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IX Seminário Técnico de Proteção e Controle

1 a 5 de Junho de 2008

Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Sistemas Especiais de Proteção Associados às Subestações 230kV Guamá e Utinga da


Eletronorte

Carlos Alberto Muniz Mônica Braga Mônica Falcão Rogério Antônio da


Cerqueira Teixeira Souto Silva
ONS Eletronorte ONS Eletronorte
carlosmc@ons.org.br mbteixeira@eln.gov.br monicafs@ons.org.br ras@eln.gov.br

Palavras-chave
Alívio de carga
CLP
ECE
SEP
Sobrecarga

Resumo
Este informe técnico apresenta os Sistemas Especiais de Proteção – SEP definidos e implantados nas
subestações 230kV Guamá e Utinga da Eletronorte, que atendem a região metropolitana da cidade de
Belém, capital do Estado do Pará.
Em função da alteração significativa da topologia da rede elétrica de atendimento à região
metropolitana de Belém, após a entrada em operação da LT 230kV Vila do Conde – Santa Maria
foram definidos e atualizados dois SEP em cada subestação, que foram implantados em novembro de
2007.
O primeiro SEP tem o objetivo de evitar o colapso de tensão e o desligamento descontrolado de cargas
após a perda dupla dos circuitos 230kV Vila do Conde – Guamá ou Guamá – Utinga, ou perda
simples, durante a indisponibilidade do circuito paralelo no referido eixo, permitindo manter o
suprimento das cargas mais prioritárias na área Belém a partir da LT 230kV Vila do Conde – Santa
Maria, através do corte automático de carga nas subestações de Guamá e Utinga e do desligamento de
banco de capacitores na SE Utinga.
O segundo SEP tem o objetivo de evitar sobrecarga dos transformadores 230/69/13,8kV nas
subestações de Guamá e Utinga, quando da contingência de perda de um dos transformadores dessas
subestações, também através do corte automático de carga.

1. Introdução

Este informe técnico descreve os Sistemas Especiais de Proteção – SEP sensibilizados pela perda
dupla dos circuitos 230kV Vila do Conde – Guamá ou Guamá – Utinga e pela condição de sobrecarga
dos transformadores remanescentes nas subestações de Guamá e Utinga, quando da perda de um dos
transformadores.
É apresentado um sumário dos resultados dos estudos realizados que determinaram a sua concepção,
como também a solução adotada, de utilizar um Controlador Lógico Programável – CLP. Os
benefícios advindos da sua implantação foram o aumento da segurança operacional para essas
instalações, com a otimização do montante de carga a ser cortada e de forma controlada, bem como a
redução do tempo de restabelecimento, evitando-se o desligamento descontrolado de cargas, quando
das contingências citadas.

2. Desenvolvimento

A entrada em operação da LT 230kV Vila do Conde – Santa Maria alterou significativamente a


topologia da rede elétrica que atende a região metropolitana de Belém, composta até então por apenas
dois circuitos 230kV Vila do Conde – Guamá e Guamá – Utinga, que compartilham a mesma
estrutura. Assim a perda dupla no eixo Vila do Conde – Guamá – Utinga não implicaria,
necessariamente, no desligamento de toda a carga na região, porém poderia levar o sistema elétrico
local a um colapso de tensão, acarretando desligamento descontrolado de cargas.

