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IDENTIFICAÇÃO...................................................................................................................................................

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OBJETIVOS E PRINCÍPIOS ...............................................................................................................................5
FINALIDADES .......................................................................................................................................................5
HISTÓRICO: ..........................................................................................................................................................7
HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO DO PPP. ......................................................................................................8
PARTE I ................................................................................................................................................................10
CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS.....................................................................................................................10
1. FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA: ................................................................................................................10
2. EIXOS NORTEADORES: ..............................................................................................................................10
3. O TRABALHO PEDAGÓGICO ....................................................................................................................10
4. CONCEPÇÕES ...............................................................................................................................................11
4.1 DE MUNDO....................................................................................................................................................11
4.2 DE SOCIEDADE:..........................................................................................................................................11
4.3 DE HOMEM ...................................................................................................................................................11
4.4 DE EDUCAÇÃO: ..........................................................................................................................................11
5. O QUE ENTENDEMOS POR: ......................................................................................................................12
5.1 CURRÍCULO: ................................................................................................................................................12
5.2 PLANEJAMENTO: .......................................................................................................................................12
5.2.1 OBJETIVOS DO PLANEJAMENTO:.....................................................................................................12
5.2.2 ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO: ....................................................................................................12
5.2.3 AVALIAÇÃO:.............................................................................................................................................13
PARTE II ...............................................................................................................................................................15
SISTEMA DE ENSINO .......................................................................................................................................15
MODALIDADES DE ENSINO, ORGANIZAÇÃO, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS CURSOS.
................................................................................................................................................................................15
1 EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL...............................................................................15
1.1 OBJETIVOS: .................................................................................................................................................15
1.2 AÇÕES:..........................................................................................................................................................15
1.2.3 CONTEÚDOS MÍNIMOS QUE DEVERÃO SER ATINGIDOS PELOS ALUNOS DAS SÉRIES
INICIAIS PARA APROVAÇÃO.........................................................................................................................16
1.3 ENSINO FUNDAMENTAL DE 5ª A 8ª SÉRIE: ........................................................................................17
1.4 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: 5ª A 8ª SÉRIE ......................................................................18
1.5 CURSO MAGISTÉRIO: HABILITAÇÃO EM NÍVEL MÉDIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL E
SÉRIES INICIAIS ................................................................................................................................................19
1.5.1 OBJETIVO: ................................................................................................................................................19
1.5.2 AÇÕES: ......................................................................................................................................................19
2. CURRÍCULOS.................................................................................................................................................20
3. AVALIAÇÂO DO PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM .................................................................20
3.1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A AVALIAÇÃO ..........................................................................................22
3.2 RECUPERAÇÃO PARALELA ...................................................................................................................22
3.3 A RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS ...........................................................................................................23
3.4 DO AVANÇO NOS CURSOS OU SÉRIES ..............................................................................................23
3.5 – TABELA DE PONTOS DO EXAME FINAL ..........................................................................................23
4. O CONSELHO DE CLASSE.........................................................................................................................23
4.1 CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O CONSELHO DE CLASSE. ....................................................24
5. NORMAS DE CONVIVÊNCIA DA COMUNIDADE ESCOLAR...............................................................25
6. CALENDÁRIO ESCOLAR ............................................................................................................................26
7. MATRÍCULA....................................................................................................................................................26
7. TRANSFERÊNCIA .........................................................................................................................................27
8. ADAPTAÇÂO ..................................................................................................................................................27
9. DEPEDENCIA E DA DISPENSA DE DISCIPLINA ...................................................................................27
10. METAS PARA 2006 .....................................................................................................................................27
PARTE III..............................................................................................................................................................30
DAS FUNÇÕES...................................................................................................................................................30
1. COMPOSIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR .....................................................................................30
1.1 ORGANOGRAMA DA ESCOLA...............................................................................................................30
1.2 DA DIREÇÃO ................................................................................................................................................31
1.2.1 COMPETE AO DIRETOR E ASSISTENTES DE DIREÇÃO..............................................................31
1.3 DOS ESPECIALISTAS EDUCACIONAIS ................................................................................................32
1.4 DO CORPO DOCENTE ...............................................................................................................................33
1.5 ASSISTENTE TECNICO PEDAGÓGICO.................................................................................................34
1.6 DO BIBLIOTECÁRIO...................................................................................................................................34
1.7 ASSISTENTE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO..........................................................................................35
1.8 DO ASSISTENTE DE EDUCAÇÃO...........................................................................................................35
1.9 DOS SERVIÇOS GERAIS...........................................................................................................................36
1.10 DO CORPO DISCENTE ............................................................................................................................36
1.10.1 DOS DIREITOS DOS ALUNOS............................................................................................................37
1.10.2 DOS DEVERES DOS ALUNOS ...........................................................................................................37
1.10.2 DO REGIME DISCIPLINAR ..................................................................................................................38
1.10.3 DO CORPO DISCENTE.........................................................................................................................38
1.11 DA FORMA E OBJETIVOS DO REGISTRO, ESCRITURAÇÃO E ARQUIVOS ESCOLARES ..39
1.12 DA INCINERAÇÃO ....................................................................................................................................39
PARTE IV .............................................................................................................................................................40
DIMENSÕES DA ESCOLA ...............................................................................................................................40
1. DIMENSÃO FÍSICA........................................................................................................................................40
1.1.1. NORMAS PARA EMPRÉSTIMOS ........................................................................................................40
1.2 LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS/BIOLOGIA, FÍSICA E QUÍMICA.......................................................40

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1.3 GINÁSIO DE ESPORTES ...........................................................................................................................41
2. DIMENSÃO FINANCEIRA ............................................................................................................................42
3. DIMENSÃO PEDAGÓGICA - RESULTADOS...........................................................................................42
3.1 MATRÍCULA 2000 À 2006..........................................................................................................................42
3.2. APROVAÇÃO ..............................................................................................................................................42
3.3 REPROVAÇÃO.............................................................................................................................................42
3.4 REPETÊNCIA................................................................................................................................................42
DISPOSIÇÕES GERAIS ....................................................................................................................................43
ANEXOS I.............................................................................................................................................................43
PROJETO: ...........................................................................................................................................................44
IMPLEMENTAÇÃO DO PPP – SEMINÁRIO: MAGISTÉRIO EM AÇÃO ..................................................44
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES PARA A SEMANA DO MAGISTÉRIO ..............................................46
PROJETO: ...........................................................................................................................................................47
IMPLANTAÇÃO DE SALA DE APOIO PEDAGÓGICO ...............................................................................47
PROJETO: ...........................................................................................................................................................47
INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS E
DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM .............................................................................................................48
PROJETO: ...........................................................................................................................................................50
APOIO PEDAGÓGICO.......................................................................................................................................50
ORIENTAÇÕES SOBRE ADAPTAÇÃO .........................................................................................................54
11. CONSELHO DE CLASSE PARTICIPATIVO ...........................................................................................55
CONSELHO DE CLASSE PARTICIPATIVO..................................................................................................56
AVALIAÇÃO DESCRITIVA:..............................................................................................................................57
PARA AVALIAR E VALIAR DE NOVO...........................................................................................................57

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IDENTIFICAÇÃO

A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas, está localizado à rua João Motta
Espezim n.º 499, Saco dos Limões em Florianópolis - S.C. Mantida pelo Estado de Santa
Catarina e administrada pela Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia,
norteará todo o seu trabalho por este Projeto Político Pedagógico, nos termos da legislação
em vigor.

OBJETIVOS E PRINCÍPIOS

A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas objetiva sua ação educativa, fundamentada
nos princípios da universalização de igualdade de acesso, permanência e sucesso, da
obrigatoriedade da Educação Básica e da gratuidade escolar.

A proposta é uma Escola de qualidade, democrática, participativa e comunitária, como


espaço cultural de socialização e desenvolvimento do educando, preparando-o para o
exercício e direitos e o cumprimento dos deveres, sinônimo de cidadania.

FINALIDADES

A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas tem por finalidade: atender o disposto nas
Constituições Federal e Estadual, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no
Estatuto da Criança e do Adolescente, ministrar a Educação Infantil, o Ensino Fundamental,
o Ensino Médio, Magistério e Educação de Jovens e Adultos observadas em cada caso, a
legislação e as normas especificamente aplicáveis.

A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas, oferecerá aos seus alunos serviços
educacionais com base nos princípios emanados das Constituições Federal e Estadual, da
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente.

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Introdução

Desde 1996, o projeto político pedagógico vem sendo construído e propondo


novos caminhos, para uma escola diferente. Todas as questões que envolvem o
fazer pedagógico e as suas relações com o currículo, conhecimento e com a função
social da escola, obriga a um pensar e uma reflexão contínua de todos que os
envolvidos neste processo. Que Escola de Educação Básica Getúlio Vargas queremos
construir?
Que conhecimentos serão necessários aos nossos alunos, oriundos do Sul da Ilha,
do bairro Saco dos Limões e especialmente a comunidade da Caieira do Saco dos Limões
precisarão ter, para de fato exercer a sua cidadania, nesta sociedade tão cheia de conflitos.
Conflitos estes que estão presentes no espaço escolar, nas relações pessoais, no confronto
das idéias, e também do surgimento de novas concepções, das dúvidas e da necessidade
do diálogo entre os sujeitos aprendentes ( professores, pais, alunos...).
Tais situações serão apresentadas no decorrer deste documento, nas linhas e nas
entrelinhas de cada parágrafo, resgatando a o aspecto histórico de como cada momento foi
sendo produzido e construído. Pois este documento é o resultado de um esforço conjunto
dos profissionais da educação desta unidade escolar com o objetivo de respaldar as ações
administrativas e pedagógicas no âmbito desta escola.
Há a consciência, por parte dos que o produziram, de que representa apenas um
germe de projeto político pedagógico e se encontra aberto a todo e qualquer tipo de
sugestão e encaminhamentos. Sabemos que nenhum projeto político pedagógico pode ser
dado como pronto e acabado sob pena de se cristalizar e deixar de acompanhar os
movimentos da história.

Portanto, nossa reflexão continua baseada principalmente na prática pedagógica


cotidiana e na discussão dos referenciais teóricos que nos encaminhem para uma “práxis”
responsável e compromissada com uma escola pública de qualidade.

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Histórico:

Escola de Educação Básica Getúlio Vargas: 1940- 2006


“Uma aula de história”

A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas é uma escola pública de referência em


qualidade de educação, que busca cada vez melhor atender à comunidade num resgate à cidadania,
como marco referencial além do conhecimento sistematizado.
Foi inaugurada em doze de março de mil novecentos e quarenta, pelo Excelentíssimo Senhor
Presidente da República, Getúlio Vargas, e demais autoridades como o Interventor Federal do
Estado, o Senhor Nereu Ramos, o Secretário de Estado do Interior e Justiça, Sr. Ivo D'Aquino
e outras autoridades civis, militares e eclesiásticas, onde solenemente foi inaugurado o “Grupo
Escolar Getúlio Vargas”, localizado na então, Vila de Saco dos Limões, município de Florianópolis,
Estado de Santa Catarina.
Como um marco da honrosa presença do Presidente Getúlio Vargas, foi plantado no pátio da
escola um exemplar de Pau-Brasil, oferta das crianças pernambucanas às crianças de Santa
Catarina. Este exemplar de Pau-Brasil ainda hoje permanece verde o ano todo.
No início, a escola atendia somente de 1ª. à 4ª. série, com capacidade para 660 alunos.
Com o passar dos anos as exigências escolares aumentaram, aumentando também sua capacidade.
Em primeiro de março de 1951 foi inaugurado o Curso Normal Regional Joaquim de Oliveira. Com o
Decreto de 08 de fevereiro de 1971 o Grupo Escolar Getúlio Vargas passa para Escola Básica Getúlio
Vargas e começa atender também da 5ª até 8ª série.
Com a construção de um prédio em anexo e através do decreto no. 8.130 de 11 de julho
de 1979 sua denominação passa para Colégio Estadual Getúlio Vargas e a partir de 1980 é
autorizado o funcionamento das primeiras séries do segundo grau, com as habilitações de Desenhista
de Instalações Elétricas, Desenhista de Instalações Hidráulicas e Habilitação básica em Mecânica.
Através da portaria E/100/83 é autorizado o funcionamento do curso de educação pré-
escolar.
Também em 1°. de agosto deste mesmo ano, através da portaria E/183/83 o Colégio
Estadual Getúlio Vargas recebe autorização para funcionamento das habilitações em Formação para
o Magistério de 1ª à 4ª. série, curso de Administração e Técnicas Comerciais em nível de II grau.
Em 25 de novembro de 1991 é assinado o contrato de ampliação e reforma do colégio
com a presença do governador Vilson Kleinubing e demais autoridades, diretores e comunidade
sendo que em 13 de junho de 1992 o colégio é reinaugurado também com a presença do governador
e demais autoridades e membros da comunidade escolar e a comunidade em geral.
No ano de 1999, a escola, atendendo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) muda
novamente sua nomenclatura para Escola de Educação Básica Getúlio Vargas e extingue o último
curso técnico que era o Magistério. O antigo segundo grau passa agora para somente Ensino Médio.
Cabe ressaltar que junto com os cursos técnicos o Colégio oferecia um Pré-vestibular, chamado de
Terceirão.
Em 2004 a escola voltou a oferecer o curso de Magistério com habilitação em educação
infantil e séries iniciais em nível Médio.
Em 22 de março de 2005 foi inaugurado o Ginásio de Esporte, uma antiga reivindicação
da comunidade escolar, com a presença do Sr. Governador Luiz Henrique da Silveira, o prefeito de
Florianópolis, Dário Berger, o Secretário de Educação Jacó Anderle, o Secretario de Desenvolvimento
Regional Valter Gallina, professores e outras autoridades e toda a comunidade escolar, num ato
festivo para uma educação de qualidade, marco referencial da Escola Getúlio Vargas em
cumprimento dos objetivos, buscando sempre, não só garantir matrícula aos alunos, mas também a
permanência e sucesso destes.
Atualmente a Escola de Educação Básica Getúlio Vargas possui os seguintes níveis de
educação: Educação Infantil (pré-escolar), Ensino Fundamental (séries iniciais e 5ª à 8ª. série,
inclusive Supletivo diurno e noturno), Ensino Médio e Magistério em nível Médio.

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Histórico da Construção do PPP.

Desde 1996, a Escola de Educação Básica Getúlio Vargas, vem traçando uma
proposta pedagógica que contemple todas as expectativas dos segmentos que compõem
esta unidade de ensino. Inicialmente foi aplicado um questionário à comunidade escolar:
alunos, professores, pessoal técnico-administrativo, servidores e pais no objetivo de colher
informações sobre as expectativas destes em relação ao ensino, a escola e a sociedade.
O escopo primeiro era, por meio de um levantamento de opiniões do coletivo,
pressupor as linhas que norteariam toda a ação educativa em busca de uma escola pública
de qualidade.
Os questionários apresentavam as seguintes questões:
• O que você espera da escola?
• Que atividades você gostaria que fosse desenvolvida na escola?
• Quais as suas responsabilidades para com a escola?
Os dados foram tabulados e os resultados foram publicados no documento intitulado:
“Relatório Final”, em que consta também uma análise realizada pelos professores e
especialistas a respeito destes.
Transcrevemos, a seguir, alguma dessas conclusões:

1- Em relação à função social da escola 1 :


• O grupo de professores concluiu que a escola não tem cumprido sua função social e
que é necessário o educador ter claro seu verdadeiro papel na escola para, somente
assim, poder discutir e propor um Projeto Político Pedagógico.
• Garantir espaço de reflexão para um trabalho transformador. A proposta é estudar a
própria prática por meio da ação-reflexão-ação (espaço para trocar idéias e teorias,
registrar práticas, dúvidas, descobertas, hipóteses). Estes espaços devem ser mensais
e que os dias de estudos sejam organizados no sentido de podermos dar continuidade
ao primeiro momento 2 .

