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SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO

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PROCEDIMENTO

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO

PR.TT.COGT.005 LIBERAÇÃO E NORMALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS 00

APROVADO POR VIGÊNCIA

INÍCIO FIM
HUDSON EDUARDO SANTOS INDRIGO - CGP
09/11/2020 09/11/2022
TÍTULO CÓDIGO VERSÃO

PR.TT.COGT.005 00
VIGÊNCIA
Liberação e Normalização de Equipamentos
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SUMÁRIO

OBJETIVO .............................................................................................................................................................. 6
HISTÓRICO DAS REVISÕES ..................................................................................................................................... 6
APLICAÇÃO ............................................................................................................................................................ 6
REFERÊNCIAS EXTERNAS ....................................................................................................................................... 6
ESTRUTURA DE DOCUMENTOS DO PROCESSO DE LIBERAÇÃO – VISÃO GERAL ...................................................... 7
DEFINIÇÕES ........................................................................................................................................................... 8
CONTROLE DE PERMISSÃO - CP ............................................................................................................................10
7.1. Definição ........................................................................................................................................................10
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7.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................10
7.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................10
7.4. Critério para a Solicitação ...............................................................................................................................10
7.5. Responsabilidades ..........................................................................................................................................10
7.6. Considerações Gerais para Utilização..............................................................................................................10
7.7. Preenchimento do Controle de Permissão ......................................................................................................11
7.7.1. Título .........................................................................................................................................................11
7.7.2. Local ..........................................................................................................................................................11
7.7.3. Equipamento Principal ..............................................................................................................................11
7.7.4. Classificação ..............................................................................................................................................11
7.7.5. Programação .............................................................................................................................................11
7.7.6. Condições de Impedimento e Segurança ...................................................................................................11
ORDEM DE SERVIÇO - OS ......................................................................................................................................11
8.1. Definição ........................................................................................................................................................11
8.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................11
8.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................11
8.4. Critério para a Utilização.................................................................................................................................12
8.5. Responsabilidades ..........................................................................................................................................12
8.6. Considerações Gerais para Utilização..............................................................................................................12
8.6.1. Na fase de elaboração ...............................................................................................................................12
8.6.2. Na fase de liberação ..................................................................................................................................12
8.6.3. Na fase de normalização ...........................................................................................................................13
8.7. Preenchimento da Ordem de Serviço – OS ......................................................................................................13
AUTORIZAÇÃO DE IMPEDIMENTO OPERATIVO - AIO ............................................................................................13
9.1. Definição ........................................................................................................................................................13
9.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................13
9.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................13

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9.4. Critério para a Utilização.................................................................................................................................13


9.5. Responsabilidades ..........................................................................................................................................13
9.6. Condições Gerais para a Utilização .................................................................................................................14
9.7. Preenchimento da Autorização de Impedimento Operativo - AIO ..................................................................14
9.7.1. Título .........................................................................................................................................................14
9.7.2. Local ..........................................................................................................................................................14
9.7.3. Equipamento Principal ..............................................................................................................................14
9.7.4. Programação .............................................................................................................................................14
9.7.5. Condições de Impedimento e Segurança ...................................................................................................14
9.7.6. Aba de Execução .......................................................................................................................................15
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9.8. Tabela de Descrição para Condições de Impedimento ....................................................................................15
10 AUTORIZAÇÃO LOCAL - AL ....................................................................................................................................16
10.1. Definição ........................................................................................................................................................16
10.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................16
10.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................16
10.4. Critério para a Utilização.................................................................................................................................16
10.5. Responsabilidades ..........................................................................................................................................16
10.6. Condições Gerais para a Utilização .................................................................................................................16
10.7. Preenchimento da Autorização local - AL ........................................................................................................16
10.7.1. Título .........................................................................................................................................................16
10.7.2. Local ..........................................................................................................................................................16
10.7.3. Equipamento Principal ..............................................................................................................................16
10.7.4. Programação .............................................................................................................................................16
10.7.5. Condições de Impedimento e Segurança ...................................................................................................17
PLANO DE MANOBRAS - PM.................................................................................................................................17
11.1. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................17
11.2. Finalidade .......................................................................................................................................................17
11.3. Elaboração ......................................................................................................................................................17
11.4. Utilização ........................................................................................................................................................17
11.5. Preenchimento do Plano de Manobras - PM ...................................................................................................18
MENSAGEM OPERATIVA - MO..............................................................................................................................18
12.1. Definição ........................................................................................................................................................18
12.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................18
12.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................18
12.4. Considerações Gerais para Utilização..............................................................................................................18
AUTORIZAÇÃO PARA IMPEDIMENTO DE EQUIPAMENTO DE INTERLIGAÇÃO - AI .................................................19

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13.1. Definição ........................................................................................................................................................19


13.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................19
13.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................19
13.4. Considerações Gerais para Utilização..............................................................................................................19
AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHOS EM EQUIPAMENTOS DE INTERLIGAÇÃO ENERGIZADOS - ATEIE ......................19
14.1. Definição ........................................................................................................................................................19
14.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................19
14.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................19
14.4. Considerações Gerais para Utilização..............................................................................................................19
AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHOS EM LINHA VIVA - ATLV ....................................................................................20
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15.1. Definição ........................................................................................................................................................20
15.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................20
15.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................20
15.4. Considerações Gerais para Utilização..............................................................................................................20
INFORME DE ANOMALIA ......................................................................................................................................20
16.1. Definição ........................................................................................................................................................20
16.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................20
16.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................20
16.4. Utilização ........................................................................................................................................................20
CARTÃO DE AVISO DE INFORME - CAI ..................................................................................................................21
17.1. Definição ........................................................................................................................................................21
17.2. Impresso a ser Utilizado ..................................................................................................................................21
17.3. Finalidade do Documento ...............................................................................................................................21
17.4. Utilização ........................................................................................................................................................21
EXECUÇÃO DA LIBERAÇÃO ...................................................................................................................................21
18.1. Itens a serem observados: ..............................................................................................................................21
18.2. Liberação para Serviços em Equipamentos de Outras Empresas nas Instalações da EDP ................................22
18.3. Liberação para Serviços de Terceiros em Equipamentos da EDP Instalados nas Instalações ...........................22
18.4. Serviços adicionais ..........................................................................................................................................23
18.5. Abertura de Jumper para Garantir Isolamento de Seccionadora para Execução de Serviços ...........................23
18.6. Retorno à Operação ........................................................................................................................................23
PROCESSO DE LIBERAÇÃO ....................................................................................................................................24
19.1. Definição ........................................................................................................................................................24
19.2. Finalidade .......................................................................................................................................................24
19.3. Conteúdo ........................................................................................................................................................24
19.4. Arquivo do Processo .......................................................................................................................................24

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OBSERVAÇÕES GERAIS .........................................................................................................................................24


REGISTROS DA QUALIDADE ..................................................................................................................................24
ANEXOS ................................................................................................................................................................24
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OBJETIVO
Estabelecer e padronizar os procedimentos a serem seguidos durante as etapas do processo de liberação e
normalização de equipamentos e/ou instalações para a execução de serviços, bem como a documentação
necessária.

