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GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ

SECRETARIA DE ESTADODA EDUCAÇÃO DO PIAUÍ


UNIDADE DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E PROFISSIONAL
PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TECNICO E EMPREGO

CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INSTRUMENTO MUSICAL NA FORMA


SUBSEQUENTE –
NA FORMA CONCOMITANTE AO ENSINO MÉDIO
EIXO TECNOLÓGICO CULTURAL E DESIGN

Secretaria de Estado da Educação / SEDUC

Avenida Pedro Freitas, s/n, Centro Administrativo

CEP 64018-900 – Teresina-PI, Brasil


JULHO/2017

JOSÉ WELLINGTON BARROSO DE ARAÚJO DIAS


Governador do Estado

REJANE RIBEIRO SOUSA DIAS


Secretária de Estado da Educação

CARLOS ALBERTO PEREIRA DA SILVA


Superintendente de Ensino

ADRIANA DE MOURA ELIAS SILVA


Diretora da UETEP/Coordenadora Geral do Pronatec

Equipe Elaboração/Revisão – UETEP/ PRONATEC

LAYSE MARIA CAVALCANTE MEDEIROS

Coordenadora Adjunta do Pronatec

ELISABETE MONTEIRO SILVA

FRANCISCA CARVALHO DE MORAIS TELES

MÁRCIA REGINA RODRIGUES SANTOS

VALÉRIA CÉLIA LIMA LOPES BARROS

VIVIANE RIBEIRO ROCHA DOS SANTOS

Coordenação Pedagógica
MARIA DO SOCORRO LIMA NUNES
Supervisão de Eixo

SUMÁRIO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO..............................................................................................................................4
2. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS...........................................................................................................................5
2.1 JUSTIFICATIVA............................................................................................................................................5
2.2 OBJETIVOS...................................................................................................................................................7
3. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO............................................................................................................8
4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO.....................................................................................................8
4.1 PERFIL DO TÉCNICO EM INSTRUMENTO MUSICAL...........................................................................8
4.2COMPETÊNCIAS BÁSICAS..........................................................................................................................8
4.3 COMPETÊNCIAS GERAIS...........................................................................................................................9

4.4 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS................................................................................................................10

5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO.................................................................................................10


5.1 MATRIZ CURRICULAR...............................................................................................................................12

5.2 INDICADORES DA MATRIZ CURRICULAR............................................................................................13

5.3 COMPETÊNCIAS, HABILIDADES, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................................13

5.4 PRÁTICA PROFISSIONAL...........................................................................................................................36

5.5 PLANO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO................................................................................................36

6. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES............40


7. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO......................................................................................41
8. BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS.......................................................................................42
9. PERFIL DO CORPO DOCENTE E TÉCNICO...................................................................................................43
10. DIPLOMAS E INSTRUMENTAIS......................................................................................................................43
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

CNPJ:06.554.729/0001-96
Razão Social: Secretaria Estadual de Educação e Cultura do Piauí
Esfera Administrativa: Pública
Eixo Tecnológico: Cultura e Design
Habilitação: Curso Técnico em Instrumento Musical
Carga Horária Teoria e Prática: 810 h
Carga Horária Estágio: 120 h
Carga Horária Total: 930 h
2. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

2.1. Justificativa
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foi criado pelo
Governo Federal, em 2011, por meio da Lei 12.513/2011, com o objetivo de expandir, interiorizar
e democratizar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica no país, visando à
formação integral por meio da articulação do ensino médio com a Educação Profissional.

O Curso Técnico em Instrumento Musical será ofertado pela nova ação estratégica do
Pronatec, designada por MedioTec, que dá prioridade à oferta de cursos técnicos em
concomitância ao ensino médio regular para alunos matriculados em escolas públicas e fundações.

O MedioTec tem como proposta o fortalecimento das políticas de educação


profissional mediante a convergência das ações de fomento e execução, de produção pedagógica
e de assistência técnica, para a oferta da educação profissional técnica de nível médio, articulada
de forma concomitante.
Assim, a Educação Profissional do Piauí tem como finalidade formar e qualificar
profissionais técnicos de nível médio em Instrumento Musical, concomitante ao ensino médio
sendo objeto deste plano de curso, do eixo Produção Cultural e Design, para atender de um lado,
as necessidades de profissionalização de jovens e por outro as empresas que necessitam de
trabalhadores qualificados nos vários nichos de mercado que oferece diversas oportunidades para
a atuação deste profissional, o que justifica a implantação deste curso na oferta da rede estadual
de ensino.

A música está ligada à história do homem desde a sua origem, inserindo-se como uma
necessidade, e vista também como uma opção de lazer, terapia, meio de adoração em cultos
religiosos e comunicação da língua humana.

No âmbito Nacional acompanha o desenrolar da educação brasileira, e os primeiros


registros de atividade musical consistentes no Brasil, provem da atividade dos Padres Jesuítas
estabelecidos aqui desde 1549. Até o século XIX, Portugal foi a porta de entrada para a maior parte
das influências que construíram a música no País, porém, a dominação da Cultura Negra foi
decisiva para a formação da Música Popular Brasileira.

Na segunda metade do século XVIII, mudanças na legislação educacional impetradas pelo


Marquês de Pombal, desestruturaram o Ensino Religioso sem, contudo, implementar um sistema
educacional laico, público e gratuito. Nessa época, os músicos organizaram-se nas chamadas
irmandades e muito contribuíram para a difusão da música que foi vista durante muito tempo como
entretenimento e lazer. Somente no governo de Getúlio Vargas, ligado ao ideário escola – novista,
surge o Canto Orfeônico que foi o maior movimento de educação musical de massas já ocorrido
no Brasil, e que esteve presente nas escolas até o final da década de 1960. No entanto, a distorção
atribuída à linguagem musical, fez com que durante muito tempo fosse vista mais como
entretenimento do que como uma área do conhecimento, o que levou a proliferar o número de
músicos leigos que atuam como instrumentistas sem o conhecimento sistemático da leitura e da
escrita musical.
O eixo Produção Cultural e Design, para atender de um lado as necessidades de
profissionalização de jovens e adultos e por outro, as empresas e instituições que necessitam de
trabalhadores qualificados nos vários nichos de mercado que oferece diversas oportunidades para
a atuação deste profissional, vêm justificar a implantação deste curso na rede estadual de ensino.

Este plano de curso, elaborado pela Coordenação Pedagógica e supervisão do Pronatec,


está fundamentado nas diretrizes, bases e princípios norteadores da educação brasileira,
explicitados na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) – Lei nº. 9.394/96; na Lei Nº. 11.741/08 que altera
os dispositivos da Lei Nº. 9.394/96; no Decreto Nº. 5.154/04; na Resolução CNE/CEB Nº. 06/12
que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais e orienta a estrutura e organização dos Planos de
Curso, no seu artigo 10; nos Pareceres CNE/CEB Nº. 16/97 e 39/04, que normatizam a oferta da
Educação Profissional no sistema educacional brasileiro; no Catálogo Nacional de Cursos
Técnicos de Nível Médio, instituído pela Resolução CNE/CEB nº. 06/12, que define uma nova
organização para a educação profissional em eixos tecnológicos.

Estão presentes também, como marcos orientador deste plano as normas estabelecidas pelo
Conselho Estadual de Educação – CEE/PI e as decisões institucionais traduzidas nos objetivos e
metas da Educação Estadual.

2.2. Objetivos

O Curso Técnico de Nível Médio em Instrumento Musical tem como objetivo qualificar
profissionais para atuarem eficazmente nos campos musicais instituídos e emergentes, de maneira
a suprir as necessidades de mercado na área das artes. Diversas competências são desenvolvidas
contemplando o perfil desse Técnico, dentre elas:
 Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos e práticos que o conduzam à execução de
peças musicais na condição de solistas ou integrantes de grupos musicais;
 Privilegiar a investigação e a pesquisa na área de música com o fim de aperfeiçoar a técnica,
execução e interpretação;
 Desenvolver a capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos
e habilidades que permitam a atuação em bandas, orquestras, grupos de câmara, em espaços
alternativos de interação social, lazer e cultura.

3. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO

Os critérios e requisitos de acesso são definidos pelo Manual de Gestão do MedioTec,


Portaria N.º 817/2015-MEC, art. 53, inciso II e Edital Seduc-PI Nº 009/2017, os quais dispõem
sobre o ingresso de estudantes do ensino médio regular das escolas públicas e fundações em cursos
de Educação Profissional Técnica de Nível Médio na forma concomitante, no âmbito do Programa
Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec/Bolsa-Formação/MedioTec. Os
candidatos interessados devem atender os seguintes critérios:

a) Ter idade de 17 a 19 anos para candidatos ao Curso Técnico em Enfermagem e idade de 15


a 19 anos para os demais cursos;

b) Apresentar declaração de que está devidamente matriculado no Ensino Médio Regular da


Rede Pública de Ensino ou Fundações;
c) Apresentar os documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência);
d) Ter sido aprovado no processo seletivo.

4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

4.1. Perfis do Técnico em Instrumento Musical

O aluno concluinte do Curso Técnico de Nível Médio em Instrumento Musical na forma


concomitante ao Ensino Médio do Eixo Tecnológico Produção e Cultura está apto a:

 Exercer competências específicas relacionadas com as funções relativas à performance


instrumental, que é a de tocar com competência e habilidade um instrumento musical seja
de sopro, corda ou percussão em concertos, recitais, shows, eventos, programas de rádio,
televisão, gravações, na qualidade de solista, acompanhante ou componente de grupos.