2- Eis as propostas de atividades que a escola deveria desenvolver:


• Jogos e gincanas – Educação Física
• Atividades de teatro e música – Artes
• História do colégio – Painéis – Fotos – História
• Semana do Estudante
• Jogos e Noite da Arte
• Formação do Grêmio

3- O Projeto Político Pedagógico deve ser aprovado pelos pais ou responsáveis e


contemplar:
• Uma linha de ação;
• Integração entre alunos e professores;
• Conteúdos associados a vivencia d criança, trabalhado criticamente
• Valorização de todos os segmentos da escola

4- Participação dos alunos na conservação e manutenção da escola através de:


• Horta escolar;

1-Estas foram, embora às vezes equivocadas, as conclusões a que se chegou em 1996; por isso deliberou-se por outros momentos de
reflexão no sentido de se compreender a verdadeira “função social” da escola que queremos implementar.
2-Referência feita aos “ Dias de Estudos” previstos no calendário do ano de 1996

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• Curso de relações humanas;
• Criação do regimento interno

Nos anos de 1997 e 1998 as questões pedagógicas foram priorizadas e definidas pelos
educadores, que apontaram os seguintes eixos, definidas no plano geral da escola e neste
documento tratava- se sobre:
• Índice de repetência - causas e soluções;
• Critérios de avaliação;
• Conteúdos da série anterior;
• Disciplina 3 ;
• Falta dos professores;
• Critérios de conteúdos mínimos por série;
• Planejamento mensal das aulas;
• Critérios para estágios;
• Conselho de classe.

Em 1999 e 2000 o Colégio Estadual Getúlio Vargas traçou como metas:


• Filosofia da escola-metas e ações;
• Visão de Homem, Mundo, Sociedade e Educação;
• Escola que temos (real) – e a que queremos (ideal);
• Ação para o ano 2000.

Capacitação de estudo sobre:


• Lei de Diretrizes e Bases;
• Sistema Estadual de Ensino;
Regimento Interno.

Em 2005, em reuniões pedagógicas foram colocadas como metas a serem cumpridas pelos
profissionais da escola e discentes, as seguintes questões:
Estudo sobre inclusão dos portadores de necessidades especiais
Normas de convivência
Projetos pedagógicos
Estrutura física e pedagógica
Avaliação institucional

Para o ano letivo de 2006, a Escola de Educação Básica Getúlio Vargas tem as seguintes o
metas a serem alcançadas:
• Aperfeiçoar o processo do conselho de classe participativo.
• Diminuir índices de repetência e desistência (evasão) em relação a 2005.
• Estreitar os vínculos entre família e escola.
• Ampliar e estabelecer parcerias para o Projeto Escola Aberta em funcionamento aos finais
de semana.

3-Entenda-se, por este termo, o controle do comportamento dos alunos no âmbito do ambiente escolar.

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PARTE I

CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS

1. Função Social da Escola:

Promover, ao aluno, acesso ao conhecimento sistematizado e, a partir


deste, a produção de novos conhecimentos. Preocupar-se com a formação
de um homem consciente e participativo na sociedade em que está inserido.

2. Eixos Norteadores:

Aprender a aprender.
Valores: respeito, solidariedade, disciplina, coletividade.
Trabalho unificado – coletivo.
Criar para humanizar.
Compromisso

3. O Trabalho Pedagógico

Para refletir sobre a função social da escola nos referendamos no texto “Escola:
Projeto coletivo em construção permanente” (Proposta Curricular, 1999). O grupo 4 conclui
que é necessário um repensar a organização político-pedagógica que permita:
1. Trabalhar valores culturais, morais e físicos;
2. Integrar elementos da vida social aos conteúdos trabalhados;
3. Compreender este aluno como um cidadão que deve ser um agente transformador
da sociedade, além de crítico, responsável e participante.
A escola deve ser crítica, reflexiva e possibilitar a toda a comunidade um projeto
político pedagógico consolidado pela colaboração mútua e o exercício da construção
coletiva desencadeando experiências inovadoras que estão acontecendo na escola.
“... a escola, por si só não forma cidadãos, mas
pode preparar instrumentalizar e proporcionar
condições para que seus alunos possam se firmar
e construir a sua cidadania” (Proposta Curricular,
1997)

4-Este grupo era formado por professores e especialistas interessados em organizar o projeto político para a escola

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A comunidade escolar repensa constantemente o seu papel pedagógico e sua
função social, para tanto, se faz necessário refletir sobre a escola que temos, se voltada
para os interesses políticos e internacionais, se discriminadora e produtora de mecanismos
de controle que impede que os nossos alunos consigam enfrentar em condições de
igualdade ou como melhor enfrentar os desafios do mundo contemporâneo.
Para que a escola cumpra a sua função social será necessário:
• Integração e participação da comunidade escolar;
• Os segmentos da escola devem estar plenamente voltados à completa valorização do
educando;
• Cursos de formação e qualificação dos profissionais da educação;
• Criação e reorganização do espaço físico;
• Material didático e outros que facilitem o trabalho do professor;
• Número de alunos em sala de aula condizente com a metragem do ambiente;
• Recursos humanos, pedagógicos e financeiros;
• Cobrança de regras de convivência em grupo;
• Melhor qualificação profissional e salários compatíveis com os diferentes níveis e
funções;
• Política que estabeleça professores efetivos
• Restabelecimento da motivação e credibilidade dos professores.

4. Concepções

4.1 De Mundo: O mundo é o local onde ocorre as interações homem-homem e homem-


meio social caracterizadas pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido a rapidez do
processo de assimilação das informações e pela globalização torna-se necessário
proporcionar ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos, culturais e espirituais
para que sejam superadas as injustiças, diferenças, distinções e divisões na tentativa de se
formar o ser humano que se imagina. Isto será possível se a escola for um espaço que
contribua para a efetiva mudança social.

4.2 De Sociedade: Somos uma sociedade capitalista, competitiva baseada nas ações e
resultados, por isso precisamos construir uma sociedade libertadora, crítica, reflexiva,
igualitária, democrática e integradora, fruto das relações entre as pessoas, caracterizadas
pela interação de diversas culturas em que cada cidadão constrói a sua existência e a do
coletivo.

4.3 De Homem: O homem, na atualidade, é um ser competitivo e individualista, resultado


das relações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta deve ser por
um homem social, voltado para o seu bem próprio mas, acima de tudo, para o bem estar do
grupo do qual faz parte. O homem, que modifica a si mesmo pela apropriação dos
conhecimentos, modifica também a sociedade por meio do movimento dialético “do social
para o individual para o social”. Destarte, torna-se sujeito da história.

4.4 De Educação: O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino e


aprendizagem que ultrapasse a mera reprodução de saberes “cristalizado” e desemboque
em um processo de produção e de apropriação de conhecimento, possibilitando, assim, que
o cidadão torne-se crítico e que exerça a sua cidadania, refletindo sobre as questões sociais
e buscando alternativas de superação da realidade.

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5. O Que Entendemos Por:

5.1 Currículo: O currículo extrapola o “fazer” pedagógico abrangendo elementos como


grade curricular, disciplinas, conteúdos e conhecimento. É necessário resgatar os saberes
que o aluno traz de seu cotidiano. Elencado o objeto do conhecimento, este não deve ser
trabalhado de forma superficial e desvinculada da realidade. Está enraizada, em nossa ação
pedagógica diária, uma metodologia tradicional que entende o conhecimento como um
produto pronto para apenas ser repassado, considerando somente a interação unilateral
entre professor e aluno. Todavia, é preciso que o objeto do conhecimento seja tratado por
meio de um processo que considere a interação/ mediação entre educador ⇔educando
como uma via de “mão dupla” em que as relações de ensino-aprendizagem ocorram
dialeticamente.

5.2 Planejamento: Para planejar, considerando as reflexões anteriores neste documento,


o educador deve mudar sua postura enquanto “homem” e “professor”. Primeiramente é
preciso mudar a si próprio para, então, pensar em mudar os outros. Planejar significa, a
partir da realidade do aluno, pensar as ações pedagógicas possíveis de serem realizadas no
intuito de possibilitar a produção e internalização de conhecimentos por parte do educando.
Além disso, o planejamento deve contemplar a possibilidade de um movimento de ação-
reflexão-ação na busca constante de um processo de ensino-aprendizagem produtivo.
Portanto, não cabe mais uma mera lista de conteúdos. Deve-se dar ênfase as atividades
pedagógicas; o conteúdo em sala de aula será resultado da discussão e da necessidade
manifestada a partir do conhecimento que se tem do próprio aluno. Logo, de posse de
alguns dados referentes ao conhecimento internalizado pelo educando, passa-se a reflexão
e discussão sobre os conhecimentos historicamente sistematizados. Essa forma permite que
professor e aluno avancem em seus conhecimentos e se constituam como sujeitos
reflexivos. A escola deve elaborar, por disciplina, aqueles conteúdos mínimos pertinentes a
cada série que serão o ponto de partida.

5.2.1 Objetivos do Planejamento:

Conhecer o aluno, observar e categorizar as suas necessidades e a partir desta


constatação, pensar em um planejamento concreto que faça a relação das vivências
para o conhecimento científico.

5.2.2 Atividades de planejamento:

1. Estabelecer períodos para observar o “conhecimento prévio do aluno” (2 semanas,


após o inicio do ano letivo)- Período de sondagem

2. Reunião por área: Aproximar as disciplinas curriculares, professores, equipe


pedagógica, construindo propostas interdisciplinares em diferentes níveis;
• Agendar momentos no calendário escolar para planejar por série, fases e disciplina.

3. Organizar projetos pedagógicos que envolvam todos os segmentos da escola, com a


participação da comunidade.
• Planejamento por projetos e atividades de ensino

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4. Reunião Geral, pára planejar as questões pedagógicas e administrativas
• Formação continuada

5.2.3 Avaliação: A avaliação, merece um destaque a parte, pois diz respeito a um


processo mais amplo e abrangente que abarca todas as ações desenvolvidas na ação
pedagógico, assim como todos os sujeitos nele envolvidos. Portanto, deve estar claro
para aquele que avalia que ele também é parte integrante do processo avaliativo uma
vez que foi o responsável pela mediação no processo de ensino-aprendizagem. Logo,
quando se lança o olhar para avaliar alguém ou alguma ação no âmbito da instituição
escolar, lança-se também o olhar sobre si próprio. Ao avaliar deve-se ter em mente o
processo como um todo, bem como aquele a quem se está avaliando.
Com a nova LDB 9394/96, que trouxe mudanças significativas para este
novo olhar para a avaliação tanto no aspecto pedagógico como da legalidade, a escola
tem proporcionado momentos de estudo e de discussão deste tema. Que não se
esgotou até o presente momento.
Dentre as dificuldades que se coloca sobre a avaliação, estão presentes
ainda muitas questões do passado, como: provas, trabalhos, recuperação, apropriação
dos conceitos mínimos, o empenhos dos alunos no processo, as condições objetivas da
prática docente, em relação a correção, critérios, pareceres e a nota como prevê a
Resolução 23/2000.
Compreendemos que a avaliação deve permear todas as atividades da sala,
principalmente na relação professor com o aluno e no tratamento dos conhecimentos
trabalhados neste espaço. Portanto, a intervenção do professor ajuda a construir as
mediações necessárias para a construção do conhecimento.
A recuperação paralela, prevista em lei ajuda a reelaborar estes conceitos
que por ventura não foram apropriados por alguma razão e que novas oportunidades de
recuperação devem ser oferecidas, não restringindo apenas no sentido de realizar mais
uma prova. Esta novas oportunidades deverão estar devidamente registradas no diário
de classe e devem ser lembradas por todo educador que é um direito do aluno. Portanto
o trabalho do professor é fundamental na condução do processo. É função docente estar
atento a esta questão.
O entendimento dos professores desta escola em relação a 2ª época,
que não será adotada, se contrapõem aquilo que se tem discutido e se colocado como
importante no processo ensino aprendizagem no que diz respeito a intervenção
significativa do professor nos conteúdos que precisam serem melhores explorados e
trabalhados, com resignificação pelo docente. Pontuamos a responsabilidade do
educador e do aluno, que deverão ser colaboradores neste processo.
Por experiência, a 2ª época da nossa escola, não trouxe qualquer tipo
de avanço no processo de aprendizagem por parte dos nossos alunos, basta observar as
atas dos conselhos de classe, realizados quando da permanência desta prática. Cria-se
um verdadeiro caos pedagógico, para os alunos, família e professores em querer colocar
todo o processo de aprovação em um único momento. Como ficam as intervenções
necessárias para o verdadeiro sentido da aprendizagem? Passar alguns dias estudando
apenas para tirar uma nota invalida qualquer discurso de continuidade, de processo e de
caminhos que alunos e professores devem trilhar no decorrer de um no letivo. Não
podemos também esquecer que cria um certo comodismo por parte de alunos e de
alguns professores na obtenção de uma nota, podendo desqualificar todo um trabalho
pedagógico.

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6. Problemas elencados quando da elaboração do P.P. P:

• Falta de participação da família no processo educacional;


• Falta de articuladores e coordenadores na comunidade escolar;
• Falta de compromisso político pedagógico;
• Deficiência na aprendizagem dos alunos;
• Salas lotadas que inviabilizam uma melhor mediação por parte do professor;
• Professores desatualizados;
• Trabalho individualizado e isolado;
• Falta de determinados profissionais (assistente social, psicológicos, pedagogos,
coordenadores de turno e por disciplina);
• Falta de planejamentos articulado – interdisciplinaridade;
• Problemas na avaliação e recuperação paralela;
• Falta de condições mínimas de trabalho (por exemplo: quadro e giz de melhor
qualidade, falta de diário de classe e material básico como papel para fotocopiar ou
reproduzir textos);
• Contra-valores (passa a ser regra o contra-valor como: desrespeito, deseducação,
grosseria, violência, etc.)

7. Metas

• Avaliação diagnóstica processual que leve em consideração todo o tempo de


permanência e atuação do aluno em sala de aula;
• Procurar conhecer o aluno;
• Buscar o comprometimento e participação dos pais na educação escolar;
• Apoio pedagógico aos professores através de supervisores em número suficientes e
coordenadores por disciplina e ou área de estudo;
• Falta de orientadores pedagógicos para realizar um trabalho de articulação entre os
alunos visando melhoria na qualidade do ensino e da aprendizagem;
• Articulação do trabalho pedagógico entre disciplina - interdisciplinaridade;
• Departamentos por disciplina ou área de estudo, laboratórios, oficinas (encaminhamento
de projetos aos órgãos competentes);
• Atendimento extra-classe;
• Gerenciamento dos recursos financeiros de maneira mais participativa, visando também,
e primordialmente, as questões pedagógicas.

14
PARTE II

SISTEMA DE ENSINO

MODALIDADES DE ENSINO, ORGANIZAÇÃO, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS


CURSOS.

A escola de Educação Básica Getúlio Vargas oferece as seguintes modalidades de


ensino:

1. Educação Infantil – Pré-escolar a partir dos 05/06 anos; uma turma no período matutino
e outra turma no período vespertino.

2. Ensino Fundamental – Séries Iniciais (1ª. à 4ª. Série), período matutino e vespertino.
- 5ª. à 7aª. Série – período matutino
- 8ª. Série – Período vespertino

3. Educação de Jovens e Adultos (Eja) - 5ª. à 7ª. Série – período matutino


- 8ª. série – período vespertino
- 5ª. à 8ª. série – período noturno.