HISTÓRICO DAS REVISÕES


Versão Início da Vigência Responsáveis Seções atingidas / Descrição

00 09/11/2020 Elaboração: Moisés C. Gonçalves Emissão inicial.


Aprovação: Husdon Eduardo S. Hindrigo

APLICAÇÃO
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Este procedimento aplica-se ao Centro de Operação da Geração e Transmissão (COGT) da EDP e suas as Instalações
de Transmissão, pertencentes aos Agentes de Transmissão controladas exclusivamente pelo Grupo EDP Energias do
Brasil e naquelas onde haja acordo para tal, conforme lista de distribuição:
LISTA DE DISTRIBUIÇÃO
COGT EDT Transmissão EDP MAI EDP MAII
EDP Aliança EDP SP-MG EDP Litoral Sul --

REFERÊNCIAS EXTERNAS
● Procedimento de Rede, submódulo 10.5 – ONS;
● Rotina Operacional, RO-EP.BR.01 – ONS;
● Procedimento de Segurança, PR.DO.01.00.003 – EDP;
Procedimento de Operação, PR.CG.COGT.001 – EDPC

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ESTRUTURA DE DOCUMENTOS DO PROCESSO DE LIBERAÇÃO – VISÃO GERAL

A estrutura tem por objetivo visualizar de forma rápida e global como os documentos se relacionam nas etapas de
programação e execução dos serviços, conforme Figura 1.

Processo SAP PLM Processo


Sistêmico OS Plano - Nota Local

SGO SGO

CP - Controle de Permissões CP - Controle de Permissões


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OS – Ordem de OS – Ordem de
Informe Informe
Serviço Serviço

AIO AL

PM PM

AI / ATEIE

PM

Figura 1 - Estrutura de Documentos

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DEFINIÇÕES
Termos e vocábulos não usuais (siglas, termos Técnicos e palavras) que devem ser comuns ao vocabulário da EDP.
Termo empregado para informar que um equipamento de manobra está na posição
Aberto / Fechado
aberta ou fechada dando ou não continuidade elétrica e ou mecânica ao circuito;
Aterramento Ligação elétrica intencional com a terra em caráter permanente ou temporário;
Aterramento empregado para fazer a ligação elétrica de uma parte condutora de um
Aterramento Móvel
circuito ou equipamento desenergizado a um ponto de aterramento para fins de
Temporário
segurança do trabalho;
Parte de uma subestação que compreende a área, as estruturas e os equipamentos
Bay
diretos e proximamente associados a um determinado elemento funcional;
Bloqueado / Termo empregado para informar que um equipamento está impedido ou não de
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Desbloqueado executar mudança de estado de operação temporariamente;

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Consiste em retirar a alimentação em corrente contínua e ou corrente alternada do
Bloqueio de
comando e ou do motor da chave seccionadoras e ou da chave de aterramento, bem
seccionadoras e chaves
como ativar o travamento mecânico do seu mecanismo, através de cadeados ou outros
de aterramento
dispositivos, com a finalidade de impedir o acionamento da mesma;
Fenômeno provocado pela presença da tensão podendo agir em qualquer corpo e ou
Campo Elétrico
objeto que esteja nas proximidades do condutor energizado;
Fenômeno provocado pela presença de corrente elétrica podendo agir em qualquer
Campo Magnético
corpo e objeto que esteja nas proximidades do condutor em carga;
CG Diretoria de Operação e Manutenção;
CGP Gestão Executiva de Planejamento, Engenharia e O&M;
CGPO Gestão Operacional do Centro de Operação da Geração e Transmissão;
COGT Centro de Operação da Geração e Transmissão;
COSR Centro de Operação do Sistema Regional do ONS;
Profissional da área de operação e/ou manutenção da empresa ou à serviço da
Empregado Habilitado empresa, treinado e habilitado pela área de operação à executar manobras de
da Operação - EHO liberação e normalização em instalações e subestações, ou seja, em instalações
desassistidas;
Energizado / Termo utilizado para informar que um equipamento ou instalação está com ou sem
Desenergizado tensão;
Indisponibilização de equipamentos para o Sistema eletroenergético. Os
Impedimento Operativo
impedimentos operativos são classificados em: programado, urgência e emergência;
Documento para relatar equipamento com defeito ou inoperante aguardando
Informe de Anomalia
Intervenção da área de manutenção responsável.
Intertravamento Sistema elétrico e ou mecânico de bloqueio inter-relacionado entre equipamentos;
Conjunto de partes, elétricas ou não elétricas, necessárias ao funcionamento de um
Instalação sistema elétrico ou de algum de seus elementos. Usinas hidrelétricas, subestações,
linhas de transmissão e centros de operação são exemplos de instalação;
Liberação / Condição de um determinado equipamento ou instalação, colocado a disposição da
Normalização área de manutenção e ou operação;
“Lock-out / Tag-out”, ou bloqueio e sinalização. Consiste em bloquear e sinalizar as
LOTO
fontes de energia perigosas;

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Conjunto de condutores nus interligados, enterrados no solo e conectados aos


Malha de Aterramento
eletrodos de aterramento;
Profissional capacitado e habilitado para atuar na área de operação e manutenção de
Mantenedor
instalações;
Ocorrência indesejada em um sistema ou equipamento elétrico, provocada por uma
Perturbação ação ou desligamento automático de origem externa ou interna, que tenha reflexos
imediatos na operação do sistema prejudicando seu funcionamento normal;
PR Sigla designada para “Procedimentos”
Documento no qual deverão constar as manobras necessárias para liberação e
Plano de Manobra
normalização de equipamentos/instalações;
São todos equipamentos cujos impedimentos necessitam de análise e aprovação por
Rede da Empresa
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parte da Pré-Operação do COGT;

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São todos equipamentos pertencentes à Rede Básica, Rede Complementar e/ou
Rede de Operação Instalações Integradas, cujos impedimentos necessitam de análise e aprovação por
parte do ONS;
SDSC Sistema Digital de Supervisão e Controle;
Equipamento de manobra que assegura visivelmente, na posição aberta, uma distancia
Seccionadoras
de isolamento que satisfaz requisitos de segurança especificados;
Profissional da EDP ou a serviço da empresa, que solicita à área da operação um
Solicitante impedimento operativo e/ou uma licença de trabalho para a realização de uma
determinada atividade em equipamentos / instalações que está sob o controle do
COGT;

O SGO – Sistema de Gestão da Operação é um Software responsável pelo


Gerenciamento dos principais processos da Operação e Manutenção, como,
Intervenções em equipamentos da Geração e Transmissão, Planejamento da
SGO Manutenção, Controle Hidráulico das usinas, Livro de Ocorrências, Plano de Manobras,
Autorizações de Agentes externos e outros;
Parte de um sistema de potência que compreende as extremidades de linha de
transmissão e/ou de distribuição, com os respectivos dispositivos de manobra,
Subestação controle e proteção e que abrange as obras civis e estruturas de montagem. Pode
também incluir transformadores, equipamentos conversores e/ou outros
equipamentos;
Colaborador que trabalha na Área de Operação do Centro de Operação da Geração e
Técnico de Operação -
Transmissão, exercendo a função de Tempo Real em situação de operação normal e
COGT
de Pré ou Pós Operação em casos de Urgência ou Emergência;
UHE Usina Hidrelétrica, instalação com capacidade de geração superior a 30 MW;
Instalações e Instalação que possui Técnico de operação ou Mantenedor “in loco” monitorando 24
subestações assistidas horas por dia em regime de escala de revezamento;

Subestação Instalação que possui Mantenedor em horário comercial dotada de recurso que
semiassistida permite sua telessupervisão e telecomando.

