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FACULDADE DE ARQUITECTURA E PLANEAMENTO FÍSICO

A Arquitetura Barroca Inglesa

Docente: Jorge Campos História De Arquitetura


Discente: Augusto Raúl Paulino Jr Maputo, Janeiro de 2022
Índice
Introdução ................................................................................................................................... 1
Objectivos ....................................................................................................................................... 2
Geral:........................................................................................................................................... 2
Específicos: ................................................................................................................................. 2
Metodologia ................................................................................................................................ 2
Justificativa ................................................................................................................................. 2
Definição da Arquitetura Barroca inglesa....................................................................................... 3
Contextualização ............................................................................................................................. 3
Percursores da Arquitetura Inglesa ................................................................................................. 5
Características da arquitetura barroca inglesa................................................................................. 9
Referências .................................................................................................................................... 13
Conclusão...................................................................................................................................... 14
Introdução

A Inglaterra é uma das nações mais bonitas que constituem o Reino Unido. Muito rica e
moderna, ela atrai milhões de turistas todos os anos que desejam conferir sua história e cultura.
Dentre as diversas atrações do país, a arquitetura é um destaque, despertando bastante a
curiosidade das pessoas.
O presente trabalho foi elaborado de modo em que o leitor compreenda o que se pretende
transmitir sendo assuntos relacionados com o tema em destaque.

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Objectivos

Geral:

• Abordar sobre A Arquitectura Barroca Inglesa.


Específicos:

• Seus conceitos e funções;


• Suas características;
• E seus diversos tipos.

Metodologia

O presente trabalho foi realizado através de uma pesquisa bibliográfica com a finalidade de
abordar o tema em destaque, trabalho este que foi elaborado a partir de material já publicado na
internet.

Justificativa

O tema que aborda sobre “A Arquitectura Barroca Inglesa” tem a sua relevância para o estudo de
Arquitetura e Planeamento Físico, especificamente pois aborda assuntos envolvendo edifícios,
afectando assim de alguma forma o mesmo. Portanto, a pesquisa serve de base para o reforço do
conhecimento dos pesquisadores e de posteriores interessados na medida em que alberga a
multiplicidade de factores sobre o tema em destaque.

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Definição da Arquitetura Barroca inglesa

É um termo usado para referir aos modos de arquitetura inglesa que eram paralelos à arquitetura
barroca na Europa continental entre o Grande Incêndio de Londres (1666) e o Tratado de Utrecht
(1713). A estética barroca, cuja influência foi tão potente em meados do século XVII na França,
causou pouco impacto na Inglaterra durante o Protetorado e nos primeiros anos da Restauração.
Na arquitetura doméstica e na decoração de interiores, as qualidades barrocas às vezes podem ser
vistas na fase final do estilo Restauração, no estilo Guilherme e Maria, no estilo Rainha Ana e no
estilo georgiano inicial.

Contextualização

O estilo barroco surgiu na Itália após o Renascimento e foi definido pela abundância de ornamentos
e pela combinação de diferentes artes na decoração. À medida que o barroco se espalhou pela
Europa, tornou-se um estilo que demonstrou poder. Foi adotado pelos governantes e pela Igreja
Católica, esta última queria mostrar seu poder aos grupos protestantes.

O barroco inglês foi uma resposta ao estilo barroco que estava se desenvolvendo na Europa
continental. Naquela época, as ideias de Andrea Palladio ainda estavam muito presentes na
Inglaterra, mas o Grande Incêndio de Londres em 1666 mudou todo o quadro. Após este incidente,
arquitetos renomados se depararam com uma tela em branco e a oportunidade de desenvolver um
novo estilo. O barroco inglês tornou-se único na Inglaterra e sua influência durou até a segunda
década do século XVIII.