4.2. Competências Básicas

O estudante do Curso Técnico em Instrumento Musical recebe formação para:

 Identificar elementos básicos da linguagem musical;

 Dominar artisticamente o instrumento e a gramática instrumental dos diferentes gêneros e


estilos musicais, no contexto da execução;

 Empregar formas de registros gráficos, convencionais ou não, na escrita, leitura e execução


de partituras nas peças musicais simples;

 Ser capaz de atuar como instrumentistas em orquestras, bandas e conjuntos diversos.

5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

Este plano do Curso Técnico de Nível Médio em Instrumento Musical na forma


Concomitante ao Ensino Médio tem organização curricular estruturada em III módulos, sendo
realizado um módulo em cada semestre. Cada módulo tem uma carga horária de 270 horas aula
teórica prática, perfazendo um total de 120 horas acrescida de visita técnica, totalizando 930 horas.

Os módulos estão organizados por um conjunto de componentes curriculares que reúne


conhecimentos teóricos e práticos visando o desenvolvimento das competências e habilidades
relacionadas ao desempenho das atividades do Técnico em Instrumento Musical. Assim, o
currículo busca promover a compreensão do mundo do trabalho, o aprimoramento da capacidade
produtiva, o estímulo à utilização de novas tecnologias e a de curiosidade investigativa dos
estudantes.

Portanto, a concomitância pressupõe efetiva articulação com vista a atender ao disposto na


legislação, bem como assegurar a integração necessária entre a formação cientifica básica e técnica
específica, na perspectiva de uma formação integral.
Assim, a matriz curricular deste curso está estruturada em 03 (Três) módulos, realizados
concomitantes ao Ensino Médio, sendo que:

Módulo I – Este módulo será desenvolvido em 18 semanas letivas no semestre, com aulas
teórico/práticas, totalizando 270 horas de atividades.

Módulo II – Este módulo será desenvolvido em 18 semanas letivas no semestre, com aulas
teórico/práticas, totalizando 270 horas de atividades.

Módulo III – Este módulo será desenvolvido em 18 semanas letivas no semestre, com
aulas teórico/práticas, totalizando 270 horas de atividades.
5.1 Matriz Curricular do Curso Técnico de Nível Médio em Instrumento Musical
CARGA HORÁRIA

CARGA HORÁRIA
MÓDULOS

C/H TOTAL (HORAS)


COMPONENTES CURRICULARES Nº DE
TEORICA PRÁTICA
AULAS
SEMANAL AULAS
SEMANAL SEMESTRAL SEMANAL SEMESTRAL
TEÓRICO/PRÁTICAS

Ética e Cidadania 03 03 54 - - 54

Projeto de Vida e Empreendedorismo 02 02 36 - - 36

Português Instrumental 02 02 36 - - 36
MÓDULO I

Introdução à Informática 02 01 18 01 18 36

Teoria Musical I 02 02 36 - - 36

Prática Instrumental I 02 - - 02 36 36

História da Música I 02 - - 02 36 36

SUBTOTAL 15 10 180 05 90 270

Prática Conjunto I 03 - - 03 54 54

Prática Instrumental II 03 - - 03 54 54

Harmonia I 03 03 54 - - 54
MÓDULO II

Percepção Musical II 02 - 36 02 - 36

Prática Coral I 02 - - 02 36 36

Organologia 02 02 36 - - 36

SUBTOTAL 15 05 126 10 144 270

Prática Instrumental II 03 - - 03 54 54

Harmonia II 02 - - 02 36 36

Prática de Conjunto II 03 - - 03 54 54
MÓDULO III

Improvisação 03 - - 03 54 54

Prática Coral III 02 - - 02 36 36

Música e Informática 02 - - 02 36 36

SUBTOTAL 15 - - 15 270 270

SUBTOTAL DO CURSO 45 15 306 30 504 810

ESTÁGIO 120

TOTAL GERAL DO CURSO 930


4.3. Indicadores da Matriz Curricular
Número de aulas por dia = 03
Número de dias letivos por semana = 05
Número de aulas por semana = 15
Duração da aula = 60 minutos

Cálculos: para quantidade de aulas por semestre

2 aulas semanais X 18 semanas letivas = 36 horas/semestre


3 aulas semanais X 18 semanas letivas = 54 horas/semestre
4 aulas semanais X 18 semanas letivas = 72 horas/semestre

4.4. Competências, Habilidades, Bases Tecnológicas e Referências Bibliográficas


COMPONENTE CURRICULAR: Português Instrumental

Competências:

 Desenvolver cuidados linguísticos, evitando o uso de chavões e construções inadequadas


para a atividade;
 Reconhecer a nossa língua como um produto social e cultural;
 Reconhecer a importância da língua portuguesa para o sucesso e destaque do profissional
no mundo do trabalho e dos negócios;
 Ler, compreender e redigir textos técnicos e de instrução, bem como redações científicas;
 Desenvolver na leitura e na escrita a capacidade crítica em diversos contextos, estimulando
as habilidades de observação, pesquisa e conclusão.

Habilidades:

 Desenvolver cuidados linguísticos;


 Construir autonomia na produção e revisão textual;
 Aplicar princípios e noções da redação voltada ao resumo, relatório de viagem/visita
técnica e textos técnicos e redação científica;
 Expressar ideias de forma clara, empregando técnicas de comunicação apropriadas para
cada situação.

Bases Tecnológicas:

 Linguagem e comunicação;
 Funções da linguagem;
 Gêneros e tipologias textuais;
 Coesão e coerência;
 Intelecção textual;
 Redação científica;
 Textos técnicos e de instrução;
 Pontuação;
 Concordância;
 Regência;
 Ortografia.

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.
Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,
computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:
MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e
administração. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 9.
ed. São Paulo: Cortez, 2008.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas
(estratégias de leitura – como redigir monografias – como elaborar papers). 3. ed. São Paulo: Atlas,
1997.
FAULSTICH, Enilde Leite de Jesus. Como ler, entender e redigir um texto. 23. ed. Petrópolis:
Vozes, 2011.
SANTOS, Antonio Raimundo. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 4. ed. Rio
de Janeiro: DP&A editora, 2001.
BELLEZI, Jordão R. C. Coesão e Coerência textual. Linguagens. São Paulo: Escala Educacional,
2007, 566 p. Disponível em: <http://biblioamigos2010.blogspot.com. br/2010/07/coesao-
textual.htm >
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
REFORMA ORTOGRÁFICA.COM. O Novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa.
Disponível em: < http://www.reformaortografica.com/>

COMPONENTE CURRICULAR: Ética e Cidadania

Competências:

 Dar a devida importância ao exercício pleno da cidadania contribuindo para a formação de


pessoas e profissionais que construam uma Nação melhor;
 Desenvolver a consciência crítica sobre conhecimento, razão e realidade histórico-político-
social;
 Trabalhar questões sociais contextualizadas;
 Trabalhar em equipe e cooperativamente, valorizando e encorajando a autonomia e a
contribuição de cada um;
 Reconhecer e prever situações de risco ou desrespeito à saúde pessoal, social e ambiental
e selecionar procedimentos que possam evitá-las.

Habilidades:

 Desenvolver capacidade de análise crítica em torno de aspectos da ética e da cidadania;


 Refletir de forma autônoma e participativa sobre o ser como agente transformador da
sociedade em que vive;
 Reformular conceitos e valores rumo a uma nova consciência do papel social, como
indivíduo e futuro profissional.
 Analisar aspectos do processo de socialização do ser humano, identificar a relevância dos
valores nos relacionamentos interpessoais;
 Valorizar e encorajar as manifestações de diversidades cultural e social;
 Respeitar as diferenças locais, culturais e sociais.

Bases Tecnológicas:

 Ética e moral;
 Valores éticos individuais e organizacionais;
 Conduta humana fundamentada na ética;
 Por que falar sobre ética?;
 A conduta cidadã;
 Cidadãos: direitos e deveres cotidianos;
 Ética profissional;
 Código de ética;
 Gestão da reputação do profissional;
 Ética na administração e gestão;
 Questões éticas envolvidas nos relacionamentos interpessoais no trabalho;
 Adversidades no ambiente de trabalho e o papel da liderança;
 A gestão da diversidade valorizando as diferenças no convívio social e profissional;
 A segurança no trabalho para pessoas com deficiência;
 Interculturalidade, relações interpessoais e a conduta ética profissional;
 Ética nas negociações;
 A ética no setor público;
 A ética, a transparência e a responsabilidade social;
 Ética pessoal, pública e privada.

Metodologia e recursos:
Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;
Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.
Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,
computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

ALENCASTRO, M. S. C. Ética empresarial na prática: liderança, gestão e responsabilidade


corporativa. Curitiba: Ibpex, 2010.
ARANTES, E. C.; HALICKI, Z.; STADLER, A. (Org). Empreendedorismo e responsabilidade
social. (Coleção Gestão Empresarial; v. 4) Curitiba: Ibpex, 2011.
ASHLEY, P. A. (Coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. São Paulo:
Saraiva, 2005.
CARVALHO-FREITAS, M. N. de. Inserção e Gestão do Trabalho de Pessoas com Deficiência:
um estudo de caso. RAC, Curitiba, v. 13, Edição Especial, art. 8, p. 121-138, Junho 2009.
CHIAVENATO, I. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2003.
COLOMBO, I. M.; et al. Ética na gestão Pública. Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2011.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto de Vida e Empreendedorismo

Competências:
 Despertar a busca para o autoconhecimento pessoal e profissional de forma integral;
 Promover a construção do seu próprio conhecimento de forma a se preparar para as diversas
situações que enfrentar durante a vida;
 Desenvolver capacidades para lidar com frustrações, autocontrole, empatia, flexibilidade,
autoconhecimento e autoestima.