4. Ensino Médio – Matutino, vespertino e noturno.

5. Magistério – com habilitação em nível médio para Educação Infantil e Séries Iniciais –
período noturno.

1 Educação Infantil e Ensino Fundamental

1.1 Objetivos:

• Desenvolvimento da capacidade de aprender e de socializar o que aprendeu, tendo


como meios básicos o domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
• Compreensão do ambiente natural e social dos sistemas políticos e da auto
determinação dos povos, dos valores em que se fundamenta na sociedade, da
tecnologia e das artes;
• Desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de
conhecimentos e habilidades de formação de atitudes e valores;
• A formação da consciência critica e a aquisição de capacidade de organização para a
transformação social;
• O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços, da solidariedade humana e da
tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
Artigo 35 da LDB 939496

1.2 Ações:

• Hora da leitura: Cada turma agendará 1 (uma) vez por semana a hora da leitura.
Livros, revistas, jornais e outros para lerem na sala de aula.
15
• Biblioteca: agendar semanalmente, visita a biblioteca escolar, para aquisição de
livros que deverão ser levados leitura em casa com a família.
• Conselhos de classe: Períodos para planejamentos coletivos e discussão com a
equipe pedagógica para levantamento das questões que permeiam a pratica
pedagógica.
• Intervenção Pedagógica: Projeto em parceria com as alunas do Curso do Magistério
oferecidos em horários extracurricular para auxiliar na superação das dificuldades de
aprendizagem apresentadas pelas crianças. Atividade esta realizada em horário
extracurricular.
• Sala de apoio para os alunos com reprovações múltiplas para apoio pedagógico.

1.2.3 Conteúdos mínimos que deverão ser atingidos pelos alunos das séries
iniciais para aprovação.

1ª. série 2ª. série 3ª. série 4ª. série


- Ler, - Ler, interpretar -Ler e Língua Portuguesa:
interpretar e e produzir interpretar -Ler e interpretar
produzir textos. textos diferentes tipos de
pequenos - Empregar -Produzir texto textos: literários, ....
Língua textos. adequadamente com seqüência -Produzir textos orais e
Portuguesa a ortografia. lógica, escritos com coerência e
- Utilizar os ampliando o coesão.
sinais de vocabulário e
pontuação. utilizando
pontuação
correta.
-Empregar
adequadamente
a ortografia.
-Utilizar os
sinais de
pontuação.
- Resolver - Resolver -Analisar, -Resolver situações
situações situações interpretar e problemas envolvendo
problemas problemas resolver as quatro operações
envolvendo envolvendo as situações- com:
subtração e quatro problemas números naturais,
adição sem operações envolvendo as fracionários e racionais
reserva. - Conhecer os quatro -Resolver situações
- Conhecer numerais até operações. problemas com
os numerais 999. - Reconhecer e multiplicação com dois
até 99. - Ter noção de fazer uso dos números naturais e
multiplicação e números divisão simples
divisão simples fracionários no -Resolver expressões
Matemática seu dia a dia. numéricas, com
-Resolver parênteses, colchetes e
situações chaves
16
problemas com
números
naturais,
envolvendo as
quatro
operações em
-Resolver
situações
problemas com
multiplicação
com dois
números
naturais e
divisão simples
-Resolver
expressões
numérica
- Reconhecer - Ter noções de -Reconhecer e -Reconhecer e
partes de seu higiene pessoal identificar as identificar as diferenças
corpo. para uma boa diferenças entre entre os seres vivos.
- Ter noções saúde, em os seres vivos. -
de higiene todos os Sexualidade.....................
Ciências pessoal para estágios da -Conhecer a importância
uma boa vida. dos recursos naturais e o
saúde. - Compreender aproveitamento racional
- Identificar a reprodução
seres vivos e humana.
não vivos.
- Identificar
alguns tipos
e animais e
plantas.
- - Conhecer -Conhecer fatos -Conhecer fatos
Compreender fatos históricos históricos sobre históricos sobre o Brasil.
a importância sobre o o Estado De -Conhecer o espaço
da sua município de Santa Catarina. geográfico do Brasil nos
Geografia família. Florianópolis. -Conhecer o aspectos: físicos,
e - Localizar- - Conhecer o espaço culturais, e econômicos.
História se em espaço geográfico de
relação a sua geográfico de Santa Catarina
casa, a Florianópolis e relacionar com
escola e o relacionar com outros espaços,
bairro onde outros espaços nos aspectos
mora (Planeta Terra) físicos,
culturais, e
econômicos.

1.3 Ensino Fundamental de 5ª a 8ª Série:

• Será evitado adiantar a primeira aula

17
• Avaliação da Recuperação Paralela
• Eliminação da Prova de 2ª Época
• Devolução de todas as avaliações
• As notas serão entregues sempre no conselho de classe

Para as turmas de 5ª a 8ª série é preciso transpor as questões disciplinares para questões


de aprendizagem, discutindo profundamente os processos de ensinar e aprender o que são
e quais são os conteúdos significativos e como vivenciar práticas interdisciplinares.
Observa- se nos relatos orais e escritos a predominância do caráter mais disciplinador
do professores com os seus alunos, situações estas que se justificam pelos inúmeros
problemas sociais e que afetam o espaço da sala de aula.. Entre eles podemos citar:
• Ausência das famílias na escola
• Distorção idade serie
• Falta de motivação para os estudos
• Incertezas políticas, econômicas e sociais. Estudar para quê?
• Falta de e dos professores
• Falta de condições materiais, humanas e físicas para garantir o bom funcionamento
da unidade escolar.
• Falta de formação e de capacitação dos diferentes profissionais da educação em
saber trabalhar com este novo perfil de aluno.

Os projetos existentes, são tentativas de professores em criar novas situações,


procurando tornar os temas abordados em sala aula mais atraentes e que consiga
mobilizar os alunos para a aprendizagem. Porem o que se constata nas atas dos conselhos
de classes são as seguintes questões: Adiantar ou não adiantar a primeira aula?
Recuperação paralela, de conteúdo ou de nota . Repensar um novo sentido para escola ,
que inclua professores e alunos, que supere a descrença, o desalento e a falta do desejo de
tornar a escola, espaço de construção permanente de novos saberes

1.4 Educação de Jovens e Adultos: 5ª a 8ª série

A Escola de Educação Básica Getulio Vargas, oferece nos períodos matutino e


noturno ensino de 5ª a 8ª série, oportunizando aos alunos que freqüentam esta modalidade
de ensino, o acesso a escola e o direito de conclusão da escolaridade.
Ao matricular-se o aluno responde a um conjunto de questões, previamente
organizadas pelo grupo docente e equipe pedagógica, com o intuito de apontar quais os
desejos, anseios e preocupações que estes jovens tem ao retornar ao bancos escolares.
Tais questões não têm caráter eliminatório, mas busca priorizar as vagas existentes para os
de maior idade e aproximar alunos e professores para um planejamento coerente a este
aluno que é um adolescente, ou um adulto trabalhador e com um histórico escolar
comprometido pela repetência e reprovação e ou evasão.
As perguntas perpassam pelas razões do desejo deste voltar a estudar. O que
cada um espera desta modalidade de ensino? Quais os motivos de ter parado de estudar?
No contato com os alunos e na análise destas respostas, nos momentos de efetivação das
matrículas no início de cada semestre letivo é possível idealizar um planejamento mais
próximo das necessidades destes educadores. Nesta perspectiva a função do EJA é de
incluir toda a população acima de quinze anos, contribuindo para a sua formação e o
aperfeiçoamento do exercício da cidadania.

18
“Ler e escrever, interpretar e saber operar
corretamente com os números , falar uma língua
estrangeira e ter domínio da informática são pré
requisitos para a inserção na sociedade. SED/SC

Para aprovação o aluno devera alcançar 12 pontos nos dois bimestres. Para
aqueles que não conseguirem atingir, será oportunizado o Exame Final, do qual o aluno
deverá obter nota 5,0 (cinco virgula zero).

1.5 Curso Magistério: Habilitação em Nível Médio em Educação Infantil e Séries


Iniciais

1.5.1 Objetivo: Formar professores de nível médio para atuar como educadores nas
escolas de educação Infantil e séries iniciais.

1.5.2 Ações:

1- Na primeira semana letiva, criar espaços para a apresentação do curso:


• Objetivos e finalidades;
• Legislação: 9394/96, Lei 170 - SC e Estatuto da Criança e do Adolescente;
• Currículo;
• Grade Curricular;
• Orientações sobre o estágio;
• Compromisso político, ético e pedagógico;
• O que é ser educador.

2- Organização de um seminário para o 2 º semestre envolvendo alunos,


professores do curso e das escolas envolvidas no estágio e demais professores da escola.

3- Organização da atividades pedagógicas:


• A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas deve priorizar os estágios das
alunas do curso de Magistério em relação a outras instituições, salvo situações
justificadas pela coordenadas e/ ou direção.
• O aluno que não contemplar a carga horária de estágio referente ao terceiro
ano, não poderá iniciar a 4 série.
• Os alunos matriculados após o inicio do ano letivo, deverão assumir o ônus
pelas atividades já desenvolvidas.
• As avaliações individuais devem ter peso maior que as coletivas.
• Expressamente proibida a entrada de pessoas (filhos , parentes, amigos que
não sejam alunos ) nas atividades de sala de aula.
• A entrega dos trabalhos fora dos prazos determinados, terão redução de 2,0
na avaliação.
• A cada três erros descontar 0,1 nas avaliações e trabalhos.
• Os trabalhos que apresentarem deficiência em relação a conteúdo,
organização e estética, deverão ser refeitos, para manutenção da nota.
• Em virtude da heterogeneidade dos alunos que procuram o curso, será
aplicada uma avaliação com os conteúdos mínimos, para que esse possa traçar

19
um planejamento mais coerente às necessidades dos alunos, com vistas à
superação das dificuldades apresentadas.
• Organização dos planejamentos para que se possa trabalhar com maior
integração.
• Organização de uma pasta no espaço da Biblioteca Escolar para que sejam
arquivados sugestões de textos que poderão ser trabalhados em cada
disciplina.
• Indicação de referencias que poderão ser trabalhadas interdisciplinarmente.
Pedagogia da Autonomia – Paulo Freire
Ensinar e aprender com sentido – Moacir Gadotti
Ao professor com todo meu carinho -
Sexualidade – César Nunes
Psicologia e Ideologia: Uma introdução... Maria Helena Patto
• Projeto de intervenção
Projeto de Docência.
Art. 30 A escola oferece, de acordo com a sua especificidade, a educação Infantil, Ensino
Fundamental, Ensino Médio e Educação de jovens e adultos, nos períodos diurno e noturno.

2. CURRÍCULOS

Art.31 Os cursos serão organizados em conformidade com a legislação específica,


analisados pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto e encaminhados ao
conselho Estadual de educação para a devida aprovação.

Parágrafo único: A programação curricular de cada nível de ensino obedecerá à


legislação vigente

3. AVALIAÇÂO DO PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM

A avaliação deve possibilitar o aperfeiçoamento do processo ensino-aprendizagem


(Conforme a Resolução Nº 23/2000/CEE/SC).

I. Cabe ao professor da disciplina aferir o desempenho do aluno quanto à apropriação


de competências e conhecimentos de estudos e atividades escolares.
II. Cabe a Direção aferir o desempenho docente previsto no Projeto Político-Pedagógico
do estabelecimento de ensino.
III. Cabe a Direção aferir as condições físicas e materiais que substanciam o processo
ensino-aprendizagem.

A avaliação do aproveitamento do aluno será diagnóstica, processual e contínua e de forma


global, mediante verificação de competência e de aprendizagem de conhecimentos, em
atividades de classe e extra classe, incluídos os procedimentos próprios de recuperação
paralela.
I. Avaliação do aproveitamento do aluno será atribuída pelo professor da série ou
disciplina, registrada em diário de classe e analisada em Conselho de Classe.
II. Quando a avaliação for expressa em conceito descritivo, cabe ao Professor
estabelecer a equivalência em notas, caso seja necessário;

20
III. Esta UE adota conceito descritivo para as turmas de Educação Infantil e Primeira
série do Ensino Fundamental, a primeira cumprindo legislação em vigor, a segunda
pela implementação de projeto próprio; (nota de conceito no 1º. Bimestre, sendo que
será transformada em valores no 2º. Bimestre, totalizando os 04 bimestres);
IV. Será garantido minimamente aos discentes, novas oportunidades de avaliação como
recuperação paralela antes do fechamento das médias bimestrais, prevalecendo o
resultado maior obtido;
V. Será garantido acesso a exame final aos alunos que obtiveram média inferior a 7
(sete), e superior a 2.75 (dois, setenta e cinco).

São considerados aprovados:


I. os alunos que alcançarem os níveis de apropriação de conhecimento superior ou
igual a 70% (setenta por cento) dos conteúdos efetivamente trabalhados por
disciplina; do Ensino Regular Fundamental, Médio, Eja e Profissionalizante;
II. os alunos com aproveitamento inferior aos 70% (setenta por cento), que submetidos
à avaliação final, alcançarem 50% (cinqüenta por cento) em cada disciplina;
III. Ter-se-ão como aprovados, quanto à assiduidade, os alunos de freqüência igual ou
superior à 75% (setenta e cinco por cento) das horas letivas de efetivo trabalho
escolar.
IV. A UE não adotará 2ª. Época.

A UE pode oferecer novas oportunidades de avaliação, sempre que verificado o


aproveitamento insuficiente durante os bimestres, assegurando a promoção de recuperação
paralela e prevalecerá o resultado maior obtido. Estas decisões cabem ao conselho de
classe em conjunto com o professor da disciplina.
I. O aluno que não for aprovado, em até duas disciplinas, tem direito à progressão
parcial e fará dependência das mesmas, esta progressão fica assegurada somente
aos alunos do ensino médio;
II. Será dada preferência para que o aluno faça a dependência, nesta UE conforme sua
matrícula;
III. No caso de transferência com a condição de dependência, e a escola não oferecer
dependência em horário oposto as aulas. O aluno poderá ser avaliado para fins de
reclassificação.
IV. Serão aprovados, quanto à assiduidade, os alunos com freqüência igual ou superior
à 75% (setenta e cinco por cento) das horas letivas de efetivo trabalho escolar;
V. Considerar-se-ão não aprovados, quanto ao aproveitamento de estudos, os alunos
que não alcançarem os mínimos estabelecidos por esta Resolução,
consubstanciados na legislação em vigor e explicitados no Projeto Político-
Pedagógico;
VI. No de transferência para estabelecimento em que não esteja prevista, no seu Projeto
Político-Pedagógico, a condição de dependência, o aluno poderá ser avaliado nos
termos da reclassificação.

Cabe a UE expedir históricos escolares, declarações de conclusão de série e diplomas e


certificados de conclusão de curso, com as especificações cabíveis, com abrangência a
todas as modalidades e níveis de ensino praticados por ela.
I. Na Educação Infantil, a avaliação não possui caráter de promoção, seu objetivo é
diagnosticar e acompanhar o desenvolvimento da criança em todos os seus
aspectos;

21
II. Como na Educação Infantil a avaliação tem efeito apenas como registro de
acompanhamento e de desenvolvimento da criança, o mesmo deverá ser,
referencialmente, descritivo;
III. Em Caso de transferência, a avaliação expressa em conceito, deverá ser
transformada em valores, se assim for necessário.

