Você está na página 1de 14

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

Instituto de Educação À Distância (IED) - Tete

Tema: Os Grandes Tipos de Rochas

Claudina Júlio Pastez Luís

Código: 708212690

Curso: Licenciatura em Ensino de Geografia


Disciplina: Geologia Geral

1º Ano 2021

Tutor: MSc. Stanley António Mataio

Tete, Novembro de 2021


Classificação
Categorias Indicadores Nota
Pontuação
do Subtotal
máxima
tutor
 Capa 0.5
 Índice 0.5
Aspectos  Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais  Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
 Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
 Metodologia
adequada ao objecto 2.0
do trabalho
 Articulação e
domínio do discurso
académico
2.0
Conteúdo (expressão escrita
cuidada, coerência /
coesão textual)
Análise e  Revisão
discussão bibliográfica
nacional e
2.
internacionais
relevantes na área
de estudo
 Exploração dos
2.0
dados
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e
tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA  Rigor e coerência
Referências 6ª edição em das
4.0
Bibliográficas citações e citações/referências
bibliografia bibliográficas

1
Recomendações de melhoria:

2
Índice

1. Introdução ..................................................................................................................... 4

1.1. Objectivos .................................................................................................................. 4

1.1.1. Objectivo Geral ....................................................................................................... 4

1.1.2. Objectivos Específicos ............................................................................................ 4

1.2. Metodologias do trabalho ........................................................................................... 4

2. Os grandes tipos de rochas ............................................................................................ 5

2.1. Fale dos grandes tipos de rochas quanto .................................................................... 5

2.1.1. Conceito de Rochas ................................................................................................. 6

2.1.2. Classificação das Rochas quanto a sua origem ....................................................... 7

2.1.3. Processo de formação dos diferentes tipos de Rochas ............................................ 7

2.1.3. Rochas Ígneas ou Magmáticas descrever e caracterizar as rochas ígneas ou


magmáticas ................................................................................................................................. 7

2.1.4. Rochas Sedimentares descrever e caracterizar as rochas sedimentares .................. 8

2.2. Rochas Metamórficas descrever e caracterizar os diferentes tipos de rochas


metamórficas .............................................................................................................................. 8

2.2.1. Descrever os agentes do metamorfismo .................................................................. 9

2.2.2. Caracterizar os diferentes tipos de metamorfismo ................................................ 10

2.2.3. Explique o ciclo geológico .................................................................................... 11

3. Conclusão .................................................................................................................... 12

4. Referência Bibliográficas ............................................................................................ 13

3
1. Introdução

A presente abordagem é atribuída pelo docente da cadeira de Geologia Geral para fins
avaliativos na UCM-IED e subordina-se fundamentalmente ao estudo dos grandes tipos de
rochas que será apresentada de forma questionária, sistematizada e percetível. As rochas são os
materiais naturalmente mais antigos utilizados pelo homem, não obstante, as rochas são
constituídas por grãos minerais sólidos interligados e por descontinuidades ou vazios existentes
entre esses grãos, um material consolidado composto por um conjunto de minerais resultantes
de um processo geológico determinado. Esta abordagem enfoca as principais características
geológicas, as propriedades, tipos rochosos métodos de assentamento e possíveis patologias
que podem ocorrer no emprego das rochas, rocha traz consigo resultante de sua formação
geológica os requisitos de resistência e durabilidade, insuperáveis por muitos materiais desde
que sejam atendidas as condições em que deve ser aplicada.

1.1. Objectivos

1.1.1. Objectivo Geral

 Responder as questões propostas da cadeira de Geologia Geral.

1.1.2. Objectivos Específicos

 Apresentar os principais tipos de rochas;


 Descrever as grandes variedades de tipos de rochas;
 Explanar sobre as várias possibilidades de aplicação das rochas ígneas ou magmáticas;
 Apontar os processos de formação dos diferentes tipos de rochas.

1.2. Metodologias do trabalho

Na perspectiva de (Gil 1999), metodologia é um conjunto de procedimentos por intermédios


dos quais se propõe os problemas específicos, colocam-se aprovar as hipóteses específicas.