Habilidades:

 Desenvolver atitudes empreendedoras que serão adotadas ao longo de sua vida, priorizando
a criação de laços sociais, capacidade de se comunicar e negociar;
 Desenvolver a capacidade empreendedora, dando ênfase ao perfil do empreendedor,
apresentando técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades,
 Encontrar o caminho entre aquele que “eu sou” e aquele que “eu quero ser”;
 Percorrer o caminho da busca pelo autoconhecimento, se fortalecendo como indivíduo e
profissional.

Bases Tecnológicas:

 O processo de construção da identidade;


 Meu futuro e o meu Projeto de Vida;
 Conceito de Projeto de Vida;
 A importância da construção de um Projeto de Vida;
 O passo-a-passo para a construção de um Projeto de Vida;
 Autoconhecimento;
 Planejando o meu futuro;
 Tomando decisões e planejando minhas ações.

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:
A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de
provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

COVEY, Sean. As 6 decisões mais importantes que você vai tomar na vida. Editora Best Seller.
Rio de Janeiro, 2007.
FRAIMAN, Leo. Orientação Profissional na Sala de Aula. Escolas Associadas. São Paulo.
ICE – Manual Operacional Projeto de Vida: O Jovem e sua Formação Acadêmica – Dicas e
Informações úteis para os estudantes.
ICE – Manual Operacional Projeto de Vida: o jovem e o mercado de trabalho.
MAYER, Canísio. Na dança da vida: reflexões e exercícios para dinâmicas de grupo.
Editora Ideias & Letras. São Paulo, 2005. Coleção Mais Vida.
Guia de auxílio à escolha profissional para adolescentes e jovens. Fundação Tide Setubal. São
Paulo, 2011.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Informática

Competências:

 Utilizar os conhecimentos tecnológicos na construção contínua dos saberes;


 Pesquisar, acessar, relacionar e apresentar informações para a construção de novos
conhecimentos.
Habilidades:

 Identificar os componentes básicos de um computador: Entrada, Processamento, Saída e


Armazenamento;
 Identificar os tipos de Software, tanto para uso pessoal quanto uso profissional;
 Relacionar e descrever soluções de software para escritório;
 Operar softwares aplicativos, despertando para o uso da informática na sociedade.
Bases Tecnológicas:

 Introdução a Informática:
 Hardware;
 Software.
 Sistemas Operacionais:
 Fundamentos e Funções;
 Sistemas Operacionais existentes.
 Software de edição de texto:
 Visão geral;
 Digitação e movimentação de texto;
 Nomear, gravar e encerrar sessão de trabalho;
 Controles de exibição;
 Correção ortográfica e dicionário.
 Software de planilha eletrônica:
 Visão geral;
 Fazendo fórmulas e aplicando funções;
 Formatando células;
 Classificando e filtrando dados;
 Utilizando formatação condicional.

 Software de apresentação:
 Visão geral;
 Assistente de criação;
 Como trabalhar com os modos de exibição de slides;
 Fazendo uma apresentação: utilizando Listas, formatação de textos, inserção de
desenhos, figuras, som;

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.
Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,
computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

MARÇULA, Marcelo; BRNINI FILHO, Pio Armando. Informática: conceitos e aplicações. 5.ed.
São Paulo: Érica, 2012.
NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Makron Books, 2007.
MORGADO, Flavio Eduardo Frony. Formatando teses e monografias com BrOffice. Rio de
Janeiro: Ciência Moderna, 2008.
MANZANO, André Luiz N. G.; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de informática
básica. 7. ed. São Paulo: Érica, 2008.
Coleção passo-a-passo: pacote office 2013, 1ª ed. Rio de Janeiro: Bookman, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Teoria Musical

Competências:

 Conhecer e analisar a morfologia musical;


Habilidades:

 Ler e interpretar os signos gráficos musicais;


 Utilizar a técnica da musicografia na notação musical;
Bases Tecnológicas:

 Técnica de reconhecimento de elementos musicais;


 Técnica de leitura rítmica;
 Técnica de reconhecimentos dos parâmetros sonoros e elementos fundamentais da música;
Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.
Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,
computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

MED, Bohumil. Teoria da Música. 4. ed. Brasília: Musimed, 1996.

BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Trad. Maria Resende Costa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1990.

CARDOSO, Belmira; MASCARENHAS, Mário. Curso de Teoria Musical e Solfejo. São Paulo: Irmãos
Vitale, 1985. 2 v.

CARVALHO, Reginaldo. Teoria Musical. Tomo I Duração – Intensidade. Piauí.

_______. Teoria Musical. Tomo II. Altura e Timbre. Piauí.

LACERDA, Osvaldo. Compêndio de Teoria Elementar da Música. São Paulo: Musicália S.A. Cultura
Musical.

SCLIAR, Ester. Elementos de Teoria Musical. São Paulo: Novas Metas Ltda, 1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Prática Instrumental I

Competências:

 Conhecer a operacionalização do instrumento em estudo;


 Conhecer as técnicas fisiológicas básicas para a execução do instrumento em estudo;
 Propiciar conhecimento sobre a execução e interpretação de músicas folclóricas, populares
e eruditas de nível médio no instrumento;
 Estudar e analisar peças fáceis médio no instrumento;
 Abordar novas possibilidades e preferências musicais do aluno;
 Ampliar a cultura musical do aluno através de interpretação de repertório original para o
instrumento;
 Desenvolver a leitura de figuras de ritmo, notas e outros elementos na notação musical.
Habilidades:
 Reconhecer e dominar a operacionalização do instrumento em estudo;
 Reconhecer e dominar as técnicas fisiológicas básicas para a execução do instrumento em
estudo;
 Executar e interpretar músicas folclóricas, populares e eruditas de nível médio no
instrumento;
 Ler e executar à primeira vista peças fáceis no instrumento em estudo;

 Reconhecer novas possibilidades musicais do aluno;


 Apresentar novos conhecimentos musicais a partir da interpretação de repertório original
para o instrumento em estudo;
 Ler figuras de ritmo, notas e outros elementos na notação musical;

Bases Tecnológicas:

 Técnica de execução e manipulação do instrumento;


 Técnica de expressão individual e de manipulação de repertórios na execução;
 Técnica de execução aplicada a performance individual e coletiva;
 Técnica de utilização dos elementos básicos de postura, leitura, memória e sincronicidade;
 Técnica de análise de fraseologia, agógica, estilos, sonoridade;

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.
Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

Instrumentos de sopro (banda):

ARTAUD, Pierre-Ives. A Flauta Transversa: método elementar. Trad. Raulk Costa d’Ávila e Armen
Cynira Otero Gonçalves. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1995.
CAMARGO, Nabor Pires. Método Completo para Clarineta. 1ª parte. São Paulo: Irmãos Vitale, 1996.
Flauta doce:

KLOSÉ, Hyacinthe Eleónor. Método Completo para todos os Saxofones. São Paulo: Ricordi Brasileira.
MONKEMEYER, Helmut. Método para Flauta Doce Soprano (ou flauta Doce Tenor). Curso Básico.
Ricordi Brasileira.
PIERANGELI, J. C. Método tar para Pistão, Trombone ou Bombardino em Clave de Sol. Nova edição
revisada e ampliada. São Paulo: Irmãos Vitale.
RUSSO, Amadeu. Método Completo para Saxofone. 19. ed. São Paulo: Irmãos Vitale.
VIDELA, Mário. Método Completo para Flauta Doce Contralto. Tomo I. Ricordi Americana.
WOLTZENLOGEL, Celso. Método Ilustrado de Flauta. São Paulo: Irmãos Vitale, 1982.
Violão
CARCASSI, Matteo. 25 Estudos metódicos e progressivos, Op. 60. São Paulo: Irmãos Vitale S/A, 1965.
CARULLI, Derdinando. Método completo de guitarra. Buenos Aires: Ricordi Americana, 1976.
CHEDIAC, Almir. Harmonia e improvisação. V. 2. 2. ed. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 1987.
DUDEQUE, Norton. História do violão. Curitiba: Editora da UFPR, 1994.
PINTO, Henrique. Iniciação ao violão. V. 2. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1999.
______. Curso progressivo de violão – nível médio. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1982.
REIS, Dilermano. 19 grandes obras. 4. ed. São Paulo: Bandeirante Editora Musical Ltda, 1997.
SANTOS, Turíbio. Violão amigo. V. 2. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.
SÁVIO, Isaias. Escola moderna do violão. V. 2. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1973.
_____. 9 Duos fáceis para violão. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1973.
Teclado:
BENNETT, Roy. Instrumentos de Teclado. Trad. Teresa Resende Costa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
2001.
MASCARENHAS, Mário. Método rápido para tocar teclado. 3 volumes. Editora Irmãos Vitale, 2003.
MENDES, Rivaldo. Método de Teclado. Volumes 1 e 2. Editora EME, 2001.
NAGATA, Mirian/FAJARDO, Luiz Fernando. Método de Teclado. 3 volumes. Revista Hits.
PRADO, Cristine. Aprender a tocar. 1º vol. Rio de Janeiro: Irmãos Vitale, 2001.