Figura 1: Rede elétrica da área Belém

Por este motivo foram desenvolvidos estudos pelo ONS que culminaram em 2006 na definição de um
Sistema Especial de Proteção – SEP, de corte automático de cargas de modo a garantir os limites
impostos ao sistema por estabilidade e por regulação de tensão, na configuração após a contingência
de perda dupla dos circuitos citados.
Como premissas do estudo, foram consideradas as cargas que constam do Estudo do Planejamento da
Operação Elétrica do Sistema Interligado Nacional – Mensal de Março 2006, e modeladas com 60%
de impedância constante e 40% de potência constante. Foi realizada analise em diversos patamares de
carga e foi considerada a disponibilidade dos equipamentos de suporte de reativos nas SE Vila do
Conde e Utinga.
Como resultado foi observado uma sensibilidade das tensões em relação ao corte de carga bem maior
nas subestações de Guamá e Utinga do que em Santa Maria. Assim, para minimizar o corte de carga
necessário, foi proposto que o corte automático de cargas ocorra apenas nas subestações de Guamá e
Utinga.
Para determinação dos alimentadores a serem incluídos no corte de carga considerou-se o percentual
da carga total por alimentador ao longo da jornada diária, bem como a localização das cargas
consideradas essenciais na região.
Foi verificado que a operação da SE Utinga 230kV, com dois bancos de capacitores implica em uma
elevada sensibilidade das tensões em relação ao corte de carga efetuado pelo SEP, devido ao sistema
passar a operar próximo ao seu limite de estabilidade de tensão. Além disto, o montante de carga dos
alimentadores a serem desligados em Guamá e Utinga representa um percentual muito significativo da
carga destas subestações, podendo ocorrer sobretensões no sistema, após a atuação do SEP. Desta
forma, foi definido que o SEP também desligue um dos bancos de capacitores 230kV da SE Utinga,
quando os dois bancos estiverem energizados.
Devido à grande sensibilidade das tensões em relação ao corte de carga e à tensão na SE Vila do
Conde 230kV no momento imediatamente anterior ao distúrbio, foram definidas faixas de fluxo, de
forma que o montante de corte de carga a ser desligado pelo SEP no limite superior da faixa de fluxo
não acarrete a atuação das proteções de sobretensão temporizadas das linhas de transmissão no limite
inferior da faixa de fluxo, com tensão na SE Vila do Conde, antes da contingência, no limite superior.

Para perda dupla da LT 230kV Guamá – Utinga, foi definido instalar um SEP na SE Utinga, com
lógicas de identificação do número de bancos de capacitores 230kV energizados, a condição de
ausência de fluxo nos dois circuitos indicados, assim considerado o fluxo de potência ativa inferior a
10MW, no sentido de Guamá para Utinga e a condição prévia de carga, definida pelo fluxo de
potência ativa nos dois circuitos da LT, no momento imediatamente anterior ao distúrbio. Para fluxo
total inferior a 140MW o SEP deverá ficar fora de operação.
Este SEP atua desligando um dos bancos de capacitores 230kV da SE Utinga, no caso de estarem
energizados os dois bancos e promove corte de carga em função do fluxo nas respectivas linhas de
transmissão, conforme tabela a seguir:

Tabela 1: Descrição do esquema de perda dupla da LT 230kV Guamá – Utinga

Fluxo de potência ativa na


LT 230kV Guamá – Utinga C1/C2, medido Alimentador a ser desligado
% carga
na SE Utinga antes do distúrbio na SE Utinga
(MW)
P < 140 - - - - - 0
LT Utinga – Coqueiro - 1 e 2
140 <= P < 240 46
LT Utinga – Icoaraci
LT Utinga – Coqueiro - 1 e 2
240 <= P < 310 LT Utinga – Icoaraci 61
Utinga Distribuição 1 e 2
LT Utinga – Coqueiro - 1 e 2
LT Utinga – Icoaraci
P >= 310 70
Utinga Distribuição 1 e 2
LT Utinga – Benevides 1 e 2
Para a perda dupla da LT 230kV Vila do Conde – Guamá, foi definido instalar um SEP na SE Guamá,
com lógicas de identificação da condição de ausência de fluxo nos dois circuitos 230kV indicados,
assim considerado o fluxo de potência ativa inferior a 10MW, no sentido de Vila do Conde para
Guamá e a condição prévia de carga definida pelo fluxo de potência ativa nos dois circuitos 230kV, no
momento imediatamente anterior ao distúrbio. Para fluxos inferiores a 160MW nestas linhas, o SEP
deverá ficar fora de operação.
Este SEP desliga toda a carga da SE Guamá 230kV, o que acarretará um fluxo de potência ativa nulo
nas LT 230kV Guamá – Utinga, levando em conseqüência a atuação do SEP proposto para a SE
Utinga , quando da perda dupla das LT 230kV Guamá – Utinga, descrito anteriormente.

