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- Gestão de Marketing -

Atividade – Introdução ao Marketing

Dupla: Matheus Dias Camilo

Matricula: 607975

Etapa I -

01) Qual a importância do Marketing para as empresas?

O marketing se torna uma ferramenta de captura das intenções para as empresas,


sendo assim através dele é possível mapear os interesses dos clientes e fazer com
que todos sejam contemplados da melhor forma possível com o que é ofertado.

02) Conforme Peter Drucker “... o objetivo do marketing é tornar supérfluo o


esforço de venda”. Explique essa frase.

Esta frase mostra que se o objetivo do marketing for atingido a venda se torna
natural, pois a estrutura montada para isso contribui para isso, desta forma temos um
processo de vendas assertivo e menos invasivo ao cliente.

03) Qual a proposta de atuação da empresa que trabalha, cada um da dupla, com
relação ao mercado? Vocês analisam que é a proposta ideal? Qual sugerem?

A proposta da empresa que trabalho é simplificar a vida de seus cliente, sendo assim
é algo proposto em todos os âmbitos da corporação para chegar ao cliente com o
maior nível de satisfação possível. Eu julgo como uma proposta ideal, pois se trata
de uma empresa do segmento bancário que busca fugir das ideais tradicionais e além
disso fornece outras experiências como por exemplo a possibilidade de realizar
compras de artigos pessoais através de um único aplicativo e com benefícios
atrelados a esta compra.

04) Explique a diferença nos processos de negócios de “Orientação de Venda” e


“Orientação de Marketing”.

A orientação de vendas possui o foco puramente em campanhas para a captação de


clientes propriamente dita, com isso a empresa e o vendedor tem o foco totalmente
na etapa final que podemos compreender como conversão de vendas.
A orientação de marketing busca criar um contexto para um produto ou serviço,
sendo assim esse processo visa integrar a empresa que será representada para que o
cliente entenda a visão e a necessidade de aquisição do que está sendo ofertado,
sendo assim tende a ser um método mais fundamentado e com bons resultados
devido a canalização de ideias.

05) Ao montar uma empresa, qual processo de negócio você deve adotar para ter
mais chance de sucesso? Justifique.
Ao montar uma empresa o negócio deve envolver etapas de pesquisa de mercado e
entender o nicho principal de atuação , pois com essas duas etapas iniciais é possível
definir se será viável ou não seguir com o processo de abertura da empresa, após isso
é viável também analisar as empresas do mesmo segmento que já estão bem
posicionados frente ao mercado, com posse disso em forma de informações é
necessário validar o negócio e ajustar os pontos que necessitam. Julgo tal método
como importante pois ajuda a reduzir alguns riscos operacionais e o mais importante
que é a retirada prematura do produto ou serviço ofertado.

06) Organograma tradicional X Organograma orientado para mercado

6.1 Qual a classificação do organograma da empresa que trabalha, cada um da


dupla?

O organograma adotado é voltado para o mercado.

6.2 Vocês analisam que é o organograma ideal? Justifique.

Julgo como organograma ideal, pois a empresa possui uma filosofia de mercado bem
jovem e com o foco nas ideias que os clientes fornecem, sendo assim se fosse um
organograma tradicional seria bem difícil iniciar novos projetos com o nível de
criatividade e risco.

07) Identifique 5 mudanças na Administração de Marketing que considera mais


necessária para cada empresa que cada um trabalha e justifique cada escolha.

A atual posição que a empresa se encontra não é possível identificar mudanças a serem
feitas, o Inter é uma empresa de tecnologia que usa o marketing em todos os âmbitos para
captar, atender e reter clientes, sendo assim todas as áreas de marketing da empresa tem o
foco absoluto nas etapas necessárias, outro fator preponderante é a capacidade de manter seus
funcionários ativos no quesito marketing tornando assim uma empresa de divulgação e
campanhas bem orgânicas.

Sendo assim não consigo enxergar mudanças pontuais para a administração de marketing no
Inter, visto que é uma empresa que conversa muito bem com seus clientes e explora muito
bem seus parceiros de negócios.

Estudo de Caso: Metamorfoses em curso.

Uma geração de novos consumidores acostumados com o compartilhamento de carros,


bicicletas e lava-roupas e com o streaming de filmes e músicas está revolucionando as formas
de negócio. Empresas habituadas com a tradicional relação compra–venda estão
reconsiderando os parâmetros do relacionamento entre empresa e consumidor. Consumidores
jovens já não têm a mesma necessidade de posse dos seus pais, como o sonho da casa própria,
do primeiro carro e do emprego fixo. Ao mesmo tempo, a concorrência do varejo on-line e os
altos aluguéis vêm inviabilizando a estratégia de empresas que expunham produtos em
shoppings e lojas de rua.