A renascença inglesa difere da italiana por diversos motivos. As formas dominantes de arte na
renascença inglesa eram a literatura e a música. As artes visuais inglesas foram muito menos
significativas, em termos de características renascentistas, do que na Itália. O período renascentista
inglês inicia-se tardiamente em relação ao italiano, este último tendo começado com Dante,
Petrarca e Giotto a partir de 1300, seguindo para o maneirismo e, posteriormente, para o barroco
por volta de 1550. Em contraste, a renascença inglesa iniciou-se por volta de 1520, seguindo até,
aproximadamente, 1620.

Fatores históricos e culturais podem ser elencados para explicar esse dito “atraso” inglês, no que
diz respeito às manifestações renascentistas. Os fatores históricos foram as Guerras dos Cem Anos
e das Rosas. Quanto aos culturais, é possível mencionar a mentalidade típica inglesa que tendia a
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valorizar o seu passado, rejeitando a mudança, com dificuldade para acolher novidades, o que
resultou em restrições à expansão do “italianismo”. Pode-se dizer que um ponto em comum entre
a Inglaterra e a Itália, no que diz respeito ao renascimento seria o gosto pela mesma estética musical
representado pelos madrigais.

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Percursores da Arquitetura Inglesa

Na arquitetura, Christopher Wren (1632-1723), foi o principal nome, tendo estudado em Roma e
na França, coincidentemente na época da construção do Palácio de Versalhes. Retomando a sua
terra após o incêndio que destruiu Londres, apresentou um projeto de reconstrução da cidade que
foi aprovado pelo rei. Sob o comando de Wren numerosas ruas, praças e edifícios foram
reconstruídos, destacando-se a catedral de São Paulo (muito parecida com a catedral de São Pedro
de Roma), os castelos de Winchester e Kensington, o hospital de Chelsea e o Trinity College em
Cambridge. Foi Wren quem determinou o uso de um tipo de habitação que durante dois séculos se
impôs na Inglaterra: as casas em tijolo vermelho escuro com janelas em guilhotina, fachada austera
e colunas clássicas em madeira com frontão emoldurando a porta de entrada.

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Christopher Wren presidiu a gênese do estilo barroco inglês, que diferia dos modelos continentais
por clareza de design e gosto sutil pelo classicismo. Seguindo o Grande Incêndio de Londres, Wren
reconstruiu cinquenta e três igrejas, onde a estética barroca é aparente principalmente na estrutura
dinâmica e múltiplas visões mutáveis. Sua obra mais ambiciosa foi a Catedral de São Paulo (1675-
1711), que é comparada com as igrejas de cúpula mais resplandecentes da Itália e da França. Neste
edifício majestosamente proporcional, a tradição palladiana de Inigo Jones é fundida com as
sensibilidades continentais contemporâneas em equilíbrio magistral. Menos influentes foram as
tentativas diretas de enxertar a visão de Bernini na arquitetura da igreja britânica (por exemplo,
por Thomas Archer em St. John, Smith Square, 1728) e o clima contemporâneo logo mudou para
a despojada ortodoxia do Palladianismo Britânico popularizada pelo influente Vitruvius de Colen
Campbell. Britannicus.

Wren também fosse ativo na arquitetura secular, a primeira casa de campo verdadeiramente
barroca na Inglaterra foi construída para um projeto de William Talman em Chatsworth,
começando em 1687. A culminação das formas arquitetônicas barrocas vem com Sir John
Vanbrugh e Nicholas Hawksmoor. Cada um deles era capaz de uma declaração arquitetônica
totalmente desenvolvida, mas eles preferiam trabalhar em conjunto, mais notavelmente em Castle
Howard (1699) e no Palácio de Blenheim (1705). A Appuldurcombe House, Ilha de Wight, agora
em ruínas, mas conservada pelo English Heritage, também deve ser mencionada.

