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Universidade Federal de Santa Maria

Centro de Ciências Sociais e Humanas


Departamento de Ciências Sociais

Curso: Serviço Social


Disciplina: Formação Sócio-Histórica, Econômica e Política I
Nome do/da aluno/da: Bárbara Fagundes da Silva

Título: A influência cultural do Capitalismo na sociedade Brasileira


O capitalismo apesar de pertencer a um sistema econômico, ele influencia a cultura e o
comportamento das sociedades, e a realidade dessas pessoas acaba por ser afetada pelas
regras, limites e características impostas pelo sistema.

Resumo:
A realidade social ao qual vivenciamos é resultado de diversas influências culturais e
ideológicas em que somos expostos.
Dito isso, é perceptível na leituras dos textos: "Os Xamâs com atributos funcionais de
juizes", "Exclusão-Inclusão: circularidade perversa no Brasil contemporâneo", “Do
Fordismo à acumulação flexível”, "A ideologia interpela os indivíduos como sujeitos",
"Introdução: 120 milhões de crianças", que o sistema econômico é o centro das ideias
discutidas pelos pesquisadores, pois a ideologia política ao qual o capitalismo se
encontra, mesmo que imperceptível para quem vive ele, é sem dúvidas doutrinador, e
aprendemos por meio dele como nos portar em sociedade, como devemos julgar outras
sociedades e como devemos nos ver como cidadão. Passamos também, como diz em um
dos textos, a classificar as pessoas como certas ou erradas, pelo modo como, inclusive,
adiquirem dinheiro, pois o roubo só existe porque a propriedade privada foi criada.
(Foi usada para esta monografia todos os resumos feitos dos capítulos citados à cima,
discutindo seus principais assuntos e unindo aos conhecimentos aprendidos em aula e
também ao que eu já sabia.)

Palavras-chave: (3 palavras-chave)
Realidade Social - Capitalismo - ideologia

Introdução: A série de textos lidos e conversas durante às aulas de Formação Sócio-


Historica, Econômica e Política, fez com que eu adiquirisse mais clareza em relação aos
assuntos abordados, de certa forma é relevante dizer que houve uma expansão mental.
Para fora da bolha eu fui lançada, aprendi a perceber muito mais a realidade das coisas,
e principalmente me fez enxergar a ideia central dos textos indicados pelo professor.
Dessa forma, posso afirmar que o capitalismo é o principal fator influenciador dos
assuntos do texto, e logo pelo tema dos mesmos é possível perceber, arrisco ainda dizer
que os próprios escritores não estavam neutros em suas ideias, pois estavam também
influenciados pela cultura do capitalismo. Com isso, confirmo o caráter crítico e
opinativo dessa monografia.

