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UINVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ-UESPI

Centro de Ciências da Saúde / FACIME


Coordenação do Curso de Enfermagem
Disciplina: História da Enfermagem

ORGANIZAÇÃO DA
ENFERMAGEM NO BRASIL

Dra. Mª Eliane Martins Oliveira da Rocha


ANTECEDENTES EXTERNOS DO
ENSINO DA ENFERMAGEM MODERNA
NO BRASIL.
Enfermagem Moderna tem início a partir da segunda
metade do século XIX com Florence Nightingale.
O Sistema Nightingale expandiu-se rapidamente a
princípio na própria Inglaterra e países escandinavos e,
posteriormente nos Estados Unidos e Canadá.
Estados Unidos, no período de 1873 a 1890 foram criadas trinta
e cinco escolas; em 1900 o número subiu a 432; em 1909 já
existiam 1096 escolas em funcionamento.

O primeiro curso universitário para a formação de enfermeiras


foi criado na Universidade de Minnessota, em 1909. Seis anos
após, em 1916, existiam quinze desses cursos em funcionamento
nos Estados Unidos. CARVALHO (1972)
ENSINO DA ENFERMAGEM MODERNA
NO BRASIL.
• Antes do advento da "Enfermagem
Moderna", a Enfermagem brasileira estava
nas mãos de irmãs de caridade e de
leigos (recrutados sobretudo entre ex-
pacientes e serventes dos hospitais).
• Cuidado empírico, seguiam exigências de
rotinas das Santas Casas de Misericórdia
espalhadas pelo Brasil.
(SILVA, 1986; ALMEIDA & ROCHA, 1986)
O ENSINO DE ENFERMAGEM
NO BRASIL, das primeiras
escolas à pós-graduação.
O ENSINO DE ENFERMAGEM
NO BRASIL

SÉCULO XVIII - XIX


• Instituições religiosas.
• Não havia o aprendizado teórico-prático.
• Não tinha importância o desenvolvimento
intelectual das(os) alunas(os).
• Confronto de poderes entre Estado, igreja
e medicina.
O ENSINO DE ENFERMAGEM
NO BRASIL

SÉCULO XIV - XX
• Período de 1890 a 1950, bastante rico em
acontecimentos que delinearam os
contornos da Enfermagem brasileira.
• Enfermagem busca sua autonomia
enquanto profissão da área da saúde,
procurando adequar-se às determinações
sociais e legais das Políticas de Saúde e
Educação.
CARVALHO (1972), FERNANDES (1985), GUSSI (1987), GERMANO (1993)
INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS
ESCOLAS
• No Brasil – Marechal Deodoro da Fonseca
através do decreto791 de 27/09/1890, criou
a Escola Profissional de Enfermeiros do
Hospital de Alienados - Escola Alfredo
Pinto (UNIRIO).
• Esta escola foi criada em virtude do
rompimento entre a igreja e o Estado.
• Inspirou-se na Escola de Salpetiére, na
França - modelos de treinamentos e
práticas.
Escola de Enfermagem Alfredo Pinto

• A “mais antiga” do Brasil (1890), foi criada com


objetivo de preparar as enfermeiras para
trabalhar nos hospícios e hospitais civis e
militares.
• Reformada por Decreto de 23 de Maio de
1939, onde o curso passou a três anos de
duração e era dirigida por enfermeiras
diplomadas.
• Foi reorganizada por Maria Pamphiro, uma
das pioneiras da Escola Anna Nery.
Escola de Enfermagem Alfredo Pinto

• Obrigação do internato para as alunas.