Catedral de San Pablo en Londres Hospital de Greenwich (Londres, 1712)

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Palacio de Blenheim en Woodstock Elevación de la casa Seaton Delaval
Inigo Jones (1573-1652) introduziu a arquitetura renascentista, particularmente a arquitetura
palladiana na Inglaterra. Filho de um alfaiate católico de origem galesa, Inigo Jones começou seus
estudos como pintor e tornou-se cenógrafo e figurinista. Chamado para a corte da Dinamarca, ele
trabalhou para o rei Christian IV até 1605, quando voltou para casa. Antes de retornar a Londres,
no entanto, ele teve a oportunidade de ficar por um período na Itália. Na Inglaterra, ele entrou para
o serviço do rei Jaime I e foi nomeado arquiteto da corte. Para empurrar James I para confiar-lhe
a tarefa interveio o fato de que Jones tinha estado na Itália uma segunda vez, entre 1613 e 1614,
acompanhado pelo colecionador Thomas Howard, conde de Arundel. Durante a viagem os dois
amigos visitaram os centros artísticos de Emilia e Veneto e depois mudaram-se para Florença e
Roma. Durante a viagem de volta, Jones parou por um longo tempo na área de Vicenza, onde teve
a oportunidade de estudar em profundidade as obras de Andrea Palladio. De volta a Londres, o rei
deu-lhe a tarefa de construir a Casa da Rainha, perto de Greenwich. A residência, cujo trabalho
começou em 1616, foi inicialmente construída para a Rainha Ana da Dinamarca, mas após a morte
deste e de Jaime I, seu sucessor, Carlos, quis entregá-lo a sua esposa, Henrietta Maria. As obras
terminaram em 1635. O edifício, inspirado nas vilas de campo italianas construídas durante a
Renascença, em particular a Villa Medici de Poggio a Caiano, representa a nova orientação da
arquitetura inglesa e o distanciamento das formas medievais tardias.

Enquanto trabalhava na Casa da Rainha, Jones recebeu sua segunda maior tarefa. Em 1619, o rei
encarregou-o de construir o Salão de Banquetes no centro de Londres. Para a construção do
Palácio, que seria usado para as cortes, Jones retornou aos projetos de Andrea Palladio e projetou
um edifício monumental. O edifício fazia parte do complexo de edifícios de Whitehall e hoje é o
único que restou intacto. O salão de banquetes da Banqueting House era afrescado por Rubens,

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sob as ordens de Charles I. Ao lado das ordens comprometidas, Inigo Jones também foi escolhido
para a construção de obras públicas, como a praça em Covent Garden.

Os arquitetos emergentes da época eram todos estudantes de Inigio Jones, como Isaac de Caus
(1590-1648), ou seus familiares, como John Webb (1611-1672). Isaac de Caus, de origem
francesa, é o criador da Wilton House, a residência rural dos Condes de Pembroke, construída em
estilo veneziano. A casa inclui dois grandes quartos representativos, onde há algumas pinturas
feitas na época por van Dyck para a contagem de Pembroke. O design do Wilton House até
recentemente foi atribuído a Inigo Jones, enquanto hoje temos a certeza da autoria de Caus. John
Webb e Roger Pratt (1620-1684) são conhecidos pelo design de casas de campo comissionadas
pela nobreza após o retorno da monarquia. Webb construiu o palácio do rei Charles II no
Greenwich Hospital, enquanto Pratt era a residência da Clarendon House.

