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INFORMÁTICA

INFORMÁTICA
CONCEITOS E FUNDAMENTOS DE
HARDWARE/SISTEMAS OPERACIONAIS
(CONCEITOS, INTERFACE DE JANELAS)
CONHECIMENTOS BÁSICOS
DE MICROINFORMÁTICA
Informática é a ciência que trata da informação.
Derivada das palavras informação + automática, define, desta forma, o principal objetivo do uso
de um computador.
Podemos, para efeito didático, dividir a informática em duas áreas:
1 ) Hardware – A parte física da informática ( placas, periféricos ).
2 ) Software – A parte lógica da informática ( programas ).
HARDWARE
O primeiro componente de um sistema de computação é o hardware, que corresponde à parte
material, aos componentes físicos do sistema; é o computador propriamente dito.
COMPUTADOR
Qualquer máquina capaz de fazer três coisas: aceitar uma entrada estruturada, processá-la de acordo
com regras preestabelecidas, e produzir uma saída com os resultados. Os computadores existentes hoje
cobrem uma gama notável de tamanhos, formatos, capacidades e aplicações, e podem ser categorizados
de várias maneiras - dentre as quais a classe, a geração e o modo de processamento.
Classe: Os computadores podem ser classificados como supercomputadores, mainframes,
superminicomputadores, minicomputadores, estações de trabalho ou microcomputadores. Se todos os
outros fatores se mantiverem iguais (por exemplo, a idade da máquina), esta categorização servirá de
indicação sobre a velocidade, o tamanho, o custo e a capacidade do computador. É importante lembrar que
todas as estatísticas referentes à performance e à capacidade dos computadores são voláteis: os
microcomputadores mais sofisticados de hoje são tão poderosos quanto os minicomputadores de alguns
anos atrás.
Geração: Os computadores de primeira geração que deixaram sua marca na história, como o UNIVAC,
surgido no início da década de 1950, se baseavam em válvulas. Os computadores de segunda geração,
que apareceram no início da década de 1960, usavam transistores no lugar de válvulas. Os computadores
de terceira geração, que datam do final da década de 1960, usavam circuitos integrados no lugar dos
transistores. Os computadores de quarta geração, surgidos em meados da década de 1970, são aqueles,
como os microcomputadores, nos quais a integração em larga escala (LSI ou large-scale integration)
permitiu que milhares de circuitos fossem colocados num único chip. Espera-se que os computadores de
quinta geração associem a integração em muito grande escala (VLSI ou very-large-scale integration) com
abordagens sofisticadas ao uso da computação, como a inteligência artificial e um processamento
verdadeiramente distribuído.
Modo de processamento: Os computadores podem ser análogos ou digitais. Os computadores
análogos, usualmente restritos aos empreendimentos científicos, representam os valores sob a forma de
sinais que variam continuamente, e que podem assumir uma quantidade infinita de valores dentro de uma
faixa limitada, a qualquer instante. Os computadores digitais, que para a maioria de nós são os únicos
computadores conhecidos, representam os valores através de sinais discretos (distintos, separados) - os
bits representam os dígitos binários 0 e 1.
O hardware é composto por vários tipos de equipamentos, caracterizados por sua participação no
sistema como um todo. Uma divisão primária separa o hardware em unidade central e periféricos. Tanto os
periféricos como a UCP são equipamentos eletrônicos ou eletromecânicos.
COMPONENTES BÁSICOS DE COMPUTADORES
Características do hardware de um sistema:
I - Unidade Central:
* UCP - Unidade Central de Processamento: o "cérebro" da máquina, UCP ou CPU (Central
Processing Unit);
* Memória Principal ou Central: rápida, limitada, temporária e volátil.
II - Periféricos ou Unidades de E/S - Entrada/Saída:
* Memória Auxiliar, Secundária ou de Massa: mais lenta, com maior capacidade e
teoricamente permanente: não volátil;
* Dispositivos ou Unidades de Entrada: convertem informação em forma utilizável pela
máquina;
* Dispositivos ou Unidades de Saída: convertem informação utilizável pela máquina para
formatos utilizáveis externamente

ESQUEMA DE UM SISTEMA DE COMPUTADOR

Periféricos de Unidade Central Periféricos de


ENTRADA U C P SAÍDA

- Unid. Disco - Unid. Disco


- Teclado Unid. Unid. - Unid. Fita

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- Unid. Fita Contr. Lóg. Arit. - Monitor
- Scanner - Impressora
- Caneta Ótica - Plotter
- Leitora de barra - Modem
- Cartão perfurado
- Modem MEMÓRIA
- Digitalizador
- Tela sensível ROM RAM
- Mouse

- Movimento dos dados e informações.

UNIDADE CENTRAL
A unidade central é composta em geral por circuitos eletrônicos (CI - Circuitos Integrados), e tem
basicamente dois módulos: a Unidade Central de Processamento e a Memória Principal.
UCP - UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO
O principal deles é a Unidade Central de Processamento - UCP ou CPU - Central Processing
Unit, responsável pelo gerenciamento de todas as funções do sistema. Em um microcomputador a UCP,
também chamada de microcomputador é um circuito integrado, um chip.
A UCP é o centro do sistema de processamento de dados. Essa unidade é constituída de dois
elementos básicos: a Unidade de Controle (UC) e a Unidade de Lógica e Aritmética (ULA).
A função da UC é dirigir e coordenar as atividades das demais unidades do sistema. Todas as
atividades internas de uma máquina são controladas pela UC. As funções da UC são: controle de entrada
de dados, interpretação de cada instrução de um programa, coordenação do armazenamento de
informações, análise das instruções dos programas, controle de saída de dados, decodificação dos dados,
etc.
A ULA tem como função realizar as operações aritméticas como a adição, subtração, divisão e
multiplicação; e também as operações lógicas relacionais como deslocamento, transferência, comparação,
classificação, etc. Quando um programa solicita uma operação matemática ao computador, a UC entrega
para a ULA os dados envolvidos e a operação a ser utilizada. A ULA executa o cálculo e imediatamente
devolve os dados para a UC e finalmente os dados são de alguma forma manipulados até chegar a um
objetivo.
MEMÓRIA PRINCIPAL
A memória principal ou memória central é composta por dois tipos de circuitos: memória RAM
( Random Access Memory - Memória de Acesso Randômico) e memória ROM ( Read Only Memory -
Memória Apenas de Leitura ).
A memória RAM necessita de energia elétrica para manter as informações armazenadas, é volátil, isto
é, se apaga quando o equipamento é desligado e é onde o computador armazena os programas e os dados
durante o processamento.
Já a memória ROM é gravada pelo fabricante do equipamento com programas que dão apoio ao
sistema operacional, a BIOS ( Basic Input Output Service - Serviços Básicos de Entrada e Saída ); é
tipicamente menor que a RAM e seu conteúdo é permanentemente gravado pelo fabricante do computador
e não depende de energia para manter seu conteúdo.
A RAM armazena linguagens, sistema Operacional, programas do usuário, dados para uso pelos
programas e dados sobre o estado do sistema. A ROM armazena linguagens, sistema operacional,
programas essenciais para uso pelo usuário.
Tipos de Memória Principal:
* Memória Volátil- Conteúdo alterável, Gravação e Leitura:
- RAM (Random Access Memory)- Memória de acesso randômico. Pode ser:
- DRAM (Dynamic RAM) - RAM dinâmica, representa a maior parte da memória do computador.
- SRAM (Static RAM) - RAM estática, mais rápida e usada como memória cache.
- WRAM ( Windows RAM ) – memória específica para ambiente gráfico
- EDO – RAM ( EXTEND DATA OUT ) – Variação da DRAM em termos de arquitetura, sendo 30% mais
rápida.
- SDRAM – ( Synchronous DRAM ) – Atuando em sincronismo com o microprocessador, sendo mais
rápida do que a EDO RAM, com tempo de acesso de 10 ns.
- CACHE PIPELINE – Memória intermediária entre o microprocessador e os periféricos de leitura e
gravação, agilizando o processamento dos dados.
Observação: A velocidade de leitura e gravação das dram variam de 50 ns a 80 ns, já as memórias
utilizadas em cache variam de 15 ns a 20 ns ( nanosegundos), com exceção da SDRAM que é de 10 ns.
* Memória Não-Volátil- Somente para leitura:
- ROM (Read Only Memory)- Memória somente para leitura, conteúdo gravado durante a sua
fabricação.
- PROM (Programmable ROM)- ROM programável, conteúdo gravado em equipamento especial pelo
usuário.
- EPROM (Eraseble PROM)- PROM reprogramável após ter seu conteúdo apagado por raios
ultravioleta.
-EEPROM (Electrically EPROM)- ROM reprogramável por impulsos elétricos.
Tipos de Memória:
A memória convencional é composta pelos primeiros 640 Kb de memória no computador. Uma vez que
o próprio DOS (Sistema Operacional em Disco) administra esta memória, não há necessidade de um
gerenciador adicional de memória para usá-la. Todos os programas baseados em DOS exigem memória
convencional.
A área de memória superior são os 384 Kb acima da memória convencional de 640 Kb no computador.
Esta área é utilizada pelo hardware do sistema, por exemplo, o adaptador de vídeo. Nos computadores

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80386 e 80486 essa área pode ser usada para executar controladores de dispositivo e programas
residentes em memória.

A memória estendida é a memória de acesso aleatório acima de 1 MB em computadores 80286,


80386 e 80486, e, em geral, fica instalada na placa-mãe, podendo ser acessada diretamente pelo
microprocessador. Esta memória exige um gerenciador ( HIMEM.SYS ) de memória estendida. O Windows
e seus aplicativos exigem este tipo de memória.
A memória alta são os primeiros 64 Kb da memória estendida. Em um computador com memória
estendida, o DOS é instalado para ser executado na área de memória alta. Isto deixa mais memória
convencional disponível para a execução de programas.
A memória expandida é parte da memória estendida transformada através de um gerenciador de
memória ( EMM386.EXE ) . Utilizada por alguns aplicativos baseados no DOS, principalmente jogos.
A memória cachê funciona como um buffer entre o processador e a memória. Sua tarefa é fornecer ao
processador o que precisa de memória. Se não tiver o que o processador precisa, ela vai buscar na
memória, passa a informação para o processador e faz uma cópia do conteúdo atual para o caso do
processador precisar das informações novamente. A memória cachê interna é colocada dentro do chip da
UCP, e tem entre 8 e 32 KB. A externa é composta por chips de SRAM ou PIPELINE alojados na placa-
mãe e tem entre 8 KB e 1 Mb.
Memória virtual são os espaços alocados pela UCP geralmente nos discos rígidos tratados como se
fossem páginas de memória principal, só que bem mais lentos que esta por dependerem de leitura e
gravação em discos. É também uma técnica que permite a aplicação trabalhar como se o sistema fosse
dotado de uma grande memória principal uniforme embora, na realidade, ela seja bem menor, mais
fragmentada e/ou parcialmente simulada por um meio de armazenamento secundário, como um disco
rígido. As aplicações acessam a memória através de endereços virtuais, que são traduzidos (mapeados)
por componentes de hardware especiais em endereços físicos.
No mercado existem ainda os cartões PCMCIA (Personal Computer Memory Card International
Association - Associação Internacional de Cartões de Memória para Computadores Pessoais). O PCMCIA é
um pequeno cartão, do tamanho de um de crédito, que pode funcionar como uma extensão de memória,
placa fax/modem, disco rígido e placa padrão SCSI. Há três padrões para esse tipo de cartão, já estando
previsto o quarto padrão (de tamanho reduzido em relação aos antecessores). Para usar é preciso que o
computador tenha um conector PCMCIA, e em razão dos vários padrões, que seja um com múltiplos tipos.
Unidades de medida de capacidade de memória ou de armazenamento:
1 byte = 1 caracter
1 Kbyte = 1 Kilobyte = 2 10 1.024 bytes = 1.024 caracteres = aprox. 1 mil
1 Mbyte = 1 Megabyte = 2 20 1.048.576 bytes = 1.048.576 caracteres = aprox. 1 milhão
1 Gbyte = 1 Gigabyte = 2 30 1.073.741.824 bytes = 1.073.741.824 caracteres = aprox. 1 bilhão
1 Tbyte = 1 Terabyte = 2 40 aprox. 1 trilhão de caracteres.
1 Pbytes = 1 Petabyte = 2 50 aprox. 1 quadrilhão
ESQUEMATIZAÇÃO DA MEMÓRIA PRINCIPAL
Na placa-mãe
Memória Convenc. 640 Kb

Mem. Superior 384 Kb


Mem. Alta 64 Kb 8 Mb

Mem. Extendida 2 Mb
(EMS)

Mem. Estendida 5 Mb
(XMS)

Observação : A memória expandida é emulada em cima da memória estendida, usando-se o


gerenciador EMM386.exe, ou seja tinhamos 7 Mb de memória estendida, ao usarmos 2 Mb de expandida
ficamos com 5 Mb de estendida.
PERIFÉRICOS DE COMPUTADORES
São os equipamentos periféricos destinados à concretização da comunicação entre as pessoas
e a máquina. São eles as unidades de entrada e unidades de saída, dispositivos que complementam como
periféricos o hardware da unidade central.
Existem várias formas e tipos de unidades de entrada e saída. As mais comuns, e presentes em
quase todos os micros, são o teclado (para entrada) e o monitor de vídeo (para saída). Outra unidade de
saída padrão é a impressora, que por sinal foi historicamente a primeira a ser utilizada.

MEMÓRIA AUXILIAR
A memória auxiliar também é chamada de secundária, externa ou de massa; os mecanismos de
acesso (gravação e/ou leitura) podem ser seqüenciais ou de acesso direto.
As memórias auxiliares de acesso seqüencial são as que utilizam cartão perfurado, fita de papel
perfurada e fita magnética. Todas as demais, na maioria discos, são memória de acesso direto.
Tipos de Memória Auxiliar, Externa, Secundária ou de Massa:
a) Papel Perfurado:
- Cartão - Cartão perfurado, ultrapassados.
- Fita - Fita de papel perfurada, ainda utilizada em alguns equipamentos industriais e telex.
b) Magnética:
- Discos - Discos magnéticos, a escolha mais comum.
. Flexível - Disquete , disco flexível, floppy disk, camada magnética sobre plástico. Baixo
custo, porém com baixa durabilidade e confiabilidade moderada.
. Rígido - Disco rígido: camada magnética sobre metal.
- Winchester - Disco rígido selado e portanto fixo.
- Removível - Disco rígido removível, um ou vários discos montados, disk pack.
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- Cartucho - Disco rígido selado em cartucho removível para micros.


Observação : É levado em consideração dois fatores para avaliarmos um winchester além da
capacidade de armazenamento:
1) Tempo de Acesso aos dados, é medido em ms ( milesegundos ), sendo ídeal se inferior a 10 ms.
2) Taxa de transfêrencia dos dados, medida em kb/s e seus múltiplos, sendo ídeal uma taxa acima
de 1,5 mb/s.

- Fitas:
  
Disquete de 3,5" Disco Rígido Disquete de 5,25"

.Carretel - Fita magnética, muitas variedades. A de maior uso é backup pelo baixo
custo.
.Cartucho - Fita moderna para backup de winchester usadas para micros e superminis.
.Cassete - Fita cassete convencional usada apenas em micro muito pequeno e barato.
Pouco confiável, baixo custo.


Fita de Carretel
c) De Bolha - Memórias de bolhas, alto custo, não-volátil, compactada e ainda pouco usada.
d) De Massa - Memória de massa em núcleos, custosa, não-volátil e atinge centenas de GB.
e) Ótica:
- Disco ótico; disco compactado; compact disk ou CD-ROM (compact-disc read-only-memory).
Um meio de armazenamento caracterizado pela alta capacidade e pelo uso de técnicas óticas de laser em
vez do eletromagnetismo para a leitura dos dados. Alcançam enormes densidades, virtualmente não se
desgastam. Bastante usados em estações multimídia (som, imagem e informática integrados). Os CD-
ROM chegam a comportar até 650 Mb de dados que podem ser acessados interativamente na tela do
computador. Utilizado para produzir enciclopédias, dicionários e bibliotecas de software para uso em
microcomputadores. Novas técnicas de compactação permitem condensar até 250.000 páginas de texto
num único CD.