• Disciplina rígida quase militar.
• Obediência cega aos superiores e longas
horas de trabalho com redução do tempo
de lazer e de descanso ao mínimo
necessário.
Escola de Enfermagem Alfredo Pinto

• Seu currículo constava de: propedêutica


clínica, noções gerais de anatomia,
fisiologia, higiene hospitalar, curativos,
pequena cirurgia, assistência ao doente e
com os trabalhos de limpeza e higiene do
ambiente, administração interna,
estruturação do serviço sanitário.
Escola da Cruz Vermelha do RJ

• 1916 - Começou em com um curso de


socorrista, para atender às necessidades da
1ª Guerra Mundial.
• Os diplomas expedidos pela escola eram
registrados inicialmente no Ministério da
Guerra e considerados oficiais.
• Em 1920 criou o curso de visitadoras
sanitárias.
• Esta escola encerrou suas atividades.
O ENSINO DE ENFERMAGEM
NO BRASIL

• A institucionalização efetiva, somente


ocorre trinta anos depois com a criação
da Escola de Enfermeiras do
Departamento Nacional de Saúde
Pública (DNSP) em 1923, seguindo
modelo inglês de Florence Nightingale
(importado dos EUA).
ANNA NERY
Escola Anna Nery
• Foi criada em 1922, mas iniciou seu funcionamento
em 1923, com o nome de ESCOLA DE ENFERMAGEM
DO DNSP,
• Em 1926 passou a ser designada Escola de
Enfermagem Anna Nery (EEAN) e, em 1931, Escola
de Enfermagem da Universidade Federal do Rio de
Janeiro.

• A primeira diretora foi Miss Clara Louise Kienninger.

• Os cursos tiveram inicio em 19 de Fevereiro de 1923,


com 14 alunas.

• Em 1923, durante um surto de varíola, enfermeiras e


alunas dedicaram-se ao combate da doença
reduzindo o índice de mortalidade de 50% para 15%.
Escola Anna Nery
• 1ª escola organizada e dirigida por
enfermeiras.
• Decreto nº 20.109 de 15/07/31-
regulamenta o exercício de Enfermagem
no Brasil e exige a equiparação das
escolas de Enfermagem à Escola Anna
Nery.
• Marco fundamental para a Enfermagem
brasileira.
Escola Anna Nery
• Constituiu o início de uma nova era para a
Enfermagem brasileira; o mérito do
acontecimento deve-se, principalmente, a
seu Diretor, Carlos Chagas e ao grupo de
enfermeiras norte-americanas, trazidos
pela Fundação Rockefeller, para
prestarem serviço no DNSP, lideradas por
Ethel Parsons e Clara Louise Kienninver.
Escola Anna Nery
• As enfermeiras norte-americanas
assumiram a responsabilidade pela
direção e pelo ensino da escola.
• Influenciaram no conteúdo da legislação
que determinava o currículo a ser adotado
e no Decreto 20109/31 que instituiu a
Escola Ana Neri como "escola padrão"
para efeito de equiparação.

CARVALHO, 1972; FERNANDES, 1983; ALMEIDA & ROCHA,1986.


• A primeira turma de Enfermeiras diplomou-
se em 19 de Julho de 1925.

• Destacam-se desta turma as Enfermeiras Laís


Netto dos Reys, Olga Salinnas Lacôrte, Maria
de Castro Pamphiro e Zulema Castro.

• A primeira diretora brasileira foi Raquel


Haddock Lobo, pioneira da enfermagem
moderna no Brasil, faleceu em 25 de setembro
de 1933.
Escola de Enfermagem
Carlos Chagas

• Criada por Decreto nº. 10.925, de 7 de


Junho de 1933 em Minas Gerais,
primeira escola a funcionar fora da
capital da república.
• Direção de Laís Netto dos Reys.
• Além de pioneira entre as escolas
estaduais, foi a primeira a diplomar
religiosas no Brasil.
Escola de Enfermagem
Luisa de Marillac

• Fundada (1939 - RJ) e dirigida por Irmã


Matilde Nina, a escola representou um
avanço na Enfermagem Nacional, pois
recebia estudantes seculares e religiosas
de todas as Congregações.

• É a mais antiga escola religiosa no


Brasil e faz parte da União Social
Camiliana – RJ.
Escola Paulista de Enfermagem

• Fundada em 1939 pelas Franciscanas


Missionárias de Maria, foi a pioneira da
renovação da Enfermagem em São
Paulo, acolhendo também religiosas de
todas as Congregações.

• Uma das mais importantes


contribuições foi o início dos Cursos
de Pós-Graduação em Enfermagem
Obstétrica.
Escola de Enfermagem da USP

• Fundada com a colaboração da Fundação


de Serviços de Saúde Pública em 1944,
faz parte da Universidade de São Paulo.

