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A Família na UTI

Autor(a): Pr. Estevam Fernandes

Uma das maiores frustrações deste final de século é a crise que se abate sobre
a família. A desagregação da família tira o brilho do progresso, das conquistas
e da expansão do conhecimento que nosso século promoveu. Ver a família
sendo destruída causa uma dor profunda na consciência dos que levam a vida
a sério.

O desmoronamento da família coincide com a crise da afetividade . A essência


de nossas vivências está nos relacionamentos significativos, especialmente
aqueles que se dão no âmbito de vida familiar. A afetividade é uma espécie de
" cimento" na construção das relações humanas, e o homem do nosso século,
preso às garras do individualismo, vai excluindo da sua vida a afetividade como
algo relevante.

Sob o ponto de vista terapêutico, cuidar da família implica um cuidado urgente


de nós mesmos, especialmente no que se refere aos nossos sentimentos, pois
eles é que dão sentido e consistência à nossa vida. Sentimentos sadios
implicam em relacionamentos sadios e isso é também uma questão de
aprendizagem, e exigindo um esforço de cada um de nós, para o bem da
família. Aprender a amar, a valorizar os outros a respeitar, a perdoar, a
esvaziar-se de si, a abraçar, a valorizar os pontos positivos das pessoas, são
gestos simples que poderão produzir mudanças profundas na vida em família.
Dizer "eu te amo" é muito mais fácil do que alimentar o ódio. Nenhuma família
sobrevive sem amor, pois somente ele produz em nós atitudes tais como:
tolerância, misericórdia, paciência, confiança, perdão e renúncia.

Um segundo cuidado urgente para salvar a família está na solidificação da


relação marido/mulher, eixo básico dos relacionamentos familiares.
Infelizmente, muitos filhos crescem sem ver sequer seus pais juntos, e outros,
por sua vez, jamais viram os pais abraçados, vivenciando afeto e ternura. O
modo de viver dos pais afeta diretamente o modo de ser dos filhos, por isso
mesmo, assistimos a um crescimento assustador de filhos drogados, rebeldes,
agressivos, apáticos e inseguros. Quando se fortalece as bases, toda a
construção fica mais segura.

É fundamental também para a saúde da família uma revisão dos nossos


valores. Estes valores devem ultrapassar o limite do material e das coisas
transitórias. Quando um filho precisa de um brinquedo para sentir-se amado
pelos pais; quando a esposa precisa de uma jóia para sentir-se amada pelo
marido, é sinal que nesta família os valores estão invertidos, pois as pessoas
devem valer pelo que são e sentem e nunca pelo que possuem ou possam
oferecer.

Sobretudo, os valores espirituais como fé, a esperança e o louvor. Tentar


"salvar" a família desta crise aguda sem a presença de Deus e a força do amor
é, como disse Jesus, construir a casa sob areia. - ao primeiro vento forte tudo
cai.
A Igreja, Família de Deus
1 Tm 3.15,16

Nestes últimos anos Deus tem impressionado no meu coração o fato de que a
melhor maneira de descrever a igreja é como FAMÍLIA. Claro que existem
outras metáforas ou alusões interessantes e bíblicas. Mas a imagem da igreja
que sobressai no NT é da família.

1 Tm 3.15,16 identifica a igreja como sendo a "casa de Deus". Nesta casa,


Deus é nosso Pai (Ef 3.14,15). Nós somos a Noiva de Cristo (Ef 5.22-
33). Somos irmãos em Cristo. Tratamos uns aos outros como membros da
mesma família: Não repreendas ao homem idoso, antes exorta-o como a pai;
aos moços, como a irmãos; às mulheres idosas, como a mães, às moças,
como a irmãs, com toda a pureza (1 Tm 5.1,2).

Será que eu e você tratamos a nossa igreja local como nossa


família? Sentimos saudades quando precisamos nos ausentar das suas
reuniões por um período? Amamos nossos irmãos de fato? Apoiamos os
ministérios da igreja como atividades da NOSSA família? Acolhemos pessoas
novas como receberíamos visitas em casa? Fazemos sacrifícios em nome do
amor pelos irmãos necessitados da família da fé (Gl 6.10), assim como
faríamos para nossos próprios familiares?

A igreja como família de Deus nos dá esperança num mundo frio e hostil.

