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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

CENTRO DE ENSINO À DISTÂNCIA


PROGRAMA DE MAPUTO 2º ANO 2015
O estudante deve preencher os quadros 1 e 2 escrevendo muito claro! A não entrega atempada do trabalho implica
nota 0 (zero)
1. O estudante:
Nome:Felizarda Rafael Cuna
Especialização: Licenciatura em Ensino de História Matricula:2015
Turma: 2º ano

2. O trabalho
Trabalho de: Evolução do Pensamento Histórico Código do trabalho:H0205
Dirigido ao docente: Número de páginas:8
Data limite de entrega de entrega de trabalhos:
Confirmação de recepção:
31 de Agosto de 2015
Depois da data limite, o trabalho é descontado 1 valor por
cada dia de atraso e quando passarem 5 dias o trabalho
será atribuído zero (0) valores.
3. A correcção:
Registo pelo CED:
Corrigido por: Data de correcção:
Resultado (0 – 20):
Observações do docente:

Índice
1. Introdução.........................................................................................................01

2. Resolução do Trabalho.....................................................................................02

3. Conclusão ........................................................................................................07

4. Bibliografia.......................................................................................................08
Introdução

Com o presente trabalho pretende-se fazer uma abordagem de estudo da evolução do pensamento
histórico, através de investigação das questões propostas pelo docente da cadeira, sobre algumas
abordagens a seguir apresentadas:

- Historiografia de século XVI;

- O pensamento setecentista;

- O Iluminismo e a história;

- A historiografia do século XIX;

- Pensamento histórico do século XX;

- O Surgimento da nova historia e suas crises;

- Tendência Euro centristas e Afro cientistas.


CADEIRA: Evolução do Pensamento Histórico - 2º ANO

Resolução do trabalho.

Capitulo I (8)

1.A historiografia do século XVI

11 Neste presente capítulo vou procurar identificar a particularidade do século XVI relativa a
história.

Neste período a historiografia do século XVI, tem tendência de se revalorizar antiguidade, que e
a consequência das mudanças trazidas pelo renascimento.

Segundo Mendes (1993), notabilizou que neste período o alargamento temático e a humanização
historiográfica e inserção de vários assuntos na historia como a geografia. A economia, A arte
etc. Alem disso, Mendes mentalizou também uma tendência para se distanciar do
providencialismo que existia durante a idade média onde se procura na época uma história mais
pragmática.

Segundo Mendes (1993) os historiadores do século XVII procuraram apresentar uma abordagem
historiográfica tendo em conta a demissão crítica dos factos que tinham, o gosto pelo estudo de
textos antigos gregos.

Outro aspecto interessante deste período, e a divisão da historia em duas partes designadamente:

A história geral e a história natural. Nesse período a ideia principal era de providenciar a fé
divina para o mais programático.

Capitulo II (9)

2 O pensamento histórico setecentista

2.1 Nesta historiografia, destaca-se o filosofo René Descarte com uma visão crítica da historia.

Segundo Colingwood, na segunda metade do século XVII surgiu uma nova visão de estudo a
percepção da historia que e historiografia cartesiana que confirmava: (Cepticismo sistemático e o
reconhecimento radical de princípios críticos).

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As influências do René Descarte por meio da duvidada metodológica foram evidentes neste
contexto, a história torna-se um rigor, apoiando-se pelo criticismo ou pelo hereticíssimo. Entre
tanto, esta historiografia cartesiana, ficou em descrédito e foi ultra passada. o posicionamento do
João Baptista Vico que defendeu uma essência nova para a historia na qual se defendia uma
teologia civil da providencia divina.

Na composição de Vico, diz que a humanidade e divina mais não há nenhum homem divino.
Reconhece que apesar de o homem ser sujeito ao plano divina, ele e livre para realizar os teus
projectos, mais o sujeito da historia na e o deus e o homem. Mendes (1993:50-51).

Capitulo III (10)

3 O iluminismo e a história

3.1 Durante o século XVIII, o iluminismo sofreu muitas influências, foi um movimento cultural e
intelectual europeu, herdeiro do humanismo originado pelo racionalismo e do imperialismo do
século XVII que fundava-se no uso e na exaltação da razão.