• Sua primeira diretora foi Edith


Franckel, Superintendente do Serviço
de Enfermeiras do Departamento de
Saúde.
• A primeira turma diplomou-se em 1946.
As Escola de Enfermagem
• 1947 foram criados no Brasil, 16 cursos de
enfermagem.
• No período de 1947 a 1964 foram criados
mais 23 cursos, ou seja, um crescimento de
43,75% em 17 anos.
• Aumento do número de universidades
favoreceu a integração da maioria das escolas
de enfermagem integradas às universidades,
como unidades autônomas ou anexas à
faculdades de medicina.
As Escola de Enfermagem -
INFLUÊNCIAS
• A expansão do ensino da enfermagem nas
décadas de 30,40 e 50 aconteceu a partir
de uma realidade social definida, num
contexto de acelerados processos de
urbanização e industrialização, das quais
as políticas educacionais e de saúde
eram reflexos.
• Saúde pública → especialidade, hospitais...
As Escola de Enfermagem –
influências
• A moral religiosa faz com que a enfermagem,
ainda neste período, seja considerada sob o
prisma da abnegação e da vocação, duas
qualidades que as escolas deveriam cultivar na
formação do enfermeiro
• A expansão se dá atrelada ao aumento do
número de hospitais, e como uma forma de
diminuir a problemática da quantidade de
enfermeiros nestes locais como também da
absorção de mão de obra mais barata.
BARROS,1985).
As Escola de Enfermagem –
influências
• Em 1949 ocorre a primeira modificação do
currículo das escolas de enfermagem.
• A Lei 775/49 (BRASIL, 1974), refletia um ensino
voltado para a área hospitalar.
• O modelo de prática hospitalar era centrado no
modelo clínico, na qual a prática médica era
fragmentada, subdividida em especializações.

• Para SILVA et al (1979), novamente o marco


conceitual busca atender ao mercado de
trabalho.
Os Programas de Ensino
de Enfermagem
Os Programas de Ensino
de 1923 a 1926

• Influência norte-americana
• Participação das enfermeiras
visitadoras.
• Subordinação a prática médica.
• Ensino voltado à assistência
hospitalar.
• A prática era realizada quase toda na
área hospitalar.
Características do Programa
Curricular de 1923
- Nível superior.
- Formação precária das mulheres daquela
época devido → Pouco acesso à educação.
• Baseado no modelo EUA 1917.
• Centrado na formação hospitalar.

• EEAN – teve o modelo direcionado para o


currículo norte-americano – medicina curativa
e hospitalar.
• EEAN- 11% destinado para Saúde Pública.
O Exercício da Enfermagem na
Década de 30
• Mesmo com o foco na saúde pública, o
período caracteriza-se definitivamente
num modelo de assistência hospitalar.
• 1926- Criação da ABEn = Associação de
Enfermeiras Diplomadas
• 1945 Criada a Divisão de Ensino de
Enfermagem, depois designada como
Divisão de Educação (SP / H).
Divisão de Educação
• Organizar o ensino

• Currículo teórico mínimo


• Duração dos estágios
• Estabelecer normas para a formação de
auxiliares de enfermagem
O Currículo de 1949

• A divisão de educação - ABEn assumiu


a responsabilidade de elaborar o
currículo e determinar o regime escolar
dos cursos previstos
• Conteúdos eram de especialidades
médicas.
• Continua o modelo de ensino norte-
americano.
O Currículo de 1949

- Elaboração e discussão do Projeto


que deu origem a Lei n.775/49, que
regulamenta o ensino de
Enfermagem.