Homofobia, um esclarecimento necessário


Autor(a): Hernandes Dias Lopes

A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do


homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay.
Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa
a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual.
O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica
contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha
política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta
Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado,
para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante
desse fato, quero propor algumas reflexões:

Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a
liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de
adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais,
ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei,
concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas
escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de
serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das
demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de
uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da
democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime
totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela
abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam
diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos
trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza
aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de
direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o
preceito da justiça?

Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem
reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A
questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção
dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser
ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável.
Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa
vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de
vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais,
que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é
apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o
fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).

Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a
família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce
homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação
distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como
ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é
uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício
avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e
santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista
na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união
homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo
contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os
homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam
dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são
santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o
completo perdão divino (1Co 6.11).

Pais e Adolecentes
Autor(a): Wanderley Rangel Filho

1- Não rotule seus filhos com apelidos pejorativos seja por motivos físicos ou
comportamentais. Gordinho vem cá ou lá vem o meu revoltado. Chame-os pelo
nome ou apelidos que destaquem a virtude.
2- Não compare seus filhos entre eles e com filhos dos outros. Comparação
gera competição. Cada filho tem suas virtudes e suas dificuldades. Há filhos
beijoqueiros e há filhos menos beijoqueiros.

3- Não eduque seus filhos da mesma forma. Filhos são diferentes e a


educação é diferenciada. Há filhos que estudam com facilidade e há filhos que
precisam de maior cobrança.

4- Não tenha medo de impor limites. Regras claras e ponderadas são


fundamentais para uma disciplina saudável. Não tem liberou geral! Horario para
chegar em casa as 23 horas, dirigir so com carteira de habilitção, computador
duas horas por dia!

5- Não privatize a educação de seus filhos. Cada pai é responsável diante


de Deus pela criação de seus filhos. Não os avós, nem igreja, nem escola e
nem governo.
O Legado da Família
No temor do Senhor tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus
filhos (Pv 14.26)
Autor(a): Davi e Carol Sue Merkh

Os pais têm uma responsabilidade diante de Deus de fazer tudo em seu poder,
na dependência da misericórdia e graça de Deus, para transmitir um legado fiel
às próximas gerações. Para nos nortear nesta tarefa, desenvolvemos o
seguinte instrumento, que é uma declaração objetiva de compromissos que nós
como pais assumimos diante de Deus, junto com as responsabilidades que
repassamos para nossos filhos, netos, e seus descendentes depois deles para
preservar um legado de fidelidade a Deus. O instrumento não garante
absolutamente nada. Não pretende ser uma lista legalista e inflexível. Mas
reflete o que cremos e o que gostaríamos que nossos descendentes cressem,
também. Por isso, na semana antes que os filhos casam, presenteamos esse,
nosso legado, ao novo casal numa moldura especial para ser colocado em seu
novo lar.

Postamos nosso legado na esperança de que você também preocupe-se com


o legado que está repassando para seus descendentes, até que Jesus volte.
Adapte-o, mude-o, mas acima de tudo, reflita no legado que está deixando para
os filhos dos seus filhos (Pv 13.22)

O Compromisso dos Pais para com seus Filhos

Com a capacitação de Deus, e em sua graça, nós nos comprometemos com


vocês a realizar o exposto abaixo e, da mesma forma, os responsabilizamos a
aplicar estes princípios em seus lares:

Prometemos a ensiná-los a Palavra de Deus, totalmente suficiente para


protegê-los e provisioná-los para qualquer desafio, dirigindo vocês para as
veredas da justiça;

Prometemos a discipliná-los focando a necessidade de seus corações, e


dirigindo-os à graciosa provisão de Deus para salvação e santificação, por
meio da obra redentora de Cristo:

- Prometemos envolvê-los com uma instrução baseada na vontade de Deus,


disciplinando vocês, a fim de que se tornem homens e mulheres que O
conhecem, O temem e seguem Seus mandamentos;

- Prometemos a castigá-los de uma forma consistente e coerente à Palavra


de Deus, estabelecendo limites bíblicos, e motivando uma obediência imediata,
inteira, com a convicção do que é certo, com honra, e sempre almejando uma
completa restauração do nosso relacionamento;

- Prometemos ajudá-los a descobrir o que significa viver pela graça, como


filhos aceitos e amados pelo Pai Celeste, seguros de sua posição em Cristo;
Prometemos prover a vocês um lar que seja um refúgio santo, onde vocês
sempre serão bem-vindos e aceitos, onde poderão ouvir a voz de Deus e
caminhar com Ele. E o quanto estiver ao nosso alcance, prometemos protegê-
los de sofrimentos;

Prometemos pedir perdão quando falharmos em cumprir esses e outros


compromissos assumidos com vocês, buscando a reconciliação com vocês e
com Deus;

Prometemos estabelecer memoriais familiares e tradições que fortaleçam


nossos laços, um com o outro, e com o Senhor;

Prometemos a diligentemente transmitir a vocês uma herança profundamente


cristã, a qual nós mesmos recebemos de nossos pais, avós e de nossa
ascendência como um todo.

