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Relatório de Inspeção de 50.

000h (Minor Inspection) do


Gerador Elétrico EPUGG-41 (Elpaso)
Período: 18 à 30/06/07

Usina Térmica de Aparecida

Manaus –AM
Junho / 2007

1
ÍNDICE

1. HISTÓRICO .................................................................................................. 02

2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO EQUIPAMENTO .............................. 02

3. OBJETIVO .................................................................................................... 02

4. CORPO TÉCNICO ........................................................................................ 05

5. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS DE DESMONTAGEM.................................. 06

6. TESTES E MEDIÇÕES ................................................................................ 16

7. LIMPEZA DO GE .......................................................................................... 20

8. SUBSTITUIÇÃO DAS RESISTENCIAS DE AQUECIMENTO DO GE........... 23

9. MANUTENÇÃO NOS MANCAIS DO GE ...................................................... 24

10. MONTAGEM DO GERADOR ELÉTRICO ..................................................... 26

11. CHECAGEM DO ALINHAMENTO DOS EIXOS DOS GERADORES GE E GG 35

12. TESTES DE OPERAÇÃO DA MÁQUINA – NÃO CONFORMIDADES........... 36

ANEXO 1 – PROPOSTA TÉCNICO-COMERCIAL DA GEVISA A ELPASO

ANEXO 2 – PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE 50.000h FORNECIDO PELO ENG.


MECÂNICO DA BRUSH

ANEXO 3 – RELATÓRIO DA ELETRAFO: CONTROLE DIMENSIONAL E MEDIDAS


ELÉTRICAS REALIZADAS

ANEXO 4 – TABELA DE TORQUES CONSTANTE NO MANUAL DO GE BRUSH


Relatório de Inspeção de 50.000h (Minor Inspection) do Gerador Elétrico
EPUGG-41 (Elpaso)

1. HISTÓRICO

A Manaus Energia S.A. é a empresa de geração e distribuição de energia elétrica na


cidade de Manaus-AM. Integram o parque térmico de Manaus as plantas UTE Mauá, UTE
Aparecida e Elétron, e ainda os produtores independentes de energia (P.I.E.) Elpaso,
Wärtisila, CGE, Gera, Cristiano Rocha, Breitener Jaraqui e Breitener Tambaqui. O P.I.E.
Elpaso é formado das plantas A, B, D e W. A planta D é composta de duas turbinas
aeroderivadas modelo LM6000 PC, com capacidade efetiva de 42MW cada.

2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO EQUIPAMENTO

EQUIPAMENTO GERADOR ELÉTRICO


FABRICANTE BRUSH
MODELO 8241812-IG
NUMERO DE SÉRIE BDAX7-290ERJT
ANO DE FABRICAÇÃO 1997
UNIDADE EPUGG-41
POTÊNCIA 71,67 MVA
TENSÃO NOMINAL 3 ~ 13,8 kV
CORRENTE NOMINAL 2.977 A
ROTAÇÃO 3.600 RPM
FATOR DE POTÊNCIA 0,85

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3. OBJETIVO

Atender programação de manutenção periódica de 50.000 horas (Minor Inspection)


nos geradores elétricos das unidades 41 e 42, LM 6000, instalados no produtor
independente EL PASO (planta D), pela empresa GENERAL ELETRIC VILLARES SA -
GEVISA, através da subcontratada ELETRAFO SERVIÇOS, cuja proposta que originou
esta programação, encontra-se no anexo I. A tabela 1 lista as atividades previstas e
realizadas pela Eletrafo, com o acompanhamento das equipes de manutenção, operação
e segurança do trabalho da ELPASO.

3
Item Descrição

Te
1 Desmontagem 9,23
2 Desconexão dos cabos de força 4,62

3 Desacoplamento

4 Desmontagem da excitatriz

5 Desconexão das tubulações de óleo

6 Retirada da tampa frontal


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4. CORPO TÉCNICO

Manaus Energia S/A:

1. João Fábio Santana Freitas – Eng. Eletricista


2. Kaiser de Freitas Souza – Téc. Eletrotécnica
3. Daniel Paes Romano – Téc. Eletrotécnica
4. Miguel Junior Oliveira Barros – Téc. Mecânico

Elpaso Amazonas Energia Ltda.:

1. Amarildo Campos – Supervisor de Manutenção Mecânica


2. Gênesis Amaral - Supervisor de Manutenção Elétrica e Instrumentação
3. Paulo Gomes – Gerente de Manutenção
4. Daniel Ferreira– Supervisor de Operações
5. Clayton Lage – Supervisor da Manutenção Elétrica (Planta W)

GEVISA
1. Gliney Rosário - Téc. Mecânico

Eletrafo Serviços
End.: Rua Salvador Pirri, 13 – Bro. Milhonários, BH – MG
Cep.: 30620-040 Fone: (31) 3336-1187 E-mail: eletrafoservicos@yahoo.com.br

1. Múcio Reinaldo Rodrigues – Téc Mecânico (Coordenador na Equipe)


2. André Gustavo C. Cardoso - Téc Mecânico
3. Simaías Neto Perpétuo - Téc Mecânico
4. Valdeci Paiva - Téc Mecânico
5. DESCRIÇÃO DO SERVIÇO DE DESMONTAGEM

5.1. Retirada da tampa frontal do compartimento do GE

A atividade iniciou com a desmontagem das portas frontais de acesso ao gerador. Em


seguida, as duas tampas superiores. E por fim, com o uso de um macaco hidráulico
(para empurrar a parte inferior da estrutura para frente) e um caminhão muque, foi
retirada a estrutura, conforme as fotos 1 e 2.