Neste propósito, a presente abordagem em termos estruturais está organizado em (IV) fases, a
primeira fase apresenta introdução onde se aborda o panorama geral do trabalho da qual se faz
uma breve apresentação dos objetivos em estudo, na segunda fase disserta a fundamentação
teórica consistindo assim a busca de informações ligadas à abordagem em causa; na terceira, já
apresentam-se as conclusões e finalmente a ultima fase dá menção as referências bibliográficas.

4
2. Os grandes tipos de rochas

As rochas são empregadas na construção desde a mais remota antiguidade. É um material que
para as aplicações que lhe são peculiares, a natureza oferece pronto e pode-se contar com muitas
variedades, cores e texturas o comportamento que uma rocha apresenta em uma obra está
intimamente relacionado com as suas propriedades composição mineralógica, textura e
estrutura, (CAVALCANTI, 1951).

2.1. Fale dos grandes tipos de rochas quanto

De acordo com Isaia (2007), estabelece termos referentes ao estudo das rochas e solos,
apresentando classificações quanto à origem, forma de ocorrência e propriedades destes
materiais. As rochas classificam-se em três grandes grupos:

Principais grupos de rochas

No Rochas Famílias Características


01 Rochas Magmáticas Granitos Granito, sienito, riólito e traquito
Dioritos Diorito, e andesito;
Basaltos e Gabros Gabro, dolerito, diábase, basalto;
02 Rochas Metamórficas Metamórficas massivas Gneisse1, corneanas, quartzitos e
mármores;
Metamórficas xistosas Xistos, micaxistos, ardósias, xistos
e mosqueados;
03 Rochas Sedimentares Sedimentares Calcários, cré, dolomias e
carbonatadas travertinos;
Sedimentares siliciosas Grés, arenito e conglomerados;

Sedimentares Margas e grauvaques.


carbonatadas-siliciosas
Fontes: Autora/2021

I. Rochas Magmáticas ou ígneas

As rochas magmáticas resultam do resfriamento de um líquido pastoso complexo denominado


magma gerado pela fusão parcial de rochas no interior da terra. As rochas magmáticas são as
mais homogêneas das rochas naturais. A granulação reflecte a velocidade de resfriamento do
magma (WARSHALL, 2000, p. 193).
5
Segundo Isaia (2007), rochas ígneas ou magmáticas são as que resultam da solidificação de
material rochoso (denominado de magma) gerado no interior da crosta terrestre.

Como ressalta Frazão (2002), aponta que o magma em determinadas circunstâncias emerge na
superfície terrestre na forma de lava. Após esta lava ser expelida na superfície ela se solidifica
e formam-se assim as rochas. As rochas resultantes são denominadas vulcânicas ou extrusivas.

a. As rochas plutônicas ou intrusivas:

Formadas em profundidade resultam de lentos processos de resfriamento e solidificação do


magma, constituindo material cristalino geralmente de granulação grossa (ISAIA, 2007).

 Ex: granitos, gabros, sienitos, dioritos e outros. As rochas vulcânicas ou extrusivas são
formadas na superfície terrestre ou nas suas proximidades pelo extravasamento
explosivo ou não, de lava por orifícios vulcânicos.
II. Rochas sedimentares

No entender de Isaia (2007), as rochas sedimentares são aquelas formadas por meio da erosão,
transporte (fluvial, marítimo ou eólico) e deposição de sedimentos (clastos ou detritos)
derivados da desagregação e decomposição de rochas na superfície terrestre da precipitação
química ou, ainda, do acúmulo de fragmentos orgânicos.

As rochas clásticas ou detríticas provém de fragmentos (sedimentos) de rochas preexistentes,


os quais se depositam em um dado ambiente e são consolidados por pressão de sobrecarga (das
camadas superiores) e/ou por cimentação, (FRAZÃO, 2002).

 Ex: deste tipo de rocha é o arenito.


III. Rochas metamórficas

Como enfatiza Magalhães (2011), rochas metamórficas são derivações de rochas preexistentes.
Não obstante são consequências das mudanças químicas e estruturais das rochas no estado
sólido devido às alterações nas condições de ordem física e química abaixo da superfície
terrestre.