Este acordo e essas promessas nós passamos para vocês e para todos os
nossos descendentes, até o fim dos tempos. Desafiamos vocês a manterem
uma cópia desse legado para seus filhos, para que esses valores e princípios
sejam fielmente transmitidos a cada geração da nossa família até o retorno do
Senhor Jesus Cristo.

O Compromisso dos Filhos para com os Pais

As incumbências que Dave e Carol Sue Merkh transmitem a todos os seus


descendentes, até o retorno de Cristo para Sua igreja.

Conscientes da graça capacitadora de Deus, nós abaixo comissionamos


nossos filhos, e os filhos de seus filhos, e os filhos desses, e às demais
gerações posteriores: a caminhar na presença de Deus todos os seus dias, a
viver pela graça como filhos amados, a viver pela fé e não pela vista, a permitir
que a vida de Cristo seja vivida em suas vidas, pelo controle do Espírito Santo,
no consultar da Palavra de Deus que promove a semelhança do Senhor Jesus
Cristo.

Nós incumbimos nossa família, pela graça de Deus e em Sua força:

a permanecer constante na leitura da Bíblia e na oração individual;

a ser fiel à igreja local onde se está congregando, contribuindo e ministrando;

a "fazer o trabalho de um evangelista";

a lançar sementes de edificação e não reclamar ou ser conivente com


fofocas;

a guardar seus lares contra a infiltração do mal, especialmente em escolhas


de entretenimento; a guardar suas mentes e corações de tudo que é impuro ou
desagrada a Cristo;
a dar a Cristo a primazia em seus lares, e a falar sobre Ele a seus filhos
todos os dias, ensinando durante todo o dia, tanto formal como informalmente.

Cabe a cada um de vocês evitar más companhias; procurar cônjuges com um


proceder coerente à Palavra de Deus e compromissados com o Corpo de
Cristo (Igreja); nunca contraírem matrimônio sem a expressa aprovação da sua
família; honrar seus pais e avós; cuidar deles em suas variadas necessidades e
quando em idade avançada; cuidar dos membros de sua família em tribulações
e dificuldades.
Mágoas e Perdão - Parte 1
Autor(a): Pr. David J. Merkh

Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria...Antes, sede uns para
com os outros benignos, compassivos, PERDOANDO-VOS UNS AOS
OUTROS, COMO TAMBÉM DEUS EM CRISTO VOS PERDOOU (Ef 4.31,32)

De todas as tempestades que assolam a família atualmente, talvez nenhuma


seja responsável por mais destruição que as mágoas. As mágoas representam
ira não-resolvida. Quase sempre envolvem as pessoas mais próximas de nós.
Enquanto nos indignamos quando ouvimos de tragédias acontecendo a
pessoas em outras partes do planeta (terrorismo, genocida, etc.) normalmente
não guardamos mágoas contra os vilões. A pessoa magoada experimenta ira
contínua, fervendo um pouco abaixo da superfície da sua vida, uma ferida
aberta e podre que tempo nunca cura. Talvez ela fique adormecida por um
tempo, mas até que seja drenada do seu veneno fatal pelo poder curador da
cruz de Cristo, mata a pessoa física e espiritualmente aos poucos. As mágoas
corrompem as fontes da vida.

O primeiro passo para libertação das mágoas é identificar nossa ira. Mas para
alguns, não é muito "espiritual" admitir a ira. Por isso, usamos outros termos
para descrever o que a Bíblia identifica, sim, como "ira": "frustração", "tristeza",
"decepção", etc. (Ef 4.26,27,31).

Deus nos chama para uma vida de perdão, o mesmo tipo de perdão que Cristo
nos ofereceu pela Sua morte na cruz. Somente Cristo Jesus,vivo em nós, será
capaz de transformar mágoas em perdão.