Desenvolvimento:
Apartir da primeira leitura percebi que poderiam haver diversos significados para aquela
escolha de tema, o que me fez ter curiosidade e estranhamento durante a leitura, e o que
era para ser um resumo tornou-se uma crítica. Eu não aceitei de primeira que aquelas
ideias eram realmente o que o autor queria dizer, eu não queria crer, e lembrava das
aulas do professor Luciano e me questionava. A verdade é que o texto buscava uma
comparação entre sociedades, buscava explicar apartir do nosso sistema o deles, dos
indígenas. Pensar que outras sociedades possam viver diferentemente da nossa
capitalista é o que essa política ensina, pois não é pensável viver diferente, não é aceito
não trabalhar, porque como iremos viver sem dinheiro, sem esbanjar, apenas para
sobrevivência? Impensável. Ou então, apartir da ideia do texto "Xamãs com atributos
sociais de Juízes", de como essas sociedades conseguem manter a paz e a segurança de
suas famílias sem leis ou juízes? Impossível.
Mas a visão longínqua que temos não é capaz de compreender outras sociedades, é
como se por vivermos assim tenhamos que pela própria característica do nosso sistema,
apontar o dedo para outros e buscar defeitos, julgar e nos comparar. Então é perceptível
que o certo e o errado também foi um conceito criado pelo sistema capitalismo.
A aceitação é a característica predominante para quem vive nesse sistema, é necessário
para o capitalismo que as pessoas aceitem sua condição social, pois se não há uma
tentativa de mudança para suas vidas, se essas sociedades ou grupos de pessoas não
quiserem "se matar" trabalhando para aumentar de classe social, que elas aceitem sua
condição indigna, afinal, o sistema retira a culpa que tem em relação as pessoas que
vivem às margens da sociedade, sendo que é o próprio sistema que faz com que as
classes sociais existam, então é sim culpado, mas ele não reconhece e não está "nem aí".
O sistema econômico impõe, obriga e influencia que sejamos, façamos e compre suas
criações, mas não nos dá nenhuma oportunidade para que possamos fazer parte. É como
se fosse um jogo, quanto mais a sociedade tenta alcançar o topo, mais esse topo
aumenta.
A cultura deixada pelo sistema econômico capitalista que segrega as pessoas pelos seus
lucros também as separa por raça, cor e etnia. Essa característica vem de tempos muito
cruéis, a forma em que foi resolvida deixou muitas marcas, aliás, os tempos da
escravatura desde os Incas até princesa Isabel, apesar de mudanças ao longo do tempo
não obtiveram uma resolução certeira, pois ainda vivemos com as marcas daqueles
momentos. Dessa forma é que por mais que de acordo com o capitalismo a pessoa tenha
muitos bens, e dinheiro, ainda assim ela pode ser, e é, considerada menos que as outras,
pelo simples fato de ter a pele mais escura. E essa atividade preconceituosa, de julgar
sem olhar a quem, é não só o resultado histórico, de não resolução, mas também de fator
econômico em que o próprio sistema faz parte.
O que exclui a pessoa de diversas oportunidades, inclusive empregos, e também faz
com que ela tenha experiências não condizentes com sua classe social, apenas por não
ser branca, mas, de fato, as ideias de posse e níveis de classe social, que vem dos
tempos onde a escravidão era o certo, onde existiam nobres, reis e rainhas, onde
também nasceu o preconceito de raça e de "deformidades", nasceu do sistema. E é
carregado até os dias de hoje.
Quando Pero Vaz de Caminha descreveu em sua Carta sobre o "descobrimento" do
Brasil, naquelas primeiras linhas, na primeira sentença já davam para perceber o que
estava por vir, quem conhece a história sente certa aflição na leitura. O que me passou
pela cabeça, em um pensamento fértil enquanto imaginava o grande barco ancorando
naquela praia lindíssima, de homens nus com arco e flecha:- e se por um acaso houvesse
máquina do tempo? Será que seria diferente? Daria para adiar o sofrimento?)...
Naquelas linhas já haviam resquícios claros de segregação, como por exemplo: em
como os portugueses achavam curioso o jeito dos indígenas, e como ofereciam a eles
vinho e pão em uma prematura, mas já aparente tentativa de convertê-los ao seus
costumes portugueses, e eu não diria ainda, mas talvez já fosse o início de um controle,
que, nunca cessou.
As transformações que os jesuítas causaram influenciou a naturalidade das coisas, assim
como os roubos dos portugueses, o assédio das "índias"... Um desrespeito com uma
terra que não era deles, e que começou a sentir as consequências desses fatos
prematuramente. Portanto, o que vivemos hoje, na economia e com a política, cultura de
preconceito, nasceu brasileiramente lá. Fruto da exploração, o Brasil nunca foi
considerado América, pois, somos sim também americanos, mas há quem diga o
contrário, como dito em uma das páginas do texto : “Introdução: 120 milhões de
crianças”, que apenas os residentes da América, mas a América dos Estados Unidos, só
eles é que são os verdadeiros americanos; De fato, uma forma de segregar, um
preconceito criado, com nome: xenofobia. Mas, o que esperar para um país que é
explorado? Que possui a imagem e é conhecido por todos os outros por ser terra de
ninguém, que só existe para servir, doando suas riquezas em troca de quase nada... É a
sensação que temos quando ouvimos que apenas os estadunidenses são americanos.
Possuidor de tanta riqueza, mas incapaz de arcar com suas despesas. Não há como crer
no que dizem, que os elementos essências de sobrevivência dos Brasileiros pode acabar.
Mas é o que há para a década, e temos que nos conformar, viver como dá. Enquanto
existem pessoas que nem "o que dá" é possível de adiquirir, sua realidade não permite
que tenha o básico e digno que um ser humano precisa, o pior de tudo é que o problema
não está na pessoa por viver assim, mas no estilo de economia que possui o Brasil, pois
é ele quem diz que pessoas como estas vivem assim por vontade própria. Sendo o
sistema economico também, o responsável por essa incapacidade que certo grupo da
