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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CATALÃO

CIÊNCIAS SOCIAIS

JOÃO VICTOR DIAS DE SOUZA

A IMPORTÂNCIA DE DURKHEIM NA CONSTRUÇÃO TEÓRICA-METODOLÓGICA


DA SOCIOLOGIA

CATALÃO - GO
2021
JOÃO VICTOR DIAS DE SOUZA

A IMPORTÂNCIA DE DURKHEIM NA CONSTRUÇÃO TEÓRICA-METODOLÓGICA


DA SOCIOLOGIA

Trabalho avaliativo apresentado ao curso


Ciências Sociais da disciplina Sociologia
da Universidade Federal de Catalão.

Orientador: Professor Vinícius

CATALÃO-GO
2021
A importância de Durkheim na construção teórica-metodológica da sociologia

Pensamento positivista
Antes de adentrar em qualquer teoria é mais do que necessário saber o que se passou
ou passa em volta de quem a produziu. Adentrar na história com seus acontecimentos têm um
papel vital na compreensão de uma visão sociológica. Para melhor entender o pensamento de
Émile Durkheim é necessário saber como os pensamentos antecessores influenciaram o olhar
dele para formular suas ideias. Dito isso, fica evidente que será fundamental analisar o
positivismo.
O positivismo é uma corrente filosófica que tem início muito antes de Durkheim. Foi
o Marquês de Condorcet (1743-1794) o primeiro a apresentar que a ciência da sociedade tem
que ir de acordo com uma matemática social. A sua teoria baseava-se na liberdade do
indivíduo sem ser obrigado a seguir as leis e o dogma cristão, ou seja, excluir do pensamento
da sociedade a crença religiosa. Vendo isso, é possível enxergar uma tentativa de abertura
quanto às proibições de produção científica na época.
Continuador da corrente, Conde de Saint-Simon (1760-1825), discípulo de Condorcet,
foi o primeiro a recorrer da frase “ciência positiva”. Sua análise seguia o modelo biológico,
sendo mais específico o fisiológico. Esta tinha como finalidade mostrar que na sociedade há
classes sociais que são como “parasitas do organismo social”, referindo-se à alta classe.
Assim como Durkheim, Saint-Simon acreditava que a sociedade era como um organismo
vivo. Resumidamente, enquanto Condorcet pregava um rompimento com o pensamento da
classe dominante para a produção científica, Saint-Simon embasava sua ciência na fisiologia.
Estes trouxeram o positivismo como uma ciência revolucionária-utópica, já Auguste Comte
vem de forma conservadora.
Auguste Comte (1798-1857), fundador da sociologia, foi o principal a desenvolver o
positivismo. A realidade no seu período era extremamente diferente caso comparado com o
de outras épocas. A burguesia havia ascendido, antes esta lutava por direito, mas agora se
encontra em um patamar mais elevado. Comte dizia que continuaria o pensamento de
Condorcet e de Saint-Simon, mas ele mesmo criticava ambos por serem muito negativos. Ele
acreditava que o positivismo tinha que ser totalmente positivista em todos os âmbitos.
Produzindo seu conhecimento, Comte vai chamar um de seus pensamentos de física
social onde tem como objetivo o estudo dos fenômenos sociais da mesma forma que os
fenômenos físicos, fisiológicos e químicos. A física social estuda fenômenos que são
invariáveis. A distribuição de riqueza e o poder econômico são exemplos destas. Cabe a
sociologia informar aos proletários sobre essas informações, pois estes precisam entender o
caráter natural da concentração de riqueza na mão da burguesia.
Émile Durkheim (1858-1917) não rompe com o pensamento positivista. Ele diz que a
ciência social não irá progredir enquanto não houver estabelecido que as leis da sociedade
não são diferentes das leis da natureza, dessa forma o método que deve ser usado para
descobrir essas leis não é diferente das natureza. Durkheim mostra que o sociólogo deve se
desprender de qualquer pensamento, dogma ou crença para que houvesse objetividade e
imparcialidade científica. Vale lembrar que foi a partir de Durkheim que houve uma virada
metodológica a qual é muito bem trabalhada em sua produção “As regras do método
sociológico”, este que será trabalhado mais a fundo.

