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NOME

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS À DISTÂNCIA NA ENSINO SUPERIOR: UM


OLHAR AOS ESTUDANTES AO NIVEL DE LICENCIATURA EM ENSINO DE
BIOLOGIA, DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO À DISTANCIA, DA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE (2018-2020).

MAIO, 2021
ÍNDICE
CAPÍTULO 1: ASPECTOS INTRODUTÓRIOS...............................................................................5
INTRODUÇÃO.....................................................................................................................................5
1.2. Problematização..........................................................................................................................7
1.3. Justificativa...................................................................................................................................8
1.4. Delimitação da Pesquisa............................................................................................................9
1.5. Objectivos...................................................................................................................................10
1.5.1. Geral.........................................................................................................................................10
1.5.2. Específicos..............................................................................................................................10
1.6. Questões de Pesquisa..............................................................................................................10
CAPÍTULO 2: MARCO TEÓRICO...................................................................................................11
2.1. Fundamentação Teórica...........................................................................................................11
2.1.1. As Práticas Pedagógicas.......................................................................................................11
2.1.2. Contextualização das Práticas Pedagógicas a Distância.................................................13
2.1.3. Etapas das Práticas Pedagógicas a Distância...................................................................14
2.1.3.1. Planeamento........................................................................................................................14
2.1.3.2. Execução..............................................................................................................................15
2.1.3.3. Avaliação das Aprendizagens...........................................................................................15
2.1.3.4. Principais Ilações.................................................................................................................15
2.1.4. Importância das Práticas Pedagógicas a Distância...........................................................16
2.1.5. Pressupostos das Práticas Pedagógicas............................................................................16
CAPÍTULO 3: METODOLOGIA.......................................................................................................18
3.1. Metodologia................................................................................................................................18
3.1.2. Natureza da Pesquisa............................................................................................................18
3.1.2.3. Enfoques Exploratório e Explicativo.................................................................................18
3.1.3. Técnicas de Colecta de Dados.............................................................................................19
3.1.3.1. Observação..........................................................................................................................19
3.1.3.2. Entrevista..............................................................................................................................19
3.1.3.3. Revisão Bibliográfica..........................................................................................................19
3.1.4. Participantes............................................................................................................................20
CAPÍTULO 4: ASPECTOS ADMINISTRATIVOS..........................................................................21
4.1. Cronograma................................................................................................................................21
iii
4.2. Orçamentação............................................................................................................................21
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................................23
APÊNDICES.......................................................................................................................................24

iv
CAPÍTULO 1: ASPECTOS INTRODUTÓRIOS

INTRODUÇÃO
As Praticas Pedagógicas perfazem o percurso dos cursos de Formação de
Professores a todos os níveis, devendo por isso as Instituições de Ensino assegurar
maior rigor, sendo que as Instituições de Ensino Superior não são uma excepção,
uma vez que, as Universidades são por excelência o espaço de desenvolvimento do
espírito crítico e construção de novos saberes (Barros & Jorosky, 2015), e não de
reprodução do status quo vigente em nossa prática educativa.

O presente projecto de pesquisa rotulado Práticas Pedagógicas à Distancia na


Educação Superior: Um Olhar aos Estudantes a nível de Licenciatura em Ensino de
Biologia, da Universidade Católica de Moçambique (2018-2020), enquadra-se a nível
didáctico metodológico no percurso formativo dos estudantes do referido curso, a
nível do Instituto de Educação à Distancia de Gurué.

Assim, com esta proposta, pretende-se reflectir sobre o contexto das Praticas
Pedagógicas a distancia na Educação Superior na Licenciatura em Ensino de
Biologia; e por via disso, definir as práticas pedagógicas da à distância; referir o
contexto das práticas pedagógicas à distância na licenciatura em Ensino de Biologia;
descrever as etapas das práticas pedagógicas no curso de licenciatura em Ensino
Biologia; indicar a importância das práticas pedagógicas à distância no curso de
licenciatura em ensino de Biologia; e sugerir pressupostos norteadores das práticas
pedagógicas à distância na licenciatura em Ensino de Biologia.

É mister, mudar o actual paradigma das práticas pedagógicas decorrentes a nível


dos cursos de Licenciatura em Ensino, particularmente o de Biologia, a nível da
Universidade Católica de Moçambique, e por via disso, assegurar um maior preparo
para os desafios que se impõe aos graduados naquele nível.

Este projecto está estruturado em 4 (quatro) capítulos: capitulo 1-aspectos


introdutórios (problematização, justificativa, objectivos, questões de pesquisa),
capitulo 2-fundamentação teórica (reflectida nos objectivos); capitulo 3-aspectos

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metodológicos (natureza da pesquisa, técnicas de colecta de dados, participantes);
capitulo 4-aspectos administrativos (cronograma e orçamentação).

