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UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE

ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES

P ROGRAMA DE LICENCIATURA EM JORNALISMO

(documento para discussão)


JORNALISMO

MAPUTO, SETEMBRO DE 2003

INDICE

Ficha Técnica 3
1. Introdução 4
1.1. Missão da Escola de Comunicação e Artes 6
1.2. Objectivos 6
2. Fundamentos e Objectivos do curso de Jornalismo 7
2.1. Fundamentos 7
2.2. Objectivos do curso 7
3. Desenvolvimento do currículo de Jornalismo 8
3.1. Currículo Baseado em Competências 8
3.1.1 Perfil Profissional 9
.
3.1.2 Áreas de Concentração 9
.
3.1.3 Perfil do Graduado 10
4. Estrutura e Duração do Curso 11
4.1. Estrutura do Curso de Jornalismo 11
4.2. Sintese do plano de estudo por semestre 12
4.3. Duração 13
4.4. Estágio 14

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JORNALISMO

5. Estratégia de Ensino-Aprendizagem 14
6. Estratégia de Avaliação 14
7. Culminação do Curso 15
8. Condições de Ingresso 15
9. Recursos Humanos, Materiais e Espaço Físico 15
9.1. Recursos Humanos 15
9.2. Espaço Físico 16
9.3. Recursos Materiais, Instrucionais e Equipamentos 16
9.4. Bibliografia e Materiais Técnicos 16
10. Documentos Consultados 16
11. Anexos: Planos Temáticos 17

Ficha Técnica

Coordenador:
EDUARDO NAMBURETE, M.A.
Universidade Eduardo mondlane

Especialista Assistente:
ERNESTO MANDLATE, MA.
Faculdade de Educação
Universidade Eduardo Mondlane

3 ECA
JORNALISMO

Colaboração:
JOSÉ COELHO SOBRINHO, Ph.D.
Escola de Comunicação e Artes,
Universidade de São Paulo, Brasil

MITCHELL LAND, Ph.D.


Mayborn Graduate Institute of Journalism,
Universidade de North Texas, EUA

REGINA BRITO, Ph.D.


Faculdade de Letras
Universidade Mackenzie, Brasil

BENALVA VITÓRIO, Ph.D.


Faculdade de Comunicação Social
Universidade Católica de Santos, Brasil

FELISBERTO TINGA, M.Sc.


Gabinete de Comunicação e Informação
SOFIA IBRAIMO, M.A.
Directora ICSM, Maputo, Moçambique
BERNARDO MAVANGA, Lic.
Docente Universitário
ELIANA NAMBURETE, Lic.
Universidade Eduardo Mondlane
SIMÃO ANGUILAZE, Lic.
Ex. PCA da Televisão de Moçambique,TVM

SALOMÃO MOYANA, Lic.


Jornalista e Docente Universitário

4 ECA
JORNALISMO

1. introdução

Por deliberação do Conselho Universitário da UEM1, após apreciação positiva


do Conselho Académico da UEM, foi criada a Escola de Comunicação e Artes
(ECA) da UEM no dia 29 de Novembro de 2002. E por recomendação do
Magnífico Reitor da UEM, a coordenação desta nova Escola de Comunicação
e Artes deveria desencadear acções para a operacionalização dos
pressupostos contidos no documento-projecto da criação da ECA,
nomeadamente a elaboração do currículo do primeiro curso de licenciatura
em Jornalismo.

A criação da Escola de Comunicação e Artes foi o culminar de uma etapa do


mandato da Coissão Preparatória da Escola de Comunicação e Artes
(CPECA), nomeada através do Despacho Reitoral de 20 de Abril de 2001,
cujos termos de referência incluíam estudar a viabilidade da criação da ECA
na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), e elaborar o respectivo projecto.

A ideia da criação da Escola de Comunicação e Artes na UEM surge no


âmbito da operacionalização do Plano Estratégico da UEM 1999-2003, que
recomenda, no seu Objectivo Estratégico 6, – Aumentar o número de
ingressos, e no seu ponto 7 orienta para “Desencadear o processo de
introdução de novos cursos universitários em outras áreas do
conhecimento”. E ainda segundo o mesmo Plano Estratégico, “...estes
podem ser cursos de ciências marinhas, de educação, de ambiente, de
turismo e hotelaria, de comunicação e de administração pública, de
biotecnologia, de enfermagem, de estomatologia, de farmácia, etc.” Foi no
espírito do cumprimento das directrizes do Plano Estratégico da UEM que
um pequeno grupo de profissionais e estudiosos da comunicação social, sob
a coordenação do director do Gabinete de Imprensa da UEM, iniciou uma
reflexão sobre a viabilidade da criação de um curso universitário em
comunicação social na maior e mais antiga instituição do ensino superior do
país.

Num primeiro momento as reflexões seguiram a direcção de se criar uma


licenciatura em comunicação social, que poderia estar ou na Faculdade de
1
Deliberação do Conselho Universitário nº 14/CUN/2002

5 ECA
JORNALISMO

Letras ou na UFICS, mas muito cedo percebeu-se que esta não responderia
àquilo que são as necessidades do sector da comunicação social do país,
conforme indentificado pelo Estudo Sobre o Ensino e Formação em
Jornalismo e Comunicação Social em Moçambique, realizado pela UNESCO
em 2000, e outras áreas identificadas como prioritárias, nos vários
seminários realizados nos últimos anos, tais como o cinema, a produção
audiovisual, as relações públicas e a publicidade e propaganda, de entre
outras.

A um outro nível das discussões, a CPECA verificou-se que a mesma


demanda que se verifica no sector da comunicação social, em relação à
falta de técnicos qualificados, verifica-se com a mesma impiedade, também
no sector das artes. Sendo assim e apercebendo-se do carácter
indissociável das duas áreas, artes e comunicação social, optou-se por
incluir nestas reflexões os cursos de artes, como a música, teatro e artes
visuais.

Foi consensual a conclusão de que a criação de uma unidade na UEM que


pudesse responder pela leccionação de cursos superiores de comunicação,
aqui incluindo jornalismo, relações públicas, publicidade e propaganda, e
produção audiovisual, era necessária, pertinente e urgente, pois sendo esta
uma universidade pública, com bastante tradição no ensino, investigação e
extensão, a nível superior, estaria em melhores condições de oferecer estes
cursos a um número maior de moçambicanos que, por razões económicas,
estariam impedidos de ingressar nas três instituições de ensino superior
privadas que oferecem cursos de comunicação, nomeadamente o Instituto
Superior Politécnico e Universitário (ISPU), a Universidade Católica de
Moçambique (UCM) e o Instituto Superior de Ciência e Tecnologia de
Moçambique (ISCTEM).

Este é o contexto que determina as razões da criação de uma Escola de


Comunicação e Artes na UEM que assentam em três pilares: a relação
existente entre cultura e desenvolvimento; a existência de um público de
estudantes, potenciais candidatos que, por falta de opções para seguirem a
sua vocação, procuram outros cursos e, finalmente, o papel de uma
universidade de criar as condições para que todos os ramos do

6 ECA
JORNALISMO

conhecimento estejam presentes nos seus currículos. São estas razões que
fundamentam a visão, missão e os objectivos da ECA.

Durante o primeiro ano do seu mandato (Abril 2001 a Abril 2002), a CPECA
realizou várias actividades com destaque para o lançamento, em Julho de
2001, do curso de mestrado em Jornalismo, em colaboração com a
Universidade de North Texas, no qual participam 15 estudantes
moçambicanos e 2 quenianos da Universidade de Egerton, e a realização do
V Congresso Internacional de Ciências da Comunicação dos Países de Língua
Portuguesa (V LUSOCOM), que contou com a participação de cerca de 350
pessoas, de entre investigadores, docentes e estudantes de comunicação e
artes de Angola, Brasil, São Tomé e Príncipe, Portugal, Cabo Verde, Estados
Unidos da América e Timor-Leste, para além dos encontros de auscultação
das opiniões de profissionais de áreas de actividades do nosso país
pontencialmente interessadas na futura Escola de Comunicação e Artes,
como são os casos de Jornalismo, Relações Públicas, Artes Visuais, Teatro,
Cinema e Música.

O curso de mestrado em jornalismo, como foi mencionado anteriormente,


foi a resposta imediata ao problema da falta de docentes para esta área,
identificado já no início das reflexões sobre este projecto. Este curso foi
programado para ser conduzido em três módulos, tendo o primeiro sido nos
meses de Julho e Agosto de 2001, sob a orientação do Prof. Doutor James
Mueller, professor do Mayborn Graduate Institute of Journalism da
Universidade de North Texas, com a participação do Prof. Doutor Michael
Leslie, da Escola de Jornalismo da Universidade da Flórida. O segundo
módulo realizou-se nos meses de Junho e Julho de 2002 e foi orientado pelo
Prof. Doutor Mitchell Land, director e professor do Mayborn Graduate
Institute of Journalism. A última etapa deste programa está a decorrer desde
Janeiro deste ano nos Estados Unidos da América. Este curso é coordenado
pelo Prof. Doutor Mitchell Land, pela UNT, e pelo Dr. Eduardo Namburete,
coordenador da Escola de Comunicação e Artes da UEM.

O 5º Congresso Internacional de Ciências da Comunicação dos Países de


Língua Portuguesa (V LUSOCOM), cujo tema central foi “O Ensino da
Comunicação no Espaço Lusófono: Presente e Perspectivas” tinha como um
dos principais objectivos a recolha de subsídios que pudessem enriquecer as

7 ECA
JORNALISMO

propostas dos projectos da criação da Escola de Comunicação e Artes e dos


currículos dos cursos a serem leccionados nesta escola, bem como criar um
espaço para um debate sobre o estado do ensino da comunicação e artes
nos países de língua portuguesa e aprender das lições e experiências
desses países e de outras instituições nacionais para benefício da
implementação dos projectos de desenvolvimento da ECA.

Os cursos que esta escola se propõe a oferecer, incluindo os respectivos


perfis e a sua ligação com o mercado de trabalho constituem, do ponto de
vista filosófico, a parte mais importante do projecto, pois concretizam a
justificação para a criação de uma ECA na UEM e no país. É neste mesmo
documento que estão definidas as razões prioritárias para o início do
primeiro curso de jornalismo, razões essas que se prendem, entre outros
factores, às necessidades do mercado e à disponibilidade de recursos
humanos especializados, para compor o corpo docente principal.
Estabeleceu-se também que os cursos a serem leccionados na ECA deverão
ter uma relação estreita com a comunidade, que deverá ser desenvolvida
não apenas nos estágios, mas também através de trabalhos conjuntos de
pesquisa, oficinas pedagógicas e laboratórios de ensino que deverão trazer
experiências do mercado para dentro da universidade. Numa outra
vertente, o projecto procura articular como é que a ECA se relacionará com
as outras faculdades dentro da UEM, para um melhor aproveitamento das
sinergias existentes.

O presente documento, elaborado pela Comissão Instaladora da ECA,


constitui, pois, o projecto curricular do curso de licenciatura em Jornalismo,
o primeiro de um conjunto de sete, a ser introduzido, em Fevereiro de 2004,
no âmbito da implantação da Escola de Comunicação e Artes da
Universidade Eduardo Mondlane.

1.1. missão da eca

8 ECA
JORNALISMO

A Escola de Comunicação e Artes apresenta-se como um centro de reflexão,


produção e difusão de conhecimentos teóricos e práticos no campo da
comunicação social e das artes. Ela se propõe a “fortalecer pedagógica,
científica e academicamente o país em matéria de comunicação social e
artes, rumo a uma sociedade onde a liberdade de expressão contribua para
a solidificação da democracia e para a construção de uma identidade
cultural moçambicana, bem como garantir uma qualidade pedagógica boa
para a formação de profissionais competentes” (In: documento-projecto da
criação da Escola de Comunicação e Artes.Maputo, Outubro 2002).

A Escola de Comunicação e Artes da UEM se propõe a ser um centro de


excelência de ensino e investigação em comunicação e artes do país e da
comunidade dos paises africanos de língua portuguesa.

1.2. objectivos da eca

Constituem objectivos da Escola de Comunicação e Artes os seguintes:

geral:

Formar profissionais conscientes do seu papel social como formadores de


opinião pública e promotores da cultura nas suas diferentes manifestações;
profissionais responsáveis e comprometidos com as transformações da
sociedade para a consolidação da Democracia, Paz e Desenvolvimento do
país.

específicos:

a) Promover cursos de graduação, de pós-graduação e de


especialização na área da comunicação e artes e ciências da
informação.

b) Promover cursos de curta duração nos domínio da comunicção


e artes e ciências da informação;

c) Formar quadros que possam agir para além do mercado


patronal.

d) Capacitar pessoas que sejam capazes de serem


empreendedoras, que tenham iniciativas próprias, que não sejam

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JORNALISMO

formadas apenas para serem empregadas, mas também terem a


iniciativa de criarem os seus próprios negócios;

e) Criar um espaço dinâmico e moderno, de debate sobre


questões nacionais e internacionais que envolvam, de entre outros, o
desenvolvimento dos media, da cultura, da ciência, da tecnologia;

f)Formar técnicos nas áreas de comunicação e artes com base num


currículo adequado à realidade sócio-cultural moçambicana;

g) Formar quadros capazes de trabalhar com a maior


transparência possível numa sociedade de sistema político
multipartidário e de promover a diversidade cultural;

h) Dotar o país de infra-estrutura de investigação e pesquisa e de


técnicos superiores de comunicação e artes capazes de dinamizar e
promover o estudo da comunicação e artes no país.

Ao se elaborar o projecto da criação da Escola de Comunicação e Artes da


UEM identificou-se o curso de Jornalismo como sendo o que daria início às
actividades desta nova unidade académica, por se ter constatado, dos
levantamentos realizados na fase preparatória, que existe um mercado
potencial de candidatos para este curso; e que existia já no país
profissionais com formação superior nesta área que pudessem assegurar a
leccionação das disciplinas deste curso. Foi também na área de Jornalismo
que se lançou a cooperação com a Universidade de North Texas, dos
Estados Unidos da América, no âmbito da qual dez potenciais docentes
estão sendo formados em jornalismo ao nível de mestrado, e com a
Universidade Católica de Santos e a Universidade de São Paulo, que
colaboram no desenvolvimento do presente projecto curricular.

2. fundamentos e objectivos do curso de jornalismo

2.1. fundamentos

A escolha do curso de Jornalismo para o lançamento da Escola de


Comunicação e Artes (ECA) baseou-se na constatação de que os
profissionais que estão no exercício da profissão de jornalista com alguma
formação na área são, na sua maioria, oriundos da Escola de Jornalismo e

10 ECA
JORNALISMO

têm formação de nível médio. Actualmente nenhuma universidade pública


oferece o curso superior em jornalismo, facto que tem bloqueado o caminho
da maioria dos potenciais candidatos a esse curso, devido à falta de
condições económicas para suportarem os estudos no exterior ou nas
universidades privadas no país.

O curso de Jornalismo da ECA está alinhado com o Plano Estratégico da


UEM, que se preocupa com o ensino de qualidade, enfatizando o seu papel
de formar cidadãos responsáveis e comprometidos com as transformações
da sociedade. Está também em consonância com os princípios norteadores
da Declaração de Windoek, saída do seminário da UNESCO sobre a
promoção da imprensa pluralistica e independente em Africa, realizado em
Windoek, Namíbia, em Maio de 1991, que declarou a nessessidade do
estabelecimento e fortalecimento da imprensa livre, pluralistica e
idependente, como factor essencial para o desenvolvimento e manutenção
da democracia nos paises africanos, bem como para o desenvolvimento
económico.

Segundo o Sindicato Nacional dos Jornalistas (SNJ), existem no país cerca de


800 jornalistas (dados de 2002) a exercerem as suas actividades nos
diversos órgãos de comunicação. Desses, apenas 15% têm curso superior e
estes, na sua maioria são graduados em outras áreas que não sejam
jornalismo ou comunicação.

2.2. objectivos do curso

geral:

O curso de Jornalismo da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da


Universidade Eduardo Mondlane (UEM) tem por objectivo formar
profissionais conscientes do seu papel social como formadores de opinião
pública; formar profissionais comprometidos com a transformação da
sociedade para a consolidação do processo democrático e de pacificação do
país rumo a um desenvolvimento harmonioso da nação.

específicos:

11 ECA
JORNALISMO

a) Formar um profissional versátil, com qualidades em todas as


actividades compreendidas pela profissão (reportagem, redacção e
edição jornalística);

b) Formar jornalistas que atendam às várias demandas do mercado,


inclusive como empreendedores do sector;

c) Fornecer subsídios para a formação humanística e cultural adequada


ao exercício da profissão.

d) Fornecer ao aluno ferramentas necessárias para o desenvolvimento


crítico da actividade jornalística;

e) Fornecer elementos para a análise e compreensão do processo


histórico da comunicação e jornalismo em Moçambique, no
continente africano e no mundo.

3. desenvolvimento do currículo de jornalismo

3.1. currículo baseado em competências

As reflexões produzidas pela Comissão Preparatória da Escola de


Comunicação e Artes (CPECA) e as contribuições recolhidas durante o 5º
Congresso Internacional de Ciências da Comunicação dos Paises de Língua
Portuguesa (V LUSOCOM), realizado em Maputo, de 16 a 19 de Abril de
2002, sob os auspícios da UEM, recomendaram a adopção de um currículo
baseado em competências, sintonizando-se desta maneira o presente
projecto curricular com o Novo Quadro Curricular da UEM, que coloca maior
ênfase na providência de habilidades aos profissionais em início de carreira
ou em exercício para realizarem com eficiência as suas actividades num
ambiente social, político e económico em constante mutação. Portanto, a
formação em Jornalismo na ECA será fundamentalmente um processo de
aquisição de competências e habilidades nas diferentes áreas de
concentração, nomeadamente imprensa escrita, radiojornalismo e

12 ECA
JORNALISMO

telejornalismo, colocando-se sempre em perspectiva a aliança entre a teoria


e a prática.

“Não restam dúvidas de que um curso de graduação nas áreas de


jornalismo, relações públicas, publicidade etc. requer a preparação para o
exercício profissional. Afinal, o estudante entra numa universidade
esperando se habilitar para trabalhar, ter um bom emprego e ganhar muito
dinheiro... O que seria de um médico se, depois de cinco ou seis anos numa
universidade, não soubesse diagnosticar doenças e indicar os meios de
curá-las? Porém, não basta que o médico conheça doenças e saiba
prescrever medicamentos. É preciso também que ele compreenda a
realidade social do paciente2, entenda de gente e respeite o organismo da
pessoa como um todo3. O mesmo se espera do graduado em Comunicação:
do jornalista, que saiba apurar fatos, redigir matérias e assim por diante...
No entanto, para que haja uma boa matéria sobre eleições, um programa
adequado de comunicação empresarial..., se pressupõe que estejam
fundamentados em teorias e em conhecimentos científicos já disponíveis na
sociedade. Para fazer uma boa matéria sobre eleições, por exemplo, há que
se conhecer a histórica política do país, compreender o jogo de interesses
entre as classes sociais, saber de ciência política etc.” (Peruzzo 2002)

“... Para levar a bom termo um programa de comunicação de uma


instituição, é necessário compreender as teorias da administração, do
planejamento e dos processos de comunicação etc. Por outro lado, o papel
da universidade não é apenas formar mão-de-obra para o mercado, não é
formar o indivíduo para que se enquadre nas regras da concorrência ou da
empresa, independentemente de sua desenvoltura. O domínio das técnicas,
obviamente requeridas, não pode conduzir a uma ação robótica dos futuros
profissionais, nem a uma preparação restrita ao interesse imediato de
certas empresas. A formação técnica específica será dada pela própria
empresa, de maneira muito bem feita e em pouco tempo. A
responsabilidade da universidade é formar o profissional, sim, mas também
o cidadão. Um profissional competente, com profundo conhecimento de
teorias e técnicas, mas também preparado para a vida, que possa contribuir

2
De que adiantaria prescrever uma lista de medicamentos a um paciente que não teria como
adquiri-los?
3
Não poderia fazer uma cirurgia de cataratas com anestesia geral sem o cuidado com as
condições cardiológicas do paciente, por exemplo.

13 ECA
JORNALISMO

para a superação de relações anti-éticas não raramente instituídas no


mercado, ao invés de simplesmente se adaptar a elas.”4

Ensinar a pensar, reflectir sobre a prática profissional para uma actuação


crítica e inovadora será um dos grandes marcos deste curso que estimula a
versatilidade, na perspectiva do profissional polivalente, no cotidiano da
prática didático-pedagógia. E sendo o Jornalista um historiador do presente,
torna-se imperioso que ele tenha conhecimentos teóricos gerais e
específicos da sua área de actuação e cultura humanística para poder fazer
a contextualização necessária e a articulação histórico-crítica dos factos
actuais do interesse público, relacionando-os com o passado para
possibilitar uma análise prospectiva do futuro.