ESQUEMA DE INTERCÂMBIO DE DADOS ENTRE A MEMÓRIA PRINCIPAL ( RAM ) E A MEMÓRIA


AUXILIAR ( DISCOS E FITAS )

Unidade Central Periféricos de


U C P SAÍDA

- Unid. Disco
Unid. Unid. - Unid. Fita
Contr. Log.Arit. - Monitor
- Impressora
- Impressora
- Plotter
- Modem

MEMÓRIA

ROM RAM

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MEMÓRIA AUXILIAR EM DISCO:

Em geral, os discos são mais utilizados e os preferidos, a menos que a relação custo/benefício
justifique outro dispositivo e para aplicações específicas com necessidades de backup.
Usualmente o sistema deve ter pelo menos dois dispositivos auxiliares de memória, idealmente do
mesmo tipo, para permitir que se copie um do outro , isto é, se efetue cópias de reserva.
Nos micros o dispositivo padrão é o disquete, e fitas cassetes devem ser evitadas em aplicações
que não as de lazer barato, por serem freqüentes os problemas de leitura e gravação.
A dimensão típica do disquete é 5 1/4" ( cinco e um quarto de polegada ) ou 5,25", mas existem de 8" (
oito polegadas ) que estão em desuso - mais recentemente, os com invólucro rígido de 1,5", 3" e 3,5". A
partir de 1985, o padrão de disco flexível começou a se dividir entre de 5,25" slim (meia altura) e os de 3,5".
Capacidades de armazenamento dos disquetes:
- Disquete de 5,25" - 360KB (em dupla densidade - DD) e 1,2MB (em alta densidade - HD - High
Density), ou 40 páginas de texto.
- Disquete de 3,5" - 720KB (em dupla densidade - DD) e 1,44MB (em alta densidade - HD), ou 48
páginas de texto.
A título de comparação, um CD-ROM de 650 Mb armazena 21.667 páginas de texto.
Um drive (leitora/gravadora de disquetes) de alta densidade (1,2MB) lê disquetes entre 128KB e
1,2MB, ou seja, da capacidade do drive para baixo. Já o drive de dupla densidade (360KB) lê disquetes
entre 128KB e 360KB, não lendo, portanto disquetes de capacidade maior. O mesmo se aplica no caso do
drive de 1,44 Mb de alta densidade em relação aos disquetes de 1,44 Mb (HD) e de 720 Kb (DD).
Atualmente em uso somente disquetes de 1,44 Mb.
Os discos são divididos em trilhas concêntricas subdivididas por setores radiais. Essa divisão pode ser
feita, fisicamente, por furos no próprio disco flexível ou, como é muito mais usual, ser realizada de forma
lógica pelo sistema operacional.
O processo de divisão em setores e trilhas é chamado de formatação ou inicialização do disco. O
programa que formata o disco, na realidade, apaga o conteúdo do disco, verifica se o disco está com
defeitos que impossibilitam ler ou gravar dados na sua superfície, e grava informações nos primeiros
setores da primeira trilha, que são reservadas para conter informações especiais sobre o conteúdo do
disco.
A divisão lógica em trilhas e setores pode ser realizada em uma ou nas duas faces do disco e com
diferentes densidades.
Os discos são organizados pelo sistema operacional do computador em duas partes: uma pequena
área do sistema usada para cuidar da informação-chave sobre o disco, e a área de dados, a maior parte do
disco, onde são armazenados os arquivos.
A área do sistema divide-se em três partes, chamadas "boot" (autocarregador), a FAT (ou TAA, Tabela
de Alocação de Arquivos) e o diretório-raiz.
O "boot", ou registro de "boot", é a primeira parte de um disco, que contém um programa bem curto -
algumas centenas de bytes - que executa a tarefa de iniciar a carga do sistema operacional na memória
principal do computador.
A FAT (File Allocation Table ou TAA) é usada para gravar a situação em cada parte do disco. A fim de
gerenciar a parte de dados de um disco, o sistema operacional divide o espaço em unidades lógicas
chamadas clusters. Qualquer que seja o tamanho dos clusters, o sistema operacional utiliza esse espaço
como unidade para alocação de qualquer arquivo no disco. Essa alocação é manuseada pela FAT, que é a
parte do disco que mais precisa de proteção sendo gravada duas vezes pelo sistema operacional no
mesmo disco.
A última parte da área do sistema é o diretório-raiz. Esse é o diretório de arquivo que todo disco
possui. O diretório contém o registro dos arquivos armazenados no disco.
Para cada arquivo, há uma entrada no diretório que contém o nome-do-arquivo em oito caracteres, a
extensão (tipo) do nome em três caracteres, o tamanho do arquivo em bytes, a data e a hora da última
alteração no arquivo. Há mais duas partes de informação gravadas a respeito de um arquivo em sua
entrada de diretório. Uma é chamada cluster inicial (indica qual cluster contém a primeira parte do arquivo).
A outra parte é chamada atributo de arquivo onde são gravados as particularidades de cada arquivo:
system (arquivos do sistema operacional), hidden (arquivo encoberto para o usuário), read-only (arquivo
apenas para leitura, não pode ser gravado) e finalmente archive (arquivos que já possuem ou precisam de
cópias de reserva - backup).
Inúmeras tecnologias de controladoras de disco rígido estão em uso atualmente, entre elas:
- IDE - Intelligent Drive interface (interface de drive inteligente). Os drives IDE têm tecnologia eletrônica
de controle e conversão embutidas e não em placas separadas. Atualmente são comercializados dois
padrões IDE principais: drives compatíveis com AT e drives compatíveis com XT.
- ST-506/412 - a interface mais comum até agora é a original ST-506 agora aliada ao mais recente
padrão, a ST-412. Os mais novos computadores incluem interfaces embutidas que proporcionam uma
melhor performance.
- ESDI - Enhanced Small Device Interface é uma interface ST-506 melhorada que proporciona uma
maior performance, mais alta capacidade e, geralmente, maior custo.
- SCSI - Small Computer System Interface, geralmente conhecida como "scusi", é uma placa de E/S
paralela de relativa alta velocidade, popular em estações de trabalho e outras máquinas mais poderosas.

DISPOSITIVOS DE ENTRADA:
a) Manuais:
* Teclado
* Digitalizador - mesa digitalizadora ou mesa gráfica, digitalizador de imagem ou
dispositivo de varredura manual
* Telas ou superfícies sensíveis ao toque
* Canetas luminosas ou eletrônicas
* Alavanca, bastão e/ou botão de controle - Joystick, Paddle
* Mouse ou dispositivo para apontar e posicionar
* Reconhecimento de voz
b) Automáticos:
* Dispositivos de Entrada/Saída:
Unidade de disco
Unidade de fita
Modem
Máquina Fotográfica
Unidades de CD-Recordable (gravadores e leitores de cd-r)
Digital Versatile Disk ( DVD )
* Dispositivos de varredura ótica - Scanners:

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Leitora de caractere ótico impresso com tinta magnética - MICR


Leitora de caractere ótico - OCR
Leitora de códigos de barras
* Leitora de cartão perfurado
* Leitora de fita perfurada
* Sensores

 
Teclado Mouse Terminal
Os dispositivos de entrada convertem dados e informações em sinais eletrônicos que o computador
pode utilizar, armazenar e processar. São divididos em manuais e automáticos.
DISPOSITIVOS DE SAÍDA:
Dispositivos de saída convertem sinais elétricos internos armazenados para formas úteis
externamente.
A informação pode sair do sistema em cinco formas diferentes:
- Dados: caracteres alfanumérico arranjados na forma de dados.
- Texto: palavras, números e outros símbolos arranjados na forma de texto.
- Imagens: gráficos e figuras.
- Som: voz e música.
- Digital: forma que outro sistema pode ler.
Alguns dispositivos podem apresentar mais de uma forma de saída; outros são voltados para uma
única forma.
DISPOSITIVOS DE ENTRADA/SAÍDA:
- Modem
- Unidade de disco
- Unidade de fita
DISPOSITIVOS DE SAÍDA TEMPORÁRIO/VOLÁTIL
- Monitores de vídeo:
- Tubo
- Tela plana
DISPOSITIVOS DE SAÍDA PERMANENTE:

- Impressoras:
- De impacto:
* Matricial ou serial
* Margarida
* Linear
- Outras (não impacto ou de página):
* Jato de tinta
* Térmica
* Eletrostática
* Laser
- Traçadores de gráficos, plotters
- Impressão direta em filme:
- Micro filme
- Slide e filme fotográfico
- Cartão ou fita perfurada (obsoletos)
Em geral, os sistemas necessitam de dois dispositivos de saída: um rápido volátil para visualizar dados
e um permanente. Uma estatística global mostra que de 50% a 90% dos dados que saem do sistema só
são lidos uma vez, e a grande maioria só tem valor se visto ou lido no momento que é gerado. Ou seja, em
média, bem mais que a metade do que sai do sistema não tem sentido imprimir, pois é volátil por natureza.
MONITORES DE VÍDEO
Economizam tempo e despesa de papel, mas são muito voláteis. Recebem várias denominações
como: monitores, terminais CRT - Tubos de Raios Catódicos, telas, vídeo, display, terminal de vídeo etc.
São divididos em dois grandes grupos: os que usam tubos, semelhantes a um aparelho de TV e os que
utilizam uma tela plana. Em geral, mostram informações impressa ou gráfica.
Os monitores de vídeo, quanto à tecnologia utilizada, classificam-se em:
- MDA - Monochrome Display Adapter, Adaptador de Vídeo Monocromático, foi o primeiro tipo para PC.
Exibe 80 caracteres por 25 linhas de texto de alta resolução, através de uma configuração de célula de 7
pontos de largura por 11 pontos de altura. Não executa gráficos endereçáveis por ponto.
- Hércules - este adaptador de gráficos fornece dois modos de operação monocromática. Um modo é o
padrão de 80 por 25 de formato texto do MDA. O outro modo é um modo gráfico endereçável por pontos,
de alta resolução, de 720 pontos horizontais por 384 linhas.
- CGA - Color Graphic Adapter, Adaptador Gráfico Colorido, foi a primeira tentativa de exibição gráfica
colorida no IBM PC, em 1981. No modo texto ele pode exibir o padrão de 80 colunas por 25 linhas de texto;
entretanto, as células de texto são formadas por uma matriz de 8 por 8. Em relação às capacidades
gráficas, existem dois modos: de baixa resolução (320 pontos x 200 linhas em 4 cores) e de alta resolução
(600 pontos x 200 linhas em 2 cores).

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- EGA - Enhanced Graphics Adapter, Adaptador Gráfico Melhorado, foi o primeiro passo em direção a
uma exibição gráfica decente de textos e cores, introduzido em 1985. Possui dois tamanhos de exibição de
texto e várias resoluções gráficas e coloridas.
- VGA - Video Graphics Array, Vídeo de Matriz Gráfica, faz tudo que os tipos anteriores fazem e ainda
mais. O texto usa matriz de 9 por 14, tem uma resolução de 640 pontos por 480 linhas, exibe 256 cores de
uma lista de 262.144 cores. Introduzido em 1987.
- SVGA - Super VGA, 800 pontos por 600 linhas, em 16m cores. Alguns modos apresentam-se com
uma resolução de 1.024 por 768 em 16m cores. Introduzido em 1989.
- XGA - Extended VGA, VGA Estendido, introduzido pela IBM em 1990, com resolução de 1.024 x 768
pontos (entrelaçado), em 256 cores. Em 1991 a VESA (Video Eletronic Standards Association, Associação
de Padronização de Video Eletrônico) lançou o XGA, com 1.024 x 768 (não entrelaçado) e maior resolução.
Dois outros fatores devem ser levados em consideração:
Dot Pitch – Cada ponto na tela é formado por outros três pontos e a distância entre um ponto e
outro que formam o ponto da imagem é chamdado de dot pitch, quanto menor melhor, melhor definição da
imagem, expressos em mm e variam de .39mm a .25mm.
Entrelaçamento – A maneira como a imagem é formada é através de linha, um monitor
entrelaçado a imagem é formada primeiro pelas linhas impares , voltando ao início para formar as linhas
pares.
Não entrelaçado – A imagem é formada de maneira linear ou seja todas as linhas em sequência.
IMPRESSORAS
Existem muitos tipos diferentes de impressoras. Além de serem classificadas quanto ao modo de
impressão, também o são em função de outras características.
Características das impressoras:
Tipos de interface:
- Paralela - Centronics ou Dataproducts.
- Serial - RS 232C.
- Outros - Current loop, HP-IB, IEEE-488, etc.
Modo de impressão:
- Quantidade impressa:
* Serial - um caracter por segundo: uni ou bidirecional e procura otimizada, qualidade próxima
carta, velocidade nominal em CPS e rendimento: 40 a 90%.
* Linear ou de linhas - uma Linha Por Minuto - LPM.
* Uma folha por vez - Página Por Minuto - PPM.
- Mecanismo de impressão:
* Impacto: serial ou linear.
* Não impacto: jato de tinta, térmica, laser, led array, Líquido Cristal Digital e eletrostática.
- Tipo de caracteres impressos:
* Completos: margarida (Daise-Wheel) - ficando obsoletas, lineares, laser e eletrostática.
* Por matriz de ponto (agulhas) - matricial, com 9 ou 24 agulhas.
- Recursos:
- Tipo de caracteres: ASCII, maiúscula/minúscula, especial, expandido, comprimido etc.
- Função e caracteres por linha (80/132,132/240).
- Capacidade gráfica (matriciais) e número de cópias (1 a 6)
- Impressão a cores: jato de tinta e matriciais.
- Tipo de papel:
* Formulário contínuo; rolo; largura variável/folha solta.
- Alimentação do papel:
* Velocidade de avanço; tração e/ou fricção.
* Papel solto/envelopes; alimentação manual ou automática.
A velocidade da impressora linear ou de linha é especificada em LPM - Linhas Por Minutos, um vez
que ela imprime uma linha inteira de cada vez. A impressora serial imprime um caracter por vez (em série);
assim, CPS - Caracteres Por Segundo representa a sua velocidade de impressão.
Tipos de impressora segundo a tecnologia de impressão:
- Impressoras com qualidade de carta (margarida) - formam a imagem da mesma maneira que as
máquinas de datilografia - impulsionando a imagem completa dos caracteres de encontro a uma fita e,
assim, transferindo a tinta para o papel. Chegam a imprimir 50 caracteres por segundo e não imprimem
gráficos.
- Impressoras matriciais - formam a imagem golpeando uma série (ou matriz) de pinos de encontro a
uma fita entintada e transferindo a tinta para o papel. Os caracteres são formados por pontos e a impressão
tem aparência improvisada e pouco legível. As melhores matriciais são as de 24 pinos. São rápidas e
atingem mais de 100 caracteres por segundo. Têm diversas fontes e tamanhos, e todas conseguem
imprimir gráficos.
- Impressoras jato de tinta - formam imagens jogando a tinta diretamente sobre o papel, produzindo os
caracteres que parecem contínuos. A velocidade nominal está entre 4 e 6 páginas por minuto, são lentas,
porém silenciosas. Possuem fontes internas e aceitam fontes via software e cartucho.
- Impressora a laser - utilizam a tecnologia das copiadoras para fundir tinta em pó no papel, produzindo
uma saída de alta qualidade e boa velocidade (a maioria das impressoras a laser tem uma velocidade
nominal na faixa de 8 ou mais páginas por minuto), usam folhas avulsas e funcionam em silêncio. Também
possuem fontes internas e aceitam fontes via software e cartucho.
- Impressoras de fotodiodos e impressoras de cristal líquido - se parecem muito com as impressoras
laser, exceto pelo fato de que não usam um raio laser para formar as imagens. As impressoras de fotodiodo
utilizam uma matriz de fotodiodos (LEDs ou light-emitting diodes) com essa finalidade; as impressoras de
cristal líquido empregam uma luz de halogênio cujos feixes são distribuídos por obturadores de cristal
líquido.
- Impressoras térmicas - funcionam sem ruído, porém esta é a sua única vantagem. Elas operam
pressionando uma matriz de pinos aquecidos contra um papel especial sensível ao calor, e isso significa
que o usuário precisa adquirir o papel certo. São muito lentas e são muito usadas em fax, calculadoras e
computadores portáteis.
OUTROS DISPOSITIVOS DE SAÍDA
Além de monitores de vídeo, impressoras e traçadores de gráficos, pode-se destacar mais três grupos
de dispositivos de saída: os obsoletos que usam papel perfurado, os que imprimem as saídas em filme e os
que produzem som.
Os outros dispositivos de saída são:
- Sinal Sonoro ou Audível:
* Alto-Falante dos micros; usualmente para produzir um sinal sonoro de alerta.
9
INFORMÁTICA

* Sintetizador de voz e sistemas de resposta audível, exemplos de saldo por telefone, idem de
preço, horário, mensagens em geral e como auxílio a deficientes visuais etc.
* Sintetizador de som para gerar sons de instrumentos musicais.
- Impressão direta em filme:
* Microfilme, COM - Computer Output MicroFilm.
* Slides e filme fotográfico em geral, exemplos: câmaras e dispositivos dedicados, para software
voltados a apresentações gráficas.
- Dispositivos obsoletos:
* perfuradores de fita de papel.
* perfuradores de cartões.

KIT MULTIMÍDIA
O termo multimídia define três elementos atuando simultaneamente e são eles:

a) Som
b) Imagem
c) Movimento
Os periféricos que são usados em multimída são os seguintes:
Placa de som, leitor de cd-rom, placas de video 3d , microfones, caixas acústicas, etc...