Visão de Durkheim
A melhor forma de compreendermos Émile Durkheim é olharmos seus pensamentos
com uma visão mais atenuada e aberta para novas ideias. Ele teve um papel muito importante
na sociologia em vários âmbitos, isso é inegável. Mas, sobretudo, ele é inovador ao trazer um
método totalmente autoral para o campo da sociologia ao reconhecer, principalmente, os fatos
sociais. Para isso, ele precisa de uma análise muito cuidadosa da sociedade, desde a forma a
qual era vista até a visão que ela transparece nos dias de hoje.
Na “aula inaugural de ciências sociais” Durkheim mostra, no início de seu discurso,
como era a natureza da sociedade para alguns pensadores antigos, chegando a citar o próprio
Platão para termos uma ideia de tempo. Nesta época reinava a ideia de uma sociedade igual a
uma máquina, onde cada indivíduo era uma peça o qual tinha apenas uma função que era
obrigado a fazer. Dessa forma, não havia espaço para a ciência positiva.
Contudo, foram os economistas os primeiros a proclamar que as leis sociais são tão
necessárias quanto às leis físicas. Durkheim mostra que quando aplicada essa ideia como
fatos sociais podemos ver que a sociologia é criada. Seguindo disso, ele acrescenta que os
fenômenos naturais e sociais estão ligados intrinsecamente.

“ Aplique este princípio a todos os fatos sociais e a sociologia estará fundada. Com efeito,
toda ordem especial de fenômenos naturais, submetidos a leis regulares, pode ser objeto de
um estudo metódico, ou seja, de uma ciência positiva.”(Aula inaugural de ciências sociais,
Durkheim, p.50)
Os historiadores diziam que havia estudado a sociedade, mas não encontraram lei
alguma nela. Porém Durkheim vem na contra mão e diz que a melhor forma de saber se uma
sociedade tem uma lei é às procurando. Um de seus fundamentos é ao dizer que todos os
seres da natureza, do mineral ao natural, dependem da ciência positiva, ou seja, tudo tem que
ocorrer segundo as leis estabelecidas. Continuando seu pensamento, toda a sociedade está na
natureza, e esta deve obedecer a lei geral da evolução a qual resulta da ciência e domina.
Porém, os economistas que descobriram tal relevância se detiveram a não se
aprofundar mais no assunto, isso mostra que não estavam preparados para esse tipo de estudo,
diz Durkheim. Eles desconheciam a biologia e a psicologia, elementos muito importantes
para melhor entendermos. Para integrar a ciência social no sistema geral das ciências naturais
é necessário primeiro conhecer uma destas antes, pois para compreender a consciência
coletiva é preciso entender a consciência individual.
Para Auguste Comte, a sociedade é tão real quanto um organismo vivo. Para ele, um
ser social é formado por um novo ser que tem sua natureza e suas próprias leis. Ele coloca o
ser social acima de todos, pois este tem uma complexidade muito grande e pode afetar e
compreender em si mesma os outros reinos. Dessa forma, é possível ver que a sociologia tem
para si um objeto e método positivo próprio a qual ela estuda.
Comte vê que os fatos sociais estão ligados e não podem ser estudados
separadamente. Cada ciência que a abrange perde um pouco de sua independência, mas
ganha em força para melhor estudá-la. Para ele só existe uma espécie social a qual passou e
passa por diversos estágios de uma única evolução: “As nações mais selvagens e os povos
mais cultos são apenas estágios diferentes de uma única e mesma evolução” (Aula inaugural
de ciências sociais, Durkheim, p. 55)
Após Comte, Herbert Spencer declara nitidamente que a sociedade é um organismo
vivo. Ele, ao contrário de Comte, consegue definir o objeto da ciência social com mais
precisão. Ele distingue os tipos sociais em grupos e subgrupos, os quais todos têm alguma
importância para os sociólogos. De acordo com Durkheim, Spencer e Comte fizeram menos
papel de sociologistas que de filósofos, não estavam tão interessados em estudar os fatos
sociais. Dessa forma, podemos censurar Spencer, por ele ter visto apenas uma parte da
sociedade, se não a menos importante e por ele ter ignorado na sociedade aquilo que ela tem
de mais social. Mas, segundo Durkheim, foi Alfred Espinas o primeiro a estudar os fatos
sociais com o intuito de fazer ciência, ele limitou-se a um tipo social em particular. Para
finalizar esta parte, Albert Schaffle é trazido pelo autor para falar que ele passa a colocar a
sociedade não como um mero agrupamento de indivíduos, mas de pessoas que tem vida,
pensamentos e histórias, com isso é possível ver uma valorização do ser individual e da
importância de cada um para o coletivo. O seu método de estudo foi usado por outras duas
funções sociais em particular: o direito e a economia política.
Durkheim faz uma bela análise sobre a concepção da ideia fundamental do que seria o
objeto a ser estudado pela ciência social. Começamos com o Comte e o nascimento da
sociologia, vemos o Spencer com a consolidação, a determinação por Schaffle e a
especialização por juristas e economistas alemães. Fica claro, então, através de Durkheim,
que o objeto das ciências sociais é o fato social e o método a qual ela usa é a observação e a
experimentação indireta, ou seja, o método comparativo.