Foto 1 – Retirada da parte frontal do Foto 2 – Macaco hidráulico utilizado.


compartimento do GE.

5.2. Desmontagem de parte da tubulação de óleo lubrificante

Além de efetuar o desacoplamento da tubulação da bomba de óleo lubrificante, a


finalidade desta atividade era também desobstruir ao máximo o acesso a excitatriz. A
tubulação foi desmontada e vedada com sacos para evitar contaminação por partículas
sólidas (fotos 3 e 4).

2
Foto 3 – Desmontagem da tubulação em Foto 4 – Vedação da tubulação para
frente à excitatriz para desobstrução da evitar contaminação por partículas
5.3. Desconexão dos cabos de força do lado oposto ao acoplamento
sólidas.
área.
Antes de iniciar a desmontagem da excitatriz foi realizada a desconexão dos cabos
elétricos do lado oposto ao acoplamento, conforme registro fotográfico abaixo.

Foto 5 – Desconexão dos cabos da excit. Foto 6 – Cabos da excit. principal e


principal e sensores de vibração sensores de vibração desconectados.

5.4 Desacoplamento da bomba de óleo lubrificante.

Acoplada ao rotor do gerador elétrico, a bomba de óleo lubrificante é o primeiro


elemento a ser retirado através da desmontagem de seu suporte, como mostram as fotos
7 e 8.

Foto 7 – Desmontagem do suporte da Foto 8 – Suporte da bomba de óleo


bomba de óleo lubrificante. lubrificante desmontado.

3
5.5. Retirada da ponte retificadora

A ponte retificadora faz parte do circuito elétrico da excitatriz e, pela conversão da


corrente alternada gerada pela rotação do PMG em corrente contínua para os rotores da
excitatriz principal e do gerador, garante o surgimento e manutenção de ímãs de
polaridade fixa nestes rotores. O movimento de rotação do imã produzido no rotor do
gerador corta as espiras do estator do gerador induzindo a tensão de saída (13,8kV)
para o sistema.

Foto 9- Retirada da tampa frontal que Foto 10 - Retirada da carcaça de proteção


dá acesso a ponte retificadora. da ponte retificadora.

Foto 11- Retirada da ponte retificadora. Foto 12 - Ponte retificadora desacoplada


do rotor do GE.

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5.6. Desmontagem da excitatriz principal

O procedimento de desmontagem da excitatriz principal é iniciado com a


montagem dos trilhos para servir de suporte para retirada do estator da excitatriz. Em
seguida, com uma cordoalha de aço e uma talha apoiada nos trilhos, é retirado o
estator. Um caminhão muque é usado para remoção do estator do compartimento do
GE.

Foto 13 – Montagem dos trilhos. Foto 14 – Preparação para retirada da


carcaça da excitatriz principal.

Foto 15 – Desmontagem
Foto 16 – Estator
do estator
da excitatriz
da principal
excitatrizretirado
principal.
para limpeza e testes.

5
Foto 13 – Retirada do estator da excitatriz
principal.

14 – Vista
Foto 17 Foto 18 –doRetirada
lateral rotor dado estator da excitatriz
excitatriz
principal. piloto.
Foto 19 – Vista de perfil do rotor da
excitatriz principal e o PMG.

5.7. Desmontagem da tampa superior do gerador - lado oposto ao


acoplamento (LOA).

Foto 20 – Retirada da tampa superior do


5.8. Desmontagem do mancal e levantamento do eixo do gerador
gerador (LOA).
(LOA).
O levantamento do eixo do gerador é necessário à sustentação deste quando da
retirada do mancal e da tampa inferior (LOA). O procedimento teve como primeiro
passo a desconexão das mangueiras de óleo lubrificante e retirada do mancal superior,
com o auxílio da talha sustentada pelos trilhos. Para isso, foi instalado um dispositivo de
sustentação na parte superior do gerador, uma talha, cordoalhas, um macaco hidráulico
e um relógio comparador (para o controle da elevação). O eixo foi levantado em 2,5mm

6
que, após acomodação do sistema, estabilizou-se em 0,5 mm acima da posição
original.

Foto 21 – Desconexão das mangueiras de


óleo lubrificante do mancal (LOA).

Foto 23 – Macaco
Foto 22 – Desmontagem hidráulico apoiando o
do mancal
eixo para sua elevação.
superior LOA.

Foto 19 – Retirada do mancal superior


do gerador (LAO).

7
Foto 25 – Giro do mancal inferior para sua
Foto 24 – Levantamento do eixo
retirada, após levantamento do eixo.
controlado com relógio comparador.