Conselheiros bíblicos apontam para o fato de que a raiz de ira crônica (mágoa)
muitas vezes é uma questão de nós não recebermos o que desejamos
desesperadamente de outra pessoa ou situação. Esse desejo pode ser tão
intenso que se torna um ídolo em nosso coração, um objeto de adoração, mais
importante que Deus em nossa vida. Quando nosso desejo é bloqueado por
alguém, respondemos com ira, guardamos mágoas, procuramos vingança,
fofocamos ou odiamos essa pessoa que nos privou daquilo que achamos tão
importante.

Se você se encontra irado por muito tempo contra alguém, especialmente


alguém da sua família de origem ou família atual, reflita sobre essa questão: "O
que eu desejava tanto, que fulano não me deu?" Por exemplo, alguém que foi
rejeitado pelos pais ou um cônjuge pode responder, "Eu queria ser aceito."
Outra pessoa poderia responder, "Eu queria um pai presente, que brincasse
comigo e se interessasse por mim." Outra pessoa, "Eu queria que meu marido
me tratasse como uma pessoa e não objeto".

Nossa cultura de vitimização justifica ira e mágoas como respostas a situações


como essas-afinal de contas, realmente somos vítimas. Mas uma cultura de
vitimização nunca alcança vitória ou livramento da escravidão de mágoas. E
falha por não levar em consideração a vida de Cristo em nós-Aquele que foi o
maior Vítima de todos os tempos. Na cruz Ele exclamou, "Pai, perdoa-lhes,
porque não sabem o que fazem"(Lc 23.34)

Certamente não queremos minimizar ou negar o fato de que muitos entre nós
SOMOS vítimas. Mas afirmamos que, mesmo assim, somos RESPONSÁVEIS
pelas nossas respostas aos abusos que sofremos.

Em Mateus 18.21-35 Jesus contou a história de um servo devedor que não


podia pagar uma dívida que equivalia entre 260.000 e 360.000 QUILOS de
metal precioso (talvez ouro)--uma quantia que demoraria milhares de anos para
quitar. O rei perdoou-lhe sua dívida, só para descobrir que o servo ingrato
lançou na cadeia um conservo que lhe devia o equivalente de 100 dias de
serviço de um trabalhador comum.

A moral da história? Quando realmente percebemos o tamanho da dívida que


temos com Deus, TODAS as ofensas que pessoas cometem contra nós,
embora reais e difíceis, diminuem em comparação. A chave está em
reconhecer nossa própria dívida, e mergulharmos no amor e perdão que nosso
Rei nos estendeu.

Pessoas que ainda não reconheceram o verdadeiro estado do seu coração, a


profundidade do seu pecado, a miséria da sua alma diante de Deus, muitas
vezes têm dificuldade em perdoar outras pessoas os males que lhes fizeram.
Não entendem tamanha dívida que elas mesmas foram perdoadas e, por isso,
guardam mágoas contra essas pessoas.

Muitas vezes vivo grato pelo perdão, mas não ao ponto de perdoar aos outros.
Minha tendência é diminuir o tamanho da minha dívida para com Deus,
imaginando que sou capaz de pagá-la, quando de fato a conta é impossível.
Por isso, recuso perdoar aqueles que me magoaram. Guardo a minha ira, e
responsabilizo as pessoas por satisfazerem meus desejos.

Existe alguém que eu estou responsabilizando por ter me ofendido, que eu


mantenho como devedor? Guardo mágoas contra essa pessoa?

Perdoar alguém que nos abusou, ofendeu, machucou ou privou é impossível


sem uma obra profunda de Jesus no coração. Só a vida dEle em nós para
perdoar do coração! Mas Ele prometeu nos capacitar para fazer isso e muito
mais.

Você realmente crê que Deus pode carregar a sua dor? Sarar as feridas que
você recebeu na jornada da vida? Pela graça e pelo poder de Jesus, você
pode confiar ao Pai aquele que fez de você uma vítima? Viver livre da ira e das
mágoas envolve um evento E UM PROCESSO. Muitas vezes teremos de
chegar a um ponto em que estendamos perdão "uma vez para sempre" para
alguém que nos ofendeu. Mas não significa que nunca mais seremos
inclinados a lembrar o que ele fez, com a possibilidade de todas as velhas
emoções voltarem como furação.
"Perdoar e esquecer" soa melhor na teoria do que na prática. Para muitos é
impossível esquecer de eventos traumáticos em suas vidas. Mas podem, sim,
"esquecer" no sentido bíblico quando escolhem não levar em conta as ofensas
do passado. É isso que a Bíblia quer dizer quando diz que Deus "esquece" de
alguma coisa. Ele não deixa de ser Deus, tendo uma memória fraca. Mas Ele
decide nunca mais levar em conta nosso pecado (Sl 103.10, 12). Por isso,
talvez tenhamos de passar pelo processo de perdão em nosso coração
repetidas vezes, escolhendo cada vez pela fé não mais responsabilizar a
pessoa pelo seu pecado, morrendo momento após momento ao "direito" de
vingança, e estendendo o amor e perdão de Cristo.