- Prevalecia o fazer, na repetição de


técnicas.
ENTRELINHAS DA LEI 775/49
• Oficialização do curso
de auxiliar de
enfermagem em 1949;

• Precariedade da Saúde
Pública fora da capital:
2.633 enfermeiras
diplomadas.
Escola de Auxiliar de Enfermagem Maria Antoinette Blanchot, em sua sede
própria, na década de 60.
ENTRELINHAS DA LEI 775/49

• Ensino de Enfermagem: formação de


enfermeiras de alto padrão → baixo
quantitativo;
• SOLUÇÕES....
• Criar mais escolas;
• Encurtar o curso de Enfermagem;
• Reduzir as exigências acadêmicas ou...AE
ENTRELINHAS DA LEI 775/49

• D. Lays Netto dos Reys, diretora da


Escola de Enfermagem D. Anna Nery
(1943-1946);
• Miss Ella Haisejeader, enfermeira da
missão norte americana: presidiu a
Comissão designada pela Associação
Brasileira de Enfermeiras Diplomadas
(ABED) sobre a tese do auxiliar de
enfermagem.
ENTRELINHAS DA LEI 775/49

• O texto da Lei foi inspirado no mesmo


pensamento que embasava as Leis
Orgânicas do Ensino - Técnicos;

• Jogos de forças internas e externas à


categoria...;

• Oficialização de uma situação existente;


ENTRELINHAS DA LEI 775/49
• A colocação definitiva do curso de
Enfermagem “dentro das
universidades”;
• A garantia do direito privativo das
enfermeiras diplomadas ocuparem
cargos de chefia dos serviços de
enfermagem nos hospitais;
• “Controle da qualidade” dos vários cursos
de enfermagem espalhados pelo país.
ENTRELINHAS DA LEI 775/49

• A revogação do Artigo 2º do Decreto Nº


20109/31 que rezava: “A Escola Anna Nery
será considerada a Escola oficial padrão”;
• Encerra-se o período do “padrão Anna
Nery”;

• Consolidação da inserção da
Enfermagem no ensino universitário -
1937.
AS MUDANÇAS NA FORMAÇÃO
DO ENFERMEIRO

• Reformulação na formação – Mudanças


na Política de Saúde e Modelos
Assistenciais.

• Lei do Exercício Profissional – Atender


algumas demandas do mercado de
trabalho e Regulamentar as ações da
enfermeira e demais componentes da
equipe de enfermagem.
A inserção do vestibular na
Enfermagem

• VII Congresso Nacional de


Enfermagem 1954.

• Recomendava a seleção através de


vestibular e testes psicotécnicos.
1957
• Reunião com as Diretoras de Escolas de
Enfermagem e Obstetrícia.
• O encontro resultou em 2 relatórios
distintos- prevaleceu ABEn.

• Três níveis de formação


Superior – 3 anos
Médio - Técnico
Elementar - Auxiliar
Lei n.4024/61

• Diretrizes e Bases da Educação


Nacional
• Criado o Conselho Federal de Educação
• Após várias discussões, no relatório
decidia a duração do curso em 4 anos,
com concurso para ingresso e cursos
de pós-graduação.
Comissão de Peritos de
Enfermagem
• Comissão CFE, 3 médicos
apresentaram sugestões que
resultaram Parecer n.271/62, reduziu a
duração do curso para 3 anos,
especialização no 4 ano optativo,
eliminação da disciplina em Saúde
Pública.
• 1964 – 1974 consolidação do
autoritarismo que promoveu reformas
institucionais.
Reforma Universitária 1968
Lei 5.540/68 - Fixou as normas de organização e
funcionamento do ensino superior e sua articulação
com o ensino médio. É resultado de um processo
iniciado na déc de 40, com o intuito de modernizar e
democratizar o ensino superior.
Em 1968- Comissão de Educação da ABEn elaborou a
proposta para a revisão do currículo mínimo do Curso
de Enfermagem e Obstetrícia.
• 2 semestres básicos e 6 de formação profissional.
• Inclusão da Enfermagem em Saúde Pública.
• Opção no último ano: Enf. Obstétrica, Enf. da
Comunidade e Enf. Médico- Cirúrgica.
Seminário na Escola de Enfermagem
da Universidade de São Paulo

• Discussão sobre:
- Currículo.
- Duração de 4 anos.
- Inclusão da disciplina Saúde Pública
- Redução da férias.
- Redução da carga horária de campo, para
reduzir a evasão.
O Currículo Mínimo de 1972

• O parecer do CFE n.162/72 reformou o


currículo mínimo criando habilitações
em Saúde Pública, Enfermagem
Médico-cirúrgica e Obstetrícia, para
serem cursadas de forma optativas;
• Ênfase ao modelo hospitalar e
especialização precoce;
• Fragmentação do eixo de formação.
Na década de 80
• Momento de redemocratização, a
enfermagem também vivencia um Movimento
Participação que tinha como propósito aliar-
se ao projeto da Reforma Sanitária.