5.9

Foto 26 – Retirada da tampa inferior do Foto 27 – Eixo do GE sustentado por dispositivo


gerador (LOA). instalado na parte superior do gerador.

Foto 28 – Retirada
Foto 29das tampas defletoras
– Rotores e principal e
da excitatriz
Desconexão dos sensores
inferior do gerador (LOA). do lado ao acoplamento e Rundow Tank (LA)
e estator do GE (LOA).

A desmontagem do lado do acoplamento foi iniciada com a desconexão dos sensores


de vibração e escova de aterramento, de um dos rundow tanks e desmontagem da tampa
do compartimento da turbina (LA). A retirada do rundow tank visava desobstruir o caminho
para a passagem das tampas do GE (LA).

Foto 30 – Desmontagem
Foto 31 –dos
Retirada
sensores
do Rundow tank
de vibração (LA). (LA).
Foto 27 – Desconexão dos sensores de
vibração (LA).

8
5.10 Retirada da tampa superior do gerador (LA)
Para a retirada das tampas do LA, foi soldado um trilho na parte superior da área do
acoplamento numa direção perpendicular ao eixo dos geradores, uma vez que nesta área
não havia um suporte para o trilho.

Foto 32 – Trilhos montados para retirada


5.11 Desmontagem do mancal superior,
das tampas (LA).levantamento do eixo do GE e
retirada do mancal inferior (LA)

Após a desmontagem e retirada do mancal superior, segue-se o levantamento do


eixo, rotação e retirada do mancal inferior. Para o levantamento do eixo, foi novamente
montado um suporte na parte superior da estrutura do GE (LA), usando-se um macaco
hidráulico, um relógio comparador e uma talha. Na rotação do mancal inferior, após o
levantamento do eixo, foi utilizado um cabo amarrado a um olhal instalado no mancal. Foi
identificada e substituída uma mangueira (de 3/8”) do mancal inferior que estava com a
conexão quebrada.

9
Foto 33 – Retirada
Fotoda
34tampa
– Desmontagem
do mancal do mancal
superior (LA).superior (LA).

Foto 35 – Levantamento
Foto 36 – Parafuso
do eixoinstalado
com no mancal
Macaco hidráulico
inferior para
(LA).sua rotação (LA).

Foto
Foto 37
38 –– Mancal
Conexãoinferior retirado
do mancal (LA).
inferior
quebrada (LOA).

10
Foto
Foto
3940
– Tampa
– Rotorinferior
do GE desmontada
apoiado no e
dispositivo
escoradainstalado
no GE (LA).
(LA).

6. Testes e medições

6.1 Antes da aplicação de CO2

Concluído o processo de desmontagem do gerador, foi iniciada a fase de testes


através dos quais foram medidas as isolações do rotor e estator do GE e resistência
ôhmica do rotor.
No teste de isolação do estator do gerador, foram desconectadas as três fases do
estator tanto do lado do fechamento estrela quanto da carga. Uma vez isoladas do
sistema, foi aplicada uma tensão de 5 kV em cada fase e medida a resistência elétrica
desta em relação à massa. Após o teste de cada fase, esta era descarregada para
eliminar a energia estática armazenada.
No teste de isolação do rotor da excitatriz principal foi aplicada uma tensão de 1kV,
em cada uma das três fases e medida a resistência elétrica destas em relação à massa.
Um procedimento semelhante ocorreu no teste de isolação do rotor do GE, onde a mesma
tensão foi aplicada em um dos pólos do gerador (no teste após a aplicação do CO2, o
engenheiro da Brush, Sr. Jonathan Neal, que não acompanhou o primeiro teste,
recomendou a aplicação de 0,5 kV e não mais de 1kV).

Foto 41 – Medição
Foto 42
da–resistência
Medição daderesistência de
isolamento dasisolamento
fases do estator
dos pólos
paradoa rotor para a
massa. massa. 11
Foto 43 – Medição da resistência ôhmica Foto 44 – Medição da resistência de
entre os pólos do rotor. isolamento do rotor da excitatriz principal.

6.2 Após aplicação de CO2

6.2.1 Ensaio de fator de potência de isolamento (tangente de delta)

O primeiro teste realizado após a limpeza com CO 2, foi o ensaio de fator de potência de
isolamento (ou tangente de delta), pela empresa Electron Service, através de sua gerente
comercial Sr. Eliane Cristina da Silva. O teste objetiva a determinação do fator de potência
do gerador através da medição das perdas ativas e aparente, em mW e mVA
respectivamente, geradas pela aplicação de uma tensão alternada (2,5 kV) entre as fases
do estator do gerador.

Foto 45 – Aplicação de tensão nas


fases do estator para determinação do
fator de potência do gerador. 12
Foto 46 – Medidor de fator de potencia
de isolamento usado no teste.

6.2.2 Teste de descargas parciais

O teste de descargas parciais foi realizado pelo Sr. Marcos Almeida (da empresa
Polux-SP), e tem o objetivo de avaliar o nível de influência que as impurezas presentes no
estator do GE tem sobre o isolamento. O teste consiste na aplicação de três níveis de
tensão: 4, 6 e 8kV no estator do GE. O resultado do teste indica os índices de polarização
e absorção.

