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GABARITO Caderno do Aluno Filosofia – 2a série – Volume 4

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

INTRODUÇÃO À BIOÉTICA

Páginas 3 - 4
1. Espera-se que o aluno problematize a questão, que não é de fácil resposta. Em
princípio, toda sociedade em suas diferentes áreas pode e deve discutir sobre direitos
que garantam vida a todos. A vida de cada indivíduo, porem, é de sua total
responsabilidade, não podendo ser submetida a interesses alheios.
2. Resposta aberta, a depender das hipóteses do aluno, mas podem ser consideradas as
formas de participação democrática, como consultas e debate amplos, por exemplo.
A hipótese do aluno deve compreender que a decisão de cada um deve, de alguma
forma, encontrar respaldo no contexto ético, moral e legal da sociedade

Páginas 5 - 7
1. A polêmica central apresentada pelo autor diz respeito à defesa de teologia moral e
nesse contexto as questões referentes à moral sexual tornavam-se particularmente
problemáticas – como no caso da condenação do uso de preservativos feita pela
Igreja Católica.
2. Resposta aberta, a depender das representações e posicionamentos dos estudantes,
dos quais se espera que manifestem pensamento reflexivo, argumentando em defesa
de seu ponto de vista.

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Páginas 7 - 8

Neste exercício, o aluno vai consultar livros e sites pertinentes ao assunto sugerido,
tomando por base as referências dos autores citados, e redigir uma síntese das principais
polêmicas encontradas na pesquisa.

Página 8
• Depois que o aluno registrar suas descobertas da pesquisa anterior e destacar uma
entre elas que considere mais interessante, incentive não apenas a realização da
investigação sobre esse importante tema da atualidade, mas oriente o registro e a
justificativa do destaque.

Páginas 9 - 10
1. Ressalte a importância da reflexão sobre o fato de que esses programas nazistas
tiveram a participação de médicos e juristas tanto no planejamento como na
execução. Com isso, eles pretendiam garantir a “legitimidade” científica e moral das
ações do Estado totalitário, sem qualquer consideração pela opinião das pessoas que
seriam submetidas à esterilização . Além disso, essas ações envolviam recursos
públicos destinados à pesquisa científica, entre as quais aquelas que consistiam em
provocar doença no indivíduo para que pudesse ser investigada.
2. Alternativa a.
3. Alternativa e.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

A TÉCNICA

Páginas 11 - 12
1. Os instrumentos como garfo, computador e carro são invenções humanas. O homem
é o criador de culturas e de seus instrumentos, por isso ele não se constitui natural e
culturalmente como instrumento, mas como criador dos mesmos para seu benefício.
2. A principal consequência é a dominação de uns sobre os outros. O instrumento é
usado pelos homens e, se outro ser humano torna-se instrumento, é sinal de que é
dominado pelo outro.

Página 12

Os alunos devem ser orientados a buscar notícias relativas à dominação de alguns


seres humanos por outros. Exemplos dessa prática são o trabalho escravo ou a
exploração de qualquer natureza do homem pelo homem.

Páginas 13 - 15
1. Resposta aberta, a depender das hipóteses do aluno. Pode-se estimular a reflexão
com questionamentos baseados nessas leituras. Para tanto, a retomada das mesmas é
fundamental.
2. Trata-se de desafio prático, cujos exemplos são apresentados nos Cadernos do
Professor e do Aluno, e pode-se planejar uma ação com apoio da escola, da
coordenação pedagógica ou de outros professores. O mais importante é apoiar o
aluno em uma experiência prática sob o ponto de vista das questões analisadas com
base nas leituras.

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Página 15
1. Resposta aberta, a depender das elaborações do aluno, porém é importante a
retomada dos textos e mesmo do desafio prático sugerido para que se identifiquem os
aprendizados. Feito isso, o aluno deve ter condições de analisar as consequências da
perspectiva de instrumentalização que leva à dominação de alguns pelos outros.
A razão instrumental refere-se ao processo de conhecimento cuja intenção é a
dominação do mundo. Por meio da razão instrumental, o conhecimento e a técnica
assumem objetivos de controle e dominação.
2. Segundo Heidegger, a essência humana consiste em perguntar pelo ser, desvelar o
ser, indo além da aparência e compreendendo as relações deste ser com o mundo.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

A CONDIÇÃO HUMANA E A BANALIDADE DO MAL

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• Resposta aberta, a depender das hipóteses dos alunos, mas deve-se chamar a atenção
dos alunos para a ideia de que os seres humanos não se reduzem às suas necessidades
materiais.

Páginas 17 - 19
1. O labor na sociedade moderna apresenta limites ao agir quando, em nossa relação
com o outro, nós nos comportamos como se ele fosse um objeto para nos servir.
2. As releituras sempre permitem a identificação dos ensinamentos, mas uma ideia é
fundamental: nem todas as práticas ou ações humanas são voltadas para o que autora
chama de agir, que é processo de construção da felicidade de todos.

Páginas 19 - 20

Oriente e incentive os alunos para que eles retomem as leituras e façam uma
reflexão levando em conta as suas explanações e também as experiências cotidianas em
termos da banalização do mal apresentada pela autora, Hannah Arendt.

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Páginas 20 - 21

A elaboração deste cartaz exige leitura atenta dos símbolos apresentados e


levantamento de informações sobre a sociedade brasileira atual. Este levantamento pode
ter como fonte a leitura de jornais ou registros do noticiário nos telejornais. A internet,
quando possível, também é veículo importante.

Página 21

Essa pesquisa pode revelar o quanto o aluno compreendeu sobre o labor, trabalho e
ação e como ele relaciona esses conceitos no contexto da realidade cotidiana atual.

Páginas 22 - 23
1. O homem e seus atos passam a ser entendidos como alguma coisa automática, “como
se a vida individual realmente houvesse sido afogada no processo vital da espécie”.
No limite, a condição humana é confundida com a natureza humana.
2. A “banalidade do mal” é uma expressão associada à crítica de Hannah Arendt à
ausência de reflexão que leva à reprodução de ações violentas. Podem-se utilizar o
exemplo dos nazistas e, também,os exemplos da sociedade atual.
3. Alternativa b.
4. Alternativas (a), (b) e (c).
5. Alternativas (a), (b) e (d).