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ASSOCIAÇÃO DE COMBATENTES DO CONCELHO DE

ARGANIL

REGULAMENTO INTERNO

CAPITULO I

DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS

Artigo 1.º
(Natureza e Sede)

1 - A ASSOCIAÇÃO DE COMBATENTES DO CONCELHO DE ARGANIL


(ACCA), adiante designada por Associação, sem prejuízo do seu âmbito nacional, é
uma pessoa colectiva sem fins lucrativos, constituída por todos aqueles que prestaram
serviço militar em qualquer Teatro de Guerra, por seus familiares directos (esposa e
filhos), que comungam dos objectivos definidos e que se rege pelos Estatutos, pelo
Regulamento Interno e Lei geral aplicável.

2 – A Associação tem personalidade jurídica e está-lhe vedada qualquer manifestação


ou actividade política e religiosa.

3 – A Associação tem a sua sede social, no Bairro do Prazo (Casa do Cantoneiro),


freguesia e concelho de Arganil, podendo mudar desse local sempre que a Assembleia-
geral o delibere.

Artigo 2.º
(Objectivos e atribuições)

1 – O objectivo social da ACCA, determina-se em agrupar todos os que serviram


o seu País integrados em unidades militares, que prestaram serviço no ex-
Ultramar Português, ou outros teatros de guerra e em missões de paz em
qualquer ponto do Globo, fomentando e promovendo o espírito de
companheirismo, amizade, cooperação e solidariedade entre os seus membros e
a sociedade em geral.
2 – A ACCA assumir-se-á como parceiro social
3 – Com vista à realização dos seus objectivos a Associação tem, entre outras, as
seguintes atribuições:
a) – Proporcionar aos associados o acesso a documentação e bibliografia sobre ex-
combatentes.
b) – Organizar grupos de trabalho para investigação, estudo e análise de questões
relativas a ex-combatentes.
c) – Editar revistas, jornais ou outros documentos de interesse relevante.
d) – Organizar encontros, colóquios, conferências, seminários e actividades
desportivas.
e) – Promover a formação de ex-combatentes e seus filhos, tendo em vista a sua
integração social.
f) – Promover o intercâmbio e cooperação com associações e organismos
nacionais e estrangeiros que prossigam os mesmos objectivos

Artigo 3.º

A Associação durará por tempo indeterminado e só cessará as suas actividades nos


termos legais ou estatutárias em vigor.

CAPITULO II

Dos associados
Admissão

Artigo 4.º
(Condições de admissão)
Pode fazer parte da Associação quem obedecer aos seguintes requisitos:

1 – São associados da Associação todas as pessoas singulares que prossigam ou


fomentem os princípios e objectivos constantes dos Estatutos e do Regulamento
Interno da Associação.

2 – Todos os indivíduos moral e civilmente idóneos e no gozo de todos os seus


direitos de cidadania, com mais de dezoito anos de idade.

3 – Os menores só poderão ser associados candidatos quando autorizados por seus


pais ou tutores legais e com autorização expressa da Direcção.

4 – A recusa de admissão, cabe sempre em primeira instância à Direcção. Sempre


que esta entender solicitará o parecer da Assembleia.

5 – O candidato que obtiver resolução favorável à sua admissão ficará desde logo
sujeito aos direitos e deveres decorrentes da sua nova condição de associado.

6 – Os Associados efectivo e fundador deverão satisfazer de imediato o pagamento


da respectiva quota, além de outras despesas, conforme for definido pela direcção,
anualmente no seu plano de actividades.
6.1 – A quota será anual e deverá ser paga até 31 de Dezembro do respectivo ano.

7 – Quando a Direcção o achar conveniente e para defesa dos interesses da


associação na prossecução do seu objectivo principal, poderá limitar a admissão de
novos associados, por período a definir e depois de solicitar parecer à Assembleia.

Artigo 5.º
(Categoria dos associados)
1 – Os associados da ACCA determinar-se-ão pelas seguintes classes:
- (de pleno direito) – todos aqueles que preencham a condição de ex-
combatentes, se proponham contribuir com as suas capacidades ou trabalho para os
objectivos da Associação e tenham sido admitidos nessa qualidade.
- (honorários) – todos os familiares de ex-combatentes ou outras pessoas que
prestem serviços relevantes para a Associação e, em geral, à defesa dos interesses
estatuídos e prosseguidos por ela, adquiram em Assembleia-geral, por proposta da
Direcção, tal qualidade.
- (fundadores) – todos aqueles que assinaram o acto de fundação e os que pela
Direcção sejam reconhecidos como tendem consubstanciados a criação da
Associação.
- (simpatizantes) – todos aqueles que se revendo nos Estatutos e Regulamento
interno comungam do espírito que rege os ex-combatentes, mas não foram militares.
- (juniores) – todos aqueles que tenham mais de dez anos e menos de dezoito
de idade, voluntariamente solicitem a sua admissão.