COMPONENTE CURRICULAR: História da Música

Competências:

 Conhecer a música e sua evolução na estética e nos estilos musicais nos vários períodos da
história;
 Conhecer a história da música brasileira;
Habilidades:

 Analisar e apreciar estilos e gêneros musicais;


 Pesquisar e utilizar os gêneros e estilos musicais em funções práticas de atuação;

Bases Tecnológicas:

 A evolução musical na história da humanidade;


 Os processos construtivos na notação musical;
 A estética e os estilos musicais com ênfase na música brasileira.

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.
Referências:

ANDRADE, Mário de. Pequena história da música. Editora Nova Fronteira. 2015.
CARPEAUX, Otto Maria. Uma nova história da música. Ediouro. 1968.
CARPEAUX, Otto Maria. O livro de ouro da historia da musica – da Idade Média ao século XX.
Ediouro. 2005.
ESTEFANI, Gino. Para entender a música. Ed. Globo.SOLEIL, Jean – Jacques, Guy Lelong. As obras
primas da música. Ed. Martins Fontes.

COMPONENTE CURRICULAR: Prática de Conjunto I

Competências:

 Conhecer os princípios que regem as habilidades da prática em conjunto;


 Conhecer as técnicas utilizadas para trabalhar em ensaio em grupo;
 Conhecer técnicas de afinação para executar repertório a duas ou mais vozes;
 Adquirir noções básicas em harmonia musical;

Habilidades:

 Aplicar as competências e princípios básicos relativos à execução do instrumento, na


prática em conjunto através de repertório específico: Orquestras, bandas sinfônicas,
conjunto de câmera e outras formações musicais.

Bases Tecnológicas:

 Técnica de execução em conjunto do instrumento específico;


 Articulação de meios para a seleção de repertório e planejamento de ensaios com vistas à
performance;
 Seleção de integrantes do grupo musical e sua adequação ao contexto;
 Processamento e transmissão de áudio analógico;
 Sistema MIDI (Fundamentos básicos);
 Fundamentos de computação aplicados à música: estudo de um software de editoração de
partituras.

Metodologia e recursos:
Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;
Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

ADOLFO, Antonio. O Livro do Músico. Lumiar Editora, Rio de Janeiro: 1989.


ASTI VERA, Armando. Metodologia da Pesquisa Científica, Globo. Porto Alegre: 1973.

BRAGA, Luiz Otávio. O Violão de 7 Cordas: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Lumiar Editora,
2002.
______. Projeto Música 84. Rio Arte/UNI-RIO. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/SMEC.
CHEDIAK, Almir. Dicionário de Acordes Cifrados. Irmãos Vitale, Rio de Janeiro: 1984.
______. Harmonia & Improvisação I. Lumiar Editora, Rio de Janeiro: 1986.
______. Harmonia & Improvisação II. Lumiar Editora, Rio de Janeiro: 1987.
______. Songbook da Bossa Nova. Lumiar Editora, Rio de Janeiro: 1989.
GUEST, Ian. Arranjo – Método Prático I. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1996.
______. Arranjo – Método Prático II. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1996.
______. Arranjo – Método Prático III. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1996.
JOBIM, Tom. Songbook I. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1993.
______. Songbook II. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1993.
______. Songbook III. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1993.

ROCCA, Edgar. EBM – Ritmos Brasileiros e seus Instrumentos de Percussão I. Europa, Rio
de Janeiro: s/d.

TINHORÃO, Ramos. Musica Popular - Um Tema em Debate. JCM Editores. Rio de Janeiro:
s/d.

VENTURA, Ricardo. Canções Clássicas da Bossa Nova – Vol. I (apostila). UNIRIO. Rio de
Janeiro: 1998.

______. Material Básico para Violão Solo (MPB) Vol. I (apostila). UNIRIO. Rio de Janeiro:
2002.
______. Sinopses de Apoio ao Estudo do Violão. CNPq / UNIRIO. Rio de Janeiro: 1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Prática Instrumental II

Competências:

 Aprofundar conhecimentos acerca da operacionalização do instrumento em estudo;


 Dominar técnicas fisiológicas básicas para a execução do instrumento em estudo;
 Executar ornamentos mais comumente usados no repertório do instrumento em estudo;
 Conhecer técnicas de dinâmica e fraseado para o instrumento em estudo;
 Estudar símbolos gráficos de partitura para o instrumento em estudo;
 Abordar novas possibilidades e preferências musicais do aluno;
 Ampliar a cultura musical do aluno através de interpretação de repertório original para o
instrumento;
 Propiciar desenvolvimento de habilidades para a execução e interpretação de músicas
folclóricas, populares e eruditas no instrumento, em níveis mais avançados;

Habilidades:

 Demonstrar maiores e melhores habilidades na operacionalização do instrumento em


estudo;
 Demonstrar domínio das técnicas fisiológicas básicas para a execução do instrumento em
estudo;
 Desenvolver com maior segurança os ornamentos mais comumente usados no repertório
do instrumento em estudo;
 Dominar técnicas de dinâmica e fraseado para o instrumento em estudo;
 Identificar símbolos gráficos de partitura para o instrumento em estudo;
 Apresentar preferências musicais através do instrumento em estudo;
 Demonstrar ampliação da cultura musical através de interpretação de repertório original
para o instrumento;
 Executar e interpretar músicas folclóricas, populares e eruditas no instrumento, em níveis
mais avançados.

Bases Tecnológicas:

 Técnica de execução e manipulação do instrumento;


 Técnica de expressão individual e de manipulação de repertórios na execução;
 Técnica de execução aplicada a performance individual e coletiva;
 Técnica de utilização dos elementos básicos de postura, leitura, memória e sincronicidade;
 Técnica de análise de fraseologia, agógica, estilos, sonoridade;

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

Instrumentos de sopro (banda):

ARTAUD, Pierre-Ives. A Flauta Transversa: método elementar. Trad. Raulk Costa d’Ávila e Armen
Cynira Otero Gonçalves. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1995.

CAMARGO, Nabor Pires. Método Completo para Clarineta. 1ª parte. São Paulo: Irmãos Vitale, 1996.

Flauta doce:
KLOSÉ, Hyacinthe Eleónor. Método Completo para todos os Saxofones. São Paulo: Ricordi Brasileira.

MONKEMEYER, Helmut. Método para Flauta Doce Soprano (ou flauta Doce Tenor). Curso Básico.
Ricordi Brasileira.

PIERANGELI, J. C. Método tar para Pistão, Trombone ou Bombardino em Clave de Sol. Nova edição
revisada e ampliada. São Paulo: Irmãos Vitale.

RUSSO, Amadeu. Método Completo para Saxofone. 19. ed. São Paulo: Irmãos Vitale.

VIDELA, Mário. Método Completo para Flauta Doce Contralto. Tomo I. Ricordi Americana.

WOLTZENLOGEL, Celso. Método Ilustrado de Flauta. São Paulo: Irmãos Vitale, 1982.

Violão

CARCASSI, Matteo. 25 Estudos metódicos e progressivos, Op. 60. São Paulo: Irmãos Vitale S/A, 1965.

CARULLI, Derdinando. Método completo de guitarra. Buenos Aires: Ricordi Americana, 1976.

CHEDIAC, Almir. Harmonia e improvisação. V. 2. 2. ed. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 1987.

DUDEQUE, Norton. História do violão. Curitiba: Editora da UFPR, 1994.

PINTO, Henrique. Iniciação ao violão. V. 2. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1999.

______. Curso progressivo de violão – nível médio. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1982.

REIS, Dilermano. 19 grandes obras. 4. ed. São Paulo: Bandeirante Editora Musical Ltda, 1997.

SANTOS, Turíbio. Violão amigo. V. 2. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.

SÁVIO, Isaias. Escola moderna do violão. V. 2. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1973.

_____. 9 Duos fáceis para violão. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1973.

Teclado:

BENNETT, Roy. Instrumentos de Teclado. Trad. Teresa Resende Costa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
2001.

MASCARENHAS, Mário. Método rápido para tocar teclado. 3 volumes. Editora Irmãos Vitale, 2003.

MENDES, Rivaldo. Método de Teclado. Volumes 1 e 2. Editora EME, 2001.

NAGATA, Mirian/FAJARDO, Luiz Fernando. Método de Teclado. 3 volumes. Revista Hits.

PRADO, Cristine. Aprender a tocar. 1º vol. Rio de Janeiro: Irmãos Vitale, 2001.

COMPONENTE CURRICULAR: Harmonia I

Competências:

 Conhecer os códigos empregados na composição harmônica;


 Conhecer e identificar o sistema tonal e os signos que entram na formação de acordes e
arranjos musicais;
Habilidades:

 Utilizar e empregar os signos nas composições de aspectos harmônicos na execução e


arranjos musicais.

Bases Tecnológicas:

 Tom, modo;
 Escalas tonais e modais;
 Tríades e tétrades (acordes diatônicos);
 Sistema tonal;
 Funções tonais;
 Campo harmônico.

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

HINDEMITH, Paul. Curso condensado de harmonia tradicional. Rio de Janeiro: Irmãos Vitale.

KOELLREUTER, H. J. Harmonial funcional. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1978.

PISTON, Walter. Harmônio. Cooper City: Spanpress Universitária, 1998.

PRIOLLI, Maria Luiza de Mattos. Harmonia da concepção básica à expressão contemporânea. V. 4.4.
ed. Rio de Janeiro: Casa Oliveira de Música, 1987.

SCHOEMBERG. Arnold. Funções estruturais da harmonia. São Paulo: Via Lettera, 2004.

_______. Harmonia. São Paulo: Editora UNESP, 1999.


ZAMACUIS, Joaquim. Tratado de harmonia. Libro I. 6. ed. Barcelona: Editorial Labor, 1978.