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1.2. Problematização
A Educação a Distância é uma modalidade de ensino usado nos dias de hoje em
quase todo o mundo, e Moçambique não é uma excepção, senão vejamos os
números 1 e 2, do artigo 20, da Lei n.º 18/2018, de 28 de Dezembro, ao considerar
esta “modalidade de educação essencialmente não presencial contemplada nos
subsistemas de Educação Geral, Educação de jovens e Adultos, Educação
Profissional, Formação de Professores e Educação Superior” a fim de “proporcionar
a todos os cidadãos que, não podendo ou não querendo realizar os seus estudos
em regime presencial, pretendam a elevação dos seus conhecimentos, científicos e
técnicos.”

Nota-se uma maior predominância desta modalidade de ensino nas áreas sociais
(Educação, por exemplo), sendo por isso, caracterizada pela independência da
presença física constante dos intervenientes (tutores e estudantes), num
determinado local (sala de aulas).

A Universidade Católica de Moçambique (UCM), existe no país desde 1995, por


força do Decreto n.º 43/95 de 14 de Setembro, e goza à semelhança de todas outras
instituições de ensino superior em Moçambique, da autonomia administrativa,
financeira, patrimonial, científica e pedagógica (artigos 6 e 7, da Lei n.º 27/2009, de
29 de Setembro). Por essa via, a UCM tem vindo a ministrar cursos de Licenciatura
nas mais diversas áreas de ensino e não só (Língua Portuguesa, Matemática,
Geografia, História, Física, Química, Desenho, Administração Publica, Gestão
Ambiental, e Biologia).

A Educação a Distancia nesta Universidade, decorre em duas modalidades: paper


base (constituído de módulos imprensos) e o on-line (baseado nas Tecnologias de
Informação e Comunicação). Para qualquer que seja, uma formação profissional
superior passa por duas fases: a formação teórica que se estende nos 4 (quatro)
anos e o desenvolvimento técnico-prático (as práticas pedagógicas), que decorre
num período não inferior a 3 (meses) e não superior a 1 (um) ano.

Na realidade, este facto supostamente não se verifica porém, nos cursos de


licenciatura a distancia nas áreas pedagógicas, que se limitam a abordagens

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teóricas envolvendo temáticas como: organização escolar, normalização da escola,
supervisão, leccionação, planificação do ensino, supervisão das práticas
pedagógicas, realização dos relatórios das práticas pedagógicas.

A proposta temática por si só, é adequada, contudo não parece satisfazer a


viabilidade de uma formação superior continuada em qualquer que seja a área
(principalmente as ciências naturais, como a Biologia), na medida em que este
modelo dissocia a praxis, enquanto fusão da teoria e prática, visto que “a elaboração
da teoria não se pode dar fora do horizonte da prática” (Oliveira, 2014, p. 18).

Esta praxis, se da pelas Praticas Pedagógicas, não apenas como cadeira do curso
como se observa no caso, mas como parte prática do curso e visam desenvolver a
capacidade reflexiva do cursista sobre o exercício profissional na docência,
aprendendo e renovando as práticas educativas, num contexto em que não se pode
falar da formação de professores sem assegurar as competências (Wengzynsky &
Tozetto, 2011; Chaquime & Mill, 2012).

Assim, como consequência imediata, os cursistas vêem-se ameaçados em relação


ao nível que lhes aguarda (Ensino Secundário), ao qua não se acham preparados
para o efeito, preferindo continuar no nível relativamente inferior (Ensino Primário),
no caso de cursista em formação continuada (professores em exercício, que perfaz
o grosso numero), minado as aspirações políticas do país e desta nobre profissão.
Dessa forma, uma questão urge colocar:

 Qual é o contexto de realização das Práticas Pedagógicas dos


Estudantes de Licenciatura em Ensino de Biologia no Instituto de
Educação à Distancia de Gurué?

1.5. Objectivos
São indicadores do que se pretende alcançar pelo pesquisador no decorrer de uma
pesquisa, ou seja, para que fazer o trabalho? Com que fim? O que se pretende
alcançar? Sendo que estes subdividem-se em gerais e específicos (Lundin, 2016),
onde os primeiros representam a síntese do que se pretende alcançar com a
realização da pesquisa, no entanto mais abstracto, menos potentes, e os segundos
reflectem o desdobramento dos primeiros, por isso mais concretos e operativos (Gil,
2002).
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1.5.1. Geral
 Reflectir sobre o contexto das Praticas Pedagógicas a distancia na Educação
Superior na Licenciatura em Ensino de Biologia.

1.5.2. Específicos
 Indicar a importância das práticas pedagógicas à distância no curso de
licenciatura em ensino de Biologia;

 Descrever as etapas das práticas pedagógicas no curso de licenciatura em


Ensino Biologia;

 Referir o contexto das práticas pedagógicas à distância na licenciatura em


Ensino de Biologia;

 Aferir os pressupostos norteadores das práticas pedagógicas à distância na


licenciatura em Ensino de Biologia;

1.6. Questões de Pesquisa


Visam responder de forma mais específica, a questão de partida/norteadora
emanada da problematização do tema, isto é, responder aos objectivos específicos
a serem alcançados com a realização da pesquisa, outrossim guiando a construção
dos principais títulos no capítulo da fundamentação teórica (Lundin, 2016):

 Qual é a importância das práticas pedagógicas à distância no curso de


licenciatura em ensino de Biologia?
 Que são as etapas das práticas pedagógicas no curso de licenciatura em
Ensino Biologia?