Com o iluminismo a história tornou-se filosófica e concretizou o distanciamento entre a


providência divina e a concepção da história. O culto pela razão e a valorização do progresso
humano constituíram cenários para se demonstrar que o homem e o principal sujeito da historia.

Assim sendo, houve varias mudanças fundamentais como as abordagens intelectuais do


iluminismo e por outro lado a descoberta das culturas fora da Europa onde são postos em questão
de prejuízos culturais e o universalismo clássico a descobrir da possível a renovação do interesse
pela antiguidade clássica e da qualidade reflexão da exploração crítica das fontes pelos
historiadores românticos que viam a história como uma arte.

Capitulo IV (11)

4 A historiografia do século XIX

4.1 A historiografia do século XIX aborda uma serie de alterações verificadas ao nível do
conhecimento cientifico que e o surgimento da historiografia laboral e romântica que surgia n
sequencia do movimento laboral que invadiu a Europa em pleno século XIV.

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Ainda neste período deborcou-se sobre o homem, as sociedades e os municípios pelo (adventos
da nacionalistas), e introduzir a subjectividade narrativa e na divulgação cultural no que diz ao
largamento de públicos como e o caso dos pensadores, jornalistas como Thierry e Guizol.

Neste período fez se a analise do aparecimento do positivismo do Augusto Comte que lança um
desafio na aplicação da filosofia as ciências da natureza pela valorização dos documentos escritas
que eram possuidores da verdade. Alem disso, surge o historicismo que tem como ideia principal
o controle da subjectividade e das interacções como referencias as ciências naturais que foi
aproveitando muito positivo.

Capitulo V (12)

5 O pensamento histórico do século XX

5.1 Nesta abordagem refere-se sobre o posicionamento historiográfico do século XX que no seu
contexto permitiu um novo cenário ao pensamento histórico.

Neste período fez se sentir as influências de positivismo do Augusto Comte que valorizava as
fontes escritas porque pensava que eram as únicas fontes escritas que traziam consigo a verdade.

Várias transformações surgiram na história do lado de imperialismo histórico, de expiração


marxistas do método de análise marxista que tem como eixo a dialéctica. Os três grandes núcleos
da escola dos ANNALES, marxismo da historiografia quantitativa articulavam em torno de
centros de interesses mas alcançaram homogeneidade.

Então, pode se perceber que os anos posteriores a segunda guerra mundial, representavam no
desenvolvimento da historiografia contemporânea, uma verdade revolução paralela e conexa com
o que se verificava nas ciências sociais e nas ciências em geral.

Capitulo VI (13)

6 O modelo da verdade histórica do século XX: o surgimento da nova história.

6.1 O pensamento histórico do século XX, tem como particularidades de conhecer a nova
historia e da escola dos Annales que se formou em torno da revista ‘Annales de estoire
économique et sociale`, o interesse marcante pelo emprego de novos tipos de fontes. Deste modo
ficou demonstrado que os Annales produziam de modos práticos, trabalhos metodicamente em
inovadores. Deste modo romperam com os escrúpulos de abandonar sectores de agir humano que
parecesse escapar ao olhar histórico referente aos documentos históricos.

E quando a natureza do conhecimento histórico poucos historiadores formularam as


contribuições teóricas a constituição da ciência histórica.

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Capitulo VII (14)

7 Crises da nova história

7.1 No tange a mudanças relativamente ao posicionamento da escola dos Annales e da historia


nova, houve algumas mudanças no que compõe evolução do pensamento histórico.

Houve um desenvolvimento exaustiva e evidente dos grandes modelos historiográficos


predominantes nos períodos subsequentes a segunda guerra mundial, buscaram novas formas de
representação nas ciências sociais que teve um único na quadra de 1970.