2 – Os associados de pleno direito e os fundadores ficam sujeitos ao pagamento de


uma quota, nos termos e quantitativos a definir pela Direcção.

3 – O processo de admissão dos associados será fixado pela Direcção.

4 – As classes identificadas na alínea anterior correspondem, em termos de gozo de


direitos e apetência de entrada ao definido nos artigos quatro e cinco dos estatutos.

5 - Os associados simpatizantes e juniores, pela pontualidade da sua categoria não


adquirem o direito a voto e eleição para os corpos gerentes em Assembleia-
Geral.

6 – A qualidade de associado pode ser retirada em caso de comportamento


considerado lesivo dos interesses da Associação.

Artigo 6.º
(Obrigações dos Associados)

1 – Prestigiar a Associação, dando-lhe todo o apoio necessário, respeitar a Lei,


Estatutos e Regulamentação Interna.

2 – Zelar pelos interesses da Associação, utilizando com prudência os bens postos à


disposição, abstendo-se de lhes causar danos e evitando prejuízos à Associação ou a
outros associados.

3 – Ajudar na execução das tarefas a cargo da Direcção, sempre que esta solicitar os
seus serviços.

4 – Proceder ao pagamento regular e atempado das suas quotas ou valores devidos,


estabelecidos anualmente pela direcção.
4.1 – Todo o sócio que não haja regularizado a situação económica para com a
ACCA, não poderá participar em qualquer actividade implementada pela
Associação, podendo vir a ser excluído de associado.
4.2 – Por motivo de força maior e devidamente justificada o sócio pode solicitar à
Direcção o adiamento do pagamento das quotas e outras despesas sem qualquer
penalização.
4.3 – Respeitar e fiscalizar rigorosamente a obediência à Lei, aos Estatutos e ao
presente Regulamento Interno participando à Direcção todas as infracções de que
tiverem conhecimento, principalmente que afectem a responsabilidade colectiva da
associação ou pondo em risco os interesses sociais.

5 – Aceitar exercer os cargos para os quais tenha sido designados salvo motivo
justificado de causa, aceite pela Direcção.

Artigo 7.º

(Direitos dos Associados)

1 – Tomar parte nas assembleias-gerais, apresentando propostas, discutindo e


votando pontos constantes da ordem de trabalhos.

2 – Eleger e ser eleito para os órgãos da Associação para que forem designados,
dentro das normas do Regulamento Interno.

3 – Elaborar listas de candidatos para os órgãos sociais e apresentar à mesa a


Assembleia com a antecedência, que desde já se fixam em dez dias.

4 – Reclamar perante a Assembleia-geral contra infracções das disposições legais,


estatutárias ou regulamentares, cometidas, quer pelos corpos directivos quer por
algum(s) dos associados.

5 – Reclamar para a Direcção qualquer acto irregular cometido por algum associado.

6 – Frequentar a sede da Associação e usufruir das mais regalias por elas


proporcionadas de acordo com as normas estatutárias e regulamentares.

7 – Participar nas actividades e utilizar os serviços da Associação.

8 – Solicitar todos os esclarecimentos sobre o funcionamento da Associação.

9 – Exibir o cartão de associado, o emblema da Associação bem como qualquer


outro símbolo que a identifique, quando solicitado.
Artigo 8.º
(Causas para deixar a Associação)

1 – Por decisão do associado;


2 – Não pagamento de quotas, por um período de dois anos;
3 – Não respeitar os estatutos e regulamentos da Associação. A expulsão de um
associado será deliberada em assembleia-geral, por proposta da direcção, na
sequência de inquérito, na qual seja feita a prova de o associado ter lesado
gravemente os interesses da Associação.

(Poder Disciplinar)

1 – Os sócios da Associação que infrinjam as disposições constantes dos Estatutos,


do Regulamento Interno e das disposições legais e ainda das normas fixadas pela
Direcção, incorrem em procedimento disciplinar.

