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INTRODUÇÃO

A lei da gravidade
A lei da gravidade de Newton é conhecida como Lei da Gravitação Universal e com ela
Newton descreveu a atração gravitacional e mostrou que, ao contrário dos pensamentos
herdados da sociedade grega antiga, a física celeste não era necessariamente diferente
da física do mundo sublunar e que em ambos os casos valia a Lei da Gravitação
Universal e as demais leis.
Em homenagem a ele, a unidade SI de força é denominada newton (N). Um newton
equivale a 1 kg m/s².
Considerando que a aceleração da gravidade terrestre próxima à superfície é de cerca de
9,8 m/s², o peso de um corpo de 1 kg é aproximadamente igual a 9,8 N, ou seja, 1 kgf
(quilograma-força) = 9,8 N.[20]
DESNVOLVIMENTO

Mecânica newtoniana

Primeira lei de Newton


A primeira lei de Newton afirma que os objetos continuam a mover-se em um estado de
velocidade constante a menos que haja uma força externa. Esta lei é uma extensão da
visão de Galileu na qual a velocidade constante foi associada a uma falta de força.
Newton propõe que todos os objetos têm uma propriedade chamada inércia, que
consiste nesta tendência a se manter no movimento. Esta noção substituiu a ideia
aristotélica de "lugar natural de repouso"

Segunda lei de Newton


A versão moderna da segunda lei de Newton é uma equação diferencial
sendo o momento linear do sistema, e a força resultante. Ambos são grandezas vetoriais.

Por definição do momento linear de uma partícula: sendo uma massa e   


sua velocidade.
Em um sistema de massa constante, o uso da regra da constante na
diferenciação permite que variável massa seja recolocada fora do operador diferencial;

assim, chega-se a: 


Por substituição da definição da aceleração, chega-se, finalmente, à versão algébrica da
segunda lei de Newton:
Algumas fontes chamam esta lei de "segunda fórmula mais famosa da física", perdendo
apenas para a 
de Einstein Newton jamais enunciou explicitamente a lei nesta forma reduzida.
A segunda lei de Newton afirma a proporcionalidade direta de aceleração à força (no
caso da massa constante) e a proporcionalidade inversa da aceleração à massa (no caso
de força constante). A aceleração pode ser definida em dinâmica como a derivada da
velocidade em relação ao tempo. No entanto, em física avançada, ainda há questões
profundas que permanecem, como em relação à definição adequada da massa.
O conceito de relatividade geral oferece uma equivalência entre espaço-tempo e massa,
mas algumas fontes citam a segunda lei de Newton como definição de massa De outro
modo, fontes citam esta mesma lei como definição de força, o que é negado por autores
mais rigorosos.
Terceira lei de Newton

A terceira lei de Newton trata da aplicação simétrica de forças em diferentes objetos. A


terceira lei explica que todas estas forças são interações entre diferentes corpos e que
entre estes não há uma força unidirecional atuando um único corpo. Sempre que um

primeiro exerce uma força   em um segundo corpo, o segundo corpo exerce uma
força no primeiro corpo, igual em magnitude e contrária em sentido. Esta lei é também
referida como lei de ação e reação, sendo que uma força é chamada de ação e a outra de
reação. A ação e a reação são simultâneas:
Se o objeto 1 e o objeto 2 são considerados como partes de um sistema, a soma das
forças entre objetos do sistema é nula:
No caso de um sistema fechado de partículas, em que não há uma força externa, os
objetos constituintes podem acelerar-se um em relação ao outro, mas o sistema
completo permanece não acelerado, tendo como base de localização o centro de
gravidade. Alternativamente, se uma força externa atua sobre o sistema, então o centro
de gravidade experimentará uma aceleração proporcional à magnitude da força externa
dividida pela massa do sistema.

Combinando a segunda e a terceira lei de newton, chega-se ao resultado da conservação

de momento linear de um sistema:


e, aplicando a integral em relação ao tempo, a igualdade:
é obtida. Num sistema que contém os objetos 1 e 2,
Partindo-se da lei e aplicando as deduções, chega-se a uma generalização para um
sistema com vários objetos. Neste caso, ainda, a troca de forças entre objetos
constituintes não afeta o impulso do sistema como um todo

Forças fundamentais
Na natureza reconhecemos quatro tipos de forças fundamentais, enumeradas por sua
ordem de grandeza:
A força nuclear forte e a força nuclear fraca estão presentes no núcleo atômico e não são
observadas no cotidiano.
A força eletromagnética é responsável por todas as interações observadas no dia-a-dia,
excetuando-se as interações gravitacionais.[18]
A força da gravidade constitui-se na quarta espécie de força, que Isaac Newton estudou,
questionando motivo dos objectos caírem no solo (fábula da maçã caindo junto ao
nascer da lua no horizonte).
As forças de gravidade e electromagnetismo são forças familiares na vida diária. As
interações fortes e fracas são forças novas introduzidas quando se discutem fenômenos
nucleares. Quando dois protões se encontram, eles experimentam, simultaneamente,
todas as quatro interações fundamentais. A força fraca determina decaimento beta e
interações de neutrino com núcleos.