Foto 47 – Acoplador capacitivo


conectado ao estator para teste de
descargas parciais.

13
Foto 48 – Notebook e analisador de Foto 49 – Variac e Tp usados no teste
descargas parciais usados no teste. de descargas parciais.

Segundo o Sr. Marcos, que realizou o teste e viajou em seguida para São Paulo, os
valores lidos pelo analisador seriam processados e o resultado encaminhado a ELPASO.

6.3 Valores encontrados

6.3.1 Isolação MΩ

Equipamento Tempo T1 T2 T3
Estator 30 s 2.600 2.600 3.000
1 min 5.000 4.800 5.000
2 min 8.000 8.000 9.000
4 min 14.500 15.000 14.500
6 min 19.000 18.000 18.000
8 min 23.000 22.000 22.000
10 min 27.000 24.000 26.000
Tensão Aplicada: 5 kV, Temperatura ambiente: 31°C.

Rotor do GE 30 s 3
1 min 3,5
2 min 3,5
Tensão Aplicada: 1 kV, Temperatura ambiente: 31°C.

Estator da excitatriz principal 1 min 40.000


Tensão Aplicada: 1 kV, Temperatura ambiente: 31°C.

Rotor da excitatriz principal 1 min 40.000


Tensão Aplicada: 1 kV, Temperatura ambiente: 31°C.

6.1.2 Resistência ôhmica Ω

Foi realizada medição da resistência ôhmica das fases do estator e entre os pólos do
rotor do gerador.

Rotor do GE 10mA 0,157


Tensão Aplicada: 1 kV, Temperatura ambiente: 31°C.

Estator do GE T1 x T4 - 24,9 mΩ
T2 x T5 - 25,4 mΩ
T3 x T6 - 25,4 mΩ
Tensão Aplicada: 1 kV, Temperatura ambiente: 31°C.

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7. Limpeza do GE

7.1 Estator e rotor do GE

A limpeza do GE consistiu na aplicação pulverizada de solvente isento de água (EDS)


seguida da aplicação de gelo seco (CO2, sob a pressão de 52psi) no estator, rotor do
gerador e ponte retificadora. No estatores da excitatriz principal e piloto foi aplicada lavagem
geral com solvente e, nas partes metálicas, também com CO 2. No caso do estator e rotor do
GE, a limpeza foi realizada somente em suas extremidades (LA e LOA), uma vez que o eixo
do gerador não foi removido (procedimento previsto apenas na inspeção de 100.000h). O
CO2 estava em forma de blocos, semelhantes aos de gesso, e armazenado em caixas de
isopor de 130L, sete ao total, sendo consumido o volume de quatro caixas.
A aplicação do CO2 provocou um desgaste na pintura do isolamento, o que segundo o
engenheiro mecânico da Brush, Sr. Jonathan Neal, não representa dano à isolação do
estator. Mesmo assim, foi aplicada uma nova camada de gliptal.

Foto 50 – CO2 armazenado em caixa de Foto 51 – Máquina de pulverização de


isopor. CO2.

15
Foto 52 – Compressor
Foto 53 –usado parade solvente (EDS)
Aplicação
pressurizar a pulverização do CO2.
no estator do GE.

Foto 54 – Limpeza do estator do GE Foto 55 – Limpeza do estator do GE


com CO2 (LOA). com CO2 (LA).

Foto
Foto56
57––Estator
Estatordo
doGE
GE (LOA) após
(LA) após
limpeza
limpeza com
com CO2.
CO2.

16
Foto 58 – Desgaste
Foto 59 –da
Estator
pintura
dodoGE após aplicação
Estator do GE após limpeza.
de gliptal.

7.2 Limpeza do estator da excitatriz principal, piloto, ponte retificadora e acessórios

Foto 60 – LimpezaFotodo
61estator da do estator da
– Limpeza
excitatriz piloto com solvente.
excitatriz principal com solvente.

17
Foto 62 – Limpeza da ponte
Foto 63 –retificadora
Limpeza das peças
com solvente. acessórias.

8. Substituição das resistências de aquecimento do GE

Paralelo ao processo de limpeza descrito no item anterior, foi realizado a substituição


das resistências do sistema de aquecimento do gerador elétrico. O sistema é formado por
24 resistências de 650W/240V. A troca se deu por motivos preventivos, uma vez que as
mesmas não apresentavam defeito.

Foto 65
Foto 64 – Substituição – Resistências
das resistências de aquecimento
de aquecimento do doGE.GE substituídas.

9. Manutenção nos mancais do GE

Todas as mangueiras de pressão de óleo lubrificante do mancal do lado do


acoplamento foram substituídas por novas onde, após a troca, foi aplicado jato de ar nas
mangueiras com a finalidade de eliminar eventuais impurezas.

