos específicos
a serem atingidos;
- Identificar as falas das personagens que sofrem violência na escravidãoão escravizadas;
- Estabelecer um diálogo com os significados que a obra Úrsula reapresenta e suas
permanênciascom o mundo circundante atual;
- Sensibilizar os/as estudantes sobre sua participação na sociedade como cidadãos conscientes
de seu poder de atuação e transformação.

Metodologia
- Escrever um texto dissertativo sobre o entendimento de cada estudante sobre essa
obra
4) Metodologia: se aula, qual a concepção pedagógica (pode ser uma aula
dialogada onde os alunos/alunas terão realizado levantamento prévio da fonte etc); se
oficina de fontes, quais fontes serão mobilizadas para o tratamento do tema/problema.
A atividade que decorrerá por 1 mês e uma semana será a leitura conjunta da obra
e ao finalizar a leitura, será feita umaa apresentação de um texto dissertativo sobre a
obra. Esta proposta está prevista para ser realizada em 9 aulas, dando um prazo de
uma semana para a turma adquirir o livro em pdf que será disponibilizado, para leitura
1
on-line, ou para tirar a xerox, tendo em vista que o livroa obra Úrsula está divididao da
seguinte forma: 1 prólogo e 20 capítulos. Dando continuação aos assuntos ministrados em
aulas anteriores, em específico. o segundo reinado do período monárquico no Brasil. No
primeiro momento, na aula de sensibilização e combinados acordos sobre a programação
de leitura, a primeira aula será de apresentação da proposta de leitura conjunta, iremos
apresentar em slide com a capa do livro, ler o prólogo e pedir para a turma tentar
adivinhar quem escreveu a obra e perguntar o que a turmaela entendeu.u, A após as
respostas, deles dividiremos em equipes e mostraremos os capítulos de cada equipe e
umo calendário com as datas de apresentação de cada grupo e seus respectivos
capítulos. Após os 2acordos estabelecidoscombinados, tirar as dúvidas e fazer os sorteios
dos capítulos do livro.
Na segunda aula, será ministradoa a continuação do assunto temático: As
violências sofridas pelos escravizados durante Escravidão no segundo reinado do período
monárquico no Brasil, aulas que j com base no livro didático, aá foram
ministradasexplicação será feita com uma aula dialogada com a turma. As aulas seguintes,
serão de apresentação dos capítulos feitaos pela equipe responsável da data acordada.
Para finalizar a leitura conjunta, faremos um bate-papo on-line, nas aulas do
Google Meet, com o seguinte questionamento: O que nós aprendemos com a leitura
conjunta de Úrsula e nosso assunto das violências ocorridas na escravidão do segundo
reinado de Escravidão no Brasil? E por fim, a entrega do texto diessertativo.

1 Devido ao contexto de pandemia e crise sanitária, as aulas são na modalidade remota e acontecerãom pelo
Google Meet.
2 Observação: todas as aulas serão gravadas para que a turma possa rever e tirar as suas dúvidas sobre os
combinadosacordos, além de ser disponibilizado um vídeo modelo de como será a apresentação da equipe; um
pdf com todos os critérios da atividade e por fim o cronograma com as datas de apresentação de cada grupo.
Trechos da obra:
Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de
cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis
tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é mais necessário à vida
passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber
a mercadoria humana no porão fomos amarrados em pé e para que não
houvesse receio de revolta, acorrentados como os animais ferozes das
nossas matas, que se leva para recreio dos potentados da Europa. Davam-se
a água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais
porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de ar, de
alimento e de água. É horrível lembrar que criaturas humanas tratem a seus
semelhantes assim e que não lhes doa a consciência de leva-los à sepultura
asfixiados e famintos! (REIS, 2018, p. 116).

Nesse trecho retrata as violências que ocorriam durante a escravidão no Brasil, como
é visto na obra de Maria Firmina do Reis. A autora relata as péssimas condições nas quais
aquelas personagens escravizadas eram sujeitas nesse cenário caótico, que nos faz enxergar
como os negros escravizados eram tratados como animais ferozes, de acordo com a narrativa
da autora. Nesse sentido, espera-se que os/as estudantes consigam diagnosticar trechos de
violências como este.
Em seguida temos outro trecho em que Reis relata:

...Seu marido era um homem mau, e eu suportei em silêncio o peso do seu


rigor. E ela chorava, porque doía-lhe na alma a dureza de seu esposo para
com os míseros escravos, mas ele via-os expirar debaixo dos açoites os mais
cruéis, das torturas do anjinho, do cepo e outros instrumentos de sua
malvadeza, ou então nas prisões onde os sepultavam vivos, onde, carregados
de ferros, como malévolos assassinos, acabavam a existência, amaldiçoando
a escravidão; e quantas vezes aos mesmos céus!... (REIS, 2018, p. 117).

No trecho acima, Reis relatou as ações do Comendador Fernando P., descrevendo-o


como um homem tolo, orgulhoso e malvado que dava ordens, então ele humilhava dois
escravos, convocando-os como animais. Como análise em sala de aula, espera-se que durante
a leitura haja o entendimento de como esses sofrimentos violentos vividos pelos escravizados
podem servir de argumentos que nos ajudem a questionar como os negros eram tratados e
como sua imagem era expressa na sociedade.

Observação: é necessário que trechos da fonte escolhida sejam trazidos para a


proposta de vocês e forneçam exemplo de como irão analisá-los com as alunas/alunos.
Preciso “ver” a análise da fonte acontecendo aqui no texto.
4) Recursos: os materiais necessários para o desenvolvimento da atividade;
● Internet de qualidade
● Livro impresso ou leitura on-line em pdf
● Notebook
● Arquivos em pdf
● Livro didático
5) Fontes
Livro didático
REIS, Maria Firmina dos. Úrsula. Porto Alegre: Taverna, 2018.
● REIS, Maria Firmina dos. Úrsula. Florianópolis: Editoras Mulheres; Belo Horizonte:
PUC Minas, 2009.

Bibliografia. Completamente fora das normas da ABNT.

FERREIRA, Antônio Celso. Literatura: a fonte fecunda. In: PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA,
Tania Regina. O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto 2012. p. 61 a 88.

TAVARES, E. Literatura e História no romance feminino do Brasil no século XIX:


Ùrsula.007.Disponível:http://www.uesc.br/seminariomulher/anais/PDF/ELEUZA%20DIANA
%20ALMEIDA%20TAVARES.pdf.
REIS, Maria Firmina dos. Úrsula. Porto Alegre: Taverna, 2018. falta referenciar os trabalhos
abaixo:
Livro: Karnal - Leandro Ensino de Historia na sala de aula
Artigo: A INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE HISTÓRIA: RELAÇÕES
POSSÍVEIS ENTRE A HISTÓRIA E A LITERATURA

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