Tabela 2: Descrição do esquema de perda dupla da LT 230kV Vila do Conde – Guamá

Fluxo de potência ativa na


LT 230kV Vila do Conde – Guamá C1/C2, Transformador a ser desligado
% carga
medido na SE Guamá antes do distúrbio na SE Guamá
(MW)
P < 160 - - - - - 0

GMTF6-01
P >= 160 100
GMTF6-02

Os estudos desenvolvidos pelo ONS em 2006 também reavaliaram a filosofia de atuação dos
esquemas de corte de carga existentes nas subestações 230kV de Guamá e Utinga da Eletronorte, para
a condição de sobrecarga nos transformadores remanescentes, quando da perda de um dos
transformadores destas subestações . Visou otimizar e adequar o corte de carga, para garantir que os
carregamentos nos transformadores remanescentes sejam inferiores ou iguais a 120% dos seus
carregamentos nominais, após suas atuações, e permitir a elevação do limite de proteção no setor de
230kV dos transformadores 230/69kV – 150MVA da SE Utinga.

Como premissa do estudo foi considerada a carga prevista para as SE Guamá e Utinga, horizonte
dezembro/2007, obtida do estudo do Plano de Ampliações e Reforços – ciclo 2008/2010.
As subestações de Guamá e Utinga da Celpa apresentam arranjo no setor de 69kV com duas seções de
barras interligadas por um disjuntor de interligação de barras. Os esquemas de corte até então
implantados nessas instalações da Eletronorte promoviam a abertura do disjuntor de interligação de
barras de 69kV da Celpa, quando da perda de um transformador 230/69kV.

Na SE Guamá o corte correspondia a cerca de 50% das cargas. A perda de um dos transformadores em
operação provocaria carregamento de até 138% / 125% nos enrolamentos primário e secundário do
transformador remanescente, valor que não sensibiliza as proteções de sobrecorrente de fase dos
transformadores. O SEP definido alterou a filosofia de atuação e visa reduzir o carregamento dos
transformadores remanescentes ao valor de 120%, valor liberado pela Eletronorte por 30 minutos. Foi
desativada a ordem de desligamento para o disjuntor 69kV de interligação das seções de barras e
substituído pelo desligamento dos disjuntores 69kV dos alimentadores Distribuição, que corresponde
a 11% da carga total da SE Guamá, e Coqueiro – Miramar 1, que normalmente opera energizado em
vazio, porém eventualmente, há possibilidade de transferir cargas da SE Utinga para a SE Guamá,
supridas por este alimentador. Na perda de um dos dois transformadores da SE Guamá, após a atuação
do SEP implantado, espera-se carregamento máximo de 120% / 111% nos enrolamentos primário e
secundário do transformador remanescente.
Na SE Utinga o corte correspondia a cerca de 50% das cargas. A perda de um dos transformadores em
operação provocaria carregamento de até 145% / 131% nos enrolamentos primário e secundário dos
transformadores remanescentes, valor superior ao ajuste das proteções de sobrecorrente de fase dos
transformadores. O SEP definido alterou a filosofia de atuação e visa reduzir o carregamento dos
transformadores remanescentes ao valor de 120%, valor liberado pela Eletronorte por 30 minutos. Foi
desativada a ordem de desligamento para o disjuntor 69kV de interligação das seções de barras e
substituído pelo desligamento dos disjuntores 69kV dos alimentadores Distribuição 1 e 2 e Benevides
1 e 2, que correspondem a 16% e 9% da carga total da SE Utinga. Na perda de um dos três
transformadores da SE Utinga, após a atuação do SEP implantado, espera-se carregamento máximo de
112% / 101% nos enrolamentos primário e secundário dos transformadores remanescentes.
Os SEP definidos estão adequados até a energização do terceiro transformador 230/69kV – 150MVA
na SE Guamá, quando deverão ser reavaliados, pois haverá transferência de cargas da SE Utinga para
a SE Guamá. A nova filosofia de atuação definida proporcionará na SE Guamá, a redução no corte de
carga de 50% para 11% e na SE Utinga 50% para 24%. Como conseqüência foi possível elevar o
limite de proteção para os relés de sobrecorrente de fase, no enrolamento primário dos
transformadores da SE Utinga, de 119,5% para 145% da corrente nominal.