sociedade tem em não conseguir "evoluir" suas riquezas. É fato que é um sistema
criador de desigualdade, e que assim como exige das pessoas ele não garante nenhuma
assistência para que ela possa cumprir essas exigências, deixando um rastro monstruoso
de pessoas em estado de calamidade Social.
Mas, é claro que também existem os órgãos responsáveis pelo sociedade, que ajudam e
garantem benefícios, o problema é que muitas pessoas não fazem ideia que esses órgãos
existem, pois pouco se é falado dos direitos que as pessoas tem, ainda mais se esses
direitos ferem o ego dos governantes.
A luta pela qualidade de vida é um processo duradouro, que leva na maioria das vezes,
predominantemente toda a vida de uma pessoa, sendo assim ela trabalha não só para
garantir suas subsistência mas também para sua sobrevivência, sendo possível que tenha
que trabalhar para depois de sua morte.
As pessoas sofrem constantemente em busca de sua dignidade, mas não é possível
perceber que vive, de fato, um sofrimento pois a ideologia política pregada, ensinada,
está tão enraizada na sociedade que faz com que as pessoas não percebam seus
sofrimentos, que muitas vezes nascem de um esforço desumano de trabalho. É dito
desde sempre, que pessoas que trabalham, se esforçam, acordam cedo e realizam
esforço físico são mais dignas e respeitadas. Sendo perceptível a doutrinação, realizada
desde muito cedo e certamente certeira para grupos sociais escolhidos. Então, como
citado, a pessoa que se esforça, ganha prestígio social, mas em que nível ela é
respeitada? Certamente apenas naquela sociedade ou grupo em que convive, porque
esse tipo de informação não é acessado ou espalhado para o resto da sociedade, o que
contrasta e dá diferença entre ricos e pobres quando há discussão sobre: O que é
trabalho?, para um é regado de desumanidade, cansaço e mixaria e para o outro não.
Essas crenças limitantes que são tão normalizadas pela sociedade, mas que possuem e
causam diversos problemas existem por tanto tempo em nossa sociedade que muitas
delas acabaram se configurando como cultura. Em alguns locais possuem outras, sendo
diferentes em casa região, mas ainda assim elas não deixam de fazer parte da ideologia
política do Capitalismo. E a principal delas como citado, é a do trabalhador, sendo
considerado apenas aquele que se esforça, ou seja, cumpre todas as exigências da
empresa sem reclamar, aceitando tudo sem reconhecer seus direitos.
A evolução tecnológica trouxe muitas oportunidades para o crescimento das cidades, e
apesar de ter chegado um pouco tarde para o Brasil, com Getúlio Vargas e Juscelino
Kubitschek, garantiu as mesmas melhorias para o sistema, mas também trouxe diversas
desigualdades e problemas ambientais. A corrupção e a ganância ganharam força com
essa nova atribuição, mas era o esperado sobre algo que dá "poder" as pessoas comuns;
Ganha-se pouco e raramente mas perde-se sempre em qualquer circunstância, e a
revolução das máquinas, o nascimento Contemporâneo trouxe e confirmou essa prática
ilusionista para as pessoas.
O índice de pessoas em situação de rua vem crescendo consideravelmente ao passar dos
anos, e apesar dos motivos serem os mais diversos, a falta de esperança e de renda tem
sido a mais comum. Essas pessoas vivem a margem da sociedade, enfrentando
preconceitos e falta de oportunidades, além da fome a falta de empatia geral que vem
principalmente do modo governamental, um exemplo são as ações feitas para que essas
pessoas se mantenham longe de suas empresas, um exemplo disso são as chamadas
"arquiteturas hostis", que são construções feitas para evitar que pessoas em situação de
rua/moradores de rua acessem os espaços públicos. De maneira mais exata, essas
contruçoes impedem que os moradores de rua deitem ou durmam em locais públicos,
como em bancos de praças, embaixo de viadutos (São Paulo), calçadas com proteção
para chuva, etc., O que percebemos é mais um caso de exigências sem oportunidades;
Ou seja, sistema os coloca nessa situação, e exige que melhorem e evoluam, mas sem
nenhuma ajuda ou oportunidade para tal, fazendo com que sofram e decaiam cada vez
mais.
Ao comparar esse "modo" de viver com o dos pobres, chego na conclusão que: quem
possui uma casa tem mais coisas em comum com um "mendigo" do que com uma
pessoa que possuí todas as condições e oportunidades para uma vida saudável e digna =
rica, pois ambos pobre e pessoa sem teto ou em situação de rua não são assistidas pelo
governo e vivem apenas para sua sobrevivência... Apesar de possuírem realidades
parecidas, são também os mais pobres a agirem preconceituosamente com eles seus
semelhantes, e exageradamente falando, a única diferença é que um possui uma casa e o
outro não. O que é uma boa jogada do sistema, pois quanto menor a classe social, mais
essa cultura ideologica do sistema capitalista é impregnada, porque a maneira como é
ensinada para os pobres passa uma visão confusa e sem abertura para questionamentos,
sendo mais fácil para que sejamos submissos a esse poder. Ou seja, a facilidade em
comandar certas classes está ligada principalmente à falta de conhecimento e à falta de
inteligência; inteligência essas que também não é dada como oportunidade para essas
pessoas, que morando em locais periféricos, onde a presença e a visão da política
passam longe, e também a escola, assim como tudo, é mediano, abaixo da média.
Obviamente sem uma estrutura, tanto social como pedagógica, e o resultado de tudo
isso de certa forma calcifica os sujeitos e impedem que tenham a capacidade de
questionamento, e até de evolução.
Portanto, é por esses motivos que pessoas com menos oportunidades durante a vida, e
principalmente na infância, serão pessoas que viverão exclusivamente apenas para sua
sobrevivência, e não perceberão as dificuldades que passam e as oportunidades que
poderiam ter, e para isso existe uma cultura que romantiza o sistema desigual. Pintando
a ideia de esforço, que quem trabalha mais é uma pessoa forte e que se deve inspirar, e