3.1.1. perfil profissional

Para a elaboração do perfil profissional, foram realizados, em vários


momentos distintos, encontros com editores de jornais, rádio e televisão,
jornalistas seniores e investigadores do sector da comunicação social.
Foram também realizadas consultas à documentação disponível sobre o
ensino e formação em jornalismo em Moçambique e no mundo, que
permitiram a elaboração do perfil profissional de um jornalista. Sugeriu-se
nessas ocasiões a adopção de três especialidades, jornalista de escrita,
jornalista de rádio e jornalista de televisão.

O Jornalista formado pela ECA da UEM deve ter uma boa formação cultural;
amplo conhecimento da língua portuguesa, expresso na capacidade de
escrever bem e interpretar o texto escrito; conhecimento da língua inglesa;
criatividade e entrega no trabalho e responsabilidades ética e profissional.
Ele deve possuir as seguintes competências e habilidades:

genéricas:

4
PERUZZO, Cecília M. K., Comunicação apresentada no V LUSOCOM, Maputo, 16-19 Abril
2002.

14 ECA
JORNALISMO

a) O uso de todas as técnicas de reportagem, entrevista,


pesquisa/investigação e edição jornalística para os diversos veículos
(rádio, televisão, jornais, e media electrónica),

b) Redacção de textos jornalísticos nas suas várias modalidades


(informativo, opinativo),

c) Aplicação de técnicas e linguagens específicas de cada veículo:


impresso, rádio, televisão e midia digital,

d) Apuração rigorosa dos factos jornalísticos e sua interpretação crítica,

e) Análise dos factos históricos no processo da comunicação,

f) Observância da ética e deontologia profissionais, e da Constituição da


República e da legislação profissional,

específicas:

g) Planificação visual dos veículos impressos e a sua importância no


processo de produção jornalística,

h) Recolha e tratamento de informação,

i) Redacção de textos jornalísticos para imprensa escrita,

j) Redacção de textos jornalísticos para rádio,

k) Redacção de textos jornalísticos para televisão,

l) Edição da notícia em Rádio,

m) Edição da notícia em Televisão,

n) Edição da notícia nos veículos impressos,

o) Produção de programas jornalísticos radiofónicos,

p) Produção de programas jornalísticos televisivos,

q) Gestão de empresas jornalísticas,

3.1.2. áreas de concentração

O jornalista desenvolve as suas tarefas de recolha, tratamento e divulgação


de informação em diversos meios de comunicação distintos, e a sua

15 ECA
JORNALISMO

formação exige, para além do conhecimento global da área de jornalismo e


comunicação, um conhecimento consolidado do meio em que irá
desenvolver a sua actividade. O curso de Jornalismo da Escola de
Comunicação e Artes oferece três áreas de concentração, nomeadamente
Jornalismo Impresso, Radiojornalismo e Telejornalismo, que deverá ocorrer a
partir do terceiro ano.
3.1.3. perfil do graduado

O perfil do graduado exprime o conjunto de conhecimentos, habilidades,


atitudes e valores que o graduado deve possuir de modo a realizar as suas
tarefas e atribuições, definidas no perfil profissional e deste modo
desenvolver-se como um profissional competente.

O Novo Quadro Curricular da Universidade Eduardo Mondlane dá instruções


para que o graduado universitário oriente o seu saber para a estimulação e
desenvolvimento do gosto permanente pela busca do saber. Deste modo, o
graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes da UEM, deve,
ao terminar a sua formação, ser capaz de:

competências genéricas:

a) Resolver problemas

b) Comunicar com eficiência

c) Utilizar as tecnologias de informação e comunicação

d) Utilizar a Matemática básica e Estatística

e) Aprender ao longo da vida


f) trabalhar em equipa com profissionais da área da comunicação;
g) lidar com situações novas, desconhecidas e inesperadas;

competências específicas do domínio profissinal:

h) formular pautas e planificar coberturas jornalísticas;

i) formular perguntas e conduzir entrevistas;

j) relacionar-se com fontes de informação de qualquer natureza;

16 ECA
JORNALISMO

k) investigar informações, produzir textos e mensagens jornalísticas


com clareza e correcção e editá-los em espaços e períodos de tempo
limitados;

l) registar factos jornalísticos, apurando, interpretando, editando e


transformando-os em notícias e reportagens;

m) interpretar, explicar e contextualizar informações;

n) sistematizar e organizar os processos de produção jornalística;

o) desenvolver, planificar, propor, executar e avaliar projectos na área


da comunicação;

p) avaliar criticamente os produtos, práticas e empreendimentos


jornalísticos;

q) interpretar os processos envolvidos na recepção de mensagens


jornalísticas e seus impactos sobre os diversos sectores da sociedade;

r) identificar o que é informação de interesse público e pautar-se


eticamente no tratamento dessas informações;

s) identificar e equacionar questões éticas de jornalismo;

t) buscar a verdade jornalística, com postura ética e compromisso com


a cidadania;

u) manter-se crítico e independente, no que diz respeito às relações de


poder e às mudanças que ocorrem na sociedade;

v) utilizar correctamente a língua portuguesa e as estruturas narrativas


e expositivas aplicáveis às mensagens jornalísticas, abrangendo-se a
leitura, compreensão, interpretação e redacção;

w) utilizar correctamente a linguagem jornalística apropriada ao meio e


modalidade tecnológica de comunicação da sua área de
concentração;

x) assimilar criticamente conceitos que permitam a compreensão das


práticas e teorias jornalísticas, repercutindo-os sobre a sua prática
profissional;

4. estrutura e duração do curso de jornalismo

4.1. estrutura do curso de jornalismo

17 ECA
JORNALISMO

O programa de licenciatura em Jornalismo oferece uma formação geral,


porém, permite que o estudante escolha uma área de concentração de
acordo com o tipo de meio em que pretende exercer a sua profissão. A
proposta do currículo do curso de Jornalismo da ECA procura equacionar a
dicotomia teoria e prática para possibilitar ao estudante a reflexão
permanente durante a realização dos projectos práticos.

O plano de estudo do curso foi elaborado em consonância com o “NOVO


QUADRO CURRICULAR da Universidade Eduardo Mondlane” e com base no
levantamento das necessidades do sector da comunicação social.

4.2. sintese do plano de estudo por semestre

semestre i
Cod Disciplinas hs Ht

JOR 1010 Introdução ao Jornalismo 3.0 48


JOR 1012 História da Comunicação 3.0 48
JOR 1015 Sociologia Geral e da Comunicação 3.0 48
JOR 1013 Fundamentos de Economia 3.0 48
JOR 1011 Informática I 3.0 48
JOR 1017 Língua Portuguesa, Redacção e Expressão Oral I 3.0 48
JOR 1018 Inglês I 3.0 48
Total 336

semestre ii
Cod Disciplinas hs Ht

JOR 1024 Filosofia Geral e da Comunicação 3.0 48


JOR 1020 Princípios de Relações Públicas 3.0 48
JOR 1023 Técnicas de Jornalismo I 3.0 48
JOR 1021 Informática II 3.0 48
JOR 1022 Noções Gerais de Direito 3.0 48
JOR 1027 Língua Portuguesa, Redacção e Expressão Oral II 3.0 48
JOR 1028 Inglês II 3.0 48
Total 336

semestre iii

18 ECA
JORNALISMO

Cod Disciplinas hs Ht

JOR 1034 Psicologia Geral e da Comunicação 3.0 48


JOR 1033 Técnicas de Jornalismo II 3.0 48
JOR 1031 Princípios de Publicidade 3.0 48
JOR 1036 Comunicação Comunitária 3.0 48
JOR 1035 Estatística I 3.0 48
JOR 1037 Língua Portuguesa, Redacção e Expressão Oral III 3.0 48
JOR 1038 Inglês III 3.0 48
Total 336

semestre iv
Cod Disciplinas hs Ht

JOR 1045 Estatística II 3.0 48


JOR 1046 Teorias da Comunicação 3.0 48
JOR 1041 Semiótica 3.0 48
JOR 1043 Jornalismo Online 3.0 48
JOR 1040 Literatura de Comunicação de Massas 2.0 32
JOR 1047 Língua Portuguesa, Redacção e Expressão Oral IV 3.0 48
JOR 1048 Inglês IV 3.0 48
Total 320

semestre v
Cod Disciplinas hs Ht

JOR 1055 Temas Conteporâneos de Moçambique 2.0 32


JOR 1052 Teoria Política 3.0 48
JOR 1057 Jornalismo Científico 3.0 48
JOR 1054 Oficina Laboratorial do Jornal Impresso I 4.0 64
JOR 1053 Oficina Laboratorial de Televisão I 4.0 64
JOR 1056 Oficina Laboratorial de Rádio I 4.0 64
JOR 1058 Ingês V 3.0 48
Total 368

semestre vi
Cod Disciplinas hs Ht

JOR 1061 Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais 3.0 48


JOR 1164 Oficina Laboratorial de Jornal Impresso II JI 4.0 64
JOR 1163 Oficina Laboratorial de Televisão II TV 4.0 64
JOR 1166 Oficina Laboratorial de Rádio II R 4.0 64
JOR 1062 História Conteporânea de África 3.0 48
JOR 1065 Comunicação na África Austral 2.0 32
JOR 1068 Inglês VI 3.0 48
Total 240

semestre vii
Cod Disciplinas hs ht

JOR 1071 Ética e Legislação do Jornalismo 3.0 48


JOR 1072 Administração e Gestão de Empresas Jornalísticas 3.0 48
JOR 1174 Oficina Modular de Jornal Impresso JI 4.0 64

19 ECA
JORNALISMO

JOR 1173 Oficina Modular de Telejornalismo TV 4.0 64


JOR 1176 Oficina Modular de Radiojornalismo R 4.0 64
JOR 1075 Jornalismo Especializado 3.0 48
JOR 1077 Crítica da Mídia 2.0 32
Total 240

semestre viii
Cod Disciplinas hs ht

JOR 1083 Estágio 15.0 240


JOR 1084 Seminários Temáticos 3.0 48
JOR 1082 Projecto Experimental
JOR 1081 Monografia
JOR 1080 Exame de Estado
Total 288

TOTAL 246
4

4.3. duração

O programa de licenciatura em jornalismo tem a duração de 2464 (duas


mil, quatrocentas e sessenta e quatro) horas, distribuídas em quatro anos, a
tempo inteiro, organizados em 8 (oito) semestres de 16 (dezasseis)
semanas lectivas cada.

4.4. estágio

O estágio é o momento em que o aluno aplica na prática e no mundo real as


competêcias adquiridas na sala de aulas e nos laboratórios durante os
semestres precedentes. Este estágio deverá ser regulamentado e a sua
realização nos órgãos de comunicação deve ser de forma ordenada e
monitorada por docentes do curso de Jornalismo.

Dada a importância do estágio no curso de Jornalismo, a Escola de


Comunicação e Artes irá manter contactos com o Sindicato Nacional dos
Jornalistas (SNJ) e com os órgãos de comunicação nacionais e estrangeiros
para intercâmbios no âmbito dos quais poderão ser realizados projectos
conjuntos entre o curso de Jornalismo da ECA e os órgãos de comunicação.
O estágio sugerido para o curso de Jornalismo da UEM não deverá substituir

20 ECA
JORNALISMO

os Projectos Experimentais, uma vez que são desenvolvidos com


perspectivas diferentes e complementares. Não substituirá, também, os
órgãos laboratoriais realizados no âmbito das oficinas laboratoriais.

5. estratégia de ensino-aprendizagem

“No contexto de nossas sociedades de histórias marcadas pelos traços


característicos de colonizador e de colonizado, é bastante comum que haja
a reprodução de relações baseadas na supremacia do professor no
processo de aprendizado do aluno no ambiente educacional. Trata-se de
uma relação que pode reforçar a condição de submissão daqueles que estão
em posição de aprendiz. O caminho para superação desse tipo de educação
nos é indicado por Paulo Freire ao propor uma relação dialógica entre
educador e educando. Na perspectiva de Paulo Freire, o educando não é
aquele que não sabe e que se precisa encher de conteúdos. O professor não
é aquele que tudo sabe e a quem cabe depositar esses conhecimentos na
cabeça dos alunos. Ele propõe, em ultima instância, que a relação entre
educador e educando seja dialógica, de modo a propiciar uma dinâmica
educativa na qual o aluno passa a ser sujeito ativo do próprio processo de
aprendizado.” (Peruzzo 2002)

A estratégia de ensino-aprendizagem que a Escola de Comunicação e Artes


irá adoptar para esta licenciatura em jornalismo será aquela que centra as
atenções no aluno, colocando um grande enfoque na aliança entre a teoria
e prática, e na resolução de problemas. O aluno será também incentivado a
desenvolver o espírito de responsabilidade individual e colectiva, bem como
de cooperação.

A aprendizagem individual será caracterizada pelos projectos individuais,


ensaios, estudos independentes, leituras dirigidas, e a aprendizagem em
grupo será caracterizada por trabalhos em grupo, seminários, debates,
visitas de estudos, projecção de filmes, palestras, simulações, resolução de
problemas e workshops.

6. estratégia de avaliação

21 ECA
JORNALISMO

As estratégias de avaliação baseiam-se no princípio de que esta avaliação


deve:

a) servir a missão da Escola de Comunicação e Artes

b) permitir que o aluno mostre prova de competência

c) fornecer ao aluno e ao professor, informação acerca do processo e do


produto de aprendizagem

d) estabelecer uma relação funcional entre os métodos de avaliacão, os


objectivos de aprendizagem

e) ser transparente

f) distinguir a excelência

g) iluminar a reforma curricular

COMO INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PROPÕE-SE A UTILIZAÇÃO DOS SEGUINTES:

a) provas escritas

b) projectos

c) relatórios de discussões em grupos

d) avaliação pelos colegas

e) auto-avaliação

f) exame escrito

g) exame oral

h) relatórios de trabalhos práticos e relatório de estágio

7. culminação do curso

As formas de culminação do curso de licenciatura em Jornalismo da Escola


de Comunicação e Artes da UEM são a apresentação e defesa da
monografia, ou do projecto ou ainda a realização do exame de Estado.

22 ECA
JORNALISMO

Os trabalhos de conclusão de curso são realizados no último semestre do


curso. Entretanto, a escolha da modalidade – monografia, projecto (CD-
ROM, revista impressa e electrónica, jornais, radiojornais, telejornais,
projectos de comunicação, fotojornalismo, video-documentário, de entre
outros), deve ser feita desde o início do sétimo semestre, quando o
estudante terá o acompanhamento de um docente para a definição inicial
do tema ou objecto. Ainda no sétimo semestre, o aluno deverá iniciar o
levantamento bibliográfico pertinente para estruturar o trabalho, bem como
definir o público alvo a que se destina. A ideia de elaboração do projecto é
de possibilitar ao estudante colocar em prática todo o processo de
planeamento de um produto de comunicação até a sua execução. Tem
ainda como objetivo desenvolver a criatividade tanto na forma como na
linguagem em relação ao mercado da comunicação.

O atendimento ao estudante será feito de forma individual, quando se tratar


de monografia, ou em grupo quando se tratar de qualquer outro produto. As
regras para execução e avaliação dos Projectos Experimentais serão
definidos em Manual próprio a ser desenvolvido pelos docentes do curso,
sob a supervisão da coordenação do curso.

8. condições de ingresso

Poderão candidatar-se ao curso de licenciatura em Jornalismo da Escola de


Comunicação e Artes da UEM todos os indivíduos que tenham concluído a
a
12 classe do Sistema Nacional de Educação ou o equivalente. O ingresso
faz-se em conformidade com as normas em vigor na Universidade Eduardo
Mondlane, podendo-se, temporariamente, estabelecer-se quotas para a
admissão de profissionais da comunicação social, com um mínimo de 5 anos
de experiência à data da sua candidatura, pois a fundamentação da criação
da Escola de Comunicação e Artes e particularmente do curso de
Licenciatura em Jornalismo é de responder à grande necessidade de
melhorar academica e tecnicamente os profissionais da comunicação social.

9. recursos humanos, materiais e espaço físico

Para o funcionamento pleno do curso de licenciatura em Jornalismo na ECA


da UEM, algumas condições humanas e materiais são necessárias. Abaixo

23 ECA
JORNALISMO

são apresentadas as necessidades em recursos humanos, materiais e


espaço físico:

9.1. recursos humanos

O sector da comunicação social e jornalismo em particular é ainda muito


carente de profissionais com formação superior que possam ser recrutados
para assegurarem a leccionação deste curso a tempo inteiro, e foi
reconhecendo este defeito que a Comissão Preparatória da ECA (CPECA) em
colaboração com a Mayborn Graduate Institute of Journalism da
Universidade de North Texas, dos Estados Unidos da América, lançaram em
Julho de 2001 o programa de formação rápida em jornalismo ao nível de
mestrado, no qual participam 15 moçambicanos e 2 quenianos. Espera-se
que parte destes venham formar o corpo docente para a licenciatura em
Jornalismo da ECA.

Para o funcionamento pleno deste curso são necessários 12 docentes a


tempo inteiro. Neste momento estão identificados alguns potenciais
docentes, pendendo ainda o desencadeamento dos processos
administrativos para a sua contratação

9.2. espaço físico

descrição do espaço quantidade


Salas de aulas com capacidade para 50 alunos cada 5
Anfiteatros com capacidade de 100 alunos cada 2
Laboratório de redação informatizado 1
Laboratório de fotografia (camara escura). 1
Laboratório de fotografia digital 1
Sala de leitura com acesso à internet 1
Estúdio de gravação de rádio 1
Estúdio de gravação de televisão/vídeo 1
Salas de professores 2

9.3. Recursos materiais instrucionais e equipamentos

24 ECA
JORNALISMO

descrição dos materiais e equipamentos quantidade


Retroprojectores 5
Telas 6
Retroprojectores “Data Show” 3
Televisores 8
Videos (play e recorder) 8
Receptores de rádio multiband 5
Camaras de video digital 4
Gravadores de áudio profissionais 5
Micro-gravadores de áudio 10
Máquinas de fotografar manuais 10
Máquinas de fotogrfar digitais 10
Computadores desktop 57
Scanners flatbed 5
Laptop 3
Impressoras Laserjet 3
Fotocopiadoras profissionais 2
Viatura cabine dupla com tracção a quatro rodas 1
Mini-bus de 25 lugares 1

10. documentos utilizados na elaboração do presente projecto


curricular de licenciatura em jornalismo

1. Acta da Sessão Ordinária do Conselho Universitário de 28 de


Novembro de 2002
2. Resolução do Conselho Universitário No.
3. Despacho Reitoral de Abril de 2001
4. Projecto de Criação da Escola de Comunicação e Artes. Maputo.
Outubro de 2002.
5. PERUZZO, C. 2002. Tópicos sobre o Ensino da Comunicação
6. MOGEKWU, M.. e NAMBURETE, E. 2000. Estudo Sobre o Ensino e
Formação em Jornalismo em Moçambique. UNESCO, Maputo.
Moçambique
7. Modelo Curricular para formação em Jornalismo em África, UNESCO.