Placa de Som
Composta por circuitos sintetizadores e conversores de sinais digitais para analógicos, responsável pela
entrada e saída de som no micro.
Atualmente temos placas com capacidade de reproduzir simultaneamente 16, 32 e 64 vozes.
A maioria da placas de som tem as seguintes entrada e saídas:
-Uma entrada de áudio onde podemos conectar qualquer fonte sonora para gravarmos. (line in )
-Uma entrada exclusiva para microfone, onde podemos gravar a voz do usuário. (mic in )
-Uma saída de audio sem amplificação, podemos conectar um sistema de grande potência a essa saída
( amplificador ). (line out)
-Uma saída de audio com pequena potência ( + ou – 4 watts ), onde são conectadas as caixas
acústicas que acompanham o kit multimídia. (spk out)
-Uma entrada para Joystick ou teclado musical através de cabos especiais, o qual permite gravarmos
através do teclado musical. (joystick/midi).
-As placas mais antigas incorporam controle de volume, já as atuais esse controle é feito através de
software.
-A compatibilidade é determinada pela marca CREATIVE SOUNDBLASTER, ou seja, para uma perfeita
reprodução dos sons na maioria dos softwares, a placa de som deverá ser soundblaster ou 100%
compatível com a mesma.
Unidade de Cd-rom
Em multimídia o primeiro ítem que levamos em consideração é o espaço de armazenamento de dados,
e uma da alternativas é o cd-rom.
Antigamente os leitores de cd-rom eram utilizados apenas na leitura de dados, basicamente textos,
porém hoje o que temos é som, imagem e movimento aliados.
Então para uma perfeita sincronização entre esses elementos necessitamos de leitores cada vez mais
velozes:

Leitor cd-rom Taxa de transferência


1x 150 kb/s
2x 300 kb/s
4x 600 kb/s
6x 900 kb/s
8x 1.200 kb/s
10 x 1.500 kb/s
12 x 1.800 kb/s
16 x 2.400 kb/s
18 x 2.700 kb/s
24 x 3.600 kb/s
32 x 4.800 kb/s
Já o tempo de acesso aos dados chega próximo de 150 ms para os mais rápidos.
Uma variação do cd-rom está sendo atualmente utilizada em aplicações multimídia, que é o cd-r :
Equipamento que permite além de ler, também gravar em uma mídia especial ( cd –gravável ),
porém os dados não pode ser apagados.
Surgindo também os chamados CD-RW, que com o uso de mídia específica permite gravar e apagar
até mil vezes.
O sucessor do cd-rom, atualmente é o DVD com capacidade de armazenamento seis vez mais ,
permitindo assim termos até filmes inteiros armazenados neste tipo de mídia.

Placas de vídeo 3d

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INFORMÁTICA

A arquitetura dessas placas proporcionam maior velocidade de apresentação da imagem no vídeo,


reproduzindo com maior fidelidade os objetos, tornando-os o mais próximo da realidade.

O responsável diretamente pelo movimento é o microprocessador, pois dele depende todo o


sincronismo.
A INTEL uma das maiores fabricantes de microprocessador, lançou no mercado um microprocessador
com funções específicas de multimídia ( MMX ).
MICROCOMPUTADORES
São equipamentos baseados num microprocessador que é seu cérebro, integrado em um
espaço reduzido, capaz de dirigir, controlar e coordenar toda a atividade do sistema. Atualmente um
equipamento padrão é dotado de uma unidades de disquete flexível de 3,5 uma unidade de disco rígido -
winchester ( com capacidade entre 1Gb e 2Gb) como memória auxiliar magnética, memória principal
( 16Mb ou 32 Mb) , vídeo colorido (SVGA), unidade leitora de cr-rom ( 8x – 12x), impressora jato de tinta
ou laser, mouse, etc.
Menos poderosos que os minicomputadores e os mainframes, os microcomputadores se
transformaram, mesmo assim, em máquinas poderosas capazes de executar tarefas complexas. A
tecnologia está avançando com tanta rapidez que os microcomputadores de topo de linha se tornaram tão
poderosos quanto os mainframes de alguns anos atrás, a um custo muitíssimo menor.
Tipos de Microcomputadores quanto ao processador:
- PC - (Personal Computer) UCP modelo 8088, com dois drives de baixa densidade (128KB), com
velocidade de 4,77 MHz. Trabalham externamente com 8 bits, ou seja, 1 byte de cada vez. O Intel 8088 é
um microprocessador de 16 bits, lançado em 1978. Trabalha com um barramento interno de dados de 16
bits e um externo de 8 bits.
- PC XT - (Personal Computer eXtended Tecnology) UCP modelo 8088, com dois drives de baixa
densidade (360KB) e winchester de 10MB (por isso estendido), com velocidade de 4,77 MHz até 12 MHz
(turbo).
- PC AT 80286 - (Personal Computer - Advanced Tecnology) usa o chip modelo 80286 e simula o chip
8088 no modo real, porém com velocidade entre 6 e 8MHz, sendo que uma operação básica é feita em 1/6
de tempo do 8088. Permite ainda aumentar o número de programas que o computador pode trabalhar de
uma só vez, no modo protegido. Trabalha com 16 bits, lançado em 1984. Trabalha com um barramento de
dados (interno e externo) de 16 bits e tem capacidade de endereçar até 16 Mb de memória RAM.
- PC 80386 - Fabricado em dois modelos: o SX e DX. A diferença está na comunicação externa do
processador com os demais componentes da placa-mãe. O SX apesar de operar com 32 bits, no momento
de comunicar-se com a placa-mãe usa 16 bits. Já o DX opera todo em 32 bits ou 4 bytes por vez.
Freqüência entre 20 e 40 MHz. É um microprocessador de 32 bits, lançado em 1986. Trabalha com um
barramento de dados de 32 bits e tem capacidade de endereçar diretamente até 4 Gb de memória principal.
- PC 80486 - Lançado em 1989 com um barramento de dados de 32 bits reais e a capacidade de
endereçar diretamente 64 GB de memória principal. Freqüência entre 25 e 66 MHz. Trabalham com 32 bits.
-PC 80486 SX - Foi lançado em 1990 e é igual ao 486 DX, exceto por não incorporar o chip co-
processador.
-PC 80486 DX - O micro com este processador foi lançado em 1989. Trabalha em 32 bits reais e tem
mais poder e velocidade de processamento que os 386. Com mais de um milhão de transistores num único
e minúsculo chip de silício, ele incorpora o co-processador aritmético, que antes era um chip à parte.
- PC 80486 DX2 - Este processador opera com uma freqüência na CPU (50 Mhz) e com a metade desta
(25 Mhz) no barramento externo. Tem memória cache interna na CPU de 8 Kb, a exemplo de todos os 486
DX. Trabalha com 32 bits.
- PC 80486 DX4 - É a nova versão do chip 80486 da Intel. Este processador tem performance 50%
superior que o 486 DX2, seu antecessor. Está disponível nas velocidades de 75MHz e 100MHz. Em breve
chega a versão com 83MHz.
-PC PENTIUM - É a quinta geração de microprocessadores lançada pela Intel em março de 1993. A Intel
é o maior fabricante de chips do mundo, e responsável pela criação dos chips da família x86, que
equiparam os micros XT, ATs 286, 386 e 486. Este microprocessador é muito mais potente que seus
antecessores e tem versões nas velocidades de 75 MHz a 200MHz.
-Surgiram também os 586 fabricados pelos concorrentes da INTEL como a AMD e CYRIX.
-A AMD lançou em 1995 o K5, com velocidades de 100 mhz e 133 mhz
-PC PENTIUM-PRO, lançado pela INTEL com velocidade de 150 a 200 mhz
-PENTIUM MMX ( com 57 instruções específicas para multimídia e cache interna de 32 kb ), velocidade
de 166mhz e 200 mhz.
-AMD K6, com velocidades de 180mhz e 233 mhz.
-PENTIUM II – Surgiu da união do Pentium-pro e o Pentium-MMX atingindo velocidades de 233, 266,
300, 350 e 400 mhz.
INSTALAÇÕES FÍSICAS

Nos casos mais simples a preparação do local e a sua organização pode envolver apenas um pequeno
espaço numa escrivaninha, mas geralmente exige mais. Para um PC recomenda-se uma mesa apropriada
para o computador (CPU, teclado e vídeo) e outra para a impressora e, em determinados casos, até
instalações elétricas adequadas.
Para sistemas maiores, outras preparações podem ser necessárias na preparação do local:
- Em geral, seguir as especificações do fabricante;
- Qualquer ambiente confortável para uma pessoa será adequado para um sistema pequeno;
- Energia elétrica, com circuitos separados que são os melhores;
- Pode-se necessitar condicionador e disjuntor de potência;
- Uma fonte de energia ininterrupta, no-break, pode ser exigida por questões de segurança;
- Aumento de ventilação ou ar-condicionado pode ser requisitado devido ao calor produzido pelo
sistema; usualmente só necessário para sistemas de maior porte;
- Os extremos de temperatura e umidade aumentam a taxa de mau funcionamento; mantenha o
ambiente dentro das especificações;
- Para facilitar a interligação e alimentação dos equipamentos, os sistemas médios e grandes precisam
de uma sala com um piso falso elevado;
- Prever ligações e cabos de comunicação em geral; atenção com os modems, linhas telefônicas diretas
e terminais locais;
- Espaço para armazenamento de determinados suprimentos e local especial para fitas ou discos é
importante;
- Iluminação: cuidado com o excesso de claridade nas telas;
- Via de acesso: prever como será colocado o maquinário e equipamentos na sala;

11
INFORMÁTICA

- Ruído: impressoras matriciais podem ser extremamente aborrecedoras; usar revestimento e divisórias
apropriadas;
- Equipamentos e dispositivos de segurança em geral, como os relacionados com energia elétrica,
proteção contra incêndio, extintores, etc.; o acesso à sala do equipamento deve ser controlado.

WINDOWS 98
Com o lançamento do Windows 98, sistema operacional sucessor do Windows 95, a proposta da
Microsoft foi de apresentar um sistema mais fácil de usar, mais confiável e também mais divertido.
Facilidade no uso
O uso do computador com este sistema operacional, tornou-se mais fácil:
Pois com um simples clique do mouse podemos abrir arquivos;
Uso de vários monitores, proporcionando um aumento no seu espaço de trabalho;
Instalação fácil de um novo hardware, com o uso do padrão USB ( Universal Serial Bus ), permitindo
seu uso imediatamente sem reiniciar o computador.
Confiabilidade
Novas ferramentas que auxiliam no teste e na solução de problemas de arquivos e do disco rígido, as
vezes de maneira automática.
Diversão
O Windows 98, suporta DVD ( Digital Versátil Disk ), possibilitando a reprodução de filmes e jogos em
DVD com imagem e áudio digital.

Elementos da tela do Windows 98

ÁREA DE TRABALHO
A Área de Trabalho é o principal elemento da interface do windows98, pois tudo será feito dentro dela
(execução de programas, desenho, texto, etc...).
A área de trabalho é como se fosse a nossa mesa, onde colocamos o material necessário para um
determinado trabalho.
A área de trabalho do Windows 98 contém os seguintes elementos:
Plano de fundo (papel de parede)
O plano de fundo pode ser personalizado pelo usuário, o padrão do Windows 98 é um plano de fundo na
cor verde, porém existem outras opções que acompanham o Windows ( esteira, ladrilhos, ondas ... ), pode-
se também adicionar uma foto digitalizada ou logotipo.
Para alterar o plano de fundo, basta um simples clique com o botão direito do mouse na área de trabalho
e escolher a opção propriedades, surgirá uma janela com a guia plano de fundo onde o usuário fará a
alteração.
Ícones – pequenos desenhos representando um programa, pasta ou uma janela fechada a qual contém
outros ícones. ( meu computador, lixeira, ...).
Barra de Tarefas – Essa barra contém botões que irão iniciar programas, alternar entre um programa e
outro, botões de configuração ou simplesmente elementos informativos como hora, data, etc...
Janelas – Ao abrirmos um ícone, surge outro elemento denominado janela, que poderá conter outros
ícones e pastas.
As janelas podem ser redimensionadas, alterando-se assim o seu tamanho.

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INFORMÁTICA

São três as opções de redimensionamento:


1 – Com o cursor na borda esquerda ou direita da janela, altera-se o tamanho da janela na horizontal.
2 – Com o cursor na borda superior ou inferior da janela, altera-se o tamanho da janela na vertical.
3 – Com o cursor em um dos cantos da janela, altera-se o tamanho da janela proporcional (horizontal e
vertical).
As janelas também podem ser movimentadas pela área de trabalho, com o arrastar do mouse sobre a
barra de título. ( ver figura área de trabalho ).
Os Elementos das janelas do Windows 98 são:
Barra de título – Barra superior da janela, identificando a janela ou o programa em execução.
Botões localizados na direita superior sendo eles:
Botão minimizar – torna a janela em seu tamanho mínimo, ou seja um ícone, não finalizando a execução
do programa, deixando-o disponível na barra de tarefas..
Botão maximizar – torna a janela em seu tamanho máximo, ocupando o tamanho total da área de
trabalho.
Botão fechar – torna a janela em seu tamanho mínimo, terminando a execução do programa.
Menu de opções – Localizado abaixo da barra de título, exibe opções que proporcionarão ao usuário
efetuar operações com pastas, arquivos, acesso a internet e obtenção de ajuda.
Barra de rolagem – Quando o conteúdo das janelas forem maior do que possa ser visualizado,
aparecerão barras horizontais ou verticais denominadas barras de rolagem, permitindo ao usuário visualizar
os demais elementos.
Linha de status – localizada na parte inferior da janela, exibe informações ao usuário, tais como: número
de objetos dentro da janela, número de objetos selecionados, ...)
OPERAÇÕES EFETUADAS NAS JANELAS E ÁREA DE TRANSFERÊNCIA
Com o Windows 98, ficou mais fácil a operação com arquivos ou pastas, no que se refere a cópia ou
movimentação dos mesmos.
Em qualquer janela, usando o menu de opção EDITAR – COPIAR, estaremos enviando o arquivo (s) ou
pasta (s) selecionados para a área de transferência.
Mudamos de janela ou pasta e usando o menu de opção EDITAR – COLAR, estaremos colocando nesta
nova janela ou pasta uma cópia do que foi selecionado no item anterior.
Se objetivo do usuário é trocar de lugar o arquivo ou pasta, usamos o menu de opção EDITAR –
RECORTAR no lugar de EDITAR – COPIAR.
Também podemos usar as combinações de teclas a seguir:
EDITAR – COPIAR - CTL + C
EDITAR – RECORTAR – CTL + X
EDITAR - COLAR - CTL + V

ÍCONES DA ÁREA DE TRABALHO


A área de trabalho poderá conter vários ícones, dependendo da quantidade de programas instalados no
sistema.
O padrão do Windows 98 são os seguintes ícones:
Meu Computador - Esse ícone ao ser acionado, abrirá uma janela a qual conterá informações do seu
sistema:
Número de unidades do equipamento (drives, cd-rom, rede, etc...)
Pasta painel de controle (configuração do equipamento)
Pasta impressoras (configuração de impressoras)
Acesso à rede dial-up ( configuração de conexão ao modem )
Além disso, a janela meu computador, nos dá acesso a todas essas unidades ou pastas descritas acima.
Meus Documentos – Pasta onde por padrão são armazenados os documentos elaborados pelo pacote
Microsoft Office, facilitando a localização posterior.
Internet Explorer - Browser da Microsoft, incorporado ao Windows 98, permite o acesso a Internet ou
Intranet
Lixeira – Local de armazenamento temporário para arquivos excluídos, permitindo uma restauração ou
remoção permanente.
Outook Express – Permite o envio e recebimento de e-mail ( correio eletrônico ).
Ambiente de Rede – Exibe os recursos disponíveis na rede, caso seu computador esteja conectado a
uma rede.
Barra de Tarefas
A barra de tarefas padrão do Windows 98 contém:
Botão Iniciar – É através desse botão que temos acesso para executar programas, abrir documentos,
mudar configurações do sistema, executar comandos, obter ajuda, localizar arquivos e também finalizar o
Windows 98.
Temos localizados a direita do botão iniciar os ícones de acesso imediato ao Internet Explorer, Outlook
Express e Mostrar Área de Trabalho.
Na direita da barra de tarefas, temos o relógio que além de informar a data e hora, permite alterá-la.
Dependendo da configuração do equipamento, a barra de tarefas poderá conter mais ícones
(som,video).
EXECUÇÃO DE PROGRAMAS DO WINDOWS 98 (EXECUTANDO UMA APLICAÇÃO, SISTEMA DE
MENUS)
O Botão iniciar é menu desdobrável contendo as seguintes opções:
INICIAR
PROGRAMAS
FAVORITOS
DOCUMENTOS
CONFIGURAÇÕES
LOCALIZAR
AJUDA
EXECUTAR
Algumas dessas opções são desdobradas em sub-opções como veremos a seguir
PROGRAMAS
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INFORMÁTICA

ACESSÓRIOS

COMUNICAÇÕES
Acesso a rede dial-up - Configuração e acesso através de modem.
Discagem automática – permite ligação via telefone através do micro.
ENTRETENIMENTO
CD player – permite o uso de cd musical.
Controle de volume – alterar a intensidade sonora do micro.
Gravador de Som – Permite a gravação de sons, através de uma fonte externa (microfone).
Mídia Player – Programa responsável pela apresentação de multimídia no micro (vídeo clips).
FERRAMENTAS DO SISTEMA
Encontramos nesse sub-menu ferramentas como:
Backup – Faz cópia de segurança
Desfragmentador de Disco – Organiza o sistema para manter os arquivos em áreas contínuas,
aumentando assim a velocidade de acesso aos mesmos.
Agente de Compactação – Utilizado para aumentar o espaço de armazenamento através da
compactação de arquivos.
Scandisk – verifica e corrige erros no disco.
Informações do Sistema – exibe detalhadamente informações de todo o equipamento tanto na parte de
hardware como de software.

