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POLIMIG – Escola Politécnica de Minas Gerais

Curso de Técnico em Informática

INCLUSÃO DIGITAL
Considerações sobre o quadro atual

Esmeralda Marques dos Santos Acioly

Belo Horizonte
2011
Esmeralda Marques dos Santos Acioly

INCLUSÃO DIGITAL
Considerações sobre o quadro atual

Trabalho apresentado à professora Tereza Sanguinete da


disciplina de introdução à informática como atividade do
curso de técnico em informática 1º módulo, turno noite , turma
519.

Belo Horizonte
2011
LISTA DE FIGURAS

Figura 01: Logomarca Computador para todos...............................................................10


LISTA DE TABELAS

Tabela 01: Computadores no Brasil................................................................................12


LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 01: Número de computadores ............................................................................12


LISTA DE SIGLAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

BRIC – Brasil , Rússia , Índia e China

CEO - Chief Executive Officer


SUMÁRIO

1 Introdução ................................................................................................................... 08
2 Brasil conquista segundo lugar em inclusão digital ....................................................09
3 Iniciativas governamentais para inclusão digital .........................................................09
3.1 Projeto Cidadão Conectado....................................................................09
3.2 Governo Dilma cria secretaria de inclusão digital no Minicom.............10
4 Brasil terá 98 milhões de computadores em domicílios até 2012................................11
5 Conclusão ....................................................................................................................13
6 Bibliografia ..................................................................................................................14
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1 Introdução

A informática está presente no cotidiano da sociedade brasileira, visto que é


praticamente impossível abrir mão de suas facilidades . Apesar desse quadro , existem pessoas
sem acesso a estas facilidades . Assim , é necessário a analise do quadro atual da inclusão
digital , para definir rotas através das pesquisas realizadas visando a inclusão do maior
número de pessoas a esta nova forma de facilidade.
Este trabalho se propõe a mostrar os últimos números de como está a inclusão
digital no Brasil , baseado em matérias jornalísticas sobre o assunto . Vão ser apresentadas
também , iniciativas governamentais para inclusão digital.
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2 Brasil conquista segundo lugar em inclusão digital

Na avaliação, estavam os países do chamado Bric. Empresa de análise de risco


usou dez métricas para calcular nível de inclusão; no grupo, Índia obteve o pior desempenho.
Brasil está em segundo lugar entre os países do grupo chamado Bric (Brasil,
Rússia, Índia e China) em inclusão digital, de acordo com relatório produzido por uma
empresa de análise de risco do Reino Unido. Rússia ganhou a primeira colocação.
Lançado pela Maplecroft, o Digital Inclusion Index, ou Índice de Inclusão Digital,
usa dez métricas para calcular o nível de inclusão digital em 186 países. Entre esses
indicadores estão assinaturas de banda larga, uso de dados em celulares, linhas de telefone
fixo, lares com PC e TV, usuários de Internet, matrículas no Ensino Médio e taxa de
analfabetismo.
No ranking, o Brasil recebeu 110 pontos, atrás da Rússia, com 134, mas à frente
de China (103) e Índia (39). Dos quatro países, a Índia foi o único classificado como "risco
extremo"; os outros três receberam a classificação "risco médio".
Os países com melhores níveis de inclusão digital, segundo o relatório, são
Holanda (186), Dinamarca (185), Luxemburgo (184), Suécia (183) e Reino Unido (182).
O índice da Maplecroft faz referência ao risco desses países de falhar na melhora
do nível de inclusão digital de suas populações, explicou por e-mail Chris Laws, analista da
Maplecroft. O acesso a tecnologias de informática e comunicações (TIC) é considerado uma
questão importante para o desenvolvimento e, por isso, tem-se tornado um fator de risco
político, econômico e social, acrescentou.
Para os negócios, a ausência de inclusão digital ameaça o crescimento econômico
e o desenvolvimento social ao limitar o tamanho do mercado e reduzir o potencial para
comércio, disse Laws. Ela também inibe o acesso individual e empresarial a recursos
educacionais e de tomada de decisão, e compromete a formação de talentos necessário para
empregabilidade, completou.

3 Iniciativas governamentais para inclusão digital

3.1 Projeto Cidadão Conectado

O Projeto Cidadão Conectado - Computador para Todos é um Projeto que


faz parte do Programa Brasileiro de Inclusão Digital do Governo Federal, iniciado
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em 2003, mais precisamente a partir da instalação do governo Lula. O Computador


para Todos tem como objetivo principal possibilitar a população que não tem
acesso ao computador possa adquirir um equipamento de qualidade, com sistema
operacional e aplicativos em software livre, que atendam ao máximo às demandas
de usuários, além de permitir acesso à Internet.