 Qual é o contexto das práticas pedagógicas à distância na licenciatura em


Ensino de Biologia?

 Quais são os pressupostos norteadores das práticas pedagógicas à distância


na licenciatura em Ensino de Biologia?

1.3. Justificativa
As práticas pedagógicas, quer na formação inicial ou continuada, enquanto praxis, é
a ponte entre as reflexões teóricas oferecida pelo acervo bibliográfico que suporta a
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autonomia curricular das Instituições de Ensino Superior (no caso, a Universidade
Católica de Moçambique) e o exercício profissional (cursastes iniciantes na carreira)
ou a meio laboral (formandos em exercício), por isso é imprescindível, para qualquer
que seja a instituição, o nível ministrado, a modalidade, a imperiosidade da
realização de um estágio técnico-profissional (no caso as praticas pedagógicas).

A nível individual, enquanto formando do Curso de Licenciatura em Ensino de


Biologia, este projecto vai assegurar uma maior compreensão do lugar das Praticas
Pedagógicas (I e II) no contexto da formação profissional superior, e das possíveis
implicações da sua não efectivação, uma vez que a prática entrelaçada com os
estudos teóricos pode proporcionar mudanças qualitativas nos alunos (Barros &
Jarosky, 2015).

Assim, importa ainda, numa perspectiva individual, o professor conquista autonomia


e assume responsabilidades pelo seu próprio desenvolvimento profissional, onde a
formação continuada gerada pela escola, ganha espaço privilegiado de produção de
conhecimento, por propiciar aos docentes a troca entre pares, à reflexão sobre a
prática e a possibilidade de compreensão desta para além da sala de aula
(Wengzynsky & Tozetto, 2011).

A nível científico, este projecto concorre para o enriquecimento do acervo


bibliográfico em matéria das práticas pedagógicas, e por conseguinte estabelecer a
relação de proximidade entre as ideias e/ou teorias pedagógicas e a prática docente,
reajustando a prossecução dos estágios técnico-profissionais nos cursos de
licenciaturas a distância, particularmente no Ensino de Biologia, na Universidade
Católica de Moçambique.

Partindo do pressuposto de que, toda acção educativa decorrente das práticas


pedagógicas, reflectem em última análise na qualidade de vida das pessoas e
consequentemente da sociedade, uma vez que a preparação do académico no
trabalho de campo busca situar os formandos na complexidade da realidade em
nível de observações da Prática Pedagógica que provém à reflexão da práxis
educativa (Neves & Vasconcelos, 2011).

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1.4. Delimitação da Pesquisa
Este projecto de pesquisa referente as Práticas Pedagógicas à Distancia na
Educação Superior: Um Olhar aos Estudantes ao nível do Curso de
Licenciatura em Ensino de Biologia, da Universidade Católica de Moçambique
(2018-2020), enquadra-se no campo didáctico-pedagógico da prática docente a nível
do Instituto de Educação a Distancia, situado no Distrito de Gurué, Província da
Zambézia.

As práticas pedagógicas, são a combinação do conhecimento de diferentes áreas


das ciências da educação (Didácticas Geral e Especifica, Filosofia, Sociologia,
Psicologia), por isso esta problemática apesar da sua transversalidade,
circunscreve-se ao nível das habilidades necessárias aos estudantes ao nível da
Licenciatura em Ensino de Biologia para a leccionação no nível correspondente
(Ensino Secundário).

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CAPÍTULO 2: MARCO TEÓRICO
O Marco Teórico é o manancial de referências bibliográficas que suportam as
abordagens de uma problemática, trazendo os diferentes pontos de vista de autores
entendidos na matéria, no caso, Práticas Pedagógicas à Distancia no Ensino
Superior: Um Olhar aos Estudantes de Licenciatura em Ensino de Biologia, da
Universidade Católica de Moçambique (2018-2020).

Assim, a citação das principais conclusões a que outros autores chegaram permite
salientar a contribuição da pesquisa realizada, demonstrar contradições ou reafirmar
comportamentos e atitudes, ou até a confirmação, em dada comunidade, de
resultados obtidos em outra sociedade quanto a enumeração das discrepâncias na
referida temática são de grande importância (Marconi & Lakatos, 2003).

