Você está na página 1de 3

reflexão 8286

Pois como era uma empresa multinacional e grande todos os anos tínhamos que
fazer um inventário e respetivo controlo de stocks, foi aí então que fiquei a saber
que a gestão de stocks assume nas empresas um papel fundamental, sendo
uma das ferramentas mais importantes ao dispor da gestão para maximizar os
seus resultados líquidos. A manutenção de um nível adequado de stockagem é
um desafio que se coloca aos gestores todos os dias, já que é necessário
minimizar os custos de stockagem, não pondo em risco a operacionalidade de
toda a logística e nível de serviço ao cliente pela empresa. Um stock é um
conjunto de artigos que esperam uma utilização mais ou menos próxima. Assim,
tanto é stock a mercadoria existente num espaço de venda como a que existe
num armazém, como a que há na despensa de nossa casa. A gestão de stocks
e, dito de forma simplificada, é o conjunto de ações que visa manter o stock ao
mais baixo nível em termos quantitativos e de custo, garantindo
simultaneamente o fornecimento regular da empresa e a melhor execução das
tarefas de aprovisionamento e armazenagem. Assim, a gestão de stocks tem
como objetivo definir quais os produtos a encomendar, e qual a altura em que
devem ser encomendados e em que quantidade. A complexidade desta missão
é proporcional ao número de produtos comercializados pela empresa e ao
volume de vendas de cada um deles. A constituição de stocks é necessária para
assegurar o abastecimento/consumo regular dos produtos, pois, a sua a
disponibilidade está dependente de muitos fatores imprevistos tais como avarias
durante a produção, greves laborais, problemas no transporte, entre outras. Assi
m, o custo de posse de stock é elevado cabendo ao responsável de compras
fazer uma boa gestão dos mesmos, pois stock imobilizado durante muito tempo
pode vir a tornar-se obsoleto, contribuindo para custos e desperdícios elevados.
É importante existir um stock mínimo de segurança para fazer face a variações
imprevistas. O stock de segurança representa o stock adicional às existências
normais e permite minimizar os impactes de um aumento inesperado da procura
por parte dos clientes e um atraso não previsto no fornecimento dos
fornecedores, ou seja um aumento do seu prazo de entrega. Tem por finalidade
principal evitar uma rotura de stocks. Como uma empresa, normalmente, gere
vários tipos de stock, torna-se impossível que se dê a mesma prioridade a todos
os tipos de stock, na sua gestão, a determinação do pormenor com que se deve
estudar cada tipo de artigo é feito através de um processo conhecido por análise
ABC. Assim, um artigo que tenha grande valor movimentado em saídas
(consumos e/ou aplicações) é necessariamente mais importante do que outro
que tenha um valor de movimento mais baixo. Por exemplo GRUPO A (10% a
20% dos artigos), de maior valor de movimento, cujos valores acumulados dos
respetivos movimentos somam aproximadamente 75% a 80% do valor do
movimento das saídas globais, o GRUPO B (20% a 30% dos artigos), de médio
valor de movimento, somando no seu conjunto cerca de 10% a 20% do valor
total e por último o GRUPO C (50% a 70% dos artigos), de baixo valor de
movimento, cuja soma restante totaliza mais ou menos 5% a 10% do valor total.
A gestão de cada grupo deve ser realizada da seguinte forma, Classe A, os
artigos devem ser controlados frequentemente de forma a manterexistências
baixas e evitar ruturas, a Classe B, os artigos devem ser controlados de forma
mais automatizada, em último Classe C, os artigos devem possuir regras de
decisão muito simples e totalmente automatizadas. Os níveis de stock de
segurança podem ser elevados de forma a minimizar os inconvenientes de
eventuais ruturas. Contudo muitas das vezes aplicamos os método FIFO, Frist In
First Out (primeiro em entrar, primeiro a sair), que é conhecido como custo
cronológico direto. A utilização deste critério de valorimetria pressupõe que a
utilização de lotes para diferenciar as diferentes entradas, ou então usamos o
métedo LIFO, Last In First Out (ultimo a entrar, primeiro a sair), que é conhecido
como custo cronológico inverso. Depois de aprender isto tudo sobre stocks veio
a formação sobre o inventário realizado todos os finais de ano. O inventário é
uma atividade bastante importante para as empresas. Compreende o valor total
dos bens dessa empresa ou de um setor específico da mesma, e o processo de
os contabilizar. Muitas empresas fazem verificações de inventário periódicas
para garantir que não haja rutura de stock’s, enquanto outras coincidem a
quantidade total de produtos encomendados com contagem física. O inventário
alerta para problemas da atividade da empresa como a falta ou excesso de um
ou vários produtos, bem como o controlo de stock de forma incorreta, o que se
vinha a vereficar muitas das vezes, principalmente nos stocks de fio. Após o
termo do inventário é necessário desenvolver alguns procedimentos pós-
inventário, nomeadamente o controlo, ou conferencia das contagens. Esse
controlo deve ser efetuado por pessoas diferentes das que efetuaram a
contagem inicial. O controlo de contagens deve servir para entre outras diminuir
erros de contagem ou pesagem de produtos em stock e por outro lado
responsabilizar os operadores responsáveis pela contagem. Para que tudo no
final bata certo nas contas de uma empresa tudo tém que ficar registado desde
as entradas da matéria prima á saída do produto final, para tal tudo o que sai
também tem que ser registado, este num registo e controlo das vendas
efetuadas. Para um registo ser bem feito, a fatura tem de ser efetuada
corretamente e todas as faturas têm que ser numeradas em ordem sequencial,
para controlo posterior. Assim, as faturas canceladas não podem ser destruídas
nem extraviadas. Por sua vez a cobrança da fatura tem de estar bem
assegurada. Pois a forma de pagamento, pelos clientes, pode assumir diversas
formas, desde o pagamento em moeda corrente ao efetuado por meio de cartão
de crédito ou cheque. Para todo e qualquer negócio dar certo todos fazem um
orçamento anual de vendas ou seja o orçamento é uma forma de planificar as
vendas, os custos e os resultados para um determinado período de tempo. Este
documento permite planear a operação de modo a comparar a realidade com os
valores projetados antecipadamente. Pode ser considerado como uma “rota”
traçada antecipadamente mas que vai sofrer de certeza oscilações. No decurso
e no final do período considerado, analisam-se as diferenças mais significativas,
tentando conhecer as razões para os desvios constatados, e tentar emendá-los
para não voltarem acontecer. Estas diferenças transmitem a performance do
orçamento, isto é, indicam a qualidade da projeção efetuada. Para uma boa
gerência tem de haver um controlo muito permonizado de tudo o que entra e sai
de uma empresa, para que não haja uma falência. Ser um bom gestor tem muito
que se lhe diga e muita paciência.

Você também pode gostar