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A b é u na produção de energa a parr de processos como a combusão
de maera orgânco produzda e acumuada em um ecosssema, porém nem oda a
produção prmára passa a ncremenar a bomassa vegea do ecosssema. Pare dessa
energa acumuada é empregada peo ecosssema para sua própra manuenção. Suas
vanagens são o ba o cuso, é renováve, perme o reaproveameno de res duos e é
menos pouene que ouras formas de energas como aquea obda a parr de
combus ves fósses.

A quema de bomassa provoca a beração de dóxdo de carbono na amosfera, mas


como ese composo hava sdo prevamene absorvdo peas panas que deram orgem
ao combus ve, o baanço de emssões de CO2 é nuo.

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[esconder]

§Y Ú Uzação da bomassa como combus ve


§Y 2 Maeras
§Y Œ Produos dervados da bomassa
§Y £ Empreendmenos no ras
§Y º Impacos ambenas e caueas necessáras
§Y Ñ Lgações exernas
§Y ÿ Referêncas

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Um dos prmeros empregos da bomassa peo ser humano para adqurr energa eve
n co com a uzação do fogo como fone de caor e uz. O dom no desse recurso
naura rouxe ao homem a possbdade de exporação dos mneras, mnéros e meas,
marcando novo per odo anropoógco. A madera do mesmo modo fo por um ongo
per odo de empo a prncpa fone energéca, com ea a cocção, a sderurga e a
cerâmca foram empreenddas. Óeos de fones dversas eram uzados em menor
escaa. O grande sao da bomassa deu-se com o adveno da enha na sderurga, no
per odo da Revoução Indusra.

Nos anos que compreenderam o sécuo XIX, com a reveação da ecnooga a vapor, a
bomassa passou a er pape prmorda ambém para obenção de energa mecânca com
apcações em seores na ndúsra e nos ranspores. A despeo do n co da exporação
dos combus ves fósses, como o carvão mnera e o peróeo, a enha connuou
desempenhando mporane pape energéco, prncpamene nos pa ses ropcas. No
ras, fo aproveada em arga escaa, angndo a marca de £  da produção
energéca prmára, porém, para o meo-ambene um vaor como esse não é movo
para comemorações, afna, o desmaameno das foresas braseras aumenou nos
úmos anos.

Durane os coapsos de fornecmeno de peróeo que ocorreram durane a década de


Úÿ , essa mporânca se ornou evdene pea ampa uzação de argos procedenes
da bomassa como ácoo, gás de madera, bogás e óeos vegeas nos moores de
combusão nerna. Não obsane, os moores de combusão nerna foram
prmeramene esados com dervados de bomassa, sendo pracamene unânme a
decaração de que os combus ves fósses só obveram prmaza por faores
econômcos, como ofera e procura, nunca por quesões écncas de adequação.

Para obenção das mas varadas fones de energa, a bomassa pode ser uzada de
manera vasa, drea ou ndreamene. O menor percenua de poução amosférca
goba e ocazado, a esabdade do cco do carbono e o maor emprego de mão-de-
obra, podem ser menconados como aguns dos benef cos de sua uzação.

Iguamene, em reação a ouras formas de energas renováves, a bomassa, como


energa qu mca, em posção de desaque devdo à aa densdade energéca e peas
facdades de armazenameno, câmbo e ranspore. A semehança enre os moores e
ssemas de produção de energa de bomassa e de energa fóss é oura vanagem, dessa
forma a subsução não era um efeo ão mpacane nem na ndúsra de produção de
equpamenos nem nas bases nsu das para ranspore e fabrcação de energa eérca.

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§Y A enha é muo uzada para produção de energa por bomassa. No ras, 'á
represenou £  da produção energéca prmára. A grande desvanagem é o
desmaameno das foresas;
§Y agaço de cana-de-açúcar;
§Y Pó de serra;
§Y Pape 'á uzado;
§Y ahos e fohas decorrenes da poda de árvores em cdades ou casas;
§Y Embaagens de papeão descaradas após a aqusção de dversos
eerodoméscos ou ouros produos.
§Y Casca de arroz.
§Y Capm-eefane[Ú]

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Aguns exempos de produos dervados da bomassa são