2.1.1. As Práticas Pedagógicas


Antes de cingirmo-nos na definição precisa das práticas pedagógicas, importa
considerar que a prática não fala por si mesma e sua condição de fundamento da
teoria não constitui critério de verdade de modo directo e indirecto, isto porque a
prática não se dissolve na teoria, nem a teoria se dissolve na prática (Vazquez, 1977
citado em Oliveira, 2014). Mantendo-se numa relação de unidade (que não significa
a relação de identidade), a teoria e prática possuem uma relação, na qual a prática
mantém primazia para com a teoria e esta teoria pode se dar com uma autonomia
relativa em relação às necessidades práticas.

Em outros termos, não se pode em nenhum momento assumir uma formação


superior, quer inicial ou continuada, em quaisquer que sejam as áreas, e muito em
particular na área de educação, é inconcebível a frequência de formandos ao curso
de licenciatura em Ensino de Biologia, sem um estabelecimento da praxis com a
realidade a que estarão a se candidatar para a sua formação, degenerando
sentimentos de insegurança, incompetência, desarticulação entre o aprendido e o
aplicado, entre outras incongruências.

Assim, de forma simplista, as práticas pedagógicas são o conjunto de actividades


planejadas que o cursista realiza com seus alunos, como projectos de pesquisa,

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visitas técnicas, construção entre outras, em reflexo das aprendizagem teóricas
obtidas, ou seja, elas correspondem à parte prática do curso e visam desenvolver a
capacidade reflexiva do professor sobre o exercício profissional da docência. Neste
mesmo diapasão, as práticas pedagógicas englobam igualmente, as seguintes:

As actividades que o cursista planeja e desenvolve aos seus alunos, como


aulas diferenciadas, visitas técnicas, trabalhos de campo, projectos de
pesquisa, uso de tecnologias digitais etc. A observação analítica de aulas de
outros professores, a chamada residência pedagógica. A observação analítica
da escola por meio de seus documentos ou rotinas de trabalho em diferentes
sectores, como biblioteca, associação de pais, cooperativa, entre outros
(“Praticas”, 2016, p. 2).

Numa outra perspectiva, Veiga (1992, p. 16 citado em Souza (2010), afirma que as
práticas pedagógicas, são “[...] uma prática social orientada por objectivos,
finalidades e conhecimentos, e inserida no contexto da prática social”, ou seja, “uma
dimensão da prática social ...”, pelo que ela não deixa portanto de ser uma prática
social imbuída de contradições e de características socioculturais predominantes na
sociedade.

Neste contexto, desenvolver o exercício da participação é um desafio para os


próprios professores e pesquisadores envolvidos em qualquer que seja a formação
superior inicial ou continuada, deve significar em última analise, um exercício de
aprendizagem constante, do saber falar, ouvir, propor, contrariar e complementar.
Neste contexto, a informação e o desenvolvimento de conhecimentos científicos são
factores impulsionadores da participação nas actividades académicas – no campo
da prática pedagógica e da gestão da escola (Souza, 2010).

2.1.2. Contextualização das Práticas Pedagógicas a Distância


No caso vertente da realidade em estudo, as práticas pedagógicas, como
inicialmente fizemos referência, assumem um teor meramente teórico, onde os
estudantes (maioritariamente em exercício na carreira docente) passam por um
despreparo prático, uma vez que o primeiro semestre do primeiro ano introduz-se o
módulo Práticas Pedagógicas I, cingindo-se basicamente nos aspectos
organizacionais da escola, aspectos arquitectónicos, estilos de liderança, entre
outros, e no primeiro semestre do segundo ano, introduz-se o módulo Praticas

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Pedagógicas II, basicamente voltado a questões de continuidade do módulo anterior
e da planificação.

Em cada um destes módulos referidos, tem sido recorrente a realização de um


relatório descritivo sobre os aspectos observados no contexto real das escolas, e
quando tal sucede, muitas vezes, os formandos recorrem às suas realidades
laborais, muitas vezes, sem o devido rigor e concretização das reais necessidades
demandadas pelos módulos, que em ultima análise, visam antecipar uma realidade
para a qual os formando estão se preparando (Ensino Secundário), e não a
continuidade copiosa das práticas anteriores (Ensino Primário), como muitas vezes
sucede.

Nesta perspectiva, de acordo com Souza (2010), pode-se classificar as práticas


pedagógicas em dois tipos: as práticas eminentemente reprodutivas (através da letra
morta presente nos módulos, tidos de forma copiosa pelos estudantes) em função
das propostas institucionais de Ensino Superior, e as práticas reflexivas (através da
critica permanente entre a teoria e a realidade educativa), que geram inquietações,
inovações e projectos educativos.

Partindo de um outra perspectiva, mais contemporânea, importa referir que não se


deve conceber as práticas pedagógicas como uma mera teoria das novas formas de
conduzir o processo educativo, onde os formando são colocados numa perspectiva
de reprodução, de simples repetição de tudo que os módulos à partida preconizam,
por isso a sala de aulas para os formandos, deve ser uma ferramenta de
aproximação entre a teoria e a prática, onde o conhecimento da realidade educativa
é facilmente compreendido (Barros & Jorosky, 2015).