que o estudo não é necessário. É a romantização da submissão ao trabalho.
Essa romantização da pobreza, de receber menos do que merece, de trabalhar mais e
ganhar menos, é algo que surgiu com a escravatura e no Nacionalismo ao dar as pessoas
a ideia de poder, colocando-as em posição de responsáveis pelo próprio país. Gerando
também pensamentos limitantes e extremistas, mas a principal ideia que ficou é essa:
"fazer a economia girar", o que faz com que as pessoas aceitem servir de escravas para
o mercado de trabalho. E eu comparo com propriedade o mercado de trabalho atual com
escravidão, o ser escravo do capitalismo que acredita que com isso será prestigiado por
alguém que não o enxerga.
A América Latina sofre ainda hoje com as consequências de questões mal resolvidas
com os outros países, e a economia é a principal entre elas já que sempre estamos
precisando da ajuda das outras "elites" para que resolvamos nossas questões internas
causadas por eles, que mesmo com nossas grandes riquezas e recursos naturais não
conseguimos suprir a maior parte desses problemas, ate porque nossa matéria prima está
toda por lá. E a questão da falta de água também é um assunto ligado a isto, porque
obviamente é preciso de água para a maioria dessas atividade e se não todas essas
atividades, e quando surge o assunto da falta água para certas populações a maneira
como colocam suas palavras para explicar essa questão é sempre bem pensada, como, a
culpa no clima e na influência do aquecimento global (que é causado por eles), mas sim
boa parte é por causa de questões climáticas e geográficas, só que a ideia que nos é
passada contém sempre uma manipulação de caráter culposo para com as pessoas.
Com o surgimento do mundo Contemporâneo as transformações sociais e
principalmente tecnológicas evoluíram consideravelmente desde a recente Idade
Moderna. E com essas transformações e evoluções, as indústrias passaram por um
momento de adaptação considerável ao meio em que agora vivemos, em que tudo se
altera rapidamente, principalmente os produtos tecnológicos produzidos. Sendo assim, o
tempo de vida dos produtos diminuíram, a chegada dessa revolução nas tecnologias tem
grande responsabilidade sobre isso. Tornando esses produtos praticamente descartáveis;
Um exemplo desta situação, são os telefones inteligentes (tradução para smartphones)
da marca Apple, que a cada ano se renovam criando outros mais tecnológicos e de certa
forma também possuem um tempo de vida como certos usuários já relataram, sofreram
problemas com a marca após um novo lançamento, diziam que seus aparelhos
começavam a apresentar problemas de funcionamento meses depois que a mesma marca
lanço um novo celular, sendo assim, os seus já eram considerados "velhos".
O grande problema dessa nova "tecnologia descartável" é, como vimos nas aulas e nos
documentários: "Ilha das Flores" e "Story of Stuff", é que uma hora esses produtos
precisarão ser descartados, e pela velocidade de criação das indústrias, já estão sendo
descartados, e a grande pergunta é: Para onde vão?, sim para onde vão essas coisas?
Onde serão descartadas? Para onde todo esse lixo de materiais complexos e até
químicos irão? É certo que para esses produtos existe uma forma diferente e segura de
descarte, mas, assim como eu, que não sei onde posso encontrar esses lugares para fazer
o descarte correto dos meus materiais, acredito outras pessoas também não saibam,
porque não há veículos de informação para fornecer esse conhecimento. O que é um
problema, já que o nosso meio ambiente está em decadência e a matéria prima desses
equipamentos são muito prejudiciais, com tempo de vida muito maior que ao de
funcionamento. São metais, ametais e outros diversos componentes químicos de massa
considerável, sendo feitos originalmente para longa duração e resistência. Portanto, é
necessário que o descarte desses equipamentos seja feito corretamente, porque se não
feito, podem causar muitos mais problemas ambientais aos que já existem, e
dependendo do local escolhido para ser seu "lixo", pode causar problemas de saúde para
as pessoas que vivem por perto do local. Considerando isto, nos smartphones há
presença da substância química Níquel, um metal tóxico e cancerígeno que quando em
contato com as mucosas, boca e nariz, causam alergias e até Câncer, podendo ser
inalado pelo ar ou ingerido acidentalmente por contaminação.
De fato, o capitalismo está presente nessa nova mania, fazendo com que as pessoas
comprem e alimentem ainda mais seu sistema tornando esse modo de descarte e
acumulação uma tendência mundial, ao qual trás também sentimentos bons aqueles que
querem estar sempre atualizados e na moda, mas que na verdade estão apenas
cumprindo o papel de submissão que o Capitalismo tanto gosta. E eu penso,
particularmente, que nos próximos anos, e se já não agora, essa tendência de atualização
sobre sempre ter o produto mais novo do momento vire uma cultura nacional, fazendo
com que todas as pessoas desejem estar com as tecnologias mais avançadas a cada novo
lançamento.
Esse ideal caiu muito bem para o sistema capitalista porque gera todos os resultados que
ele espera, além de também suprir suas vertentes emocionais que são geradas
especialmente para que as pessoas admirem, se identifiquem e obviamente o
alimente/obedeça. Esse caráter emocional que a ideologia política possui é a
característica principal para que o sistema funcione, pois se as pessoas considerarem
essas criações como parte delas de uma maneira que não consigam mais viver sem, de
uma forma verdadeiramente sentimental
conectada com suas vontades, elas não serão capazes de pensar nos problemas que
podem existir ao possui-las. Por isso é que essas novas invenções foram tão certeiras,
porque deixam as pessoas viciadas, sem noção da realidade causando sentimentos
mentais, e fazendo que alienem-se até que não percebam mais o mundo a sua volta e os
verdadeiros problemas que nela existem, uma real manipulação.