Os estabelecimentos, que não adotarem os Exames Finais ou de 2a Época, deverão


explicitar as razões pedagógicas no Projeto Político-Pedagógico e seguirão as normas
próprias da legislação em vigor e, no que couber, desta Resolução. (RESOLUÇÃO Nº
23/2000/CEE/SC. PARAGRAFO 3º. )

3.1 Considerações Sobre a Avaliação

1- Freqüência mínima de 75% conforme legislação em vigor;


2- O controle da freqüência diária será da competência e compromisso do professor das
séries ou respectivas disciplinas e deverá ser registrado em diário próprio fornecido pela
secretaria da escola assim como o registro de todas as atividades e produções
desenvolvidas em sala de aula;
1- Registro das avaliações realizadas e instrumentos avaliativos empregados em diário de
classe pelo professor;
2- O conselho de classe será, preferencialmente participativo, isto é, com a presença da
direção, professores, supervisão, orientação escolar, alunos e pais se assim for entendido
como melhor forma de avaliar o processo pedagógico pela classe docente.
3- Dependência presencial: aluno deve freqüentar as aulas.
4- Planejamentos constantes e realizados em reuniões previamente agendadas com grupos
de professores por disciplina ou área de atuação a fim de pensar as atividades a serem
desenvolvidas.
5- Coordenador por disciplina ou área que articule e supervisione o trabalho em conjunto
com a supervisão e direção pedagógica 5 .
6- Registro semestral com aproveitamento de 70% para aprovação conforme resolução
023/2000/CEE/SC;
7- Será garantido minimamente aos discentes dois momentos de avaliação sistemática
bimestralmente e uma recuperação paralela antes do fechamento da média bimestral;
8- Haverá exame final e não haverá segunda época.
3.2 Recuperação paralela: A recuperação paralela será oportunizada a todos os alunos
dando-se ênfase ao resgate do conteúdo não apreendido. Após a aplicação de duas
avaliações regulares no bimestre, ocorrerá uma terceira, a título de recuperação, que
substituirá a menor nota.
As avaliações regulares apontarão os problemas ocorridos parcialmente ao longo do
semestre, que serão recuperados mediante a avaliação de recuperação paralela, como
preparação para a atividade final.

5
O trabalho de coordenação será desenvolvido por um professor de 40h semanais, por disciplina, ministrando até 30 aulas semanais
que serão distribuídas em seis períodos, ficando os períodos restantes para hora atividade e coordenação propriamente dita. Compete
ao coordenador promover reuniões regulares com o grupo de professores no sentido de promover um trabalho articulado; além disso,
é da sua competência acompanhar o desenvolvimento dos planejamentos e o desenrolar do trabalho de cada professor bem como
coordenar os trabalhos de avaliação ao final de cada período.

22
A recuperação paralela não cabe como substituição de nota, caso o aluno deixe de
apresentar qualquer tipo de atividade, seja ela de qualquer natureza.

3.3 A RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS

3.4 DO AVANÇO NOS CURSOS OU SÉRIES

O avanço nos cursos ou séries, por classificação, poderá ocorrer sempre que se constatar
apropriação pessoal de conhecimento por parte do aluno e combinado com a idade.
I. A banca de avaliação, neste caso, será designada pela direção da escola, constituída
por membros do corpo docente e de profissionais do serviço de apoio da instituição.
II. A capacidade comprovada deverá ter nível mínimo de 70% (setenta por cento) em
todas as disciplinas da série ou curso.
III. A iniciativa de propor o avanço nos cursos ou séries cabe à escola após ter ouvido o
Conselho de Classe e consultado o aluno, os pais e/ou responsáveis.

3.5 – TABELA DE PONTOS DO EXAME FINAL

SOMA MÉDIA NOTA/EXAME SOMA MÉDIA NOTA/EXAME


28 7 APROVADO 19 4.75 5.59
27,5 6.87 0,07 18,5 4.62 5.89
27 6.75 0,92 18 4.5 6.17
26,5 6.62 1.22 17,5 4.37 6.47
26 6.5 1.5 17 4.25 6.75
25,5 6.37 1.8 16,5 4.12 7.06
25 6.25 2.09 16 4.0 7.4
24,5 6.12 2.39 15,5 4.87 7.64
24 6.0 2.7 15 3.75 7.92
23,5 5.87 2.97 14,5 3.62 8.22
23 5.75 3.25 14 3.5 8.5
22,5 5.62 3.56 13,5 3.37 8.81
22 5.5 3.84 13 3.25 9.09
21,5 5.37 4.14 12,5 3.12 9.39
21 5.25 4.42 12 3.0 9.7
20,5 5.12 4.72 11,5 2.87 9.97
20 5.0 5.0 11 2.75 REPROVADO
19,5 4.87 5.3

4. O CONSELHO DE CLASSE

O Conselho de Classe é um órgão colegiado de natureza deliberativa em assuntos didático-


pedagógicos, tendo por objetivo avaliar o processo ensino-aprendizagem na relação direção-
Professor- aluno e os procedimentos adequados a cada caso, que possibilita:

I. A avaliação global do aluno e o levantamento das suas dificuldades;

23
II. A avaliação dos envolvidos no trabalho educativo e no estabelecimento de ações
para a superação das dificuldades;
III. A avaliação do processo ensino-aprendizagem desenvolvido pela escola na
implementação das ações propostas e verificação dos resultados;
IV. A definição de critérios para a avaliação e sua revisão, quando necessária;
V. A avaliação da prática docente, enquanto motivação e produção de condições de
apropriação do conhecimento, no que se refere: à metodologia, aos conteúdos
programáticos e à totalidade das atividades pedagógicas realizadas.
VI. O Conselho de Classe será realizado por turma, nos períodos bimestrais e será
proponente das ações que visem à melhoria da aprendizagem e o definidor da
aprovação ou não aprovação do aluno.

O Conselho de Classe se reúne bimestralmente e será composto:


I. pelos professores da turma;
II. pela direção do estabelecimento ou seu representante;
III. por alunos, representantes da turma e pais quando couber;
IV. O Conselho de Classe poderá reunir-se extraordinariamente, convocado pela direção
do estabelecimento, sendo obrigatório o comparecimento de todos os membros
convocados, ficando os faltosos passíveis de registro no cartão ponto;
V. A instância imediatamente superior ao Conselho de Classe é o Conselho de Gestão
formado pela Direção, Conselho Deliberativo e APP. Fora da EU a instância superior
é o órgão regional representativo da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e
Tecnologia.
VI. As reuniões do Conselho de classe serão lavradas em atas próprias para registro,
divulgação ou comunicação aos interessados.

4.1 CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O CONSELHO DE CLASSE.

I. emitir parecer sobre assuntos referentes ao processo ensino- aprendizagem,


decidindo pela revisão de nota ou anulação e repetição de testes, provas e
trabalhos destinados à avaliação do rendimento escolar em que ocorram
irregularidades ou dúvidas por parte dos alunos, pais ou responsáveis, quanto ao
resultados obtidos;
II. analisar o pedidos de reconsideração dos pareceres emitidos pelo Conselho de
Classe nos casos relacionados no inciso anterior e, esgotadas todas as
possibilidades de solução para o problema, consultar a instancia superior
imediata para a decisão final;
III. avaliar as atividades docentes e discentes, possibilitando replanejamento dos
objetivos e das estratégias de execução da programação., com vistas à melhoria
do processo ensino- aprendizagem;
IV. responsabilizar o Professor de cada disciplina, ao término do conselho de Classe,
pelo preenchimento do documento de avaliação e freqüência, adotado pelas rede
estadual de ensino, a ser entregue na Secretaria da Unidade Escolar;
V. propor medidas para a melhoria do aproveitamento escolar, integração e
relacionamento dos alunos na turma;
VI. estabelecer planos viáveis de recuperação contínua e paralela dos alunos, em
consonância com o Plano Político- Pedagógico da escola;
VII.assegurar a elaboração e execução dos planos de adaptação de alunos
transferidos, quando se fizer necessário, atendendo a legislação específica.

24
5. NORMAS DE CONVIVÊNCIA DA COMUNIDADE ESCOLAR

01- O aluno que faltar as atividades de avaliação ou em dia de entrega de atividades


solicitadas pelos professores, deverá apresentar justificativa junto à Coordenação de
Turno, (atestado médico, atestado de trabalho e/ou justificativa por escrito ou
pessoal dos pais e/ou responsáveis), no dia em que retornar às aulas. Cabe ao
aluno, combinar com o professor a data para realizar a Avaliação. Na falta do
professor em dia de Avaliação, a mesma se realizará na aula seguinte.
02- A saída após as Avaliações somente será aceita quinze minutos antes do recreio e
na última aula.
03- O aluno que precisar se ausentar da Unidade Escolar por algum motivo, deverá obter
junto à Coordenação de Turno autorização por escrito e deverá apresentar ao
Professor da classe e ao vigilante no portão de saída da escola, juntamente com a
carteira de estudante.
04- O aluno que chegar na Unidade Escolar após o horário do sinal de entrada, ficará
aguardando no pátio externo da escola e só será permitida a entrada na segunda
aula.
05- A cada três chegadas tardias, o aluno será advertido pela Coordenação de Turno e
os pais e/ou responsáveis serão comunicados.
06- Em horário de aula, o aluno que estiver fora de sala, será advertido pela
Coordenação de Turno ou pela Direção.
07- Durante a troca de professor, o aluno deverá permanecer dentro da sala de aula.
08- O aluno não poderá interromper aula em outra sala sem autorização da
Coordenação de Turno.
09- O aluno do período Diurno deverá apresentar-se na Unidade Escolar devidamente
uniformizado, munido da carteira estudantil, conforme consta o Artigo 29, item 9, da
Resolução 333/96.
10- O aluno do período noturno deverá apresentar na entrada da escola a carteira
estudantil.
11- Atestado de Matrícula ou de Freqüência deverá ser solicitado junto à Secretaria da
Unidade Escolar pelo líder de classe em formulário específico, na primeira aula do
dia.
12- Não é permitido o uso de aparelhos de som portátil, telefone celular, bonés, toucas e
capuz que escondam o rosto e atrapalhem a visão; revistas pornográficas , baralhos,
corretivos, estiletes, tesouras e outros objetos pontiagudos que desviem a atenção
das aulas ou possam causar lesões. A Escola não se responsabiliza pela perda ou
extravio desses objetos.
13- Em caso de celular , este deverá permanecer DESLIGADO durante as aulas.
14- Não será permitido para as alunas o uso de roupas inadequadas ao ambiente
escolar como: saias e shorts curtos, mini blusas, transparências, decotes.
15- Cabe a comunidade escolar cooperar e zelar pela limpeza e conservação da
Unidade Escolar. As dependências da escola serão entregues limpas, no início de
cada período de aula, e deverão ser entregues no mesmo estado.
16- O membro da comunidade escolar que danificar o patrimônio propositalmente deverá
ressarcir a escola dos danos causados. No caso de riscos em paredes e carteiras, as
mesmas deverão ser limpas, caso a limpeza não seja suficiente para restaurar as
condições originais do bem, poderá ser solicitado ao autor do fato a pintura da
parede e/ou da carteira. O autor do dano, não sendo identificado, toda a turma
responderá pelo fato.
17- Será permitida a permanência de alunos em áreas específicas a professores,
funcionários e direção, somente quando convidados e estando acompanhados por
pessoas responsáveis pelo respectivo setor.

25
18- O membro da comunidade escolar que desrespeitar, ofender, agredir, desacatar com
palavras, atos e gestos, qualquer outro membro da comunidade escolar será
advertido pelo setor competente.
19- Não é permitido fumar nas dependências da Unidade Escolar.
20- Nenhum membro da comunidade Escolar poderá apresentar-se na U.E. alcoolizado
ou sob efeito de substâncias tóxicas ilícitas. No caso de alunos, os pais serão
comunicados imediatamente e, quanto aos outros membros caberá a Direção da
U.E. tomar as medidas cabíveis.
21- É proibido ao aluno portar qualquer tipo de arma, mesmo as de brinquedo, materiais
inflamáveis e/ou explosivos.
22- Os membros da comunidade escolar não poderão trazer filhos para assistir as aulas.
23- Todos os membros da comunidade escolar deverão ser informados destas normas e
aplicá-las.
24- Em caso do não cumprimento de alguns dos itens desta NORMA DE CONVIVÊNCIA
da comunidade escolar, acarretará em: ADVERTÊNCIA VERBAL E/OU ESCRITA,
CONVOCAÇÃO DOS PAIS/RESPONSÁVEIS À UNIDADE ESCOLAR para
encaminhamentos.

6. CALENDÁRIO ESCOLAR

O calendário escolar será elaborado de acordo com a legislação vigente pelo Conselho
Deliberativo EscolaR e a Direção, que fixará os dias letivos, dias de trabalho escolar, dias de
estudo, reuniões pedagógicas, conselho de classe, recesso escolar e demais eventos.

O início e o término do ano letivo serão fixados pela Secretaria de Estado da Educação,
Ciência e Tecnologia.

7. MATRÍCULA

O Plano de matricula será elaborado, anualmente, pela Secretaria de Estado da Educação,


Ciência e Tecnologia, conforme legislação em vigor e zoneamento:
I. A Direção da Unidade Escolar será responsável pela divulgação do período e dos
critérios para efetivação da matrícula;
II. A partir do ato da matrícula, o aluno, o pai, ou o responsável tomará conhecimento
dos dispositivos do Regimento escolar e do Plano Político Pedagógico da escola;
III. Para a matrícula inicial, na Unidade Escolar, o candidato deverá apresentar certidão
de nascimento e atender o estabelecido na legislação em vigor;
IV. Para a matrícula de alunos transferidos de outros estabelecimentos de ensino, a
Unidade Escolar deverá exigir os documentos: atestado de Freqüência e Histórico
Escolar, devidamente assinado pelos responsáveis.
V. Fica estabelecido o prazo máximo de 30 dias para apresentação dos documentos
exigidos no ato da matrícula;
VI. Constatada irregularidade no documento do aluno, referente à série em que está
cursando, A Unidade Escolar deverá providenciar a sua regularização, exceto nos
caso cuja documentação encontra-se em tramitação no Poder Judiciário ou Conselho
Tutelar.
VII. Para os atuais alunos da escola, a renovação de matrícula será automática e dentro
das normas vigentes adotadas pela Secretaria De Estado da Educação e do
Desporto.

26
7. TRANSFERÊNCIA

I. A escola aceitará a transferência, observadas as exigências e formalidades legais;


II. A transferência far-se-á em âmbito nacional, observados os princípios e normas
vigentes;
III. A transferência oriunda de país estrangeiro dar-se-á em conformidade com a
legislação vigente;
IV. A divergência de currículo em relação as disciplinas da Parte Diversificada,
acrescentadas pela escola, não constituirá impedimento para aceitação da matrícula
por transferência.

8. ADAPTAÇÂO

O aluno que vier transferido de outro estabelecimento de ensino com plano curricular
diferente do previsto pela escola, está sujeito à adaptação nas disciplinas que não tenha
cursado em série ou fase anterior ou equivalente, até o máximo de 02 disciplinas para o
Ensino Médio.
I. A adaptação é restrita aos conteúdos programáticos, e não a freqüência da carga
horária previstas;
II. A adaptação será desenvolvida sem prejuízo das atividades normais da série em que
o aluno se matricular, e tem por finalidades atingir os conteúdos necessários para o
prosseguimento do novo currículo e concluída antes do resultado final da avaliação
do rendimento escolar.
III. A adaptação far-se-á mediante a execução de trabalhos orientados pelo professor,
com acompanhamento dos Especialistas em assuntos Educacionais e Direção da
Unidade Escolar.

