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ESCOL A SECUN D ÁRIA AL F REDO D A SILVA CU RSO PROFISS IONAL

ESCOL A SECUN D ÁRIA AL F REDO D A SILVA

CU RSO PROFISS IONAL DE E L ECTRÓNIC A , AUTOMAÇ Ã O E COMA NDO

DIS C IPLINA: TECN OLOGIAS AP LICADAS / FIC HA DE TRAB A LHO Nº 5 / O UTUBRO DE 2 008

RUÍDO

1. D efinição:
1. D efinição:

Ruíd o é o nome

que se dá aos sons qu e são irrita ntes para o ouvido hum ano.

2. E feitos no Se r Humano

Todo s os ruídos contribuem para o nos so mal-est ar físico e p sicológico que se va i agravando com o tem po de expo sição. O ruí do afecta g eralmente o sistema ne rvoso, torn ando-nos m ais irritadi ços. O ruí do mais int enso pode l evar à redu ção da noss a capacida de de audiç ão e inclu sive à surd ez. Um n ível de ruíd o contínuo entre 85 a 90 dB (dec ibéis), ou s uperior, é preju dicial par a a audição . As si tuações ma is graves sã o geralmen te os ruído s prolonga dos no tem po, dia a pós dia, aos quais o tra balhador se habitua m uitas vezes, mas que v ão causa ndo lesões ao longo d o tempo.

Níve is Efeit os

Na f igura abaix o represent am-se algu ns valores de níveis d e ruído m ais comuns resp ectivos efei tos no hom em.

e os

ns valores de níveis d e ruído m ais comuns resp e ctivos efei t os
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O ru ído não dev e exceder 6 0 a 70 dB

no local de trabalho.

nota s:

P ara além da s lesões pro vocadas qu ando mais intenso, um

médi a também

de tr abalho entr e profission ais. Sabend o-se como existem m uitas máqui nas perigos as em f ábricas, já s e pode ver o perigo de não se con seguir ouvi r uma conv ersa/aviso de

um c olega de tr abalho.

ruído de i ntensidade

pode ser pe rigoso, por impedir qu e se ouça c onveniente mente o diál ogo

N ão é apen as o volum e do ruíd o que é irr itante. Ta mbém os r uídos estrid entes (agu dos / de fre quência ele vada) pode m ser irrita ntes mesm o quando d e volume m enos elev ado.

É também p reciso aten der a que o ruído é u ma grandez a subjectiv a, isto é, o que é irrita nte para um as pessoas pode não s er para outr as.

3. M edidas de Prevenção

Daq uilo que dis sémos, res ulta que é

poss ível, o vol ume do ru ído em qu alquer loca l de trabal ho (e não

prote cção da n ossa saúde taref as do nosso trabalho.

de toda a c onveniência , para todo s, limitar o mais

só) com v ista à desempenh o das

física e p sicológica

e para um

correcto

Med idas e Cui dados a ter de forma a Reduzir o

Ruído ou M inimizar os

seus Efeit os

a) T odas as máq uinas deve m ter um in vólucro ad equado;

b) T odas as má quinas deve m ter uma manutençã o regular;

c) D eve reduzir -se, o mais possível, a s vibraçõe s das peças em movim ento;

d) D eve, sempr e que possí vel, substit uir-se as pa rtes metál icas (mais m ateriais que absorvam o som (plás tico, borrac ha, etc.);

ruidosas) p or

e) D eve, sempre

que possív el, evitar-s e travagen s bruscas

nas máquin as em

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m ovimento;

f) De ve utilizar- se silencia dores nos c asos em qu e tal for ne cessário;

g) D eve efectua r-se ajustes

de peças q ue estejam a provocar ruídos;

h) D eve utilizar -se barreir as, divisóri as ou defle ctores de so m nos equi pamentos q ue pr oduzam ruí dos;

i) E m determina dos equipa mentos, de vem utilizar -se revesti mentos à p rova de som ;

j) De vem reves tir-se as pa redes e o t ecto com m ateriais que

absorvam o som (por ex:

co rticite);

k) A construção de cabina s à prova d e som para certas tare fas;

l) M áquinas ma is potentes e/ou de mai or velocida de devem a ssentar sob re

am ortecedor es de borra cha.

Daq ui podemos ver que, e m termos g erais a redu ção dos ef eitos negati vos do ruíd o pode ser feita at ravés dos s eguintes m étodos:

A) R eduzindo o nível do ru ído produz ido;

B) Is olando a fo nte do ruíd o;

C) A bsorvendo o ruído pro duzido.

Qua ndo não é

medi da, devem usar-se “eq uipamento s de protec ção individ ual” adequ ados, neste caso,

possível re duzir o ruí do que che ga ao traba lhador, ent ão, como ú ltima

os p rotectores auriculare s.

d o que che ga ao traba lhador, ent ão, como ú ltima os p rotectores
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Que stões: 1. É
Que stões:
1. É

sua opinião que “todo o som é ruí do”? Justifi que.

2.
2.

Q

ual o efeito provocado no ser hum ano por um ruído cont ínuo de:

 
a)
a)

Máqu ina rebitad ora

b)
b)

110 d B

c)
c)

Rua c om muito t rânsito

d)
d)

Cami ão pesado

e)
e)

70 dB

3.
3.

A

partir de qu e valor o r uído pode c omeçar a c ausar dor n o ser human o ?

4.
4.

E

m que medi da um ruíd o de 60 ou 70 dB de v olume pode ser perigo so numa fáb rica?

u m exemplo prático/co ncreto.

5.
5.

Q uando não

é possível,

de todo, red uzir o ruíd

que existe no ambien te de trabal ho de

um t rabalhador, que medid a sugere pa ra protecçã o dessemes mo trabalh ador ?

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6.
6.

E nquadre, at ravés da co nstrução d e uma tabe la, as “Me didas e C uidados a t er de

neste docu mento

form a a Reduzi r o Ruído o u Minimiz ar os seus

Efeitos” me ncionadas

nos

métodos G erais de Re dução do R uído”, tam bém listado s no docum ento.

do R uído”, tam bém listado s no docu m ento. n ossa Esc o la.

nossa

Esco la. Para cad a um deles , forneça u ma (ou mai s) sugestão de medida para reduzi r esse nível de ruído.

In dique, por

ordem de crescente,

os

locais q ue conside ra mais ru idosos na

8.
8.

A partir de qu e volume é que o som se pode co nsiderar co mo ruído ?

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9.
9.

P or que razã o uma mús ica tocada e m “altos b erros” pode não ser ruí do para a p essoa

no aparta mento acim a (mais lo nge até da fonte

que

sono ra, portanto ).

a ligou e é ruído para

quem está