Se por um lado, é notável uma série de desafios e tensões das Práticas


Pedagógicas no Educação Presencial, o que esperar por outro lado da Educação a
Distancia? Naturalmente, um desafio ainda mais acrescido, na transversalidade de
todas as suas modalidades: e-Learrning (baseado nas tecnologias de informação e
comunicação, a internet, onde a ocorre remotamente, ou seja, virtualmente); b-
Learning (semi-presencial, híbrido, agregando simultaneamente as tecnologias de
informação e comunicação, e o contacto presencial), e o paper base (modular, e por
sinal o mais tradicional) (Lumbela, 2017).

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Comummente, as práticas pedagógicas decorrem ao meio do curso, dependendo da
sua duração, no primeiro ano, segundo e/ou terceiro ano, e normalmente culminam
com relatórios (observações e estágios técnico profissional).

2.1.3. Etapas das Práticas Pedagógicas a Distância


As práticas pedagógicas verdadeiramente ditas, que visam o desenvolvimento das
aptidões e competências aos formandos, para o nível de ensino a que se
candidatam para leccionar, deve assegurar as 4 (quatro) etapas (“Práticas”, 2016):
planeamento, execução, avaliação das aprendizagens, e principais ilações;

2.1.3.1. Planeamento
Tendo em consideração as suas experiências, expectativas de aprendizagem, os
formandos são guiados pelos tutores ou supervisores, a obedecer um roteiro de
actividades (comummente produzido a nível da instituição de ensino), a desenvolver
numa determinada escola, ajustada ao nível em que se candidata, sendo que a
carga horária pode variar entre 3 (três) a 6 (seis) meses. Neste roteiro, fica claro as
habilidades profissionais a desenvolver, as metodologias de trabalho a utilizar, o
horizonte temporal das tarefas por realizar, que quando não são alcançados, podem
comprometer a certificação do formando.

2.1.3.2. Execução
Nesta etapa, o formando executa as actividades da proposta programática da
cadeira, e igualmente faz o respectivo registo, para o efeito credenciais são
distribuídas aos cursistas, de forma a atestar a veracidade da sua identidade no
local do estágio, e comprovar a sua efectividade no referido local com o respectivo
relatório.

O documento comprobatório deve ser impresso em papel timbrado, assinado e


carimbado pelo director ou coordenador da unidade escolar em que a actividade foi
desenvolvida, onde o relatório deve descrever e analisar a prática pedagógica sob o
ponto de vista do processo de ensino e aprendizagem (“Práticas”, 2016).

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2.1.3.3. Avaliação das Aprendizagens
Não se pode confundir a avaliação das aprendizagens dos alunos em sala de aulas
e a avaliação das práticas pedagógicas, na medida em que, a primeira é a execução
concreta, ao passo que a segunda reflecte de forma critica a primeira, ou seja, “uma
reflexão crítica do próprio cursista em relação a prática pedagógica” (“Práticas”,
2016, p. 5), devendo alcançar as seguintes dimensões: eficiência (comparação dos
objectivos previstos em relação aos objectivos alcançados), e abrangência
(comparação de alunos/aprendizagem e alunos/não aprendizagem).

2.1.3.4. Principais Ilações


O cursista deve de forma objectiva e critica, em seu relatório apresentar as principais
ilações, o que deu certo e o que precisa ser melhorado em sua pratica pedagógica,
reconhecendo que por vezes, pela exiguidade do tempo, algumas competências a
desenvolver nos alunos, leva algum tempo, todavia o mais importante é o “processo
de construção que promove a aprendizagem”, tendo em consideração que a
aprendizagem dos alunos é o termómetro da pratica educativa do professor
(“Práticas”, 2016, p. 7).

Por fim, o cursista deve digitalizar o documento comprobatório e postá-lo junto ao


relatório para que ambos sejam avaliados e validados pelo orientador, sendo que os
documentos originais deverão ser submetidos em simultâneo com o referido
relatório.

2.1.4. Importância das Práticas Pedagógicas a Distância


A Prática Pedagógica tem sua importância para a formação académica, que articula
a teoria e a prática na construção do currículo ampliado (Colectivo de Autores, 1992,
p. 28 citado em Neves & Vasconcelos, 2011), que é “capaz de dar conta de uma
reflexão pedagógica ampliada [...] tendo como eixo a constatação, a interpretação, a
compreensão e a explicação da realidade social complexa e contraditória”.

A preparação do académico no trabalho de campo busca situar o estudante na


complexidade da realidade em nível de observações da Prática Pedagógica que
provém à reflexão da práxis educativa (Neves & Vasconcelos, 2011).