25 ECA
JORNALISMO

Anexo I

PLANOS TEMÁTICOS

26 ECA
JORNALISMO

disciplina: introdução ao jornalismo


codigo: jor 1010
semestre: I
horas: 48

discrição: Esta cadeira irá porporcionar ao estudante o reconhecimento


do espaço e das especificidades da actividade jornalística no
camppo ético-profissional dos processos de produção
jornalística

objectivos:

 Fornecer ao estudante uma visão abrangente da


actividade jornalística e dos processos de produção
jornalística
 Incentivar o desenvolvimento de uma postura crítica
diante dos meios de comunicação
temas:

 O QUE É JORNALISMO
 O MITO DA OBJETIVIDADE E IMPARCIALIDADE
JORNALÍSTICA
 INFORMAÇÃO COMO MERCADORIA

27 ECA
JORNALISMO

 O ORGANOGRAMA DE UMA REDAÇÃO


- Cargos
- Funções e tarefas
 O REPÓRTER E AS PALAVRAS
 NORMAS DE REDAÇÃO (MANUAIS);
 AS CATEGORIAS DE JORNALISMO;
 ELABORAÇÃO DE TEXTOS JORNALÍSTICOS
- estilo e linguagem; o lead; fontes de informação;
releases; a pauta; reportagem e entrevista;
 O PROCESSO GRÁFICO
- diagramação e projeto gráfico;
 A PRIMEIRA E ÚLTIMA PÁGINAS DE JORNAL
 ANÁLISE DE JORNAIS;
 TEORIAS DO JORNALISMO
 SINDICATOS, ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES DE
CLASSE;
 AGÊNCIAS NOTICIOSAS.

literatura indicativa:

 ERBOLATO, Mário (1991). Técnicas de codificação em jornalismo


gráfico. São Paulo: Ática
 ROSSI, Clóvis (1994). O que é jornalismo. São Paulo: Brasiliense

 TRAQUINA, Nelson (2001). O estudo do jornalismo no século XX. São


Leopoldo: Ed. Unisinos
 SOUZA, Jorge Pedro (2002). Teorias da notícia e do jornalismo.
Chapecó: Grifus
 AMARAL, Luiz (1982). Técnica de jornal e periódico. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro
 LAGE, Nilson (1986). Linguagem jornalística. São Paulo: Ática

 RABAÇA, Carlos Alberto; BARBOSA, Gustavo G. (1987). Dicionário de


Comunicação. São Paulo, Ática
 TRAQUINA, Nelson (Org.) (1993). Jornalismo: questões, teorias e
"estórias". Lisboa: Veja

28 ECA
JORNALISMO

disciplina: história da comunicação


codigo: jor 1012
semestre: I
horas: 48

discrição: Esta disciplina traça as maiores tendências no


desenvolvimento da comunicação de massas desde a invenção
do papel até a Internet de hoje. Assim, tem uma importância
vital a discussão dos conceitos e a assimilação, pelos
estdantes, do método científico de análise dos factos históricos
que condicionaram o desenvolvimento dos meios de
comunicação de massas, bem como o seu impacto na
sociedade.

objectivos:

 Dotar os estudantes de conhecimentos gerais sobre a


história dos meios de comunicação de massas no mundo,
em geral, e em Moçambique em particular
 Dotar os estudantes de capacidades de pesquisa e de
questionamento sobre o papel dos meios de comunicação ao
longo dos tempos, de acordo com o contexto histórico em
que se inserem.
temas:
 ETAPAS DA COMUNICAÇÃO
 A ORIGEM E DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO
 IMPORTÂNCIA E NATUREZA DA COMUNICAÇÃO
 COMUNICAÇÃO VS INFORMAÇÃO
 COMUNICAÇÃO DE MASSAS (DEFINIÇÃO E PRINCIPAIS
CARACTERÍSTICAS)
 USO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS
 O ESPAÇO PÚBLICO VS ESPAÇO PRIVADO

29 ECA
JORNALISMO

 OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NO MUNDO


 A GLOBALIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE
MASSAS
 OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS EM ÁFRICA, EM
PARTICULAR NA ÁFRICA AUSTRAL
 OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS EM
MOÇAMBIQUE

literatura indicativa:

 BALZAC, Honoré (1981). Ilusões Perdidas (romance). São


Paulo, Abril Cultural.
 EMERY, Edwin (1965). História da Imprensa dos Estados
Unidos. Rio de Janeiro, Lidador.
 EMERY, Edwin & EMERY, Michael (1978). The Press and
America: An Interpretative History of Mass Media. New Jersey, Prentice
Hall.
 GODECHOT, Jacques et all. Histoire Générale de la Presse
Française. Paris, PUF, 5 vols.
 LE GOFF, Jacques (org.) (1993). A História Nova, 2ª Ed.,
trad. Eduardo Brandão, São Paulo, Martins Fontes.
 Barbosa, E. (2000). A radiodifusão em Moçambique: o
caso do Rádio Clube de Moçambique, 1932-1974, Promedia, Maputo
 Magaia, A. (1994). Informação em Moçambique – A Força
da Palavra. Maputo. Notícias
 Mattelart, A. (1991). A Comunicação Mundo: Histórias das
Ieias e das Estratégias. Lisboa. Inst. PIAGET
 Mattelart, A. (1977). Meios de Comunicação de Massas,
ideologias e Movimento Revolucionário (I): O papel da comunicação de
massas na luta ideológica. Lisboa. Iniciativas Editoriais.
 Ribeiro, F. & António Sopa (coord.) (1996). 140 Anos de
Imprensa em Moçambique. Associação Moçambicana de Língua
Portuguesa. Maputo
 Rocha, I. ( ) . A Imprensa em Moçambique.

30 ECA
JORNALISMO

disciplina: sociologia geral e da comunicação


codigo: jor 1015
semestre: I
horas: 48

discrição: Esta disciplina é uma introdução à teoria do comportamento


social. Serão enfatizadas algumas áreas de interesse especial
dos estudantes de comunicação: sociedade, poder, cultura e
indústria cultural.

objectivos:
 Contribuir para que o estudante possa, de forma crítica e
com conhecimentos relativos a diferentes leituras da
sociedade, entender o presente e vislumbrar o futuro,
situando-se pessoal e profissionalmente no meio em que
vive.
 Desenvolver a capacidade crítica dos estudantes com
relação aos processos de produção de cultura conteporânea
através do conhecimento e análise sociológica dos
processos de comunicação de massa
 Levar o estudante a identificar e dimencionar o papel
dos meios de comunicação de massas na construção da
realidade do mundo conteporâneo

temas:
 SOCIEDADE E PODER
- A organização social
- A sociedade civil e a sociedade política
- O controle social
- Algumas teorias sociais
 CULTURA, COMUNICAÇÃO E ORGANIZAÇÃO SOCIAL
- Cultura: conceito
- As ideologias, as representações sociais e a
cultura

31 ECA
JORNALISMO

- A comunicação como instrumento para a


formação da cultura
 A VERSÃO PÓS-MODERNA DO CAPITALISMO
- O sentido do trabalho
- Capitalismo: sistema económico, social e político
- A violência e suas implicações sociais
- Os objectivos individuais e grupais nas relaões sociais
- A diversidade, a desigualdade e a exclusão

literatura indicativa:
 COSTA, Cristina (1997), Sociologia: Introdução à ciência
da sociedade. São Paulo: Moderna
 CHARON, Joel M. (1999), Sociologia. São Paulo: Saraiva
 DE MASI, Domenico (1999), A sociedade Pós Industrial.
São Paulo: SENAC
 BERGER, Peter e LUCKMANN, Thomas (1999), A
construção social da realidade. 17, Rio de Janeiro: Vozes
 BERGÉ, Pierre; PMEU, Yves; DUBOIS-GRANCE, Monique
(1995). Dos ritmos aos caos. São Paulo, UNESP.
 TURKLE, Serry (1989). O segundo eu: os computadores e
o espírito humano. Porto, Presença.
 ____________ (1995). Life on the screen: identity in the
Age of the Internet. New York, Simon & Schuster.
 Adorno, T. (1971). “Televisão, consciência e indústria
cultural” in Gabriel Cohen. Comunicação e Indústria Cultural, EDUSP, São
Paulo.
 Moran, E. (1977). “Cultura de massas no século XXI, O
espírito do tempo I (neurose), Forense Universitária, Rio de Janeiro.
 Tourane, A. & Khosrokhavar, F. (2001). A procura de si:
diálogos sobre o sujeito. Cap.9: “os meios de comunicação social:
comunicação ou manipulação”, Instituto Piaget, Lisboa.
 Baudrillard, J. (1995). A sociedade de consumo – Parte II.
Teoria de consumo: a lógica social de consumo”. Edições 70. Lisboa

32 ECA
JORNALISMO

disciplina: fundamentos de economia


codigo: jor 1013
semestre: I
horas: 48

discrição: Esta cadeira vai introduzir os estudantes aos conceitos


económicos básicos, tais como mercado, mercado de capitais,
elasticidade da demanda e da oferta, demanda e utilidade,
custos, concorrência, monopólio, economia internacional,
inflacção, dívida externa, juros, sistema financeiro nacional, o
Banco Central, entre outros.

objectivos:
 Familiarizar o estudante de Jornalismo com os
instrumentos utilizados pela Economia através da
apresentação dos conceitos da análise económica

33 ECA
JORNALISMO

 Fornecer ao estudante o feramental teórico para


compreender o funcionamento global do sistema económico
(o papel das instituições económicas domésticas e
internacionais

temas:
 FUNDAMENTOS DA ECONOMIA
- Conceito básicos
- Princípios fundamentais
- Circuíto económico global
 NOÇÕES DE MICROECONOMIA
- Famílias, consumo e procura
- Empresas, produção, produtividade e oferta
- Noções de mercado, tipos e estruturas
 NOÇÕES DE MACROECONOMIA
- Principais agregados
- Contabilidade nacional
- Estado: funções e políticas de intervenção na economia
- Moeda: conceito, funções, tipos e evolução
- Instituições financeiras
- Relações económicas internacionais
- Noções de inflação
 NOÇÕES DE DE ECONOMIA ABERTA E SEMINÁRIOS SOBRE
ECONOMIA MOÇAMBICANA
- Taxa de câmbio: conceito e determinação
- Comércio internacional
- Importações e exportações
- Balanço da pagamentos e política cambial
- Noções sobre dívida pública e seus mecanismos de
rolagem em Moçambique
- Política monetária e fiscal
- Seminários sobre os problemas económicos actuais

literatura indicativa:

34 ECA
JORNALISMO

 MONTOURO, Filho, A.F. Manual de Economia (equipe de professors da


USP), 3 Ed. (1998). São Paulo: Saraiva
 ROSSETTI, José Pascoal (1998). Introdução à Economia, 16 Ed. São
Paulo: Atlas
 VASCONCELOS e TROSTER (1998). Economia Básica: Resumo da teoria
e exercícios. São Paulo: Atlas
 SAMVELSON, Paul (1966). Introdução à análise económica. São Paulo:
Agir.
 KUCINSKI, Bernardo (1997). Jornalismo Económico. São Paulo: EDUSP.
 DERNBURG, Thomas & MACDOUGALL, Ducan (1971). Macroeconomia,
10ª edição. São Paulo: Brasiliense.

disciplina: informática i
codigo: jor 1011
semestre: I
horas: 48

discrição: Esta cadeira visa fornecer aos alunos uma perspectiva


introdutória do papel da informática no trabalho jornalístico,
explorando duas vertentes: a informática como ferramenta de
produção intelectual e a telemática como meio de obter e
divulgar informação.

objectivos:

 Proporcionar ao estudante o conhecimento dos conceitos


básicos da área de informática, para que possa buscar uma
atualização e reflexão constantes sobre as mudanças
tecnológicas nesta área.
 Capacitar o estudante para a utilização dos seguintes
aplicativos: editores de texto; editores de imagem, planilhas
eletrônicas, browsers.
 Capacitar o estudante para explorar estratégias para
selecionar, utilizar e implementar recursos de digitação,
formatação e impressão de texto na manipulação do Editor
de Texto no campo do jornalismo.
temas:

35 ECA
JORNALISMO

 INTRODUÇÃO A INFORMÁTICA

 CONCEITOS FUNDAMENTAIS

 HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DO COMPUTADOR

 PROGRAMAS - SOFTWARE ARMAZENAMENTO DE


PROGRAMAS
 SISTEMAS OPERACIONAIS: CONCEITOS E EXEMPLOS

 PROGRAMAS APLICATIVOS: CONCEITOS E EXEMPLOS

 AMBIENTE WINDOWS

 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

 CONCEITOS E COMANDOS BÁSICOS

 PROCESSADORES GRÁFICOS: ADOBE PAGEMAKER;


PHOTOSHOP
 PROCESSADORES DE TEXTOS
- Características, teclas especiais e ambiente de trabalho:
as barras de ferramenta e os menus de comandos.
- Digitação, gravação, fechamento e abertura de um
arquivo.
- Os principais menus: inserir, editar, exibir, formatar e
outras ferramentas.
- Algumas estratégias de como digitar textos com
conteúdos com formatos e estilos definidos, inserindo
figuras, imagens de clipart ou outros objetos.
 INTERNET
 Como acessar e navegar.

 Pesquisas: sites de busca nacionais, regionais e


estrangeiros
 Como utilizar o "Correio Eletrônico" e listas

 Criação e utilização de um grupo de discussão;

literatura indicativa:
 MEIRELES, Fernando de Souza. (1994). Informática Novas Aplicações
com microcomputadores. São Paulo, SP: Makron Books.
 BUSCH, David D. Dominando o PageMaker 6.5. Rio de Janeiro, Ciência
Moderna Ltda.

36 ECA
JORNALISMO

 CÉSAR, Cecília, (1998) Office 97 - Perguntas e respostas. São


Paulo,SP: Makron Books do Brasil Editora Ltda.
 CRISTIAN, Kaare. Como funciona o Windows, São Paulo, SP. Editora
Quark do Brasil Ltda.
 Pinho, Roberto Caribé.(1996) Introdução à Computação. São Paulo,
SP: Editora FTD SA.
 Publifolha- Divisão de Publicações do Grupo Folha (1996) S.O.S-
Sistema rápido de Pesquisa de Informática. São Paulo, SP. Editora Quark
do Brasil Ltda.
 Ryer, Jeanne C. (1999) Manual da Internet. Rio de Janeiro, RJ: Editora
Campus Ltda
 Velloso, F. de Castro. (1997). Informática - Conceitos Básicos. Rio de
Janeiro, RJ: Editora Campus Ltda
disciplina: língua portuguesa, redacção e expressão oral i
codigo: jor 1017
semestre: I
horas: 48

discrição: Esta disciplina vai expôr os estudantes ao conceitos de texto e


leitura, e porporcionar-lhes a descoberta da textualidade. Irá
também fornecer conhecimentos e capacidades para o uso dos
elementos da comunicação, revisão, tendo em vista a sua
utilização na elaboração de textos.

objectivos:
 Aprimorar as habilidades de leitura e escrita, tendo como
ponto de apoio a produção/avaliação de textos
 Criar condições para que o aluno ganhe consciência dos
aspectos envolvidos na produção de textos e utilize
estratégias adequadas que lhe permitam:
- Compreender e analisar criticamente os textos lidos
- Expressar e organizar, com eficiência, as suas próprias
idéias, obtendo dessa maneira, textos bem estruturados,
coesos, coerentes e com argumentação consistente
temas:
 TEXTO E LEITURA

37 ECA
JORNALISMO

- O que é texto
- A leitura e a interpretação
- Ideologia e discurso
 TEXTUALIDADE
- Unidades básicas (sócio-comunicativas, formal e
semântica)
- Coerência textual
- Coesão textual
- Elementos pragmáticos (intencionalidade,
aceitabilidade,situacionalidade, informatividade,
intertextualidade)
 COMUNICAÇÃO
- Conceitos
- Elementos de comunicação
- Comunicação e linguangem
- Língua e linguagem
- Linguagem oral e linguagem escita
- Níveis de linguagem
 FRASE
- Frase, período, oração
- Funções dos elementos da frase
 REVISÃO GRAMATICAL
- Acentuação gráfica
- Crase
- Emprego de maiúsculas e minúsculas
- pontuação
 PRODUÇÃO TEXTUAL

literatura indicativa:
 PLATÃO & FIORIN (2000). Lições de texto: leitura e
redacção, 2 ed. São Paulo: Ática
 CUNHA, Celso e CINTRA, Lindley (1995). Nova gramática
do português conteporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira
 ERNANI & NICOLA (2001). Práticas de linguagem: Leitura
e produção de textos. São Paulo:Scipione

38 ECA
JORNALISMO

 GARCIA, Othon (1988). Comunicação em prosa moderna.


Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas
 KUNSCH, Margarida (1997). Relações pública e
modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São
Paulo: Summus
 FIORINI, José Luiz (1996). Linguagem e ideologia. São
Pãulo: Ática
disciplina: inglês
codigo: jor 1018
semestre: I
horas: 48

discrição: Esta cadeira é uma introdução ao desenvolvimento das


estratégias de leitura e estudo das estruturas básicas da língua
inglesa tendo como objetivo a compreensão de textos
preferencialmente autênticos, gerais e específicos da área.

objectivos:
 Capacitar o estudante a copreender textos escritos em
inglês, através da aplicação de estratégias de leitura e do
estudo de estruturas de nível básico
 Capacitar o estudante a compreender textos de caráter
geral, através de estratégias de leitura
 Capacitar o estudante a compreender textos
relacionados com a sua área específica, através de
estratégias de leitura
 Levar o estudante a compreender a importância do
desenvolvimento da habilidade de leitura em língua inglesa,
para a sua área específica
 Desenvolver no estudante habilidades de estudo, tais
como: resumir parágrafos e trechos breves através da
extração das idéias centrais, traduzir pequenos trechos.
temas:

 ESTRATÉGIAS DE LEITURA
 LEITURA RÁPIDA E CONTÍNUA PARA BUSCA DA ESSÊNCIA
DO TEXTO ("SKIMMING");

39 ECA
JORNALISMO

 LEITURA RÁPIDA PARA BUSCA DE INFORMAÇÕES


ESPECÍFICAS ("SCANNING");
 ANTECIPAÇÃO E PREDICÇÃO DO CONTEÚDO E
ESTRUTURA DO TEXTO;
 EXTRAÇÃO DAS IDÉIAS PRINCIPAIS DO TEXTO - LEITURA
CRÍTICA;
 RECONHECIMENTO DE COGNATOS E FALSOS
COGNATOS;
 OBSERVAÇÃO DE PALAVRAS REPETIDAS;
 DEDUÇÃO DE PALAVRAS DESCONHECIDAS COM BASE
NO CONTEXTO.
 IDENTIFICAÇÃO DE ITENS GRAMATICAIS QUE POSSAM
AUXILIAR NA COMPREENSÃO DO TEXTO: locução nominal;
tempos verbais e verbos auxiliares; pronomes em termos
de referência contextual; adjectivos; afixos e formas -ING.
 VOCABULÁRIO
 HABILIDADES DE ESTUDO: resumir parágrafos e textos
breves ou de dificuldade limitada; traduzir pequenos
trechos.

literatura indicativa:

 DUBIN, F. & OLSHTAIN, E. (1990) Reading by All Means. Addison-


Wesley Publishing Company
 EDIGER, A., Alexander, R. & SRUTWA, K. (1989). Reading for Meaning.
Longman
 HADFIELD, J. & HADFIELD, C.(1995). Reading Games. China: Nelson
ELT.
 HEYER, S. (1990). More True Stories. London: Longman.

 LINDOP, C. & FISHER, D. (1989). Something to Read 2. Cambridge:


Cambridge University Press.
 MIKULECKY, B. S. & JEFFRIES, L. (1986). Reading Power. USA: Addison-
Wesley Publishing Company.
 TIERSKY, E. & CHERNOFF, M. (1996). In the News. Illinois, USA: NTC.

40 ECA
JORNALISMO

 WALTER, C. (1994). Genuine Articles: Authentie reading texts for


intermediate students of American English, 8th Edition. New York:
Cambridge Universíty Press.

disciplina: filosofia geral e da comunicação


codigo: jor 1024
semestre: ii
horas: 48

discrição: Esta cadeira vai introduzir os estudantes ao estudo do


pensamento filosófico: conceito, origem, desenvolvimento e
relação com as ciências, analisando a produção filosófica numa
perspectiva histórica e social. Análise dos grandes de ideias,
com ênfase nas principais correntes de pensamento do mundo
conteporâneo. Vai apresentar também os elemntos da lógica:
silogismo, falácia, dedução, inducão e hipótese.