 Ex: o mármore, o quartzo, o gnaisse, a ardósia e o filito.

2.1.1. Conceito de Rochas

Na perspectiva de Isaia (2007), rocha é definida como um corpo sólido natural resultante de um
processo geológico determinado, formado por agregados de um ou mais minerais arranjados
6
segundo as condições de temperatura e pressão existentes durante sua formação. Também,
podem ser corpos de material mineral não cristalino, como o vidro vulcânico e materiais sólidos
orgânicos, como o carvão.

2.1.2. Classificação das Rochas quanto a sua origem

Em conformidade de Press et al (2006), uma rocha é um agregado, consolidado ou não, de


minerais. Quanto à sua origem, as rochas podem ser classificadas como magmáticas ou ígneas,
sedimentares ou metamórficas. Os fenómenos que levam à formação dos três grandes grupos
de rochas sedimentares, magmáticas e metamórficas, estão intimamente ligados entre si, num
ciclo que se designa por ciclo das rochas. O ciclo das rochas representa as diversas
possibilidades de transformação de um tipo de rocha em outro.

2.1.3. Processo de formação dos diferentes tipos de Rochas

2.1.3. Rochas Ígneas ou Magmáticas descrever e caracterizar as rochas ígneas ou


magmáticas

De acordo com Cavalcanti (1951), rochas ígneas ou magmáticas formadas a partir da


consolidação do magma em profundidade (rocha ígnea plutônica) ou em superfície (rocha ígnea
vulcânica), o magma é uma fusão silicatada, contendo gases e elementos voláteis, gerada em
altas temperaturas no interior da terra.

a. Os granitos/ feldspato e quartzo

Para Lamaguti (2001), é a forma cristalina da sílica (SiO2) é transparente tem grande
estabilidade química (dificilmente se decompõe) é o mais duro dos minerais essenciais das
rochas.

b. Dioritos (feldspato e anfibólio)

São minerais quimicamente semelhante aos piroxénios mas possuem água na sua constituição.
Tal como os piroxénios são muito alteráveis nas condições de clima tropical, (UNESP, 2013).

c. Feldspato

De acordo com Rebouças (2013), os minerais essenciais mais importantes das rochas ígneas e
metamórficas. Quando transformado pela alteração entra sob forma de argila, na constituição
das rochas sedimentares. São silicatos de alumínio com algum tipo de metal alcalino ou alcalino
terroso eles são muito utilizado como acréscimo na fabricação de tintas, plásticos e borrachas.

7
d. Piroxénio:

Em conformidade de Lamaguti (2001), piroxénio minerais silicáticos contendo Fe, Mg e Ca.


São muito alteráveis nas condições de clima tropical húmido;

e. Olivina:

Como ressalta Lamaguti (2001), olivina é um mineral silicático com Fe e Mg. É sensível a
ácidos, além de se alterar facilmente em condições de clima tropical.

2.1.4. Rochas Sedimentares descrever e caracterizar as rochas sedimentares

As rochas sedimentares são resultantes da consolidação de sedimentos, ou seja, material


resultante da ação do intemperismo, erosão e posterior transporte de uma rocha preexistente,
ou da precipitação química ou ainda da ação biogênica. São geralmente classificadas em
detríticas, químicas ou bioquímicas segundo sua origem, (PETTIJOHN, 1975).

As rochas sedimentares são resultantes da consolidação de sedimentos, ou seja, material


resultante da ação do intemperismo, erosão e posterior transporte de uma rocha preexistente,
ou da precipitação química ou ainda da ação biogênica

2.2. Rochas Metamórficas descrever e caracterizar os diferentes tipos de rochas


metamórficas

As rochas metamórficas podem ser formadas a partir de rochas ígneas, sedimentares ou mesmo
metamórficas, preexistentes, submetidas a novas condições de pressão e temperatura. Quando
as rochas através de processos geológicos são submetidas a condições diferentes (temperatura
e pressão) das quais foram formadas, ocorrem modificações denominadas de metamorfismo. O
efeito do metamorfismo progressivo é a geração de foliações, recristalização dos minerais e em
condições extremas, a fusão dos constituintes, (RODRIGUES, 2013).