O fato social e o método de Durkheim


Para uma ciência estudar algo é necessário que antes de tudo ela tenha um objeto. No
caso da sociologia não é diferente. O seu objeto é o fato social, algo muito bem especificado
por Durkheim em “As regras do método sociológico”. Baseando sobre este seu livro, iremos
aprofundar um pouco sobre o assunto, este que é o melhor exemplo para explicar a sua
teoria-metodológica.
Para Durkheim o objeto social deve ser tratado como uma coisa, a qual devemos
estudá-la e compreendê-la. Tratando dessa forma, o agente que a estudará tem que passar a
ser alguém muito curioso a tentar entendê-la. Durkheim mostra que as atitudes que cada
indivíduo tem cotidianamente não são atos que fazem apenas porque querem fazer, mas
foram impregnados neles através da educação que tiveram. Uma boa forma de observarmos
isso é olhar como as crianças são educadas. A educação são forças contínuas dadas para
impor às crianças modos de ver, sentir, vestir e agir. Ou seja, a educação tem justamente por
objeto produzir o ser social. Mas, o que seria um fato social? Ele está ligado aos fenômenos
sociais, aos valores, crenças e normas existentes em uma sociedade. Ela é capaz de produzir
uma identidade coletiva.

É fato social toda maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo
uma coerção exterior; ou ainda, toda maneira de fazer que é geral na extensão de uma
sociedade dada e, ao mesmo tempo, possui uma existência própria, independente de suas
manifestações individuais. (As regras do método sociológico, Durkheim, O que é um fato
social?)
É necessário apresentarmos algumas características do fato social, como:
a) Coercitividade: o poder que é exercido em qualquer indivíduo para seguir leis, regras,
independentemente de sua vontade. Essa coerção pode ser vista quando se tem uma
opinião pública dependendo do ato de alguma pessoa. Uma exemplificação, a não
utilização de burca por mulheres em países islâmicos. A forma de coerção pode ser
uma simples mal olhada como uma pena dada por países mais extremistas.
b) Generalidade: resume-se às atitudes e manifestações repetitivas que a grande maioria
da sociedade faz, como as tradições e costumes. Vale frisar que ele é geral por ela ser
coletiva, e não coletiva por ser geral, ou seja, as pessoas têm ritos e crenças porque
todos compartilham de um mesmo pensamento/costume e não pelo fato de um
pensamento reinar em todas as cabeças.
“Se todos os corações vibram em uníssono, não é por causa de uma concordância
espontânea e preestabelecida; é que uma mesma força os move no mesmo sentido.
Cada um é arrastado por todos”(As regras do método sociológico, Durkheim, O que
é um fato social?)
c) Exterioridade: são exteriores ao indivíduo. Basta a ele apenas aprender, pois seus
costumes são anteriores a sua existência. O fato social é externo a sua vontade.