Objectivos:

 Dar ao estudante uma visão geral da filosofia e da lógica,


destancando a sua importância na história do pensamento
 Mostrar ao estudante como o estudo da Filosofia é
fundamental para a compreensão da realidade
 Desenovlver no estudante a capacidade de reflexão
filosófica e de pensamento lógico
 Conscinetizar o estudante a respeito da compreensão
valorativa da vida
 Desenvolver o senso crítico
Temas:

 A NATUREZA DA FILOSOFIA
 O CONHECIMENTO VULGAR; CIENTÍFICO E FILOSÓFICO
 AS GRANDE DEFINIÇÕES DA FILOSOFIA

41 ECA
JORNALISMO

 O QUE É IDEOLOGIA
 A IDEOLOGIA NA ESCOLA
 PROPAGANDA E IDEOLOGIA
 ÉTICA E POLÍTIA
 CARACTERIZAÇÃO DOS GRANDES TEMAS FILOSÓFICOS
- A questão do ser
- A questão do conehcimento: o EU como fundamento do
saber
 A CRÍTICA EMPIRISTA DAS IDEIAS – A SINTESE KANTIANA
 A FILOSOFIA CONTEPORÂNEA E A DESCOBERTA DA
LINGUANGEM
 O CARÁCTER HIPOTÉTICO DO CONHECIMENTO
 A QUESTÃO DO AGIR: OS VALORES E A ACÇÃO HUMANA;
VALORES E NORMAS MORAIS
 A BELEZA E OS VALORES ESTÉTICOS

Literatura indicativa:

 DELEUZE, Giles & GUATTARI, Felix (1992). O que é Filosofia? Rio de


Janeiro, Editora 34.
 HABERMAS, Jurgen (1990). O Discurso Filosófico da Modernidade.
Lisboa, Publicações Dom Quixote.
 JAPIASSU, Hilton (1992). Introdução ao Pensamento Epistemológico, 7ª
Edição. Rio de Janeiro, Francisco Alves.
 LOGOS (colecção) (1988). São Paulo, Nova Cultural.
 PENSADORES, Os (colecção) (1988). São Paulo, Nova Cultural.
 REZENDE, António (org.) (1992). Curso de Filosofia, 5ª Edicção. Rio de
Janeiro, Jorge Zahar Editor.
 VÁRIOS (1984). Primeira Filosofia. São Paulo, Braziliense.
 SEVERINO, Antônio Joaquim (1992). Filosofia. São Paulo: Cortez
 ARANHA, Maria (1994). Filosofando. São Paulo: Moderna
 CHAUI, Marilena (1995). Convite à filosofia. São Paulo: Ática

disciplina: princípio de relações públicas


codigo: jor 1020

42 ECA
JORNALISMO

semestre: ii
horas: 48

discrição: Esta disciplina vai introduzir os estudante aos conceitos,


teorias e prática das Relações Públicas, enfatizando a sua
importância nas organizações, quer sejam elas
governamentais, estatais, cívicas, com ou sem fins lucrativos.

objectivos:
 Fornecer ao estudante noções básicas sobre a actividade
de Relações Públicas
 Fornecer aos estudantes conhecimentos sobre a história
das Relações Públicas e sua importância na interface entre
o público e as instituições
 Trazer à reflexão dos estudantes a importância da
Opinião Pública na construção de uma imagem institucional
positiva
 Apresentar aos estudantes os pontos de interceção entre
o Jornalismo e as Relações Públicas
temas:
 O PAPEL DAS RELAÇÕES PÚBLICAS
- O que é Relações Públicas
- A Evolução das Relações Públicas
- Ética e Profissionalismo
 O PROCESSO EM RELAÇÕES PÚBLICAS
- Pesquisa em Relações Públicas
- Planificação
- Comunicação
- Avaliação
 DETERMINANTES BÁSICOS DAS ACÇÕES DAS RELAÇÕES
PÚBLICAS
- Comportamento colectivo
- Público em Relações Públicas
- As Relações Públicas e a Lei
 ÂMBITO DE APLICAÇÃO

43 ECA
JORNALISMO

- Governo e Partidos Políticos


- Grandes Empresas
- Relações Públicas Internacionais
- Organizações Não-Governamentais
- Entretenimento, Desporto e Turismo
 DETERMINAÇÃO DO PÚBLICO E SUA IDENTIFICAÇÃO
COMO PÚBLICO
 COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES PÚBLICAS
 VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DIRIGIDA ESCRITA
 VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DIRIGIDA ORAL
 VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DIRIGIDA AUXILIAR
 VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DIRIGIDA APROXIMATIVA

Literatura indicativa:

 WILCOX, D. / AULT, P. /AGEE, W. & CAMERON, G. (2001) - Essentials of


Public Relations – Addison Wesley Longman
 TEOBALDO, Andrade de (2001). Para Entender Relações Públicas. São
Paulo, Loyola
 SIMÕES, Roberto Porto (2001). Relações Públicas e Micropolítica. São
Paulo, Summus.
 FORTES, Waldyr (2003). Relações Públicas: processo, funções,
tecnologia e estratégias. São Paulo, Summus.
 KUNSCH, Margarida (2003). Planejamento de Relações Públicas na
Comunicação Integrada. São Paulo, Summus.
disciplina: técnicas de jornalismo I
codigo: jor 1023
semestre: ii
horas: 48

discrição: Esta cadeira vai introduzir os estudantes ao processo de


captação da notícia jornalística, dando ênfase às técnicas de
reportagem e pesquisa.

objectivos:

44 ECA
JORNALISMO

 Fornecer ao estudante conhecimentos básicos sobre a


profissão de jornalista
 Dar ao estudante o ferramental básico para a recolha e
tratamento da informação
 Levar o estudante ao conhecimento dos processos
envolvidos na produção de informação nos diversos veículos
de comunicação (jornal impresso, televisão e rádio)
 Fornecer ao estudante o conhecimento para entender a
estrutura da notícia, lead e as formas de abertura do texto
noticioso
 Capacitar o estudante para analisar e exercitar o processo
de revisão e edição de material jornalístico
temas:
 A CAPTAÇÃO NO JORNALISMO
- captação e objectividade
- adequação à linha editorial do veículo
- a consulta às fontes de informação documentais
- a estrutura e funcionamento do arquivo jornalístico
 A PAUTA
 A ENTREVISTA JORNALÍSTICA
 A REPORTAGEM
- técnicas básicas de reportagem
 A PESQUISA JORNALÍSTICA
 APURAÇÃO E REDACÇÃO DE TEXTOS NOTICIOSOS
 TÉCNICAS BÁSICAS DE EDIÇÃO
 PÚBLICO E PERFIL DA PUBLICAÇÃO
 HIERARQUISAÇÃO DO MATERIAL
 AMPLIAÇÃO E REDUÇÃO DE TEXTOS
 ESTRUTURA DA NOTÍCIA
 O LEAD, MANCHETES, CHAMADAS, TÍTULOS E LEGENDAS
 GRÁFICOS, ILUSTRAÇÕES E CARTOONS
 MANUAL DE REDACÇÃO: JORNALISMO COMPARADO
 AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

literatura indicativa:

45 ECA
JORNALISMO

 AMARAL, Luis (1969). Técnica de Jornal e Periódico. Rio de


Janeiro: Tempo Brasileiro.
 BELTRÃO, Luiz (1969). A imprensa Informativa. São Paulo:
Folco Musucci.
 BOND, Fraser (1962). Introdução ao Jornalismo. Rio de
Janeiro: Agir.
 CAMPBELL, Lawrence & WOLSELEY, Roland (1961). How to
report and write news. Nova York: Prentice-Hall
 CHARNLEY, Mitchell (1971). Periodismo Informativo.
Buenos Aires: Troquel.
 FELICE, Mário (1981). Jornalismo de Rádio. Brasília:
Thesaurus Editora.
 HOHENBERG, John (1981). O Jornalista Profissional. 4ª
Edição, Rio de Janeiro: Editora Interamericana.
 LIMA, Zita (1970). Princípios e técnicas de
radiojornalismo. Brasília: INCIFORM.
 MARQUES DE MELO, José (1972). Normas de redacção de
cinco jornais brasileiros. São Paulo: ECA-USP.
 MEDINA, Cremilda (1978). Notícia: um produto à venda.
São Paulo: Alfa-Omega

disciplina: informática ii
codigo: JOR 1021
semestre: ii
horas: 48

discrição: Esta cadeira tem um carácter teórico-prático, numa perspectiva


de introduzir o estudante aos conceitos mais avançados em
relação à disciplina precedente.

objectivos:

 Fornecer ao estudante o ferramental teórico-prático


necessário para uma utilização da informática coerente e
eficiente na prática jornalística

46 ECA
JORNALISMO

 Capacitar o estudante a saber utilizar as aplicações


informáticas fundamentais para o desenvolvimento de
projectos na vida profissional, tais como: correio electrónico,
Internet (World Wide Web)

 Fornecer informações fundamentais para o estudante


conhecer o funcionamento dos sistemas informáticos e a sua
aplicabilidade na carreira jornalística.

temas:
 REDES DE COMPUTADORES
- Conceitos
- Tipologia de redes LAN e WAN
 INTERNET
- Arquitectura da Internet
- Serviços disponíveis
- Questões de segurança
 REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM FORMATO
ELECTRÓNICO
- Formatos de ficheiros gráfico
- Disposição da informação numa página da
web
 Correio electrónico
- Conceitos
- Modo de funcionamento
- O Microsoft Outlook
- Funções do Microsoft Outlook
 CRIAÇÃO DE SÍTIOS NA
INTERNET
- Conceitos básicos
- Formatar e
esquematizar páginas
- Adicionar
multimedia a páginas da web
- Criar páginas com
frames

47 ECA
JORNALISMO

- Publicação e
manutenção de web sites

literatura indicativa:

 BRUCK, Bill (1997).


Manual do Office 97. Edições CETOP
 COELHO, Pedro (2000).
FrontPage 2000.
 MARQUES, Francisco &
MENDES, Ana (2000). FrontPage 2000: curso completo. Edições FCA
 MENDES, M. (1995).
Como navegar na Internet. Edições EPGE
 PEREIRA, José L. (1997).
Tecnologia de Base de Dados. FCA-Editora de Informática

disciplina: noções gerais do direito


codigo: jor 1023
semestre: ii
horas: 48

discrição: Esta disciplina vai apresentar aos estudantes as noções gerais


do Direito e outras realidades afins e conexas com o Direito,
permitindo-lhes o conhecimento dos conceitos jurídicos que
farão parte do seu quotidiano na prática profissional.

objectivos:
 Fornecer ao estudante as noções fundamentais sobre o
Direito
 Munir os estudantes com conhecimentos jurídicos e da
linguagem forense frequentemente utilizada na imprensa.

48 ECA
JORNALISMO

temas:
 Ideia geral do Direito
 Natureza social do Homem
 A sociedade e os interesses
 A solidariedade por semelhança e os interesses comuns
 Sociedade e o Direito
 Comunidade Estatal e o Direito
 Realidades afins e conexas com o Direito
 Direito e natureza
 Direito, Religião e Moral
 Direito e Técnica
 Direito e Justiça
 As Normas JurídicasConceito e Caracteres da Norma
Jurídica
 Tutela da Norma Jurídica, Preventiva e Repressiva, Pública
e Privada
 Os factos normativos: a Lei, Costume, Jurisprudência e a
Doutrina
 A relação Costume – Lei
 Os actos normativos
 As Leis: competência legislativa e forma de criação das
Leis
 Validade, vigência, suspensão e cessação da vigência das
leis
 Interpretação da Leis
 Classificação das normas jurídicas
 O sistema jurídico Moçambicano
 Os ramos do Direito

literatura indicativa:

 MARQUES, J. Dias (1994). Introdução ao estudo do Direito. Lisboa:


Edição PF
 MACHADO, J. Baptista (1983). Introdução ao estudo do Direito e ao
discurso legitimador. Lisboa

49 ECA
JORNALISMO

 ASCENÇÃO, J. de Oliveira (1984). O Direito: Introdução e Teria Geral, 3ª


ed. Lisboa: Gulbenkian
 MENDES, J. Castro (1984). Introdução ao estudo do Direito. Lisboa
 SOUSA, Marcelo Rebelo de (1993). Introdução ao Estudo do Direito, 2ª
ed. Lisboa: Mem Martins.
 MIRANDA, Jorge (1990). Manual do Direito Constitucional, Tomo I, II, III
e IV, 4ª ed. Coimbra: Coimbra Editora
 COSTA, Mário Júlio de Almeida (1991). Noções do Direito Civil, 3ª ed.
Almedina: Coimbra
 VARELA, J.M.Antunes & NORA, Miguel Sampaio e (1985). Manual de
Processo Civil, 2ª ed. Coimbra: Coimbra Editora
 CORREIA, Eduardo (1993). Direito Criminal. Almedina, Coimbra
 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
 CÓDIGO CIVIL (1996)
 COÓDIGO PENAL
disciplina: lingua portuguesa, redacção e expressão oral ii
codigo: jor 1027
semestre: ii
horas: 48

discrição: Esta cadeira aborda a estilística e a retórica e as tipologias


textuais. Enfatiza as características textuais, segundo a
textologia básica e o uso do espaço/tempo textual e a semântica
da língua.

objectivos:
 Fornecer ao estudante o ferramental necessário para
analisar teoricamente a estruturação do texto com vista à
produção escrita
 Exercitar as habilidades comunicacionais orais e escritas
do estudante
 Fazer a revisão e aprofundar o conhecimento gramatical
do estudante

temas:
 ESTILÍSTICA E RETÓRICA

50 ECA
JORNALISMO

- Conceito de estílo e reórica


- Comparação estilística de textos
- Estílo e o contexto
- Qualidades do estílo
- A organização do discurso
- Retorica e técnicas de expressão
 DESCRIÇÃO, DISSERTAÇÃO E ARGUMENTAÇÃO
- Clichê e lugar comum
- A falta de coesão textual
- A incoerência entre as idéias
- A falta de progressão discursiva
 PROBLEMAS DE LINGUAGEM
- Linguage comum: conversação, rádio, televisão
- Linguagem familiar: conversação familiar, informal, fala
descuidada
 COMUNICAÇÃO ORAL
- Tipos de comunicação oral
- O diálogo e a entrevista
- Estílo da exposição oral
 REVISÃO GRAMATICAL
- Pontuação
- Estrangeirismo
- Acentuação
- Ortografia
- Vocabulário

literatura indicativa:
 CARNEIRO, Agostinho (2001). Redacção em
construção, 2 ed. rev. e ampl. São Paulo: Moderna
 CORREA, Manuel (2003). Linguagem e
comunicação social: visões da linguística. São Paulo: Parábola
 PLATÃO & FIORINI (1996). Lições de texto: leitura e
redacção. São Paulo: Ática
 ______________ (1994). Para entender o texto:
leitura e redacção. São Paulo: Ática

51 ECA
JORNALISMO

 GARCIA, Othon (1992). Comunicação em prosa


moderna. Rio de Janeiro: Fundação getúlio Vargas
 INFANTE, Ulisses (1998). Do texto ao texto: curso
prático de leitura e redacção. São paulo: Scipione
 SILVEIRA, Martins & ZILBERKNOP, L. Português
instrumental. Porto Alegre: Saga
 VANOYE, Francis (1993). Usos da linguagem:
problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo: Martins
Fontes
 VAL, M.G.C. (1994). Redacção e textualidade. São
Paulo: Martins Fontes

disciplina: inglês ii
codigo: jor 1028
semestre: ii
horas: 48

discrição: Esta cadeira enfatisa a prática de leitura em Língua Inglesa


através da aplicação de estratégias de leitura e do estudo de
estruturas de nível mais complexo em relação à cadeira
precedente, tendo como objetivo a compreensão de textos
preferencialmente autênticos, gerais e específicos da área.

objectivos:

 Desenvolver a compreensão de textos escritos em língua


inglesa, através da aplicação de estratégias de leitura e do
estudo de estruturas de nível intermediário.

temas:

 NÍVEIS DE COMPREENSÃO: geral, pontos principais,


detalhes.
 ESTRATÉGIAS DE LEITURA: reforço das estratégias
introduzidas no semestre anterior, tais como:
 observação de sinais gráficos,

52 ECA
JORNALISMO

 avaliação do conhecimento prévio,


 predição,
 skimming,
 scanning,
 RECONHECIMENTO DE FALSOS COGNATOS,
 OBSERVAÇÃO DE PALAVRAS REPETIDAS, ANÁLISE DO
CONTEXTO.
 RECONHECIMENTO DE ITENS GRAMATICAIS:
 afixos,
 locução verbal,
 locução nominal,
 adjetivos e advérbios,
 pronomes em termos de referência contextual, forma
"ing"
 VOCABULÁRIO: conhecimento de aproximadamente 750
palavras (sem consulta, excluíndo-se os cognatos).
 HABILIDADES DE ESTUDO: resumir parágrafos e textos
através da extração das idéias centrais, traduzir pequenos
trechos, tomar notas, fazer uma leitura crítica dos textos.

literatura indicativa:

 DIAS, Reinildes (1996). Reading Crittically in English. Editora UFMG

 DUBIN, F. & OLSHTAIN, E. (1990) Reading by All Means. Addison-


Wesley Publishing Company

53 ECA
JORNALISMO

disciplina: psicologia geral e da comunicação


codigo: jor 1034
semestre: iii
horas: 48

discrição: Enfatisa os conceitos da teoria psicológica do interesse dos


estudantes de comunicação tais como a sociedade e o indivíduo,
a cognição individual e social, relações grupo-indivíduo,
comportamento, persuasão e mudança de atitude. Estuda os
processos psíquicos básicos (percepção, consciência, memória,
pensamento e aprendizagem), stress, motivação e liderança, e a
relação destes processos com a comunicação. Serão
apresentados também os conceitos fundamentais da Psicologia
Organizacional e Psicologia Empresarial.

objectivos:
 Conceituar e problematizar os conceitos básicos da
psicologia individual e social como instrumentos da
comunicação e das relações sociais
 Oferecer ao estudante conhecimentos sobre alguns
determinantes biológicos, incoscientes e cognitivos do
comportamento humano
 Expor ao estudante a relação da psicologia com a
comunicação e as outras ciências
 Identificar alguns aspectos intrapsíquicos intervenientes
no processo da comunicação
 Apresentar ao estudante como os grupos sociais
influenciam o processo de comunicação.
temas:
 PSICOLOGIA

54 ECA
JORNALISMO

- Desenvolvimento histórico
- Posições actuais em psicologia
- Conceitos
- Amplitude e aplicação da psicologia
 LINGUAGEM E PENSAMENTO
- Linguagem e comunicação
- Desenvolvimento da linguagem
- Conceitos e categorização: os blocos de construção do
pensamento
- Raciocínio
 LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO HUMANA
- Origem da linguagem
- Comunicação humana e personalidade
 COMPORTAMENTO SOCIAL
- Cognição social e afecto
- Interação e influência social
 Teorias da personalidade e os processos de socialização
 Atitudes: mudança de atitudes, propaganda e
comunicação
 Os grupos e as relações grupais

literatura indicativa:
 FADIMAN, J. & FRAGER, R. (1979). Teorias da Personalidade. São Paulo,
Harper & Row do Brasil.
 GOLDSTEIN, J. (1980). Psicologia Social. Rio de Janeiro, Guanabara
Dois.
 RODRIGUES, A. (1992). Psicologia Social para Principiantes. Rio de
Janeiro, Vozes.
 ATKINSON, Rita (2002). Introdução à psicologia de Hilgard, 13 ed. Porto
Alegre: Artmed
 BOCK, Ana Mercês Bahia et al (2000). Psicologias: uma introdução ao
estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva
 PENTEADO, José Roberto (2001). A técnica da comunicação humana,
13 ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning
 CITELLI, Adilson (2000). Comunicação e educação: a linguagem em
movimento. São Paulo: SENAC

55 ECA
JORNALISMO

disciplina: técnicas de jornalismo ii


codigo: jor 1033
semestre: iii
horas: 48

discrição: Esta cadeira vai destacar os modelos de construção dos


gêneros opinativos no texto jornalístico; fará considerações
sobre as pressões sociais, as pressões do tempo. Vai também
discutir o espaço opinativo informal nos jornais, a opinião na
reportagem, a figura do ombudsman, as estratégias
mercadológicas do jornalismo; discursos e ideologia e os
manuais de redação.

objectivos:
 Proporcionar ao aluno a possibilidade de entendimento,
produção e reflexão sobre o texto opinativo e seus gêneros.
temas:
 POLÍTICA EDITORIAL
 A ESTRUTURA DA REDACÇÃO
- Funções e responsabilidades
 AS PRESSÕES SOCIAIS,
 OS GÉNEROS JORNALÍSTICOS
- O editorial,
- O artigo,
- A coluna,
- A crônica,
- O ensaio,
- A resenha,
 A OPINIÃO ILUSTRADA NO JORNALISMO
- A fotografia
- A charge
 O ESPAÇO OPINATIVO INFORMAL (OPINIÃO NA
REPORTAGEM),
 AS CARTAS DE LEITORES
 O OMBUDSMAN

56 ECA
JORNALISMO

 AS ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS DO JORNALISMO


- O processo de distribuição do produto jornalístico
 A IDEOLOGIA NOS MANUAIS DE REDAÇÃO.

literatura indicativa:

 BELTRÃO, Luiz (1976). Jornalismo opinativo. Porto Alegre: Sulina

 FUSER, Igor (Org.) (1996). A arte da reportagem. São Paulo: Scritta

 MELO, José Marques de (1979). A opinião no jornalismo brasileiro.


Petrópolis: Vozes
 MORIN, Edgar (1975). Cultura de massas no século XX: o espírito do
tempo. Rio de Janeiro: Forense
 MARTINS, Eduardo (1992). O Estado de São Paulo: manual de redação
e estilo. 2. ed. São Paulo: Maltese
 MATTELART, Armand (1973). La comunicación masiva en el processo
de liberación. Buenos Aires: Siglo XXI
 NOVO MANUAL DE REDAÇÃO (1994). São Paulo: Folha de São Paulo
 VERÓN, Eliseo (1981). Produção de sentido. São Paulo: Cultrix

disciplina: princípios de publicidade


codigo: jor 1031
semestre: iii
horas: 48

discrição: Esta é uma cadeira de carácter introdutório à Publicidade e


Propaganda, que vai introduzir os estudantes nesta área com
maior enfoque nos aspectos históricos e conceituais, e vai
também incidir na abordagem da importância da actividade
publicitária para a sociedade, economia e política.