2 – Aos sócios que infrinjam o número 1 anterior podem ser aplicadas as seguintes
sanções:

- Admoestação
- Repreensão escrita
- Suspensão que poderá ir até um ano
- Expulsão

3 – Todas as sanções previstas excepto a expulsão serão da competência da


Direcção.

4 – A sanção de expulsão é da competência exclusiva da Assembleia-Geral, sob


proposta da Direcção.
4.1 – Cada uma das sanções será aplicada segundo a gravidade da infracção
mediante parecer e proposta da Direcção de acordo com as disposições
regulamentares da Associação.

5 – Independentemente das sanções aplicadas aos sócios, estes são civilmente


responsáveis pelos danos que em sequência das infracções cometidas, resultem para
a Associação.

6 – Todas as penalidades serão obrigatoriamente registadas nas fichas individuais


dos associados.

CAPITULO III

Dos Órgãos Sociais


Princípios Gerais
Órgãos Sociais
Artigo 9.º
(Os Órgãos sociais da Associação são):

1 – A Assembleia-geral

2 – A Direcção

3 – O Concelho Fiscal

Artigo 10.º
(Duração dos mandatos)

1 – Os mandatos dos titulares da mesa da Assembleia-geral, da Direcção e do


Concelho Fiscal são de dois anos sendo permitida reeleição.

Artigo 11.º
(Eleições e Nomeações)

1 – Os titulares da mesa da Assembleia Geral, da Direcção, do Concelho Fiscal, são


eleitos por maioria simples de votos entre os associados no pleno gozo dos seus
direitos, em escrutínio secreto, de entre as listas que satisfaçam os seguintes
requisitos:
1.1 – Seja remetida ao Presidente da mesa da Assembleia com dez dias de
antecipação mínima, em relação à data da Assembleia-geral
1.2. – As listas deverão indicar a distribuição de cargos a que os candidatos
concorrem.

Da Assembleia-geral

Artigo 12.º
(Definição e Composição)

1 – A Assembleia-geral é um órgão supremo da associação e as suas deliberações


são rigorosamente tomadas nos termos legais estatutários e regulamentares, são
obrigatórias para os restantes órgãos da Associação e para todos os sócios desta.
2 – Participam na Assembleia-geral todos os associados em pleno gozo dos seus
direitos.

Artigo 13.º

1 – A Assembleia-geral reúne em sessões ordinárias e extraordinárias.


2 – A assembleia-geral ordinária reunirá obrigatoriamente uma vez em cada ano.
2.1 – Até 31 de Março onde será apreciado e sujeito a votação o orçamento, plano
de actividades para o ano seguinte e o relatório do balanço e contas da Direcção,
bem como o parecer do conselho fiscal;
2.2 – De 2 em 2 anos será convocada a Assembleia, durante o mês de Março, para
eleições de novos corpos gerentes.

3 – A Assembleia Geral extraordinária reunirá quando convocada pelo Presidente da


Mesa da Assembleia, ou a pedido da Direcção, do Conselho Fiscal ou ainda a
requerimento de pelo menos um quinto dos associados efectivos com quotas em dia,
a Assembleia só será valida com a presença de 4/5 dos subscritores.

4 – A Assembleia-geral só poderá votar assuntos previamente inscritos na ordem de


trabalhos, sendo nulas todas as deliberações sobre matérias estranhas à ordem de
trabalhos.

Artigo 14.º
(Constituição da mesa)

1 – A mesa da Assembleia-geral é constituída por um Presidente, um primeiro


secretário e um segundo secretário, eleitos oficialmente pela mesma Assembleia,
sendo permitida reeleição.

2 – Ao Presidente incumbe convocar a Assembleia-geral, presidir á mesa e dirigir os


trabalhos, sendo substituído nas suas faltas e impedimentos, pelo primeiro
secretário, tendo este a seu cargo a elaboração das actas.

3 – Ao segundo secretário compete coadjuvar o presidente e o primeiro secretário na


orientação dos trabalhos.

Artigo 15.º
(Convocatória)

1 – A Assembleia-geral é convocada com 15 dias de antecedência

2 – A convocatória deverá conter a ordem de trabalhos, dia hora e local da reunião.

3 – A convocatória será afixada no local da sede da Associação e publicitada por


anúncio num dos Jornais do concelho.

