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1. A dificuldade pode ser geral (lentidão) ou específica (escrita).

2. O profissional deve estar ciente das variáveis que podem influenciar o desempenho
de uma criança em uma determinada tarefa.

3. A intervenção eficiente implica: - montar um programa que considere as exigências


da tarefa, as habilidades cognitivas da criança e o contexto não qual a intervenção
ocorrerá.

4. Classificação das causas :etiológicas – lesão ou anormalidade dos órgãos dos


sentidos. Funcionais discrepância entre habilidades e realização.

5. Modelo cognitivo de análise das D.A. – tarefa, criança e meio.

Slide 01 – A tarefa

Para se compreender as exigências de uma tarefa é preciso decompô-la em uma série


de tarefas menores.

Identificar as habilidades, pré-requisitos e processamento cognitivo exigido para cada


sub-tarefa.

Ex: escreva as vogais do alfabeto:

A) a criança tem ou não capacidade motora para escrever?

B) a criança identifica e reconhece cada letra do alfabeto (som mais signo)?

C) o que a criança tem gravado na sua memória, como a processa?

Cada uma dessas partes é uma sub-tarefa antes da tarefa final.

Slide 02

*Como funciona o sistema cognitivo da criança/ Quais habilidades ela domina para
processar a tarefa?

É necessário avaliar o processo cognitivo em seu desenvolvimento (provas


piagetianas), além dos pré-requisitos neurológicos e motivacionais.

* Muitas vezes a testagem das habilidades intelectuais da criança também se faz


necessária.
Slide 03 - Ambiente

O meio é o contexto no qual a criança e a tarefa se interagem

O meio pode ser o fator principal e agravante do problema de aprendizagem de uma


criança.

Mesmo que o meio não seja o fator desencadeador do problema, mudá-lo pode
auxiliar na resolução da dificuldade.

Visão ecológica do desenvolvimento humano – Bronfenbrenner (1986).

Slide 04 – Outros elementos da análise

1. Arquitetura Cognitiva – é a estrutura inata do sistema cognitivo (principal


representante é a memória). Para aprender, a criança necessita estar equipada desde
o nascimento – as crianças já nascem com um sofisticado sistema organizacional de
processamento da informação.

2. Representações mentais – estrutura de informações. Os inputs externos geram


informações e ações que são transformadas pelo sistema cognitivo antes do
armazenamento na memória = representações mentais.

Essas representações sofrem alterações ao longo do processo de desenvolvimento –


ampliam-se, modificam-se, reestruturam-se.

No caso das D.A. qual a representação normal e evolutiva de um dado conhecimento


(Piaget, Vygotsky).

3. Processos de tarefas – para transformar o input externo em representação interna,


é preciso processá-lo.

O sistema cognitivo tem métodos automáticos de processamento: - associações,


estratégias ambientais repetidas (exercício).

4. Processos metacognitivos – é a compreensão pela criança de que precisa aplicar


determinadas estratégias para alcançar um objetivo, ter um bom desempenho (ex:
compreender que realizar um exercício matemático é essencial para evocar os
conceitos estudados).

Crianças que têm crença negativa sobre seu sistema cognitivo, não se esforçam e
comprometem o seu treino (não relacionam esforço cognitivo com sucesso).

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