§Y o-óeo  qudo negro obdo por meo do processo de próse cu'as


desnações prncpas são aquecmeno e geração de energa eérca.
§Y ogás meano obdo 'unamene com dóxdo de carbono por meo da
decomposção de maeras como xo, amenos, esgoo e eserco em dgesores
de bomassa.
§Y omass-o-Lquds  qudo obdo em duas eapas. Prmero é reazado um
processo de gasfcação, cu'o produo é submedo ao processo de Fscher-
Tropsch. Pode ser empregado na composção de ubrfcanes e combus ves
 qudos para uzação em moores do cco dese.
§Y Eano Ceuósco eano obdo aernavamene por dos processos. Em um
dees a bomassa, formada bascamene por moécuas de céuose, é submeda
ao processo de hdróse enzmáca, uzando váras enzmas, como a ceuase,
ceobase e ȕ-gcosdase. O ouro processo é composo pea execução sucessva
das rês segunes fases gasfcação, fermenação e desação.
§Y oeano "comum" feo no ras à base do sumo exra do da cana de açúcar
(cado-de-cana). Há pa ses que empregam mho (caso dos Esados Undos) e
beerraba (da França) para a sua produção. O ssema à base de cana-de-açúcar
empregado no ras é mas váve do que o uzado peo amercano e francês.
§Y odese é feo do dendê, da mamona e da so'a.
§Y Óeo vegea Pode ser usado em Moores dese usando a ecnooga Esbe

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No ras exsem agumas ncavas nese seor, sobreudo na seção de ranspores. A
USA, éer e co, óeo de mamona e aguns composos de ácoo como a azuna e a
moorna, foram produzdos em subsução à gasona com sucesso, da década de Ú2
aé os prmeros das da dezena segune; per odo do coapso decorrene da Prmera
uerra Munda.

A msura do ácoo na gasona, ncada por e em ÚŒÚ, permu ao ras a mehora
do resuado dos moores de combusão de forma garanda e hgênca; o uso de
advos venen feros como o chumbo era e co, que de manera smar foram
uzados em ouros pa ses para o aumeno das caracer scas andeonanes da
gasona, fo evado. É de grande mporânca a aumeno, pos faca o uso de maor
axa de compressão nos moores a exposão.

O Pró Ácoo pracado nos anos de Úÿ , consodou a opção do ácoo como
aernava à gasona. Não obsane os probemas enfrenados como queda nos vaores
nernaconas do peróeo e oscações no preço do ácoo, que afearam por váras
vezes a ofera nerna do ácoo, os efeos da esraéga governamena sobrevvem em
seus ncremenos. A gasona brasera é uma msura conendo 2º de ácoo e a
meodooga de fabrcação do carro a ácoo angu n ves de exceênca. Os probemas
enfrenados na década de Ú de desabasecmeno de ácoo que geraram a queda na
busca do carro a ácoo dexaram de ser uma ameaça ao consumdor graças à recene
ofera dos carros bcombus ves.

Recenemene, o programa do bodese esá sendo mpanado para a nserção do óeo


vegea como compemenar ao óeo dese. Prmeramene a msura será de aé 2 do
dervado da bomassa no dese com um aumeno gradavo aé o percenua de 2 
num per odo de dez anos.

O expermeno brasero não esá mado apenas à esfera dos ranspores, o seor de
energa eérca em sdo favorecdo com a n'eção de energa procedene das usnas de
ácoo e açúcar, geradas a parr da ncneração do bagaço e da paha da cana-de-açúcar.
Ouros deros como paha de arroz ou serragem de madera ambém susenam
agumas ermoeércas peo pa s.

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A despeo das convenêncas referdas, o uso da bomassa em arga escaa ambém
exge ceros cudados que devem ser embrados, durane as décadas de Ú e Ú o
desenvovmeno mpeuoso da ndúsra do ácoo em nosso pa s ornou so evdene.
Empreendmenos para a uzação de bomassa de forma ampa podem er mpacos
ambenas nqueanes. O resuado poder ser desrução da fauna e da fora com
exnção de ceras espéces, conamnação do soo e manancas de água por uso de
adubos e ouros meos de defesa mane'ados nadequadamene. Por sso, o respeo à
bodversdade e a preocupação ambena devem reger odo e quaquer neno de
uzação de bomassa.

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