_______, Tratado de harmonia. Libro II. 5. ed. Barcelona: Editorial Labor, 1979.

ADOLFO, Antônio. Harmonia 7 - estilos para teclado. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 1994.

CHEDIAK, Almir. Harmonia 7 - improvisação. V. 1.2. ed. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 1986.

COMPONENTE CURRICULAR: Percepção Musical

Competências:

 Aprimorar a acuidade auditiva dos alunos para os diversos parâmetros sonoros;


 Treinar a percepção e a leitura rítmica, melódica e harmônica dos sons;
Habilidades:

 Aplicar graficamente os códigos musicais percebidos;


 Perceber e identificar os modos e escalas diversas;
 Perceber auditivamente os sons melódicos, harmônicos e rítmicos;
Bases Tecnológicas:

 Técnica de manossolfa;
 Técnica de percepção melódica, harmônica e rítmica;
 Técnica de percepção e emissão de clichês rítmicos e melódicos;
Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:
BENWARD, Bruce; KOLOSICK, Timothy. Percepção musical: Prática auditiva para músicos. São
Paulo: Edusp, 2009.

GRAMANI, José Eduardo. Rítmica viva: A consciência musical do ritmo. Campinas: Unicamp, 2008.

GRAMANI, José Eduardo. Rítmica. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 2002.

PRINCE, Adamo. A arte de ouvir: percepção rítmica. São Paulo: Lumiar, 2001.

MED, Bohumil, Solfejo. 3. ed. Brasília: Musimed. 1986.

PRINCE, Adamo, Leitura e Percepção-ritmico. 1º vol. 2. ed. Lumias Editora, 2000.

PRINCE. Adamo. A arte de ouvir: percepção melódica. São Paulo: Lumiar, 2001.

VILLA-LOBOS. Heitor. Estudo folclórico musical – Guia Prático. V. 1. São Paulo: Irmãos Vitale Ed,
1941.

COMPONENTE CURRICULAR: Prática Coral I

Competências:

 Conhecer, analisar e aprimorar a técnica e a expressão vocal;


 Conhecer o corpo e sua fisiologia como instrumento musical;
 Pesquisar e escolher repertório adequando – o ao público alvo;
 Mobilizar saberes técnicos e expressão vocal em situação prática;
Habilidades:

 Utilizar saberes técnicos e expressão vocal na prática em conjunto envolvendo percepção


rítmica, melodia, harmonia e contrapontística;
Bases Tecnológicas:

 O corpo como instrumento musical;


 Cuidados com o trato vocal;
 A pesquisa do sistema respiratório;
 Exercício de apoio diafragmático;
 Sistema ressonador;
 Noções de impostação vocal;
 O repertório musical;
 Prática de conjunto;
 Leitura musical;
 Realização de repertório coral com obras variadas;
Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências:

BARBOSA, Cecília. Estudo do ritmo e som, volume 1 e 2.

BEHLAU, MARA. Higiene vocal para o canto coral. Rio de Janeiro: Revinter. 1997.

MASSIN, Jean; MASSIN, Brigitte. História da música ocidental. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira,
1997.

CARVALHO, Reginaldo. Regência musical. Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Teresina. 1997.

LERHMAN, Lili. Aprendendo a cantar. Ediouro.

MATHIAS, Nelson. Coral um canto apaixonante. Musimed. Brasília.

OITICICA, Vanda. O Bê o Ba da Técnica Vocal. Musimed. Brasília, 1992.

PICCOLOTTO, Leslie. Org. Trabalhando a Voz. Summus Editorial. São Paulo. 1998.

ZANDER, Oscar. Regência Coral. Porto Alegre. Movimento/Instituto Editorial do Livro. 1979.

COMPONENTE CURRICULAR: Organologia

Competências:

 Conhecer a origem e avaliação dos instrumentos musicais através da história no contexto


sociocultural;
 Conhecer e diferencias os instrumentos pela classificação, anatomia e maneiras de
execução;
Habilidades:
 Aplicar os conhecimentos adquiridos nas competências com o fim de planejar, conceber e
aplicar de forma estética, técnica e artística as composições e arranjos musicais de acordo
com o projeto e meio a que se destina.
Bases Tecnológicas:

 Técnicas de classificação e execução de instrumentos;


 Técnica de escrituração de partituras para esses instrumentos;

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências Bibliográficas:

BENNETT, Roy. Instrumento da Orquestra. Trad. Maria Teresa de Resende Costa. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1986.

BRUM, Oscar da Silvaira. Conhecendo a Banda de Música (Fanfarras e Bandas Musicais). 2.


ed. São Paulo: Ricordi, 1987.

CARVALHO, Reginaldo. Princípio, histórico, anatomia, técnica, particularidade dos


instrumentos musicais. Teresina: Fundação Cultural Monsenhor Chaves, 1994.

________. Teoria Musical. Tomo II Altura e Timbre. Teresina: Fundação Cultural Monsenhor
Chaves, 1997.
JIEFER, Bruno. História e significado das formas musicais. 6. ed. Porto Alegre: Movimento
Brasileiro.
ZAHAR. Dicionário de música. Rio de Janeiro: Zahar Editora, 1985.

COMPONENTE CURRICULAR: Prática Instrumental III


Competências:

 Aprofundar conhecimentos técnicos e práticos para a execução do instrumento;


 Desenvolver a leitura de figuras do ritmo progressivamente mais complexas, notas e outros
elementos de notação musical;
 Aperfeiçoar a técnica instrumental de acordo com as necessidades interpretativas e técnico
– motoras do repertório estudado;
 Auxiliar no desenvolvimento da autonomia do aluno na abordagem da partitura musical e
leitura de cifras;
 Abordar questões estilísticas ligadas à interpretação musical;
 Conhecer as técnicas de ornamentação, dinâmica, fraseado e articulação diferenciadas
específicas para cada instrumento;
 Aperfeiçoar habilidades para execução de canções do repertório folclórico;
 Estudar significados da cifragem de acordes;
Habilidades:

 Ler fluentemente a notação musical em partituras de músicas de diferentes níveis de


complexidade;
 Aprimorar conhecimentos técnicos e práticos para a execução do instrumento;
 Demonstrar autonomia na abordagem de questões estilísticas, na leitura da partitura
musical e leitura de cifras;
 Demonstrar habilidades técnicas na execução instrumental em canções do repertório
folclórico, popular e erudito;
 Identificar as técnicas de ornamentação, dinâmica, fraseado e articulação diferenciadas
específicas para cada instrumento;
 Executar canções do repertório folclórico, popular e erudito;
Bases Tecnológicas:

 Técnicas de classificação e execução de instrumentos;


 Técnica de expressão individual e de manipulação de repertórios na execução;
 Técnica de execução aplicada a performance individual e coletiva;
 Técnica de utilização dos elementos básicos de postura, leitura, memória e sincronicidade;
 Técnica de análise de fraseologia, agógica, estilos, sonoridade;

Metodologia e recursos:
Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;
Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências Bibliográficas:

Instrumentos de sopro (banda):

ARTAUD, Pierre-Ives. A Flauta Transversa: método elementar. Trad. Raulk Costa d’Ávila e Armen
Cynira Otero Gonçalves. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1995.

CAMARGO, Nabor Pires. Método Completo para Clarineta. 1ª parte. São Paulo: Irmãos Vitale, 1996.

Flauta doce:

KLOSÉ, Hyacinthe Eleónor. Método Completo para todos os Saxofones. São Paulo: Ricordi Brasileira.

MONKEMEYER, Helmut. Método para Flauta Doce Soprano (ou flauta Doce Tenor). Curso Básico.
Ricordi Brasileira.

PIERANGELI, J. C. Método tar para Pistão, Trombone ou Bombardino em Clave de Sol. Nova edição
revisada e ampliada. São Paulo: Irmãos Vitale.

RUSSO, Amadeu. Método Completo para Saxofone. 19. ed. São Paulo: Irmãos Vitale.

VIDELA, Mário. Método Completo para Flauta Doce Contralto. Tomo I. Ricordi Americana.

WOLTZENLOGEL, Celso. Método Ilustrado de Flauta. São Paulo: Irmãos Vitale, 1982.

Violão

CARCASSI, Matteo. 25 Estudos metódicos e progressivos, Op. 60. São Paulo: Irmãos Vitale S/A, 1965.

CARULLI, Derdinando. Método completo de guitarra. Buenos Aires: Ricordi Americana, 1976.

CHEDIAC, Almir. Harmonia e improvisação. V. 2. 2. ed. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 1987.

DUDEQUE, Norton. História do violão. Curitiba: Editora da UFPR, 1994.

PINTO, Henrique. Iniciação ao violão. V. 2. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1999.

______. Curso progressivo de violão – nível médio. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1982.

REIS, Dilermano. 19 grandes obras. 4. ed. São Paulo: Bandeirante Editora Musical Ltda, 1997.

SANTOS, Turíbio. Violão amigo. V. 2. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.
SÁVIO, Isaias. Escola moderna do violão. V. 2. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1973.

_____. 9 Duos fáceis para violão. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1973.

Teclado:

BENNETT, Roy. Instrumentos de Teclado. Trad. Teresa Resende Costa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
2001.

MASCARENHAS, Mário. Método rápido para tocar teclado. 3 volumes. Editora Irmãos Vitale, 2003.

MENDES, Rivaldo. Método de Teclado. Volumes 1 e 2. Editora EME, 2001.

NAGATA, Mirian/FAJARDO, Luiz Fernando. Método de Teclado. 3 volumes. Revista Hits.

