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Instituto Politécnica Islâmico de Moçambique

IPIMO

Curso: Técnico de Medicina Geral (TMG11)

Cadeira: Meios Auxiliares de Diagnostico

Tema: Urina II e Expetoração

Discentes: Docente:
Sara Bernardo Henriques José Uelele
Ernesto Matilde
Jaquison Paulo Adrade
Joaquina Pedro
Zabar Carmo Momade
Helton Bejame Gravata
Ivan Selestino Camões

Quelimane, 2021
Sara Bernardo
Ernesto Matilde
Jaquison Paulo Adrade
Joaquina Pedro
Zabar Carmo Momade
Helton Bejame Gravata
Ivan Selestino Camões

Tema: Urina II e Expetoração

O presente trabalho de carácter avaliativo


da cadeira de Meios Auxiliares de
Diagnostico a ser entregue no
departamento Instituto Politécnica
Islâmico de Moçambique de Negócios
pelo docente: Henriques José Uelele

Quelimane, 2021
Índice
Introdução ...................................................................................................................... 4
Objetivos........................................................................................................................ 4
Objetivo geral ................................................................................................................. 4
Objetivos específicos ....................................................................................................... 4
Metodologia ................................................................................................................... 5
Carcinoma da mama ........................................................................................................ 6
Epidemiologia ................................................................................................................ 6
Tipos de carcinoma da mama ............................................................................................ 6
Fatores de risco ............................................................................................................... 7
Manifestações Clínicas .................................................................................................... 8
Complicações ................................................................................................................. 8
Diagnóstico .................................................................................................................... 8
Diagnóstico Diferencial ................................................................................................... 9
Conduta ......................................................................................................................... 9
Prognóstico .................................................................................................................. 12
Prevenção..................................................................................................................... 12
Conclusão .................................................................................................................... 14
Referencia bibliográfica ................................................................................................. 15
Introdução

O presente trabalho em que será abordado e subordinado ao tema carcinoma da mama. O


cancro da mama é causado pelo crescimento anormal de células do tecido da mama que
se desenvolvem de maneira descontrolada e anormal. A maior parte dos tumores são de
origem do tecido glandular, uma pequena parte são de outros tecidos anexos.

No que diz respeito a organização do trabalho, a primeira parte reservado a introdução,


que vem seguida da problematização, justificativa e dos objectivos gerais e específicos, a
segunda esta patente a revisão bibliográfica onde estão desenvolvidos os conteúdos do
tema e a terceira e última parte esta a conclusão que posteriormente é seguida da
referências bibliográficas.
Como qualquer obra, esta sujeita a erros e falhas. Desde já esperamos a compreensão do
leitor.

Objetivos

Objetivo geral
✓ Compreender carcinoma da mama.

Objetivos específicos

✓ Conhecer Epidemiologia e Tipos de carcinoma da mama;


✓ Descrever Fatores de risco, manifestação clinica, Complicações e Diagnóstico;
✓ Conhecer diagnostico diferencial, Conduta e Prevenção.
Metodologia
Segundo Rodrigues (2007) metodologia é um conjunto de abordagens, técnicas e
processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas de aquisição
objectiva do conhecimento, de uma maneira sistemática. No âmbito de trabalho científico
o investigador deve explicar de forma detalhada o tipo de pesquisa, as técnicas usadas
para obter os dados a serem apresentados e analisados no trabalho.
Para a realização do presente trabalho, foi usado o método de estudo bibliográfico que
consiste a partir de material já publicado constituído principalmente de Manuais, artigos,
documentos fornecido por OMS.
Carcinoma da mama

O cancro da mama é causado pelo crescimento anormal de células do tecido da mama que
se desenvolvem de maneira descontrolada e anormal. A maior parte dos tumores são de
origem do tecido glandular, uma pequena parte são de outros tecidos anexos.

Epidemiologia

O cancro da mama é o cancro mais frequente nas mulheres e é a 2ª causa de morte por
tumor nas mulheres. O pico de incidência está entre as décadas 40 e 50. Raramente
também afeta os homens.