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CONTROLE DE PERMISSÃO - CP

7.1. Definição
Documento que consolida toda a documentação concernente ao processo de liberação de equipamento para
Intervenção cuja responsabilidade esteja sob o controle do COGT ou da operação local da instalação.

7.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-A.

7.3. Finalidade do Documento


Concentrar as Ordens de Serviço, Autorização de Impedimento Operativo, Plano de Manobras e Autorização
Local em um único processo e / ou formalizar junto à área da operação uma solicitação de Intervenção para
execução de serviços, dando origem a um processo de liberação. Informar as condições de impedimento e
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segurança de uma Intervenção.

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7.4. Critério para a Solicitação
O Controle de Permissão – CP - deve ser emitido para:
a) Serviços programados;
b) Serviços de urgência.
Nota: Para Intervenções de Emergências a CP deve ser emitida após a execução das manobras de liberação.

7.5. Responsabilidades
1) Quando da emissão de uma CP o solicitante que elabora o documento é responsável pelas informações
ali contidas, e em especial pela definição das condições de impedimento e segurança necessárias;
2) O Técnico de Operação do COGT que aprovar o documento estará concordando com a viabilidade da
execução do serviço, bem como com todas as condições de impedimento e segurança solicitadas. Nesta
fase a aprovação do documento não implica na autorização para execução dos serviços;
3) O Técnico de Operação ou Mantenedor da localidade que irá liberar as atividades, tenha ela manobras ou
não, será responsável por conferir se as condições de impedimento e segurança constantes da CP
atendem as necessidades de segurança do executante e dos equipamentos envolvidos;
4) O Técnico de Manutenção ou Mantenedor que executa a atividade é responsável por conferir se as
condições de impedimento e segurança constantes da CP atendem as necessidades para execução segura
da atividade.

7.6. Considerações Gerais para Utilização


1) O Controle de Permissão – CP - deverá ser elaborado pelo solicitante via Sistema de Gestão da Operação
– SGO. A emissão do documento se dará quando o status for alterado para “Informado”, dando assim
condições de análise pela Área de Operação;
2) Para intervenções sistêmicas, após a análise e aprovação da CP dentro dos prazos estipulados, esta servirá
de base para a área de operação do COGT elaborar a Autorização de Impedimento Operativo – AIO e seu
respectivo Plano de Manobras – PM - vinculado à Intervenção;
3) Caso o CP não for aprovado pela área de operação, um e-mail automático do SGO é enviado ao solicitante,
devendo este corrigir as informações segundo a justificativa da pessoa que cancelou. Com o status do CP
em “Informado” o fluxo do processo é reiniciado;
4) Nenhuma parte do(s) equipamento(s) especificado(s) no CP para garantir a condição de impedimento e
segurança pode ser trabalhada, mesmo que os serviços sejam nos circuitos de comando, acionamento,
sinalização e outros, dos referidos equipamentos;

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7.7. Preenchimento do Controle de Permissão


O Controle de Permissão - CP deverá ser criado pelo solicitante através do Sistema de Gestão da Operação - SGO,
observando as orientações abaixo.
7.7.1. Título
Campo para a descrição do serviço macro a ser executado.
Observação: a sequência numérica das CPs é gerada automaticamente pelo SGO.
7.7.2. Local
Campo destinado a seleção da Instalação onde a Intervenção se dará.
7.7.3. Equipamento Principal
Selecionar o equipamento que sofrerá desligamento para a Intervenção. No caso de serviço de classificação
sistêmica a seleção deverá ser uma Linha de Transmissão, Transformador Elevador ou Reator, mesmo que a
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atividade seja em equipamento de nível inferior da árvore.

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Ex.: Manutenção corretiva na chave seccinadora by pass da LT SCH2/SCNE.
7.7.4. Classificação
Selecionar se a Intervenção se dará em equipamento Local ou Sistêmico.
7.7.5. Programação
No campo inserir o início e término programado da Intervenção. Mais abaixo na tela do SGO deverá ser
selecionado o Prazo de retorno à operação e se a Periodicidade será diária ou contínua.
Observação: A caracterização da Intervenção é feita automaticamente pelo SGO de acordo com os prazos da
solicitação pré-estabelecidos no Software e em consonância com o estabelecido no PR.GO.004, contados a
partir do momento em que a CP é salva.
Caso a Intervenção seja classificada como de Urgência ou Emergência uma justificativa deve ser descrita no
campo Observações.
7.7.6. Condições de Impedimento e Segurança
No campo de texto descrever a condição requerida do equipamento para atender as necessidades da
manutenção.
Ex.: Transformador 7AT-01 da SE São Mateus 2 desligado e isolada do sistema; Transformador Elevador TR-1
da SE SCH2 desenergizado e isolado do sistema; LT STLN/SSM2 Desligada e Aterrada em ambos os terminais.
Na opção de Equipamentos Impedidos selecionar aqueles que ficarão fora de operação.
No campo Condições de Impedimento e Segurança selecionar o(s) equipamento(s) e o estado dos mesmos a
fim de garantir a segurança operacional, bem como dos executantes da atividade. Ex.: Disjuntor “x” da SE
SCH2 desligado, Seccionadora “y” da SE SCH2 aberta e bloqueada.

ORDEM DE SERVIÇO - OS

8.1. Definição
Documento através do qual a área de manutenção ou de operação descreve as atividades e solicita uma
Intervenção em equipamento local ou sistêmico.

8.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-B.

8.3. Finalidade do Documento


Permitir ao executante a realização dos trabalhos, uma vez que todas as condições de segurança constantes dos
documentos específicos estejam atendidas.

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8.4. Critério para a Utilização


A Ordem de Serviço – OS deve ser emitida para os seguintes serviços:
a) Programados;
b) Urgência;
c) Emergência.

8.5. Responsabilidades
1) O solicitante que elabora o documento é responsável pelas informações ali contidas;
2) O Técnico de Operação ou Mantenedor que libera a Ordem de Serviço concorda com a viabilidade da
execução do serviço, bem como com as condições de impedimento e segurança constantes do CP
vinculado à OS;
3) O Técnico de Manutenção ou Mantenedor que executa a atividade é responsável por conferir se as
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condições de impedimento e segurança constantes do CP atendem as necessidades para execução segura

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da atividade.
Observações:
1) Colaboradores terceiros poderão ser responsáveis por Ordens de Serviço – OS, desde que sejam
devidamente credenciados pela EDP;
2) Um Técnico de Manutenção poderá ter mais de 01 (uma) Ordem de Serviço – OS sob sua
responsabilidade, desde que seja em uma mesma instalação. E o mesmo deverá estar ciente sobre as
responsabilidades assumidas nos serviços que serão executados simultaneamente.