Começam a surgir negócios que eram inimagináveis há pouco tempo, como o da Kamarq,
empresa japonesa que vende cadeiras, mesas e prateleiras, entre outras peças de mobília, por
pouco mais que o preço de uma camiseta de algodão. A empresa criou um serviço por assinatura
similar ao da Netflix — por cerca de cinco dólares mensais, envia móveis a residências e salas
comerciais. Ao final de cada período de assinatura (seis meses ou um ano), o cliente pode trocar
o produto por outro ou ficar com ele. Por exemplo, a assinatura de US$ 5 mensais dá direito ao
uso de uma prateleira em um plano de 12 meses, entregue pela FedEx, enquanto outras peças
podem requerer planos que custam em torno de US$ 18 ao mês.

A empresa japonesa Kamarq tem o nome derivado das palavras ‘minha sala’, da língua
indonésia, e permite aos clientes alugar mobília de design em módulos (que podem ser
rearranjados de forma a propiciar diversas utilidades e estilos), feita por materiais 100%
reciclados e sustentáveis e por preços surpreendentemente baixos (inferiores aos da sua
concorrente Ikea). A princípio, a coleção inclui cadeiras, prateleiras e estantes de cores vivas,
como amarelo e pink.

As mobílias foram criadas pelos estilistas Nicola Formichetti e PJ Mattan. Formichetti é de


ascendência italiana e japonesa, sendo conhecido por seus trabalhos na indústria da moda,
como Diesel, Mugler e Uniqlo. Formichetti é um ávido colecionador de móveis vintage, sendo
ele mesmo designer de estrelas famosas, como Lady Gaga. PJ Mattan é belga, mora em Nova
York e atua como diretor de criação de marcas de moda famosas. Ele questiona: “Por que sua
casa tem de ter a mesma aparência por cinco anos?”. Mattan acredita que os móveis da empresa
atraiam uma geração acostumada a compartilhar carros (carona) e a baixar músicas da internet,
e acrescenta: “Trata-se de se livrar da ideia de possuir um item; a coleção é ótima para jovens
de 20 e poucos anos em seu primeiro apartamento”. (KURUTZ, 2018.)

A Kamarq tem planos para expandir a linha, incluindo sofás e outras peças, e talvez ampliar a
gama de cores com tons de madeira. A empresa, que atende a pelo menos duas fortes
tendências do mercado (desapego de posse e ausência de loja física — com móveis que exigiam
grandes espaços de exposição, encarecendo os aluguéis), está bastante próxima de romper um
paradigma em um mercado extremamente tradicional.

Questões

1. Um negócio como a Kamarq é viável no Brasil? Sob quais condições?

Acredito que no Brasil seria viável mas dependendo do nicho, nichos como o citado no texto
não seria pois temos uma cultura muito grande de pertencimento e tais artigos muitas
pessoas iriam preferir adquirir o bem, outro fato que pode barrar a viabilização são os custos
para produção que iriam elevar o valor final ao cliente.
2. Negócios como a da Kamarq podem inspirar empreendedores brasileiros em seus
novos negócios? Dê exemplos.

Creio que podem inspirar muitos empreendedores, podemos citar como exemplo alugueis
de eletrônicos como celulares, videogames, televisores e entre outros itens que encaixam
neste nicho

Autores

Ana Akemi Ikeda: professora titular da Universidade de São Paulo (USP). Possui graduação,
mestrado e doutorado em administração de empresas pela mesma instituição. É líder da área
de marketing da FEA/ USP e coordenadora de projetos da Fundação Instituto de Administração
(FIA). Estudou na Loyola University, LA; na Thunderbird, AZ; e em Harvard, MA, todas nos
Estados Unidos; e em Essec, na França.

Marcos Cortez Campomar: professor titular sênior da Universidade de São Paulo (USP). Possui
mestrado e doutorado em administração de empresas, além de graduação em economia, pela
mesma instituição. É coordenador de projetos da Fundação Instituto de Administração (FIA); ex-
diretor da FEA/ USP de Ribeirão Preto; e autor de diversos artigos e livros de marketing.

Fontes: KURUTZ, Steven. How to Furnish Your Apartment for $ 5. The New York Times, 16 maio
2018. Disponível em: Acesso em: 3 out. 2018; MARTI, Sias. Boom do comércio virtual esvazia
corredores de compras em Nova York. Folha de São Paulo, 27 maio 2018. Mundo, A20; MUNRO,
Cait. This Company Wants to Be the Rent the Runway of Furniture. Refinery29, 15 maio 2018.
Disponível em: Acesso em: 3 out. 2018.

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