Você está na página 1de 1

CONTESTAÇÃO AO PROCESSO 0014551-3.2021.8.19.0209 E MINHA VERSÃO DOS FATOS.

A AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO.

É verdade que a Autora jamais procurou o Réu. A Autora tem um representante, e tampouco ele
tentou qualquer diálogo com o Réu, além do fato de que o representante era patrão do Réu.

A Autora sequer conhece o Réu, e sequer conhece o referido imóvel, e jamais apareceu para visitar o
imóvel ou o morador.

A Autora tem total ciência de quem está na posse do imóvel desde março de 2019 é a senhora
Elizabeth Quadros, viúva, desde março de 2019. Devido a isso, A Autora nunca conversou com o
Réu, mas sim com a sra. Elizabeth Maria Lisboa Quadros Robledo,

Outrossim, a lei 8245/91 trata de contratos de locação de bens imóveis. O contrato em questão é
nulo por ser ilegal, pois a Autora não é proprietária, visto o imóvel em questão ser uma invasão, e,
portanto, se trata de uma posse, onde o posseiro tem a posse, pois o posseiro anterior veio a
óbito, e, portanto, a posse ficou vazia até a entrada do Réu no imóvel. Não há nada que ampare a
Autora na sua reivindicação de posse!

Afirma a Autora que depende do aluguel para o seu sustento, o que não é verdade, pois a Autora
tem outros imóveis de onde tira a seu sustento., além de residir em imóvel próprio, na Barra da
Tijuca.

Por esse motivo, solicito a DIRF da Autora, a fim de verificar as propriedades da Autora, se ela se diz
possuidora de outros imóveis nas mesmas condições desse: sem RGI, sem passagem de Titularidade.

DOS FATOS

O Réu não pagou mais o aluguel por estar desempregado desde o dia 02 de outubro de 2020 e estar
sem condições financeiras de quitar o aluguel, pois o pagamento do aluguel estava vinculado ao
salário que o Réu recebia da empresa, e o aluguel era descontado no pagamento do salário do mês,
e este fato foi comunicado à exaustão ao contrário da Autora, que tem outras fontes de renda. E
tampouco é verdade que o Réu tenha participado de qualquer movimento para o não pagamento de
cotas condominiais.

Portanto, o contrato não tem fundamento legal, visto a Autora não ter como provar a propriedade
da posse, e visto que o posseiro está na posse, a posse é sua, e não da Autora. E isto também é
comprovado pela Ata da Assembleia da Associação de Moradores e Amigos do Prédio Residencial
Solar do Pontal do dia 5 de março de 2017. Essa Assembleia foi realizada para reforma do Estatuto
da Associação, e nela estava presente o Réu, que assinou a Ata como proprietário. Essa assinatura
está comprovada na Ata, e mostra como o Réu, na verdade, é o posseiro legítimo do imóvel, pois
não há prova contraditória por parte da Autora.

Você também pode gostar