Durkheim faz algumas críticas, como ao dizer que a sociologia trata mais de
conceitos do que coisas. Ele traz Comte dizendo que ele é progressista, com idéias em
constante progresso. Durkheim afirma que Comte não poderia trazer suas ideias com
objetividade, pois usava as provas para satisfazer suas ideias. Um povo não substitui o outro,
cada grupo tem suas características individuais diferentes dos demais. Em seguida, ele refere
suas críticas a Herbert Spencer. Spencer dizia que a vida social se reduzia à cooperação. Para
ele, a cooperatividade era sinônimo de sociedade. Porém, Durkheim vai contra, dizendo que
isso não é científico, pois não é comum a todos os tipos de sociedades existentes.
Durkheim nos dá três regras, mas é preciso lembrar que ele diz, sobretudo, que o fato
social deve ser entendido como uma coisa, algo que já foi falado anteriormente. Consequente
a isso, restam mais outras regras, as quais serão mostradas a seguir.
Primeiramente, é mais do que necessário se livrar sistematicamente de todas as
prenoções. Cabe a essa as tradições, ritos, crenças, ideologias, entre outros. É necessário uma
visão virgem, liberta de qualquer pensamento anterior e soberano. Se abster de, quando ao
estudar o objeto, utilizar somente pensamentos que estão embasados na ciência e excluir todo
e qualquer pensamento que esteja fora dela. Ir contra as falsas evidências sem comprovações
científicas. Deve-se confessar que há uma certa dificuldade para abrir mão de crenças que
estão no âmago dos sentimentos, mas para seguir o método com excelência é necessário se
livrar de quaisquer distração.
Segundamente, é indispensável a adesão a um conjunto de fatos antecipadamente
estabelecido por especificidades que lhes são comuns. Nessa parte fica claro a forma para que
a pesquisa seja objetiva. Para o objeto ser o mais objetivo possível é necessário manejar os
fenômenos não em função de uma ideia, mas de suas características concretas através da
definição fundamentada em um recurso do caráter do objeto, ou seja, deve-se entender e
assimilar todos os fenômenos que tenham a mesma característica. É necessário definir,
caracterizar, especificar o objeto para evitar, principalmente, ambiguidades.
Por último, quando um sociólogo se dispõe a compreender e estudar qualquer fato
social, é essencial que quem for estudar seja neutro quanto às suas produções, devem isolar
seus pensamentos e suas visões para evitar a combinação de um fato e opinião. É preciso que
ele se afaste de todos e quaisquer dados pessoais, dessa forma será possível elucidar de forma
mais objetiva o objeto de estudo.
Para ficar mais claro e explicativo, pode-se trazer uma exemplificação de fato social
utilizando a obra de Durkheim chamada “da divisão do trabalho social” onde ele fala sobre a
solidariedade social, algo que será tratado a seguir.