O segundo período clássico do barroco vê como seus representantes principais dois dos alunos de
Wren, John Vanbrugh (1664-1726) e Nicholas Hawksmoor (1671-1736). Eles operavam
essencialmente sob os reinados de Guilherme III de Orange, Anna Stuart e George I Hanover.
Vanburgh, de origem flamenga, cresceu em círculos aristocráticos e era um defensor da política
partidária de Whig, enquanto Hawskmoor, de origem camponesa, era um estucador. Em 1699,
ambos foram comissionados pelo conde de Carlisle para projetar Castle Howard, uma casa de
campo monumental em Yorkshire. O edifício inclui o palácio, um estábulo, uma capela e
numerosos pátios. O parque é rico em elementos arquitetônicos definidos como “históricos”,
incluindo obeliscos egípcios e templos gregos. Além destes, Hawksmoor também se dedicou à
construção de um grande mausoléu, que se tornou o túmulo da família Howard. O palácio, de
notável inovação, surpreendeu os contemporâneos pela cúpula de tambor, de caráter romano e
religioso. O outro grande projeto dos dois arquitetos foi aquele feito para o Palácio de Blenheim.
O palácio, um presente da nação para o Duque de Marlborough, vencedor do exército de Luís XIV
durante a Batalha de Blenheim, está localizado em Oxfordshire e se apresenta como outra
majestosa casa de campo. Como o Castelo Howard, o Blenheim Palace é uma união de diferentes
estilos arquitetônicos, mesmo que neste caso a herança inglesa esteja marcada: na verdade existem
elementos já utilizados por Inigo Jones para os edifícios de Londres, torres angulares que se
referem à era elisabetana e numerosas decorações ecoando a Idade Média.

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Os dois arquitetos foram acompanhados por muitos artistas menos conhecidos, que contribuíram
para a reconstrução da capital e para a decoração de grandes centros universitários, como Oxford
e Cambridge.

Características da arquitetura barroca inglesa

Como o Barroco era uma arquitetura de poder, era frequentemente usado para edifícios religiosos
e residências reais. Após o incêndio de 1666, o arquiteto Christopher Wren tomou a iniciativa e
começou a reconstruir inúmeras igrejas no estilo barroco.

Os arquitetos barrocos decidiram deixar a madeira de lado e usar tijolo e pedra na construção de
novos edifícios. Calcário e ardósia eram frequentemente usados para exteriores, e os materiais
mais nobres, como granito vermelho e cinza, eram usados frequentemente para interiores.

A arquitetura barroca na Inglaterra tinha uma aparência conservadora que poderia ser descrita
como tradicional e rígida. Isso deu a muitos edifícios barrocos ingleses um senso de movimento
mais fraco fechado em um ambiente menos dinâmico em comparação com outras construções
barrocas europeias. Por exemplo, os edifícios barrocos ingleses eram da cor dos materiais usados
na construção e não continham tinta ou estuque adicionados. Este estilo era consistente com as
ordens clássicas de Palladian. Ele costumava usar figuras clássicas, colunas, conchas e pilastras.
A simetria também era importante, especialmente para edifícios cívicos e religiosos.

O arquiteto Roger Pratt introduziu o conceito de casa de bloco retangular, que se tornou muito
popular. Consistia em um único volume retangular que abrangia todas as áreas da residência. As
diferentes hierarquias e importância dos quartos foram mostradas apenas nas fachadas. As casas
barrocas inglesas tinham chaminés agrupadas e portas e janelas de caixilho duplo.

O arranjo dos palácios barrocos e edifícios cívicos consistia em um volume central, enfatizado nas
dimensões, com alas simétricas nas laterais. As fachadas consistiam em um subsolo parcialmente
subterrâneo, um andar principal geralmente composto de dois níveis e um nível de acabamento
superior que só poderia ser usado na ala e nos pontos centrais dos edifícios. O teto costumava ser
imperceptível ao nível dos olhos.

As igrejas na Inglaterra foram construídas de forma mais rigorosa do que suas contrapartes
europeias, com menos espaços arejados. O layout da planta consistia em uma cruz latina. As

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fachadas possuíam elementos decorativos, como colunas, molduras, caixilharia e arcos. A cúpula
central era um elemento importante que enfatizava a intersecção dos quatro pontos da cruz.

Os interiores do barroco inglês eram altamente ornamentados, com padrões que seguiam os dos
palácios franceses. Os designers criaram salas laboriosas e excessivamente decoradas com a
intenção de exibir poder e riqueza. A ideia de usar móveis, tintas e esculturas na decoração dos
quartos era comum nesse período, com motivos recorrentes de torneiras, marchetaria floral,
cabeças de golfinho entalhadas, ornamentos em escala de peixe e curvas.