BLOCO DE NOTAS
Mini editor de texto, usado para rascunhos.

CALCULADORA
Acesso a calculadora, onde temos duas opções:
Calculadora padrão – para cálculos simples.
Calculador científica – para cálculos complexos tais como fatorial, seno, cosseno, etc...
MAPA DE CARACTERES
Exibe os caracteres existentes em um determinado tipo de fonte ( letras ), bem como a combinação de
teclas para aqueles caracteres não impressos no teclado ( ¶ © ® ).
PAINT
Editor gráfico do Windows 98, permite desenhar ou alterar uma imagem.
JOGOS
Incluído quatro jogos para as horas de lazer do usuário são eles: Paciência, Campo minado, Freecell e
Copas.
WORDPAD
Editor de texto que nos permite a confecção de documentos com certo grau de aprimoramento:
alinhamento, tipos de letra, etc...
Não podendo ser comparado a um editor de texto profissional onde temos corretor ortográfico ou
gramático, dicionário ou outros utilitários incorporados.
INICIAR
Nesse submenu é incluído aqueles programas que ao iniciar o Windows 98 já entram em funcionamento
automaticamente;
Usado geralmente para antivírus, barra de atalhos e outros.
OUTLOOK EXPRESS
Acesso imediato ao programa responsável pelo envio e recebimento de e-mail.
PROMPT DO MS-DOS
Permite o acesso ao MS-DOS através de uma janela ou tela cheia para efetuarmos comandos do MS-
DOS.
WINDOWS EXPLORER
Responsável por operações com arquivos e discos.
Ao usarmos esse menu, é aberto uma janela com menus e dividida em duas áreas:
Área da esquerda mostrando as unidades do sistema (disquete, cd-rom, rede, etc..), bem como os suas
pastas (diretório) e sub-pastas (sub-diretórios).
Área da direita onde é visualizado os arquivos pertencentes àquela pasta marcada na esquerda.
OPERAÇÕES COM ARQUIVOS E PASTAS
Através do Windows explorer podemos efetuar as seguintes operações com arquivos e pastas: cópia,
seleção, apagamento, troca de nome (renomear), movimentação, classificação, ocultação, procura,
impressão, envio e saber as propriedades (tamanho,tipo,data,etc...).
EXPLORANDO ARQUIVOS E PASTAS
Nesta lição, você aprenderá a visualizar os arquivos e pastas armazenados em seu computador. Além
disso, você aprenderá a utilizar o Windows para gerenciar seus arquivos e pastas.
Clique no botão Avançar, acima, para continuar. Utilizando Meu computador, aprenda a criar e
organizar arquivos e pastas. Clique duas vezes no ícone Meu computador em sua área de trabalho.
A janela Meu computador mostra o conteúdo de seu computador.
Clique duas vezes em (C:), na janela Meu computador para visualizar o conteúdo de seu disco rígido.
Clique duas vezes na pasta Meus documentos para abri-la e visualizar todos os arquivos ou pastas que
ela possa conter.
Crie uma nova pasta clicando no menu Arquivo na janela Meus documentos, apontando para Novo e
clicando em Pasta.

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INFORMÁTICA

Sua pasta recém-criada, chamada Nova pasta, agora está na janela Meus documentos.
Utilizando o (botão direito) do mouse, clique no ícone Nova pasta e em Renomear no menu de atalho.
Digite Pasta de exemplo para substituir o nome padrão da pasta, Nova pasta, e pressione ENTER.
Você pode também criar um novo arquivo enquanto estiver em 'Meu computador'.
Para criar um novo arquivo, clique no menu Arquivo da janela Meus documentos, aponte para Novo
e, em seguida, clique em Documento do WordPad.
Clique com o botão direito do mouse no ícone Novo documento do WordPad e em Renomear. Digite
Arquivo de exemplo para substituir o nome padrão do documento e pressione ENTER.
Agora você criou um novo arquivo e uma nova pasta.
Agora que você aprendeu a criar arquivos e pastas, aprenderá a organizar seu trabalho colocando os
arquivos em pastas. Clique e mantenha pressionado o botão esquerdo do mouse sobre o ícone Arquivo de
exemplo, mova o ponteiro para o ícone Pasta de exemplo e solte o botão do mouse. Esse procedimento é
chamado arrastar.
Seu arquivo agora está dentro de sua pasta.
Clique duas vezes no ícone Pasta de exemplo para visualizar o Arquivo de exemplo.
Para fechar a janela Pasta de exemplo, clique no botão Fechar da barra de título.
Agora você sabe como utilizar o Windows para gerenciar seus arquivos e pastas.

LOCALIZAR
Nesta lição, você aprenderá a usar o comando Localizar para localizar um arquivo em seu computador.
Se você não conseguir lembrar onde gravou um documento, o Windows torna fácil localizar um arquivo
ou uma pasta. Para criar um novo arquivo, clique no botão Iniciar na barra de tarefas do Windows, aponte
para Programas, para Acessórios e clique em WordPad.
Clique na grande área em branco da janela do WordPad e digite Relatório diário.
Na janela do WordPad, clique no menu Arquivo e clique em Salvar como... para salvar seu novo
arquivo.
Clique na barra de título da caixa de diálogo Salvar como para torná-la ativa. Na caixa Nome do
arquivo:, clique duas vezes no nome padrão do arquivo, Documento, e digite um novo nome para o
arquivo, Mariana Ribeiro.
Clique em Salvar para salvar seu documento recém-criado do WordPad, agora chamado Mariana
Ribeiro.
Para fechar o documento, clique no botão Fechar da barra de título da janela do WordPad.
Para localizar o documento que você acabou de salvar, clique no botão Iniciar da barra de tarefas do
Windows, aponte para Localizar e clique em Arquivos ou pastas....
Clique na guia Nome e local para torná-la ativa. Clique na caixa Nome: e digite Mariana Ribeiro.
Clique na seta à direita da caixa Examinar: e selecione (C:) caso ainda não esteja selecionado.
Você talvez precise arrastar a caixa de diálogo Localizar: Todos os arquivos para ver a seta na caixa
Examinar:.
Clique em Localizar agora. Seu computador está examinando seu disco rígido para localizar o
documento recém-gravado, Mariana Ribeiro.
Seu documento do WordPad, Mariana Ribeiro, aparece na seção inferior da janela Localizar. Clique
duas vezes em Mariana Ribeiro para abrir o documento.
Agora você aprendeu a criar e localizar arquivos. Clique no botão Fechar nas barras de título da janela
Mariana Ribeiro e na caixa de diálogo Localizar para fechá-las.
OPERAÇÕES COM DISCOS
Com discos rígidos (winchester) podemos localizar arquivos, formatá-los e ver suas propriedades como
capacidade total, utilizada e livre.
Já com os discos flexíveis além da opções acima também podemos copiar disco para disco, chamado
de cópia física.
O Windows explorer possui uma barra de ferramentas que contém ícones com as opções mais
utilizadas, agilizando assim o uso.

FAVORITOS – Exibe endereços da Internet selecionados pelo usuário como favoritos, permitindo um
acesso rápido.
DOCUMENTOS – Exibe uma lista de documentos que foram utilizados, permitindo assim uma rápida
reutilização.
CONFIGURAÇÕES
PAINEL DE CONTROLE
Através dessa opção temos acesso a todos os itens de configuração do equipamento tais como:
ADICIONAR NOVO HARDWARE
Se foi adicionado fisicamente um novo periférico, usamos essa opção para que o Window 98 detecte de
maneira automática com sua tecnologia PLUG and PLAY, desde que o periférico adicionado siga a mesma
tecnologia, caso contrário teremos que configurar manualmente esta opção respondendo os itens.
ADICIONAR / REMOVER PROGRAMAS
Permite a instalação e desinstalação de programas desenvolvidos para Windows 98, ou então instalação
de ítens do Windows 98 que não foram instalados em um primeiro momento. Ex. Se ao instalarmos o
Windows 98 não foi incluído o ítem jogos, podemos através dessa opção adicionar somente o ítem jogos
sem ter que reinstalar todo o Windows 98.
Esta opção também permite que se crie um disquete de inicialização do Windows 98, para dar acesso
ao equipamento caso haja qualquer problema com o sistema.
CONFIGURAÇÕES REGIONAIS
Nesta opção vamos configurar o idioma, sistema numérico,moeda, data e hora.
DATA E HORA
Serve para informar e alterar a data e hora, fornecendo informações completas como mês, ano, data,
hora e fuso horário utilizado.
FONTES
Permite a visualização, adição ou exclusão de fontes (tipos de letra).
IMPRESSORAS
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INFORMÁTICA

Essa pasta permite operações referente a impressoras:


Adicionar ou excluir impressoras ao sistema, configurar a impressora e operações com documentos a
serem impressos como pausa, suspensão, etc...

OPÇÕES DA INTERNET
Configuração de itens referente a conexão com Internet.
CONTROLADORES DE JOGOS
Instalação e configuração de joystick, geralmente usado em jogos.
MODEMS
Instalação e configuração de modem internos ou externos, necessários para uma conexão via rede
telefônica.
MOUSE
Configuração do mouse: alteração, estilos dos ponteiros, velocidade de operação, etc...
MULTIMÍDIA
Itens referente a configuração de som, apresentação do vídeo e configurações avançadas.
REDE
Visualização e instalação do ambiente de rede.
SENHAS
Permite que tenhamos várias configurações da área de trabalho em um mesmo equipamento de acordo
com os usuários, a qual é acessada através do nome do usuário e senha.
SISTEMA
Ítem de configuração avançada, permite a inclusão, atualização ou exclusão de drivers ( softwares
gerenciadores dos periféricos ).
Fornece também o tipo de microprocessador utilizado, total de memória, nome do usuário registrado,
número de série do produto e ainda informações sobre o desempenho do sistema.
SONS
Podemos nesse item atribuir sons a determinados procedimentos no Windows 98.
Ex. Início do Windows 98, finalização do Windows 98, erro no Windows 98, etc...

TECLADO
É nesse item que vamos configurar o idioma utilizado e o tipo de teclado, que influenciará na elaboração
de textos.
Ex. Temos atualmente dois tipos de teclado no mercado, um com a tecla “Ç” e outro sem, o primeiro
pertence ao padrão ABNT2 e o segundo ao padrão Americano, então de acordo com esses padrões
devemos configurar para obtermos o acentuação correspondente.
VÍDEO
Permite a configuração da resolução (matriz) de acordo com a placa de vídeo e tipo de monitor
utilizado, podendo assim termos uma maior ou menor resolução e número de cores utilizadas.
Atualmente temos resoluções variando de 640 colunas x 480 linhas até 1600 colunas x 1024 linhas e
em termos de cores de 16 cores até 16 milhões de cores, refletindo diretamente na qualidade da imagem
visualizada, um maior número de cores, melhor qualidade.

Podemos também configurar nossa área de trabalho quanto a aparência: tipo e tamanho de letra, cor ,
papel de parede etc...
Outra utilidade disponível é a proteção de tela, usado para evitar uma imagem estática pôr um período
de tempo muito longo causando danos ao monitor.
IMPRESSORAS
Esse menu nos fornece as mesmas opções já referenciadas no item impressoras no painel de controle.
BARRA DE TAREFAS E MENU INICIAR
Permite alterar os parâmetro da barra de tarefas tais como: visualização ou não do relógio, mudar o
tamanho do ícones, parâmetros de visualização da barra ( sempre visível, auto ocultar ), adicionar ou
remover programas do menu iniciar.
OPÇÕES DE PASTA
Permite alterar o modo de funcionamento da área de trabalho sendo as seguintes opções:
1 – Estilo Web - A área de trabalho tem o mesmo funcionamento e aparência da Web.
O mouse passa a ser acionado com um simples clique.
2 – Estilo Clássico – A área de trabalho assume o padrão do Windows 98.
3 – Personalizado – O usuário especifica as alterações na área de trabalho.
ACTIVE DESKTOP
Alterna entre as opções acima.
Windows Update – Permite a atualização do sistema operacional Windows 98, através da Internet.

LOCALIZAR

ARQUIVOS OU PASTAS
Permite a localização de um ou mais arquivos ou pastas dentro da unidade especificada, caso localizado
podemos efetuar várias operações com os mesmo, tais como cópia, impressão, apagamento, etc...
16
INFORMÁTICA

NA INTERNET
Permite a localização de endereços na Internet.
PESSOAS
Permite localizar pessoas através do catálogo de endereços.
AJUDA
Auxilia o usuário a obter respostas para suas perguntas, ou simplesmente aprender mais sobre o
Windows 98, através do manual online.
A localização pode ser feita através da escolha no menu de conteúdo ou através do índice, onde o
usuário digita uma palavra chave para que seja localizado os tópicos relacionados a palavra chave.
EXECUTAR - Permite executar um determinado comando ou programa.
DESLIGAR – Como padrão nos fornece quatro opções:

1 – Colocar o computador em modo de espera


Coloca o computador em Stand by, economizando energia, voltando ao modo normal ao simples toque
de qualquer tecla ou movimento do mouse.
2– Desligar o Computador ?
Opção que deverá ser usada toda vez que encerrarmos o uso do Windows 98.
Nos recentes computadores esta opção realmente desliga o sistema, sem a necessidade de
pressionarmos o botão ON / OFF.
3 – Reiniciar o Computador?
Reinicia o microcomputador, está opção é muito utilizada quando se faz alterações ou instalações de
softwares, que só tem efeito após o reinicio do sistema.
4 – Reiniciar o Computador em modo MS-DOS?
Encerra o ambiente gráfico do Windows 98, retornando ao modo texto ( MS-DOS), caso o usuário
deseje retornar ao ambiente gráfico, deverá executar o comando “EXIT”.
ATRIBUIÇÕES AO BOTÃO DIREITO DO MOUSE NO WINDOWS 98.
Os procedimentos executados através do botão direito do mouse, irá depender da localização do usuário
dentro do Windows 98, mas na maioria da vezes servirá como atalho, facilitando o uso de comandos sem a
utilização de menus ou sub-menus.
Ex. Na área de trabalho ao clicarmos o botão direito do mouse, podemos organizar ou alinhar ícones,
criar nova pasta ou atalho, bem como modificar as propriedades da área de trabalho (tela de fundo,
aparência, proteção de tela, etc...).
No exemplo acima se quisermos alterar a propriedade da área de trabalho sem o uso do botão direito do
mouse, teremos que usar a seguinte seqüência: iniciar, configurações, painel de controle, vídeo.

CONECTANDO-SE A REDE
Uma rede é composta por mais de um computador denominados de cliente e servidor.
O computador conectado a rede que utiliza recursos compartilhados é chamado de cliente, já o
computador central que contém estes recursos compartilhados é chamado de servidor.
Para compor uma rede o usuário necessita de hardware (placa de rede) e de software (Windows 98).
O Windows 98 oferece todo o software necessário para compor uma rede sendo os seguintes
componentes:
Software Cliente – Permite que os computadores clientes, se conectem ao servidor.
Protocolo – Linguagem que o computador utiliza para comunicar-se na rede.
Existem vários protocolos, mas para um computador se conectar ao outro, deverá usar o mesmo
protocolo.
Software de Serviço – Permite o compartilhamento de recursos (compartilhamento de arquivos,
impressoras).
Outra possibilidade de conectar os computadores é através do cabo serial, paralelo e modem.
CONFIGURAÇÕES BÁSICAS DO WINDOWS
RESOLUÇÃO DE TELA
Para alterar o tamanho da área da tela
Clique para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações.
Em Área da tela, clique no tamanho da área de trabalho.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações clicando
em Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas vezes em
Vídeo e, em seguida, clicando na guia Configurações.
• O monitor e o adaptador de vídeo determinam se você pode alterar a resolução de tela.

Para calibrar seu vídeo para as dimensões reais


Clique para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações.
Em Área da tela, certifique-se de que as configurações são maiores que 640 por 480 pixels. Se a
configuração 640 por 480 pixels for a única disponível, você não poderá calibrar sua exibição para as
dimensões reais.
Clique em Avançadas para abrir a folha de propriedades de seu computador.
Na guia Geral, em Tamanho da fonte, clique em Outras.
Segure uma régua próxima à régua da tela e arraste a régua da tela até que ela coincida com a que
você está segurando.
Observação
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações, clicando
em Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas vezes em
17
INFORMÁTICA

Vídeo e, em seguida, clicando na guia Configurações.

CORES

Para alterar a aparência dos itens da área de trabalho


Clique para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Aparência.
Se você quiser alterar a aparência de somente um elemento da tela, clique no elemento em Item e, em
seguida, altere as configurações em Tamanho e Cor do item e de sua fonte.
Se você quiser alterar a aparência de todos os elementos da tela simultaneamente, clique em um
esquema de aparência em Esquema.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Aparência clicando em
Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas vezes em Vídeo
e, em seguida, clicando na guia Aparência.
• Se você selecionar a Barra de título ativa ou a Barra de título inativa em Item, poderá alterar o . O
degradê não estará disponível caso seu computador esteja configurado para 256 cores.
• Se você alterar configurações individuais, poderá salvá-las clicando em Salvar como e, em seguida,
digitando um nome para o esquema. Este nome aparecerá em Esquema para que você possa facilmente
restaurar estas configurações posteriormente.