9. DEPEDENCIA E DA DISPENSA DE DISCIPLINA

A dependência e a dispensa de disciplina serão adotadas somente no Ensino Médio de


acordo com a legislação vigente:

I. O aluno poderá ser promovido à SÉRIE seguinte com reprovação em apenas 02


(duas) disciplina da fase anterior;
II. O aluno reprovado em mais de 02 (duas) disciplina, deverá repetir a série e a
escola deverá considerar o conhecimento e aprendizagem nas disciplinas em
que já logrou êxito

10. METAS PARA 2006


Repensando o Pedagógico:

27
Objetivo: Diminuir os índices de evasão e repetência em relação aos dados
estatísticos de 2005

Projeto Ações Responsáveis Período

Escola Aberta - Desenvolvimento de atividades Direção Março a


culturais e esportivas, aos finais de Coordenador da dezembro
semana. Escola Aberta.

-Organização e divulgações das março a


Site da Escola questões pedagógicas da escola, por Direção dezembro
temas e áreas de estudo.

Planejamento:
- Definição de temas e palestrantes
- Elaboração do projeto Coordenação março a
Seminário -Contatos com as Universidades e Pedagógica setembro de
Magistério Gerei e Professores do 2006
-Marcar auditório Curso de
- Solicitar pastas e canetas Magistério
-Organizar divulgação
Execução: setembro de 2006
Avaliação

-Participação: Como? Quando? Grêmio estudantil


Em quais circunstâncias? Equipe Março a
Conselho de -Procedimentos de acompanhamento Pedagógica dezembro
Classe e de avaliação do processo; Conselho
Deliberativo.

Objetivo: - Diminuir o número de


alunos que repetem mais de uma vez março a
Intervenção a mesma série, aproximando a Cristiane dezembro
Pedagógica relação idade/ série considerando o
desenvolvimento cognitivo, afetivo e
social.

Objetivo: Organizar parecer


descritivo para as turmas de 1ª série
no 1º bimestre.
Avaliação Planejamento:
Descritiva -Reuniões com cada professor
“ Para avaliar regente para levantamento e critérios Equipe
e avaliar de de registros com ênfase nos Pedagógica Março e
novo”. planejamentos Professores das abril
28
- Informativo para a comunidade 1ªs séries
escolar
- Reavaliação das principais
dificuldades encontradas no
processo de substituição de notas
por pareceres descritivos.

-Reorganizar o planejamento Equipe


Séries Iniciais curricular; Pedagógica
-Escolha do livro didático; Professora das
-Ampliação dos conteúdos mínimos séries iniciais
para avaliação.

Laboratório de Capacitação para todos os Parceria com Março a


Informática professores do Projeto Linux Ciasc e UFSC dezembro

Apoio pedagógico para os alunos Professoras de


das Séries Iniciais que estão Estágio e alunas
apresentando dificuldades no do Curso do
processo ensino-aprendizagem Magistério março a
Apoio dezembro
Pedagógico Parceria com
Apoio pedagógico para os alunos de acadêmicos da
Ensino Médio aos sábados nas UFSC.
disciplinas: Física, Química, “Projeto Levantai”
Matemática e Biologia
Parceria com o
Teste de Diagnosticar os alunos das series Posto de Saúde /
acuidade iniciais que apresentam deficiência Saco dos Limões agosto
visual visual. ( necessitam de óculos) e acadêmicos de
medicina da
UFSC
Desenvolver hábitos de alimentação Parceria com o
Saúde na Boa saudável e desenvolvimento de Centro de Março à
atividades físicas. Educação Física dezembro.
da UFSC.

Resgatar o marketing da escola


Getulio Vargas: Uma aula de história

29
PARTE III

DAS FUNÇÕES

1. COMPOSIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR

1.1 Organograma da Escola

Direção
Geral
Assessor de Direção Assessor de Direção
Administrativo Pedagógica

Aluno Supervisão
Processo Orientação
Ensino Coordenação
Aprendizagem Biblioteca

Professor

A organização escolar compreende todos os órgãos necessários ao funcionamento da


Unidade Escolar, abrangerá os seguintes serviços:

I - Direção Geral
II - Assessor de Direção
III - Corpo Docente
IV - Assistente Técnico Pedagógico
V – Assistente de Educação
VI – Assistente Técnico Adminstrativo
VII – Especialistas Educacionais
VIII – Serventes e Merendeira
IXI - Bibliotecário
X – Corpo Discente

30
1.2 DA DIREÇÃO

A Direção é o órgão gestor para o funcionamento dos serviços escolares no sentido de


garantir o alcance dos objetivos educacionais da Escola, definidos no seu Projeto Político
Pedagógico.

A direção mencionada no caput deste artigo é composta pelo Diretor(a) e pelos Assessores
de Direção, designados em ato próprio, pelo Secretário de Estado da Educação e do
Desporto.

A Direção é exercida pelo Diretor, escolhido dentre os membros efetivos da categoria do


magistério na forma da lei vigente.

A autoridade do Diretor e seus assistentes ou de seus substitutos legais decorre de


delegação do poder público em termos da Lei, achando-se assim investidos em função do
caráter oficial e terão fé pública os atos por eles praticados no exercício de suas atribuições.

1.2.1 Compete ao Diretor e Assistentes de Direção

I. Convocar os representantes das Entidades Escolares como: Associação de Pais e


Professores - APP, Grêmio Estudantil e Conselho Deliberativo Escolar, para
participarem do processo de elaboração e execução do Projeto Político Pedagógico;
II. Coordenar, acompanhar e avaliar a execução do Projeto Político Pedagógico da
Escola;
III. Encaminhar o Projeto Político Pedagógico à Secretaria de Estado da Educação,
Ciência e Tecnologia para aprovação e garantir o seu cumprimento;
IV. Acompanhar o plano de aplicação financeira e a respectiva prestação de contas;
V. Coordenar o processo de implementação das diretrizes pedagógicas emanadas da
Secretaria de Estado da Educação e do Desporto;
VI. Estudar e propor alternativas de solução, ouvidas, quando necessárias as Entidades
Escolares, para atender situações emergências de ordem pedagógica e
administrativa;
VII. Participar do conselho de classe;
VIII. Propor alterações na oferta de serviços de ensino prestados pela escola;
IX. Propor aos Serviços Técnico Pedagógicos e Técnicos Administrativos as
estratégias de ensino que serão incorporadas ao Planejamento Anual da Escola;
X. Aplicar normas, procedimentos e medidas administrativas emanadas pela Secretaria
de Estado da Educação e do Desporto;
XI. Manter o fluxo de informações entre Escola e os órgãos da administração estadual
de ensino;
XII. Coordenar a elaboração do Calendário Escolar e garantir o seu cumprimento de
acordo com as normas da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto;
XIII. Cumprir e fazer cumprir a legislação em vigor, comunicando aos órgãos da
administração estadual de ensino as irregularidades no âmbito da escola e aplicar
medidas saneadoras;
XIV. Supervisionar a cantina, onde esta tiver autorização de funcionamento, respeitada a
lei vigente;

31
XV. Coordenar as solenidades e festas de formaturas;
XVI. Administrar o patrimônio escolar em conformidade com a lei vigente;
XVII. Promover a articulação entre Escola, Família e Comunidades;
XVIII. Pomunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus tratos, reiteração de faltas
injustificadas e de evasão escolar dos alunos;
XIX. Representar a escola, responsabilizando- se pelo seu funcionamento perante os
órgãos e entidades de ensino do poder público;
XX. Presidir as atividades que envolvam o corpo docente discente e comunidade;
XXI. Cumprir e fazer cumprir as atribuições inerentes a cada profissional da Escola;
XXII. Acompanhar controlar e avaliar o processo Ensino-Aprendizagem;
XXIII. Promover reuniões de estudos, encontros e treinamentos visando o aperfeiçoamento
profissional;
XXIV. Orientar e estimular o crescimento da APP, Grêmio Estudantil e do Conselho
Deliberativo Escolar;
XXV. Manter correspondência com autoridades de ensino e outras entidades, em todas os
assuntos que se referem a escola;
XXVI. Ppropor as penalidades disciplinares a membros do corpo técnico-administrativo
docente, seguindo as disposições legais;
XXVII. Aplicar as penalidades disciplinares aos membros do corpo discente, seguindo as
normas regimentais e as leis em vigor;

1.3 DOS ESPECIALISTAS EDUCACIONAIS

Constituem os serviços dos Especialistas Educacionais: Orientação Educacional, Supervisão


Escolar, Administração Escolar, Coordenação de Turno e Biblioteca:

Da Supervisão Escolar, Orientação Educacional e Administração Escolar:

Cabe ao Supervisor Escolar, Orientador Educacional e Administrador Escolar participarem


na elaboração, execução e avaliação do Projeto Político Pedagógico da Escola.

Cada Especialistas em Assuntos Educacionais deverá exercer as suas funções específicas,


de forma integrada.

São atribuições do Supervisor Escolar, Orientador Educacional e Administrador Escolar:

I. Subsidiar a Direção na definição do Calendário Escolar, organização de classes, do


horário semanal e distribuição de aulas;
II. Supervisionar o cumprimento do Calendário escolar e das aulas ministradas previstas
no horário semanal;
III. Subsidiar a Escola para que cumpra sua função de socialização e construção do
conhecimento
IV. Acompanhar o processo ensino-aprendizagem, atuando junto aos alunos, pais e
professores, no sentido de propiciar a aquisição de conhecimento científica, erudito e
universal, para que o aluno reelabore os conhecimentos adquiridos e elabore novos
conhecimentos;
V. Promover e coordenar reuniões sistemática de estudo, de conselho de classe e de
trabalho para o aperfeiçoamento constante de todo o pessoal envolvido nos serviços
de ensino;

32
VI. Acompanhar com o Corpo Docente o processo didático- pedagógico, garantindo a
execução do currículo e a recuperação de estudos, através de novas oportunidades a
serem oferecidas aos alunos, previstos na lei vigente.
VII. Acompanhar a adaptação de estudos , em casos de recebimento de transferências,
de acordo com a legislação vigente;
VIII. Coordenar o processo de análise e seleção de livros didáticos, obedecendo as
diretrizes e os critérios estabelecidos pela Secretaria de Estado da Educação e do
Desporto
IX. Garantir a articulação entre a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino
Médio
X. Coordenar, organizar e atualizar a coleta dos dados estatísticos que possibilitem a
constante avaliação do processo educacional
XI. Coletar, atualizar e socializar a legislação de ensino e de administração pessoal;
XII. Garantir a socialização do Projeto Político Pedagógico e o cumprimento do
Regimento Escolar;
XIII. Contribuir para a criação, organização e funcionamento das diversas Entidades
Escolares;
XIV. Promover ações que objetivem a diminuição dos índices de repetência e evasão
escolar
XV. Contribuir com a implantação e implementação do Programa de Qualidades na
escola;

1.4 DO CORPO DOCENTE

Art.15 Compete ao Corpo Docente:


I. Ministrar aulas;
II. Participar da elaboração, execução e avaliação do Projeto Político Pedagógico da
escola;
III. Participar do processo de análise e seleção de livros e materiais didáticos em
consonância com as diretrizes e critérios pela Secretaria de Estado da Educação e
do Desporto;
IV. Elaborar o seu planejamento de acordo com o Projeto Político Pedagógico da
Unidade e ensino;
V. Propiciar aquisição do conhecimento científico, erudito e universal para que os
alunos reelaborem os conhecimentos adquiridos e elaborem novos conhecimentos,
respeitando os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social do
educando, garantindo- lhe a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura;
VI. Promover uma avaliação contínua, acompanhando e enriquecendo o
desenvolvimento do trabalho do aluno, elevando- o a uma compreensão cada vez
maior sobre o mundo e sobre si mesmo;
VII. Promover as avaliações de acordo com os critérios do Projeto Político Pedagógico;
VIII.Participar de processos coletivos de avaliação do próprio trabalho e da Unidade
Escolar com vistas ao melhor rendimento do processo ensino- aprendizagem,
replanejando sempre que necessário;
IX. Realizar a recuperação contínua e paralela de estudos para todos alunos que,
durante o processo ensino- aprendizagem, não dominarem o conteúdo curricular
ministrado;
X. Participar ativamente do Conselho de Classe;
XI. Participar da elaboração do Calendário Escolar;

33
XII. Participar de reuniões de estudo, encontros, cursos, seminários, atividades cívicas,
culturais, recreativas e outros eventos, tendo em vista o seu constante
aperfeiçoamento e melhoria da qualidade de ensino,

1.5 ASSISTENTE TECNICO PEDAGÓGICO

São atribuições do assistente Técnico Pedagógico


I. Participar de estudos e pesquisas de natureza técnica sobre administração geral e
específica, sob orientação;
II. Participar, estudar e propor aperfeiçoamento e adequação da legislação e normas
específicas, bem como métodos e técnicas de trabalho;
III. Realizar programação de trabalho, tendo em vista alterações de normas legais,
regulamentares ou recursos;
IV. Participar na elaboração de programas para o levantamento, implantação e controle das
práticas de pessoal;
V. Selecionar, classificar e arquivar documentação;
VI. Participar na execução de programas e projetos educacionais;
VII. Prestar auxílio no desenvolvimento de atividades relativas à assistência técnica aos
segmentos envolvidos diretamente com o processo ensino-aprendizagem;
VIII. Desenvolver outras atividades afins ao órgão e a sua área de atuação;
IX. Participar com a comunidade escolar na construção do projeto político-pedagógico;
X. Auxiliar na distribuição dos recursos humanos, físicos e materiais disponíveis na escola;
XI. Participar do planejamento curricular;
XII. Auxiliar na coleta e organização de informações, dados estatísticos da escola e
documentação;
XIII. Contribuir para a criação, organização e funcionamento das diversas associações escolares;
XIV. Comprometer-se com atendimento às reais necessidades escolares;
XV. Participar dos conselhos de classe, reuniões pedagógicas e grupos de estudo;
XVI. Contribuir para o cumprimento do calendário escolar;
XVII. Participar na elaboração, execução e desenvolvimento de projetos especiais;
XVIII. Administrar e organizar os laboratórios existentes na escola;
XIX. Auxiliar na administração e organização das bibliotecas escolares; e
XX. Executar outras atividades de acordo com as necessidades da escola.

1.6 DO BIBLIOTECÁRIO

Bibliotecário terá como atividades o planejamento, a implantação, a organização e o


funcionamento da Biblioteca Escolar, em consonância com o Projeto Político Pedagógico da
escola.

Compete ao bibliotecário:

I. Elaborar, juntamente com o Serviço Técnico - Pedagógico, o regulamento


próprio, onde estará explicitado o funcionamento da Biblioteca Escolar, com
aprovação da Direção;
II. Selecionar, juntamente com Docentes e Especialistas em Assuntos
Educacionais, material bibliográfico, adquiri-lo e processá- lo tecnicamente;

34
III. Catalogar e classificar livros e periódicos;
IV. Orientar os usuários sobre o funcionamento e bom uso da Biblioteca Escolar;
V. Colocar a Biblioteca Escolar à disposição da comunidade escolar, atendendo a
legislação em vigor;
VI. Programar atividades para transformar a Biblioteca Escolar num espaço cultural
e pedagógico

1.7 ASSISTENTE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

O Serviço Técnico- Administrativo é o setor de suporte ao funcionamento de todos os


setores da Unidade Escolar, em consonância com o Projeto Político Pedagógico,
proporcionando condições para que os mesmos cumpram suas reais funções.

1.8 DO ASSISTENTE DE EDUCAÇÃO

A Secretaria é o setor que tem a seu encargo todo o serviço de escrituração escolar e
correspondência da Unidade Escolar.