Apesar da escola dos Annales ter dado um contributo muito solitário a consolidação da historia,
houve um desenvolvimento significativo por esta escola embora não tivesse o permanecido por
muito tempo. Foram aparecendo novos aparecendo novos posicionamentos enriquecendo o
pensamento histórico, como multe cidade de abordagem e praticas metódicas, o aparecimento das
tendências e ensaios no campo das teorias e na pesquisa social, com mudanças económicas e
politicas, o padrão metodológico do conhecimento cientifico do homem e de seu agir do saber
entre outras muitas área do saber ligado a componente linguística inserido na modernidade,
fizeram com que o pensamento histórico tivesse um povo posicionado.

Capitulo VIII (15)

A historiografia africana: tendência euro centristas.

8.1 A historiografia africana, apresenta certas características e particularidade sobre as


abordagens reactivamente ao pensamento histórico, e impacto da presença europeia a África.

8.2 A partir de 1460, África teve uma serie de obras que constituíram uma descoberta pelos
europeus partir do século XVIII por (Barbote e Bosmane), que teu material de grande valor de
carácter histórico.

Segundo Dapper (1968) afirma que maior parte dos autores eram mais de descrever a situação
contemporânea do que fazer a própria historia, somente agora a história da África ocidental e que
podemos avaliar correctamente muitas das afirmações que eles fizeram. Esta quando chegaram
em África a sociedade africana tradicional não estava disposta em oferecer o que desejavam
fazer, visto que a primeira necessidade foi actividade económica. Nessa época os europeus só
conheciam a África e os africanos sob o ângulo do comércio de escravos, Num momento em que
o tráfico era causador de um caos social cada vez mais grave.

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Segundo Hegel (1770-1831), em sua filosofia afirma que (África não era um continente histórico,
ela não demonstrava mudança nem desenvolvimento, os povos negros são incapazes de se
desenvolver e de receber uma educação, eles são tal como os vemos hoje os negros). Outros
europeus eram impedidos por um desejo sincero de aprender tudo o que pudessem a respeito do
passado os povos africanos.

Depois dos contactos, entres os africanos e os europeus, vários historiadores concluíram que o
continente africano foi tido como espaço sem história, então ao longo de tempo foi visto que no
continente africano era rico em matéria e merecia escrever para formar a história da África.

Capitulo IX (16)

9 Historiografia africana: tendências afro cientistas

9.1 O novo posicionamento histórico gráfico em torno da África e pensadores.

9.2 A partir de 1947 a Societé Africaine de Culture e a sua revista Presence Africaine
empunharam-se na promoção de uma história africana descolonizada e de uma geração de
intelectuais africano que haviam dominado as técnicas europeias de investigação histórica, e
começaram a definir o seu próprio enfoque em relação ao passado africano e buscar nele a
identidade negada pelo colonialismo. Porem esses intelectuais refinavam e ampliaram as técnicas
de metodologia histórica, desembaraçando ao mesmo tempo, uma serie de mitos e preconceitos
subjectivos exemplo Unesco no cairo em 1974, que permitiu aos historiadores a confortarem-se
com a a realidade a partir de 1948, a historiografia da África foi progressivamente a semelhando-
se a qualquer outra parte do mundo. E com o desenrolar das independências, a África passou a ter
intelectuais que procuraram a apresentar uma história africana. Alem historiografia africana ter
sido acrescentada pelos intelectuais sofreram problemas de falta de fontes, foi graças a estas
investigações de alguns historiadores que já existem as primeiras edições feitas de inglês e versão
portuguesa.

05
Conclusão.

Foi neste trabalho da cadeira de evolução do Pensamento Histórico que tentei perceber até que
ponto está ligado ao passado e que foi determinante na vida das sociedades mais remotas bem
como o seu percurso até a actualidade, com vista a identificar os momentos e as suas
particularidades.
No mesmo trabalho aprende que foi graça ao europeus e inglese que trouxeram as transformações
em África ate aos dias de hoje, afirma o Hegel (1770-18361), os povos negros são incapazes de
desenvolver e de receber a edução tal como os vemos hoje

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Bibliografia.

 MENO, Luis. Manual de Evolução do Pensamento Histórico. UCM0-CED.2015

 CAR, Eduard. História Rio de Janeiro: A paz e a Terra, 2006

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