FONTES

Para adicionar uma nova fonte a seu computador


Clique em Iniciar, aponte para Configurações, clique em Painel de controle e, em seguida, clique
duas vezes em Fontes.
No menu Arquivo, clique em Instalar fonte nova.
Clique na unidade e, em seguida, na pasta que contém as fontes que você deseja adicionar.
Clique na fonte que você deseja adicionar.
Observações
• Para selecionar mais de uma fonte a ser adicionada, mantenha pressionada a tecla CTRL e, em
seguida, clique em cada fonte desejada.
• Para as fontes TrueType, Raster ou Adobe Type 1, você pode também adicionar a fonte arrastando os
arquivos apropriados para a pasta Fontes. Se desejar ver as extensões dos arquivos no Windows Explorer,
clique em Exibir, em Opções de pasta e, em seguida, na guia Modo de exibição. Clique para desmarcar
a caixa de seleção Ocultar extensões para os tipos de arquivos conhecidos. Isso funciona somente
para fontes que não estejam na pasta Fontes.
• Para adicionar fontes a partir de uma unidade de rede sem utilizar o espaço em disco de seu
computador, certifique-se de que a caixa de seleção Copiar fontes para a pasta Fonte da caixa de diálogo
Adicionar fontes esteja desmarcada. Essa opção estará disponível somente quando você instalar as
fontes TrueType ou Raster do comando Instalar fonte nova.

SEGUNDO PLANO

Para alterar o segundo plano da área de trabalho


para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo.
Em Papel de parede, clique no segundo plano que você deseja usar ou em Padrão para escolher ou
modificar o segundo plano .
Clique em Aplicar para ver as alterações antes de fechar a caixa de diálogo ou clique em OK para
aceitar as alterações e fechar a caixa de diálogo.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Exibir propriedades clicando em Iniciar, apontando para
Configurações, clicando em Painel de controle e, em seguida, clicando duas vezes em Vídeo.
• Você pode usar a maioria dos arquivos gráficos como imagens em bitmaps (.bmp), GIFs (.gif) e JPEG
(.jpeg) como .
• Para cobrir toda a tela com uma imagem pequena de papel de parede, clique em Lado a lado. Para
centralizar uma imagem de papel de parede, clique em Centralizado.
• Você pode usar padrões e papel de parede simultaneamente. Entretanto, se Lado a lado estiver
selecionado, você não verá o padrão.
• Como padrão, somente um conjunto limitado de papéis de parede é instalado durante a Instalação do
Windows. Para obter informações sobre como instalar outros papéis de parede, clique em Tópicos
relacionados e, em seguida, clique em Para adicionar ou remover um componente do Windows.

PROTETOR DE TELA

Para configurar uma proteção de tela


para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Proteção de tela.
Em Proteção de tela, clique na proteção de tela a ser utilizada.
Para personalizar a proteção de tela, clique em Configurações.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Proteção de tela
clicando em Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas vezes
em Vídeo e, em seguida, na guia Proteção de tela.
• A proteção de tela será iniciada se o seu computador ficar ocioso durante os minutos especificados em
Aguardar. Para desativar a proteção de tela depois que for iniciada, mova o mouse ou pressione qualquer
tecla.
• Como padrão, somente um conjunto limitado de proteções de tela é instalado durante a Instalação do
Windows. Para obter informações sobre como instalar proteções de tela adicionais, clique em Tópicos
relacionados.

CONCEITOS E COMANDOS PARA EDIÇÃO DE


TEXTOS (WORD, OPEN OFFICE OU
EQUIVALENTE)
18
INFORMÁTICA

PROCESSADORES DE TEXTO - WORD 7


O computador, apesar de ter sido idealizado para executar cálculos matemáticos e operações lógicas
com velocidades extremamente altas, também pode ter sua capacidade de processamento canalizada para
o tratamento de palavras. Essa tarefa é realizada pelo processador de textos em conjunto com o
equipamento e o usuário.
Os processadores de texto, além de fáceis de usar, trazem enormes benefícios em termos de melhoria
de produtividade e eficiência na elaboração desde simples cartas até livros ou relatórios técnicos de todo
tipo. Esta é uma das ferramentas vitais para o escritório do futuro. O processador de texto permite
elaborar, armazenar, recuperar e editar a informação eletrônica.
Os processadores de texto podem ser delimitados entre duas fronteiras do conceito de tratamento da
palavra. No extremo inferior estão os editores simples ou editores de linha, que são programas bem
elementares e não englobam muitos dos recursos dos processadores de texto propriamente ditos. No outro
extremo, estão os sistema dedicados, com equipamentos e os programas voltados exclusivamente ao
processamento e até composição de texto.
Os programas para processamento de textos podem ainda ser divididos em dois grupos. No primeiro,
estão os programas que atendem a aplicações mais simples, onde alguns deles procuram simular uma
máquina de escrever, cujo "papel" é tela do micro. O outro grupo, é voltado para textos mais complexos
como a elaboração de artigos, relatórios técnicos e textos mais longos e possuem portanto recursos mais
sofisticados que os do primeiro.
A estrutura geral de funcionamento dos vários programas de processamento de texto é bastante
simples. A tela do microcomputador representa uma janela que percorre uma grande folha de papel
eletrônica e, à medida que o texto é digitado, o cursor se movimenta sobre o papel de maneira muito
semelhante a uma máquina de escrever convencional.
A grande vantagem é a facilidade de edição que os programas oferecem, já que o papel eletrônico
pode ser apagado, corrigido e reagrupado, permitindo que o texto seja modificado até a forma final, quando
então pode ser impresso em papel.
Freqüentemente, pensamos duas vezes antes de eliminar ou introduzir algumas linhas em um relatório
datilografado, tentando evitar, além de novos erros de datilografia, uma demora excessiva para
redatilografar o texto deslocado.
A principal diferença entre os editores e os processadores de texto é que, além dos recursos de
edição, eles apresentam funções e formatação do texto para impressão.
À medida que o número de recursos aumenta, cresce também a complexidade de utilização. Apesar
disso, os programas são, em geral, bastantes fáceis de operar.
Os mais completos contêm, internamente, uma descrição de todos os comandos e funções
disponíveis: acionando-se uma tecla, são mostradas na tela as funções e uma breve descrição de como
utilizá-las, facilitando, portanto, o seu uso.
Alguns programas oferecem recursos muito interessantes para aplicações mais complexas. Por
exemplo: o texto não ser limitado pela memória útil do micro. À medida que documento é digitado, o
programa movimenta automaticamente partes do texto para o disquete. Dessa forma, o usuário não tem
que se preocupar em segmentar o texto, o que seria necessário em outros programas.
A documentação que acompanha o programa é absolutamente essencial para seu uso. A clareza e
detalhamento podem, muitas vezes, compensar as possíveis falhas que o produto possa ter em termos de
recursos. Exemplos de programas de processamento de textos: Carta Certa, MS – Word, Fácil,
Wordperfect, Word Pro, Page Maker, etc...
O editor de texto mais utilizado a nível mundial é o MS - Word, desenvolvido pela Microsoft.
Sendo a versão 7 desenvolvida especialmente para ambiente windows 95, ou seja, esta versão opera
com 32 bits.com melhorias significativas em relação a versão anterior.
A seguir a tela principal do Word 7.

O Microsoft Word 7 é apresentado em uma janela padrão windows com os seguintes elementos:

19
INFORMÁTICA

Barra de título - Identifica o software em questão e além disso o nome do arquivo texto de duas
maneiras:
a) Como documento1, para um documento novo e não salvo ( não gravado em qualquer meio de
armazenagem ) , e sucessivamente para novos documentos abertos, até que se encerre o Word 7.
b) Ao salvar o documento o Word 7 necessita de um nome para o arquivo que armazenará o conteúdo
do texto, passando a configurar o nome na barra de título.
Botão Minimizar - Este botão minimiza a janela do Word 7, permitindo o acesso a outros softwares,
sem a necessidade de sair do editor de texto, para retornar a situação anterior, basta clicar no Word na
barra de tarefas do Windows 95.
Botão Maximizar - Permite obter o tamanho máximo da janela, tornando a área util maior, em
consequência, podemos visualizar uma quantidade maior de caracteres na tela.
Botão Fechar - Ao clicarmos neste botão, estaremos encerrando o Word 7.
Menu de opções - Através desse menu, teremos acesso a vários procedimentos referentes ao nosso
arquivo ( salvar, imprimir,etc...).
Barra de ferramentas padrão - A barra de ferramentas possui botões que servem de atalho para um
determinado procedimento, agilizando o trabalho do usuário.
Ex. Para imprimir um texto de maneira normal, os passos seriam os seguintes:
Menu de opções Arquivo, imprimir, surgindo então a tela referente a maneira como será impresso o
nosso arquivo.
Utilizando a barra de ferramentas, simplesmente clicamos no botão identificado por uma impressora e
já surge a tela de impressão.
Caso o usuário não consiga associar o desenho do botão com a ação do mesmo, basta posicionar o
indicador do mouse no botão, permanecendo por alguns segundo que será visualizado para que serve
aquele botão.
Barra de ferramentas de formatação - Esta barra refere-se diretamente a maneira como o usuário
deseja o texto, tais como alinhamento, tamanho da fonte, estilo do parágrafo, etc...
No Word 7 existem outras barras de ferramentas, porém sem que seja definido pelo usuário somente a
barra de ferramentas padrão e a de formatação são visualizadas.
Área de trabalho - Esta área é o local onde o usuário abrirá o seu texto, não estando limitado a
apenas um texto por vez, possibilitando o usuário trabalhar com vários textos ao mesmo tempo, inclusive
permutando dados de um ou mais para outro.
O limite do número de textos abertos ao mesmo tempo está diretamente ligado a quantidade de
memória instalado no equipamento.
Cada texto aberto, obedece ao padrão windows, ou seja, cada texto é aberto em janela.
Sendo que se estivermos com mais de um texto aberto simultaneamente, àquele em que a barra de
título está com fundo azul, significa o documento que está sendo editado (modificado), para alternar-mos,
basta clicar na janela do outro texto.
Linha de status - Localizada na parte inferior da janela do Word 7, tem como finalidade, informar ao
usuário o número total de páginas do texto, bem como em que página está posicionado, posição do cursor
tanto na horizontal (colunas), como na vertical (linha), e o posicionamento das teclas de letras maiúsculas
(CAPS), teclado numérico (NUM) e tecla de inserção (INS).
A JANELA DO TEXTO
Além do elementos citados acima , a janela referente a cada texto possui em sua extremidade inferior
e direita, uma barra de rolagem horizontal e vertical, significando que existem mais texto tanto a direita
como abaixo do que está sendo visualizado.
Para rolar o texto o usuário conta com setas na extremidade de cada barra de rolagem, permitindo
avançar gradualmente cada linha ou coluna, ou então um pequeno quadrado localizado dentro da barra de
rolagem, no qual o usuário posiona o mouse e arrasta, permitindo uma movimentação brusca, facilitando a
movimentação, principalmente quando o usuário necessita mover-se de uma extremidade a outra no texto.
Um outro elemento pertinente a cada texto é a maneira como está sendo visualizado (layout), botões
localizados a esquerda da barra de rolagem horizontal.
A área útil destinada a elaboração do texto já está descontada as margens de acordo com o tamanho
da folha utilizada.
MS - Margem superior
MI - Margem inferior
ME - Margem esquerda
MD - Margem direita
O usuário poderá definir o tamanho de cada margem, até mesmo colocar um valor nulo ( 0 ).
O cabeçalho está localizado no intervalo da margem superior e o início da área útil, bem como o
rodapé no intervalo entre o fim da área útil e a margem inferior.
Em editoração eletrônica o termo fonte significa a tipologia de cada caracter ( letra ), ao instalarmos o
Word 7 acrescenta ao Windows dezenas de fontes.
Um outro elemento que serve de auxílio é a régua horizontal, permitindo a visualização e alteração de
posicionamento do texto diretamente na mesma, porém na está disponível sem que o usuário a habilite no
menu de opções exibir, régua.
O Word 7 possui assistente que permite ao usuário utilizar texto com modelos pré-definidos,
necessitando apenas alterar o conteúdo do mesmo. Ex currículos, faxes, etc...
O Word 7 possui um corretor ortográfico, bem como uma correção automática das palavras erradas
com frequência.
Além de texto, podemos acrescentar ao Word 7 tabelas, inclusive utilizarmos fórmulas nas tabelas.
ALINHAMENTOS
O Word 7 possui os seguintes alinhamentos referentes aos parágrafos:
ESQUERDA- O texto ou parágrafo é alinhado pela esquerda.
DIREITA - O texto ou parágrafo é alinhado pela direita.
CENTRALIZADO - O Word 7 alinha cada parágrafo centralizando-o na página.
JUSTIFICADO - O Word alinhará o texto ou parágrafo tanto na esquerda quanto a direita.
RECUO
Este é o nome definido para o espaço dado no ínicio da primeira linha do parágrafo, não confundir com
margem.
TABULAÇÃO

20
INFORMÁTICA

Espaço utilizado para início do parágrafo, a tabulação poderá ser normal ou decimal, sendo a
segunda utilizada quando temos texto em forma de moeda, alinhando vírgula abaixo de vírgula.
ESTILOS
O estilo da ao texto uma aparência profissional, o Word 7 apresenta vários estilos pré-definidos, não
impedindo do usuário criar o seu próprio estilo, definindo tipo e tamanho de fonte, cores, bordas, etc..
O usuário salva sua definição em um estilo, sendo assim, sempre que necessitar aplicar aquela
formatação, basta localizar o estilo pelo nome dado.
NOVIDADES DO WORD 7
- Assistente de resposta.
- Assistente de dicas.
- Fácil recuperação e gerenciamento de documentos.
- Trabalhando de maneira mais inteligente com recursos do Intellisense.
- Obtendo um início elaborado com novos modelos.
- Use o Word como editor de correio eletrônico.
- Bordas automáticas.
- Correção automática de texto.
- Títulos automáticos.
- Listas numeradas ou com marcadores automáticos.
- Números e fração ordinárias automáticas.
INTERCÂMBIO DE DADOS
O Word 7 possui um intercâmbio de dados na totalidade com outros softwares da Microsoft e até
mesmo com a maioria de softwares de outras empresas, desde que desenvolvidos para ambiente Windows,
aumentando assim a potencialidade do Word 7 na confecção de panfletos, revistas, etc...
MALA DIRETA
O Word 7 possui um gerenciamento de mala direta, permitindo ao usuário enviar um documento a
vários destinatários de maneira automática, sendo que o cadastro dos destinatários poderá ser criado no
word ou então incorporado de outros softwares gerenciadores de banco de dados.
É adicionado também um gerenciador de etiquetas, funcionando de maneira análoga a mala direta,
permitindo imprimir etiquetas para ajudar o usuário no endereçamento da correspondência.
De acordo com a impressora utilizada, as opções em termos de papéis são diferentes ( A4, A3,
Envelope, Legal, etc...)
APLICATIVOS INCORPORADOS AO WORD
O Word 7 possui alguns aplicativos incorporados que permitem um toque a mais no texto, por exemplo:
O WORDART, permite adicionar efeitos especiais ao texto tais como, inclinação, perspectiva, curva,
etc...
A BARRA FERRAMENTAS DE DESENHO, permite a criação de logotipos, desenhos, destaque no
texto, e muito mais.
Existem outros, sendo os citados acima os mais utilizados.
ORGANIZAÇÃO DO TEXTO EM LISTAS E COLUNAS
NÚMEROS E MARCADORES

Numeração
Selecione o texto que você deseja transformar em uma lista numerada.
Dê um clique no botão ( ) Numeração na barra de ferramentas Formatação.
Ex: Vencedores da promoção Apostilas2000
1º César Jr.
2º Rafael Mello
3º Willy Wonka
4º Marcos Pedroso
5º Fernanda C. Dias

Para aumentar sua lista de numeração basta pressionar a tecla Enter no fim da última linha da
numeração.

Marcadores
Selecione o texto que você deseja transformar em uma lista com marcadores.
Dê um clique no botão ( ) Marcadores na barra de ferramentas Formatação.
Ex: Para iniciar o Word 2000
 Dê um clique sobre o botão iniciar da barra de tarefas
 Posicione-se sobre o item Programas
 Clique sobre Microsoft Word.

Para aumentar sua lista de marcadores basta pressionar a tecla Enter no fim da última linha da lista de
marcadores.
Dica: Você pode selecionar uma lista numerada ou de marcadores e clicar com o botão direito do mouse
em Marcadores e numeração e personalizar esta lista.

21
INFORMÁTICA

COLUNAS
Você pode exibir um texto em múltiplas colunas (Ex: Jornal) em uma página do documento do Word
Para isso selecione o texto que deseja transformar em colunas.
Clique no botão ( ) Colunas e selecione a quantidade de colunas desejado.