Tipos de força
As forças podem ser classificadas em dois tipos:
1. Forças de contato: Quando há contato direto entre dois corpos. Ao empurrar um
carro, por exemplo, a força envolvida é do tipo de contato.
2. Forças de campo: Quando a atuação da força ocorre a distância. A força
gravitacional entre a Terra e a Lua e a força de interação elétrica entre dois prótons,
por exemplo, são forças que atuam a distância.

A força é uma grandeza do tipo vetorial, ou seja, é definida a partir das informações


de valor numérico (módulo), direção e sentido. A ideia de força está associada a ações
como puxar, empurrar, arrastar, quebrar, etc..

Uma das condições necessárias para que um corpo esteja em equilíbrio é que a soma das
forças que atuam sobre ele seja nula. Existem dois casos de equilíbrio:

1. Equilíbrio estático: Quando a soma das forças que atuam sobre um objeto em


repouso é igual a zero.
2. Equilíbrio dinâmico: Quando a soma das forças que atuam sobre um objeto que se
movimenta com velocidade constante corresponde a zero.

Unidade de medida para força

De acordo com a segunda lei de Newton, a força resultante que atua sobre um objeto
qualquer é dada pelo produto da massa pela aceleração do objeto. Desse modo, temos:

FR = m . a

No Sistema Internacional de Unidades (SI), as unidades de medida para massa (m) e


aceleração são, respectivamente, kg e m/s2. Sendo assim, a unidade de medida para
força será o produto das unidades de massa e aceleração, ou kgm/s2. Essa unidade é
chamada de newton (N) em homenagem à Isaac Newton, logo, temos que:

1 kgm/s2 = 1 N

Tipos de massa:
Massa–energia: é o conceito de que qualquer massa possui uma energia associada e
vice-versa. Na relatividade especial, essa relação é expressa pela fórmula de
equivalência massa-energia.

Massa crítica: de um material fissionável é a quantidade necessária para manter


uma reacção nuclear em cadeia autosustentada.[1] A massa crítica de um material
fissionável depende das suas propriedades nucleares, das suas propriedades físicas (a
densidade, em particular).

A massa: é uma magnitude física que mede a quantidade de matéria contida num corpo.


Yottagrama 1024 g (Yg) Zettagrama 1021 g (Zg) Exagrama 1018 g (Eg) Petagrama.
A massa volúmica (vulgarmente designada por densidade absoluta ou, mais raramente,
massa volumétrica) de uma substância é o quociente da massa da substância pelo seu
volume

em que   é a massa volúmica da substância,   a massa do corpo e   o seu volume. A


massa volúmica exprime-se vulgarmente em g.cm-3 (ou kg/L) nos casos de estados
condensados (sólidos e líquidos) e em g.L-1 (ou kg/m3) nos casos de gases

O que é força peso?

A força peso, também chamada de força gravitacional, é a força atrativa entre dois ou
mais corpos dotados de massa. Apesar de todos os corpos que têm massa atraírem-se
mutuamente, o efeito da força peso só é notável nos arredores de corpos massivos, tais
como planetas e estrelas.

A força peso que atua sobre nós aponta em direção ao centro da Terra e é proporcional
ao módulo da aceleração da gravidade local.
BIBLIOGRÁFIA
Segunda lei de Newton

A segunda lei de Newton, também conhecida como princípio fundamental da dinâmica,


afirma que a força resultante que atua sobre um corpo é igual ao produto de sua massa
pela aceleração. De acordo com ela, quando se sujeita um corpo à ação de uma força
resultante não nula, esse corpo adquirirá uma aceleração na mesma direção e no mesmo
sentido da força resultante.
Veja também: Equação original da segunda lei de Newton  
Segunda lei de Newton

De acordo com a segunda lei de Newton, a aceleração obtida por um corpo


é diretamente proporcional à força resultante aplicada sobre o corpo e
também inversamente proporcional à massa (inércia) desse corpo. Nesse sentido,
entende-se que, para que um corpo possa sofrer mudanças de velocidade, é necessário
que as forças que atuam sobre ele não se anulem.
No esquema a seguir, mostramos como é possível calcular a aceleração do corpo, com
base nas grandezas força e massa, além disso, pode-se observar que a aceleração é dada
pela razão entre a variação de velocidade (ΔV) e um intervalo de tempo (Δt):