8.6. Considerações Gerais para Utilização


8.6.1. Na fase de elaboração
1) A Ordem de Serviço – OS deverá ser elaborada pela área de manutenção ou operação;
2) Toda atividade em equipamentos ou instalações da EDP deve ser executada de posse de uma Ordem
de Serviço.
8.6.2. Na fase de liberação
1) O responsável pela execução dos serviços deverá solicitar junto à área de operação da instalação a
liberação no dia programado para a execução dos serviços;

2) Se durante a liberação do equipamento, for identificado que as condições de impedimento citadas no


CP são diferentes das necessárias para a realização do serviço, o processo de liberação será
interrompido e revisado;
3) Nenhum serviço em equipamento da instalação pode ser executado sem que o responsável pela
execução do serviço esteja de posse da respectiva OS;
4) A Ordem de Serviço - OS somente poderá ser liberada ao responsável pela execução dos serviços,
autorizando-os, depois de asseguradas todas as condições de impedimento e segurança necessárias
para a execução da atividade;
5) Quando o responsável por executar os serviços for o Mantenedor, a expedição deste documento deve
ser realizada por outro Técnico da área de operação na instalação;
Nota: No caso de necessidade de se trabalhar em qualquer parte de um equipamento especificado no CP
para garantir as condições de impedimento e segurança no período da liberação; Isto só será possível quando
este equipamento puder ser substituído por outro, ou outros, sem prejuízo das condições de segurança para
os serviços anteriores e, de comum acordo com os responsáveis por esses serviços. Caso a necessidade de
Intervenção seja em seccionadora que é condição de impedimento e for possível a abertura de Jumper, a
atividade também é permitida seguindo as premissas acima. Este procedimento somente poderá ser

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utilizado em situações especiais devidamente justificadas junto à área de operação da instalação com o
COGT, mediante o cumprimento do procedimento descrito no item especifico desta instrução.
8.6.3. Na fase de normalização
1) Após a devolução, o Técnico de Operação deverá confirmar se o equipamento que passou por
Intervenção está em condições de retornar à operação normal e, caso negativo, este deve comunicar
a área de manutenção;
2) O Técnico de Operação / Mantenedor deve retirar todo o material de delimitação da área, bem como
verificar se o ferramental utilizado na manutenção foi retirado;

8.7. Preenchimento da Ordem de Serviço – OS


O preenchimento da OS é bastante intuitivo, feito através do Software Sistema de Gestão de Operação – SGO,
as principais informações são inseridas por meio de botões de seleção em caixas específicas, quais são;
Local da Intervenção, Empresa responsável pela instalação, Equipamento a ser intervido, Responsável pela
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execução e seu contato telefônico e a programação da atividade.
No campo destinado à descrição do serviço deve ser informado de forma objetiva e clara a atividade a ser
executada.

AUTORIZAÇÃO DE IMPEDIMENTO OPERATIVO - AIO

9.1. Definição
Documento através do qual o COGT oficializa e/ou autoriza o início do impedimento operativo de
equipamentos/instalações sob sua supervisão.

9.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-C.

9.3. Finalidade do Documento


Autorizar uma Intervenção em equipamento da rede de operação e ou da rede da empresa.

9.4. Critério para a Utilização


A Autorização de Impedimento Operativo – AIO deve ser emitida para serviços programados, urgências ou
emergências.

9.5. Responsabilidades

1) O solicitante deve informar a Pré-Operação do COGT os dados da Intervenção através da emissão via SGO
do Controle de Permissão – CP ou da Ordem de Serviço – OS.
2) A Pré-Operação deve analisar a viabilidade da solicitação e, caso esteja de acordo, emitir a Autorização
de Impedimento Operativo – AIO no SGO. A solicitação da Intervenção ao O.N.S deve ser feita através do
Sistema de Gestão de Intervenção – SGI segundo os prazos estabelecidos em rotina específica. Após a
análise do O.N.S a área de manutenção da referida localidade deve ser informada. Em caso de aprovação
deve ser dado ciência ao Tempo Real.
3) Ao receber o AIO da Pré-Operação, o Técnico de operação do COGT deverá conferir e analisar as condições
solicitadas na documentação. No dia da Intervenção, após a Solicitação por parte da área de Manutenção,
deverá autorizar o início das manobras e a posterior liberação do AIO. Esta autorização está condicionada
à condição sistêmica favorável, bem como ao de acordo do O.N.S.

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9.6. Condições Gerais para a Utilização


Caso a AIO não seja aprovada pela Pré-Operação a área solicitante será informada com os motivos que
justificaram a reprovação através de e-mail automático enviado pelo SGO, devendo reprogramar a Intervenção
em uma nova data, que poderá ser discutida em consenso com a Pré-Operação;
No dia da execução do impedimento, o Técnico de operação do COGT e o Técnico ou Mantenedor da instalação
deverão conferir as informações contidas no AIO.
A liberação da AIO somente poderá ser feita pelo Técnico de operação do COGT após a execução de todas as
manobras previstas e confirmadas todas as condições de impedimento solicitadas. Para situações de emergência,
na qual o equipamento envolvido permaneça desligado por defeito, aguardando Intervenção da equipe de
manutenção, o Técnico de operação do COGT deverá emitir uma AIO para o impedimento deste equipamento.
Após a chegada da equipe de manutenção, esta deverá solicitar a Intervenção criando um CP e OS através do
SGO e informar o COGT através do sistema de comunicação de voz.
A AIO somente poderá ser concluída após todas as Ordens de Serviço – OS - vinculadas estiverem encerradas.
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9.7. Preenchimento da Autorização de Impedimento Operativo - AIO
A Autorização de Impedimento Operativo - AIO deverá ser emitida pela área de Pré-Operação ou Tempo Real do
COGT no caso de Urgência ou Emergência, através do Sistema de Gestão da Operação - SGO, observando as
orientações abaixo.
9.7.1. Título
Campo para a descrição do serviço macro a ser executado.
Observação: a sequência numérica das AIOs é gerada automaticamente pelo SGO.
9.7.2. Local
Campo destinado a seleção da Instalação onde a Intervenção se dará.
9.7.3. Equipamento Principal
Selecionar o equipamento que sofrerá desligamento para a Intervenção. No caso de serviço de classificação
sistêmica a seleção deverá ser uma Linha de Transmissão ou Transformador Elevador, mesmo que a atividade
seja em equipamento de nível inferior da árvore.
Ex.: Manutenção corretiva na chave seccninadora da LT 230 kV SLTN/SSM2. Deverá ser cadastrado a LT 230
kV SLTN/SSM2.
9.7.4. Programação
No campo inserir o início e término programado da Intervenção. Mais abaixo na tela do SGO, deverá ser
selecionado o Prazo de retorno à Operação e se a Periodicidade será diária ou contínua.
Observação: A caracterização da Intervenção é feita automaticamente pelo SGO de acordo com os prazos da
solicitação pré-estabelecidos no Software, contados a partir do momento em que o Controle de Permissão é
salvo. Todos os prazos estão estabelecidos em procedimento específico. Caso a Intervenção seja classificada
como de Urgência ou Emergência uma justificativa deve ser descrita no campo Observações.
9.7.5. Condições de Impedimento e Segurança
No campo de texto descrever a condição requerida do equipamento para atender as necessidades da
manutenção.
Ex.: Transformador 7AT-01 da SE São Mateus 2 desligado e isolada do sistema; Transformador Elevador TR-1
da SE SCH2 desenergizado e isolado do sistema; LT STLN/SSM2 Desligada e Aterrada em ambos os terminais.
Na opção de Equipamentos Impedidos selecionar aqueles que ficarão fora de operação.
No campo Condições de Impedimento e Segurança selecionar o(s) equipamento(s) e o estado dos mesmos a
fim de garantir a segurança operacional, bem como dos executantes da atividade. Ex.: Disjuntor “x” SE SCH2
desligado e bloqueado; Seccionadora “y” da LT STLN/SSM3 aberta e bloqueada.