TABELAS - ESTILOS E MODELOS


Em vez de criar longas listas de informações e tentar fazer uma referência cruzada dessas listas você
pode simplesmente incluir uma tabela no seu documento. As tabelas podem ser usadas para organizar as
informações e criar colunas de texto lado a lado para apresentar os dados de uma maneira fácil de ler.
Para criar uma tabela dê um clique no botão ( ) Inserir Tabela na barra de ferramentas Padrão e
selecione o número de linhas e colunas que deseja.

Digite o texto que a primeira célula da tabela deve conter.


Pressione as teclas Tab e seta para cima ou seta para baixo para navegar na tabela e incluir o texto. As
linhas são redimensionadas para encaixar as informações digitadas

Ex: Tabela de Apostilas

APOSTILA TAMANHO EM KB PREÇO


CorelDRA 125 R$ 35,00
W reais
Html 90 R$ 22,00
reais
FrontPage 50 R$ 20,00
reais

Dica: Clique em qualquer célula da tabela.


Clique em Tabela/AutoFormatação da tabela... para abrir a caixa de diálogo AutoFormatação da Tabela,
escolha uma opção na lista Formatos.

CABEÇALHO E RODAPÉ
Os cabeçalhos e rodapés são o texto que aprece impresso na parte superior e/ou inferior de cada página
de um documento.
Para inserir um cabeçalho e rodapé em seu documento clique em Exibir/Cabeçalho e rodapé para abrir a
barra de ferramentas Cabeçalho e Rodapé. O cursor será automaticamente posicionado na área de
cabeçalho.
Digite o texto desejado para a parte superior da página
Dê um clique no botão Alterar Entre Cabeçalho e Rodapé.
Digite o texto desejado para parte inferior da página.

Dica: Você pode também inserir números de páginas, horas, data, Autotexto e alinhar tanto
o cabeçalho como o rodapé utilizando os botões ( ) de alinhamento.

COMENTÁRIOS
Você pode deixar informações em um documento para lembrar um leitor de verificar algo em seu

22
INFORMÁTICA

documento.
Para isso selecione o texto onde você deseja inserir um comentário.
Clique em Inserir/Comentário para abrir a área de comentários na parte inferior da área de trabalho.
Digite o texto que você deseja mostrar no comentário.
Clique no botão Fechar para retornar ao documento
Ex: Comentário

CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA

DEFINA AS MARGENS

NUMERE AS PÁGINAS

23
INFORMÁTICA

ADICIONE CABEÇALHOS E RODAPÉS

COMBINE LAYOUTS EM UM DOCUMENTO

ADICIONE QUEBRA DE PÁGINAS

ALINHE O TEXTO VERTICALMENTE

24
INFORMÁTICA

CONCEITOS E COMANDOS DE PLANILHA


ELETRÔNICA (EXCEL, OPEN OFFICE OU
EQUIVALENTE)
PLANILHAS ELETRÔNICAS - EXCEL 7
Existem muitos problemas ou tarefas que normalmente são resolvidos com a utilização
de quatro ferramentas universais: papel, lápis, borracha e uma calculadora.
A planilha combina a conveniência e facilidade do uso de uma calculadora com a capacidade de
armazenar (memória) e mostrar (tela) eletronicamente dados em microcomputador. A tela do micro torna-se
uma janela, através da qual o usuário visualiza parte de uma folha muito grande que é sua planilha
eletrônica.
Com a planilha eletrônica o microcomputador substitui com grandes vantagens as quatro ferramentas
tradicionais. A tela e a memória substituem o papel; o teclado e o cursor substituem o lápis e a borracha; e
o próprio micro substitui a calculadora.
Em suma, a manipulação de informações numéricas se torna mais fácil e mais rápida com um micro
do que com as ferramentas tradicionais.
Uma planilha é uma matriz composta por linhas e colunas. A intersecção de uma linha e uma coluna
chama-se célula, que é utilizada para guardar informação (uma fórmula matemática, um valor, uma data,
um título, etc).
Sendo assim, uma planilha eletrônica ou planilha de cálculos é um programa de computador pré-
elaborado, utilizado para facilitar a construção de matrizes, tabelas, previsões, etc que possam ser usadas
em qualquer ramo de atividade.
Por suas características, as planilhas eletrônicas recebem uma série de denominações como:
linguagem de altíssimo nível, linguagem ferramenta, programa ou pacote de planejamento e ferramenta ou
programa de suporte ou apoio a decisão. Todas essas denominações são na realidade nomes diferentes
para uma classe de software, que incluem, além das linguagens como VisiCalc e o Lotus, muitas outras
como WordStar e o Word para processamento de textos, dBASE para gerenciamento de banco de dados
dentre outras, também chamadas de linguagens aplicativas, pela sua proximidade com certas aplicações.
Em suma, as planilhas eletrônicas são linguagens (software básico) bem mais próximas das aplicações e
do usuário que as linguagens convencionais ditas de alto nível. São linguagens de quarta geração.
A planilha eletrônica é um programa que transforma o micro em uma ferramenta para planejamento,
previsão e manipulação numérica em geral. Teve a sua origem e tem sido, particularmente, muito utilizada
para planejamento e previsão financeira, mas tem muitas outras aplicações potenciais. É uma linguagem
sofisticada, complexa internamente, porém muito fácil de usar e com uma estrutura muito intuitiva.
Uma planilha pode, por exemplo, ser usada para desenvolver todo o orçamento de uma companhia,
para organizar o orçamento doméstico de uma família, para planejar e controlar a utilização de mão-de-obra
em um projeto, para previsão de vendas, em síntese, para coletar, analisar e manipular dados em geral, em
especial os numéricos.
A lista das possíveis utilizações é muito extensa e está relacionada com os recursos que o programa
oferece que, apesar de serem de natureza simples, são os convencionalmente usados para a solução de
uma infinidade de problemas comuns do dia-a-dia das empresas e dos profissionais liberais.
O programa pode ser usado por qualquer pessoa que necessite de uma ferramenta analítica que lhe
possibilite mais tempo para análises e tarefas mais úteis do que ficar fazendo cálculos repetitivos.
Exemplos de programas de planilhas:
Lotus 1-2-3, Excel, Quattro Pro.
Alguns anos atrás o lotus 123 era a planilha de cálculo mais utilizada, mas foi perdendo espaço para o
excel, que atualmente domina o mercado.
A cada versão que surge, praticamente todo o ano, a Microsoft vem aperfeiçoando cada vez mais.
Analisaremos a versão Excel 7, mas a exemplo do Word 97 também já existe no mercado a versão
Excel 97.

25
INFORMÁTICA

A seguir a tela do Excel 7:

Assim como o Word 7, o Excel 7 é apresentado em janela, contendo os mesmos elementos já citados
no Word 7.
N a área de trabalho do Excel 7 podemos ter mais de uma planilha aberta ao mesmo tempo, sendo
limitada pela quantidade de memória ram do equipqmento.
A planilha Excel 7 é composta por 16.384 linhas e 256 colunas, sendo as linhas numeradas de 1 até
16.384 e as colunas designadas pelas letras de A até IV.
Temos então uma matriz, e a intersecção entre uma coluna e uma linha forma o que chamamos de
célula, que será o espaço onde o usuário armazenará os seguintes elementos:

Caracter = A,B,C...
Números = 1,2,3....
Fórmulas= =A3+A5 toda a fórmula começará com o sinal de ( = ).
Formatos= Moeda R$ 1,00
Nota= Nota explicativa
Estes elementos poderãoser separados ou consecutivos.
Se multiplicarmos 256 colunas por 16.384 linhas, teremos aproximadamente 4 milhões de células.
Abaixo da segunda barra de ferramentas, denominada barra de formatação temos uma linha dividida
em três partes:
1) A esquerda - serve para orientar o usuário a posição do cursor, ou seja, a célula onde esta
posicionado o cursor.
Sendo a referência sempre primeiro a coluna, após a linha.
Ex: A1 significa que o cursor está posicionado na célula cuja intersecção é feita pela coluna A e linha 1.

2) Quase na posição central da referida linha, temos um pequeno quadro que em um primeiro
momento aparece totalmente vazio, ao entrar com qualquer um dos elementos citados acima ná célula,
aparecerá três símbolos: O símbolo de correto na cor verde, o qual confirmará a entrada do dado
O símbolo X na cor vermelho, o qual apagará a entrada do dado
O símbolo FX, permitindo o usuário utilizar o auxiliar de função
3) A direita, é a área que denominamos de linha de edição, pois é neste espaço que o usuário efetuará
qualquer correção no dado colocado na célula.
Na parte inferior do Excel 7, temos orelhas identificadas por Plan1, Plan2 ..., significando que temos
uma pasta de trabalho contendo várias planilha.
O padrão é de 16 planilha por pasta, valor este que poderá ser alterado pelo usuário para mais ou para
menos, de acordo com a necessidade.
Para tornar ativa uma ou outra planilha, basta clicar na orelha da planilha correspondente.
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INFORMÁTICA

E o último elemento da janela do Excel 7 é a linha de status, que indicará na esquerda a ação do excel
e na direita o posicionamento da teclas de caps lock, num lock, insert, etc...
SELEÇÃO DE CÉLULAS
Temos três maneiras para selecionar células:
1) Seleção Simples
Ao clicarmos em uma determinada célula, estaremos selecionando esta célula, se clicarmos em outra,
a anterior é desmarcada, passando a corrente a seleção.
2) Seleção Múltipla em sequência
Se quisermos selecionar cinco células em sequência, basta clicar na primeira, manter pressionada a
tecla Shift e clicar na quinta célula, feito isto todas as cinco células estarão selecionadas.
3) Seleção Múltipla aleatória
Seleciona-se a primeira com o click do mouse e mantem-se pressionada a tecla Ctrl ao clicar nas
outras células fora da sequência.
Poderemos adicionar todos os métodos anteriores para seleção em mais de um bloco.
A movimentação entre as células selecionadas é feita através da tecla Tab.
FORMATOS DO CURSOR DO MOUSE
O formato do cursor do mouse irá nos orientar para o procedimento que deverá ser executado e são:
Uma cruz grossa, utilizado na seleção de células, posicionando o cursor no centro da célula .
Uma seta, serve para mover uma célula para outra, posicionando o cursor em qualquer uma das
bordas da célula.
Uma seta acompanhada do sinal +, serve para copiar uma célula para outra. Este procedimento é feito
mantendo-se pressionada a tecla Ctrl no teclado e posicionando o mouse em qualquer uma das bordas da
célula.
Uma cruz fina, serve para o auto preenchimento da célula. Ex. Ao colocarmos na célula A1 o dado
Janeiro, no canto inferior direito da célula aparecerá um pequeno quadrado, posicionando-se o mouse
dentro deste quadrado, o cursor mudará para uma cruz fina, com o arrastar do mouse para a direita ou para
baixo, será efetuado de maneira automática o auto preenchimento com os dados fevereiro, março e assim
por diante.
Existe uma lista pré-definida no Excel 7, porém o usuário poderá modificar ampliando ou reduzindo.
O EXCEL 7 É DIVIDIDO EM TRÊS ÁREAS:
1) Planilha de cálculo

Serve para automatizar um determinado cálculo, modificando-se qualquer um dos valores


pertinentes a operação, o resultado será atualizado automático.
Dentro desta filosofia existe pré-definido no excel fórmulas que agilizam determinados cálculos,
chamadas de funções ( financeiras, estatísticas, lógicas, etc...)
2) Banco de dados

Traduz-se grosseiramente um banco de dados como sendo um cadastro qualquer, e o excel tem
um potencial no gerenciamento de banco de dados.
No excel, as linhas quando referenciadas a banco de dados são chamadas de registros, já as
colunas são denominadas de campos.
Ex. Em um cadastro temos a seguinte informação:
Nome Cidade
João da Silva Novo Hamburgo
Pedro Souza Caxias
Cada linha forma um registro, e as colunas nome e cidade formam os campos.
O excel tem a capacidade de importação de banco de dados de outros softwares: Dbase, Fox-pró,
Clipper, etc...
3) Gráficos
Para melhor representarmos uma situação de uma planilha, nada melhor do que um gráfico.
O excel é capaz de gerar gráficos, quase que instantâneamente, possuindo dezenas de tipos e
uma variedade enorme dentro de cada tipo.
Além disso o excel possui incorporado uma linguagem de programação, denominada de MACRO,
tornando quase que ilimitado as possibilidades de uso do excel.

NOVIDADES NO EXCEL 7
Assistente de resposta
Autocálculo
Autoconclusão
Autocorreção
Autofiltro - 10 primeiros
Data Map
Dicas de células e dicas de rolagem

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INFORMÁTICA

Fácil formatação numérica


Fácil gerenciamento e recuperação de documentos
Listas compartilhadas
Melhor recurso arrastar-e-soltar
Modelos e o assistente de modelos.

MICROSOFT EXCEL
Introdução:
Uma planilha é simplesmente um conjunto de linhas e colunas, e cada junção de uma linha com uma
coluna chama-se célula, que é a unidade básica da planilha, onde ficam armazenados os dados. Cada
célula possui um endereço próprio, formado pela letra da coluna e pelo número de linha.
Exemplo: A1 identifica a célula da coluna A com a linha 1.
Uma planilha é dita eletrônica por permitir a construção e gravação em meios magnéticos, o que
possibilita a recuperação e alteração eficiente, confiável e veloz, além de impressão.
As planilhas ficaram na história como umas das que levaram a microinformática para frente, Sendo
que as planilhas foram um dos motivos que levou o sucesso dos microcomputadores no início da década de
1980, onde a principal representante foi a Visicalc, depois o Lotus 123, que foi a planilha mais utilizada nos
últimos tempos. E com a criação do ambiente gráfico Windows, foi lançado o Excel, o qual já dominou o
mercado, agora com o lançamento do Windows 95, veio uma versão atualizada do Excel.
Uma planilha tem como função substituir o processo manual ou mecânico de registrar contas
comerciais e cálculos, sendo mais utilizadas para formulações de projeções tabelas, folhas de pagamento,
etc.
O que o MICROSOFT EXCEL:
Microsoft Excel é ma poderosa planilha eletrônica que pode ser imaginada como uma grande folha de
papel dividida em 256 colunas e 16.384 linhas nas quais podemos armazenar textos e números. Mas a
grande vantagem do Excel está no fato de que os valores e textos armazenados nele pode ser manipulados
da forma que o usuário achar melhor para o seu propósito, através de um grande número de fórmulas
disponíveis para serem usadas a qualquer momento que se fizer necessário.
A tela do Excel é composta pela barra de título, que contém o nome do programa, o nome do
arquivos e os botões que fecham, maximizam e minimizam a janela. Logo a seguir, estão a barra de menus,
a barra de ferramentas padrão e a barra de formatação.
Logo abaixo da barra de formatação está a barra de fórmulas que é dividida em três partes: a
primeira parte contém a indicação do endereço atual do ponteiro de células; a segunda parte contém os
botões de entrada e cancelamento que são reconhecidos respectivamente por um “tique” (√ ) e por um xís
(X), que só aparecem no momento da digitação; e a terceira parte está sempre mostrando o conteúdo da
célula atual que também é usada para a digitação ou alteração de um valor ou texto para um célula.
A baixo da barra de fórmulas está a janela da planilha na qual criamos nossas tabelas. Ela é
composta por barras de rolagem e horizontal, além da indicação do nome de cada uma das colunas e o
número de cada uma das linhas.
Um pouco mais abaixo está a barra de status que exibe informações sobre os estado atual do
programa. A parte esquerda desta barra apresenta mensagens indicando a atividade em curso, ou o último
comando selecionado na barra de menus do Excel. Já o lado direito da bar a de status contém uma série de
quadros que abrigam indicadores de teclas, como por exemplo, Num Lock, Caps Lock e Scroll Lock, se
estão ou não ativas.
Como acessar o Excel:
Estando com o computador ligado e usando o Windows 95, clique Inicar, Programas e Microsoft
Excel.
Como sair do Excel:
Para sair do Excel, você pode fechar a janela, conforme visto no Windows 95, ou selecionar a opção
Sair do menu Arquivo.
- Saia do Excel.
- Entre no Excel novamente.
O que é uma Célula:
Célula é o nome dado ao retângulo que se forma no cruzamento de uma coluna com uma linha. Cada
célula tem o seu endereço particular que é formado pela letra da coluna mais o número da linha que a
originou. Por exemplo, a célula que se forma com o cruzamento da coluna “A” com a linha 10 é reconhecida
pela endereço “A10”.
O ponteiro de célula nada mais é do que aquele retângulo formado por linhas mais grossas e que
está sempre indicando a célula onde estamos trabalhando no momento.
Como mover o ponteiro de célula da planilha:
Há duas alternativas: ou usa-se o mouse ou usa-se o teclado.
- Com o mouse é possível rolar o texto horizontal ou verticalmente movendo-se os ponteiros das
barras de rolagem e clicando diretamente sobre a célula desejada.
- Com o teclado podemos usar as seguintes teclas:
Tecla Movimentação
Seta para baixo uma célula abaixo
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INFORMÁTICA