Também é importante lembrar que o perdão pode ser unilateral, quer dizer,
podemos perdoar da nossa parte sem que a outra pessoa peça perdão,
reconheça seu erro, ou aceite o perdão. Não importa tanto quanto o fato de
que estendamos para ela o perdão como Cristo fez por nós.

Passos para o Perdão

O que fazer se descubro ira e mágoa em meu coração? Os "passos para o


perdão" que seguem já ajudaram muitas pessoas a encontrar alegria, paz e
liberdade da escravidão das mágoas. Lembre-se de que esses passos são
somente parte de um processo. Não representam uma "fórmula mágica", mas
uma expressão de princípios bíblicos sobre o perdão.

1. Identificar as ofensas específicas que a outra pessoa cometeu contra mim.

2. Arrependa-se do seu próprio pecado, confessando-o a Deus.

3. Conte o custo de não perdoar.

4. Veja a pessoa que você está perdoando pela perspectiva divina.

5. Ore pela pessoa que você está perdoando.

6. Libere as ofensas que a pessoa cometeu contra você, e cancele a dívida


dele(a).

7. Reconstrua relacionamentos, dentro do possível (e sábio).

Talvez não seja possível voltar o tempo e reconstruir o relacionamento como


era antes. Mas há passos concretos que podem ser tomados, tanto quanto
depender de você (Rm 12.18), para reconstruir o relacionamento.
Como Criar Filhos Masculinos e Filhas Femininas Parte 1
Autor(a): Pr. Davi Merkh

Se existe uma chave para criar filhos masculinos e filhas femininas, creio ser a
influência marcante e constante da presença dos pais com seus filhos! Este é
o verdadeiro discipulado, a impressão digital deixada por um pai no filho, a mãe
na filha, e vice-versa. Como vamos criar um filho à distância?

"Pai" significa ser discipulador! E o verdadeiro discipulado significa participar no


processo de formar Cristo em outras pessoas. Começa em casa. Sou o
primeiro responsável para tornar meus filhos súditos do Rei Jesus. Onde já se
viu um discipulado acontecer sem o contato constante e íntimo? Tentamos
hoje com nossos muitos modismos, mas não conseguimos. Para Jesus formar
discípulos, exigiu-se dele 24 horas por dia durante 3 anos!

Tentamos escapar, criando palavras como "mentor", pois reconhecemos que


não somos suficientemente abertos, transparentes, vulneráveis ou perfeitos (!)
para outras pessoas nos observarem de perto. Criamos "programas" de
discipulado para tentar resolver isso. Ao mesmo tempo ignoramos o contexto
ideal que temos para deixar uma marca profundíssima na vida de outros-
nossos filhos!

Quando olhamos para a Bíblia, logo nos seus primeiros capítulos, percebemos
que se espera que a imagem de Deus nos pais (Gn 1.27,28) seja reproduzida
nos filhos (Gn 5.1-3).Portanto, a preocupação principal dos pais deve ser criar
filhos à imagem de Deus (a imagem de Deus resgatada) e depois permitir que
Deus mesmo, pelo Seu Espírito, desenvolva os papéis da verdadeira
masculinidade e feminilidade conforme Ef 5:22-31.

Infelizmente, o Inimigo continua seu ataque feroz contra a imagem de Deus (1


Pd 5:7; Ap 12:9,10). E como ele não pode atacar diretamente a Deus, sua
estratégia é atacar ao homem, feito a imagem de Deus, desfigurando-o por
meio das tentações e do pecado. É como se o homem fosse um espelho
refletindo a glória de Deus, mas, que, de repente, o diabo vem e nele lança sua
lama. A lama que o diabo lança no espelho impede-o de refletir perfeitamente a
glória de Deus. O mesmo tem acontecido com as famílias: elas são alvo da
lama diabólica.