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9.7.6. Aba de Execução


Esse campo possibilita uma navegação mais direta para a liberação da Ordem de Serviço – OS, dispensando
a necessidade de acesso à OS pela tela Pop-up.

9.8. Tabela de Descrição para Condições de Impedimento

Equipamento Condições de Impedimento


1 – TR = x Energizado
2 – TR = x Desenergizado
TR 3 – TR = x Desenergizado e aterrado
4 – TR = x Ligado
5 – TR = x Desligado
1- CS= x fechada e bloqueada
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2- CS= x com comporta de manutenção instalada à montante
CS
3- CS= x ora aberta e ora fechada
4- CS= x Impedida por indisponibilidade/impedimento do pórtico y
1 – DJ = x Ligado
DJ 2 – DJ = x Desligado
3 – DJ = x Desligado, extraído e bloqueado
1 – RE= x Conectado à Barra y
2 – RE= x Desconectado à Barra y
3 – RE= x Conectado à LT y
RE
4 – RE= x Desconectado da LT y
5 – RE= x Energizado
6 – RE= x Desenergizado e isolado
1 – CH = x Aberta.
2 – CH = x Fechado.
CH
3 – CH = x Aberta e bloqueada
4 – CH = x Fechada e bloqueada
1 – CH = x Energizada.
2 – CH = x Desenergizada.
LT 3 – CH = x Desligada, Isolado e Aterrada em Ambos Terminais.
4 – CH = x Ligada ou Em Operação
5 – CH = x Enegizada com o terminal Y aberto.
Observação: Demais casos que não se encontram nesta tabela, devem ser discutidos e acordados previamente
com a Pré-Operação.

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10 AUTORIZAÇÃO LOCAL - AL

10.1. Definição
Documento através do qual a Área de Operação das Instalações oficializa e / ou autoriza o início do impedimento
operativo de equipamentos sob supervisão local.

10.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-D.

10.3. Finalidade do Documento


Autorizar uma Intervenção em equipamento da rede local que requeira condição de impedimento e segurança.

10.4. Critério para a Utilização


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A Autorização Local – AL deve ser emitida para serviços programados, urgências ou emergências.

10.5. Responsabilidades
1) O solicitante deve informar a Operação Local os dados da Intervenção através da emissão via SGO do
Controle de Permissão – CP ou da Ordem de Serviço – OS;
2) A Operação Local deve analisar a viabilidade da solicitação e, caso esteja de acordo, emitir a Autorização
Local – AL no SGO. Na data da Intervenção deve executar as manobras para posterior liberação da AL.
Esta liberação deve estar condicionada a não causar qualquer interferência na operação normal de
equipamentos sistêmicos;
3) O Técnico de Manutenção ou Mantenedor que executa a atividade é responsável por conferir se as
condições de impedimento e segurança atendem as necessidades para execução segura da atividade.

10.6. Condições Gerais para a Utilização


A liberação da AL somente poderá ser feita pelo Técnico de operação da localidade após a execução de todas as
manobras previstas e confirmadas todas as condições de impedimento solicitadas. Para situações de emergência,
na qual o equipamento envolvido permaneça desligado por defeito, aguardando Intervenção da equipe de
manutenção, após a ciência, esta deverá solicitar a Intervenção criando um CP e OS através do SGO.
A AL somente poderá ser concluída após todas as Ordens de Serviço – OS - vinculadas a ela estiverem encerradas.

10.7. Preenchimento da Autorização local - AL


A Autorização Local - AL deverá ser emitida pela área de operação local através do Sistema de Gestão da
Operação - SGO, observando as orientações abaixo.
10.7.1. Título
Campo para a descrição do serviço macro a ser executado.
Observação: a sequência numérica das AL é gerada automaticamente pelo SGO.
10.7.2. Local
Campo destinado a seleção da Instalação onde a Intervenção se dará.
10.7.3. Equipamento Principal
Selecionar o equipamento que sofrerá desligamento para a Intervenção.
10.7.4. Programação
No campo inserir o início e término programado da Intervenção. Mais abaixo na tela do SGO, deverá ser
selecionado o Prazo de retorno à Operação e se a Periodicidade será diária ou contínua.
Observação: A caracterização da Intervenção é feita automaticamente pelo SGO de acordo com os prazos da
solicitação pré-estabelecidos no Software, contados a partir do momento em que a CP é salva. Todos os
prazos estão estabelecidos em procedimento específico.

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Nota: Caso a Intervenção seja classificada como de Urgência ou Emergência uma justificativa deve ser descrita
no campo Observações.
10.7.5. Condições de Impedimento e Segurança
No campo de texto descrever a condição requerida do equipamento para atender as necessidades da
manutenção. Ex.: LT 230kV STLN/SSM2 desligada, isolada e aterrada em ambos os terminais.
Na opção de Equipamentos Impedidos selecionar aqueles que ficarão fora de operação.
No campo Condições de Impedimento e Segurança selecionar o(s) equipamento(s) e o estado dos mesmos a
fim de garantir a segurança operacional, bem como dos executantes da atividade.

PLANO DE MANOBRAS - PM

11.1. Impresso a ser Utilizado


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Conforme modelo padrão do anexo-E.

11.2. Finalidade
O Plano de manobra - PM é um documento que tem por finalidade orientar o Técnico de operação do COGT e
das instalações e Mantenedores quanto à sequência correta de manobras a serem executadas numa liberação
ou normalização de um equipamento das Instalações de Transmissão da EDP.