Artigo 16.º

(Funcionamento)
1 – A Assembleia-geral reunirá á hora marcada na convocatória se estiver presente
mais de metade dos associados, ou meia hora depois com qualquer número de
associados.

2 – Será lavrada acta de cada reunião da Assembleia-geral.

Artigo 17.º
(Competência)

1 – É da competência exclusiva da Assembleia-geral;


- Apreciar e votar anualmente o relatório e o balanço de contas da Direcção, bem
como parecer do Conselho Fiscal.
- Alterar e aprovar regulamentos internos nos termos deste regulamento.
- Aprovar a dissolução da Associação.
- Punir sócios de acordo com o estipulado nos números 3 e 4 do artigo oitavo.

Artigo 18.º
(Votação)

1 – São nulas todas as deliberações e votações tomadas sobre matérias que não
constem da ordem de trabalhos fixados na convocatória, salvo se, estando presente
todos os associados, no pleno gozo do seus direitos, decidem, por unanimidade, com
a respectiva inclusão.

2 – Nas Assembleias-gerais cada associado dispõe de 1 (um) voto.

3 – É exigida maioria qualificada de, pelo menos, ¾ do total dos associados


presentes, no âmbito do disposto no numero 1 do artigo16.º, para a aprovação das
matérias constantes do artigo 17.º

4 – Todas as outras votações e deliberações far-se-ão por maioria simples, com


respeito total das normas e termos estatutários e de regulamento interno.

Artigo 19.º
(Direcção)

1 – A Direcção é composta por sete elementos, eleitos por dois anos.

- Presidente
- Vice-Presidente
- Secretário
- Secretário Adjunto
- Tesoureiro
- Vogais (quatro)
- Vogais Suplentes (três)

Alínea a) – Haverá três suplentes que se tornarão efectivos à medida que se derem
as vagas e pela ordem que tiverem sido eleitos
2 – O Presidente é substituído pelo Vice-Presidente nas faltas e impedimentos deste.

Artigo 20.º

(Reuniões)

1 – Reuniões ordinárias da Direcção serão mensais.

2 – A Direcção reunirá extraordinariamente sempre que o Presidente a convoque ou


a pedido de três dos restantes membros da Direcção.

3 – Na ausência ou impedimento de um membro da Direcção, por período superior a


180 dias, a Direcção poderá requerer, depois de devidamente analisado e ponderado,
a elaboração duma proposta ao Presidente da mesa da Assembleia-geral para
preenchimento da vaga.

4 – Será lavrada acta em livro próprio, de cada reunião da Direcção, na qual se


indicaram os nomes dos presentes e das deliberações tomadas, sendo que as actas
serão assinadas pelos elementos presentes.

Artigo 21.º

(A Direcção é o órgão de administração e representação da Associação e


compete-lhe):

1 – Elaborar anualmente o Orçamento e Plano de Actividades para o ano seguinte,


submetendo-lhe a apreciação e aprovação da Assembleia-geral.

2 – Elaborar anualmente o relatório, o balanço e as contas de exercício findo


submetendo-o ao Conselho Fiscal e à apreciação e aprovação da Assembleia-geral,
nos prazos determinados no presente regulamento.

3 – Promover e fazer cumprir o plano de actividades anuais.

4 – Atender às solicitações dos pareceres do Conselho Fiscal nas matérias da


competência deste.

5 – Praticar todos os actos necessários para propor a admissão de novos associados.

6 – Requerer sempre que o entenda necessário e a matéria em apreço o justifique, a


Assembleia-geral extraordinária.

7 – Contratar e gerir o pessoal necessário às actividades da Associação.

8 – Praticar todos os actos na defesa dos interesses da Associação, dos associados e


na salvaguarda dos princípios da Associação.
9 – Adquirir o que for necessário á instalação da sede da Associação e ainda vender
bens a titulo oneroso que não convenham ou se tornem dispensáveis, após haver
obtido o parecer favorável do Conselho Fiscal e da Assembleia-geral.

10 – Zelar pelo direito da lei geral, dos Estatutos e deste Regulamento Interno,
assim como das deliberações da Assembleia-geral.

11 – Fixar as normas para as actividades a promover, anual ou periodicamente, pela


Associação.

12 – Criar as normas e o impresso para admissão de novos associados.

13 – A Direcção deverá entregar à que lhe suceder, nos trinta dias subsequentes da
tomada de posse desta, por meio de inventário tudo o que estiver a seu cargo e a
nova Direcção deverá dar quitação á que sai.
13.1 – O inventário e a quitação far-se-ão no livro de Actas da Direcção.