Haverá algum meio de se limpar a lama jogada nos espelhos individuais e


familiares? Sim! Jesus veio resgatar a imagem de Deus no indivíduo e na
família pela sua obra na cruz (2 Co 5.17-21). Em Jesus, pelo poder do Espírito,
a verdadeira masculinidade e feminilidade podem ser resgatadas (Ef 5.18-6.4).

Mas, afinal, o que significa ser masculino ou feminino?

Será que ser Homem significa ser bom de briga, artilheiro no futebol e ter
capacidade de consertar qualquer problema mecânica? Ou ter "pelos no peito"
e conquistar muitas garotas são provas da verdadeira masculinidade?
E quanto às mulheres, será que ser uma boa cozinheira é sinônimo de ser
feminina? Ou ter um corpo "malhado" e ser sedutora são as marcas da
verdadeira feminilidade?

A verdade é que as pessoas têm seus conceitos formados muitas vezes pelos
amigos ou pela mídia e, portanto, suas bases neste assunto são seculares e
mundanas.

A verdadeira definição de masculinidade e feminilidade é uma questão,


segundo a Bíblia, do coração - um coração que segue o padrão de Deus
traçado para ambos os sexos, especialmente no contexto do casamento.

Permitamos que Deus defina nossa sexualidade, e não a cultura. Em sua


Palavra, Deus define o homem como sendo o "líder-servo" do lar, que ama,
protege, providencia, educa, cuida e disciplina; e a mulher como sendo a
"auxiliadora idônea", que cuida do lar, cria seus filhos, ama-os e ao marido
(Confira: Gn 2:15-18; Pv 31:10-31; Ef 5:21-31; 1 Pd 3:1-7; 1 Tm 3; Tito 2:1-5).

Deus mesmo que nos deu a definição exata de nossos papéis como homens e
mulheres, também nos deu, por meio da família, o privilégio de ensinar aos
nossos filhos estes mesmos papéis. Provérbios 22.6 nos diz:

Ensina a criança no caminho em que deve andar e, ainda quando for velho,
não se desviará dele.

Com isso Salomão quer nos mostrar que criar nossos filhos à imagem de Deus
exigirá treinamento e dedicação(Dt 6:4-9; Sl 78; Ef 6:4). Dedicação para
abrirmos pacientemente uma "trilha" para nossos filhos e treiná-los
perseverantemente para seguirem esta trilha aberta. É um processoabrangente
que demanda muito do nosso tempo, mas, se queremos de fato formar nossos
filhos, devemos investir neles a maior quantidade de tempo possível com
qualidade. Embora durante este demorado processo devemos ser sensíveis à
natureza de nossos filhos, em nenhum momento podemos esquecer que nosso
dever nele é sermos "pró-ativos". Ou seja, os pais devem antever as situações
e buscarem sabedoria na Palavra para se prepararem para enfrentá-las, visto
que o caminho natural da criança é estultícia e vergonha (Pv 29:15, 22:15).
Todavia, este esforço para criar nossos filhos à imagem de Deus traz sua
recompensa: a alma dos pais experimentará delícias! (Pv 29.17).

Gostaria de sugerir ao leitor dez idéias práticas que têm sido muito úteis para
nós na criação de nossos filhos:

1. Liberdade Apropriada (Pv 29.15):

Aliberdade que vamos dar aos nossos filhos deve ser progressiva e
responsável. Isto significa que no começo da vida do filho o pai o dirige em
todas as situações. Somente à medida que o filho amadurece e vai tomando
consciência de suas responsabilidades é que o pai vai gradativamente
deixando-o tomar suas próprias decisões;
2. Demonstrar carinho por meio de contatos físicos:

Nossos filhos precisam saber que nós temos um grande carinho por eles.
Quando ainda são pequenos podemos pegá-los no colo e quando maiores
podemos abraçá-los. Com estes gestos transmitimos a eles todo nosso
carinho. Se Jesus pôde tocar num leproso, certamente posso abraçar meu
filho! Uma coisa que sempre fiz com meus meninos foi brincar de "lutinha". Eles
gostavam muito disso. Gestos simples como estes, cultivados no ambiente
familiar com respeito dão segurança aos nossos filhos;

3. Palavras de afirmação e encorajamento( Ef 4.29):

Se transmitimos o nosso carinho por meio de gestos, por meio de nossas


palavras transmitimos nosso amor e apreciação pelos filhos. Muitos homens e
mulheres vivem hoje amargurados com seus pais porque nunca ouviram deles
sequer uma palavra de apreciação. E é tão simples!! Veja algumas frases
simples que você pode lhes dizer:

"Realmente você é uma mocinha"

"Você está se tornando um homem de Deus"

"Tenho muito orgulho de você ser meu filho"

"Você parece mais e mais com a sua mãe (seu pai)"

4. Ensino Formal e Informal ( Dt 6.4-9 ):

O ensino formal se dá quando ensinamos alguma lição aos nossos filhos, seja
ela religiosa, ética ou moral. Com este tipo e ensino já estamos acostumados.
Porém, nossa instrução a eles não deve ser restringida a estes momentos
formais apenas. Devemos aproveitar todos os momentos para ministrar ensino
aos nossos filhos.