O cargo de Assistente de Educação é exercido por um profissional devidamente indicado de


acordo com a legislação vigente.

Cabe ao Assistente de Educação (Lei Nº 1.139, de 28 de Outubro de 1.992) executar


serviços de organização de arquivo, preservação de documentos, coletânea de leis e
escrituração de documentos escolares, registrar e manter atualizados os assentamentos
funcionais dos servidores, organizar e preparar a documentação necessária para o
encaminhamento de processos diversos. Dentre suas atribuições pode-se detalhar:
I. Coordenar e executar as tarefas da secretaria escolar;
II. Organizar e manter em dia o protocolo, o arquivo escolar e o registro de
assentamentos dos alunos, de forma a permitir, em qualquer época, a verificação da
identidade e regularidade da vida escolar do aluno e a autenticidade dos documentos
escolares;
III. Redigir e expedir toda a correspondência oficial da Unidade Escolar;
IV. Organizar e manter em dia a coletânea de leis, regulamentos, diretrizes, ordens de
serviço, circulares, resoluções e demais documentos;
V. Auxiliar na elaboração de relatórios;
VI. Rever todo o expediente a ser submetido a despacho do Diretor;
VII. Apresentar ao Diretor, em tempo hábil, todos os documentos que devem ser
assinados;
VIII. Coordenar e supervisionar as atividades referentes à matrícula, transferência,
adaptação e conclusão de curso;
IX. Assinar juntamente com o Diretor, os documentos escolares que forem expedidos,
inclusive os diplomas e certificados;
X. Preparar e secretariar reuniões, quando convocado pela direção;
XI. Zelar pelo uso adequado e conservação dos bens materiais distribuídos à secretaria;
XII. Comunicar à direção toda irregularidade que venha a ocorrer na secretaria;
XIII. Organizar e preparar a documentação necessária para o encaminhamento de
processos diversos;
XIV. Conhecer a estrutura, compreender e viabilizar o funcionamento das instâncias
colegiadas na Unidade Escolar;

35
XV. Registrar e manter atualizados os assentamentos funcionais dos servidores; e
XVI. Executar outras atividades compatíveis com o cargo.

A escala de trabalho dos funcionários será estabelecida de forma que o expediente da


Secretaria conte sempre com a presença de um responsável, independente da duração do
ano letivo, em todos os turnos de funcionamento da Unidade Escolar.

1.9 DOS SERVIÇOS GERAIS

Os Serviços Gerais têm a seu encargo a manutenção, preservação, segurança e merenda


da escola, sendo coordenados e supervisionados pela Direção.

O corpo de pessoal para os Serviços Gerais será formados por: servente, merendeira, vigia
e outros previstos em ato específico da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto.

São atribuições do Servente:

I. Efetuar a limpeza e manter em ordem as instalações escolares, providenciando a


relação de materiais e produtos necessários;
II. Efetuar tarefas correlatas a sua função

São atribuições da Merendeira:

I. Preparar e servir a merenda escolar, controlando- a quantitativa e


qualitativamente;
II. Informar o Diretor da escola da necessidade de reposição do estoque, em
tempo hábil;
III. Conservar o local de preparação da merenda em boas condições de trabalho,
procedendo á limpeza e à arrumação;
IV. Efetuar as demais tarefas correlatas a sua função.

São atribuições do Vigia:

I. Efetuar rondas de inspeção de forma a garantir a constante segurança da


Unidade Escolar;
II. Controlar a entrada, nas dependências do prédio, de pessoas sem identificação ou
autorização, como medida de segurança;
III. Comunicar a chefia imediata qualquer irregularidade ocorrida durante seu plantão.,
para que sejam tomadas as devidas providencias;
IV. Zelar pelo prédio e suas instalações, levando ao conhecimento de seu superior
qualquer fato que dependa de serviços especializados para reparo e manutenção
V. Efetuar as demais tarefas correlatas a sua função, definidas pela direção.

1.10 DO CORPO DISCENTE

36
O Corpo Discente é constituído por todos os alunos regulamente matriculados nos cursos
em funcionamento na Unidade Escolar.

1.10.1 DOS DIREITOS DOS ALUNOS

Constituirão direitos dos alunos:

I. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola


II. Aquisição do conhecimento prático necessário
III. Tomar conhecimento das disposições do Regimento Escolar e funcionamento da
escolar;
IV. Receber informações sobre os diversos serviços oferecidos pela escolar;
V. Organizar e participar das agremiações estudantis;
VI. Fazer uso dos serviços e dependências escolares de acordo com as normas
estabelecidas neste Projeto Político Pedagógico e ou estabelecidos pela Direção.
VII.Tomar conhecimento do seu rendimento escolar e de sua freqüência, através do
boletim ou caderneta escolar;
VIII.Contestar critérios avaliativos, podendo recorrer as instancias escolares
superiores;
IX. Solicitar revisão de provas no prazo de 48h, a partir da divulgação das notas;
X. Requerer transferências ou cancelamento de matrícula por si, quando de maior de
idade, ou através do pai ou responsável, quando de menor;
XI. Apresentar sugestões relativas aos conteúdos programáticos desenvolvidos pelo
professor, com o objetivo de aprimorar o processo ensino-aprendizagem;
XII.Reivindicar o cumprimento da carga horária prevista na grade curricular;
XIII.Discutir com o serviço de apoio pedagógico ou com os professores regentes os
problemas, as dificuldades pessoais e os relacionados processo ensino-
aprendizagem; propondo soluções;
XIV.Indicar representantes do Corpo Discente para compor o Conselho de Classe;
XV.Requerer a matrícula por dependência ou dispensa de disciplina, previstas neste
regimento

1.10.2 Dos Deveres dos alunos

Constituem deveres dos alunos:

I. Cumprir as disposições deste regimento escolar no que lhe couber:


II. Atender as determinações dos diversos setores da escola;
III. Aomparecer pontualmente às aulas e demais atividades escolares
IV. Participar das atividades programadas e desenvolvidas pela escola;
V. Cooperar na manutenção da higiene e na conservação das instalações
escolares;
VI. Manter e promover relações cooperativas com professores, colegas e
comunidade;

37
VII. Indenizar o prejuízo, quando produzir danos material à Unidade Escolar e a
objetos de propriedade de colegas ou funcionários;
VIII. justificar a direção e ao professor, mediante atestado médico ou declaração de
pais e responsáveis, a ausência nas '''' provas e entrega de trabalhos na data
prevista;
IX. Usar uniforme escolar, quando a Unidade Escolar assim o definir, em
conformidade com a legislação vigente;

1.10.2 DO REGIME DISCIPLINAR

O regime disciplinar para os componentes da Organização Escolar será decorrente das


disposições legais aplicáveis a cada caso, das normas estabelecidas neste Regimento
Escolar (PPP), no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis, Estatuto do Magistério Público
do Estado, na Consolidação das Leis de Trabalho e no Estatuto da Criança e do
Adolescente.

1.10.3 DO CORPO DISCENTE

Pela inobservância do deveres previstos neste Regimento Escolar (PPP) e, conforme a


gravidade ou reiteração das faltas e infrações, serão aplicadas, aos alunos, as seguintes
medidas disciplinares:

I. advertência verbal,
II. advertência escrita e comunicada aos pais ou responsáveis;
III. exigência de comparecimento do pai ou responsável;
IV. suspensão
V. Solicitação de Transferência.

A aplicação da medida de advertência verbal será executada pelo Professor, Coordenador e


ou pela Direção.

A medida de advertência escrita e ou comparecimento dos pais ou responsáveis serão


aplicados Professor, Coordenador e ou pela Direção, nos casos de reincidência em falta
prevista no artigo anterior e de acordo com as gravidade da infração.

A medida de suspensão de três dias das aulas normais será aplicada pelo Coordenador ou
pela Direção.

Esgotadas as medidas anteriores, a direção fará os devidos encaminhamentos ao Conselho


Tutelar da Criança e do Adolescente e demais órgãos competentes, conforme o caso,
inclusive solicitação de transferência, obedecidas a legislação vigente.

As medidas disciplinares aplicadas ao corpo discente não serão registradas em seu Histórico
Escolar, devendo constar apenas nos assentamentos escolares.

38
1.11 DA FORMA E OBJETIVOS DO REGISTRO, ESCRITURAÇÃO E ARQUIVOS
ESCOLARES

A escrituração e o arquivamento dos documentos escolares têm como finalidade assegurar,


em qualquer tempo, a verificação da:

I. Identidade de cada aluno;


II. Regularidade de seus estudos;
III. Autenticidade de sua vida escolar;
IV. Documentação específica da Unidade Escolar.

Os atos escolares serão registrados em livros, fichas ou instrumentos informatizados,


resguardados as características imprescindíveis, cabendo sua autenticidade à aposição da
assinatura do Diretor e do Secretario

Constituem o Arquivo Escolar:

I. documento relativa ao Corpo Discente, que compreende:

a) Ficha de matrícula
b) Ficha individual
c) Histórico escolar
d) Certificado de conclusão e diploma
e) Boletim Escolar
f) Registro de Freqüência

II documentação relativa à Unidade Escolar que compreende:

a) Controle do ponto
b) Registro de patrimônio
c) Atas de exames ou processos especiais
d) Atas e resultados de conselho de classe
e) Assentamentos individuais de professores e funcionários
f) Avisos e convocações

1.12 Da Incineração

A incineração consiste no ato da queima dos documentos que, não necessitem mais
permanecer em arquivo.

Poderão ser incinerados os seguintes documentos: diários de classe, provas especiais ou


relativas à adaptação ou recuperação, atestados médicos e ofícios.

O ato de incineração será lavrado em ata assinada pelo Diretor, Secretário e demais
funcionários presentes.

39
PARTE IV

DIMENSÕES DA ESCOLA

1. DIMENSÃO FÍSICA

Salas de Aula 31 Sala de Direção 03 Quadra Esportiva 01


Biblioteca 01 Sala Professores 02 Ginásio Esportes 01
Sala Informatizada 01 Auditório 01 Laboratórios 01
Secretarias 01 Cozinha 01

1.1 Biblioteca

A Biblioteca da EEB Getúlio Vargas visa prestar serviços de informação às atividades de


ensino à comunidade escolar contribuindo com a melhoria da qualidade da educação, e
desenvolvendo nos alunos o gosto pela leitura, pela pesquisa e apoio aos trabalhos
escolares.
O acervo é de livre acesso à comunidade escolar, sempre orientado por uma pessoa
responsável pela biblioteca da escola. Cerca de 5.000 exemplares compõe-se nosso acervo.

Como parte da informatização de toda a escola, a biblioteca possui 04 computadores


conectados à internet, de livre acesso, para os alunos pesquisarem.
Para breve, estaremos disponibilizando a todo o acervo via on line, fruto de uma parceria
com a UFSC, através das professoras Gleisy e Margareth.

1.1.1. Normas para Empréstimos

Os empréstimos são para alunos regularmente matriculados na escola, os quais deverão


registrar o empréstimo com a pessoa responsável pela biblioteca e devolver em tempo hábil
para evitar penalidades.

1.2 Laboratório de Ciências/Biologia, Física e Química.

O Laboratório de Ciência/Biologia, Física e Química do Colégio Getúlio Vargas é utilizado


diariamente pelos professores e alunos que objetivam aproximar a teoria e a prática. Busca-
se um aprendizado significativo, onde a prática permite redimensionar o conhecimento
adquirido através das teorias.

O uso do laboratório pelos professores de Ciências/Biologia, Física e Química em sua


prática pedagógica, proporciona um aprendizado significativo através da comprovação
científica, oportunizando a construção do conhecimento enquanto processo de “aprender a
aprender”.

O laboratório é usados desde a Educação Infantil até o Ensino Médio com aulas práticas
como complemento do aprendizado em sala, cujos experimentos despertam o interesse e o
potencial do aluno para a pesquisa científica, saúde pública e preservação da natureza.

As aulas no laboratório sempre são sob a monitoria de nossos professores graduados


nas respectivas disciplinas, que se utilizam dos diversos equipamentos que compõe o
acervo didático do laboratório e mais um autolabor novo, além microscópio, balança de
precisão, etc.

40
Possuem modelos de anatomia e diversos elementos químicos, físicos e biológicos, um
autolabor novo e equipamentos necessários para as aulas de ciência/biologia, química e
física.

1.3 Ginásio de Esportes

No ano de 2005 a Escola de Educação Básica Getúlio Vargas completou 65 anos, e foi com
grande satisfação que a comunidade escolar recebeu no dia 22 de março, o seu ginásio de
esportes.

A construção do Ginásio de Esportes representa uma antiga e merecida reivindicação da


comunidade, de um espaço adequado para prática esportiva com mais qualidade.

No ginásio de esorte desenvolve-se uma Prática Esportiva sob a forma de atividades


físicas, desportivas, culturais, artísticas e/ou recreativas, com o objetivo do Movimento
Humano com foco não só do desenvolvimento Motor, mas também o cognitivo e o domínio
afetivo-social.

O paradigma da prática esportiva contribui para a formação integral e crítica do ser


humano indo muito além da fundamentação técnico e tática priorizando aspectos como
cooperação, participação, solidariedade, criatividade dos alunos que devem ser sujeitos
desse processo educativo, e não como meros reprodutores dessa ou àquela modalidade
esportiva. Envolve competitividade, vitória, derrota, glória, etc, sob o aspecto da motivação
para a superação de si mesmo e desenvolvimento conjunto do educando para convivência
social

As habilidades esportivas como, marcar gols, encestar, dribles e passes precisos, não
podem sobrepor o crescimento físico, fisiológico, desenvolvimento motor, aprendizagem
motora, desenvolvimento cognitivo e afetivo-social. O Esporte Escolar deve contemplar o ser
humano criança e adolescente às mais amplas possibilidades de vivências que respeitam as
características afetivo-emocionais.

A construção deste ginásio representou uma conquista histórica de todos os gestores,


professores e alunos desta escola ao longo de sua história e de uma comunidade
merecedora que sempre depositou e deposita seus sonhos nesta escola, dos quais muitos
totalmente realizados e outros tantos parcialmente. São projetos de vida que passam pela
conquista da cidadania, da qual a Escola, senão é o único, mas é o primeiro caminho para
sua conquista. Literalmente a escola, enquanto instituição em seu projeto político-
pedagógico é o verdadeiro caminho da inclusão social.

Com singeleza, plantamos diariamente nossa sementinha da educação, que, certamente


crescerá e dará frutos, igualmente o exemplar de Pau-Brasil, plantado por Getúlio Vargas e
que hoje faz parte da paisagem histórica no pateo do Colégio.

1.4 Sala Informatizada e informatização da escola.

A escola possui uma sala informatizada com 10 computadores novos, conectados à internet
de fibra ótica com diversos softwares de todas as disciplinas, cujos alunos são estimulados a
utilizar as ferramentas de informática de forma criativa e relacionadas aos diversos saberes.
41
Além disso, as secretarias, salas de professores e direção também estão informatizadas
com acesso à internet.
A biblioteca possui 04 computadores conectados à internet para os alunos pesquisarem.
Além disso, temos uma parceria com a UFSC, através das professoras Gleisy e Margareth
para informatizar a biblioteca e disponibiliza-la on line.

Como parte da informatização, a escola possui ainda três televisores equipados com
videocassete e DVD.