Com os estudos concluídos, foi realizada reunião técnica entre ONS, Eletronorte e Celpa para
nivelamento dos requisitos dos SEP e definição das responsabilidades de implantação.
Coube a Eletronorte a responsabilidade de implantar os SEP, considerados como reforços em
instalações de transmissão da Rede Básica, nos termos das resoluções Aneel 158/2005 e 242/2006,
para efeito de ressarcimento dos custos envolvidos, por ocasião da revisão da Receita Anual Permitida.
Coube a Celpa a responsabilidade de adequar os sistemas de controle e proteção de seus alimentadores
de 69kV, para bloquear a partida do religamento automático, quando desligados pela atuação dos
referidos SEP.

A solução implantada é composta por um Controlador Lógico Programável – CLP, de fabricação


Siemens / VA Tech modelo AK-1703, em cada subestação, independente, mas integrado ao Sistema
de Proteção, Controle e Supervisão – SPCS existente.
Este CLP é composto por módulos redundantes de alimentação, processamento e comunicação, de
forma que o defeito de um módulo ou a perda de uma das fontes de alimentação não indispõe o
sistema, possuindo assim grande disponibilidade. É composto também por módulos de entradas
digitais, usados para aquisição de posição de seccionadoras e disjuntores, por módulos de saídas
digitais, para comandar o disparo para desligamento de disjuntores, e ainda por módulos de entradas
analógicas, conectados aos transformadores de tensão – TP e de corrente – TC de cada linha e
transformador, para fazer a medição das grandezas elétricas. Estas medidas são processadas por
lógicas, disponibilizando as informações necessárias para disparo (sobrecorrente e subpotência) e para
bloqueio (subtensão e subcorrente) dos esquemas.
Foi observado que o tempo intrínseco para processamento da lógica é bem mais elevado do que o
tempo que seria obtido utilizando-se relés de proteção dedicados. Os ensaios obtidos mostram tempo
de atuação de até 250 milissegundos. Uma vez que o tempo admitido de atuação total do SEP,
considerando o tempo de abertura dos disjuntores primários, era de até 300 milissegundos, foi possível
utilizar apenas o CLP, dispensando-se assim a aquisição de relés de proteção dedicados. Isto significou
não apenas a redução dos custos como também a simplificação do projeto, tanto para implantação
quanto para manutenção e maior flexibilidade para atender a adequação futura.
Neste CLP foram implantadas as lógicas funcionais apresentadas nas figuras abaixo.
Observamos que o esquema identifica a perda de linha através de lógica de medição de subpotência.
Isto simplificou bastante o projeto, pois não foi necessário fazer a aquisição da posição de todas as
chaves seccionadoras e disjuntores dos bays de linha nem do bay de paralelo, além de simplificar os
testes durante o comissionamento. Propicia também a identificação da perda de linha quando esta
acontece pela abertura apenas no terminal oposto, dispensando a comunicação de dados entre as
subestações.

Figura 2: Lógica do esquema de perda dupla da LT 230kV Vila do Conde – Guamá


MW-VCGM1
+
MW-VCGM2 >
160 =
ECE-VCGM
desativado
E
MW-VCGM1 Desligar TF1
<
10 E Desligar TF2

MW-VCGM2
<
10

Figura 3: Lógica do esquema de perda dupla da LT 230kV Guamá – Utinga


89.1bcAberta
O
52.1bcAberta
U
89.IbcAberta BC1Aberto
E
89.IIbcAberta
O
89.2bcAberta
U
52.2bcAberta BC2Aberto