PRADO, Cristine. Aprender a tocar. 1º vol. Rio de Janeiro: Irmãos Vitale, 2001.

COMPONENTE CURRICULAR: Harmonia II

Competências:

 Harmonizar melodias tendo como base o vocabulário harmônico da música tonal e suas
leis;
 Analisar harmonicamente obras de compositores do período renascentista e do período
barroco;
 Analisar harmonicamente obras de compositores do período renascentista e do período
renascentista e do período romântico;
 Harmonizar cantos e baixos dados utilizando acordes de 03 sons e de 04 sons (sétima da
dominante e sétima de espécie, com ou sem alterações) e 05 sons (9ª maior e menor, com
ou sem alterações);
 Conhecer os códigos empregados na composição harmônica;
 Conhecer e identificar o sistema tonal e os signos que entram na formação de acordes de
tríades e tétrades;
Habilidades:

 Utilizar e empregar os signos nas composições de aspectos harmônicos na execução e


arranjos musicais;
 Dominar conhecimentos acerca do vocabulário harmônico da música tonal e suas leis,
utilizando –os na harmonização de melodias;
 Realizar análises da construção harmônica em obras de compositores do período
renascentista e do período barroco;
 Realizar análises da construção harmônica obras de compositores do período clássico e do
período renascentista e do período romântico;
 Utilizar acordes de 03 sons e de 04 sons (sétima da dominante e sétima de espécie, com ou
sem alterações) e 05 sons (9ª maior e menor, com ou sem alterações) na harmonização de
cantos e baixos dados;
 Identificar códigos empregados em composição harmônica;
 Reconhecer o sistema tonal e os signos que entram na formação de acordes de tríades e
tétrades;
Bases Tecnológicas:

 Vozes: extensão, movimentação e distância;


 Intervalos melódicos e harmônicos permitidos e proibidos (trítono);
 Cruzamento e sobreposição das vozes;
 Regras práticas para o encadeamento de acordes;
 Tratamento da sensível e resolução do trítono;
 Harmonização do canto dado no modo maior e no modo menor com as tríades no estado
fundamental;
 Tríades diatônicas no modo maior e no modo menor: dobramento e omissão de vozes;
 Cadências harmônicas;
 Tipos de encadeamento;
 Princípios da fraseologia musical;
 Procedimentos para a harmonização do canto;
 Primeira inversão: baixo cifrado, disposição das notas e desdobramentos;
 Introdução às marchas harmônicas;
 Harmonização do baixo dado com acordes no estado fundamental e 1ª inversão;
 Harmonização do canto dado com acordes no estado fundamental e 1ª inversão;
 Segunda inversão: baixo cifrado, disposição das notas e dobramentos;
 Harmonização do baixo dado com acordes no estado fundamental e na 1ª, 2ª e 3ª inversão.

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.
Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,
computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências Bibliográficas:

ALMADA, Carlos. Harmonia Funcional. 2. Ed. São Paulo: Unicampo, 2012, 288p.
BRISOLLA, Cyro Monteiro, Princípios de harmônica funcional. São Paulo: Annnablume, 2006.
DUNSBY, J.; WHITTALL, A. Análise musical na teoria e na prática. (Parte II). Curitiba: Editora
UFPR, 2011.
HINDEMITH, Paul. Harmonia Tradicional Funcional. 4. Ed. SP: Ricordi do Brasil. 2008.
KOELLREUTER, H. Joaquim. Harmonia funcional. São Paulo: Ricordi do Brasil. 2008.
LIMA, Marisa Ramires R. Harmonia: uma abordagem prática. São Paulo: edição Independente, 2008.
PRIOLLO, Maria Luísa Mattos. Harmonia: da concepção básica à expressão contemporânea. Rio de
Janeiro: Casa Oliveira de Músicas, 1977 (v.1) e 1987 (v.2)
SCHOEMBERG, Arnold. Harmonia 2. Ed. Tradução de Marden Maluf. São Paulo: Editora Unesp, 2011,
584p.
SEPE, João. Tratado de harmonia. 1. Ed. São Paulo: Ricordi do Brasil, 1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Prática do Conjunto II

Competências:

 Ensaiar e executar peças de nível médio três ou mais vozes compostas ou arranjadas para
o instrumento;
 Aprofundar técnicas de afinação para executar repertório a duas ou mais vozes;
 Aprofundar conhecimento em harmonia musical;

Habilidades:

 Executar arranjos e composições simples para três ou mais vozes de repertório


estilisticamente variado;
 Participar de audições musicais dentro e fora do ambiente de estudo;
 Aprofundar repertório estudado em módulo anterior;

Bases Tecnológicas:

 Ensaios e execuções de arranjos e composições simples para três ou mais vozes de


repertório estilisticamente variado;
 Atuação em audições musicais;

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências Bibliográficas:

CHEDIAK, Almir. Songbook Gilberto Gil. Rio de Janeiro: Lumiar, 1992. v.2. PRINCE, Adamo. A arte
de ouvir: percepção melódica. São Paulo: Lumiar, 2001.

ECHEDIAK, Almir. Songbook Caetano Veloso. Rio de Janeiro: Lumiar, 1997.

TINHORÃO, Ramos. Musica Popular - Um Tema em Debate. JCM Editores. Rio de Janeiro: s/d.

VENTURA, Ricardo. Canções Clássicas da Bossa Nova – Vol. I (apostila). UNIRIO. Rio de Janeiro:
1998.

______. Material Básico para Violão Solo (MPB) Vol. I (apostila). UNIRIO. Rio de Janeiro: 2002.

______. Sinopses de Apoio ao Estudo do Violão. CNPq / UNIRIO. Rio de Janeiro: 1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Improvisação

Competências:

 Conhecer as escalas maiores e menores (natural, harmônica, melódica) e pentatônicas;


 Conhecer e perceber os aspectos de tríades e tétrades;
 Ouvir e reconhecer frases melódicas com acordes;
 Conhecer e diferenciar os modos;
 Conhecer os centros tonais maiores e menores;
 Desenvolver habilidades na improvisação através da audição de músicas dos mais variados
gêneros musicais;
Habilidades:

 Lidar com as situações de improviso dentro de gêneros musicais diversos;


Bases Tecnológicas:

 Exercícios com gêneros musicais;


 Exemplos com gêneros musicais;
 Escalas simétricas;
 Improvisação sobre o V7, secundários, alterados e substitutos;
 Improvisação por centro tonais;
 Improvisação sobre II grau menor, V grau e I grau das escalas;

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências Bibliográficas:

CHEDIAK, Almir. Dicionário de Acordes Cifrados. Irmãos Vitale, Rio de Janeiro: 1984.

______. Harmonia & Improvisação I. Lumiar Editora, Rio de Janeiro: 1986.

______. Harmonia & Improvisação II. Lumiar Editora, Rio de Janeiro: 1987.
______. Songbook da Bossa Nova. Lumiar Editora, Rio de Janeiro: 1989.

GUEST, Ian. Arranjo – Método Prático I. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1996.

______. Arranjo – Método Prático II. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1996.

______. Arranjo – Método Prático III. Lumiar Editora. Rio de Janeiro: 1996.

FARIA, Nelson. Arte da Improvisação para todos os instrumentos. São Paulo, SP. Lumiar, 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: Prática Coral II

Competências:

 Desenvolver a leitura musical em conjunto envolvendo a percepção rítmica, melódica e


harmônica;
 Desenvolver a postura física adequada ao canto;

Habilidades:

 Conhecer o funcionamento geral do aparelho fonador;


 Executar músicas dentro da tessitura individual;
 Cantar a quatro vozes;

Bases Tecnológicas:

 Técnica da voz: emissão de som, clareza de articulação de som, dicção e pronuncia;


 Respiração: seu mecanismo e distribuição no canto coral;
 Fraseado e respiração: a fluência da voz;
 Exercícios de respiração de peças corais verificando seus aspectos harmônicos, melódicos
e rítmicos;
 Repertório erudito e popular considerado afinação e impostação;

Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.
Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,
computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências Bibliográficas:

BAÊ, Tutti. PACHEO, Claudia. Canto, equilíbrio entre corpo e som. São Paulo: Irmãos Vitale, 2006.

BAÊ, Tutti: MARSOLA Mônica. Canto, uma expressão: princípios básicos da técnica vocal. São Paulo:
Irmãos Vitale, 2001.

BARRETO, Ceição de Barros. Canto Coral – Organização e Técnica de Coro. Petropolis: Vozes, 1973.

BEHLAU, Mara; PONTES Paulo. Higiene vocal cuidando da voz. 3 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.

BEHLAU, Mara; REHDER, Maria Inês. Higiene vocal para o canto coral. 2. Ed. Rio de Janeiro: Revinter,
2008.

BRAGA, Henriqueta Rosa. Do coral e sua projeção na história da música. Curitiba: Editora Livraria
Kosmos, 1985.

COELHO, Helena Wöhl. Técnica vocal para coros. São Leopoldo: Sinodal, 1994.

COMPONENTE CURRICULAR: Música e Informática

Competências:

 Conhecer os fundamentos da computação aplicados à música e software de editoração


musical;
 Conhecer os fundamentos básicos do sistema MIDI;

Habilidades:

 Aplicar os conhecimentos do sistema operacional específico de notação musical na


editoração de partituras diversas, registro, ensaio e publicação de livros;
Bases Tecnológicas:

 Fundamentos do som aplicados à música;


 Circuito eletroacústico analógico: gravação, mecânica e magnética;
 Equipamentos de captação;
 Processamento e transmissão de áudio analógico. Sistema MIDI (Fundamentos básicos).
Fundamentos de computação aplicados à música: estudo de um software de editoração de
partituras;
Metodologia e recursos:

Aulas expositivas com discussão; Seminários temáticos; Aulas práticas em laboratório;


Discussões presenciais de estudos de casos e de textos previamente selecionados e seminários.