2. DIMENSÃO FINANCEIRA

Os recursos financeiros da Escola são geridos por duas situações:


a) APP – A Associação de Pais e Professores da Escola gere recursos previstos em seu estatuto que
visa atender os objetivos e metas da APP, através de Contribuição dos associados; Convênios;
Subvenções; Doações; Promoções diversas; Outras fontes.
A contribuição a que se refere o inciso "a" do artigo anterior será sempre facultativa, de forma
espontânea, nunca de forma coativa ou constrangedora, e sem valor estipulado pela Diretoria. O caráter
facultativo das contribuições não isenta os associados do dever moral e dentro de suas possibilidades,
cooperarem para a constituição do fundo financeiro da Associação. As contribuições serão recolhidas e
devidamente registradas pela Diretoria, que procederá o depósito através do Diretor Financeiro, em
conta bancária específica. O não pagamento de mensalidade da APP, não poderá resultar, sob hipótese
alguma, em situação constrangedora ou vexatória para os alunos e seus responsáveis, seja de forma
individual ou coletiva. A aplicação dos recursos financeiros constará no Plano Anual de Trabalho da
APP. Os recursos oriundos de promoções diversas realizadas pela APP e doações recebidas poderão
ser utilizados para a manutenção e conservação da Escola, compra de alimentos e materiais
pedagógicos e outros, não podendo ser utilizado para pagamento de recursos humanos.

b) Entidade Mantenedora – O Estado de Santa Catarina através da Gerência de Educação, Secretaria


Regional e Secretaria Estadual são os órgãos que atendem as necessidades financeiras da escola
conforme regulamentação legal. Estes recursos chegam na escola através de requisições de materiais
de expediente e ou reparos, bem como obras solicitados pelas equipe gestora da escola.

2.1 – Outros recursos financeiros eventuais, serão destinados de forma legal pela Entidade
Mantenedora, dos quais serão feitas as prestações de contas forma conjunta entre a equipe gestora e a
APP.

3. DIMENSÃO PEDAGÓGICA - RESULTADOS

3.1 Matrícula 2000 à 2006.

3.2. Aprovação

3.3 Reprovação

3.4 Repetência

42
DISPOSIÇÕES GERAIS

Incorporar-se-ão a este Projeto Político Pedagógico, automaticamente, as disposições de lei


e instruções ou normas de ensino emanadas de órgãos ou poderes competentes, alterando
as disposições que com ela conflitarem.

À Escola fica assegurado o direito de propor o seu PPP aditivo ao presente, submetendo-o à
aprovação do Conselho Estadual de Educação.

Os casos omissos serão resolvidos pela Direção, à luz da legislação aplicável.

O presente Regimento Escolar entrará em vigor após a homologação do órgão competente

Florianópolis, setembro de 2006.

ANEXOS I

43
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DA GRANDE FPOLIS
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA GETÚLIO VARGAS
Fundada em 12 de março de 1940 - 779000014140
Rua: João Motta Espezim, nº 499-Bairro:Saco dos Limões - Fpolis - SC -
Fone/Fax 3333 6098 - e-mail: eebgetúliovargas@sed.sc.gov.br

PROJETO:

IMPLEMENTAÇÃO DO PPP – SEMINÁRIO: MAGISTÉRIO EM AÇÃO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

ESCOLA: Escola de Educação Básica Getúlio Vargas


MUNICÍPIO: Florianópolis
ESTADO: Santa Catarina
PÚBLICO ALVO: Professores do Curso de Magistério, Alunos do Curso de Magistério,
Professores das Séries Iniciais e da Educação Infantil da Escola de Educação Básica Getúlio
Vargas, Escola de Educação Básica Ildefonso Linhares e Porto do Rio Tavares.
ANO LETIVO: 2006

2. JUSTIFICATIVA

Considerando a grande necessidade de aquisição de informações e de constante


atualização dos sujeitos, envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, buscaremos
informações, a troca de experiências e vivências didático-pedagógicas para a aquisição de
novos e significativos referenciais e práticas possíveis de serem trabalhadas no cotidiano
escolar em especial nas atividades desenvolvidas no estágio curricular.
A busca de novas alternativas nos inspira, inicialmente, para a realização de um
turno de estudos, com o desenvolvimento de múltiplas oficinas didático-pedagógicas na
escola, para que professores e alunos envolvidos no Curso Magistério, possam interagir e
trocar experiências com o intuito de enriquecer o trabalho pedagógico e ampliar a formação
teórica.
Assim, nosso grande desafio é contribuir para que a Educação seja uma prática
social que possa responder aos anseios de melhoria de vida dos cidadãos, permitindo que
todos possam participar decisivamente dos caminhos que nos levam a conscientização, ao
exercício da cidadania e da democracia. Como alguém que começa uma viagem pensa no
que está levando e aonde pretende chegar. Carrega consigo algumas certezas e muitas
dúvidas. Incertezas e dúvidas que permeiam diariamente o processo pedagógico e que nem
sempre as respostas que surgem satisfazem de imediatos a superação dos problemas.
Portanto, a escola, sendo um espaço de construção e de saberes permanentes, deve criar
as condições objetivas de estudo, de leitura e de reflexão da prática pedagógica pelos
diferentes educadores.
No nosso caso, ao iniciarmos um projeto de oficinas didático-pedagógicas
buscamos respostas e apresentamos questões que nos levarão ao trabalho e a aquisição de
novas e significativas situações de socialização.
Este projeto tem por finalidade a integração dos diferentes profissionais, a troca de
informações, de experiência e aprofundar questões teóricas; tendo por referência a Proposta

44
Curricular de Santa Catarina. Possibilitando, assim, a formação continuada, aos profissionais
das unidades escolares envolvidas e aos futuros profissionais, uma vez que envolve
professores e alunos do Curso de Magistério.

3. OBJETIVOS

3.1 Geral Objetivo:


- Oferecer suporte teórico-metodológico as ações pedagógicas dos professores que
atuam no Curso Magistério, professores das series iniciais, da educação infantil e das
alunas estagiárias com a finalidade de integrar, valorizar e participar das atividades
apresentadas nas diferentes propostas de trabalho vivenciadas nas oficinas e palestras
desenvolvidas no projeto.

3.2 Específicos:
- Contribuir para que se desenvolvam ações permanentes de cultura e de formação
continuada nas escolas atendidas pelo estágio curricular do curso do magistério;
- Discutir os aspectos legais do Estatuto da Criança e do Adolescente em relação à
escola e ao menor infrator.
- Instrumentalizar os educadores, criando e produzindo novas atitudes e valores em
relação a pluralidade étnica-racial, em ações sociais positivas, que contribuam para uma
prática educativa mais justa.
- Construir propostas de atividades com diversos tipos de materiais e estratégias,
favorecendo novas práticas enriquecedoras na construção de conceitos da educação infantil
e das séries iniciais.
- Reconhecer os processos de inclusão, construindo novos conceitos de integração,
socialização e de aprendizagem.
- Relacionar as principais dificuldades de aprendizagem, presentes no processo
ensino- aprendizagem.

4. DESENVOLVIMENTO

O presente projeto se desenvolverá durante a semana de 18 a 22 de setembro de


2006 no auditório da Escola de Educação Básica Getúlio Vargas no período noturno.
As atividades propostas serão desenvolvidas em forma de palestras, seminários e
oficinas didático-pedagógicas. Para as oficinas, os participantes serão divididos em grupos,
com inscrição prévia para que os temas sejam realmente aprofundados e socializados,
permitindo as interações necessárias ao bom desenvolvimento do trabalho.
Inicialmente pretendemos desenvolver os seguintes temas, considerados importantes
e apresentados como sugestão pela coordenação pedagógica e pela equipe de professores
que atuam no Curso Magistério:
- Educação Ambiental, Reciclagem e Aproveitamento do Lixo Descartável como
elemento facilitador do processo de ensino-aprendizagem.
- Ludicidade na Sala de Aula, a partir do desenvolvimento de atividades físicas e
recreativas;
- Motivação, auto-ajuda e/ou elevação da auto-estima a partir do uso da “Criatividade”
no cotidiano escolar;
- Material sucata e as possibilidades de aprendizagem
- Ética Profissional;
-O menor infrator e a legislação no contexto atual;
-Trabalhando com a diversidade étnica-racial e cultural no ensino fundamental;

45
- Educação Inclusiva: construindo novos conceitos;
- Contação de Histórias;
O planejamento dos encontros, bem como, a leitura prévia de textos exigirá uma
organização previa da comissão organizadora e dos professores que atuam no curso. O
acesso a estes materiais servirá como apoio e de complementação da carga horária, tendo
como objetivo maior que os assuntos possam suscitar perguntas/ questões e
esclarecimentos para os participantes.
Como ponto de culminância haverá a socialização das atividades desenvolvidas até
então no estágio, sob a orientação das professoras de didática e estágio.

Cronograma de Atividades para a Semana do Magistério

Período: 18 a 22 de setembro

18 de setembro:
Tema: O menor Infrator e a legislação no contexto atual

Palestrante: Representante da Vara e da Infância

Contato: Cida e Estela - confirmado

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

19 de setembro: Tema: Trabalhando com a diversidade etnica-cultural

Palestrante: Selma e Emerson (Grupo de estudo- GEREI)

Contato: Estela e Renata ( agendado - falta confirmar com Selma ou


Emerson)
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

20 de setembro: Tema: O portador de Necessidades Especiais no Ensino Fundamental

Palestrante: Prof. Ivone _ GEREI

Contato: Vendelin – data a ser confirmada


----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

21 de setembro: Oficinas
1- Recriando com material sucata – confirmado Prof Rose UFSC
2- Trabalhando a geometria com material sucata
3- Construção de fantoches- confirmado Prof. Cida
4- Educação Sexual
5- Educação Ambiental
Contato: Grupo de Professores do Magistério
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

22 de setembro: Tema: Dificuldades de Aprendizagem

Palestrante:

46
Contato: coordenadora Nina – data e palestrante a ser confirmada

ESTADO DE SANTA CATARINA


SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DA GRANDE FPOLIS
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA GETÚLIO VARGAS
Fundada em 12 de março de 1940 - 779000014140
Rua: João Motta Espezim, nº 499-Bairro:Saco dos Limões - Fpolis - SC -
Fone/Fax 3333 6098 - e-mail: eebgetúliovargas@sed.sc.gov.br

PROJETO:
IMPLANTAÇÃO DE SALA DE APOIO PEDAGÓGICO

Professora: Cristiane Crevanzzi

Área de Atuação: Pedagogia com Habilitação em Educação Especial

MAIO / 2005

SUMÁRIO

1. Introdução
2. Justificativa
3. Objetivos
4. Estratégia de Atuação
5. Cronograma
6. Clientela
7. Avaliação
8. Referências Bibliográficas
Projeto de Implantação de Sala de Recursos e Sala de Apoio Pedagógico

ESTADO DE SANTA CATARINA


SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DA GRANDE FPOLIS
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA GETÚLIO VARGAS
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Rua: João Motta Espezim, nº 499-Bairro:Saco dos Limões - Fpolis - SC -
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PROJETO:

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Inclusão de Alunos Portadores de Necessidades Educativas Especiais e Dificuldade
de Aprendizagem

1. INTRODUÇÃO

Os novos paradigmas e tendências da Educação Especial indicam que não basta


que o aluno esteja integrado mas incluído, de forma qualitativa e não quantitativa,
respeitando as individualidades e o ritmo de cada um deles enquanto sujeitos de sua própria
história e vivência.
O processo de inclusão apresenta pontos positivos no aspecto de enfatizar que todo
aluno tem direito à educação, contudo, existem também pontos negativos no que se refere
ao despreparo dos professores, em geral, que não estão capacitados para trabalhar com o
aluno diferente. Trabalhar com o diferente pode causar certa insegurança aos profissionais
envolvidos com a educação básica, assim como a sociedade como um todo não se mostra
preparada para lidar com as diferenças, a escola também sente este reflexo.

2. JUSTIFICATIVA

A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas - EEBGV possui no seu corpo discente
diversos alunos com: necessidades educativas especiais; dificuldade de aprendizado;
distúrbios comportamentais e sérios casos de repetência, em diversas séries escolares.
Cabe salientar o fato de que alunos que apresentam dificuldade de aprendizagem
não necessariamente sejam deficientes mentais. Há um desconhecimento por parte das
escolas acerca das manifestações de deficiência e do significado das chamadas
“dificuldades de aprendizagem”. O “aluno especial”, ainda é visto como uma pessoa que
requer cuidados especiais em uma instituição especial. Esta visão desconsidera o quanto a
segregação contribui para consolidar a deficiência.
“Pode-se afirmar que o desconhecimento de uma perspectiva histórica da questão da
deficiência, e que a considere para além da aparente incapacidade e limitações apontadas
pelos diagnósticos e prognósticos tradicionais, parece fazer da segregação a única solução
possível” (CARNEIRO-1996).
Portanto consiste em dever do Estado capacitar os profissionais que trabalham com
educação nas Escolas Públicas estaduais. A própria escola pode promover cursos na área
de educação especial, desenvolver parceria com a Associação de Pais e Amigos dos
Excepcionais (APAE - Florianópolis), com Universidades e demais instituições de caráter
pedagógico, objetivando a realização de eventos apropriados (palestras, seminários, cursos
específicos, entre outros).
Entretanto, em função do que já foi exposto, e também de suas necessidades
específicas, a EEBGV deve considerar seriamente a relevância da implantação da sala de
recursos para necessidades especiais e da sala de apoio pedagógico.

3. OBJETIVO GERAL

Implantar, no âmbito da EEBGV, estrutura pedagógica de assessoramento aos


alunos portadores de necessidades educativas especiais e dificuldade de aprendizagem,
através da criação da sala de recursos e da sala de apoio pedagógico. O trabalho que será
desenvolvido objetiva incluí-los no ensino regular de forma que esses alunos obtenham êxito
em suas atividades escolares, ou seja, que o processo de aprendizagem apresente
resultados significativos.

• Objetivos Específicos:

48
⇒ Proporcionar aos alunos a possibilidade de raciocínio, compreensão e
pensamento lógico;
⇒ Identificar as dificuldades dos alunos nas diversas áreas do conhecimento;
⇒ Capacitar os alunos à percepção dos conceitos e conteúdos que possam auxiliar
no desenvolvimento cognitivo;
⇒ Apresentar possibilidades alternativas de acesso ao conteúdo curricular existente;
⇒ Desenvolver a habilidade do corpo docente no que se refere ao respeito às
diferenças e individualidades de cada educando;
⇒ Criar condições, no ambiente escolar, para que a inclusão do aluno diferente
ocorra de forma respeitosa e sem preconceitos, facilitando ,assim, sua
socialização;
⇒ Valorizar os alunos em relação a sua importância, auto-estima e capacidade de
aprendizado.

4. ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO

Utilizar as potencialidades das estruturas da sala de recursos e da sala de apoio


pedagógico, com a função de proprorcionar ao aluno diferente melhores condições de
aprendizagem e inclusão no ambiente escolar.

5. CRONOGRAMA

O cronograma que definirá os dias de atendimento de cada aluno (ou de um grupo de


alunos), de acordo com suas necessidades, será estabelecido criteriosamente, em dias
alternados e em função do seu período regular de aula.

6. CLIENTELA

Alunos matriculados na EEBGV, nas diversas séries, que necessitam de atendimento


pedagógico especializado.

7. AVALIAÇÃO

A avaliação dos alunos portadores de necessidades educativas especiais e


dificuldade de aprendizado será feita de forma sistêmica e periodicamente, em parceria com
os demais professores e nas atividades inerentes aos conselhos de classe.

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. BIANCHETTI, Lucídio & FREIRE, Ida Mara. Um olhar sobre a diferença: Interação,
trabalho e cidadania. Campinas, SP. 1998.