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Se na actividade profissional dos professores coabitam simultaneamente 3 (três)
aspectos: “a apropriação teórico-crítica dos objectos de conhecimento, mediante o
pensamento teórico, a apropriação de metodologias de acção e de formas de agir, a
partir da explicitação da actividade de ensinar, e a consideração dos contextos
sociais, políticos, institucionais, práticas contextualizadas na configuração das
práticas escolares” (Libâneo, 2004, citado em Barros & Jorosky, 2015), então esta
deve ser solidificada com a formação superior qualificada, possibilitando-lhes uma
maior compreensão da complexidade do processo de ensino-aprendizagem (Neves
& Vasconcelos, 2011).

Esta reflexão ainda, quebra com paradigmas já estabelecidos que tendem a


transformar as práticas pedagógicas num processo de heranças e modelos
dogmáticos, sobre como e porque ensinar desta forma, neste e naquele momento,
que se revela ineficaz na actual sociedade de conhecimento, marcada por profundas
transformações sociais, politicas e económicas, onde o aprender não mais se
encontra refém de 4 (quatro) paredes.

2.1.5. Pressupostos das Práticas Pedagógicas


Assim, as Instituições de Ensino Superior (IES), gozando de sua liberdade e
autonomia, conferidas na Lei n.º 27/2009, de 29 de Setembro, em particular a
Universidade Católica de Moçambique (UCM), deve de forma mister, assegurar
alguns ajustes na prossecução das práticas pedagógicas dos seus
cursistas/estudantes/formandos, reduzindo sobre maneira as assimetrias entre o que
se ensina e o que se pratica no contexto real nas escolas secundarias a nível
nacional, e por que não internacional, assegurando uma maior competitividade dos
seus graduados.

Deste modo, estando organizado em dois módulos (Práticas Pedagógicas I e II), o


primeiro deve estar voltado para a compreensão das dinâmicas da escola
(organograma, aspectos normativos e organizacionais, carga horária, recursos
didácticos, panificações lectivas, condições infra-estruturais, entre outros aspectos);
e o segundo deve estar virado para a demonstrações práticas das noções
aprendidas (estagio integral). Ademais, a ordem de interna dos troncos, deve ser
reconfigurada da seguinte maneira (“Práticas”, 2016):

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O módulo de Práticas Pedagógicas I, deveria ser introduzido em simultâneo com o
modulo de Didáctica Especifica (no caso, a de Biologia) no 3.º ano, permitindo uma
maior articulação do que se aprende nos livros, e o que se assiste nas Escolas
Secundárias (enquanto ponto focal), e finalmente o módulo de Práticas Pedagógicas
II, deveria ser em ministrado no 4.º ano em simultâneo com a Didáctica de Biologia II
e outras áreas especificas complementares, servindo de suporte do estagio integral,
a decorrer em simultâneo com as últimas cadeiras do curso (que não deviam passar
de um total de 5).

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CAPÍTULO 3: METODOLOGIA

3.1. Metodologia
Refere-se ao conjunto de caminhos expostos, a serem utilizados pelo pesquisador
para o desenvolvimento da pesquisa, com a identificação dos métodos (como fazer
a acção), e técnicas (que ferramentas para conduzir a pesquisa) (Lundin, 2016).
Assim, como opção metodológica, o presente projecto de pesquisa se fundamenta
nas seguintes marcas:

3.1.2. Natureza da Pesquisa


3.1.2.1. Abordagem Qualitativa

Muitas vezes a natureza do objecto de estudo, determina a natureza da abordagem


da pesquisa, muitas vezes, nas ciências sociais, pela complexidade dos seus
objectos, esta abordagem visa “corresponder ao aprofundamento do conhecimento
para interpretar, mediante análise de conteúdo, o contexto do objecto que está
sendo pesquisado, que em virtude da sua complexidade, os procedimentos
estatísticos não o podem representar” (Del-Masso, Cotta & Santos, s. d, p. 13).
Deste modo, é nesta abordagem que se fundamenta o presente projecto de
pesquisa, pela sua natureza social, buscando captar convicções por meio da
dialéctica (Richardson, 2012).

3.1.2.2. Estudo de Caso

Este método de procedimento é caracterizado pela sua flexibilidade e precisão em


relação ao que se pretende estudar, e passa necessariamente pelas quatro fases:
delimitação da unidade-caso, colecta de dados, analise e interpretação de dados, e
relatório final (Gil, 2002). Por esta via, é com esta procedimento que o presente
projecto se configura, pela demonstração da objectividade requerida em qualquer
pesquisa.

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3.1.2.3. Enfoques Exploratório e Explicativo
Em relação aos enfoques, adoptar-se-á a pesquisa exploratória por ser realizada
“especialmente quando o tema escolhido é pouco explorado e torna-se difícil sobre
ele formular hipóteses precisas e operacionalizáveis”, e a pesquisa explicativa
porque “identifica os factores que determinam ou que contribuem para a ocorrência
dos fenómenos, aprofundando o conhecimento da realidade, porque explica a razão,
o porquê das coisas” (Gil, 2008, pp. 27-28).