11.3. Elaboração
1) Cabe à área de operação do COGT elaborar o PM vinculado a uma AIO ou a uma AI para serviços
programados ou de urgência para equipamentos das instalações pertencentes à rede de operação e / ou
da rede da empresa;
2) Cabe à área de operação local elaborar o PM vinculado a uma Autorização Local – AL para serviços
programados ou de urgência relacionados a atividades em equipamentos da rede local;
3) Para liberações de emergência, não é necessária a elaboração do Plano de Manobras – PM. – prévio

11.4. Utilização
1) Nenhuma manobra para impedimento ou normalização de equipamento ou instalação, para execução de
serviços programados ou de urgência, poderão ser executadas sem que haja um PM específico;
2) Para liberações de emergência não é necessária a elaboração do Plano de Manobras – PM - prévio,
entretanto, após o término das manobras de liberação o PM deve ser elaborado para ser utilizado na
normalização do equipamento. As manobras de liberação em regime de emergência poderão também ser
executadas em consenso entre o Técnico de operação ou Mantenedor da instalação e o Técnico de
operação do COGT, avaliando a configuração da instalação e elaborando a sequência das manobras a
serem realizadas com intuito de isolar a falha e preservar equipamentos e pessoas.
3) Uma hora antes do horário programado para o início da Intervenção sistêmica, o Técnico de operação ou
Mantenedor da localidade deve conferir o Plano de Manobras - PM - com o Técnico de operação do COGT;
4) Dependendo das condições sistêmicas no momento da liberação, a critério do Técnico de operação do
COGT, o PM original poderá ser alterado, bastando para isto fazer as devidas anotações no mesmo e
informá-las ao Técnico de operação ou Mantenedor da localidade;
5) Obrigatoriamente todo PM deverá ser conferido por no mínimo um colaborador diferente daquele que o
elaborou;
6) Toda manobra deve ser acompanhada pelo Técnico de Manutenção executante da atividade a fim de
certificar-se de que o equipamento a ser intervido foi corretamente isolado, conferindo maior segurança
para a execução.

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11.5. Preenchimento do Plano de Manobras - PM


O preenchimento do PM é feito através do Software Sistema de Gestão de Operação – SGO. O campo “Nome” é
destinado a indicar o equipamento principal que será manobrado. O campo “Descrição do serviço” é destinado
a informar a finalidade da manobra, o equipamento e a classe de tensão envolvida.
Nos campos de Condição Inicial devem ser indicados o estado do equipamento a ser liberado antes do início das
manobras de liberação e após a Intervenção. O passo a passo das manobras de liberação e normalização deve
ser lançado através dos botões de seleção em caixas específicas. Aqui são relacionados os disjuntores,
seccionadoras, chaves de aterramento, etc., e seus respectivos estados necessários para atender as condições
de impedimento e segurança descritas no CP, AIO, AI ou AL.
Após a execução das manobras o Técnico de operação deve rubricar cada passo em campo específico do
documento.
O Sistema SGO disponibiliza a opção de um banco de Manobras Padronizadas para serem utilizados nas
liberações futuras a fim de otimizar o tempo de elaboração de um Plano de Manobra.
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MENSAGEM OPERATIVA - MO

12.1. Definição
Documento utilizado pelo COGT para as tratativas entre os agentes externos e as Instalações da EDP coordenadas
pelo Centro.

12.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-F.

12.3. Finalidade do Documento


A MO deve ser utilizada para comunicar a necessidade de acesso de pessoas a Instalações de outras empresas
para atividades em equipamentos da EDP, informar o COGT quando houver necessidade de acessar as lógicas
dos Sistemas de Supervisão e Controle das Instalações e do COGT e informar os impedimentos de equipamentos
que não se enquadrem como os Tipos 1, 2, 3 e 4, definidos no PR-GO.004. A Mensagem Operativa tem caráter
meramente informativo.

12.4. Considerações Gerais para Utilização


A Mensagem Operativa – MO – deverá ser emitida através do SGO pelo COGT, incluindo Automação ou Área de
Manutenção. Não obstante o caráter informativo, ela sempre deve estar vinculada a um Controle de Permissão
– CP. Através do botão “Notificações”, o Solicitante deve informar o nome do Funcionário e Empresa ou
Instalação EDP destinatário da MO e que irá analisar e aprovar a solicitação. As Mensagens Operativas recebidas
das instalações pelo COGT não necessitam de aprovação. Os detalhes da solicitação devem ser informados no
campo de texto “Observações”.
As áreas de Manutenção, Automação, Engenharia e TI deverão enviar Mensagem Operativa – MO – à Pré-
Operação ou Tempo Real em casos de Urgência, para acesso local ou remoto em estações e servidores do Sistema
de Supervisão e Controle quando:
1) Não houver risco de bloqueio nas Linhas de Transmissão;
2) Não acarretar perda de comunicação para o COGT ou ONS.
Para Intervenções que causem indisponibilidade dos equipamentos acima, restrição parcial ou total em Linhas
de Trasnmissão, devem ser utilizados os documentos aplicáveis constantes deste procedimento.

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AUTORIZAÇÃO PARA IMPEDIMENTO DE EQUIPAMENTO DE INTERLIGAÇÃO - AI

13.1. Definição
Documento utilizado entre os Agentes do Sistema Interligado Nacional – SIN – para formalizar as tratativas
operativas para possibilitar atividade de manutenção que de alguma forma impacta na operação de
Equipamento de Interligação. Intervenções nesse tipo de equipamento requerem manobras ou bloqueio
operativo pela outra empresa.

13.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-G.

13.3. Finalidade do Documento


Registrar e garantir à empresa responsável pela execução dos serviços o impedimento do equipamento de
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interligação nas condições solicitadas e formalizar a concordância das empresas envolvidas no impedimento.

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13.4. Considerações Gerais para Utilização
A AI deverá ser emitida através do SGO pelo COGT e deve estar vinculada a um Controle de Permissão – CP e
uma Ordem de Serviço - OS. O preenchimento é autoexplicativo, as informações de programação são inseridas
através de botões de seleção em caixa específica. O texto do campo de “Serviços a executar” é copiado
automaticamente do mesmo campo da OS. Através do botão “Notificações”, o solicitante deve informar o nome
do Funcionário e Empresa destinatários da AI e que irá analisar a solicitação.
Os prazos para solicitação de intervenções em equipamentos de interligação estão descritos em Procedimento
específico.

AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHOS EM EQUIPAMENTOS DE INTERLIGAÇÃO ENERGIZADOS - ATEIE

14.1. Definição
Documento utilizado entre os Agentes do Sistema Interligado Nacional – SIN – para formalizar as tratativas
operativas para possibilitar atividade de manutenção que de alguma forma impacta na operação de
Equipamento de Interligação Energizado. Intervenções nesse tipo de equipamento podem requerer manobra ou
bloqueio operativo pela outra empresa.

14.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-H.

14.3. Finalidade do Documento


Registrar e garantir à empresa responsável pela execução dos serviços o impedimento do equipamento de
interligação em regime energizado nas condições solicitadas e formalizar a concordância das empresas
envolvidas no impedimento.

14.4. Considerações Gerais para Utilização


A ATEIE deverá ser emitida através do SGO pelo COGT e deve estar vinculada a um Controle de Permissão – CP e
uma Ordem de Serviço - OS. O preenchimento é autoexplicativo, as informações de programação são inseridas
através de botões de seleção em caixa específica. O texto do campo de “Serviços a executar” é copiado
automaticamente do mesmo campo da OS. Através do botão “Notificações”, o solicitante deve informar o nome
do Funcionário e Empresa destinatários da AI e que irá analisar a solicitação.
Os prazos para solicitação de intervenções em equipamentos de interligação energizados estão descritos em
Procedimento específico.
Através do botão “Execução” é possível uma navegação mais direta para a liberação da ATEIE, dispensando a
necessidade de acesso ao documento pela tela Pop-up.