57 ECA
JORNALISMO

objectivos:

 Prover os estudantes com noções básicas sobre a


Publicidade e Propaganda
 Fornecer aos estudantes conhecimentos sobre a história
dos diversos tipos de publicidade e a sua importância para
a sociedade
 Apresentar aos estudantes os principais veículos
publicitários e a sua eficácia comunicativa
 Levar os estudantes a uma reflexão sobre a ideologia e
os aspectos psicológicos da publicidade e propaganda
 Apresentar aos estudantes os pontos de interceção entre
o Jornalismo e a Publicidade e Propaganda
temas:

 CONCEITOS E DEFINIÇÕES DE PUBLICIDADE E


PROPAGANDA
 A HISTÓRIA DA PUBLICIDADE
 TIPOS DE PUBLICIDADE – VEÍCULOS
 A PUBLICIDADE E SUA EFICÁCIA
- Eficácia dos meios
- Identificação dos públicos
- A pesquisa em Publicidade e Propaganda
- Os tipos de pesquisa
 TÉCNICAS DE PESUASÃO
 FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DE UM ANÚNCIO
PUBLICITÁRIO
 A INFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE PARA A SOCIEDADE
 A INFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE PARA A ECONOMIA –
MARCAS
 A PROPAGANDA POLÍTICA
 ASPECTOS ÉTICOS DA PUBLICIDADE E PROPAGANDA

literatura indicativa:

58 ECA
JORNALISMO

 LEDUC, Robert ( ). Propaganda: Uma Força ao Serviço da


Empresa?. Vertice
 MALANGA, Eugenio (1979). Publicidade: uma introdução. Atlas
 MARCONDES, Ciro ( ). Quem Manipula Quem?
 RIBEIRO, Julio (1991). Tudo que você queria saber. Atlas
 SANTANA, Arnaldo ( ). Propaganda: Teoria, Técnica e Prática.
Pioneira
 BROWN, J. ( ). Técnicas de Persuasão.
 SCHORODER, Vestergaard (1988). A Linguagem em Propaganda.
Martins Fontes
 KOTLER, Philip (1998). Administração de Marketing, análise,
planejamento, implementação e controle, 5 ed. São Paulo: Atlas
 SAMPAIO, Rafael (1995). Propaganda de A a Z. Rio de Janeiro:
Campus
 GALE, Christiane (1980). Psicologia do consumidor. São Paulo: EPU
Editora Pedagógica e Universitária
 SANT’ANNA, Armando (1995). Propaganda, teoria e prática, 5 ed. São
Paulo: Pioneira
 RIBEIRO, Julio et aliis (1985). Tudo o que você queria saber sobre
propaganda e ninguém teve paciência para explicar, 3 ed. São Paulo:
Atlas

disciplina: comunicação comunitária


codigo: jor 1036
semestre: iii
horas: 48

discrição: Esta cadeira aborda a comunicação e mudança social,


destacando o desenvolvimento e operacionalização, pelas
comunidades, dos seus recursos de comunicação. Apresenta
também a comunicação comunitária com base na organização
de segmentos sociais e como factor de fortalecimento e
divulgação das reivindicações comuns com vista à operação de
mudanças.

objectivos:

59 ECA
JORNALISMO

 Capacitar o estudante a entender o que é comunicação


comunitária e de que forma ela pode contribuir para o
processo de transformação social
 Capacitar o estudante a poder avaliar a utilização dos
meios de comunicação alternativos pelos diversos
segmentos da sociedade
 Fornecer ao estudante o ferramental necessário para
desenvolver actividades em conjunto com determinados
segmentos da sociedade e transmitir as informações que
lhes possibilitem a utilização de meios de comunicação
alternativos, de acordo com as suas necessidades e
interesses.
 Capacitar o estudante a desenvolver publicações ou
programas electrónicos com pontos de vista diferentes
daqueles usuais aos da grande imprensa.

temas:
 A COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E POPULAR
- Conceito de comunicação comunitária:o alternativo e o
popular
- Histórico
- Contextualização,
- Fundamentos;
 O PAPEL DO COMUNICADOR POPULAR
- Os movimentos sociais e a comunicação alternativa e
popular
- O papel das ONGs e das Igrejas
 EXPERIÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA
- O jornal popular; o sistema de alto-falantes; as rádios
comunitárias
- O vídeo popular e as tvs comunitárias
- Leitura crítica da comunicação etc.
 COMUNICAÇÃO SINDICAL
- Histórico, linguagem, experiências e mercado de
trabalho.
 LEGISLAÇÕES DE RÁDIOS E TVS COMUNITÁRIAS.

60 ECA
JORNALISMO

literatura indicativa:

 CANCLINI, Néstor Garcia (1995). Consumidores e cidadãos. Rio de


Janeiro: UFRJ
 COGO, Denise M. (1998). No ar... uma rádio comunitária. São Paulo:
Paulinas
 FESTA, Regina; SILVA, Carlos Eduardo Lins da (1990). Comunicação
popular e alternativa no Brasil (Org.). São Paulo: Paulinas
 FREIRE, Paulo. (1995). Extensão ou comunicação? 7. ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra
 GOMES, Pedro Gilberto (1990). O jornalismo alternativo no projeto
popular. São Paulo: Paulinas
 PERUZZO, Cecília M. Krohling (1998). Comunicação nos movimentos
populares: a participação na construção da cidadania. Petrópolis: Vozes
 FERREIRA, Maria Nazareth (Org.) (1995). O impasse na comunicação
sindical: de processo interativo a transmissora de mensagens. São Paulo:
CEBELA
 GRINBERG, Maximo Simpson (Org.) (1990). A comunicação alternativa
na América Latina. Petrópolis: Vozes
 NEUMANN, Laurício (1990). Educação e comunicação alternativa.
Petrópolis: Vozes
 THIOLLENT, Michel (1988). Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo:
Cortez

disciplina: estatística i
codigo: jor 1035
semestre: iii
horas: 48

discrição: É uma disciplina introdutória de estatística de nível de


graduação. Será pricipalmente descritiva. Vai ter um enfoque

61 ECA
JORNALISMO

nos conceitos tais como percentagem, médias, desvio padrão e


coeficientes de correlações.

objectivos:

 Fornecer ao estudante conhecimento básico sobre


estatística: os métodos de coleta, organização,
apresentação, análise e interpretação de dados colectados.
 Fornecer ao estudante conhecimento para:
- identificar o processo adequado para extrair uma
amostra de uma população e determinar o tamanho
dessa amostra com nível de confiança aceitável para a
situação.
- Levantar dados estatisticos numa pesquisa e
efectuar a sua representação gráfica
- Representar graficamente vários tipos de dados
estatísticos

temas:
 DEFINIÇÃO
 INSTRUMENTAL MATEMÁTICO
- Arredondamento de dados
- Operações com números decimais
- Percentagem
 DADOS ABSOLUTOS E DADOS RELATIVOS
 POPULAÇÃO E AMOSTRAS
- Técnicas de amostragem
 SÉRIES ESTATÍSTICAS
 MÉTODO ESTATÍSTICO
 FASES DO MÉTODO ESTATÍSTICO
 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA
 COMUNICAÇÃO POR MEIO DE GRÁFICOS
- Tipos de gráficos
- Leitura de gráficos
 DESCRIÇÃO NUMÉRICA DOS DADOS
- Média aritmétia

62 ECA
JORNALISMO

- Desvio padrão
- Coeficiente de variação

literatura indicativa:

 FONSECA, Jairo & MARTINS, Gilberto (1994), Curso de estatística. Atlas


 PEREIRA,Wlademir (1993), Estatística para as ciências sociais. Saraiva
 CRESPO, Antonio (1996), Estatística fácil. Saraiva
 BLACKWELL, David (1991), Estatística básica. São Paulo: McGraw Hill
 FREUND, John & SIMON, Gary (2000), Estatística aplicada: economia,
administração e contabilidade, 9 Ed. Porto Alegre: Bookman
 TRIOLA, Mario (1999), Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC
 COSTA NETO, Pedro (1997), Estatística. São Paulo: Edgar Blucher

disciplina: língua portuguesa, redacção e expressão oral iii


codigo: jor 37
semestre: iii
horas: 48

discrição: Esta cadeira enfatiza o uso da linguagem verbal e a sua relação


com outras linguagens na construção dos discursos oral e
escrito, assim como as condições de produção desses discursos
e a utilização dos mecanismos retóricos necessários à sua
eficiência.

objectivos:

 Fornecer ao estudante, conhecimento teórico sobre o


discurso oral e escrito e a sua eficácia comunicativa através
da retórica.
 Desenvolver no estudante, habilidades comunicacionais
orais.

63 ECA
JORNALISMO

 Aprofundar o conhecimento gramatical específico para


utilização prática.
temas:
 DISCURSO E RETÓRICA
- A organização do discurso
- As condições de produção do discurso
- A expressividade oral e escrita
- Técnicas de expressão e retórica
- Figuras de retórica
 O CÓDIGO ESCRITO E SUAS FUNÇÕES
- A comunicação escrita
- A língua, a linguagem, seus níveis e
usos
- As funções da linguagem na
comunicação escrita
 A COMUNICAÇÃO ORAL
- Tipos de comunicação oral
- O estilo na exposição oral
- As reuniões; as discussões; as entrevistas
- Recursos, voz e postura na comunicação oral
 LINGUAGEM VERBAL E OUTRAS LINGUAGENS
- A linguagem verbal e suas relações com outras
linguagens
- Língua e expressão gráfica e pictórica
- Língua e fotografia
- Língua e meios de comunicação de massa
- Língua e música
 REVISÃO GRAMATICAL

literatura indicativa:
 MANDRYK, D. & FARACO, C. A. (1996).
Prática de Redação para Estudantes Universitários. Petrópolis: Vozes
 PLATÃO & FIORIN (1998). Lições de Texto:
leitura e Redação. São Paulo: Ática

64 ECA
JORNALISMO

 VANOYE, Francis (1995). Usos da Linguagem,


Problemas e Técnicas na Produção Oral e Escrita São Paulo: Martins
Fontes
 ANDRADE, M. M. & HENRIQUES, A. (1990)
Língua Portuguesa (Noções básicas para cursos superiores). São Paulo:
Atlas
 CARRAVETTA, L. M. (1991). Métodos e
técnicas do Ensino do Português. Porto Alegre: Mercado Aberto
 CITELLI, Adilson (1993). Linguagem e
Persuasão. São Paulo: Ática
 FARACO, C. A. & TEZZA, C. (1993). Prática de
Texto. Língua Portuguesa para nossos Estudantes. Petrópolis: Vozes
 FARACO & MOURA (1995). Gramática. São
Paulo: Ática
 FIORIN, José Luiz (1996). Linguagem e
Ideologia. São Paulo: Ática
 GARCIA, Othon M. (1993). Comunicação em
Prosa Moderna. Rio de Janeiro: FGV

disciplina: inglês iii


codigo: jor 1038
semestre: iii
horas: 48

discrição: Esta cadeira enfatisa a prática de leitura em Língua Inglesa


através da aplicação de estratégias de leitura e do estudo de
estruturas de nível mais complexo em relação à cadeira
precedente, tendo como objetivo a compreensão de textos
preferencialmente autênticos, gerais e específicos da área.

objectivos:

 Capacitar o estudante para identificar as intenções de


comunicação explícitas nas diversas situações de
comunicação

65 ECA
JORNALISMO

 Capacitar o estudante para inferir o sentido dum texto ou


duma conversa a partir da sua estrutura, dos elementos de
articulação, dos parágrafos, títulos e subtítulos
 Capacitar o estudante a idenificar a estrutura de um texto
de carácter descritivo, narrativo, informativo ou
argumentativo e as suas principais características
 Capacitar o estudantes a tomar notas a partir dum texto
simples lido ou ouvido
 Capacitar o estudante a narrar oralmente ou por escrito
um facto, um acontecimento real

temas:

 Comunicação oral e escrita


 Análise de textos
 Compreensão de documentos sonoros
 Tomada de notas
 Redacção organizada de textos
 Gramática / sintaxe / fonética contextualizadas e
analizadas
 Funções da linguagem

literatura indicativa:

66 ECA
JORNALISMO

disciplina: estatística ii
codigo: jor 1045
semestre: iv
horas: 48

discrição:

objectivos:
temas:
literatura indicativa:

67 ECA
JORNALISMO

disciplina: teorias da comunicação


codigo: jor 1046
semestre: iv
horas: 48

discrição: Esta cadeira aborda os novos parâmetros e paradigmas das


ciências humanas para a análise da Comunicação. Proporciona
a discussão dos temas emissão e recepção; cultura e
subjetividade; comunicação e cibercultura; Interação,
interpretação e experiência.

objectivos:
 Fornecer ao estudante conhecimentos teóricos
científicos da comunicação social, através de contribuições
interdisciplinares, com orientação para a constituição de um
amplo painel sobre teoria da comunicação; as diversas
correntes teóricas para uma análise de mensagens; o
enfoque filosófico-histórico e social e crítico da ciência, os
processos midiáticos e semióticos.
 Capacitar os estudantes para análises comparativas de
teorias da comunicação
temas:

68 ECA
JORNALISMO

 REVISÃO CONCEITUAL: COMUNICAÇÃO, COMUNICAÇÃO


DE MASSA, INFORMAÇÃO.
 REVISÃO DAS PRINCIPAIS TEORIAS DA COMUNICAÇÃO DE
MASSA
- O Funcionalismo Americano, a Escola de Frankfurt, o
Estruturalismo, os “Cultural Studies”, os estudos das rotinas
jornalísticas (gatekeeping, newsmaking), os estudos dos
efeitos a longo prazo (agenda-setting, espiral do silêncio)
- Teorias Pós-Modernas
- Teorias da Comunicação de Massa x Teorias da
Comunicação
- Preceitos básicos das Teorias da Comunicação
- PRAGMÁTICA DA COMUNICAÇÃO HUMANA
- EMISSÃO E RECEPÇÃO: DE ARISTÓTELES À
CIBERCULTURA
- TEXTUALIDADE, DISCURSO, ENUNCIAÇÃO E
INTERPRETAÇÃO
- CULTURA E SUBJETIVIDADE: O SOCIAL X O INDIVIDUAL
- IDEOLOGIA, PODER E COMUNICAÇÃO
- CONTEXTO MOÇAMBICANO NO QUADRO DA
COMUNICAÇÃO DE MASSA

literatura indicativa:

 HOHLFELDT, Antonio, MARTINO, Luiz C. & FRANÇA, Vera Veiga


(org.) (2001). Teorias da Comunicação - conceitos, escolas e tendências.
Petrópolis: Vozes
 MATTELART, Armand & Michelle (1999). História das Teorias da
Comunicação. São Paulo: Loyola
 SANTOS, José Rodrigues Dos (1992). O Que é Comunicação.
Lisboa: Difusão Cultural
 SANTAELLA, Lucia (2001). Comunicação e Pesquisa - projetos para
mestrado e doutorado. São Paulo: Hacker Editores
 WOLF, Mauro (1995). Teorias da Comunicação. 4.ed., Lisboa:
Editorial Presença

69 ECA
JORNALISMO

 ARISTÓTELES. Arte Retórica, Arte Poética. Rio de Janeiro,


Tecnoprint, s.d.
 BACCEGA, Maria Aparecida (1998). Comunicação e Linguagem -
discursos e ciência. São Paulo: Moderna.
 BAIRON, Sérgio (1995). Multimídia. São Paulo: Global
 BENVENISTE. Émile (1989). Problemas de Lingüística Geral I e II.
São Paulo, Pontes
 BOUGNOUX, Daniel (1994). Introdução às Ciências da Informação
e da Comunicação. Petrópolis: Vozes
 BRANDÃO, Helena H. Nagamine (1995). Introdução à Análise do
Discurso. 4.ed., Campinas: Editora da Unicamp

disciplina: semiótica
codigo: jor 1041
semestre: iv
horas: 48

discrição: Esta disciplina enfatiza as teorias da significação e da


interpretação: Semiótica, Semiologia e as bases lógica e
lingüística; o horizonte hermenêutico das teorias semióticas;
semiose e inferência; fundamentos semióticos do
funcionamento das mensagens: os aspectos verbais e não-
verbais do sentido; as práticas culturais, figurativas e de
simbolização; semiótica e mídia.

objectivos:
 Proporcionar o conhecimento sobre as três principais
teorias semióticas em uso - a peirciana, a de base
saussuriana (ou semiologia), e a semiótica da cultura,
apresentando-as como método capaz de analisar as
linguagens que permeiam a vida cultural do homem
 Possibilitar o uso do método semiótico na análise de
objetos comunicacionais de prática corrente.
temas:
 INTRODUÇÃO À TEORIA SEMIÓTICA

70 ECA
JORNALISMO

- Objetivo do método
- Histórico da semiótica
- As delimitações do campo da semiótica
 OS MODELOS DA SEMIÓTICA
- A definição de Saussure
- A definição de Peirce
 TIPOLOGIA SÍGNICA E CONCEITOS
METODOLÓGICOS
- A classificação dos signos segundo
Morris
- O signo lingüístico e a simbolização
- Primeiridade, secundidade e
terceiridade
- A questão do ícone
 SEMIÓTICA E MÍDIA
- Signo como mediação
- A semiótica visual
- O computador como
mídia semiótica
 SEMINÁRIOS DE
SEMIÓTICA

literatura indicativa:

 BARTHES, Roland (1996). Elementos de semiologia. São Paulo: Cultrix

 SANTAELLA, Lúcia (1997). O que é semiótica? Coleção Primeiros


Passos. São Paulo: Brasiliense
 SANTAELLA, Lúcia (2001). A teoria geral dos signos. São Paulo:
Pioneira
 BENSE, Max e WALTHER, Elizabeth (1975). La semiótica. Barcelona:
Anagrama
 BOUGNOUX, Daniel (1994). Introdução às ciências da informação e da
comunicação. Petrópolis: Vozes
 CARONTINI, E. e PERAYA, D. (1992). O projeto semiótico. São Paulo:
Cultrix
 GARRONI, Emilio (1980). Projecto de semiótica. Lisboa: Edições 70

71 ECA
JORNALISMO

 KRISTEVA, Julia (1972). História da linguagem. Lisboa: Edições 70


 MARTINET, Jeanne (1983). Chaves para a semiologia. Lisboa: Dom
Quixote
 NÖTH, Winfried (1998). A semiótica no século XX. São Paulo:
Annablume
 PIGNATARI, D. (1997). Informação, linguagem, comunicação. São
Paulo: Perspectiva
 SAUSSURE, F. de.(1996). Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix
 TEIXEIRA COELHO (1980). Semiótica, informação, comunicação. São
Paulo: Perspectiva

disciplina: jornalismo online


codigo: JOR 1043
semestre: iv
horas: 48

discrição: Esta cadeira vai abordar a aplicação das tecnologias de


comunicação na internet aplicadas ao campo do jornalismo.
Dará maior enfoque à internet e hipermídia; correio electrónico
como mídia, newsgroup e newsweb. Redacção e edição em
mídias online, reportagem auxiliada por computador e técnicas
de pesquisa na internet; requisitos humanos e materiais do
jornalismo online, empreendimentos e o estado actual e futuro
do jornalismo online. Vai também abordar as questões
candentes da moral e ética no jornalismo online.

objectivos:
 Fornecer ao estudante noções básicas de produção
gráfico-eletrônica, possibilitando que o este compreenda o
processo global de elaboração de um veículo jornalístico em
rede de computadores, utilizando como suporte a World
Wide Web da Internet, o correio electrónico e CD ROMs.
temas:
 O QUE É JORNALISMO ONLINE (JO):

72 ECA
JORNALISMO

 CARACTERÍSTICAS: INSTANTANEIDADE, RECURSOS DE


MULTIMÍDIA, INTERATIVIDADE, MULTIMEDIAÇÃO.
 BANCOS DE DADOS.
 O QUE É A INTERNET:
 REDES DE COMPUTADORES.
- Recursos disponíveis na rede.
- Largura de banda e outras limitações da internet.
 O QUE É A WORD WIDE WEB E HIPERMÍDIA.
 EDITORES DE HIPERTEXTO.
 HIPERLINKS.
 USO DE IMAGENS VISUAIS E SONORAS.
 TÓPICOS AVANÇADOS EM WEBDESIGN E
GERENCIAMENTO DE SITES.
 CORREIO ELETRÔNICO COMO MÍDIA: LISTAS DE
DISTRIBUIÇÃO DE E-MAIL, NEWSLETTERS E REVISTAS,
NEWSGROUPS E NEWSWEB.
 SERVIÇOS DE NOTÍCIAS PERSONALIZADAS.
 FORMATO PDF E PÁGINAS DE VERSÃO IMPRESSA DE
JORNAIS COLOCADAS NA WEB;
 VALORES MORAIS E ÉTICOS NO JORNALISMO ONLINE.
 AMBIENTE, EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES.
 APLICAÇÃO PRÁTICA: CRIAÇÃO DE JORNAL ON LINE:
 ASPECTOS DO PROJETO GRÁFICO:
 REDAÇÃO E EDIÇÃO JORNALÍSTICA NA WEB.

literatura indicativa:
 LANDOW, George P. Hipertexto: la convergencia de la teoría crítica
contemporanea y la tecnología. 1. ed. Barcelona: Paidós, 1995. 284 p.
(Hipermedia, 2).
 MARTIN, James (1992). Hiperdocumentos e como criá-los.1. ed. Rio de
Janeiro: Campus
 HACKOS, Joann T. (1997). Standards for online communication:
Publishing Information For The Internet, World Wide Web, Help Systems,
Corporate Intranets. 1. ed. New York: John Wiley & Sons

73 ECA
JORNALISMO

 HORTON, William (1994). Designing and writing online


documentation: hypermedia for self-supporting products. 2. ed. New York
: John Wiley & Sons
 LANDOW, George P. (1995). Hipertexto: la convergencia de la teoría
crítica contemporanea y la tecnología. 1. ed. Barcelona: Paidós
 LEVINSON, Jay Conrad. Marketing de guerrilha com armas online. 1.
ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 234 p.

disciplina: literatura da comunicação social


codigo: jor 1040
semestre: iv
horas: 32

discrição: Esta cadeira enfatisa a leitura e compreensão de textos originais


da área da comunicação social, relacionados com o país e com o
mundo. Destaca o pensamento comunicacional latino-
americano, o pensamento americano, o pensamento europeu e
o pensamento africano da comunicação.

objectivos:

 Criar condições para o estudante contextualizar o estudo


da comunicação social e do jornalismo
 Habilitar o estudante a compreender as diversas
correntes de pensamento da área da comunicação socal
 Criar oportunidades para o desenvolvimento do sentido
crítico do estudante de jornalismo sobre o estudo e prática
da comunicação no mundo
 Proporcionar ao estudante a possibilidade de desenvolver
a análise comparativa da comunicação.
temas:

 LEITURA CRÍTICA DO JORNALISMO EUROPEU


 LEITURA CRÍTICA DO JORNALISMO AMERICANO

74 ECA
JORNALISMO

 LEITURA CRÍTICA DO JORNALISMO LATINO AMERICANO


 LEITURA CRÍTICA DO JORNALISMO AFRICANO
 LEITURA CRÍTICA DO JORNALISMO MOÇAMBICANO
 O PENSAMENTO LATINO AMERICANO DA COMUNICAÇÃO
 O PENSAMENTO EUROPEU DA COMUNICAÇÃO SOCIAL
 O PENSAMENTO AMERICANO DA COMUNICAÇÃO
 A COMUNICAÇÃO PARA O DESENVOLIMENTO
 A COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL

literatura indicativa:

 BORDENAVE, JUAN DIAZ (1987). Teleducação ou Educação à Distância:


Fundamentos e Métodos. Ptrópolis. Vozes

disciplina: língua portuguesa, readacção e expressão oral iv


codigo: jor 1047
semestre: iv
horas: 48

discrição: Esta cadeira enfatiza as características do texto jornalístico e os


modelos da mensagem escrita; as Linguagens e os meios da
mensagem. Coloca grande enfoque na prática dos gêneros
jornalísticos nos diferentes meios de comunicação, e a
organização do texto, a coerência, a mensagem e a clareza do
texto jornalístico impresso.

objectivos:
 Capacitar o estudante para conhecer e analisar,
criticamente, os diversos modelos de textos jornalísticos.
 Incentivar o estudante para a leitura, sobretudo de
outras áreas da comunicação verbal e não verbal.
 Debater os formatos da informação e suas intenções
dentro da sociedade

75 ECA
JORNALISMO

 Proporcionar ao estudante a oportunidade de


conhecer, identificar e trabalhar linguagens jornalísticas.

temas:
 ANÁLISE E DEFINIÇÃO DE LINGUAGEM JORNALÍSTICA.
 Registros de linguagem: formal e coloquial.
 Processo de comunicação escrita.
 Compromissos ideológicos: intenção da notícia no texto.
 Meios e mensagens adequadas aos meios.
 AS DIFERENÇAS DE LINGUAGEM PARA CADA MEIO:
JORNAL E REVISTA.
 Linguagem factual, investigativa, improvisada e de
pesquisa.
 A ORGANIZAÇÃO DA NOTÍCIA NA CONSTRUÇÃO DO
TEXTO.
 As prioridades para o fato dentro do texto jornalístico.
 A seleção e a importância da informação sem censura
para o leitor.
 O texto e a sua coerência na informação.
 A BOA INFORMAÇÃO ATRAVÉS DE UM TEXTO SIMPLES.
 O texto e a apresentação de respostas.
 Vocabulário crítico.

literatura indicativa:

 AMARAL, Luiz (1996). A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra

 SODRÉ, Muniz & FERRARI, Maria Helena (1986). Técnica de reportagem


- notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus
 VILAS BOAS, Sérgio (1996). O estilo magazine - O texto em revista. São
Paulo: Summus
 CHAPARRO, Manuel Carlos (1994). Pragmática do jornalismo - buscas
práticas para uma teoria da ação jornalística. São Paulo: Summus
 COIMBRA, Oswaldo (1993). O texto da reportagem impressa. São
Paulo: Ática

76 ECA
JORNALISMO

 GENRO FILHO, Adelmo (1987). O Segredo da Pirâmide. Porto Alegre:


Tchê
 LAGE, Nilson (1982). Ideologia e técnica da notícia. Petrópolis: Vozes

 LAGE, Nilson (1999). Linguagem jornalística. São Paulo: Ática

 MEDINA, Cremilda de Araújo (2000). Entrevista - O Diálogo possível. 4.


ed. São Paulo: Ática
 SARMENTO, Leila Lauar (1997). Oficina de Redação. São Paulo:
Moderna
SILVA, Juremir Machado da (2000). A Miséria do jornalismo brasileiro. As
(in)certezas da mídia. Petrópolis: Vozes
 ELENA, Maria & Otilia, Maria (2002). Para escrever bem. São Paulo:
Manole

disciplina: inglês iv
codigo: jor 1048
semestre: iv
horas: 48

discrição: Esta é uma cadeira de nível intermediário que enfatisa a


prática da leitura e da redacção em Língua Inglesa através da
aplicação de estratégias de leitura e do estudo de estruturas
de nível mais complexo em relação à cadeira precedente,
tendo como objetivo a compreensão de textos,
preferencialmente autênticos, e a redacção de artigos
jornalísticos.

objectivos:
 Capacitar o estudante a utilizar os códigos orais ou
escritos próprios de cada situação de comunicação da vida
social e profissional.

77 ECA
JORNALISMO

 Fornecer ao estudante o ferramental necessário para


redigir de forma organizada textos descritivos, narrativos,
informativos ou argumentativos, longos.
 Fornecer ao estudante o ferraental necessário para ser
capaz de sintetizar o comentário de um texto narrativo,
informativo, descritivo ou argumentativo.
 Fornecer ao estudante o ferramental necessário para
relatar, a partir de uma tomada de notas prévia, um evento
de comunicação oral ou escrito.
 Capacitar o estudante para descrever uma situação,
realidade social ou cultural, ou relatar um acontecimento
separando os factos do comentário.

temas:

 Análise, comentário e síntese de textos de natureza


variada
 Compreensão de documentos sonoros de vária natureza
com tomada de notas
 Redacção organizada de textos variados
 Redacção de textos narrativos e informativos de nível
intermediário
 Compreensão da utilização gramatical para fornecimento
e aquisição de informação de contexto
 Análise e produção textual
 Formas de apresentação e produção da informação
escrita
 Sintaxe
 Fonética contextualizada e analisada
 Vocabulário técnico

literatura indicativa:

78 ECA
JORNALISMO

disciplina: temas conteporâneos de moçambique


codigo: jor 1055
semestre: v
horas: 32

discrição: Esta cadeira irá proporcionar a oportunidade para uma reflexão


sobre as questões actuais que envolvem a flexibilização das
relações de trabalho no país, numa nova ordem de distribuição
do poder no mundo. Será desenvolvida, nesta cadeira, uma
reflexão teórica sobre o papel do Estado e as representações
políticas em Moçambique.

objectivos:

 Proporcionar ao estudante uma reflexão sobre a realidade


sócio-económica e política de Moçambique
 Despertar o estudante para a importância do profissional
da comunicação social na análise constante da realidade
Moçambicana

temas:
 A REALIDADE SÓCIO-ECONÓMICA E POLÍTICA
MOÇAMBICANA
- Neoliberalismo
- Globalização

79 ECA
JORNALISMO

- O mundo do trabalho
 PODER, POLÍTICA E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
- Ideologia
- Poder e representações sociais
- Representação política e os meios de comunicação
 ELEIÇÕES, DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO
- Participação popular e os meios de comunicação
- Eleições autárquicas e os meios de comunicação
- Eleições gerais e os meios de comunicação
 OS CONFLICTOS ARMADOS E NÃO ARMADOS
- O papel da comunicação social na gestão de conflictos
- O papel da mulher na gestão de conflictos
- O papel da Igreja na gestão de conflictos
- As origens dos conflictos em Moçambique
 CORRUPÇÃO
 O SISTEMA JUDICIAL E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO: QUE
PARCERIA?

literatura indicativa:

 FOUCAULT, Michel (1979). Microfísica do poder, 10 ed. São Paulo: Graal


 FILHO, Ciro Marcondes (1992). Quem manipula quem? 5 ed. Petrópolis:
Vozes
 PAULO, Singer (1999). Globalização e desemprego: diagnósticos e
alternativas. São Paulo: Contexto
 MAZULA, Brazão (1995). Moçambique: Eleições, Democracia e
Desenvolvimento.
 _____________ (2002). Moçambique: 10 Anos de Paz
 _____________ (2001). A construção da Democracia em África: O caso
moçambicano
 AGENDA 2025 (2003). Visão e estratégias da nação. Maputo
 PNUD ( ). Relatórios Nacionais de Desenvolvimento Humano

80 ECA
JORNALISMO

disciplina: teoria política


codigo: jor 1052
semestre: iv
horas: 48

discrição: Promove o estudo do governo e política através de discussões


de temas da actualidade, desenvolvendo nos estudantes a
habilidade de prever o rumo dos eventos políticos. A ênfase
estará nas formas de governo, das Constituições e os
diferentes órgãos do governo; uma análise do Estado como um
aspecto da sociedade e a consideração das visões teóricas
sobre como o governo deve ser e deve fazer.

objectivos:
 Introduzir os estudantes às diversas correntes de
pensamento político do mundo conteporâneo
 Trazer os estudantes de Jornalismo para reflexão sobre o
papel da imprensa como veículo atraves do qual a
actividade política transita na sociedade
 Capacitar o estudante para reflectir sobre o fenómeno
político no contexto nacional e internacional
 Capacitar o estudante para reflectir sobre a participação
do jornalista nos processos políticos

temas:
 O QUE É POLÍTICA
 O ESTADO
 O Estado unitário
 O Estado federado
 O GOVERNO
- Formas de governo
- O regime presidencialista
- O regime semi-presidencialista
- O regime parlamentarista

81 ECA
JORNALISMO

- A monarquia
 A SEPARAÇÃO DOS PODERES
 DEMOCRACIA
 OS PARTIDOS POLÍTICOS
 SISTEMAS DE REPRESENTATIVIDADE
 AS ELEIÇOES
- Eleições directas
- Eleições indirectas

literatura indicativa:
 ARENDT, Hannah (1989). As Origens do Totalitarismo. São Paulo,
Companhia da Letras
 _____________ (1994). Entre o Passado e o Futuro, 3ª Edição. São
Paulo, Perpsectiva
 BOBBIO, Norberto (1994). Liberalismo e Democracia. São Paulo,
Brasiliense
 CAMPA, Ricardo (1985). A Época da Incertezas e as Transormações do
Estado Conteporâneo. São Paulo, Difel, instituto Italiano di Cultura
 PENSADORES, Os (colecção), 4ª Ed.(1988). São Paulo, Nova Cultura
 POPPER, Karl (1993). A Miséria do Historicismo, 2ª Ed. São Paulo,
Cultrix
 TOUCHARD, Jean (dir) (1970). História das Ideias Políticas, vol. 7.
Lisboa, Publicações Europa-América
 WEBER, Marx (1983). Ciência e Política: Duas Vocações. São Paulo,
Cultrix
 WEFFORT, Francisco (1991). Os Clássicos da Política, 2ª Ed. vol. 1 e 2.
São Paulo, Ática

disciplina: jornalismo científico


codigo: jor 1057
semestre: v
horas: 48

82 ECA
JORNALISMO

discrição: Esta cadeira enfatiza os conceitos de ciência e tecnologia;


métodos do conhecimento científico; analisa a relação entre
jornalistas e cientistas - suas diferenças e convergências.
Aborda a questão das fontes do jornalismo científico, a sua
linguagem na divulgação das ciências: técnicas e recursos do
texto jornalístico; e o papel do jornalista na formação de uma
cultura científica.
objectivos:
 Proporcionar ao estudante o conhecimento e
importância da ciência e da tecnologia como campo de
trabalho do jornalismo científico
 Proporcionar ao estudante a opportunidade de produzir e
analisar textos de divulgação científica.
temas:
 CONCEITOS:
- Ciência
- tecnologia,
- Ideologia
 VERTENTES DA FILOSOFIA DA CIÊNCIA
 AS PRINCIPAIS FONTES DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
PARA O JORNALISTA: Universidades, centros de pesquisa,
organismos internacionais, pesquisadores, bancos de
dados, congressos, documentos, Internet, livros e revistas;
 ENTREVISTAS COM CIENTISTAS, PESQUISADORES,
TÉCNICOS E ESPECIALISTAS.
 PESQUISA NA INTERNET E EM PERIÓDICOS CIENTÍFICOS,
REVISTAS ESPECIALIZADAS, DISSERTAÇÕES, TESES E
PAPERS.
 RECURSOS DE TEXTO DO JORNALISMO CIENTÍFICO:
ANALOGIA, METÁFORA, PARAFRASE, ETC.
 REDAÇÃO DE NOTÍCIAS E REPORTAGENS CIENTÍFICAS
 LEITURA, ANÁLISE E REVISÃO CRÍTICA DE TEXTOS
SELECIONADOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA (jornais,
revistas, documentários ou filmes).

literatura indicativa:

83 ECA
JORNALISMO

 BUENO, Wilson da Costa (1988). Jornalismo científico no Brasil.


Aspectos teóricos e práticos. São Paulo: Eca-USP (Série Pesquisa).
 BURKETT, Warren (1990). Jornalismo científico. Rio de Janeiro,
Forense-Universitária.
 BYNUM, W. F.; Browne, E. J., & Porter, Roy (1985). Dictionary of the
History of Science. Princeton: Princeton University Press.
 CALVO HERNANDO, Manuel. Manual de periodismo científico.
Barcelona: Bosch, 1997.
 CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal? São Paulo, Brasiliense,
reimpr. 1995.
 HOLTON, Gerald (1994). Science and anti-science, 2ª ed. Cambridge:
Harvard University Press.
 HORGAN, John (1998). O fim da ciência. Uma discussão sobre os
limites do conhecimento científico. São Paulo: Cia. das Letras
 KUHN, Thomas S. (1987) A estrutura das revoluções científicas, 2 Ed.
São Paulo: Perspectiva
 KUNCZIK, Michael (1997). Conceitos de jornalismo. São Paulo: Edusp.

 MEYER, Philip (1993). Periodismo de precisión. Nuevas fronteras para


la investigación periodística. Barcelona: Editorial Bosch.
 SINGH, Simon (1999). O último teorema de Fermat, 4ª ed. Rio de
Janeiro: Record.
 WEBER, Max. Ciência e política. Duas vocações. São Paulo, Cultrix, 3ª
ed., s/d.
 WEINBERG, Steven (1996). Sonhos de uma teoria final. A busca das
leis fundamentais da Natureza. Rio de Janeiro: Rocco
 WILSON, Edward (1997). O Naturalista. Rio de Janeiro, Nova Fronteira.

disciplina: oficina laboratorial de jornal impresso i


codigo: jor 1054
semestre: v
horas: 64

discrição: Esta cadeira enfatisa a teoria, técnica e processos de produção


da linguagem visual em uso no Jornalismo impresso.

84 ECA
JORNALISMO

objectivos:

 Desenvolver a capacidade de caracterizar, aplicar e


valorizar a linguagem visual em utilização no Jornalismo
impresso;
 Reconhecer elementos e recursos gráficos que
favoreçam o desenvolvimento de projetos gráficos;
 Articular propostas editoriais de veículos impressos e o
trabalho do editor;
 Conhecer técnicar de diagramação e expressão visual e
sua utilidade nas artes gráficas no sentido de levar
visibilidade, legibilidade e maior atração visual aos
periódicos.
 Permitir a análise das linguagens gráfico-visuais
específicas e a teoria sobre o processo de produção gráfica
em computador, aplicados a projetos editoriais
diferenciados.
 Conhecer e aplicar os recursos disponíveis em softwares
de editoração em Jornalismo.

temas:

 Contexto tecnológico, profissional e social da informação


gráfico-visual na mídia impressa.
 O desenvolvimento da linguagem visual e a inter-relação
com os meios eletrônicos.
 Discurso gráfico, hábito visual, visibilidade e legibilidade.
 Interface com diagramas e redação visual.
 Simetria, verticalidade e horizontalidade. Interferência
na leitura.
 Análise de publicações gráficas e difetentes linguagens
gráficas.
 O computador no projeto gráfico e diagramação.
 Editoração eletrônica em Page Maker e QuarkXPress.

literatura indicativa:

85 ECA
JORNALISMO

 COLLARO, Antonio C. (2000). Projeto gráfico - teoria e prática da


diagramação, 2a Ed. São Paulo: Summus.
 BAER, Lorenzo (1999). Produção Gráfica. São Paulo: Senac.

 MINORU, Recardo (1999). 300 superdicas de editoração, design e


artes gráficas. São Paulo: Érica.
 WILLIAM, Robin (2001). Design para quem não é designer: noções
básicas de planejamento visual. São Paulo: Callis.
 ARNHEIM, Rudolf (1991). Arte & percepção visual. Uma psicologia da
visão criadora. 6. ed. São Paulo: Pioneira Editora.
 GILL, Bob (1982). Esqueça todas as regras que lhe tenham ensinado
sobre gráficos. Barcelona: Gustavo Gilli.
 HURBULT, A. (1981). Layout. São Paulo: Mosaico.

 LESSA, Washington Dias (1995). Dois estudos de comunicação visual.


Rio de Janeiro: Univ. Fed. Rio de Janeiro.
 DONDIS, Donis (1991). Sintaxe da linguagem visual. São Paulo:
Martins Fontes.
 PASCCHOAL, Fausto de (1999). Pagemaker 6.5 layout e acabamento
de página. São Paulo: Ed. Erica.

disciplina: oficina laboratorial de televisão i


codigo: jor 1053
semestre: v
horas: 64

discrição: Esta cadeira enfatiza a nálise de notícia na televisão e


evolução da linguagem telejornalística, proporcionando ao
estudante a oportunidade de entender o processo de produção
da notícia em estações de televisão.

objectivos:

 Capacitar o estudante a dominar teoricamente o


processo de elaboração da notícia em televisão.

86 ECA
JORNALISMO

 Proporcionar ao estudante a prática de elaboração do


texto jornalístico para televisão
 Capacitar o estudante a fazer a trasposição do texto de
jornais escritos para a televisão
 Capacitar o estudante a redigir textos jornalisticos para
televisão com sincronização com a imagem

temas:
 ESTRUTURA DE TRANSMISSÃO DA NOTÍCIA TELEVISIVA
- Equipamentos
- Profissionais: equipas
 CARACTERÍSTICA DA TELEVISÃO
 A EVOLUÇÃO DA TELEVISÃO
 A NOTÍCIA NA TELEVISÃO: O PROCESSO DE PRODUÇÃO
 O TEXTO NA TELEVISÃO
- Objetividade
- A relação texto/imagem
 O TELEJORNAL
- A edição no telejornalismo
- Diferenças entre o texto radiofónico e o telejornalístico
- Transposição de textos de jornal impresso para a
televisão
 ANÁLISE DE TELEJORNAIS DAS EMISSORAS NACIONAIS
DE TELEVISÃO

literatura indicativa:

 BITTENCOURT, Luís Carlos (1993). Manual de telejornalismo.


Rio de Janeiro: Ed. UFRJ
 CUNHA, Albertino Aor da (1990). Telejornalismo. São Paulo:
Atlas
 FILHO, Adelmo Genro (1987). O segredo da pirâmide : para
uma teoria marxista do jornalismo. Porto Alegre: Tchê
 PARTERNOSTRO, Vera Iris (1987). O texto na TV : Manual de
telejornalismo. São Paulo: Brasiliense

87 ECA
JORNALISMO

 NOVAES, Adauto (Org.) (1991). REDE imaginária :televisão


democracia. Rio de Janeiro, Companhia das Letras
 SQUIRRA, Sebastião (1993). Aprender telejornalismo:produção
e técnica. São Paulo, Brasiliense
 SODRÉ, Muniz (1989). O Monopólio da Fala: função e
linguagem da Televisão no Brasil. Vozes, 5ª edição. Petrópolis: RJ

disciplina: oficina laboratorial de rádio i


codigo: jor 1056
semestre: v
horas: 64

discrição: Esta cadeira apresenta a notícia no rádio, destacando a


redação de textos em Radiojornais: os diferentes estilos de
noticiários radiofônicos; estruturação do radiojornalismo nas
empresas de radiodifusão.

objectivos:
 Capacitar o aluno a redigir textos radiojornalísticos
 Fornecer ao estudante o ferramental necessário para
produzir informacao para o veículo rádio
 Capacitar o estudante a fazer a transposição do texto da
imprensa escrita para a rádio

temas:

 APRESENTAÇÃO DO VEÍCULO RÁDIO E SUA HISTÓRIA


 CARACTERÍSTICA DO RÁDIO
 A MENSAGEM RADIOFÓNICA
 A EVOLUÇÃO DO RADIALISMO
 O RÁDIO EM MOÇAMBIQUE

88 ECA
JORNALISMO

 NOÇÕES BÁSICAS DE TRANSMISSÃO RADIOFÔNICA.