Caracteriza-se por uma estrutura plano-paralela muito intensa e cerrada (foliação), feição típica
dos esforços orientados que atuam no metamorfismo regional, mas faltam no metamorfismo de
contato.

a. Gnaisse: caracteriza-se pela alternância de bandas de cores claras (quartzo e feldspato)


e escuras (biotita, anfibólio ou granada);

8
b. Xisto e filito: ausência de bandamento e presença de finas lâminas ao longo da qual a
rocha pode ser quebrada mais facilmente. Em geral, sua utilização é limitada como
agregado;
c. Ardósia: rocha de granulação extremamente fina com boa clivagem, normalmente
utilizada na construção civil como revestimento;
d. Mármore: calcário metamórfico, amplamente utilizado como rocha ornamental;
e. Quartzito: derivada do metamorfismo do arenito, formada quase exclusivamente de
quartzo.

2.2.1. Descrever os agentes do metamorfismo

O termo metamorfismo é de origem grega que significa: meta=mudança; morfos=forma


é o conjunto de processos geológicos que leva à formação das rochas metamórficas. Esses
processos envolvem transformações físicas e químicas sofridas pelas rochas, quando
submetidas ao calor e à pressão do interior da Terra. Estas alterações ocorrem no estado sólido,
pois a pressão é superior à temperatura.

Os principais agentes promotores de metamorfismo são: a temperatura e a pressão.

As transformações mineralógicas químicas e estruturais, que ocorrem no estado sólido, em


rochas sujeitam a estados de tensão e temperatura diferentes da sua génese.

Pressão litostática / tensão litostática / tensão confinante: resulta do peso das camadas
superiores de material, explicando o aumento da pressão com a profundidade.

A tensão a que as rochas na litosfera estão sujeitas é provocada pela carga da massa rochosa
suprajacente, ou seja, é um tipo de pressão que actua em todos os sentidos.

Pressão: a simples elevação de temperatura não é um factor determinante do metamorfismo,


mas é principalmente a pressão em combinação com a temperatura que mais contribui para as
profundas modificações das rochas.

Pressão confinada, também designada pressão geostática, que é a pressão que se distribui
igualmente por toda a superfície do corpo que se encontra situado a maior ou menor
profundidade. Um mineral que tenha cristalizado em condições de alta pressão tende a ocupar
menos espaço que os minerais que não tenham sido formados nessas condições. A densidade
dos minerais está relacionada com a pressão.

9
Fluidos tempo: as alterações metamórficas que ocorrem quando as temperaturas e pressões se
elevam são muito facilitadas se estiverem presentes fluidos de circulação. Estes fluidos,
reagindo com os minerais que formam a rocha, podem dar origem a minerais de composição
diferente por remoção ou introdução de determinados componentes químicos o que provoca
alterações importantes ao nível da composição química e mineralógica da rocha inicial.

Temperatura: ao aprofundarem-se progressivamente sob um crescente número de camadas de


sedimentos as rochas vão sofrendo temperaturas cada vez mais elevadas.

2.2.2. Caracterizar os diferentes tipos de metamorfismo

Todo processo que leva a mudanças, no estado sólido, na mineralogia e/ou textura de uma
rocha. Estas mudanças acontecem devido à variação das condições de pressão e temperatura
actuantes sobre a rocha. Os processos intempéricos que ocorrem na superfície e em ambiente
sub-atmosférico ou em baixas profundidades e os processos diagenéticos responsáveis pela
litificação das rochas sedimentares, não são considerados como metamórficos,
(CARVALHO,1996).

a. Metamorfismo regional:

As rochas pré-existentes não são modificadas por um aumento de pressão superior ao aumento
de temperatura e de tensões não-litostáticas. O metamorfismo regional está relacionado com
limites convergentes, onde se verificam altas temperaturas e pressões.