18
Foto 66 – Limpeza das mangueiras de Foto 67 – Produto utilizado na Limpeza
pressão do mancal LA. das mangueiras.

9.1 Teste não destrutivo nos mancais e palhetas do rotor

Foi realizado teste não destrutivo com líquido penetrante nos mancais e palhetas dos
ventiladores do Rotor com o objetivo de identificar eventuais trincas e/ou fissuras nestas
peças. Foi aplicado o seguinte procedimento:

- Jateamento da peça a ser ensaiada com gelo seco


- Limpeza com Removedor
- Aplicação do Líquido Penetrante na superfície
- Remoção do excesso com um pano úmido
- Aplicação do Revelador
- Remoção do excesso com um pano úmido
- Análise visual

Obs: Não foi evidenciada nenhuma trinca nas peças ensaiadas.

19
Foto 68 – Retirada
Foto
do excesso
69 – Produtos utilizados no ensaio
do Líquido Penetrante.

Foto 70 – Aplicação do líquido penetrante Foto 71 – Aplicação do líquido


no
9.2mancal do lado
Controle oposto ao acoplamento.
dimensional penetrante no mancal do lado do
acoplamento.
Para verificação do nível de desgaste do rotor, selos e mancais, foram realizados as
medições das respectivas áreas de contato do rotor do gerador com os mancais e selos.
Os valores medidos antes e após a montagem encontram-se no arquivo da Gevisa em
anexo. Foi realizada a substituição dos selos Labirinto (LA) que apresentaram folga acima
do especificado.

10. Montagem do gerador

10.1Montagem das tampas defletoras

O processo de montagem iniciou com as tampas defletoras tanto do lado do


acoplamento quanto do lado oposto. Na tampa defletora central foram colocados frenos
para impedir o afrouxamento dos parafusos pela vibração da máquina.

20
Foto 72 – Montagem das tampas Foto 73 – Frenos nos parafusos das
defletoras LOA. tampas defletoras centrais LOA.

10.2 Montagem das tampas inferiores

Na montagem das tampas inferiores do LA e LOA foram utilizados um torquímetro e


um multiplicador de torque. Foi aplicado o torque de 1.360 n.m.

Foto 74 – Montagem da tampa inferior


com o torquímetro e multiplicador de
torque LOA.

10.3 Montagem dos mancais

10.3.1 Lado oposto ao acoplamento

Antes de iniciar a montagem foi aplicada uma fita em volta do eixo do gerador para
evitar ranhuras. A montagem dos mancais obedece à seqüência inversa à de retirada,
sendo montado primeiro o inferior, rotacionado o mancal, baixado o eixo do gerador,
montado o mancal superior e conectadas as mangueiras de óleo lubrificante.

21
Após a montagem, foi realizada a checagem da folga entre o mancal e o rotor do
GE. Segundo, o engenheiro da Brush, para cada polegada de diâmetro do rotor é tolerado
uma folga de um milésimo de polegada mais um terço de milésimo. Como o rotor em
questão possui 10 polegadas, o valor máximo seria 10,3 milésimos.

Foto 75 – Fita azul aplicada ao redor do Foto 76 – Montagem do mancal inferior


eixo do GE para evitar ranhuras LOA. LOA.

Foto 77 – Abaixamento do eixo do GE Foto 78 – Montagem do mancal


LOA. superior do GE LOA.

22
Foto 79 – Fio de chumbo usado para
checar a folga entre o mancal e rotor do
GE.

10.3.2 Lado do acoplamento

Semelhante ao procedimento do lado da excitatriz, foi aplicada a fita de proteção


do eixo no lado do acoplamento, montado o mancal inferior, rotacionado-o, montado o
mancal superior e conectadas as mangueiras de óleo lubrificante.

Foto 80 – Montagem do mancal inferior Foto 81 – Montagem do mancal


LA. superior do GE LA.

23
Foto 82 – Checagem da folga do mancal
pela deformação do fio de chumbo LA.

10.4 Montagem das tampas dos mancais LA e LOA

A partir da análise dimensional dos selos dos mancais, foi identificada uma não
conformidade na folga do selo do mancal do lado oposto ao acoplamento, sendo este
substituído por outro de acordo com as especificações. Foi aplicado entre os mancais o
produto “Universal Blue – Gastek and Jointing Compound” para vedação destes.

Foto 83 – Vedação da
Foto
tampa
84 –do
Montagem
mancal da tampa mancal
com pasta isolante LOA. LOA.

24
Foto
Foto 85 – Montagem da 86 – mancal
tampa Aperto dos parafusos da
tampa do mancal LOA com torquímetro
LA com isolante.
e multiplicador de torque.

Foto 87 – Selos da
Foto
tampa
88 – do
Checagem
mancal LA
do selo da tampa do
trocados.
mancal LA com calibrador de folga.
10.5 Montagem do conjunto excitatriz

10.5.1 Montagem dos estatores

Ao oposto do modelo do conjunto excitatriz das UTI’s de nossa planta (MESA


aparecida), no modelo da ELPASO, a excitatriz piloto vem antes da principal (no sentido
GG para GE), sendo portanto montada primeiro. Após a montagem foi checada a folga
com um calibrador.

Foto 89 – Montagem do estator


Foto da
90 – Montagem do estator da
excitatriz piloto. excitatriz principal.