Da divisão do trabalho social


O termo solidariedade é um ponto muito importante para o entendimento no tema que
será abordado aqui. Nessa situação, ela significa coesão, união, uma unidade da sociedade.
Porém, quando falamos de solidariedade social estamos nos referindo ao que mantém os
laços entre os indivíduos, o que os mantém coesos. Ou seja, a problemática central da obra da
divisão do trabalho social é o que faz com que as pessoas se mantenham em sociedade, por
qual motivo os agrupamentos sociais não se desfazem facilmente. Para explicar isso,
Durkheim se abstém de dois tipos de solidariedades: a mecânica e a orgânica.
Predominante em sociedades tribais, ditas simples ou primitivas, a sociedade
mecânica não possui divisão do trabalho social, pois todos os indivíduos desempenham a
mesma função. Nela predomina a consciência coletiva, não dando espaço para muitas
evoluções de pensamento individual. Ela tem como característica o direito punitivo, pode-se
citar a reação passional. Tanto na sociedade mecânica como orgânica há a pena que é a
sanção que a pessoa sofre dentro de um sistema de direito, no caso do direito punitivo, a
sanção é advinda de uma reação passional. Essa reação é quando a pessoa reage no calor do
momento de acordo com a situação, ela reage devido a desejos internos, devido a “paixão”.
Ou seja, nessa sociedade a pessoa é punida não porque existe uma lei escrita que diz como ela
deve ser punida, mas porque as pessoas se comovem, se revoltam e querem vingança. Nessa
sociedade há a solidariedade por similitude, ou seja, os indivíduos permanecem juntos por
serem parecidos.
Ao contrário da mecânica, a solidariedade orgânica predomina nas sociedades
complexas, baseadas no modelo europeu. Há uma alta divisão do trabalho social, cada
indivíduo se especializa em desempenhar uma função específica na sociedade. Nela
predomina a consciência individual. Nesta tem como direito o restitutivo, a grande diferença
é que ela não é expiatória, ele tem o simples dever de restituir o que foi danificado. A
solidariedade presente aqui é de interdependência, pois os indivíduos permanecem juntos
porque são diferentes e precisam uns dos outros. O termo orgânico faz analogia a um
organismo vivo, pois, de maneira oposto a mecânica que joga fora uma peça que não está
funcionando, na orgânica não se pode jogar um órgão fora caso não esteja desempenhando
bem seu papel, nessa ocasião precisa-se de consertar, corrigir, restituir o órgão para que se
mantenha em funcionamento o todo.

Conclusão
Fica evidente o tamanho e a complexidade da produção de Durkheim. Ele produziu um
material muito extenso, mas, ao mesmo tempo, muito importante para a concepção
sociológica. Foi possível ver que suas ideias positivistas não nasceram de uma hora pra outra,
mas teve o nascimento lá em Condorcet até chegar a sua pessoa. Como o nascimento da
sociologia que se deu por Comte e evoluiu por Durkheim. Para entender seu pensamento foi
necessário ir bem antes dele e de seu pensamento, primeiramente foi preciso entender quem o
influenciou. Durkheim, apesar de ser um personagem conservador, assim como Comte, não
deixou de tentar produzir e ver o mundo com outros olhos.
Ele se dispôs a produzir uma regra metodológica específica da sociologia, não deixando de
lado definir o objeto mais importante dela: o fato social. Essa produção se torna indispensável
para qualquer sociólogo que vai ao campo estudar algo. Utilizando seu método foi possível
entender como a sociedade pode ser divida, entender como o suicidio pode ser concretizado,
superando qualquer outro pensamento antes não fundamentado. Durkheim observou e
concretizou o que seria a sociologia. Graças a ele é possível ver a sociologia com outros
olhos e aventurar por ela de outra maneira.
Referências

GIOVANNI, Jeison. O POSITIVISMO SOCIOLÓGICO DE CONDORCET A MAX


WEBER – UMA APROXIMAÇÃO HISTÓRICO CRÍTICA. Revista Iluminart, 2021.
Disponível em <http://revistailuminart.ti.srt.ifsp.edu.br/index.php/iluminart/article/view/81> .
Acesso em 03 de outubro de 2021.

DURKHEIM, Émile. Aula inaugural do curso de Ciências Sociais (Bourdeaux, 1887). In:
CASTRO, Anna Maria e DIAS, Edmundo F. Introdução ao Pensamento Sociológico. Rio de
Janeiro: Eldorado, 1981, p. 47-71.

DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. 3° ed. São Paulo: Martins Fontes,
2007.

DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2° ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

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