3.1.3. Técnicas de Colecta de Dados

3.1.3.1. Observação
Consiste no uso dos sentidos com vistas a adquirir os conhecimentos necessários não
apenas para o quotidiano, como também para procedimentos científicos de colecta
de dados. Neste projecto, optar-se-á pela observação sistemática por ser utilizada
em pesquisas que têm como objectivo a descrição precisa dos fenómenos, onde “o
pesquisador sabe quais os aspectos da comunidade ou grupo que são significativos
para alcançar os objectivos pretendidos” (Gil, 2008, p. 104), sendo por isso
necessário a previa elaboração de um plano de observação.

3.1.3.2. Entrevista
É urna técnica importante que permite o desenvolvimento de urna estreita relação
entre as pessoas, ou seja, um modo de comunicação no qual determinada
informação é transmitida de urna pessoa A para urna pessoa B (Richardson, 2012),
comummente utilizado em pesquisas sociais. No presente projecto de pesquisa,
adoptar-se-á uma entrevista semi dirigida (onde o pesquisador desenvolve um
conjunto de questões previamente definido, sem contudo descorar a possibilidade
de entrevistado demonstrar a sua espontaneidade durante a conversa).

3.1.3.3. Revisão Bibliográfica


É a que abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo,
desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias,
teses, material cartográfico etc., até meios de comunicação orais: rádio, gravações

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em fita magnética e audiovisuais: filmes e televisão (Marconi & Lakatos, 2003), no
caso voltada a problemática em alusão: as Práticas Pedagógicas a Distancia na
Educação Superior.

3.1.4. Participantes
É o conjunto de indivíduos pertencente a um comunidade (universo/população), a
que se pretende estudar, com características imanentes a este mesmo universo,
sendo por isso determinada com base em princípios específicos em função dos
objectivos previamente traçados. Neste caso, temos um universo de 200 estudantes
do curso de Licenciatura em Ensino de Biologia, no Instituto de Educação à
Distancia, da Universidade Católica de Moçambique.

Assim com base no princípio da tipicidade e intencionalidade (selecção de um


subgrupo da população, considerado representativo pelas suas características),
conta-se com os seguintes participantes seleccionados de forma estratificada
proporcional: 10 (dez) estudantes do 2º ano, 1 (um) tutor de especialidade, 1 (um)
coordenador do curso, 1 (um) Assistente Pedagógico do Instituto.

21
CAPÍTULO 4: ASPECTOS ADMINISTRATIVOS

4.1. Cronograma
É um roteiro previamente desenhado pelo pesquisador, para a realização da sua
pesquisa, tendo em consideração o tempo necessário para cada tarefa, embora a
sua efectivação varie por conta das mudanças dos planos institucionais, deve-se
assegurar a precisão na sua elaboração (Gil, 2002).

Or Tarefas M J J A S O N D J F M A M
1 Proposta de temas
2 Esquematização do projecto
3 Redacção do projecto
4 Submissão das versões
5 Aprovação do projecto
6 Colecta de dados
7 Redacção do relatório
8 Submissão das versões
9 Aceitação da Monografia
10 Defesa da Monografia
11 Ratificação e submissão
Fonte: O Autor, 2021

4.2. Orçamentação
É a previsão de gastos realísticos com que a pesquisa vai se efectivar, sendo por
isso necessário acomodar custos com o pessoal e com os recursos materiais, em
cada fase ou etapa da materialização da investigação. Em função das
imprevisibilidades dos preços do mercado, Gil (2002), adverte para a necessidade
de contemplar um orçamento suplementar, ou até de fixação de preços de
referência, capazes de cobrir estas variações.

Or Custo unitário
. Recursos Quantidade (MT) Total (MT) Obs.

22
01 Resma de Papel A4 1 500. 00 500. 00
02 Impressora Laserjet 10.000.
1 00
p1102 10.000. 00
03 Maquina fotográfica 25.000.
1 00
Canon 25.000. 00
04 Serviço anual de dados 1 12.000. Movitel
12.000. 00
00
05 Transporte 1 20.000.
20.000. 00
00
06 Alimentação/acomodação - 20.000.
20.000. 00
00
07 Fundador 1 5.000. 00 5.000. 00
08 Caixa de Esferográfica 1 500. 00 500. 00
09 Dúzia Bloco de notas 1 500. 00 500. 00
--- Total em Meticais (MT) --------------- 93.000. ---------
---------------------- 00
Fonte: O Autor, 2021