25
Foto 91 – Checagem da folga entre o
estator da excitatriz principal e seu
rotor com calibrador principal.

10.5.2 Montagem da ponte retificadora e conexão desta aos rotores da excitatriz


principal e do GE

Após montagem dos estatores da excitatriz piloto e principal foram montados a


ponte retificadora e a conexão desta com aos rotores da excitatriz principal e do GE.

Foto 92 – Montagem da ponte Foto 93 – Conexão da ponte


retificadora. retificadora com o rotor da excitatriz
principal.

10.5.3 Montagem do acoplamento da bomba de óleo lubrificante

26
Foi aplicado um aquecimento prévio antes da montagem do acoplamento da bomba
de óleo lubrificante para facilitar a montagem no eixo. Esse aquecimento promove uma
dilatação no material facilitando a montagem.

Fotodo
Foto 94 – Aquecimento 95acoplamento.
– Montagem do acoplamento da
bomba de óleo lubrificante.

10.5.4 Montagem da carcaça e tampas frontal e traseira da ponte retificadora

Foto 96 – Montagem da carcaça e Foto 97 – Montagem da tampa


tampa traseira da ponte retificadora. superior LOA.

27
Foto 98 – Montagem da tampa defletora Foto 99 – Montagem da tampa frontal
de ar do conjunto excitatriz. da ponte retificadora.

Foto 100 – Montagem da conexão de Foto 101 – Acoplagem da bomba ao


saída do detetor
10.6 Montagem terra do rotor.de óleo lubrificanteeixo
dasdetubulações e do
daGE.
tampa frontal do
compartimento do GE

Foto 102 – Montagem das tubulações Foto 103 – Montagem da tampa


de óleo lubrificante do LOA. frontal do GE LOA.

10.7 Montagem das conexões do estator do GE (lado do fechamento em estrela e de


saída do GE)

Foi realizada a montagem das conexões do estator do GE tanto do lado do


fechamento em estrela quanto do lado da saída deste para o disjuntor. Para isolar as

28
conexões, foi aplicada envolta de cada uma destas uma borracha isolante e aquecida para
moldagem desta a conexão.

Foto 104 – Limpeza das conexões do Foto 105 – Aplicação de borracha


estator do GE. isolante nas conexões do GE (lado do
fechamento estrela).

Foto 106 – Montagem nas conexões Foto 107 – Aquecimento da borracha


do GE (lado do fechamento estrela). isolante para moldagem desta as
conexões do GE.

10.8 Montagem dos sensores de temperatura e vibração LA e LOA e divisória do lado


do acoplamento

29
Foto 108 – Montagem dos sensores Foto 109 – Montagem dos sensores
de temperatura e de vibração do GE de vibração do GE LA.
LOA.

Foto 110 – Montagem do suporte das Foto 111 – Montagem das tampas de
tampas de proteção do acoplamento. proteção do acoplamento.

11. Checagem do alinhamento dos eixos dos geradores GE e GG

30
Uma vez concluída a montagem do GE, foi realizada a checagem do alinhamento do
eixo do gerador elétrico com o eixo do gerador de gás, usando-se um relógio comparador
e um dispositivo de alinhamento a laser.

Foto 112 – Relógio comparador na Foto 113 – Dispositivo de alinhamento a


extremidade do eixo do GE LOA. laser na extremidade do eixo do GE LA.

Foto 114 – Dispositivo de alinhamento a Foto 115 – Equipamento de leitura


laser na extremidade do eixo do GG LA. do alinhamento a laser.

12. Teste de operação da máquina – Não conformidades identificadas (30/06/07)

12.1 Vibração no sensor B do GE LOA

31
Durante a primeira partida da máquina, foi informado que o sensor de vibração B do
lado oposto ao acoplamento no GE estava com defeito e por isso havia sido inibido para
troca posterior. Não conformidade ainda existente.

12.2 Rotor do GE pesado, sendo necessário torque manual para retirá-lo da inércia

Na primeira partida da máquina foi observado que, mesmo após ser alcançada a
rotação de 2.300 rpms no compressor de alta pressão da turbina, o rotor do GE continuo
estático. Para retirá-lo da inércia foi necessário aplicar um torque com uma chave de
corrente envolta do acoplamento. Segundo um dos supervisores da manutenção, este
procedimento tem sido realizado pela operação desde março de 2007, quando surgiu o
defeito. Sendo que após este procedimento a máquina funciona normalmente. Não
conformidade ainda existente.

12.3 Falta de excitação

Ainda na primeira partida, foi observado falta de excitação da máquina,


provavelmente por não haver indução de tensão no estator da excitatriz piloto pelo PMG.
Após uma varredura no sistema da excitatriz, checando-se a continuidade dos cabos,
fusíveis e aterramento (e não sendo identificado nenhuma anormalidade), atribuiu-se a
falha à desmagnetização do PMG. Sendo assim, optou-se pela aplicação (com uma
máquina de solda) de 32V/300A, durante 3 segundos no estator da excitatriz piloto para
imantação do PMG. Concluído este procedimento, foi dada nova partida na unidade,
observando-se uma tensão de excitação de 250Vac no estator da excitariz principal, que
foi considerada aceitável. Não conformidade solucionada.