 Ex: ardósia, filito, micaxisto e gnaisse.


b. Metamorfismo de contacto:

Está diretamente relacionado com as intrusões magmáticas. Como estão a temperaturas muito
elevadas, causam uma instabilidade nos minerais das rochas envolventes à inclusão magmática.
Essa instabilidade vai levar ao rearranjo estrutural dos minerais, formando novas ligações
químicas, formando novos minerais.

 Ex: hornfels (corneana), quartzito e mármore.


c. Metamorfismo dinâmico:

Desenvolve-se em faixas longas estreitas nas adjacências de falhas ou zonas de cisalhamento.

 Ex: milonito Metamorfismo por soterramento está geralmente associado com bacias
sedimentares formadas na margem de distensão das placas.

10
d. Metamorfismo hidrotermal:

Resulta da percolação de águas quentes ao longo de fraturas e espaços intergranulares das


rochas.

e. Metamorfismo de impacto:

Desenvolve-se em locais submetidos ao impacto de grandes meteoritos

f. Metamorfismo de fundo oceânico:

Metamorfismo que ocorre junto às dorsais meso-oceânicas sendo factores essenciais a


temperatura e o fluido

2.2.3. Explique o ciclo geológico

Na conformidade de Press et al., (2013), propõe que o ciclo das rochas relaciona os processos
geológicos para a formação de cada um dos três tipos de rocha a partir dos outros. O processo
pode ser analisado a partir de qualquer ponto do ciclo. Inicia-se com a formação das rochas
ígneas pela cristalização do magma no interior da terra. As rochas ígneas são, então, soerguidas
para a superfície no processo de formação de montanhas.

Os sedimentos são levados para as bacias sedimentares através soterramento e litificam para
formar uma rocha sedimentar. Quando o soterramento ocorre em ambientes onde apresentam
elevadas taxas de temperatura e pressão, ocorre o metamorfismo ou fusão e, nesse ponto, o ciclo
recomeça. A tectônica de placas é o mecanismo que faz o ciclo das rochas operar.

Como realça Carneiro et al. (2003), a relação dinâmica entre os agentes e as configurações da
parte mais externa do planeta, interligadas naturalmente à Tectônica Global, constitui o motor
do Ciclo das Rochas. A meteorização, a alteração e a erosão são processos que fazem parte do
ciclo geológico, na sua parte superficial geodinâmica externa e que são responsáveis por dar
forma à superfície da terra e alterar os materiais rochosos transformando rochas ígneas,
sedimentares e metamórficas em sedimentos ou formando solos.

11
3. Conclusão
Pelo exposto na presente abordagem, verifica-se que através do conhecimento da origem e
forma de ocorrência da rocha é possível classifica-la em ígnea, sedimentar e metamórfica. Estes
critérios, por sua vez, são importantes para avaliar, dentre outros aspectos, a resistência e
durabilidade das mesmas por exemplo, rochas ígneas possuem alta resistência e durabilidade.

Não obstante, o ciclo geológico pode sofrer alterações se for levado a situações extremas de
pressão e temperatura com a transformação de uma rocha metamórfica num magma,
reiniciando-se o ciclo. Aliás, é frequentemente na história geológica de uma região existirem
sequências por atalhos e uma rocha metamórfica passar a sedimentar, ou uma ígnea passar
directamente a metamórfica.

12
4. Referência Bibliográficas
1. Carvalho, A. M. G. (1996). Geologia - Morfogénese e Sedimentogénese; Universidade
Aberta; Lisboa;
2. Cavalcanti, Antônio Manoel de Siqueira (1951). Tecnologia da pedra. [s.l.]: Pongetti,
pp.309;
3. Chiodi Filho, Cid; Rodrigues, Eleno de Paula (2009). Guia de aplicação de rochas em
revestimentos. São Paulo: Abirochas;
4. Frazão, Ely Borges (2002). Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e
Ambiental. Tecnologia de rochas na construção civil. São Paulo: ABGE, pp. 132;
5. Isaia, Geraldo Cechella (2007). Materiais de construção civil e princípios de ciência e
engenharia de materiais. São Paulo: IBRACON;
6. Magalhães, Fábio Costa (2011). Rochas, madeiras e materiais cerâmicos. Definições
e propriedades. Rio Grande do Sul: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia.

13

Você também pode gostar