23
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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professores: vivências humanizadoras em sala de aulas. Recuperado de
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as transformações na docência. Recuperado de
http://sistemas3.sead.ufscar.br/ojs/Trabalhos/157-954-1-ED.pdf.
Del-Masso, M. C. S., Cotta, M. A. C. Dos & Santos, M. A. P. (s. d). Ética em
pesquisa científica: conceitos e finalidades. Recuperado de
https://acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/155306/1/unespnead_reei1_ei_d0
4_texto2.pdf.
Gil, A. C. (2002). Como elaborar projectos de pesquisa (4.ª ed.). São Paulo, Brasil:
Editora Atlas., S. A.
Gil, A. C. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social (6ª ed.). São Paulo, Brasil:
Editora Atlas, S. A.
Lei n.º 27/2009, de 29 de Setembro, Lei do Ensino Superior.
Lei n.º 18/2018, de 28 de Dezembro, Sistema Nacional de Educação.
Lumbela, N. A. S. (2017). Educação a distância no ensino superior em Moçambique:
Uma realidade, um desafio. (Dissertação de Mestrado). Escola Superior de
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Lundin, I. B. (2016). Metodologia de pesquisa em ciências sociais. Maputo,
Moçambique: Editora Escolar.
Marconi, M. A. De & Lakatos, E. M. (2003). Fundamentos de metodologia científica
(5ª ed.). São Paulo, Brasil: Editora Atlas, S. A.
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na formação do professor de educação física escolar. Recuperado de
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(Dissertação de Mestrado). Universidade Lusófona de Humanidades e
Tecnologias, Instituto de Educação, Lisboa.
Richardson, R. J. & Colaboradores (2012). Pesquisa social: métodos e técnicas (3ª
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Wengzynski, D. C. & Tozetto, S. S. (2012). A formação continuada face as suas
contribuições para a docência. Recuperado de
http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/view/
210.

APÊNDICES
Entrevista ao Gestor (Assistente Pedagógico)

O presente Projecto de Pesquisa, surge no âmbito do trabalho de conclusão do


curso, a nível do Instituto de Educação a Distancia de Gurué, da Universidade
Católica de Moçambique, e visa reflectir sobre o contexto das Praticas
Pedagógicas a distancia na Educação Superior na Licenciatura em Ensino de
Biologia, pelo que estimamos a sua colaboração, assegurando que todo tipo de
informação decorrente desta pesquisa, APENAS, será usado para este fim!

1. Em que práticas pedagógicas a nível desta Instituição?


2. Em que contexto decorrem as práticas pedagógicas no curso de licenciatura
em Ensino de Biologia?
3. Que etapas obedecem as práticas pedagógicas no curso de licenciatura em
Ensino Biologia?
4. Qual é a importância das práticas pedagógicas à distância no curso de
licenciatura em ensino de Biologia?
5. Quais são os pressupostos que supostamente deviam nortear as práticas
pedagógicas à distância na licenciatura em Ensino de Biologia?
FIM

Entrevista ao Coordenador do Curso/Tutor de Especialidade

O presente Projecto de Pesquisa, surge no âmbito do trabalho de conclusão do


curso, a nível do Instituto de Educação a Distancia de Gurué, da Universidade
Católica de Moçambique, e visa reflectir sobre o contexto das Praticas
Pedagógicas a distancia na Educação Superior na Licenciatura em Ensino de
Biologia, pelo que estimamos a sua colaboração, assegurando que todo tipo de
informação decorrente desta pesquisa, APENAS, será usado para este fim!

1. Em que consistem práticas pedagógicas a nível desta Instituição?

25
2. Qual é a tarefa dos tutores no contexto das práticas pedagógicas à distância
na licenciatura em Ensino de Biologia?
3. Que etapas obedecem as práticas pedagógicas no curso de licenciatura em
Ensino Biologia?
4. Qual é a importância das práticas pedagógicas à distância no curso de
licenciatura em ensino de Biologia?
5. Quais os pressupostos norteadores das práticas pedagógicas à distância na
licenciatura em Ensino de Biologia?

FIM

Entrevista aos Estudantes

O presente Projecto de Pesquisa, surge no âmbito do trabalho de conclusão do


curso, a nível do Instituto de Educação a Distancia de Gurué, da Universidade
Católica de Moçambique, e visa reflectir sobre o contexto das Praticas
Pedagógicas a distancia na Educação Superior na Licenciatura em Ensino de
Biologia, pelo que estimamos a sua colaboração, assegurando que todo tipo de
informação decorrente desta pesquisa, APENAS, será usado para este fim!

1. Em que consistem as suas práticas pedagógicas da à distância?


2. Em algum comente passou por um estágio profissionalizante? Como foi?
3. Quais são as etapas das tuas práticas pedagógicas no curso de licenciatura
em Ensino Biologia?
4. Qual é a importância das práticas pedagógicas à distância no teu curso de
licenciatura em ensino de Biologia?
5. Quais são os aspectos que consideras relevantes às futuras práticas
pedagógicas à distância na licenciatura em Ensino de Biologia?

Roteiro de Observação

Or Situação
Aspecto a Observar OBS.
SIM NÃO
1 Os estudantes costumam ter estágios?
2 A preparação técnica é sólida o suficiente para o
nível almejado?
3 Os estudantes sentem.se preparados às
exigências?
4 Os relatórios são produzidos mediante credenciais?
5 As planificações propostas são do nível secundário?
6 O programa de PP ajusta-se a realidade escolar
vigente?
Fonte: O Autor, 2021

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