12.4 Variação de tensão no estator do GE

Na segunda partida, após alcançar a rotação normal de 3.600 rpms, no GE, foi
constatada uma contínua variação de tensão no estator do GE, da ordem de 1,5kV,
aproximadamente, apresentado valores entre 12,3 e 14,8 kV. Para solucionar o problema,
no dia 01/07/07, foram substituídas três cartelas do AVR, o que, após isto, estabilizou a
tensão de saída do estator em 13,8kV. Não conformidade solucionada.

32
12.5 Incompatibilidade entre o valor da energia gerada pela unidade e o reconhecido
pelo operador do sistema (COR)

No dia 02/07/07 (seg), foi informado pela equipe de operação da unidade 41, que uma
vez no sistema, houve incompatibilidade entre o valor da energia gerada pela unidade e o
valor reconhecido pelo operador do sistema COR (da ordem de 4,5MW), o que resultou
na retirada da máquina e sincronização da unidade 42. No mesmo dia, foi constatada
falha no sistema de medição de energia gerada da ELPASO (xycom), sendo tomado a
partir de então, como referência, os valores fornecidos pelo DMMF. Não conformidade
ainda existente.

12.6 Falha no modo automático do regulador de tensão

Ainda no dia 02/07/07, foi informado também que houve falha no modo automático de
funcionamento do regulador de tensão, limitando-o ao funcionamento manual. Até o dia
05/07/07, mesmo com a restrição mencionada, a máquina encontra-se no sistema,
fornecendo 41MW. Não conformidade ainda existente.

Relatório Elaborado por:

Nome Mat. Assinatura


Eng. Rubens Nunes Rodrigues 6997-3
Eng. João Fábio Santana Freitas 9871-0
Téc. Kaiser de Freitas Souza 4132-7
Téc. Miguel Junior Oliveira Barros 9935-0
Téc. Daniel Paes Romano 9985-0

33
Anexo 1 – Proposta Técnico-Comercial da GEVISA à EL PASO Amazonas
Energia LTDA

34
Anexo 2- Procedimento de Inspeção de 50.000h fornecido pelo engenheiro
mecânico da Brush, Sr. Jonathan Neal

35
PROCEDU
Some of the proc
present on the Bru
Brush Electrical
undert aken, to inc
Anexo 3- Relatório da Eletrafo: Controle Dimensional e Medições Elétricas
Realizadas

50,000 Hours Stan


Cliente: El Paso Amazonas Energia

36
Equipamento: Gerador Brush Eletrical -71 MW -13800 V - 3600 RPM
Local: Manaus - AM
Período: 17/ Junho /2007 a 10/ Julho /2007

Dados de placa

Fabricante – Brush Electrical Machinis

N° de Serie - 6241812-1C

Tensão – 13.800 V

Corrente – 2.977 A

Tensão de Excitação – 185 V

Corrente de Excitação – 952 A

Freqüência – 60 HZ

Rotação – 3.600 RPM

Fase – 03

(Gerador – 01)
Ensaios elétricos e Mêcanicos (antes da manutenção)

Resistência de isolamento Estator Gerador – 5KV – Temp. 31 °C

37
Fase – T1 Fase – T2
Tempo MΩ Tempo MΩ
30” 2600 30” 2600

01` 5000 Tempo MΩ 01` 4800

02` 8000 30” 3000 02` 8000

04` 14.500 01` 5000 04` 15.000

06` 19.000 02` 9000 06` 18.000

08` 23.000 04` 14.500 08` 22.000

10` 27.000 06` 18.000 10` 24.000

08` 22.000

10` 26.000

Fase – T3

Resistência de isolamento Rotor Gerador – 1KV – Temp. 31 °C

38
Resistência ôhmica do Rotor do Gerador
Tempo MΩ
0,010 A - 0,157 Ω
30” 3
Resistência ôhmica do Estator do Gerador
01` 3,5
T1 x T4 - 24,9 mΩ
02` 3,5
T2 x T5 - 25,4 mΩ
04` 3,5
T3 x T6 - 25,4 mΩ

06` 3,5

08` 3,5

10` 3,5

Resistência de isolamento Rotor Excitatriz – 1KV – Temp. 31 °C


1’- 40.000 M Ω

Resistência de isolamento Estator Excitatriz – 1KV – Temp. 31 °C


1’- 20.000 M Ω

Controle Mecânico

39
A 1 2 3
H B

G C

F D
E

Ventilador Gerador LA Ventilador Gerador LOA

A
B
C
D
E
F
G
A 1,30 mm
H
B
C 1,35 mm
D
E 1,60 mm
F
G 1,65 mm
H

Entre Ferro Excitatriz Ventilador Excitatriz.