Tipos de carcinoma da mama


Os tipos mais básicos de câncer de mama são:
Carcinoma ducta in situ: é o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo. Ele
afeta os ductos da mama, que são os canais que conduzem leite. O câncer de mama in situ
não invade outros tecidos nem se espalha pela corrente sanguínea, mas pode ser
multifocal, ou seja, pode haver vários focos dessa neoplasia na mesma mama.
Caracterizase pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das
células.
Carcinoma ductal invasivo: ele também acomete os ductos da mama, e se caracteriza
por um tumor que pode invadir os tecidos que os circundam. O câncer do tipo ductal
invasivo representa de 65 a 85% dos cânceres de mama invasivos. Esse carcinoma pode
crescer localmente ou se espalhar para outros órgãos por meio de veias e vasos linfáticos.
Caracteriza-se pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das
células.
Carcinoma lobular in situ: ele se origina nas células dos lobos mamários e não tem a
capacidade de invasão dos tecidos adjacentes. Frequentemente é multifocal. O carcinoma
lobular in situ representa de 2 a 6% dos casos de câncer de mama.
Carcinoma lobular invasivo: ele também nasce dos lobos mamários e é o segundo tipo
mais comum. O carcinoma lobular invasivo pode invadir outros tecidos e crescer
localmente ou se espalhar. Geralmente apresenta receptores de estrógeno e progesterona
na superfície das células, mas raramente a proteína HER-2.
Carcinoma inflamatório: raramente apresenta receptores hormonais, podendo ser
chamado de triplo negativo. Ele é a forma mais agressiva de câncer de mama – e também
a mais rara. O carcinoma inflamatório se apresenta como uma inflamação na mama e
frequentemente tem uma grande extensão. Ele também começa nas glândulas que
produzem leite. As chances dele se espalhar por outras partes do corpo e produzir
metástases são grandes.
Doença de Paget: é um tipo de câncer de mama que acomete a aréola ou mamilos,
podendo afetar os dois ao mesmo tempo. Ele representa de 0,5 a 4,3% de todos os casos
de carcinoma mamário, sendo portando uma forma mais rara. Ele é caracterizado por
alterações na pele do mamilo, como crostas e inflamações – no entanto, também pode ser
assintomático. Existem duas teorias para explicar a origem da doença de Paget da mama:
as células tumorais podem crescer nos ductos mamários e progredir em direção à
epiderme do mamilo, ou então as células tumorais se desenvolvem já na porção terminal
dos ductos, na junção com a epiderme.

Fatores de risco

✓ Genéticos: por parte da mãe e pai também, a presença de história de cancro de


ambas as partes aumenta o risco

✓ Idade: o risco aumenta com a idade da mulher

✓ Menarca com idade ≤ 11 anos

✓ Menopausa com idade ≥ 55 anos

✓ 1ª gravidez com mais de 30 anos ou nuliparidade (ausência de gravidez)

✓ Tomar estrogénio e progestinas como terapia para a menopausa por muitos


anos

✓ Dieta rica em gordura

✓ Obesidade ou sobrepeso, sobretudo no período da menopausa

✓ Abuso de álcool

✓ Tratamento com radiações (radioterapia)


Manifestações Clínicas

O cancro da mama, sobretudo nas fases iniciais é assintomático, razão pela qual, é
muitas vezes diagnosticado em fazes avançadas (quando o paciente apresenta sintomas).
Pode apresentar os seguintes sintomas/sinais:

✓ Nódulo mamário: é geralmente indolor, duro, irregular, fixo na pele ou nos


músculos subjacentes, e costuma ser a queixa inicial;

✓ Secreção do mamilo: sobretudo se é unilateral ou se é de natureza


hemorrágica (ver bloco 3);

✓ Inversão do mamilo: apenas se for nova. Uma inversão que sempre esteve
presente não é sinal de alarme;

✓ Erosão, crescimento ou prurido no mamilo;

✓ Crescimento, deformidade, ou endurecimento da mama;

✓ Alterações da pele acima da mama: hiperemia, alterações da textura, pele em


casca de laranja podem ser associadas ao cancro da mama, edema.

✓ Nódulo a nível dos gânglios axiliares ou supraclaviculares.

Complicações
Caso o tumor seja extenso e afecte os órgãos adjacentes ou distantes (pulmões, caixa
torácica, abdómen, cérebro) os sintomas podem ser:

✓ Dificuldade respiratória
✓ Dor dos ossos
✓ Distensão abdominal
✓ Alterações neurológicas caso o sistema nervoso esteja envolvido

Diagnóstico

✓ História clínica: para além da história da doença actual, deve-se prestar


particular atenção aos antecedentes e fatores de risco.

✓ Exame físico: feito pelo clínico e pela própria paciente (Auto palpação).