MW-GMUG1
+
MW-GMUG2 >
140 =
E
Faixa1
<
240
E
Faixa2
<
310 Faixa3
ECE-GMUG
desativado
MW-GMUG1
<
10 E

MW-GMUG2
<
10
E
Faixa3 Desligar 3o estágio

(Benevides 1/2)
O
E
U
Faixa2 Desligar 2o estágio

(Distribuição 1/2)
O
E
U
Faixa1 Desligar 1o estágio

BC1Aberto (Coqueiro 1/2 e Icoaraci)


O
E
U
BC2Aberto Desligar BC1
Destacamos também que o esquema identifica a sobrecarga através de lógica de sobrecorrente,
simultaneamente nas três fases do transformador. Para evitar atuação indevida verifica se ao menos
um dos demais transformadores saiu de operação por lógica de subcorrente e ainda se não há
subtensão, condição que bloqueia sua atuação, para o caso de curto-circuito nos alimentadores e
circuitos adjacentes.

Figura 4: Lógica do esquema de sobrecarga dos transformadores da SE Guamá


ECE-GMTF
desativado
37TF1

27TF2 E
E
51TF2 t 0 Desligar
T O
37TF2 t 0 U (Coqueiro 1 e Distribuição)
T
27TF1 E

51TF1

Figura 5: Lógica do esquema de sobrecarga dos transformadores da SE Utinga


ECE-UGTF
desativado
37TF2
O
37TF3 U

27TF1 E

51TF1 t 0
T
37TF1
O
37TF3 U
E
27TF2 E Desligar
O
51TF2 t 0 (Distribuição 1/2 e Benevides 1/2)
T U
37TF1
O
37TF2 U t 0
T
27TF3 E

51TF3

Outras questões foram observadas, como o bloqueio de atuação em caso de defeito do CLP, falha de
comunicação ou inserção de pente de teste em algum dos módulos de medição de linha ou
transformador ou abertura do minidisjuntor dos TP de linha.
A utilização de CLP proporciona, portanto, condições para aumentar a segurança, evitando atuações
indevidas.

O CLP foi integrado ao SPCS existente. Na SE Utinga a integração foi feita com o Sage local,
utilizando a norma IEC 61850. Na SE Guamá esta integração utilizou o protocolo IEC 60870-5-104.

Estes SEP foram implantados em novembro de 2007. Até o momento não foi registrada nenhuma
atuação.
3. Conclusões

Os benefícios advindos da implantação desses Sistemas Especiais de Proteção - SEP foram a operação
mais segura das subestações, a otimização do montante de carga a ser cortada, dependente do
carregamento pré-falta do sistema, e a redução do tempo de restabelecimento, evitando-se o
desligamento descontrolado de cargas no caso de contingências.

A utilização de CLP para implantação de Sistemas Especiais de Proteção proporcionou a redução dos
custos, a simplificação do projeto, aumento da segurança e confiabilidade e maior flexibilidade para
atender a atualizações futuras.

A implantação de Sistemas Especiais de Proteção é uma tarefa complexa, que envolve inúmeras áreas
em diversas empresas, exigindo uma coordenação, para evitar mal entendidos ao longo do
desenvolvimento do projeto, de forma que os objetivos e requisitos sejam alcançados. A principal
dificuldade é o entendimento e transmissão das necessidades e requisitos técnicos e operacionais dos
especialistas que realizam os estudos operacionais, para a área de projeto e engenharia, para o
fornecedor e finalmente para a área de operação e manutenção. Geralmente cada sistema especial de
proteção é único e diferente dos demais, não havendo uma solução padronizada, o que aumenta os
custos de desenvolvimento de projeto.

4. Referências bibliográficas e/ou bibliografia

ONS, Núcleo Regional Norte Nordeste, Relatório ONS RE 3/184/2005 – revisão 3, Definição de
esquema de corte de carga para perda dupla de LT no trecho Vila do Conde – Guamá – Utinga 230kV
e reavaliação dos esquemas para perda de transformadores nas subestações de Guamá e Utinga.

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