5. Promova "Encontros Familiares":

Não desperdice a oportunidade de tomar as refeições com todos os filhos. Na


hora do almoço, por exemplo, não deixe que eles tomem sua refeição
assistindo televisão enquanto vocês pais a tomam na cozinha (ou vice-versa!).
Não! Junte toda a família à mesa e desfrutem da comunhão neste tempo.
Planeje as "férias da família". Decidam juntos aonde ir e como desfrutar ao
máximo as férias como família. Outra idéia para encontros familiares é uma
"reunião de leitura". Escolha um livro para ler e reúna a família na sala e você,
papai, leia a história para ela!

6. Promova também Encontros Particulares:

Com meus filhos tenho posto em prática a idéia de levá-los individualmente


comigo para tomarmos café da manhã em alguma padaria. Quando chega o
dia de determinado filho tomar café comigo apenas ele fica muito feliz, aliás,
todos ficam. É um tempo muito especial, é um tempo de termos uma "conversa
de pai para filho". As viagens também são ótimas oportunidades. Quando vou
viajar e posso, sempre levo comigo um de meus filhos.

7. Crie para os filhos "Heróis Evangélicos"

É muito comum as crianças admirarem um "herói". Esteja atento para pessoas


ao seu redor que possam ser um "herói" digno de ser admirado. Por exemplo:
"o vovô é um herói por ter nos educado no caminho do Senhor" Seja você
mesmo, papai, um herói para seu filho! Você pode ser para ele o melhor
goleiro, caçador ou pescador!

8. Desenvolva Projetos e Interesses particulares da Família:

A vida traz inúmeras oportunidades para desfrutarmos a vida familiar. Por


exemplo, minha esposa e eu gostamos de praticar cooper e nós envolvemos
nossos filhos nesta atividade física. Talvez você e seu cônjuge gostem de
andar de bicicleta, então, andem com seus filhos! Há muitas coisas em que a
família toda pode se envolver e torná-las como interesse particular dela:
música, trabalhos manuais e etc.

9. "Rito de Passagem":

Outra idéia simples que marca muito a vida de nossos filhos é comemorar o
seu décimo quinto aniversário com um "rito de passagem". Quando o menino
atingir uma maturidade tal que você quer honrá-lo com mais privilégios E
responsabilidades (por exemplo, ao completar 15 ou talvez 16 anos), chame
seus avôs, tios e irmãos da igreja que influenciam sua vida para presenciarem
a transição do "menino para adulto" e peça-lhes que cada um traga uma
palavra de encorajamento ao aniversariante. O mesmo se dá com a menina:
chame as avós, tias e irmãs da igreja para que também presenciem sua
"maioridade" e lhe dêem palavras de encorajamento e instrução. Com certeza
será uma festa de aniversário que seus filhos nunca vão esquecer e, ao
mesmo tempo, vão torná-los mais conscientes de sua nova postura doravante
diante da sociedade.

10. Envolva sua família em ministérios na Igreja:

Você já pensou em fazer parte do coral de sua igreja com toda a sua família
junta? Pois bem, não perca oportunidades como esta! A igreja local oferece
diversas oportunidades para que a família sirva ao Senhor unida. Nossa
família, por exemplo, está envolvida com o ministério de música de nossa
igreja; a família de um colega se envolve com o ministério de crianças fazendo
apresentações de fantoches.

Quando Deus planejou a família, Ele tinha em mente criar as melhores


condições para que a vida humana fosse plena de significado e realizada.
Quando assumimos a vontade de Deus para a nossa família, na dependência
Dele, estamos aceitando uma oportunidade real e verdadeira de vivermos
felizes e realizados. Olhando por esse prisma bíblico, criar nossos filhos à
imagem de Cristo não é um fardo, mas, sim, um grande privilégio.