• SUS, necessidade de incorporar conteúdos que


atendessem as necessidades sociais, o que
levou novamente debates entre ABEn, Escolas
de Enfermagem, Comissão de Especialistas de
Enfermagem da Secretaria de Educação
Superior ( SESu) do MEC.
• Seminário Nacional sobre Currículo mínimo
em 1989.
Reformulação do currículo em
1991- uma proposta

Perfil sanitário e Organização dos Processo de trabalho


epidemiológico serviços de saúde Em enfermagem

Articulação entre o
Ensino e os
Serviços.
Reformulação do currículo em
1991- uma proposta
• Extinção das habilitações.
• Aumento de carga horária.
• Redimensionamento dos conteúdos das
ciências humanas e biológicas.
• Valorização do compromisso com a
sociedade.
• Reflexão prática profissional.
• Resultou o Parecer n.314/94.
O Currículo Mínimo de 1994
• Parecer n.314/94 reformula o currículo mínimo, a carga
horária passa a ser 3.500 horas/aula, incluindo as 500
horas destinadas ao estágio curricular
supervisionado.
• Participação dos enfermeiros no ensino e serviço.
• O currículo deveria conter disciplinas relativas as
ciências biológicas e humanas e nas 4 áreas
temáticas: bases biológicas e sociais da enfermagem,
fundamentos da enfermagem, assistência de
enfermagem e administração em enfermagem.
• Retornaram os conteúdos relativos a saúde pública.
• Mantendo-se nas disciplina a subdivisão das
disciplinas médicas.
Lei das Diretrizes e Bases da
Educação Nacional- LDB
• Em 1996 foi publicada a LDB n.9.394 que
extingue o currículo mínimo e estabelece as
diretrizes curriculares como responsáveis
pelos rumos da formação superior.

• Em 1997 o MEC e IES apresentaram proposta


para as Diretrizes Curriculares Nacionais
articulado com envolvimento da ABEn nos
Seminários Nacionais de Diretrizes para a
Educação em Enfermagem
Currículo 1999
• CH 4.000h/a
• 8 semestres
• Estágio curricular no mínimo 500h com
docente e participação dos enfermeiros
dos serviços de saúde.
• Estágio curricular não poderia substituir o
ensino clínico
Fórum Nacional de Cursos, Escolas e
Faculdades de Enfermagem
• 51º Congresso Brasileiro de Enfermagem
• 10º Congresso Panamericano de
Enfermería
• CH mínima 3.500h/a
• 8 semestres
• Estágio supervisionado
• Realização de monografia para a
conclusão
4º SENADEn, 2000
- Enfermagem: novas tendências e
perspectivas político-pedagógicas;
- Competências e habilidades devem
assegurar a articulação entre o ensino, a
pesquisa e a extensão;
- Estágio curricular supervisionado- articular
ensino e serviço;
- Avaliação institucional baseada PPP;
• RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 3, DE 7 DE
NOVEMBRO DE 2001Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Graduação em Enfermagem.
ENFERMAGEM, 2009
• Enfermagem novas tendências e
perspectivas político pedagógicas.

- Competências e habilidades devem


assegurar a articulação entre o ensino, a
pesquisa e a extensão.
• CH mínima de 4.000h/a
• Integralização mínimo: 5 anos / 10
semestres.
ENFERMAGEM, 2009
• O Ministro da Educação Fernando Haddad
Parecer do Conselho Nacional de
Educação (Parecer CNE / CES) -
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE
2009 - fixa em quatro mil horas a carga
horária mínima, e duração mínima de cinco.

• Tentativa de lei para o Técnico de Enfermagem


cursar apenas 2 (dois) anos de faculdade para
Enfermagem!!??
“Todo amanhã se cria num ontem através de
um hoje.

De modo que nosso futuro baseia-se no


passado e se corporifica no presente.

Temos de saber o que fomos e o que somos


para saber o que seremos”
(Paulo Freire)

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