A 2,30 mm A 1,05 mm
B 2,430 mm B
C C 1,15 mm
D 2,40 mm D
E 2,50 mm E 1,45 mm
F 2,55 mm F
G G 1,50 mm
H 2,55 mm H

40
Labirinto LOA Interno Labirinto LOA Externo

A 0,50 mm A 0,48 mm
B 0,26 mm B 0,25 mm
C C
D 0,15 mm D 0,28 mm
E 0,00 mm E 0,18 mm
F 0,08 mm F 0,18 mm
G G
H 0,18 mm H 0,28 mm

Labirinto LA Interno Labirinto LA Externo

A 0,78 mm A 0,65 mm
B 0,13 mm B 0,25 mm
C C
D 0,18 mm D 0,17 mm
E 0,13 mm E 0,09 mm
F 0,33 mm F 0,18 mm
G G
H 0,53 mm H 0,18 mm

Mancal LA.

A1 254,34 A2 254,32 A3 254,38


B1 254,33 B2 254,33 B3 254,38
C1 C2 C3
D1 D2 D3
E1 E2 E3
F1 F2 F3
G1 G2 G3
H1 254,34 H2 254,32 H3 254,37

41
Mancal LOA.

A1 254,37 A2 254,31 A3 254,35


B1 254,36 B2 254,31 B3 254,36
C1 C2 C3
D1 D2 D3
E1 E2 E3
F1 F2 F3
G1 G2 G3
H1 254,35 H2 254,30 H3 254.35

Eixo LA.

A1 253,97 A2 253,97 A3 253,96


B1 253,96 B2 253,97 B3 253,97
C1 C2 C3
D1 D2 D3
E1 E2 E3
F1 F2 F3
G1 G2 G3
H1 253,97 H2 253,97 H3 253,96

Eixo LOA.

A1 253,98 A2 253,98 A3 253,98


B1 253,98 B2 253,98 B3 253,98
C1 C2 C3
D1 D2 D3
E1 E2 E3
F1 F2 F3
G1 G2 G3
H1 253,97 H2 253,98 H3 253,98

Controle de folga nos mancais por esmagamento de chumbo

LOA – 0,013”

LA – 0,013”

Resistência de aquecimento do Gerador

42
Substituídas e testadas.

Sensores de temperatura dos mancais.

Substituído mancal LOA, Testados mancal LA e estator.

Ensaios elétricos e Mecânicos (Depois da manutenção)

Resistência de isolamento Estator Gerador – 2,5 KV – Temp. 31 °C

Fase – T1 Fase – T2
Tempo GΩ Tempo GΩ
30” 3,30 30” 3,46

01` 5,35 01` 5,60

02` 9,41 02` 10,10

04` 17,78 04` 19,00

06` 20,06 06` 20,58

08` 20,90 08` 21,70

10` 21,20 10` 22,30

43
Fase – T3

Tempo GΩ
30” 3,18

01` 5,58

02` 9,89

04` 18,06

06` 19,10

08` 20,00

10` 21,60

Resistência de isolamento Rotor Gerador – 0,5 KV – Temp. 31 °C

Tempo MΩ Resistência de isolamento Rotor Excitatriz – 0,5


KV – Temp. 31 °C
30” 7,34
1’- 4,34 G Ω
01` 7,88
Resistência de isolamento Estator Excitatriz – 0,5
02` 8,72
KV – Temp. 31 °C
04` 9,48 1’- 11,6 G Ω

06` 10,08

08` 10,60

10` 11,40

Controle Mecânico

44
A 1 2 3
H B

G C

F D
E

Ventilador Gerador LA Ventilador Gerador LOA

A 1,55 mm
B
C 1,40 mm
D
E 1,45 mm
F
G 1,40 mm A 145 mm
H B
C 1,45 mm
D
E 1,25 mm
F
G 1,45 mm
H

Entre Ferro Excitatriz Ventilador Excitatriz.

A 2,25 mm
B 2,35 mm A 1,55 mm
C B
D 2,40 mm C 1,55 mm
E 2,10 mm D
F 2,60 mm E 1,40 mm
G F
H 2,40 mm G 1,40 mm
H

45
Labirinto LOA Interno. Labirinto LOA Externo

A 0,30 mm A 0,40 mm
B B
C 0,15 mm C 0,15 mm
D D
E 0,10 mm E 0,10 mm
F F
G 0,20 mm G 0,20 mm
H H

Labirinto LA Interno. Labirinto LA Externo

A 0,35 mm A 0,25 mm
B B
C 0,10 mm C 0,10 mm
D D
E 0,10 mm E 0,10 mm
F F
G 0,10 mm G 0,10 mm
H H

Verificação de Alinhamento
Radial. Angular.

A 0,00 mm A 0,00 mm
B B
C 0,33 mm C 0,05 mm
D D
E 0,08 mm E 0,02 mm
F F
G 0,00 mm G 0,00 mm 46
H H
Verificação da Vibração
Sem carga.
LA.
V – 3,7 mm/s.
H – 3,6 mm/s.
A – 1,8 mm/s.
LOA.
V – 3,7 mm/s.
H – 3,6 mm/s.
A – 1,8 mm/s.

Com carga.

LA.
V – 00 mm/s.
H – 00 mm/s.
A – 00 mm/s.
LOA.
V – 00 mm/s.
H – 00 mm/s.
A – 00 mm/s.

Anexo 3- Lista de Peças/Materiais Substituídos

47
4 – Tabela de Torques Constantes no Manual do GE Brush

48
49