Conclusão: Com isto, concluo que, o trabalho em questão aborda muitos assuntos
delicados, e que entre os capítulos dos textos lidos foi possível encontrar tudo isso,
exposto neles, a realidade social muito marcante, assim como a economia do país, e
deixando claro a ideologia que ela carrega. Por esses assuntos abordados, é que, o Brasil
foi o escolhido, além de ser o principal e mais próximo exemplo para esta discussão, já
que possui todos os problemas sociais possíveis para serem abordados, sendo a
economia o centro de tudo isto.
A possibilidade de mudança não está nas mãos de quem escreve uma crítica, mas da
parte da sociedade que tem conhecimento e poderes possíveis para que haja uma
mudança significativa no país. Acredito que muitos passos já foram dados, mas ainda é
preciso relembrar o que passamos e o que ainda vivemos para que não se repita o que
um dia causou tanto sofrimento para milhares de pessoas. O ser social é muito
complicado, sua imaturidade e desconhecimento das coisas são também causadores de
guerras e problemas, por isso, apesar de trágico, devemos tentar entender todos os lados
para uma boa pesquisa, mas como sendo um texto crítico foi abordado claramente os
problemas, sem empatia alguma.
A economia como fator responsável de todos os problemas sociais, sendo eles:
desigualdades, preconceitos, crenças, qualidade de vida, bens, etc.
A visão distorcida que o capitalismo gera nas pessoas faz com que aceitem qualquer
pouco para si, gerando um problema social que afeta as pessoas mental e fisicamente
sem que elas possam perceber, e esse fator apareceu na Psicologia como, a Síndrome de
Burnout, que nesse caso diz ser culpa da própria pessoa que trabalha muito, mas sem
dúvidas a cultura deixada pelo Capitalismo tem grande responsabilidade sobre.
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