O conceito de força resultante é de grande importância para a compreensão da segunda


lei de Newton. A força resultante diz respeito à soma vetorial de todas as forças que
atuam sobre o mesmo corpo. Para fazermos somas vetoriais, é necessário que se leve em
conta tanto o módulo quanto a direção e o sentido das forças, assim: forças paralelas
somam-se, forças opostas subtraem-se e forças perpendiculares somam-se, segundo
o teorema de Pitágoras.
Fórmula da segunda lei de Newton

A fórmula da segunda lei de Newton é relativamente simples, ela indica que a força
resultante é igual ao produto da massa do corpo pela aceleração, confira:

FR – força resultante (N)


m – massa do corpo (kg)
a – aceleração (m/s²)
A figura a seguir exemplifica situações em que, aplicando-se a mesma força, obtém-se
diferentes acelerações, em razão da grande diferença das massas dos corpos, observe:
Além dessa forma, a segunda lei de Newton pode ser definida por outras equações.
Originalmente, a ela foi escrita em termos de uma grandeza física chamada quantidade
de movimento ou momento linear. De acordo com esse enunciado, a força resultante
sobre um corpo é igual à variação de sua quantidade de movimento durante um
determinado intervalo de tempo, confira:

ΔQ – variação da quantidade de movimento (kg.m/s)


Δt – intervalo de tempo (s)
Leia mais: Veja como a 2ª lei de Newton é usada para calcular a aceleração de objetos
em planos inclinados!
Na equação anterior, Q representa a quantidade de movimento, de um corpo ou sistema,
que pode ser calculada por meio desta equação:

Q – quantidade de movimento (kg.m/s)


v – velocidade (m/s)
Existe ainda outra forma alternativa de definir-se a segunda lei de Newton. De acordo
com essa descrição, a força resultante sobre um corpo também pode ser definida com
base no impulso aplicado no corpo. O impulso, por sua vez, é uma grandeza
física vetorial, assim como variação da quantidade de movimento (ΔQ), confira:

Em complementação à fórmula exposta, existe o teorema do impulso. Esse teorema


afirma que o impulso é igual à aplicação de uma força resultante durante um intervalo
de tempo e produz uma variação na quantidade de movimento de um corpo ou sistema
de corpos, confira:

O teorema estabelece a relação entre força e variação da quantidade de movimento.


Primeira lei de Newton

A primeira lei de Newton diz respeito à inércia, de acordo com ela, quando a força
resultante sobre um corpo é nula, esse corpo encontra-se em repouso ou
em movimento retilíneo, com velocidade constante.

Exercícios sobre a segunda lei de Newton

Questão 1) Uma motocicleta de 500 kg encontra-se em repouso e passa a acelerar a uma


taxa constante de 0,2 m/s², durante um intervalo de tempo de 5,0 segundos. Determine a
intensidade da força exercida sobre essa motocicleta.

a) 250 N

b) 2500 N

c) 100 N

d) 100 N

e) 25 N

Gabarito: Letra c

Resolução:

Para resolvermos esse exercício, basta levarmos em conta a massa e a aceleração do


corpo, observe:

Questão 2) Uma força de 200 N é aplicada a um corpo durante um intervalo de tempo


de 2,0 s. O impulso exercido sobre esse corpo, durante esse intervalo de tempo, é igual
a:

a) 400 N.s

b) 40 N.s

c) 10 N.s

d) 4000 N.s

e) 0,2 N.s

Gabarito: Letra a

Resolução:

A solução desse exercício exige a aplicação da fórmula do impulso, confira:


Ao aplicarmos os dados do exercício, encontramos um empuxo igual a 400 N.s, logo, a
alternativa correta é a letra A

Peso e massa

É comum que as palavras peso e massa sejam utilizadas indiscriminadamente,


entretanto é importante notar que o peso de um objeto é a medida da força com a qual
ele é atraído por um campo gravitacional, enquanto sua massa é a medida de
sua inércia ou, ainda, a quantidade de matéria nele contido. Dessa maneira, o peso de
um objeto na Lua é diferente de seu peso na Terra, embora sua massa seja igual nessas
duas regiões.

Fórmula da força peso

A força peso pode ser calculada por meio do produto entre a massa do corpo que sofre a
ação da força peso e o valor da gravidade.

P – força peso (N)

m – massa (kg)

Força peso

Força peso é a força gravitacional que qualquer corpo que apresenta massa exerce sobre
outro corpo também dotado de massa. Ela é uma força atrativa cuja unidade de medida é
o newton e pode ser calculada a partir do produto entre a massa dos corpos que se
atraem e a constante da gravitação universal, dividido pelo quadrado da distância que os
separa.

Veja também: O que é força?

O que é força peso?

A força peso, também chamada de força gravitacional, é a força atrativa entre dois ou
mais corpos dotados de massa. Apesar de todos os corpos que têm massa atraírem-se
mutuamente, o efeito da força peso só é notável nos arredores de corpos massivos, tais
como planetas e estrelas.