Ao terminar, gostaria de deixar a você, pai ou mãe, uma palavra de ânimo. Se


você se sentir incapaz de formar seu filho, lembre-se de que nenhum pai é
capaz porque todos somos pecadores (Rm 3.23). Criar filhos ou filhas segundo
a vontade de Deus não depende tanto de nossas forças, mas de dependermos
de Deus e obedecer-lhe as instruções contidas em sua Palavra.

"E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração
e a vossa mente em Cristo Jesus ( Fp 4.7 )".
Definição de Amor para crianças
Autor(a): Silmar Coelho

Um grupo de profissionais fez uma pesquisa sobre o que significa amar para um grupo de crianças de 4 a
8 anos. Eric Wiggin anotou algumas das respostas. Elas foram muito mais surpreendentes, profundas e
sábias do que os pesquisadores poderiam imaginar.

Quando vovó ficou com artrite, ela não mais podia se abaixar para cortar as unhas e lixar seus
calcanhares. Assim, meu avô passou a cortar suas unhas e lixar os seus calcanhares toda semana,
mesmo quando suas mãos doíam por causa da sua própria artrite. Isto é amor.
Rebecca - 8 anos

Amar é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca colônia de barba, e eles vão passear no
parque para ficar cheirando um ao outro.
Billy - 4 anos

Amar é quando você vai comer em um restaurante e dá a quem está com você, a maior parte das suas
batatas fritas, sem pedir nenhuma das dela.
Karl - 5 anos

Amar é o que faz você sorrir quando está cansado.


Terri - 4 anos

Amar é quando minha mãe faz café para o meu pai e antes de servir para ele, ela dá uma provadinha
para ter a certeza que está gostoso.
Danny ― 7 anos

Se você quer aprender amar melhor, tem que começar primeiro com alguém de quem você não gosta.
Nikka - 6 anos

Amar é quando você diz para um rapaz que gosta da sua camisa, então ele usa a camisa todo dia.
Noelle - 7 anos

Amar é quando mamãe dá ao papai o melhor pedaço do frango.


Elaine - 5 anos

Amar é quando a mamãe vê papai sujo e suado e mesmo assim, diz que ele é mais bonito que o Tom
Cruise.
Chris - 8 anos

Quando você ama alguém seus cílios ficam piscando apressados e milhares de pequenas estrelas saltam
de dentro de você.
Karen - 7 anos

Jamais diga "Eu te amo", a menos que você realmente ame de verdade. Mas se você realmente ama,
repita "eu te amo" muitas vezes. A pessoas esquecem facilmente.
Jéssica - 8 anos

Quando jovem eu queria transformar o mundo. Eu desejava ser tão importante que todas as pessoas
reconheceriam meu nome. Talvez quando eu chegar ao fim da minha vida eu me dê conta de que não
consegui meu intento. Mas não preciso chegar ao fim da minha vida para fazer a minha mais importante
descoberta; percebi o quanto tenho sido feliz. Eu amo alguém. Mudei a sua vida e ela mudou a minha, e
esta descoberta é essencial e fez minha vida valer a pena.

Se você amar e for amado, sua vida já fez uma enorme diferença. As pessoas morrem, mas o amor
nunca morre. Meu amor será repassado de uma vida para outra, para o coração dos meus filhos que, por
sua vez, o repassarão para os meus netos. Pessoas serão tocadas pelo amor com que amei meus filhos.
Daqui a décadas, mesmo depois da minha morte, meus netos serão tocados pela minha memória, como
meus filhos são tocados pelas memórias de meu pai quando lhes conto histórias que nos fazem chorar e
rir. Memórias do amor que demos e que recebemos. Essas memórias
não nascem da dor, mas da esperança no futuro.

Você quer alcançar sucesso e fazer uma diferença nesse mundo, deixando uma marca que será
lembrada para sempre? Então, aprenda uma verdade crucial. Deixamos uma marca no mundo, não por
causa das nossas conquistas, mas porque fomos amados por Deus e pelas pessoas que vivem a nossa
volta e amamos de volta. O amor pode não nos proteger da dor, morte e frustrações, mas ele fará com
que as dificuldades sejam mais suportáveis, o que já é suficiente o bastante para nos capacitar a
continuar a jornada.

O abismo que separa a vida de quem ama e é amado daquele que vive sem amar e ser amado é imenso.
Entre eles está a felicidade ou o desespero, a vida ou a morte, o céu ou o inferno. A escolha é sua!

extraído de http://www.silmarcoelho.com.br/artigos/154-definicao-de-amor-para-criancas.html