 AS ESPECIFIDADES DO RÁDIO.
 CARACTERÍSTICAS DO VEÍCULO
 CARACTERÍSTICAS DO TEXTO RADIOFÔNICO.
 A PAUTA
 O LEAD EM RÁDIO
 A NOTÍCIA
 APRESENTAÇÃO DO TEXTO E DO ROTEIRO EM RÁDIO
 PROGRAMAS INTERATIVOS
 OS ELEMENTOS DA LINGUAGEM RADIOFÔNICA.
 TEXTO E CONTEXTO - OS DIFERENTES ESTILOS.
 FORMA E CONTEÚDO NO RADIOJORNALISMO.
 A SITUAÇÃO ACTUAL DO READIOJORNALISMO EM
MOÇAMBIQUE

literatura indicativa:
 KAPLUN, Mário (1980). Producción de programas de rádio. Quito:
Ciespal
 Manuais de redação das emissoras de rádio
 Outros - de acordo com a unidade do programa - sugestão do
professor.

disciplina: inglês v
codigo: jor 1058
semestre: v
horas: 48

discrição: Esta cadeira enfatisa a prática da redacção, de leitura em


Língua Inglesa através da aplicação de estratégias de leitura,
de redacção de nível avançado, com o objetivo capacitar o
estudante a escrever e falar em língua inglesa.

objectivos:

89 ECA
JORNALISMO

 Capacitar o estudante a identificar os diferentes tipos de


comunicação
 Capacitar o estudante a analisar o texto escrito e oral
 Capacitar o estudante a fazer a transcrição do texto oral
para o texto escrito
 Capacitar o estudante a elaborar relatórios curtos
 Habilitar o estudante para participar em conferências de
imprensa e seminários onde a língua de trabalho é o inglês
 Habilitar o estudante a efectuar entrevistas em Inglês
 Dar ao estudante as ferramentas necessárias para
realizar trabalhos de correspondência utilizando a língua
inglesa.

temas:

 Oralidade em interacção com simulações de tipo


profissional
 Compreensão de documentos sonoros de vária natureza
com tomada de notas
 Redacção de textos jornalísticos
 Gramática inglesa
 Análise e interpretação de textos literários
 Análise de textos jornalísticos
 Elaboração de relatórios curtos
 Apresentação oral de trabalhos jornalísticos
 Simulação de correspondência internacional em rádio e
televisão

literatura indicativa:

90 ECA
JORNALISMO

disciplina: métodos de pesquisa em ciências sociais


codigo: jor 1061
semestre: vi
horas: 48

discrição: Esta cadeira vai expôr os estudantes aos problemas


fundamentais das ciências sociais e de seus métodos,
porporcionando os elementos necessários para a sua
caracterização no quadro geral das ciências. Por outro lado, vai
fornecer os procedimentos a serem observados no
desenvolvimento das pesquisas sociais. Será examinada a
pesquisa de levantamentos e a sondagem de opinião pública,
desenho de pesquisa para estudos exploratórios e descritivos.
O objectivo é permitir aos estudantes analisar os dados de
uma pesquisa e avaliarem criticamente qualquer pesquisa das
ciências sociais. É também para ajudar os estudantes a aplicar
os métodos aprendidos na realização de preojectos de
pesquisa.

objectivos:

91 ECA
JORNALISMO

 Dar ao estudante o ferramental básico-teórico e de


natureza metodológico que lhe permita realizar pesquisa na
área das ciências sociais.
 Capacitar o estudante a elaborar projectos de pesquisa
utilizando correctamente os procedimentos metodológicos de
natureza geral e específica das áreas das ciências sociais.
 Capacitar o estudante a elaborar um relatório de
pesquisa de acordo com os requisitos essenciais de estrutura,
estílo e gráficos.

temas:
 A NATUREZA DA CIÊNCIA SOCIAL
 OS MÉTODOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS
 A PESQUISA SOCIAL
 AS ETAPAS DA PESQUISA SOCIAL
- A formulação do problema
- A construção das hipóteses
- O delineamento da pesquisa
- O uso da biblioteca
- A operacionalização das variáveis
- A amostragem na pesquisa social
- A entrevista
- O questionário
- A sistematização dos dados
- A análise e interpretação dos resultados
 O ESTÍLO DO RELATÓRIO DE PESQUISA SOCIAL

literatura indicativa:

 Gil, A.C. (1999). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5ª


edição. Atlas, São Paulo
 Rudio, F.V. (1989). Introdução ao Projecto de Pesquisa
Científica. Vozes
 Babbie, E. ( ). The Basics of Social Research. 2nd ,
Wadsworth

92 ECA
JORNALISMO

 Babbie, E. ( ). The Practice of Social Research, 7th ,


Wadsworth

disciplina: oficina laboratorial de jornal impresso ii


codigo: jor 1064
semestre: vi
horas: 64

discrição: Esta cadeira enfatisa as técnicas de elaboração de boletins e


jornais impressos. Apresenta ao estudante os conceitos básicos
sobre o fazer diário do jornalismo, como lead, edição de títulos
e redação das matérias

objectivos:
 Preparar o estudante, permitindo-lhe dominar os passos
básicos para a elaboração de produtos jornalísticos
impresso, como boletins, jornais tablóides e standards.
temas:
 PAUTA
 Importância, vantagens e desvantagens, o pauteiro.
 APURAÇÃO DE DADOS
 Técnicas de coleta de dados, especialmente entrevista; a
importância das fontes, o setorismo.
 ESTRUTRAA DA NOTÍCIA
 Conceito e características da notícia; formas de redação;
pirâmide invertida, pirâmide normal, pirâmide mista;
 "LEAD",
 Seus diversos tipos e sua redação, dicas básicas de
estruturação do texto;

93 ECA
JORNALISMO

 REDAÇÃO DE TEXTO INFORMATIVO comum ou mais


fortes; análise do texto.
 TÍTULO – tipos de títulos, macetes que facilitam sua
elaboração; a estrutura do título; palavra-chave; a
importância do título; títulos padronizados.
 EDIÇÃO –
 A função do editor; ruídos e interferências na edição; a
intenção na edição;
 A hierarquização das matérias em uma página de jornal.
 OUTROS GÊNEROS de texto jornalístico: interpretação e
opinião.
 MANUAL DE REDAÇÃO
 Sua importância dentro da política editorial do jornal.

literatura indicativa:

 FOLHA DE S. PAULO. Manual de redação e estilo.


 ROSSI, Clóvis. O que é jornalismo. São Paulo :
 BAHIA, Juarez. As técnicas de jornalismo Brasiliense. 1986.
 A Mída dos Jovens. Pesquisa ANDI/IAS Brasília: ANDI/Instituto Ayrton
Senna, dezembro, 2001.
 ADEODATO, Sérgio. O conceito de jornalismo científico: teoria e
prática. Rio de Janeiro, 1987. (Relatório de pesquisa)ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE JORNALISMO CIENTÍFICO.
 Cadernos de Jornalismo Científico. Nº 1. São Paulo: 1981
 BUENO, Wilson da Costa e outros. Jornalismo científico e
dependência: o caso brasileiro. Brasília: CNPq/Intercom, 1982.
 CALVO, Manuel. Teoria e técnica do jornalismo científico. São Paulo:
ECA/USP, 1970.
 GOLDENSTEIN, Gisela Taschner. Do jornalismo politico a industria
cultural. Summus, 1987.
 MEIRELES, Domingos A noite das grandes fogueiras São Paulo:
Record, 1996.
 PALMA, Juarez. Jornalismo empresarial. ed. 2 Porto alegre: Sagra dc,
1994. 232p

94 ECA
JORNALISMO

 REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Jornalismo empresarial: teoria


e prática. 2. ed. São Paulo: Summus, 1987. 190 p. ISBN 85-323-0187-8
 TALESE, Gay (2000). O reino e o poder: uma história do NY Times. São
Paulo: Cia. das Letras

disciplina: oficina laboratorial de televisão ii


codigo: jor 1063
semestre: vi
horas: 64

discrição:
Esta cadeira vai abordar os conceitos de telejornalismo, apresentando
ao estudante as noções de estúdio de televisão, utilização de
equipamento de televisão, roteiro televisivo, produção e edição
de telejornais, gravação de reportagens e transmissão.

objectivos:
 Capacitar o estudante a compreender o processo de
produção de programas informativos no telejornalismo,
através da sua exposição às diversas etapas – apuração,
produção, reportagem, edição e apresentação
 Levar o estudante a analisar e sistematizar o processo
de implantação, desenvolvimento e funcionamento do
telejornalismo em Moçambique
 Introduzir o estudante às técnicas fundamentais de
identificação do facto jornalístico
 Capacitar o estudante a produzir, executar e finalizar
uma revista electrónica de jornalismo
temas:
 HISTÓRIA DO TELEJORNALISMO EM MOÇAMBIQUE
 REVISÃO DAS TEORIAS DA COMUNICAÇÃO E A SUA
APLICABILIDADE NO VEÍCULO TELEVISÃO: o que é notícia, as
etapas de sua construção
 A COMPOSIÇÃO DO DEPARTAMENTO DE JORNALISMO
 AS FORMAS DE TRANSMISSÃO

95 ECA
JORNALISMO

 O TEXTO NA TV: características, objetividade, concisão,


formas verbais, adjetivação, a função do off e do vivo na
reportagem;
 A COMPOSIÇÃO DA IMAGEM:
- Noções de enquadramentos,
- Planos e movimentos de câmera/lente na televisão;
 A PRESENÇA DO PROFISSIONAL DIANTE DA CÂMERA:
- A postura corporal;
- A postura oral,
- Composição da imagem com o repórter;
 PRÁTICAS DE CAMPO: o funcionamento da câmera, a
iluminação, a captação do áudio, como usar o microfone, os
lugares de entrevistador e entrevistado,
 AS NOÇÕES DE EDIÇÃO, A MONTAGEM DE UM
TELEJORNAL.

literatura indicativa:

 MACIEL, Pedro (1995). Jornalismo de televisão. Porto Alegre: Sagra


Luzzatto
 CURADO, Olga (2002). A notícia na TV. São Paulo: Alegro.

 PATERNOSTRO, Vera Iris (2000). O texto na TV. São Paulo: Campus

 SQUIRRA, Sebastião (1993). Aprender telejornalismo: produção e


técnica. Petrópolis: Vozes
 MACHADO, Arlindo (1988). A arte do vídeo. São Paulo: Brasiliense

 MARCONDES FILHO, Ciro (1988). Televisão: a vida pelo vídeo. Rio de


Janeiro: Moderna
 MESEGUER, Alfonso Palazón (1998). Lenguaje audiovisual. Madrid:
Acento Editorial
 MOLINARI, Clóvis & ALVAREZ, Denise (1998). Luz, imagem e som. São
Paulo: Senac
 WATTS, Harris (1990). On Camera: o curso de producão de filme e
vídeo da BBC. São Paulo: Summus
 BARBEIRO, Heródoto (2002). Manueal de telejornalismo – os segredos
da notícia na TV. Rio de Janeiro: Campus

96 ECA
JORNALISMO

disciplina: oficina laboratorial de rádio ii


codigo: jor 1066
semestre: vi
horas: 64

discrição:
Esta cadeira enfatiza as atividades próprias das rotinas
radiojornalísticas, através de aulas expositivas, com práticas
dos conteúdos trabalhados e realização de programas
radiojornalísticos, com ênfase na redação de notícias e na
apresentação oral.
objectivos:
 Levar o estudante às experiências profissionais vividas
no dia a dia do mercado de trabalho
 Proporcionar ao estudante o conhecimento do
funciionamento do veículo rádio e da sua função social
 Levar o estudante a conhecer e entender o processo de
produção da informação jornalística em emissoras de rádio
 Fazer com que o estudante aprenda, na prática, a
trabalhar em equipa
temas:
 CONCEITO DE NOTÍCIA.
 LINGUAGEM RADIOFÔNICA.
 NORMAS DE REDAÇÃO.
 PRODUÇÃO DE TEXTOS PARA RÁDIO,
 FORMAS DE REDAÇÃO EM RÁDIO
- Texto corrido
- Texto manchetado;
- Os cuidados na redação.
 TIPOS DE PROGRAMAS NOTICIOSOS:
 Síntese e
 Radiojornal.
 FUNÇÕES NA REDAÇÃO: o radioescuta, o editor, o
redator, o repórter, o chefe de reportagem, o pauteiro; a
captação e seleção de notícias.

97 ECA
JORNALISMO

 EDIÇÃO DE TEXTOS.
 NOÇÕES DE ROTEIRO RADIOFÔNICO.
 PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO DE PROGRAMAS
RADIOFÔNICOS (síntese noticiosa e radiojornal).
 A LOCUÇÃO RADIOFÔNICA: dicção e postura.

literatura indicativa:

 BARBEIRO, Heródoto & LIMA, Paulo Rodolfo de. (2001). Manual de


radiodifusão. Rio de Janeiro: Campus
 ORTRIWANO, Gisela (1985). A informação no rádio. São Paulo:
Summus
 PORCHAT, Maria Elia (1993). Manual de radiojornalismo Jovem pan.
São paulo:Ática
 FILHO, André Barbosa (1996). Gêneros radiofónicos: tipificação de
formatos em áudio. São Paulo: Instituto Metodista de Ensino Superior
 KLÖCKNER, Luciano. A notícia na Rádio Gaúcha: informações básicas
sobre texto, reportagem e produção. Porto Alegre: Sulina, 1997.
 MCLEISCH, Robert. Produção de rádio: um guia abrangente de
produção radiofônica. São Paulo: Summus, 2001.
 PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de jornalismo. São Paulo: Panda,
2000.
 BALSEBRE, Armand. El lenguaje radiofónico. Madrid: Cátedra, 1996.

 CÉSAR, Cyro. Como falar no rádio: prática de locução AM-FM. São


Paulo: Ibrasa, 1990.
 COIRO, José R. R. & CASAGRANDE, Diego (1997). Porto Alegre: 48
horas sob terror - Melara e a rebelião no hospital penitenciário. Porto
Alegre: Foco Editorial
 EMÍLIO, Prado (1989). Estrutura da informação radiofónica. São Paulo:
Summus

disciplina: história conteporânea de áfrica


codigo: jor 1062
semestre: vi
horas: 48

98 ECA
JORNALISMO

discrição: Esta cadeira aborda as questões da actualidade do continente


africano. Proporciona o conhecimento sobre a dinâmica do
continente no âmbito económico, social, político e militar.
Proporciona também a comprensão das origens das grandes
revoluções e convulções que se operam no continente, com
maior ênfase para a região dos Grandes Lagos, Bacia do Rio
Mano, Corno de África e África Austral.

objectivos:
 Proporcionar aos estudantes de jornalismo o
conhecimento do estudo da integração sócio-económica e
regional da África Austral
 Fornecer aos estudantes cohecimentos para o
entendimento do processo de
colonização/descolonização/crises e estabilização do
continente
 Colocar à disposição dos estudantes informações que
possibilitem o entendimento do actual cenário político e
económico da região e do continente

temas:
 A COLONIZAÇÃO E DESCOLONIZAÇÃO NA ÁFRICA
AUSTRAL
- A luta de libertação no Zimbabwe
- A descolonização e desestabilização em Angola
- O Apartheid na África do Sul
 OS CONFLICTOS NA REGIÃO DOS GRANDES LAGOS
- RDCongo
- Uganda
- Ruanda
- Burundi
 Origens, actores e motivações
 OS CONFLICTOS NA BACIA DO RIO MANO
- Serra Leoa
- Libéria

99 ECA
JORNALISMO

- Guiné Conakry
 A INTEGRAÇÃO REGIONAL
 A SADCC
 Os PALOP

literatura indicativa:

 UEM/CEA (1979). Zimbabwe: a questão rodesiana. Maputo


 African Rights (2000). The DRC: The cycle of conflict - Which way out
of the Kivus? London

disciplina: comunicação na áfrica austral


codigo: jor 1065
semestre: vi
horas: 32

discrição: A estrutura da Comunicação Social na África Austral. Evolução


histórica, fatores sociais, econômicos, culturais e políticos que
influenciam a produção e o consumo das mensagens. Mercado
de trabalho da Comunicação na região. Produção
Independente. A Comunicação e os movimentos populares.
Alternativas de Comunicação de Massa.

objectivos:

100 ECA
JORNALISMO

 Analisar e compreender a estrutura da Comunicação


Social África Austral, envolvendo aspectos históricos,
culturais, políticos e econômicos da sua trajetória.
 Analisar e compreender a produção, distribuição e
consumo das mensagens por meio de diferentes mídias, em
distintos suportes tecnológicos;
 Analisar o mercado de trabalho no campo da
Comunicação e do Jornalismo na África Austral, envolvendo
as áreas de atuação tradicionais e as possibilidades e
tendências contemporâneas;
 Analisar as possibilidades da produção independente e
das alternativas ao mercado de trabalho tradicional,
analisando e debatendo o emprego com carteira assinada, a
terceirização, a micro-empresa, a assessoria multimídia, os
meios segmentados e comunitários e sua relação com a
estrutura global da produção midiática.
temas:

 A SITUAÇÃO DOS MEDIA NA ÁFRICA AUSTRAL


 África do Sul, Namíbia, Lesotho, Botswana, Swazilândia,
Zimbabwe, Zâmbia, Malawi, Tanzania
 A DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEDIA NA REGIÃO
 AS ORGANIZAÇÕES REGIONAIS SÓCIO-PROFISSIONAIS
 AS LUTAS PELA LIBERDADE DE IMPRENSA NA REGIÃO
 O FORTALECIMENTO DA IMPRENSA INDEPENDENTE NA
REGIÃO
 A ESTRUTURA DE PODER NOS MEDIA REGIONAIS
 OS GRANDES NOMES DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO
 A IMPRENSA E A POLÍTICA NA REGIÃO

Literatura indicativa:

 PANOS (1999). Os Media nos PALOP


 DRAISMA, Jitske (2002). South Africa Report

101 ECA
JORNALISMO

 MUKELA, John (2002). Media and Democracy. Maputo: NSJ Trust


 CHIUMBU, Sara (1996). Democracy, human rights and media. Oslo:
University of Oslo
 MANHANDO, Susan (1996). Broadcasting in a deregulated Southern
Africa. Oslo: University of Oslo
 OLSEN, Ragnhild & ANDERSEN, Elin (1996). Press Freedom and
Democracy in Zimbabwe. Oslo: University of Oslo
 DECLARAÇÃO DE WINDOEK (1991)
 SO THIS IS DEMOCRACY?
 FREEPRESS
 ARTICLE IX

disciplina: inglês vi
codigo: jor 1068
semestre: vi
horas: 48

discrição: Esta cadeira enfatisa a prática da redacção, de leitura e de


análise do discurso em Língua Inglesa através da aplicação de
estratégias de leitura, de redacção e do estudo de estruturas
de nível avançado, com o objetivo capacitar o estudante a
escrever e falar fluentemente a língua inglesa.

objectivos:

 Capacitar o estudante a comunicar por escrito ou


oralmente em língua inglesa
 Capacitar o estudante a analisar e construir um discurso
 Capacitar o estudante a redigir artigos jornalísticos
(noticiosos e de opinião) em língua inglesa
 Capacitar o estudante a expôr, oralmente ou por escrito,
um ponto de vista em situação de carácter profissional
 Sintetizar a leitura de uma obra de referência

102 ECA
JORNALISMO

 Usar estratégias de comunicação adaptada para captar e


manter a atenção dos seus interlocutores

temas:

 COMUNICAÇÃO ESCRITA
 COMUNICAÇÃO ORAL
 ANÁLISE DO DISCURSO
- Discurso de especialidade
- Discurso de natureza variada
 REDACÇÃO DE TEXTOS JORNALÍSTICOS
- Artigos de fundo
- Textos noticiosos
- Textos de opinião, crónicas, editoriais
 Gramática

literatura indicativa:

disciplina: ética e legislação do jornalismo


codigo: jor 1071
semestre: vii
horas: 48

103 ECA
JORNALISMO

discrição: Esta disciplina vai expôr os estudantes ao padrões éticos e


morais aplicáveis para o Jornalismo. As responsabilidades dos
indivíduos, grupos e organizações engaijadas na construção da
mensagem, transmissão ou consumo, particularmente no
campo da notícia e negócios públicos. Vai abordar também o
quadro legal que afecta o funcionamento dos órgãos de
comunicação de massas. Será destacado o desenvolvimento e
crescimento institucional da liberdade de expressão e da
imprensa, os privilégios e constrangimentos que cercam os
meios de comunicção de massa, abuso da liberdade de
imprensa, nomeadamente a difamação, a injúria, ofensa ao
bom nome, a privacidade, o ultraje público ao pudor e a
legislação respectiva.

objectivos:
 Estímular a imaginação moral dos estudantes
 Capacitar os estudantes para o reconhecimento de
questões éticas
 Desenvolver, nos estudantes, as capacidades analíticas
 Ilucidar os estudantes sobre o senso da responsabilidade
moral e o da responsabilidade pessoal
 Desenvolver no estudante de jornalismo a consciência
sobre o limite da liberdade do profissional de comunicação
social e a liberdade dos outros
 Desenvolver nos estudantes o respeito pela democracia,
pelas instituições do Estado
 Desenvolver nos estudantes o respeito pela Constituição da
República e outros símbolos da soberania do Estado.
temas:
 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÉTICA
 A ÉTICA DA COMUNICAÇÃO
 A FORMAÇÃO DOS VALORES E DAS ATITUDES
 AS FUNDAÇÕES FILOSÓFICAS DA TEORIA MORAL
 AS TEORIAS ÉTICAS NO RACIOCÍNIO MORAL