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AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHOS EM LINHA VIVA - ATLV

15.1. Definição
Documento interno utilizado para formalizar as tratativas operativas para possibilitar atividade de manutenção
Linhas de Transmissão energizada.

15.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-I.

15.3. Finalidade do Documento


Registrar e garantir a execução dos serviços em linha de transmissão energizada com segurança para as pessoas
envolvidas na atividades, bem como para os equipamentos manutenidos.

15.4. Considerações Gerais para Utilização


Este documento constitui uma cópia não controlada

Este documento constitui uma cópia não controlada


A ATLV deverá ser emitida através do SGO pelo COGT e deve estar vinculada a um Controle de Permissão – CP e
uma Ordem de Serviço - OS. O preenchimento é autoexplicativo, as informações de programação são inseridas
através de botões de seleção em caixa específica. O texto do campo de “Serviços a executar” é copiado
automaticamente do mesmo campo da OS.
Os prazos para solicitação de intervenções estão descritos em Procedimento específico.

INFORME DE ANOMALIA

16.1. Definição
Documento para relatar equipamento com defeito ou inoperante aguardando Intervenção da área de
manutenção responsável.

16.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-J.

16.3. Finalidade do Documento


Informar a área de manutenção responsável o defeito ou a falha em um equipamento da instalação, impedindo
este de cumprir a função a que foi projetado.

16.4. Utilização

1) É de responsabilidade da equipe de Operação da instalação a elaboração do Informe através do SGO;


2) O preenchimento deve ser feito imediatamente após a detecção da anomalia e com a maior riqueza de
dados possível, descrevendo as condições operacionais do equipamento antes do defeito ou da falha,
possibilitando uma avaliação mais assertiva pela área responsável;
3) Preferencialmente, o defeito deve ser reportado antes da parada do equipamento ocorrer, desta forma
a manutenção poderá planejar a Intervenção com maior antecedência e os indicadores de desempenho
da planta serão menos afetados.

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CARTÃO DE AVISO DE INFORME - CAI

17.1. Definição
Documento que indica equipamento com defeito ou inoperante aguardando Intervenção da área de manutenção
responsável.

17.2. Impresso a ser Utilizado


Conforme modelo padrão do anexo-K.

17.3. Finalidade do Documento


Alertar a quem se disponha a comandar equipamentos e/ou dispositivos, informando o defeito, bem como o
estado operacional ou condicionando as ações de comando de modo a propiciar um alerta visível da proibição
da operação dos mesmos.
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17.4. Utilização
1) É obrigatória a utilização do CAI em todos os equipamentos e/ou dispositivos com defeito, desde que haja
a necessidade de impedir sua operação ou alertar quanto a sua manobra;
2) Após gerado um Informe deverá ser colocado um cartão de Aviso de Informe no equipamento com o
intuito de formalizar e/ou alertar uma determinada anormalidade encontrada;
3) É de responsabilidade da equipe de Operação da instalação o preenchimento, colocação e retirada dos
CAIs.

EXECUÇÃO DA LIBERAÇÃO
1) Todo serviço em equipamento e/ou instalação passível de provocar desligamento acidental no próprio
equipamento e/ou instalação ou ainda em equipamentos e/ou instalações adjacentes, não poderá ser
executado no período das 17 às 22 horas de Brasília, que corresponde ao horário de ponta da carga do sistema
elétrico;
2) Durante o horário de verão o período considerado será das 18 às 23 horas de Brasília;
3) Os serviços solicitados e caracterizados claramente como sendo isentos de risco ou de baixo risco de
desligamento acidental para os períodos supracitados, poderão ser realizados, desde que previamente
aprovado pelo COGT;
4) Poderão ser autorizadas também pelo COGT, intervenções de urgência/emergência nos referidos horários,
quando ocorrerem situações em que os equipamentos/instalações forem imprescindíveis à operação do
sistema;
5) Todo o processo de liberação fica armazenado eletronicamente no SGO, inclusive o registro dos Logs das
ações realizadas pelos usuários.

18.1. Itens a serem observados:


1) Os Mantenedores ou Técnicos de operação das instalações e os Técnicos de operação do COGT devem
ter conhecimento prévio dos impedimentos, serviços e manobras programadas;
2) A responsabilidade pela execução das manobras de liberação/normalização é dos Técnicos de Operação
ou Mantenedores das instalações e deverão ser executadas por 02 (dois) colaboradores, conforme NR-
10;
3) Antes do início das manobras de liberação, o Técnico de operação do COGT deve conferir com o Técnico
de Operação ou Mantenedor da instalação todas as manobras previstas para a liberação;
4) No horário programado para a liberação, o Técnico de operação ou Mantenedor deve contatar o Técnico
de operação do COGT para que este coordene as manobras de impedimento;
5) Dependendo das condições do impedimento e a critério do Técnico de operação do COGT, algumas
manobras poderão ser antecipadas para um horário mais adequado. Porém os bloqueios das
seccionadoras e ou dispositivos, previstos e necessários para garantir as condições de segurança, somente

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serão executados dentro do horário programado. Neste caso, o Técnico de operação ou Mantenedor
envolvido deve ser informado pelo Técnico de operação do COGT sobre esta antecipação;
6) A coordenação das manobras, bem como a confirmação das condições de impedimento, é de
responsabilidade do Técnico de operação do COGT em comunicação direta com o Técnico de operação
ou Mantenedor da instalação. Para intervenções locais essa responsabilidade é do Técnico de operação
da instalação;
7) Caso haja modificação nas condições de impedimento previstas originalmente, estas deverão ser
comunicadas ao Técnico de operação ou Mantenedor da instalação e ao responsável pela execução do
serviço, cabendo a este último dar o parecer final para a execução dos trabalhos;
8) É de responsabilidade da equipe de manutenção da instalação o controle e a retirada de todos os
conjuntos móveis de aterramento. O Técnico de operação ou Mantenedor deve confirmar a instalação e
a retirada durante as manobras de liberação e normalização.
9) Autorizado o início das manobras conforme PM vinculado ao AIO, ou à AL para casos de Intervenção local,
Este documento constitui uma cópia não controlada

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o Técnico de operação ou Mantenedor da instalação, juntamente com o responsável pelo serviço, deverá:
a) Efetuar os bloqueios necessários conforme condições de impedimento e segurança descritas no
CP;
b) Demarcar a área a ser trabalhada, balizando-a devidamente, conforme o procedimento de
segurança;
c) Inserir cartões de sinalização de bloqueio;
d) Emitir as Ordem de Serviços concernentes à Intervenção.
10) Em caso de ocorrência com a rede de comunicação ou de qualquer falha que impeça o acesso ao Sistema
de Gestão da Operação – SGO, o processo de liberação poderá ser conduzido de forma “manual” através
da emissão dos documentos necessários por via impressa e encaminhamento às áreas envolvidas por
meio de Mensagem Eletrônica e-mail. Importante se atentar que todo o processo deve ser feito com
vistas a garantir a segurança das pessoas e equipamentos envolvidos, assim como todos os procedimentos
e instruções vigentes devem ser seguidos na íntegra.
Observações:
a) Quando a área a ser demarcada for de grandes dimensões exigindo para isso substancial dispêndio de
tempo, o Técnico de operação ou Mantenedor da instalação poderá demarcá-la previamente. Neste caso
o responsável pelo serviço deverá confirmar a demarcação da área após o desligamento;
b) Caso haja necessidade de alterações na demarcação da área, esta poderá ser executada de comum acordo
entre o executante e o Técnico de operação ou Mantenedor da instalação, desde que não comprometa
as condições de segurança.