Seta para cima uma célula acima


Seta para direita uma célula à direita
Seta para esquerda uma célula à esquerda
Home célula na coluna A da linha atual
Ctrl + Home primeira célula da planilha (A1)
PgUp uma tela acima na mesma coluna
PgDn uma tela abaixo na mesma coluna
Ctrl + PgUp uma tela à esquerda na mesma linha
Ctrl + PgDn uma tela à direta na mesma linha
Ctrl + → primeira célula ocupada à direita na mesma
linha
Ctrl + ← primeira célula ocupada à esquerda na mesma
linha
Ctrl + ↑ primeira célula ocupara acima na mesma coluna
Ctrl + ↓ primeira célula ocupada abaixo na mesma
coluna
Para que possamos introduzir informações em uma célula, temos que torná-la ativa. Para identificar a
célula ativa é só observar aquela que tem a sua borda mais grossa. Sendo que esta também pode ser
identificada ao lado esquerdo da barra de fórmulas. A notação A1 representa a célula ativa. Todas as
informações que você introduzir serão apresentadas na Barra de Fórmulas.
Para que uma célula se torne ativa, dê um clique com o botão esquerdo do mouse ou use as teclas
de direção, até que a borda da célula esteja destacada.
É muito simples inserir conteúdo em uma célula. Para isso você precisa torná-la ativa, em seguida,
basta digitar o conteúdo.
O Excel sempre classificará tudo que está sendo digitado dentro de uma célula em quatro categorias:
1. um número
2. um texto ou um título
3. uma fórmula
4. um comando
O Excel consegue diferenciar um número de um texto, pelo primeiro caractere que está sendo
digitado. Como padrão, ele alinha um número à direita e um texto à esquerda da célula.
Construa a planilha abaixo:

Para inserir número com valores fracionários, você deve usar a vírgula como separador se o
Windows estiver configurado para o português, ou então, o ponto decimal se o Windows estiver configurado
para inglês. Como o Windows que usamos esta configurado para português, se tivéssemos, por engano,
usado o ponto decimal, o Excel consideraria que estava sendo digitado um texto e não um número,
alinhando-o pelo lado esquerdo da célula.
Obs.: Observe que ao começar a digitar, a Barra de Fórmulas muda e exibir três botões, sendo que
tudo que você digita aparece ao lado destes botões.
EXERCÍCIOS:
1) Posicione o ponteiro de células na célula A1 e digite o seu nome completo nela.
2) Posicione o ponteiro de células na célula B4 e digite o valor 10000 nela.
3) Posicione o ponteiro de células na célula K50 e digite Curso de Excel nela.
Entrada de Texto:
Um texto no Excel é a combinação de letras, números e símbolos que não seja identificados por ele
como outra categoria de dados. Independentemente da largura da célula, se o texto digitado for maior do
que a largura da célula, ele ultrapassará para a célula da direita.
Veja o exemplo abaixo:

Observe que no exemplo acima, o texto “Média dos alunos da 1° série”, está digitado somente na
célula A1, mas o texto é maior que a largura da célula, assim ele se apropria da célula vizinha para ser
totalmente exibido. Se a célula B1 tivesse algum conteúdo, o texto exibido pela célula A1 seria apenas
aquele que cabe na largura da célula. Neste caso, você teria que aumentar a largura da célula A1 para que
seja exibido todo o texto ou usar o recurso Retorno Automático de Texto.
Retorno Automático do Texto:
Esse recurso faz com que a célula seja tratada como uma linha de um processador de textos, ou
seja, ao atingir a margem direita da célula, a palavra é deslocada para alinha seguinte, mudando a altura da
célula de forma que acomode mais de uma linha de texto. Para utilizar este recurso, selecione a célula em
que você deseja digitar o texto, e ative o comando “formatar/células”, como mostra a figura abaixo:

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INFORMÁTICA

Este comando abre uma caixa de diálogo referente a formatação do conteúdo de uma célula. Dê um
clique sobre a guia Alinhamento, e marque a opção “Retorno automático de texto” e pressione o botão de
Ok.
Veja a figura abaixo:

Digite o mesmo texto do exemplo acima na célula que você selecionou e observe que ,a medida que
o texto é digitado, as palavras são deslocadas, veja o exemplo abaixo:

Quando for pressionado a tecla Enter, observe que a altura de todas as células daquela linha serão
alteradas, mas elas não possuem o recurso de ajuste automático de texto. Você pode utilizar este recurso
para uma faixa de células. Utilize a ferramenta pincel para copiar o formato de uma célula, para várias
outras células.
Texto de Número:
Muitas vezes você precisa digitar um texto que na verdade é um número. Se o número for digitado
diretamente, ele será alinhado pela direita. Para que o número seja alinhado pela esquerda diretamente na
digitação, você deve pressionar o acento agudo (‘) antes de digitar o número.

Veja o exemplo abaixo:

Observe que o número que está na célula A1 foi digitado diretamente e foi alinhado pela direita, e o
que foi digitado com o sinal de acento agudo (célula A2), como você pode ver na barra de fórmulas, foi
alinhado pela esquerda. Portanto, quando você precisar alinhar um número pela esquerda, antes de digitar
o número digite o sinal do acento agudo (‘).
Como alterar o conteúdo de uma célula:
Primeiramente, é preciso posicionar o ponte sobre a célula a ser alterada. Em seguida, ou você digita
o valor/texto novamente, ou você edita a célula em questão para alterar o seu conteúdo. Caso opte pela
edição, pressione a tecla F2, ou clique na barra de fórmulas sobre o conteúdo da célula que ali está sendo
mostrado e altere-o. Para confirmar a alteração, você deve pressionar a tecla ENTER ou clicar no botão de
entrada (√ ) na barra de fórmulas.
EXERCÍCIOS:

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INFORMÁTICA

1. Altere o valor digitado na célula B4 para 150000;


2. Altere o conteúdo da célula K50 para Curso de Computação - Excel;
3. Apague o último sobrenome da célula A1;
4. Digite na célula A5 o valor 154896000000.
Como alterar a largura de uma coluna e a altura de uma linha:
Posicione o ponteiro do mouse na moldura da planilha (onde estão as letras das colunas), sobre a
borda direita da coluna cuja largura você deseja modificar. Quando o ponteiro assumir o formato de uma
seta de duas pontas apontando para a direita
e para a esquerda, clique e arraste a borda
direita da coluna até ajustá-la à largura que
você deseja.
Para alterar a largura através da caixa de diálogo, selecione o número da coluna e vá até o menu
formatar, clique na opção coluna e aparecerá outra caixa de diálogo, escolha a opção “largura”.
Veja afigura abaixo:

Esta opção exibe mais uma caixa de diálogo, onde você deve informar a largura da coluna, observe a
caixa de diálogo abaixo:

Pressione o botão de Ok e as colunas irão automaticamente para a nova largura.


O recurso Auto Ajuste é a forma mais rápida e prática de ajustar a largura de uma coluna. Este
recurso ajusta a largura da coluna baseando-se na largura do maior elemento contido em uma célula da
coluna. Para utilizar este recurso, selecione a coluna dando um clique sobre a sobre a sua letra e ative o
comando de menu “formatar/coluna/auto ajuste de seleção”.

Obs.: Para voltar à largura padrão, ative o menu “formatar”, comando “Coluna/Largura Padrão” e a
largura da coluna voltará ao normal.
Alterando a Altura da Linha:
Para você alterar a altura da linha, o processo é semelhante com a alteração da largura da coluna.
EXERCÍCIOS:
1. Altere a largura da coluna A de modo que caiba o valor contido na célula A5.
2. Digite XLK INFORMÁTICA na célula C1.
3. Altera a largura da coluna C de modo que ela acomode completamente a frase XLK INFORMÁTICA.
4. Altere a altura da linha 3 até mais ou mesmo o tripulo de sua altura normal.
5. Altere a altura da linha 5 até mais ou menos o dobro da sua altura normal.
Como alterar o tamanho da fonte de letra:
Clique sobre o botão, ao lado do campo que indica o tamanho atual da letra, para abrir a
lista com os tamanhos. Esta lista você deve selecionar um item, conforme o tamanho desejado.

EXERCÍCIOS:
1. Altere o tamanho da fonte de letra da célula A1 para 18.
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INFORMÁTICA

2. Altere o tamanho da fonte de letra da célula K50 para 16.


3. Altere o tamanho da fonte de letra da célula A5 para 6.
Como alterar o tipo da fonte de letra:
Clique sobre o botão, ao lado do
campo que indica o tipo atual da letra,
para abrir a lista com os tipos. Desta
lista você deve selecionar um item, conforme o tipo desejado.
EXERCÍCIOS:
1. Altere o tipo de fonte de letra da célula A1 para Arial.
2. Altere o tipo da fonte de letra da célula B4 para Currier New.
3. Altere o tipo da fonte de letra A4 para Modern.
Como alterar o estilo da fonte:
Existem quatro estilos de fontes disponíveis para serem usados no Excel:
NEGRITO, ITÁLICO e SUBLINHADO
Para usar um deste estilos em uma célula, basta posicionar o ponteiro de células desejada e clicar
nos respectivos ícones da barra de formatação.
EXERCÍCIOS:
1. Altere o estilo da fonte da célula A1 para Negrito.
2. Altere o estilo da fonte da célula B4 para Itálico.
3. Altere o estilo da fonte da célula A4 para Sublinhado.
Como alinhar os dados dentro das células:
Ao digitar uma informação para uma célula, o Excel usa o alinhamento padrão
para aquele tipo de dado. Para alterar o alinhamento, posicione o ponteiro na célula a
ser alterada e clique em um dos botões de alinhamento: ou à esquerda, ou à
direita, ou ao centro. Células do tipo numérico que ainda não tenham sido
formatadas também podem ser modificadas no seu alinhamento.
EXERCÍCIOS:
1. Altere o alinhamento da célula A1 para o centro;
2. Altere o alinhamento da célula C1 para à direita;
3. Altere o alinhamento da célula K50 para o centro;
4. Altere o alinhamento da célula K50 para à esquerda.
Como Desfazer e Repetir alterações:
Quando você quiser desfazer a sua última entrada de dados ou o último comando executado,
selecione o comando “Editar/voltar” na barra de menu ou dê um clique sobre o botão Voltar, que está
localizado na Barra de Ferramentas padrão. O comando voltar mostra a última ação executada, que pode
ser desfeita. Para utilizar o comando voltar, você deve ativá-lo logo após a operação que deseja desfazer.
Se você quiser repetir o último comando executado, selecione o comando “Editar/Repetir” na barra de
menu ou dê um clique sobre o botão Repetir, que está localizado na Barra de Ferramentas padrão ao lado
do botão Voltar.
Excluindo Planilha da Pasta de Trabalho:
Para apagar uma planilha da pasta de trabalho, você deve selecioná-la, dando um clique sobre a guia
que corresponde a planilha que você deseja excluir, e ativar o comando de menu “Editar/Excluir Planilha”.
Como mostra a próxima figura:

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INFORMÁTICA

Após a exclusão de uma planilha, as demais que estavam à sua direita tomam o seu lugar, sem
mudar o nome.
Criando uma nova planilha:
Se você quiser iniciar uma nova planilha, acabou de entrar no Excel e ainda não abriu nenhuma
planilha do disco, pode começar a criar. Se você já iniciou ou abriu uma planilha existente no disco e quiser
começar uma nova, clique no botão Abrir Planilha Nova. Se houver na planilha atual algo que ainda não
tenha sido gravado, o Excel perguntará se deseja salvar as alterações.
Centralizando o título da planilha:
Certifique-se de que o título foi digitado na primeira coluna da planilha. Depois destaque a partir da
célula onde está digitado o título até a extremidade direita da planilha, mas somente a linha do título. A
seguir, clique no botão de Centralizar.
Centralize o título e o subtítulo da planilha.

Selecionando Intervalos (Grupos) de células:


Muitas vezes você pode precisar realizar uma mesma operação para um agrupamento de células, ao
invés de uma célula, somente. Para evitar ter que aplicar a operação para cada célula individualmente, você
pode destacar todas as células e fazê-la para o grupo todo. É um processo bastante simples que, no
entanto, poupa muito do seu trabalho.
Para selecionar células utilizando o mouse:
Primeiro, posicione o ponteiro de células na célula mais a esquerda e mais acima do grupo a ser
selecionado. Depois, clique o botão esquerdo do mouse e, mantendo pressionado, arraste-o na diagonal até
chegar à célula mais a direita e mais abaixo do grupo a ser selecionado, e então solte o botão do mouse.
Pronto, está feita a seleção do grupo de células.
Usando o teclado:
Primeiro, usando as teclas de seta, posicione o ponteiro de células na célula mis a esquerda e mais
acima do grupo a ser selecionado. Depois, pressione a tecla Shift e não solte. A seguir, usando as teclas de
seta desloque o ponteiro de células até a célula mais a direita e mais abaixo do grupo de células a ser
selecionado. Então solte a tecla Shift e o grupo estará selecionado.
Obs.: Para cancelar a seleção basta selecionar uma outra célula isolada com o mouse ou com o
teclado.
EXERCÍCIOS:
1. Digite para as seguintes células os seguintes valores:
A1 : 100 B1 : 200 C1 : 300
A2 : 50 B2 : 150 C2 : 250
A3 : 150 B3 : 250 C3 : 300
2. Selecione o grupo de células A1 : A3 com o mouse.
3. Selecione o grupo de células B1 : B3 com o mouse.
4. Selecione o grupo de células C1 : C3 com o mouse.
5. Selecione o grupo de células A1 : B3 com o mouse.
6. Selecione o grupo de células B1 : C3 com o mouse.
7. Selecione o grupo de células A1 : C3 com o mouse.
8. Selecione o grupo de células B1 : B3 com o mouse.
9. Selecione o grupo de células A1 : A3 com o teclado.
10. Selecione o grupo de células C1 : C3 com o teclado.
11. Selecione o grupo de células A1 : B3 com o teclado.
12. Selecione o grupo de células B1 : C3 com o teclado.
13. Selecione o grupo de células A1 : C3 com o teclado.
Movendo células ou faixas de células:
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INFORMÁTICA

Para movimentação ou cópia de grupos de células, você pode usar tanto os botões da barra de
ferramentas padrão, como as opções do menu Editar e as opções do menu de Atalho, que pode ser
acessado com um clique no botão direito do mouse sobre a área da planilha. Nós usaremos os botões da
barra de ferramentas padrão por ser de fácil assimilação e padrão para todos os programas do Windows.
Para mover células, ou seja, tirar de onde está e colocar em outro lugar, você deve primeiramente
selecioná-las da maneira que foi vista anteriormente. Em seguida, clique no botão Recortar, para passar o
grupo para a área de transferência. Uma moldura de tracinhos luminosos envolverá a área selecionada.
Depois, clique na célula a partir da qual o grupo terá que ser movido. Em seguida, clique no botão Colar e o
grupo de células será transferido para a nova posição.
Obs.: Após ter clicado no botão Recortar, pressione Esc, se quiser cancelar o processo.
Copiando células ou faixa de células:
Para copiar, ou seja, manter onde está mas também colocar em outro lugar, selecione primeiro o
grupo de células a ser copiado. Em seguida clique no botão Copiar para passar para a área de
transferência. Uma moldura com tracinhos luminosos envolverá a área selecionada. Depois, clique na célula
a partir da qual o grupo deverá ser copiado. Em seguida, clique no botão Colar e o grupo de células será
copiado na nova posição.

recortar copiar colar


É possível, também, copiar o conteúdo de apenas uma célula para uma faixa com várias células,
utilizando o mesmo procedimento. A única diferença é que você selecionará apenas uma célula para copiar
e uma faixa com várias células para Colar.
Obs.: Após ter clicado no botão Copiar, pressione Esc, se quiser cancelar o processo.
EXERCÍCIOS:
1. Copie o grupo de células A1 : A3 para A5.
2. Copie a célula B1 para a faixa B5 : B10.
3. Copie o grupo de células A1 : C2 para C7.
4. Copie o grupo de células B1 : C3 para C10.
5. Copie o grupo de células A1 : C3 para E1.
A alça de preenchimento:
Alça de preenchimento é aquele pequeno pontinho preto que existe no canto inferior direito da célula
selecionada. Ela é bastante útil em muitas tarefas. Dentre elas:
Copiar: Selecione a célula (ou grupo de células) que deseja cópias, clique na alça de preenchimento
e arraste na direção desejada indicando o número de cópias.
Seqüências: Você pode poupar muito trabalho em criação de seqüências de datas, números, meses,
etc. fazendo uso da alça. Para isso, digite os dois primeiros valores da seqüência (um ao lado do outro ou
um sobre o outro) por exemplo: A1 = janeiro A2 = Fevereiro. Depois selecione as duas células e arraste a
alça de preenchimento indicando a direção e a extensão da seqüência.
Obs.: Caso queira seqüências não consecutivas (1, 2, 4, 6 ou janeiro, abril, julho, outubro) deve
digitar os dois primeiros valores com a diferença desejada entre cada item da seqüência.
Como Programar o Auto Preenchimento:
O Auto Preenchimento nada mais é que uma lista de seqüências pré-programadas que o Excel
possui, sendo que você também pode acrescentar listas ou seqüências próprias que costuma utilizar no seu
dia a dia.
Par utilizar este recurso oferecido pelo Excel, ative no menu “ferramentas” o comando “opções”, note
a abertura da caixa de diálogo Opções. Dê um clique sobre a guia “listas” para ativá-la. Veja a figura abaixo:

Na área listas personalizadas você vê as listas que já está incluídas e nota que os dias da semanas e
34
INFORMÁTICA

meses estão lá. No item Nova lista, que já vem selecionado quando você ativa esta pasta, que é utilizado
para você criar uma nova lista, pressionando o botão adicionar. Na caixa Entradas da Lista, você deve
digitar a série de entradas, separando-as com vírgula.
Após terminar de digitar a lista, pressione o botão de Ok e você já poderá utilizar a nova lista no auto
preenchimento.
EXERCÍCIOS:
1) Crie a seguinte tabela, sendo que as seqüências deverão ser criadas pela alça de preenchimento.
Vendas
Código Nome Janei Fevereir Mar Abril
ro o ço
101 João Bertoldo 500 600 700 800
201 Arnoldo Ribafrades 100 200 300 400
301 Osmaralho Felisberto 1 5 9 13
401 Marivaldina Esquinigrena 14 23 32 41
501 Juvenaldo Ostrogofrindo 10 12 14 16
601 Esmerlindo Jubaribi 4 8 12 16
Apagando células ou faixa de células:
Para apagar o conteúdo de células, selecione a célula ou o grupo de células e pressione a tecla
Delete (ou Del). O conteúdo das células é imediatamente apagado.
EXERCÍCIOS:
1. Apague o conteúdo das células da faixa A5 : A8.
2. Apague o conteúdo das células da faixa B5 : B10.
3. Apague o conteúdo das células da faixa C7 : E8.
4. Apague o conteúdo das células da faixa C10 : D12.
5. Apague o conteúdo das células da faixa E1 : G3.