2. BUENO, JOSÉ GERALDO S. Educação3. BUENO, JOSÉ GERALDO S. Educação


Especial Brasileira: a integração-segregação do aluno diferente. São Paulo: EDUC,
1993a. In: CARNEIRO, MARIA SYLVIA C. Alunos considerados portadores de

49
Integração ou exclusão? Florianópolis. 1996. Dissertação de Mestrado em
Educação, UFSC.

3. CARNEIRO, Maria Sylvia C. Alunos considerados portadores de necessidades


educativas especiais nas redes públicas de ensino regulas: Integração ou exclusão?
Florianópolis. 1996. Dissertação de Mestrado. UFSC.

4. MOLL, Luis C. Vygotski e a educação: implicações pedagógicas da psicologia sócio-


histórica. Luis C. Moll; trad. Fani A. Tesseler. Porto Alegre: Artes Médicas. 1996.

5. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991a.

6. _____ et alii. Psicologia e Pedagogia: bases psicológicas da aprendizagem e do


desenvolvimento. Lisboa, Editorial Estampa, 1991b. p. 31-50.

ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA GETÚLIO VARGAS


SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO
Fundado em 12 de março de 1940 - 779000014140
Rua: João Motta Espezim nº 499-Bairro: Saco dos Limões
Florianópolis - Santa Catarina
Fone/Fax 333 6098 - e-mail: eebgetúliovargas@bol.com.br

PROJETO:

APOIO PEDAGÓGICO

FLORIANÓPOLIS/SC
2006

INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS E


DIFILCULDADES DE APRENDIZAGEM

1. JUSTIFICATIVA

A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas, localizada em Florianópolis/SC,


bairro Saco dos Limões, no ano letivo de 2005 apresentou, a partir dos resultados do 4º
Conselho de Classe das turmas de Séries Iniciais, resultados preocupantes quanto ao
desempenho dos alunos, dos quais destacamos alguns aspectos relevantes:
• Alunos aprovados por média;

50
• Alunos aprovados pelo consenso do Conselho de Classe, considerando os
aspectos afetivos, cognitivos, psicomotores e sociais;
• Alunos reprovados pela primeira vez nas respectivas séries escolares; e
• Alunos com muitas reprovações e por conseqüência, acentuando as distorções
em relação a idade/série na Escola.
Dentre os Projetos realizados no ano de 2005, destaca-se o da Intervenção
Pedagógica desenvolvido pelas Professoras Coordenadoras do Estágio Supervisionado
juntamente com as alunas do Curso de Magistério da Escola, que colaborou
significativamente para que alguns alunos obtivessem aprovação para a série seguinte e
que foi o diferencial para o alcance dos objetivos propostos no processo de ensino-
aprendizagem.
Para os alunos reprovados pela primeira vez o Projeto de Intervenção Pedagógica
terá continuidade no ano de 2006, sob a responsabilidade das Professoras de Estágio
Supervisionado, que estarão definindo os objetivos, estratégias e projetos de atuação a
serem desenvolvidos com estes alunos no início do ano letivo, reafirmando os
registros positivos, constados em atas pelas professoras das séries iniciais.
Aos alunos com mais de duas reprovações, apontamos alguns aspectos que
deverão ser redimensionados pela Equipe Pedagógica e Professores das Séries Iniciais,
para este ano letivo, perpassando pelo Projeto Político Pedagógico da Escola, no que se
refere ao significado do processo de ensinar, aprender, construção de parâmetros de
habilidades mínimas de leitura, escrita, oralidade e de desenvolvimento lógico na resolução
de situações problemas cotidianas e matemáticas. Dentre eles ressaltamos:
1- Rever o processo ensino- aprendizagem. Quais os objetivos a serem alcançados em
cada série? Quais os conteúdos mais significativos que o aluno precisa saber, para
concluir cada série?
2- Acompanhamento e assessoramento da atividade docente (planejamento e
avaliação).
3- Envolvimento, participação e co-responsabilidade dos pais e/ ou responsáveis no
processo de aprendizagem de cada aluno criança/ aluno.
4- Apoio pedagógico no horário extra- curricular, com atividades que favoreça a
linguagem, oral, escrita, interpretação e desenvolvimento lógico.
5- Uso de ferramentas e instrumentos que favoreçam atitudes positivas, elevação da
auto-estima e o domínio cognitivo, psicomotor, afetivo e social, de acordo com a
série/idade.
6- Acompanhamento por parte do professor-apoio, professor-regente, equipe
pedagógica, através da avaliação descritiva, com registros dos avanços no bimestre.
7- As atividades planejadas que atenda as especificidades de cada grupo de alunos,
com as informações fornecidas no conselho de classe realizado em 2005 e conversas
periódicas com o professor – regente de 2006.
Além destes aspectos, é importante destacar o contexto em que vive a maior
parte destas crianças. A Escola de Educação Básica Getúlio Vargas atende os alunos
oriundos de diferentes comunidades localizadas no Sul da Ilha e, em especial, a
comunidade da Caeira do Saco dos Limões, que geralmente estão desprovidos de uma
situação econômica digna. O desemprego, a fome, a falta de moradia e de referência
familiar, faz com que a escola passa a ser um opção não tão importante em relação as
condições mínimas da sobrevivência humana.

51
A Escola tem pôr função à construção e a socialização do conhecimento e não
pode omitir- se, principalmente, para aqueles que mais precisam dela, como possibilidade
concreta de superação das “mazelas que a vida real oferece”, tais como o acesso a
leitura e a escrita, como condição inicial para a conquista da sua cidadania. Portanto o
papel fundamental da Escola de Educação Básica Getúlio Vargas referenda na sua
proposta pedagógica, e dos educadores que nela atuam é o compromisso político com
estas crianças, famílias e com toda a comunidade que reside em se entorno. Precisamos
ser referência positiva para estes indivíduos, que é possível com projetos bem articulados
garantir que estas crianças sintam uma alegria em ser aluno da escola pública.
Como educadores atuantes na sociedade catarinense, professores e equipe
pedagógica da Escola de Educação Básica Getúlio Vargas, trabalharemos no intuito de
que estes alunos alcancem o sucesso escolar , que consigam ser aprovados
qualitativamente, resgatem o entusiasmo e a motivação na busca do querer aprender.

2. OBJETIVOS

2.1 Objetivo Geral:

- Diminuir o número de alunos que repetem mais de uma vez a mesma série,
aproximando a relação idade/série considerando-se o desenvolvimento infantil,
cognitivo e social.

2.2 Objetivos Específicos:

- Propiciar atendimento individual e em pequenos grupos de alunos respeitando as


habilidades pessoais de cada sujeito;
- Aplicar técnicas utilizando materiais adequados ao desenvolvimento das
potencialidades individuais;
- Estimular o trabalho independente e coletivo com ênfase no resgate da auto-
estima dos alunos;
- Valorizar todos os momentos e as atividades no sentido de superar as
dificuldades de aprendizagem evidenciadas no cotidiano da sala de aula;
- Integrar o grupo a partir de vivências sociais e educacionais possibilitando a
inclusão e a convivência cotidiana.

5
3. DESENVOLVIMENTO

Para a conquista dos objetivos o Projeto de Inclusão de Alunos Portadores de


Necessidades Especiais e Dificuldades de Aprendizagem, atenderá os alunos das séries
iniciais no período extra-classe, em que a criança permanecerá além das 4 horas diárias
de aula, mais um período com atividades que estimulem seu desenvolvimento e suas
potencialidades.
As atividades da Sala de Apoio envolvem o uso do computador, a literatura, os
jogos e brincadeiras, em pequenos grupos, atendendo a especificidade de cada aluno,

52
série e grupo de crianças com dificuldade de aprendizagem, de segunda a sexta-feira, no
turno da tarde, neste primeiro momento.
A permanência do aluno neste período extra-classe, possibilitará ao professor-
apoio o desenvolvimento de inúmeras atividades diversificadas a serem realizadas
individual e coletivamente, tendo o mesmo acesso a merenda escolar, como
complemento de sua alimentação diária.
Cabe destacar, neste sentido, as atividades apresentadas na Proposta Curricular de
Santa Catarina (1997, p. 167), que diz:

“Quando a organização do trabalho pedagógico na escola e na sala de aula


ocorre de forma desvinculada da prática, torna-se desvinculada do trabalho
material, e neste contexto, só pode criar uma prática artificial que não é
trabalho vivo. É o trabalho material que garante a indissolubilidade entre
teoria e prática e exige interdisciplinaridade.
Neste sentido, a finalidade da organização do trabalho pedagógico deve ser a
produção do conhecimento por meio do trabalho com valor social, a prática
refletindo-se na forma de teoria, a qual é devolvida à prática, em um circuito
indissociável e interminável de aprimoramento. Teoria e prática implica numa
visão de totalidade.
[....]
Nesta perspectiva determinar o conteúdo e a forma do trabalho escolar exige
o conhecimento, a investigação, a pesquisa na busca de mais cientificidade.
Este conhecimento adquire expressão própria educacional, onde se traduzirá
em construção do conhecimento escolar.”

Neste sentido, acreditamos que propostas de trabalho devem refletir a realidade


vivenciada na escola e proporcionar a construção do conhecimento presente na constante
interação entre professor-aluno-objeto de conhecimento, onde as elaborações são
constantes e resultados de uma prática individual e coletiva simultaneamente.
Ressaltamos, ainda que historicamente as exigências educacionais abordam a
questão da inclusão e da intervenção nas dificuldades de aprendizagem, objetivando a
busca de uma proposta de ensino, com conhecimentos, métodos, técnicas e materiais
didáticos adequados fundamentando uma abordagem construtivista, favorecendo o
desenvolvimento integral dos alunos.
Estamos, assim, em busca da superação de antigos paradigmas e na busca
concreta de um redimensionamento de nossa proposta de ensinar e de aprender,
coletivamente, demarcando um momento importante na caminhada para a efetiva
possibilidade de um sistema educacional mais abrangente e menos excludente, onde todos
possam ter direito e acesso a escola de qualidade, com cidadãos ativos, participantes e
conscientes de seu papel na escola e na sociedade.

- Relação dos alunos que precisam freqüentar a sala de apoio em 2006.

Para a implementação deste projeto é necessário atualizar os nomes dos alunos que
estão efetivamente matriculados, conversar com cada professor para diagnóstico e
procedimentos para o planejamento das atividades e consequentemente acrescentar
novos nomes, bem como um profissional com formação adequada e materiais
pedagógicos.

Equipe Pedagógica
53
Orientações sobre Adaptação

ADAPTAÇÃO
A adaptação de estudos é restrita aos conteúdos programáticos e não à freqüência da carga
horária prevista. Tem por finalidade atingir os conteúdos necessários para o prosseguimento
do novo currículo; a adaptação deve ser desenvolvida sem prejuízo das atividades normais
da serie em que o aluno se matricular e concluída antes do resultado final da avaliação do
rendimento escolar (Diretrizes das Práticas de Educação Básica, 2000).

ORIENTAÇÕES AO PROFESSOR
Solicitar ao aluno que elabore um trabalho por bimestre, que deverá ser entregue ao
professor a cada conselho de classe.
Elaborar um trabalho por bimestre que deverá ser entregue ao professor.
• O professor deve preencher a ficha “Orientações ao aluno em adaptação” registrando
como deverá ser feito o trabalho e como serão os critérios de avaliação;
• Os trabalhos deverão ser entregues nos prazos determinados, corrigidos pelo
professor e arquivados na direção pedagógica com registro em ata;
• A média final será a soma das avaliações – média ponderada.

ORIENTAÇÃO AO ALUNO EM ADAPTAÇÃO


Professor: .....................................................................................
Disciplina: ...........................................................................................

Data do Recebimento deste Documento: ...............de ...............de 200


Data da entrega do Trabalho: ...............de ...............de 200

Descreva abaixo todas as exigências referentes ao trabalho: o tema, a abordagem, normas,


capa? Etc... (Deve ser preenchido pelo Professor)

Descreva que critérios serão considerados no momento da avaliação. (Deve ser preenchido
pelo Professor)

54
Assinatura do Professor Assinatura do Aluno

11. CONSELHO DE CLASSE PARTICIPATIVO

11.1 Objetivo: Criar proposta de participação dos alunos no conselho de classe a partir do
2º bimestre de 2006

11.2 Encaminhamentos:

1- Leitura da Resolução 23 e do Projeto Político Pedagógico.

2- Proposta para o Pré - Conselho:

• Escolher/ sortear 1 turma por série.


• Orientar as turmas sobre o significado do conselho de classe para o processo
ensino- aprendizagem.
• Aplicar o instrumento de avaliação participativa sob a orientação do professor
regente e coordenação pedagógica.

Para o conselho de classe:

• Apresentar os resultados de cada turma aos demais professores.


• A coordenação deverá trazer as observações de cada turma, em relação: pais
que foram
chamados para comparecer na escola, advertência oral, escrita e outras questões
pertinentes da vida escolar dos alunos.
• Evitar contar situações/ histórias longas dos alunos.
• O professor levantará questões/ problemas de cada turma a serem discutidos no
conselho de classe.
• Sugestão de aplicar em uma turma o instrumento de avaliação participativa ,
individualmente.

3- Participantes : Maria Aparecida, Fernanda, Mara, Fabaine, Daniel, Enelzir, Aneli,


Dilcéia, Leonardo, Cassandra, Elisete, Estela, Vanda, Raquel, Fabiana, Karina,
Jorge, Soraya, Ricardo e Vendelin.

55
8 de julho de 2006

CONSELHO DE CLASSE PARTICIPATIVO

Turma: ............................................... Representante:.........................................


Regente:.............................................. Vice-Representante:...............................

a- Em relação a TURMA sobre direitos e deveres :


Sim Não As vezes
1. Traz o material necessário para cada aula.
2. Respeita os horários.
3. Entrega os trabalhos nas datas marcadas.
4. Apresenta justificativa quando da ausência
5. Conhece e respeita às normas de convivência.
6. Está comprometido com aprendizagem dos colegas.
7. Estou colaborando com aprendizagem da turma.

b- Em relação as disciplinas / professor: Utilize a legenda: S- Sim N-Não AV- As vezes


Resolve Faz duas Há
Ensina Cumpre problemas avaliações e interação do
Disciplinas com Pontuali com o que surgem recuperação professor
clarez dade programa durante as paralela do com a
a aulas. conteúdo. turma.
História
Geografia
Ling Portug.
Matemática
Ciências - Bio
Artes
Ed. Física
Inglês
Espanhol
Física
Sociologia
Filosofia
Cult. Catarin.
Química

c- Em relação à Equipe Pedagógica:


Ótimo Muito Bom Regular
-Atendimento aos pais
-Atendimento aos alunos

d- Em relação à Direção:

56
Ótimo Muito Bom Regular
-Atendimento aos pais
-Atendimento aos alunos

e- Deixe aqui suas sugestões/críticas sobre o que podemos fazer para termos
uma escola melhor:
..................................................................................................................................................
.................................................................................................................................................................
AVALIAÇÃO DESCRITIVA:
PARA AVALIAR E VALIAR DE NOVO

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58
ESTADO DE SANTA CATARINA
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional da Grande Fpolis
Gerência de Educação, Ciência e Tecnologia.
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA GETÚLIO VARGAS
Fundada em 12 de março de 1940 – 779000014140
Rua: João Motta Espezim nº 499 – Bairro: Saco dos Limões
CEP 88045-400 – Florianópolis – SC – Fone/Fax (48) 3333 6098
www.eebgetuliovargas.sed.sc.gov.br / eebgetuliovargas@sed.sc.gov.br

ESCOLA D E ED U C A Ç Ã O BÁSICA

GETÚLIO VARGAS

“Uma aula de história”

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

2006

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