✓ Mamografia: exame radiológico que pode evidenciar anormalidades no tecido


da mama
Além da mamografia, ressonância magnética, ecografia e outros exames de imagem que
podem ser feitos para identificar uma alteração suspeita de câncer de mama, é necessário
fazer uma biópsia do tecido coletado da mama. Nesse material da biópsia é que a equipe
médica identifica se as células são tumorosas ou não. Caso seja feito o diagnóstico, os
médicos irão fazer o estudo dos receptores hormonais para saber se aquele tumor expressa
algum ou não, além de sua classificação histológica. O tratamento vai ser determinado
pela presença ou ausência desses receptores na célula maligna, bem como o prognóstico
do paciente.

Diagnóstico Diferencial

✓ Quistos da mama: são nódulos benignos e geralmente de conteúdo líquido.


Apresentam superfície e contornos regulares e não cursam com afecção dos gânglios
linfáticos regionais ou ulceração.
✓ Mastite: verifica-se a presença de sinais inflamatórios na mama, sem evidência de
nódulo. Pode haver febre e outros sintomas constitucionais. Responde ao tratamento
com antibióticos.
✓ Abcesso da mama: nódulo mamário inicialmente duro e que posteriormente se
apresenta com flutuação e sinais inflamatórios locais. Pode haver febre e outros
sintomas constitucionais. Responde ao tratamento com antibióticos e à drenagem
cirúrgica.

Conduta
Em caso de suspeita de cancro é necessário referir para o nível superior

Cirurgia: que dependendo do grau e extensão do tumor pode ser conservadora, ou seja,
tirar o tumor ou uma parte da mama ou pode ser uma mastectomia total ou seja remoção
da mama e gânglios axilares.
Existem diversos tratamentos para o câncer de mama, que podem ser combinados ou não.
Todo câncer deverá ser retirado ou uma cirurgia, que pode ser parcial ou total – entretanto,
em alguns casos pode ser que a cirurgia seja combinada ou com outros tratamentos. O
que vai determinar a escolha do tratamento é a presença ou ausência de receptores
hormonais, o estadiamento do tumor, se já apresenta o diagnóstico com metástase ou não.
Outro fator determinante para o tratamento é a paciente e qual o seu estado de saúde e
época da vida. Tratar o câncer de mama em uma mulher de 45 anos, saudável, é
completamente diferente de fazer o tratamento em uma mulher com 80 anos e doenças
relacionadas – ainda que o tipo e extensão do câncer sejam exatamente iguais. Nesse caso,
deve ser levado em conta o impacto dos tratamentos e se eles irão interferir na qualidade
de vida da paciente. Os tratamentos são divididos entre terapia local e terapia sistêmica:

Terapia local
O câncer de mama tratado localmente será submetido a uma cirurgia parcial ou total
seguida de radioterapia:
Cirurgia: é a modalidade de tratamento mais antiga. Quando o tumor encontrase em
estágio inicial, a retirada é mais fácil e com menor comprometimento da mama.
Radioterapia: terapia que usa radiação ionizante no local do tumor. É muito utilizada
para tumores que ainda não se espalharam e não metástases, para os quais não é
necessária a retirada de grande parte da mama.
A radioterapia também pode ser usada nos casos em que o câncer de mama não pode
ser retirado completamente com a cirurgia, ou quando se quer diminuir o risco de o
tumor voltar a crescer. Dura aproximadamente um mês.
Terapia sistêmica
O tratamento sistêmico se faz com um conjunto que medicamentos que serão infundidos
por via oral ou diretamente na corrente sanguínea. Em ambos os casos, o tratamento não
é feito de forma local – ou seja, o medicamento irá circular por todo o organismo,
inclusive onde o tumor se encontra. Há três modalidade de terapia sistêmica:

Quimioterapia: tratamento que utiliza medicamentos orais ou intravenosos, com o


objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes. A quimio pode
ser feita antes ou após a cirurgia, e o período de tratamento varia conforme o câncer de
mama e a paciente.
Hormonioterapia: tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as
células cancerígenas crescerem. A hormonioterapia, portanto, só poderá ser utilizada em
pacientes que apresentam pelo menos um receptor hormonal. Essa terapia no geral é feita
via oral, e as drogas agem bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o
órgão afetado.
Fisioterapia
Ela promove a independência funcional da paciente, permitindo que realize as atividades
que deseja sozinha e sem inconveniências. Proporciona alívio da dor e reduz a
necessidade do uso de analgésicos. Geralmente o tratamento é indicado após a cirurgia.
Nutrição
O acompanhamento nutricional ajuda a prevenir a perda de peso e a desnutrição durante
o tratamento. Além disso, ele ajuda a paciente com câncer de mama a seguir as restrições
dietéticas corretas para evitar possíveis efeitos colaterais do tratamento.