Figura 01: Logomarca Computador para todos

O Projeto prevê ainda que todo cidadão, que adquirir o Computador para
Todos, terá o direito a suporte, tanto para atendimento técnico (problemas com
hardware, defeitos de fabricação, etc.), como para o uso dos aplicativos.
A principal premissa do Projeto Computador para Todos é a de que o
cidadão disponha de uma solução informática, em sua residência, que lhe permita,
de modo simples e rápido, conectar os fios dos periféricos, ligar o equipamento à
tomada e, imediatamente, acessar às facilidades disponibilizadas.
Para facilitar a compra do Computador para Todos o Governo Federal
disponibilizará linhas de financiamento mais vantajosas.
O Projeto não apenas disponibilizará o acesso às tecnologias, como também
permitirá que toda uma cadeia produtiva venha a ser reforçada no Brasil, inibindo
a ação do mercado "cinza", que não paga impostos nem contrata mão-de-obra com
garantias trabalhistas.

3.2 Governo Dilma cria secretaria de inclusão digital no Minicom


Novo órgão ficará responsável pelo Plano Nacional de Banda Larga e por
todos projetos de inclusão da administração federal.
As ações de inclusão digital ganham uma atenção maior no governo da nova
presidente Dilma Rousseff. Para concentrar todas as iniciativas dessa área _ e
buscar uma gestão integrada, antiga reivindicação de todos que lutam contra a
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brecha digital _ , o novo ministro das Comunicações (Minicom), Paulo Bernardo,


anunciou na tarde desta segunda-feira, 3/1, a criação da Secretaria de Inclusão
Digital.
A nova secretaria do Ministério das Comunicações ficará responsável pelo
Plano Nacional de Banda Larga (Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e pela
coordenação de outros projetos de inclusão do Minicom, além dos demais de
órgãos do governo federal.
Ao assumir o Minicom, Bernardo informou que a nova secretaria começa a
desenvolver suas atividades ainda em janeiro. Entretanto, não quis revelar quem
seria o escolhido para comandá-la. Nomes como o do assessor especial da Casa
Civil na época de Dilma Russeff, André Barbosa, chegou a ser ventilado.
Atualmente, os assuntos nesta área dentro do Minicom estão distribuídos
entre o Departamento de Serviços de Inclusão e a Coordenação de Assuntos
Especiais. Agora Bernardo quer concentrar todas as ações em uma secretaria
específica.
O principal projeto da pasta será o PNBL, que não vinha sendo conduzido
pelo Minicom. Desde sua criação no ano passado, o programa estava nas mãos do
assessor da presidência da República, Cesar Alvarez, que acaba de assumir a
secretaria executiva do Minicom.
No novo cargo, Alvarez será o braço direito de Bernardo, acompanhando não
apenas o PNBL como todas as ações do ministério. Lá ele lidará com as questões
políticas e regulatórias, envolvendo as teles e outros atores do setor. Ele
responderá pelo Minicom na ausência do ministro.

4 Brasil terá 98 milhões de computadores em domicílios até 2012

Graças ao aumento da renda da população brasileira, assim como a diminuição


dos preços dos computadores em geral, o país deve aumentar de 85 milhões para 98 milhões
de computadores caseiros em 2012. De acordo com um estudo feito pela Fundação Getulio
Vargas, o número de computadores triplicou no Brasil desde 2005 – quando havia cerca de 30
milhões de aparelhos no país. A expectativa é que o número chegue a 140 milhões até 2014.
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COMPUTADORES NO BRASIL
ANO NÚMERO DE COMPUTADORES
2005 30.000.000
2011 85.000.000
2012 98.000.000
2014 140.000.000

Tabela 01: Computadores no Brasil

Fernando Meirelles, o coordenador do estudo, disse que “esse aumento obedece a


três fatores: a queda no custo dos equipamentos a cada ano; o aumento do poder aquisitivo da
população e o crescimento da percepção das pessoas sobre a utilidade do computador.”

140.000.000
120.000.000
2005
100.000.000
2011
80.000.000 2012
60.000.000 2014
40.000.000
20.000.000
0
NÚMERO DE COMPUTADORES

Gráfico 01: Número de computadores

O Brasil hoje conta com 44 computadores para cada cem habitantes. O que faz
com que a penetração desse tipo de tecnologia seja apenas de 44%. Já nos Estados Unidos,
este índice é bem diferente. São 106 computadores para cada cem habitantes .
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5 Conclusão

Ao término deste trabalho , queremos frisar que o mesmo não foi concebido com
o objetivo de ser um referencia teórico , ou até mesmo tecer considerações relevantes sobre o
tema . Este trabalho tinha como simples proposta aplicar as regras de formatação segundo a
ABNT usando o Microsoft Word.
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6 Bibliografia

Disponível em : http://www.olhardigital.uol.com.br , acesso em 02/05/2011.

Disponível em : http://www.computadorparatodos.gov.br/projeto/index_html , acesso em


02/05/2011.

Disponível em : http://www.folhadamangaba.com/geral/geral/2297-brasil-tera-98-milhoes-de-
computadores-em-domicilios-ate-2012 , acesso em 03/05/2011.

Disponível em : http://computerworld.uol.com.br/telecom/2011/01/03/governo-dilma-cria-
secretaria-de-inclusao-digital/ , acesso em 04/05/2011.