14 – Aprovar o seu regimento.

15 – Exercer o poder disciplinar.

16 – Apresentar propostas e exercer as demais competências que Assembleia-geral


nela delegar.

17 – Aceitar subsídios, doações, heranças ou legados.

18 – Representar a associação em juízo e fora dele

Artigo 22.º
(Composição do Conselho Fiscal)

1 – O Conselho Fiscal é composto por três elementos eleitos por dois anos:
- Presidente
- Secretário
- Vogal

Artigo 23.º
(Competência)

O Conselho Fiscal é o órgão de controlo e fiscalização da Associação, competindo-


lhe designadamente:
1 - Examinar a escrita e toda a documentação da associação, bem como todos os
seus processos.
2 - Verificar o cumprimento dos Estatutos, Regulamento Interno e demais
deliberações dos restantes órgãos nomeadamente da Assembleia-geral.
3 - Elaborar e emitir parecer sobre relatório, balanço e as contas do exercício
apresentadas pela Direcção.
4 - Compete, ainda, ao Conselho Fiscal, solicitar à Direcção todas as informações
consideradas úteis ao normal funcionamento da sua actividade.

Artigo 24.º
(Reuniões)

1 – Ao Presidente do Conselho Fiscal cabe convocar as reuniões e sempre que o


entenda conveniente.
2 – O Conselho Fiscal reunirá também a pedido da maioria dos seus titulares.

Capitulo IV

BENS
(Receitas)

Artigo 25.º
(São Receitas da Associação)

- Subsídios de entidades públicas ou privadas;


- Produto de venda de quaisquer bens;
- Quotizações, donativos ou legados de associados e terceiros;
- Juros de fundos capitalizados;
- Quaisquer outras receitas, subvenções que sejam atribuídas, ou valores apurados
pela Associação, sempre no respeito pelos fins estatutários;

Artigo 26.º
(Prejuízos)
1 – O encerramento das contas do exercício de cada ano não poderá transitar com
prejuízos.
2 – O saldo negativo no encerramento provisório será rateado, pela Direcção e o seu
valor exigido a todos na proporção que lhes couber.
- O ano social da Associação corresponde ao ano civil e as suas contas fechadas em
31 de Dezembro.

CAPITULO V

EXTINÇÃO E LIQUIDAÇÃO

Artigo 27.º
(Extinção)

1 – A Associação extinguir-se-á por deliberação da Assembleia-geral ou nos demais


casos previstos no artigo 182.º, do Código Civil.
2 – Em caso de extinção todos os bens da Associação serão entregues à Associação
Humanitária dos Bombeiros Voluntários Argus, com sede em Arganil.
3 – A deliberação da Assembleia-geral sobre a extinção da associação deverá ser
tomada com voto favorável de ¾ do número de todos os associados.

CAPÍTULO VI

DISPOSIÇÕES COMUNS

Artigo 28.º

(Requisitos das deliberações)

1 – As deliberações dos órgãos são tomadas às pluralidades dos votos, estando


presente a maioria do número legal dos seus membros, excepto para as alterações
estatutárias em que é exigível a maioria qualificada de ¾ dos membros presentes
havendo quórum.

2 – Sempre que se realizem eleições ou estejam em causa juízos de valor sobre


pessoas, a votação será feita por escrutínio secreto.

Artigo 29.º

(Incompatibilidade)

1 – Os membros do Conselho Fiscal não podem exercer funções em qualquer outro


órgão, excepto na Assembleia-geral.

Artigo 30.º

(Disposições Gerais)

1 – Em tudo o que for omisso no presente Regulamento ou nos Estatutos, aplicar-se-


á a Lei ou o que for deliberado pela Assembleia-geral.

2 – A Associação na prossecução dos fins a que se obriga, legal e estatutariamente,


poderá criar departamentos ou secções, a quem serão definidas competências e áreas
de intervenção específicas, sendo estes sujeitos ao poder de fiscalização da
Direcção.

Artigo 31.º
(Forma de obrigar)

A Associação obriga-se com a assinatura de pelo menos, dois membros da Direcção,


sendo obrigatoriamente uma a do presidente, vice presidente ou do tesoureiro, salvo
nos actos de mero expediente, em que basta a assinatura de um qualquer membro da
Direcção.