Exercícios físicos
Não importante a atividade - o que importa é praticar. A atividade física ajuda a "mandar"
a fadiga embora, aumenta a energia, a disposição e a autoestima, além de proporcionar
convívio social.
Depois da cirurgia: converse com seu médico sobre o retorno às atividades físicas. Isso
varia de acordo com o tempo de recuperação esperado para cada procedimento e estado
paciente.
Algumas pacientes podem apresentar queda de imunidade durante o tratamento, o que
pode ocasionar infecções oportunistas. Por isso, não se recomendam atividades com a
natação – já o contato com a água da piscina pode favorecer infecções.
Caso a ideia seja frequentar uma academia de ginástica, opte pela atividade
supervisionada por um profissional de educação física. Relate seu caso, para que ele
indique a série de exercícios mais adequada.
Sexualidade e sensualidade
Durante o tratamento do câncer de mama, diversas situações como diminuição da libido,
alterações hormonais e incômodos emocionais podem influenciar diretamente no seu
comportamento sexual. É importante que entenda que esses transtornos são causados por
situações físicas que você está enfrentando e não tem a ver o que você é em essência.
Tente resgatar nesse período a sensualidade que há em você – mas tudo em seu tempo.
Fale com seu parceiro ou parceira: converse sobre a diminuição da libido para que a
pessoa não se sinta rejeitada e confusa com seu possível desinteresse sexual. A
comunicação aberta poderá ajudar a buscar maneiras criativas de despertas a sua libido.
Fale com seu oncologista: seu médico pode prescrever medicamentos para combater os
efeitos colaterais do tratamento, motivos que levam ao desinteresse sexual.
Fale com um psicólogo: o profissional pode ajudar identificando e tratando os obstáculos
emocionais que colaboram com o desinteresse sexual.
Prognóstico

O prognóstico depende de vários factores:

✓ Envolvimento dos gânglios da região axilar: quanto mais gânglios envolvidos pior
é o prognóstico
✓ Tamanho do tumor
✓ Invasão do sistema linfático e vascular
✓ Idade da paciente
✓ Histologia: grau e tipo de tumor
✓ Resposta ao tratamento inicial

Prevenção
A prevenção do câncer de mama pode ser dividida em primária e secundária: a primeira
envolve a adoção de hábitos saudáveis, e a segunda diz respeito a realização de exames
de rastreamento, a fim de fazer o diagnóstico precoce:

Exercícios
Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute apontou que
adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de
câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física
deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a
proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de
estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também
diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no
desenvolvimento do tumor.

Amamentação
Mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses, têm 5% menos
chances de desenvolver a doença. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas
mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente
sanguínea.
Dieta balanceada
Manter uma dieta adequada ajuda no controle do peso, na prevenção de doenças crônicas
e melhora a saúde como um todo. Além disso, um corpo saudável trabalha melhor,
prevenindo o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência
têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo
realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças
verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na
prevenção e tratamento.
Estresse
Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances
de desenvolver câncer de mama, quando relacionada a outros fatores de risco. Técnicasde
respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o
estresse e a ansiedade.
Álcool
O consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer
de mama em 30%. O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta esse
risco ainda permanece desconhecido, mas sabemos que ele influencia as vias de
sinalização do estrógeno.
Controle do peso
Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de
desenvolver câncer de mama. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do
câncer ser mais agressivo.
Faça a mamografia
A maioria das mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente após os 50 anos,
mas, para quem tem histórico familiar de câncer de mama, o exame deve começar 10
antes do caso mais precoce na família. Assim se um parente próximo teve esse tipo de
câncer aos 40, é preciso começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 30 anos.
Fazer a mamografia anualmente em idade adequada pode reduzir a morte por câncer de
mama em até 30%, segundo um estudo publicado na revista Radiology.
Conclusão

Em jeito de conclusão é de salientar que a materialização deste trabalho só foi possível


graças ao esforço trazido pelos elementos deste grupo, durante o trabalho
compreenderemos que O cancro da mama é causado pelo crescimento anormal de células
do tecido da mama que se desenvolvem de maneira descontrolada e anormal. A maior
parte dos tumores são de origem do tecido glandular, uma pequena parte são de outros
tecidos anexos.
Referencia bibliográfica

1. http://emedicine.medscape.com/oncology
2. Eddleston M., Davidson R, at all, Oxford Handbook of TROPICAL MEDICINE,
3ª edição, OXFORD University Press, 2008
3. Harrison at all, Medicina interna, 17ª edição, McGraw Hill, 2009

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