Recursos didáticos: quadro de acrílico, pincel, internet; projetor de multimídia,


computador, televisor, livros/apostilas.

Avaliação:

A avaliação tem caráter contínuo e os resultados da aprendizagem são aferidos através de


provas, questionamentos orais, trabalhos escritos, assiduidade, pontualidade, e participação nas
aulas, destacando: trabalhos individuais e em grupo; participação em discussões e seminários
presenciais; desenvolvimento de projetos multidisciplinares e interdisciplinares.

Referências Bibliográficas:

ALVES, Luciano. Fazendo música no computador. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 324p.

GOMES, Alcides, Tadeu e Junior, Adinaldo Silva Neves. Tecnologia Aplicada à Música. São
Paulo, Erica 2ª. 19983.

REVISTA ÁUDIO MÚSICA & TECNOLOGIA; Publicação Mensal da Ed. Música & Tecnologia
Ltda. Rio de Janeiro-RJ.

TACHICK, Wilma e DE PASCOAL, Fausto, Encore Básico: Curso de Notação Musical. São
Paulo: Erica, 1997.
UNESCO/CODE, Manual de Atualização Tecnológica em Áudio Digital. Quito-Ecuador, 2003.

VALLE, Solon do. Microfones - Tecnologia e Aplicação. Rio de Janeiro-RJ: Ed. Música &
Tecnologia, 1997.

4.5. Prática Profissional


O mundo contemporâneo sofre transformações estruturais significativas, principalmente
no que diz respeito ao trabalho. Com essas mudanças a metodologia do trabalho escolar deve ser
centrada no aluno e contribuir para que ele tenha capacidade de raciocínio, autonomia intelectual,
pensamento crítico, iniciativa própria, espírito empreendedor, capacidade de visualização e
resolução de problemas.
Neste sentido, a proposta deste curso é conduzir o processo ensino-aprendizagem
oferecendo ao estudante momentos de interação da teoria e prática que podem ser desenvolvidos
por meio de atividades:
a) Vivenciadas na sala de aula ou nos laboratórios da escola que contextualize e coloque em
ação o processo de aprendizagem do estudante;
b) Visitas a postos de trabalho;
c) Estudo de caso;
d) Seminários;
e) Pesquisa em grupo ou individual.
A Coordenação Pedagógica, Supervisores de Curso, Orientadores e Apoios devem motivar
e acompanhar os professores na realização dessas práticas sejam elas realizadas na sala de aula ou
laboratório da escola com o propósito de confirmar o que foi ministrado nas aulas teóricas.

4.6. Plano De Estágio Supervisionado


4.6.1. Introdução
O estágio curricular obrigatório é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido
no ambiente de trabalho, que propicia a complementação do ensino e da aprendizagem e a
preparação para o trabalho produtivo do educando que esteja frequentando o curso técnico de nível
médio em instituições de educação profissional. O estágio como pré-requisito para a conclusão
do curso deve ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformidade com a proposta
pedagógica curricular do curso.

4.6.2. Base Legal


O Estágio Supervisionado será regido em conformidade com LEI Nº. 9.394/96, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, a LEI Nº. 11.788,
de 25 de Setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes, a Resolução CNE/CEB Nº.
06/12 que estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e realização de Estágio, a
INSTRUÇÃO NORMATIVA SEDUC Nº 004 de 17 de maio de 2010, a qual determina a
existência do coordenador de Estágio nas escolas de Educação Profissional Técnica de nível
médio, o PARECER DE Nº 037 de 07 de Março de 2008 do Conselho Estadual de Educação do
Estado do Piauí que trata dos Estágios e regulamentações dos respectivos conselhos das profissões,
quando houver.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no Art. 82. diz que “os sistemas de
ensino estabelecerão as normas de realização de estágio em sua jurisdição, observada a lei federal
sobre a matéria”.

A Secretaria Estadual de Educação do Piauí baseada no perfil profissional de conclusão


deste curso e exigências decorrentes da sua própria natureza define que o estágio seja realizado na
forma de vivência efetiva de situações reais de trabalho no campo profissional do curso, cujas
atividades são planejadas pela coordenação pedagógica, supervisão de estágio e supervisores de
curso, executadas e avaliadas pelo professor orientador conforme as orientações contidas no plano
de atividades.

4.6.3. Objetivo
Propiciar ao estudante a complementação do ensino e da aprendizagem, vivenciando no
contato da experiência profissional, na área de formação específica do curso, por meio de vivência
efetiva de situações reais de trabalho no campo profissional do curso, para que possa exercer de
forma eficiente e eficaz a profissão de técnico de nível médio em Instrumento Musical, nos níveis
de complexidade que lhe couber.

4.6.4. Carga horária/ Jornada /Duração do curso


A Carga horária do estágio já definida na matriz curricular do curso é de 120 horas, cuja
jornada de atividades será no mínimo 4 horas diárias, totalizando 20 (vinte) horas semanais ou no
máximo 6 horas diárias, totalizando 30 horas semanais.

4.6.5. Realização
O estágio poderá ser desenvolvido em locais de direito privado ou em órgãos da
administração pública direta, autárquica e fundação de qualquer dos Poderes da União, dos Estados
e dos Municípios, observada os seguintes requisitos:

a) Matrícula e frequência regular do educando no curso, atestado pela instituição de ensino;


b) Celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a
instituição de ensino;
c) Compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no plano
de atividades;
d) Celebração de Termo de Convênio entre a parte concedente e a Instituição de Ensino, não
dispensa a celebração do termo de compromisso onde serão acordadas todas as condições de
realização do estágio;
e) Indicação de um funcionário do quadro de pessoal da empresa concedente do estágio, com
formação ou experiência profissional na área de conhecimento especifico do curso do
estagiário, para supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente, conforme a
capacidade física da empresa;
f) Disponibilidade de instalações necessárias para proporcionar ao educando atividades de
aprendizagem social, profissional e cultural;
g) Cobertura de seguro contra acidentes.

Observação: No caso de Estágio Supervisionado Obrigatório, a responsabilidade pela contratação


do seguro será assumida pela instituição de ensino.

4.6.6. Supervisão
A orientação e o acompanhamento do estágio serão realizados sob a supervisão do
professor orientador da instituição de ensino e do funcionário do quadro de pessoal da concedente.
Cabendo ao professor orientador as atribuições de acompanhar a elaboração do Plano de
Atividades do Estágio e seu posterior desenvolvimento, auxiliando o aluno a superar as
dificuldades técnicas e metodológicas para a realização com êxito de todas as atividades proposta
no plano, bem como avaliar e assinar os relatórios apresentados pelos alunos.

4.6.7. Avaliação
A avaliação do desempenho do aluno estagiário será no decorrer de todo o Estágio,
observando o desenvolvimento de cada atividade. Após a conclusão do estágio, o aluno deverá
entregar ao professor orientador do estágio o relatório discriminando cada atividade desenvolvida
e a respectiva carga horária. Esse relatório deve ser assinado pelo professor orientador e pelo
supervisor do local do estágio. Os critérios de avaliação do Estágio serão desenvolvidos na
articulação entre as competências (saberes) e habilidades (fazer), o comportamento do aluno (ser)
considerando aprovado o estudante que desenvolver satisfatoriamente as atividades propostas no
plano, que serão registrados da seguinte forma:
I – competências desenvolvidas – CD = aproveitamento igual ou superior a 60%
II – competências não desenvolvidas – CND = aproveitamento inferior a 60%

4.6.8. Frequência
O aluno ao final do estágio deverá ter frequência de 100% total da carga horária prevista,
caso não cumpra essa frequência deverá fazer a reposição de ausências e recuperação das
atividades não realizadas na data da falta.

4.6.9. Aprovação
Para efeito de aprovação, são consideradas como resultado as Competências Desenvolvidas
- CD. O professor ao avaliar a Ficha de Acompanhamento do Estágio e o Relatório atribuirá
uma nota na escala de 0 (zero) a 10 (dez), onde será aprovado o aluno que obtiver nota igual ou
superior a 60% de aproveitamento e frequência de 100% (cem por cento) do total da carga horária
do estágio supervisionado.

4.6.10. Orientações Gerais


 A realização do Estágio Curricular Obrigatório por parte do aluno não acarretará vínculo
empregatício de qualquer natureza;
 O estágio deve ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformidade com
o currículo e programas definidos neste curso;
 Cumprir a carga horária total do estágio, de acordo com o previsto na matriz curricular de
cada plano de curso;
 O acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário caberão ao professor
orientador do grupo de estágio e ao funcionário do quadro de pessoal da concedente;
 Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro
local em caso de descumprimento de suas normas;
 Garantir instalações que proporcione ao aluno estagiário condições para realizar atividades
de aprendizagem, observando o estabelecido na legislação relacionada à saúde e segurança
no trabalho;
 Contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais, conforme fique
estabelecido no termo de compromisso;
 Por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do estágio com
indicação resumida das atividades desenvolvidas, os períodos e a avaliação de
desempenho.
 Os procedimentos em cada campo de estágio e para cada situação, serão definidos pelos
profissionais da escola levando em consideração as orientações definidas para esse fim,
baseada na legislação acima citada.

6. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E


EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
A escola admite aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores ao curso desde
que não exceda a 40% (quarenta por cento), da carga horária mínima do curso e que estejam
diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão Resolução CEE/PI n°. 142/2010
e tenham sido:

I – reconhecidos em processos formais de certificação profissional;


II – adquiridos em uma das seguintes situações:
a) no ensino médio;
b) em qualificação profissional e etapas (ou módulos) de nível médio técnico;
c) em outros cursos;
d) No trabalho ou por outros meios informais, mediante avaliação do aluno.
A avaliação para o aproveitamento de conhecimentos e experiências adquiridas
anteriormente será feita por uma comissão de professores designada pela pela coordenação
pedagógica e supervisores de curso por meio de avaliação escrita ou análise de documentos que
comprove os estudos apresentados pelo aluno. Após a realização da avaliação escrita, o aluno
deverá, para ser dispensado dos estudos requeridos atingirem no mínimo, aproveitamento de 60%.
O resultado da avaliação deverá ser registrado em relatório que será arquivado no prontuário
individual do aluno, juntamente com os documentos e instrumentais utilizados na realização do
processo, devendo este ser homologado pela Coordenação e divulgado num prazo mínimo de 48
horas (quarenta e oito horas).

7. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO


A avaliação da aprendizagem proposta neste Plano de Curso ocorrerá na dimensão
diagnóstica, formativa e sistemática orientando o caminho para a construção das competências
desejadas durante o curso. Essas dimensões permitirão a flexibilidade da ação pedagógica, onde
planejamento e avaliação interagem favorecendo a concretização de uma aprendizagem
satisfatória. Assim sendo, a avaliação se constituirá de:

 Avaliação Qualitativa
A avaliação qualitativa dirige o caminho da aprendizagem, a evolução do aluno, o que
construiu em um determinado tempo, para que o professor possa dar continuidade no seu trabalho
alterando, diversificando ou não o seu fazer pedagógico.

A avaliação Qualitativa comum a todas as modalidades e componentes curriculares deve


ser compreendida como uma prática processual, diagnóstica, contínua e cumulativa da
aprendizagem, de forma a garantir a prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e
o redimensionamento da prática educativa.

Na Avaliação Qualitativa (AQ) o discente será avaliado no decorrer do bimestre


segundo os critérios: Produção Textual, Oralidade e Participação.

Produção textual: Expressão escrita da compreensão do conhecimento desenvolvido em sala de


aula, como: trabalhos de pesquisa (aplicados individualmente ou em grupo), fichas, relatórios,
portfólios, textos (aplicados individualmente ou em grupo). Este critério corresponderá a 40% da
avaliação.
Oralidade: Expressão, formulação e/ou resposta a questionamentos orais, como: seminários,
debates (aplicados individualmente ou em grupo). Este critério corresponderá a 30% da
avaliação.
Participação: Interesse, comprometimento e atenção aos temas discutidos nas aulas, cumprimento
das atividades individuais e em grupo. Este critério corresponderá a 30% da avaliação.

 Avaliação Quantitativa
Complementará o aspecto qualitativo e será desenvolvida por meio de provas ou testes
bimestrais realizados pelos alunos na Avaliação Específica (AE) por componente curricular.
A Avaliação Específica (AE) por Componente curricular engloba todo o conteúdo do
bimestre e terá 60% (sessenta por cento) das questões objetivas e 40% (quarenta por cento)
de questões analítico-expositivas.

Os resultados das avaliações serão registrados em menções, na escala de 0 (zero) a 10


(dez), considerando aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6 (seis) e frequência
mínima de 75% do total da horas trabalhadas em cada componente curricular.

Finalizando o Módulo, o aluno que não tiver alcançado, em qualquer componente


curricular, média mínima aprovativa de 6,0 (seis), deverá submeter-se a RM, (Recuperação do
Módulo). Para isso, recomenda-se ao aluno, frequentar as aulas de recuperação, que englobará
conteúdos e habilidades prioritários ministrados no transcurso do Módulo.

O aluno será avaliado numa escala de notas variando de 0 (zero) a 10 (dez). A nota
alcançada, na RM (Recuperação do Módulo), substituirá à menor média bimestral obtida pelo
aluno no Módulo.

Após a RM (Recuperação do Módulo), prevalecerá o melhor resultado entre as notas,


que antecederam e precederam os estudos de recuperação. Conforme Parecer nº 12/97 - CNE/CEB.

O aluno fará prova final após estudos de recuperação se não obtiver um percentual de
aproveitamento igual ou superior a 60% (sessenta por cento).

Será reprovado no componente curricular o aluno que obtiver média inferior a 6 (seis)
e frequência inferior a 75% do total da carga horária do referido componente.

Para análise de questões extraordinárias referente a promoção dos alunos serão


organizados conselhos de classe.

O resultado final do rendimento escolar dos alunos deverá ser divulgado após realização
dos estudos de recuperação, dos exames finais e, quando necessário, da consulta ao Conselho de
Classe.

O controle do estágio que faz parte do currículo será realizado pelo professor orientador
do estágio, do supervisor de estágio, dos orientadores e apoios das unidades ofertantes de acordo
com o estabelecido no plano de estágio.
8. BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
As escolas da rede pública estadual, em sua maioria, oferecem as condições em relação a
estrutura física para o funcionamento do curso proposto. A estrutura didático-pedagógica de
laboratórios, equipamentos, biblioteca e acervo estão gradativamente sendo adequados, conforme
as indicações contidas no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.

Para o Curso Técnico de Nível Médio em Instrumento Musical a estrutura específica deve
ser a seguinte:

 Biblioteca com acervo específico e atualizado;

9. PERFIL DO CORPO DOCENTE E TÉCNICO


O corpo docente será constituído por profissionais com formação de nível superior nas
áreas dos cursos oferecidos.

10. CERTIFICADOS E DIPLOMAS


O Diploma do Técnico de Nível Médio em Instrumento Musical será expedido após o
cumprimento da sequência curricular proposta neste plano de curso e do estágio curricular
obrigatório. O Diploma será acompanhado de histórico escolar onde constará o perfil profissional
de conclusão do curso.

O Diploma terá validade nacional a partir do cadastro da escola, do curso e alunos no


Sistema Nacional de Informações da Educação Técnica e Tecnológica - SISTEC/MEC.
Ministério da Educação

Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Piauí

DIPLOMA
O/A Diretor (a) do CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL _______________________________
confere a

_____________________________________
de nacionalidade brasileira, natural de______________, Estado do______________, nascido (a) em_____ de _________de
_______,filho(a) de __________________ e de _______________, portador da Cédula de Identidade nº ______________
expedida pela_________, Cadastro de Pessoa Física nº______________, o título de

TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM____________________________


por ter concluído o curso Técnico de Nível Médio em ________________________, do Eixo Tecnológico
________________________ , autorizado pela Resolução nº___________,e reconhecido pela Resolução nº __________,
com carga horária de ________h, realizado no período de _________________a __________________.

Teresina (PI), ____ de ______________ de _____.

____________________________________________ _________________________________________________________________________________________________

Diretor (a) Diplomado(a) Secretário(a) Escolar


VERSO DIPLOMA – TECNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INSTRUMENTO MUSICAL

NOME DO ALUNO: _____________________________________________________________________________

DATA DE NASCIMENTO: ______________________ NATURALIDADE: ________________________ NACIONALIDADE: _____________________

FILIAÇÃO: ________________________________________________ e ________________________________________________


OBSERVAÇÕES

________________________________________________________________Curso Anterior/Ano de
Nº ALUNO SISTEC
Conclusão

TOTAL DE
COMPONENTES CURRICULARES CH (horas)
PONTOS ________________________________________________________________Estabelecimento de
Ensino

Cidade – Estado

PERFIL PROFISSIONAL DO TÉCNICO EM INSTRUMENTO MUSICAL AUTENTICAÇÃO


MÓDULO I

COMPETÊNCIAS GERAIS – TÉCNICOS EM INSTRUMENTO MUSICAL


MÓDULO II
MÓDULO III

REGISTRO

ESTAGIO SUPERVISIONADO

TOTAL GERAL
GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ
Secretaria de Estado da Educação do Piauí
Superintendência de Ensino
Unidade de Educação Técnica e Profissional
Núcleo Gestor do Pronatec/PI

INSTRUMENTAL PARA REGISTRO DO RENDIMENTO DOS ALUNOS ESTAGIÁRIOS DO PRONATEC


CURSO TÉCNICO EM ________________________________________________________ DATA ______/______/______
MUNICÍPIO _______________________________________ GRE__________

1ª 2ª TOTAL DE
NOME DO ALUNO UNIDADE OFERTANTE
AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO PONTOS

_______________________________________________ _____________________________________________
ASSINATURA DO ORIENTADOR REGIONAL ASSINATURA DO PROFESSOR ORIENTADOR
PROGRAMA DE DISCIPLINA

CENTRO:

CURSO:

ANO:

Data

DISCIPLINA: C/H ANUAL

SÉRIE / MÓDULO C/H SEMANAL

I – Objetivos

II - Conteúdo

III – Bibliografia

IV- Equipe Colaboradora

Visto:

Coordenador de Curso/ Eixo:

Coordenador Pedagógico:

Secretaria de Estado da Educação / SEDUC


Avenida Pedro Freitas, s/n, Centro Administrativo
CEP 64018-900 – Teresina-PI, Brasil
Telefone: 86 3216-3264
www.seduc.pi.gov.br

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