A força peso que atua sobre nós aponta em direção ao centro da Terra e é proporcional
ao módulo da aceleração da gravidade local.
Mesmo distante da Terra, o astronauta ainda é atraído
pela força peso.

Peso e massa

É comum que as palavras peso e massa sejam utilizadas indiscriminadamente,


entretanto é importante notar que o peso de um objeto é a medida da força com a qual
ele é atraído por um campo gravitacional, enquanto sua massa é a medida de
sua inércia ou, ainda, a quantidade de matéria nele contido. Dessa maneira, o peso de
um objeto na Lua é diferente de seu peso na Terra, embora sua massa seja igual nessas
duas regiões.

Fórmula da força peso

A força peso pode ser calculada por meio do produto entre a massa do corpo que sofre a
ação da força peso e o valor da gravidade.

P – força peso (N)

m – massa (kg)

g – aceleração da gravidade (m/s²)

G – constante da gravitação universal (6,67.10-11 Nm²/kg²)

M e m – massas dos corpos (kg)

d – distância entre os corpos (m)

Além da fórmula anterior, a força peso também pode ser calculada por
meio da lei da gravitação universal. Observe:
G – constante da gravitação universal (6,67.10-11 Nm²/kg²)

M e m – massas dos corpos (kg)

d – distância entre os corpos (m)

Leia também: Por que a Lua não cai na Terra?

Trabalho da força peso

O trabalho da força peso é o cálculo da quantidade de energia que um corpo “perde” ou


“ganha” ao ser movido entre dois pontos de um campo gravitacional. É importante
ressaltar que só ocorre realização de trabalho quando o deslocamento do corpo estiver
na mesma direção da força peso, isto é, na direção vertical, tanto no sentido positivo,
quando o corpo adquire energia potencial gravitacional, quanto no sentido negativo,
quando o corpo perde energia potencial gravitacional.

O trabalho da força peso pode ser calculado por meio da seguinte expressão:

τ – trabalho (J)

P – força peso (N)

Δh – variação da altura (m)

A partir da fórmula representada acima, é possível calcular qual é a energia necessária


para elevarmos um corpo de certa massa até uma altura desejada. Suponha que
queiramos calcular quanta energia é necessária para um elevador carregado, cuja massa
total é igual a 800 kg, subir a uma altura de 30 m, em uma região em que a aceleração
da gravidade equivale a 9,8 m/s².

Por meio do cálculo, estimamos qual é a quantidade de energia necessária para subirmos
um elevador de 900 kg a uma altura de 30 m. Essa quantidade de energia é também
conhecida como energia potencial gravitacional.

Força normal e força peso

A força peso e a força normal são forças de origens distintas e que atuam sobre um


mesmo corpo. Enquanto a força peso tem origem na atração gravitacional que a Terra
faz sobre suas vizinhanças, a força normal surge mediante a compressão de uma certa
superfície.

Quando estamos sentados no chão, por exemplo, a força peso nos puxa para “baixo” em
direção ao centro de massa da Terra. A força normal, por sua vez, faz sobre nós uma
força para cima, no sentido contrário ao da força que fazemos contra o chão. A partir
disso, é possível notar que as duas forças atuam sobre o mesmo corpo e que,
portanto, não podem ser consideradas como um par de ação e reação.
Leia também: A terceira lei de Newton e a relação entre forças peso e normal

Exercícios sobre força peso

Questão 1 — Na Lua, onde a aceleração gravitacional tem um valor de 1,6 m/s², um
astronauta tem um peso igual a 96 N. Na Terra, onde a gravidade é de aproximadamente
10 m/s², o peso desse astronauta seria igual a:

a) 800 N.

b) 600 N.

c) 500 N.

d) 400 N.

Resolução:

Para resolver o exercício, primeiramente calculamos a massa do astronauta e, em


seguida, fazemos o cálculo do peso dele na Terra. Observe o cálculo:

Com base no cálculo feito acima, a alternativa correta é a letra B.

Questão 2) Sabendo que a gravidade terrestre vale, em média, 10 m/s², calcule qual deve
ser o peso de um corpo na Terra. Considere que seu peso na Lua, onde a gravidade é de
1,6 m/s², é de 160 N.

a) 1600 N

b) 1200 N
c) 1000 N

d) 800 N

Resolução:

Para descobrimos o peso do corpo, primeiramente descobrimos sua massa. Observe o


cálculo:

Com base na resolução, a alternativa correta é a letra C. 


REPÚBLICA DE ANGOLA

GOVERNO PROVÍNCIAL DE LUANDA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

ESCOLA COMPLEXO ESMIRNA

Nome: Isabel Inês Cachala

Sala:

Turma:

Classe: 8ª

Período: Tarde

Docente

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