No estilo da Restauração, os painéis de madeira do estilo da Renascença que cobriam as paredes,


ficaram maiores, com certa influência do estilo Luís XIV, com excesso de dourados, espelhos e
tapetes. Mas essa tendência logo mudou, ficando a decoração mais de acordo com o temperamento
inglês. As lareiras, geralmente encimadas por espelho ou pintura, eram de mármore com desenhos
arquitetônicos e iam até o teto com acabamento em cornija. Os papéis de paredes com motivos
chineses passaram a serem usados. As portas e janelas tinham frontões, frisos e arquitraves, sendo
decorados com talhas de Gibbons. Os tetos tinham desenhos em relevo com flores, folhagem e
frutos, pintado e dourado.

O mobiliário também seguia a influência do estilo Luís XIV, confortável e luxuoso, aparecendo
também aí a talha de Gibbons. A madeira usada agora era a nogueira, sendo empregadas a
marchetaria, a laca japonesa e as pinturas com motivos orientais. Também o “motivo da coroa”,
símbolo da Restauração era muito usado nos móveis que adotaram a curva em “s” do Barroco,
principalmente nas cadeiras, camas e suportes de outros móveis. A iluminação era feita por meio
de lustres de ferro, prata ou cristal.
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Em suma, o Barroco era dotado de cunho ideológico religioso, com a finalidade de reafirmação da
Igreja Católica em face da Reforma Protestante, motivo principal pelo qual o Barroco não se
alastrou na Inglaterra, ao contrário do que ocorreu em países eminentemente católicos.

O Rococó na Inglaterra, Apesar de ser considerado uma derivação do Barroco, o estilo rococó,
que começou a florescer nos fins do século XVII e perdurou até quase o final do século XVIII,
pode ser distinguido como uma escola autônoma com preferência por tonalidades claras e suaves,
tons pasteis e douramento, menos contrastes de luz e cor, representação da aristocracia, vida
cotidiana e estilo decorativo

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Os jardins ingleses também sofrem influência do rococó e se rotularão com o nome de jardim à
inglesa e que irão suplantar os jardins estilizados até então em moda. Assim, vão-se inserir recantos
de natureza selvagem nos parques mais estilizados. O arquiteto e paisagista William Kent é um
dos primeiros a conceber paisagens livres das imposições do Barroco.

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Referências

https://www.hisour.com/pt/english-baroque-27718/

https://www.ateliearterestauracao.com.br/inglaterra-renascimento-barroco-e-rococo/

https://estudyando.com/arquitectura-barroca-inglesa-caracteristicas-y-ejemplos/

https://hmn.wiki/pt/English_Baroque

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Conclusão

Fim do trabalho, conclui-se que, a arquitetura barroca inglesa começou após o Grande Incêndio de
Londres em 1666 e se desenvolveu até o início do século XVIII. Os edifícios eram geralmente
construídos com tijolos e pedra e tinham uma aparência conservadora com influências das ordens
clássicas de Palladian. Simetria era a regra. Os interiores do barroco inglês eram altamente
ornamentados. As fachadas das mansões e edifícios cívicos consistiam em um subsolo
parcialmente subterrâneo, um andar principal e um nível superior. O desenho do plano das igrejas
consistia em uma cruz latina; as fachadas possuíam elementos decorativos e uma cúpula central
era utilizada para enfatizar o cruzamento dos quatro pontos da cruz. Os três movimentos artísticos
manifestaram-se mais em pequenos detalhes, ou seja, não provocaram uma reforma drástica no
modo de pensar inglês, ao contrário do que ocorreu com os países do sul da Europa, nos quais,
principalmente, o movimento renascentista galgou passos definitivos e firmes no caminho para a
era moderna.

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