18.2. Liberação para Serviços em Equipamentos de Outras Empresas nas Instalações da EDP
A empresa interessada na execução dos serviços deverá solicitar a autorização por escrito ao COGT da EDP
através de documento de Mensagem Operativa - MO, informando “Nome do Responsável”, “n° do documento”
e a “Programação dos Serviços”.
Confirmada a presença do Profissional e após a devida identificação, serão seguidas as normas da EDP para
liberação ou outras condições previamente acertadas.
Caberá ao Técnico de operação ou Mantenedor da instalação fornecer a autorização para execução dos serviços
ao responsável pelos mesmos.

18.3. Liberação para Serviços de Terceiros em Equipamentos da EDP Instalados nas Instalações
As tratativas para solicitação dos serviços seguirão as rotinas normais da EDP constantes deste Procedimento. A
área de Segurança é responsável por informar o nome dos Terceiros ao COGT para que o cadastro no SGO seja
feito. Os serviços executados por Terceiros deverão ser supervisionados por um profissional da EDP ou por
profissional habilitado pela EDP, a qual receberá a autorização, ficando responsável pelo acompanhamento dos
serviços.

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TÍTULO CÓDIGO VERSÃO

PR.TT.COGT.005 00
VIGÊNCIA
Liberação e Normalização de Equipamentos
INÍCIO FIM
PROCEDIMENTO
09/11/2020 11/09/2022

18.4. Serviços adicionais


Serviços adicionais não previstos na programação original podem ser executados desde que analisados e
autorizados pelo Técnico de operação do COGT ou pela operação local, que levará em conta, o período do
desligamento, as condições de impedimento e o tempo de retorno à operação em caso de necessidade.

18.5. Abertura de Jumper para Garantir Isolamento de Seccionadora para Execução de Serviços
Sempre que houver necessidade de efetuar manutenção em seccionadoras e que seja necessária à abertura de
jumper na própria seccionadora para isolamento da mesma, os seguintes procedimentos deverão ser
obedecidos:
Os serviços de desconexão, bem como a posterior conexão dos jumper somente serão permitidos em regime
desenergizado com a seccionadora bloqueada na posição aberta, não podendo em hipótese alguma, ser essa
seccionadora condição de segurança de qualquer outro serviço.
Esta condição implica na necessidade de se emitir mensagem operativa solicitando serviços de
Este documento constitui uma cópia não controlada

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desconexão/conexão de jumper à empresa proprietária do barramento. Esta deverá emitir AI solicitando as
condições de impedimento e segurança necessárias para a execução da desconexão/conexão do referido jumper.
Observação: Os pontos de interligação entre as empresas que fazem fronteira com os equipamentos
pertencentes às empresas do Grupo EDP estão descriminados no acordo operativo entre as empresas.

18.6. Retorno à Operação


Após a conclusão dos trabalhos, o responsável pelos serviços deverá informar o Técnico de operação ou
Mantenedor da instalação, o horário de conclusão do serviço e as atividades que foram executadas. Concluídas
todas as Ordens de Serviço, a operação local deve informar o Técnico de operação do COGT para que autorize a
normalização do equipamento.
Após a conclusão dos documentos, o Técnico de operação ou Mantenedor da instalação deverá:
1) Verificar se há alguma pendência que altere a funcionalidade do equipamento que passou por
Intervenção;
2) Confirmar no local a saída de todo profissional das áreas liberadas;
3) Fazer uma inspeção visual em nível de solo na instalação confirmando a retirada dos instrumentos e
ferramentas utilizadas na Intervenção;
4) Informar a todos que o equipamento/instalação será energizado a qualquer momento;
5) Retirar os dispositivos de LOTO e normalizar as fontes de energia para os equipamentos;
6) Informar o Técnico de operação do COGT que os equipamentos liberados estão em condições de serem
normalizados;
7) Caberá ao Técnico de operação do COGT confirmar com o Técnico de operação ou Mantenedor da
instalação os procedimentos anteriores e coordenar a normalização dos equipamentos / instalação, junto
ao ONS, conforme Plano de Manobras vinculado ao processo;
8) Retirar os dispositivos de delimitação da área sob serviço e placas de sinalização.

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TÍTULO CÓDIGO VERSÃO

PR.TT.COGT.005 00
VIGÊNCIA
Liberação e Normalização de Equipamentos
INÍCIO FIM
PROCEDIMENTO
09/11/2020 11/09/2022

PROCESSO DE LIBERAÇÃO

19.1. Definição
Consiste em agrupar todos os documentos correlatos referentes à determinada liberação.

19.2. Finalidade
Facilitar o controle das liberações pelos Técnicos de operação do COGT e Técnicos de operação ou Mantenedores
das instalações.

19.3. Conteúdo
Deverão constar neste processo todos os documentos utilizados pelos Técnicos de operação do COGT e Técnicos
de operação ou Mantenedores das instalações no controle da liberação, ou seja, AIO, CP, OS, PM, AL, MO, AI,
ATEIE, ATLV, Cartão de Aviso de Informe e Recomendações Operativas.
Este documento constitui uma cópia não controlada

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19.4. Arquivo do Processo
Todo o processo de liberação e normalização de equipamentos/instalações por determinação legal deverá ser
arquivado por um período de 5 anos para posteriores inspeções e ou auditorias dos órgãos competentes.

OBSERVAÇÕES GERAIS
Casos não abrangidos neste procedimento deverão ser analisados pela normatização do COGT.

REGISTROS DA QUALIDADE
Segue abaixo os parâmetros para controle dos registros que asseguram a conformidade com os requisitos do Sistema
de Gestão da Qualidade, conforme estabelecido em procedimento específico para registros da qualidade.
Identificação Armazenamento Proteção Recuperação Retenção Descarte
- 02 anos de
- Após 04 anos
- Meio físico; - Armário - Ordem vigência;
PR.GO.005_V04 (02 vig.: + 02
- Meio eletrônico Normatização Numérica - 02 anos de
arq. Morto)
arquivo morto

ANEXOS
A. CONTROLE DE PERMISSÃO - CP;
B. ORDEM DE SERVIÇO - OS;
C. AUTORIZAÇÃO DE IMPEDIMENTO OPERATIVO - AIO;
D. AUTORIZAÇÃO LOCAL - AL;
E. PLANO DE MANOBRAS - PM;
F. MENSAGEM OPERATIVA – MO;
G. AUTORIZAÇÃO PARA IMPEDIMENTO DE EQUIPAMENTO DE INTERLIGAÇÃO – AI;
H. AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHO EM EQUIPAMENTO DE INTERLIGAÇÃO ENERGIZADO – ATEIE;
I. AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHO EM LINHA VIVA – ATLV;
J. INFORME DE ANOMALIA;
K. CARTÃO DE AVISO DE INFORME – CAI.

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