104 ECA
JORNALISMO

 A AUTONOMIA INSTITUCIONAL E A RESPONSABILIDADE


SOCIAL
 OS DESAFIOS DA ERA DA INFORMAÇÃO
 OS MEDIA COMO INSTITUIÇÕES SOCIALMENTE
RESPONSÁVEIS
 A PRIVACIDADE E O JORNALISTA: ALGUNS PROBLEMAS
ESPECÍFICOS
 O PRINCÍPIO DA CONFIDENCIALIDADE
 A CONFIDENCIALIDADE NO JORNALISMO: ALGUMAS
PREOCUPAÇÕES ESPECIAIS
 A VERDADE COMO UM VALOR FUNDAMENTAL
 A VERDADE NO JORNALISMO
 A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
 A LEI DE IMPRENSA
 OS CÓDIGOS DE CONDUTA
 A LEI ELEITORAL

literatura indicativa:
 SROUR, R. H. (1998). Poder, Cultura e Ética nas Organizações, Rio de
Janeiro, Ed. Campos,
 DAY, L. A. (1997). Ethics in Media Communications: Cases and
Controversies, 2nd Edition, Wadseorth,
 BUCCÍ. E. (2000) Sobre Ética e Imprensa, Companhia das Letras,

 FINK, Conrad C. ( ) Media Ethics: In the Newsroom and Beyond,


McGraw-Hill
 LAMBETH, E. B. (1992). Committed Journalism: An Ethic for the
Profession, 2nd Ed. Indiana University Press
 Direito do autor

105 ECA
JORNALISMO

disciplina: administração e gestão de empresas jornalísticas


codigo: jor 1072
semestre: vii
horas: 48

discrição: Esta disciplina aborda os grandes campos da organização e


administração das empresas em geral e especificamente das empresas
jornalísticas.

objectivos:
 Capacitar o estudante a poder gerir uma empresa
jornalística e a sua própria carreira
 Proporcionar ao estudante o conhecimento sobre os
conceitos modernos de administração e marketing,
salientando a sua importância para a comunicação social

106 ECA
JORNALISMO

 Capacitar o estudante a elaborar um planeamento


sistêmico de marketing para os inúmeros produtos oriundos
da área jornalística
 Fornecer ao estudante o ferramental para actuar no
mercado de jornalismo empresarial.
temas:
 ORIGENS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA E DAS
EMPRESAS JORNALÍSTICAS.
 AS GRANDES ÁREAS DAS EMPRESAS JORNALÍSTICAS
- Finanças
- Produção
- Recursos Humanos
- Marketing
- Distribuição
 CONFIGURAÇÃO LEGAL DAS EMPRESAS JORNALÍSTICAS
EM MOÇAMBIQUE
- A Constituição da República
- A lei das telecomunicações
- As concessões de canais de rádio e de televisão.
 SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTO
JORNALÍSTICO.
 ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO NOTICIOSA E
INDUSTRIAL.
 A FORMAÇÃO DE PREÇOS DO SETOR.
 AS VINCULAÇÕES COM O MERCADO PUBLICITÁRIO.
 CENÁRIO DE MERCADO NA INTERNET PARA EMPRESAS
JORNALÍSTICAS.
 NOVOS MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO
- Reengenharia
- Franchising
- terceirização.
 Gestão da Qualidade Total , padrões internacionais de
qualidade - Certificação ISO , método Kaizen.

literatura indicativa:

107 ECA
JORNALISMO

 BACON, Mark (1994). Marketing directo - segmentação para


pequenas empresas. São Paulo: Atlas
 KWASNICKA, Eunice La Cave (1994). Introdução a administração.
São Paulo: Atlas, 1991.
 BERRIGAN,John & FINKBFINE, Carl. Marketing de segmentação.
Sâo Paulo: Makron Books
 CAMPOS, Vicente Falconi (1999). TQC : controle da qualidade total
no estilo japonês. 7. ed. Belo Horizonte: BG
 HAMMER, Michel & CHAMPY, James (1993). Reengenharia. 3. ed.
Rio de Janeiro: Campus
 ABREU, Alzira (2002). A modernização da imprensa. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar
 KOTLER, Philip (2000). Administração e marketing. São paulo:
Prantice Hall
 PEREZ, Clotilde (2002). Comunicação e marketing. São Paulo:
Futura

disciplina: oficina modular de jornalismo impresso


codigo: jor 1074
semestre: vii
horas: 64

discrição: Esta cadeira será a aplicação prática dos conceitos aprendidos


em cadeiras anteriores, com maior enfase na elaboração de
sugestões de pautas; coleta de dados, ilustrações e fotografias;
redacção e edição das páginas; organização do mailing-list
para envio da publicação às fontes entrevistadas; e reflexão
crítica sobre essa produção.

objectivos:
 Proporcionar ao estudante o exercício prático e reflexão
de elaboração de publicações impressas, tais como revistas,
jornais, boletins,
 Proporcionar ao estudante o exercício prático de
acompanhamento de todas fases da produção jornalística

108 ECA
JORNALISMO

na mídia impressa, incluindo a divulgação externa da sua


produção junto ao mercado de trabalho
 Produzir um jornal impresso com distribuição interna e
na comunidade.

temas:
 ELABORAÇÃO DE SUGESTÕES DE PAUTAS.
 COLETA DE DADOS
 INSERÇÃO DE IUSTRAÇÕES E FOTOGRAFIAS
 REDAÇÃO
 EDIÇÃO DAS PÁGINAS.
 ORGANIZAÇÃO DO MAILING-LIST PARA ENVIO DE
PUBLICAÇÃO ÀS FONTES ENTREVISTADAS.
 REFLEXÃO CRÍTICA SOBRE ESSA PRODUÇÃO
 DISTRIBUIÇÃO

literatura indicativa:

 BARROS, Ana Taís Martins (2001). Jornalismo, magia, cotidiano.


Canoas: ULBRA
 BURKETT, Waren (1990). Jornalismo científico. Rio de Janeiro: Forense
 ERBOLATO, Mário L (2002). Técnicas decodificação em jornalismo:
redação, captação e edição no jornalismo diário. São Paulo: Ática
 MAYRINK, José Maria (2002). Vida de repórter. São Paulo: Geração
Editorial
 COLLARO, Antônio Celso (1987). Projeto gráfico: teoria e prática da
diagramação. São Paulo: Summus
 COSTA, Carlos (2000). Escrever para revista: três textos de trabalho
(www.facasper.com.br/jo/anuario/2000/carloscosta.htm).
 FAGOAGA, Concha (1982). Periodismo interpretativo: el analisis de la
notícia. Barcelona: Mitre

109 ECA
JORNALISMO

disciplina: oficina modular de telejornalismo


codigo: jor 1073
semestre: vii
horas: 64

discrição: Revisão teórica da linguagem da televisão: da informação ao


entretenimento; revisão da linguagem cinematográfica e da
história do cinema documentário; os elementos da tragédia e a
construção dos picos de ação dramática; a criação e as etapas
técnicas da construção de um roteiro; práticas da
produção/realização de um produto audiovisual.

objectivos:

 Capacitar o aluno a realizar um produto audiovisual para


ser exibido na televisão;
 buscar o envolvimento com a complexidade do ambiente
de televisão: da idéia à edição do produto audiovisual;
 proporcionar a pesquisa e experimentação estética dos
produtos.

temas:

 REVISÃO TEÓRICA SOBRE DA LINGUAGEM AUDIOVISUAL,


COM ÊNFASE PARA A TELEVISÃO, BUSCANDO A
SIMILARIDADE COM O CINEMA
 A CONSTRUÇÃO DAS IMAGENS E DA BANDA SONORA,
COM A APLICAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS
 A TEORIA DA MONTAGEM CINEMATOGRÁFICA E
VIDEOGRÁFICA
 AS ETAPAS PARA REALIZAR UM PRODUTO AUDIOVISUAL:
- O planeamento
- As equipes
- Funções e
- Responsabilidades de cada profissional;
 A prática da realização de um produto audiovisual.
 Elaboração de roteiros

110 ECA
JORNALISMO

 Edição de reportagens especiais

literatura indicativa:

 COMPARATO, Doc (1996). Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro:


Rocco
 EISENSTEIN, Sergei (1990). A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar Editores
 ______ (1990). O sentido do filme.Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editores
 HAWARD, David & MABLEY, Edward (1996). Teoria e prática do
roteiro. São Paulo: Globo
 BARNOUW, Erik (1993). El documental. Historia y estilo.
Barcelona: Gedisa
 CASTRO DE PAZ, José Luis (1999). El sugimiento del telefilme.
Barcelona: Paidós
 MESEGUER, Alfonso Palazón (1998). Lenguaje audiovisual. Madrid:
Acento Editorial
 REY, Marcos (1995). O roteirista profissional: televisão e cinema.
São Paulo: Ática
 SANTOS, Rudi (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro: UFRJ
 TORÁN, Enrique (1998). Tecnología audiovisual II. Parámetros
audiovisuales. Madrid: Editorial Sintesis
 WATTS, Harris (19820. On Camera. São Paulo: Summus Editorial

 BITTENCOURT, Luís Carlos (1993). Manual de telejornalismo. Rio


de Janeiro: Ed. UFRJ
 PATERNOSTRO, Vera Íris (1987). O texto na TV: Manual de
telejornalismo. São Paulo: Brasiliense
 SQUIRRA, Sebastião (1993). Aprender telejornalismo: produção e
técnica. São Paulo: Brasiliense
 NOVAES, Adauto (Org.) (1991). Rede Imaginária: televisão e
democracia. Rio de Janeiro: Companhia das Letras

disciplina: oficina modular de radiojornalismo


codigo: jor 1076
semestre: vii

111 ECA
JORNALISMO

horas: 64

discrição: Esta cadeira vai proporcionar ao estudante a compreensão das


possibilidades do rádio como veículo de comunicação. O
funcionamento da sua estrutura técnica e profissional, desde a
elaboração da pauta à transmissão do programa no ar.

objectivos:
 Proporcionar ao estudante a oportunidade para aplicar
na prática os conhecimentos anteriormente adquiridos,
produzindo semanalmente um radiojornal com ancoragem,
reportagens e entrevistas
 Permitir que o estudante experimente na prática o dia a
dia do radiojornalismo, desde a elaboração da pauta até a
transmissão da notícia.
 Proporcionar ao estudante a vivência do jornalismo "ao
vivo"
 Produção de um radiojornal semanal
temas:
 CARACTERÍSTICAS DO RÁDIO
 A MENSAGEM RADIOFÔNICA
 A EVOLUÇÃO DO RADIOJORNALISMO
 ESTRUTURA DE TRANSMISSÃO DA MENSAGEM
RADIOFÔNICA
 EQUIPAMENTOS
 PROFISSIONAIS: A EQUIPE
 FONTES DE INFORMAÇÃO
 TÉCNICAS DE RADIOJORNALISMO: A PRÁTICA
 A PAUTA
 A APURAÇÃO DA NOTÍCIA
 A REDAÇÃO DA NOTÍCIA
 TIPOS DE REPORTAGEM
 A EDIÇÃO
 A LOCUÇÃO
 FORMAS DE APRESENTAÇÃO DA NOTÍCIA

112 ECA
JORNALISMO

 PROGRAMAS INTERATIVOS

literatura indicativa:

 BARBEIRO, Heródoto, & LIMA, Paulo R. (2001). Manual de


radiojornalismo.Rio de Janeiro: Campus
 MCLEISH, Robert (2001). Manual de produção radiofônica. São Paulo:
Summus
 ORTRIWANO, Gisela Swetlana (1985). A informação no rádio. São
Paulo: Summus Editorial
 PRADO, Emílio (1989). Estrutura da informação radiofônica. São
Paulo: Summus Editorial
 FILHO, André Barbosa (1996). Gêneros radiofônicos: tipificação de
formatos em áudio. São Paulo: Instituto Metodista de Ensino Superior
 CESAR, Cyro (1990). Como falar no rádio - prática de locução AM e
FM. São Paulo: Ibrasa
 TAVARES, Reynaldo C (1999). Histórias que o rádio não contou. São
Paulo: Harbra
 COGO, Denise (1998). No ar... uma rádio comunitária. São Paulo: Ed.
Paulinas
 COMPARATO, Doc (2000). Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro: Rocco
 MASSINGUE, Cremilda ( ).
 CURRAN, James & SEATON, Jean (1997). Imprensa, rádio e televisão -
poder sem responsabilidade. Lisboa: Instituto Piaget
 HAUSSEN, Doris Fagundes (2001). Rádio e política - tempos de Vargas
e Perón. Porto Alegre: Edipucrs
disciplina: jornalismo especializado
codigo: jor 1075
semestre: vii
horas: 48

discrição: Esta cadeira focaliza a visão teórico-prática do jornalismo nas


editorias específicas do exercício profissional, nomeadamente
política, economia, polícia, cidades, cultura, desporto, meio
ambiente, saúde, entre outras.

113 ECA
JORNALISMO

objectivos:
 Fornecer ao estudante o ferramental teórico e prático do
jornalismo especializado nas suas diversas vertentes e
características

temas:
 TEXTO, DISCURSO E LINGUAGEM
 CONCEITOS DE LINGUAGEM COTIDIANA E LINGUAGEM
ESPECIALIZADA.
 JARGÕES.
 OS EFEITOS DO SENTIDO DA LINGUAGEM
ESPECIALIZADA.
 INFORMAÇÃO COTIDIANA X INFORMAÇÃO
ESPECIALIZADA.
 A ESPECIFICIDADE DA LINGUAGEM DIRIGIDA A PÚBLICOS
SEGMENTADOS.
 PUBLICAÇÕES SEGMENTADAS.
 ROTINAS PRODUTIVAS NO JORNALISMO ESPECIALIZADO.
 PAUTA E CAPTAÇÃO DA INFORMAÇÃO.
 RELAÇÃO COM AS FONTES (OFICIAIS, NÃO-OFICIAIS, EM
OFF).
 O PROBLEMA DO VOCABULÁRIO.
 INFORMAÇÕES TEXTUAIS, VISUAIS, NUMÉRICAS E
GRÁFICAS. TEXTO, IMAGEM E INFOGRAFIA.

literatura indicativa:

 ARISTÓTELES. Arte Retórica, Arte Poética. Rio de Janeiro: Tecnoprint,


s.d.
 BASILE, Sidnei (2002). Elementos de Jornalismo Econômico. Rio de
Janeiro: Negócio Editora/ Editora Campus
 BURKE, Peter & Porter, Roy (org.) (1998). Línguas e Jargões:
contribuições para uma história social da linguagem. São Paulo: Editora
Unesp

114 ECA
JORNALISMO

 BURKET, Warren (1990). Jornalismo Científico. São Paulo: Forense


Universitária
 CALDAS, Álvaro (org.) (2002). Deu no Jornal – o jornalismo impresso
na era da Internet. Rio de Janeiro / São Paulo: Editora PUC-Rio/Loyola
 COELHO, Paulo Vinícius (2003). Jornalismo Esportivo. São Paulo:
Contexto
 ECO, Umberto (1986). Lector in Fabula. São Paulo: Perspectiva
 ERBOLATO M. (1981). Jornalismo Especializado: emissão de textos no
jornalismo impresso. São Paulo: Atlas
 KUCINSKI, Bernardo (1996). Jornalismo Econômico. São Paulo: EDUSP
 OLIVEIRA, Fabiola de (2002). Jornalismo Científico. São Paulo:
Contexto
 REGO, Francisco Gaudêncio Torquato do (1984). Jornalismo
Empresarial: teoria e prática. São Paulo: Summus
 VILLAS BOAS, Sérgio (1996). O Estilo Magazine: o texto em revista.
São Paulo: Summus
 QUENEAU, Raymond (1995). Exercícios de Estilo. Rio de Janeiro:
Imago
 SANDRONI, Paulo (1996). Dicionário de Economia. São Paulo, Nova
Cultural

disciplina: crítica da mídia


codigo: jor 1077
semestre: VII
horas: 32

discrição:
Esta cadeira aborda o sistema de comunicação e o seu papel sócio-
econômico; o código de ética da comunicação e dos jornalistas,
as implicações ideológicas da comunicação de massa, as
características de cada veículo (rádio, televisão, jornal e
internet), a análise comparada do trabalho jornalístico, as
fontes e a construção do real.

115 ECA
JORNALISMO

objectivos:
 Criar oportunidade para o estudante acompanhar o
trabalho realizado pelos veículos de comunicação através
de resumos comparados e do estudo crítico da cobertura da
mídia a fatos julgados relevantes ou oportunos;
 Gerar um debate sobre a competência profissional e
legal do jornalista, apoiado em elementos éticos, sociais,
ideológicos e legais.
temas:
 O SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E SEU PAPEL SÓCIO-
ECONÔMICO.
 O CÓDIGO DE ÉTICA DA COMUNICAÇÃO
 OS CÓDIGOS DE CONDUTA DOS JORNALISTAS,
 AS IMPLICAÇÕES IDEOLÓGICAS DA COMUNICAÇÃO DE
MASSA,
 AS CARACTERÍSTICAS DE CADA VEÍCULO:
- Rádio
- Televisão
- Jornal
- Internet
 A ANÁLISE COMPARADA DO TRABALHO JORNALÍSTICO,
 O GÊNERO NO JORNALISMO
 AS FONTES DE INFORMAÇÃO E A CONSTRUÇÃO DO
REAL.

literatura indicativa:

 BARROS FILHO, Clóvis de (1995). Ética na comunicação: da


informação ao receptor. São Paulo: Moderna
 BERTRAND, Claude-Jean (2002). O arsenal da democracia:
sistemas de responsabilização da mídia. Bauru, SP: Edusc
 BUCCI, Eugênio (2000). Sobre ética e imprensa. SP: Companhia da
Letras
 CORNU, Daniel (1998). Ética da informação. Florianópolis: EDUSC

116 ECA
JORNALISMO

 GOMES, Pedro Gilberto (1989). O direito de ser: a ética da


comunicação na América Latina. São Paulo: Paulinas
 GOODWIN, H. Eugene (1993). Procura-se ética no jornalismo. Rio
de Janeiro: Nórdica
 KARAM, Francisco José Castilhos (1997). Jornalismo, ética e
liberdade. São Paulo : Summus
 KEY, Wilson B. (1984). A era da manipulação. São Paulo: Scritta

disciplina: estágio
codigo: jor 1083
semestre: viii
horas: 240

117 ECA
JORNALISMO

discrição: Nesta etapa o estudante aplica na prática e no mundo real as


competêcias adquiridas na sala de aulas e nos laboratórios
durante os semestres precedentes. O estudante terá o
contacto com os equipamentos utilizados na profissão e com os
profissionais da área do jornalismo e viverá as presões do dia-
a-dia da profissão.

objectivos:
 Proporcionar ao estudante a oportunidade de estar em
contacto com o mundo real da profissão
 Envolver o estudante no processo de desenvolvimento
de produtos jornalísticos nas áreas de rádiojornalismo,
telejornalismo e jornalismo impresso
 Propor ao estudante ambientes de produção jornalística
próximos aos do mercado de trabalho
 Proporcionar ao estudante o contacto directo com os
profissionais do jornalismo

temas:
 Prática jornalística em:
- Televisão
- Rádio
- Jornal impresso
 Os processos de produção jornalística
- As reuniões de pauta
- A cobertura jornalística
- A preparação da notícia
- O fecho do jornal
 Avaliação crítica do produto jornalístico

literatura indicativa:

 BARBEIRO, Heródoto (2002). Manual de telejornalismo. São Paulo:


Campus

118 ECA
JORNALISMO

 ERBOLATO, Mário L. (1995). Jornalismo gráfico, técnicas de produção.


São Paulo: Loyola
 CÉSAR, Cyro (1990). Como falar no rádio: prática de locução AM-FM.
São Paulo: Ibrasa
 CURADO, Olga (2002). A notícia na TV: o dia-a-dia de quem faz
telejornalismo. São Paulo: Alegro
 MACIEL Pedro (1996). Jornalismo de televisão. Porto Alegre: Sagra
Luzzatto
 DEL BIANCO, Nélio R. & MOREIRA, Sónia V. (2001). Desafios do rádio
no século XXI. Rio de Janeiro: Editora UERJ

disciplina: seminários temáticos


codigo: jor 1084
semestre: viii
horas: 48

discrição: Esta cadeira cria a oportunidade para os docentes abordarem


assuntos específicos da actualidade, que sejam de interesse
dos estudantes de jornalismo.

objectivos:

 Proporcionar aos docentes um espaço para discutir com


os discentes, matérias da actualidade, de carácter

119 ECA
JORNALISMO

multidisciplinar da comunicação e não só, que tenha


interesse para os estudantes de jornalismo
 Proporcionar aos estudantes de jornalismo um espaço
para debater assuntos específicos ligados aos seus
trabalhos de conclusão de curso
 Constituir um forum de debate das constatações
emergentes da análise diária do trabalho da comunicação
social.

120 ECA
JORNALISMO

121 ECA