EXERCÍCIOS:
1) Crie a Planilha a seguir:

Formatação de Células:

Para que os
números sejam
Aumenta
Diminui Nr. de Nr. de casas decimais
casas decimais mostrados com um ponto
a cada três dígitos e a
Separador de milhares vírgula decimal, é preciso
Formato Percentual formatá-los. Você pode
Formato moeda aplicar o formato moeda
(R$ 950.340,00),
percentual (50,00%) ou o
separador de milhares (847.873,88). Para formatar uma célula, clique na célula mais acima e mais à
esquerda e araste até a célula mais abaixo e mais à direita do grupo. Em seguida, clique no botão do
formato desejado.
Formate as células da planilha que contém valores com o Separador de Milhares.
Construindo uma planilha:
Analise a seguinte planilha:

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INFORMÁTICA

Para construir acima, siga os passos a seguir:


1) Coloque o ponteiro de células na célula A1 e digite o título todo em maiúsculo;
2) Coloque o ponteiro de células na célula A3 e digite o subtítulo também em maiúsculo;
3) Digite na célula A6 a palavra DEPARTAMENTO 1, e nas células A7, A8, A9, A10 e A11, os departamentos
2, 3, 4, 5, e 6;
4) Digite nas células B5 a palavra JANEIRO, na célula C5 a palavra FEVEREIRO e na célula D5 a palavra
MARÇO, todas as linhas à direita;
5) Digite os valores nos seus devidos lugares;
6) Altere a largura das colunas até que elas fiquem do tamanho adequado;
7) Posicione o ponteiro de células na célula A1 e aumente o tamanho da fonte para 16;
8) Posicione o ponteiro de células na célula A3 e aumente o tamanho da fonte para 14;
9) Posicione o ponteiro de células na célula A1 e coloque o seu conteúdo em negrito;
10) Posicione o ponteiro de células na célula A3 e coloque o seu conteúdo em itálico.
Correção Ortográfica:
O Excel tem um corretor ortográfico, o funcionamento dele é semelhante ao corretor ortográfico do
Word for Windows.
Para utilizar o corretor ortográfico, selecione uma única célula se você quer verificar a ortografia da
pasta inteira; selecione uma faixa se você quer verificar uma parte da planilha, como por exemplo um
gráfico; ou ainda, selecione uma única palavra ou expressão na barra de fórmulas para verificar palavras
individuais.
Depois de selecionada a planilha, a faixa ou a palavra que você deseja, pressione o botão Verificar
Ortografia ou use no menu Ferramentas o comando Verificar Ortografia.
Se o verificador de ortografia encontrar algum erro, ele, lhe apresentará a seguinte caixa de diálogo:

Na caixa de diálogo acima você pode optar pela opção ignorar o erro, usando o botão Ignorar.
Substituí-lo pela ortografia correta mostrada na caixa sugestões, usando o botão alterar, ou incluir a palavra
no dicionário, usando o botão adicionar.
Depois de terminada a correção ortográfica, o verificador ortográfica apresenta a seguinte caixa de
diálogo:

Pressione o botão de Ok, e a ortografia da sua planilha ou célula está pronta.


Salvando a Planilha:
Todo o complexo e delicado trabalho que se realiza em uma planilha permanece sob risco de ser
perdido até o documento ser gravado no disco. Se faltar energia ou se o computador entrar em pane,
adeus. Você terá que recomeçar tudo de novo, desde o princípio. Para se manter afastado de catástrofes
desse tipo, é suficiente adotar uma regra muito simples: salve a sua planilha imediatamente após ter
introduzido nela qualquer informação valiosa.
Para gravar a planilha, clique no botão do disquete ou selecione a opção Salvar do menu Arquivo.
Sempre que você grava uma planilha pela primeira vez, o Excel exibe uma caixa de diálogo chamada
Salvar Como. Selecione o diretório onde deseja salvar e no campo Nome do Arquivo digite TABELA. Depois
é só clicar sobre o botão Ok e a planilha será salva no diretório selecionado com o nome de TABELA.
Depois da primeira vez, o Excel não mais exibe a caixa de diálogo Salvar Como. Se desejar salvar a
planilha com outro nome, selecione a opção Salvar Como do menu Arquivo.

36
INFORMÁTICA

Abrindo uma planilha já existente:


Sempre que você desejar fazer alterações em uma planilha criada anteriormente e armazenada em
disco, será necessário primeiro abrí-la, ou seja, trazê-la para a tela do Excel. Para fazer isto, clique no
botão Abrir Planilha Existente ou selecione a opção abrir do menu Arquivo. A seguir, o Excel exibe a caixa
de diálogo Abrir Planilha, muito semelhante à caixa de diálogo Salvar Como. Nesta caixa você deve
selecionar o diretório e informar o nome da planilha a ser recuperada ou selecioná-la na lista de planilhas
mostradas na tela. Em seguida, clique no botão Ok para que a planilha seja trazida para a tela do Excel.
Abra a planilha de nome TABELA gravada anteriormente.
EXERCÍCIOS:
Construa a planilha a seguir:

Usando fórmulas no Excel:


As fórmulas constituem a genuína força motriz de uma planilha. Se você definir adequadamente uma
fórmula, ela calculará a resposta correta quando for introduzida em uma célula, e daí por diante se manterá
sempre atualizada, recalculando os resultados sempre que qualquer um de seus valores for modificado. É
como dispor de um batalhão de escravos dóceis, rápidos e, o que é melhor, inteligente. Sempre que você
for digitar uma fórmula em uma célula, obrigatoriamente ela deve começar com um sinal de igual (=). As
fórmulas se constituem de endereços de células, operadores aritméticos e, ocasionalmente, valores.
Os operadores aritméticos que podem ser usados em uma fórmula são os seguintes:
+ (Sinal de mais) para adição;
- (Sinal de menos ou hífen) para subtração;
* (Asterisco) para multiplicação;
/ (Barra) para divisão ;
^(Acento circunflexo) para potenciação;
Digite para a célula A1 o valor 100, para a célula B1 o valor 150 e para a célula C1 o valor 50. Para
criar uma fórmula na célula A3 que some os três valores, digite em A3 o seguinte: = A1 + B1 + C1.
Outros exemplos de fórmulas:
Para a célula A4 : = A1 * B1 / C1
Para a célula A5 : = (B1 + C1)*A1
Para a célula A6 : = (B1 - A1)^C1
Fórmulas especiais pré-definidas pelo Excel (Funções):
Uma função nada mais é do que uma fórmula pré-definida que efetua um tipo de cálculo específico.
Tudo o que você precisa para utilizar uma função é fornecer a ela os valores apropriados para efetuar esses
cálculos. Tal como as fórmulas criadas pelo usuário, as funções devem começar com um sinal de igual (=)
para que o Excel saiba interpretá-las como fórmulas e não como texto. É aconselhável digitar o nome da
função e o nome das células em maiúsculo.
= SOMA() : Soma todos os valores do grupo ou células indicadas. Ex.: =SOMA(A1 : C1) ou =SOMA
(A1 ; B1 ; C1)
= MÉDIA() : Calcula o valor médio do grupo ou célula indicadas. Ex.: =MÉDIA(A1 : C1) ou =MÉDIA
(A1 ; B1 ; C1)

37
INFORMÁTICA

= Raiz(): Calcula a raiz quadrada da célula indicada. Ex.: = RAIZ(A1)

EXERCÍCIOS:
Construa a planilha a seguir:

Para a célula F8, digite a seguinte fórmula: =D8 * E8


Copie a fórmula da célula F8 para o grupo F9 : F12
Para a célula F14, digite a seguinte fórmula: =SOMA(F8 : F12)
Embelezando suas planilhas:

As linhas de grade exibidas na sua planilha são simplesmente referências, que têm por objetivo
auxiliar o usuário a se situar enquanto trabalha na planilha. Mas você pode optar por imprimi-las ou não
junto com os dados da planilha. Para destacar seções específicas da planilha, você pode acrescentar
bordas ou sombreados a suas células. Não confunda as linhas das bordas, acrescentadas para realçar uma
determinada faixa de células, com as linhas de grade utilizadas para definir as bordas das células na
planilha. As bordas acrescentadas com propósitos estéticos serão impressas mesmo que você decida não
imprimir as linhas da grade da planilha.
Para poder visualizar melhor as bordas acrescentadas às células, remova as linhas de grade da
planilha. Para remover as linhas de grade da planilha, basta abrir o menu Ferramentas, clicar sobre a opção
Opções e, na caixa de diálogo que será aberta, desativar a opção Linhas de Grade. Caso deseje colocar
novamente as linhas de grade é só repetir o processo e ativar a opção linhas de grade.
Para envolver um grupo de células com bordas, destaque o grupo e clique no botão Tipos de Bordas.
Selecione o tipo de borda desejado.
EXERCÍCIOS:
1. Construa a planilha a seguir, mas só desative as linhas de grade quando for inserir as bordas.

38
INFORMÁTICA

Alteração da Cor do Texto:


Outro recurso usado para melhorar o visual de sua planilha é a utilização de cores. A alteração da cor
do texto de uma célula é feita por meio do botão Cor da Fonte, que está localizado na barra de formação. A
letra T indica que ele altera a cor do texto e o quadrado sobreposto ao T mostra a cor atual da fonte, que é
preta como padrão. Para selecionar outra cor, dê um clique sobre a seta que está ao lado do botão para
abrir a caixa de seleção de cores.
Alteração da Cor de Fundo da Célula:
Para mudar a cor de fundo de uma célula é preciso usar o botão cor, que possui a figura de um
balde. Selecione a faixa de células B5 até E13 e dê um clique sobre a seta ao lado do botão Cor.
Saiba que as cores utilizadas na planilha apenas serão impressas se você estiver usando uma
impressora colorida.
Como Centralizar um Texto nas Células:
Com este botão você pode centralizar colunas selecionadas, ou seja, centralizar títulos em várias
células. Para utilizá-lo escreva o título, selecione as células na qual você deseja que o título seja
centralizado e pressione o botão centralizar nas colunas. Pronto! O título da sua planilha já está
centralizado.
Caixa de diálogo Formatar Células:
Alem da barra de ferramentas de formatação que é a forma mais rápida de fazer a formatação de
uma célula ou uma faixa de células, o Excel lhe oferece outro recurso, que por meio do menu Formatar
comando células. Veja a figura seguinte:

Após utilizar este comando, o Excel lhe apresentará uma caixa de diálogo com cinco pastas, sendo
as mais utilizadas a de formatação de números e a de formatação de texto.
Veja abaixo a pasta fontes que será a primeira que veremos:

Para alterar o formato dos dados contidos em uma célula ou uma faixa de células através da caixa de
diálogo formatar células, selecione a célula ou a faixa de células que você deseja formatar. Na pasta fontes
você pode alterar a apresentação dos caracteres que estejam na área selecionada. Na lista fontes
selecione a fonte que você quer usar, se é normal, itálico, negrito ou ainda negrito e itálico. Na lista
tamanho, você escolhe o tamanho da fonte. Na lista sublinhado, selecione o tipo de sublinhado, que pode
ser nenhum, simples, duplo, contábil simples e contábil duplo. Na lista cor, selecione uma cor, se a sua
impressora é em preto e branco, selecione a opção automática. No grupo efeitos, ative qualquer
combinação, tachado, sobrescrito, subscrito. E por último, visualize sua opção na área de visualização para
verificar se o seu texto “amostra” está como você deseja, se não estiver, escolha outras opções. Dê um
clique sobre o botão de Ok ou pressione a tecla Enter.
Obs.: O modo mais rápido de se formatar uma célula ou uma faixa de célula é pela barra de
ferramentas formatação.
Veja abaixo a pasta de Alinhamento:

39
INFORMÁTICA

Esta pasta é ma das mais utilizadas. Para utilizar os recurso que esta pasta possui, selecione, uma
célula ou uma faixa de células e escolha a opção que você deseja aplicar. Na lista horizontal, você escolhe
como você quer que saia o seu texto na horizontal. Na área Vertical também, você escolhe como você quer
que saio o texto na vertical. Na área Orientação, você escolhe como você quer que o texto seja visualizado.
Agora veremos a pasta número, observe a figura abaixo:

Nesta pasta você escolhe opções para a formatação de números, contidos em uma célula ou em
uma faixa de células. Para utilizar esta pasta, selecione uma célula ou uma faixa de células que contenha
números. Na lista categorias, selecione o tipo de número que você deseja formatar. Na lista códigos de
formatação escolha um código e observe que irá aparecer um exemplo abaixo da área código. Na área
código você digita, ou modifica um código. Pressione o botão de Ok e sua formatação de números está
concluída.
Obs.: Para formatação de números rápida, utilize os botões que estão na barra de ferramentas
formatação.

Vamos ver agora a pasta padrões:

40
INFORMÁTICA

Nesta pasta você escolhe a cor que você quer aplicar em uma célula ou em uma faixa de células.
Para utilizar este recurso, selecione a célula ou a faixa de células e escolha a cor desejada.
Obs.: Um modo mais rápido de utilizar este recurso é utilizando os botões Cor e Cor da fonte na
barra de ferramentas formatação.
Na pasta bordas, escolha o tipo de borda que você deseja introduzir na sua célula ou em sua
planilha.
Para utilizar este recurso, selecione a célula ou a faixa de células que você deseja colocar uma borda
e na área borda escolha qual o lado que a borda será introduzida. A área estilho, o tipo de borda e na área
cor a cor da borda. Pressione o botão de Ok, ou a tecla Enter e a borda que você escolheu será colocada
na céula ou faixa de células que você selecionou.
Obs.: Este recurso você poderá utilizar pelo botão Tipos de Bordas na Barra de ferramentas
formatação.

Imprimindo uma planilha:


Depois de construída a planilha, completada com dados e fórmulas ajustada esteticamente, é natural
que você queira imprimi-la. Antes, porém, de iniciar a impressão, é necessário checar como que ela sairá
no papel. O Excel possui um recurso chamado ajustar as margens e ver na tela como será a impressão no
papel.

41
INFORMÁTICA

Para imprimir usando todas as definições padrões do Excel, você pode clicar no botão Imprimir, ou
selecionar a opção Imprimir do menu Arquivo e clicar Ok.
Para imprimir mais de uma cópia da planilha, na caixa de diálogo Imprimir, digite a quantidade
desejada. Para imprimir somente algumas páginas, selecione a opção Páginas e digite a página inicial e
final nas caixas de texto de e até. Em seguida, clique no botão Ok.
Para ver na tela como sairá a impressão antes de imprimir a planilha, clique no botão Visualizar
Impressão. Para alterar as margens, clique sobre o botão Margens e arraste as linhas que aparecem
delimitando as margens esquerda, direita, superior e inferior. Para alterar outros detalhes como cabeçalho e
rodapé, por exemplo, devemos clicar sobre o botão Configurar para abrir a caixa de diálogo Configurar
Página, onde poderemos optar por clicar os botões Cabeçalho ou Rodapé para defini-los ou excluí-los. Para
definir se a impressão será no estilo retrato ou paisagem, se a largura e altura da planilha deverão ser
ajustadas para uma página ou se deverá ser impressa no seu tamanho normal, sendo partida em páginas,
basta selecionar os referidos botões. Depois de tudo alterado, não esqueça de clicar o botão Ok da caixa de
diálogo Configurar Página.
Para visualizar diversas páginas, caso sua planilha seja bastante grande, clique os botões Anterior ou
Próximo da janela da Impressão Prévia.
Depois é só clicar o botão Imprimir e sua planilha será enviada para a impressora.
Obs. 1: Caso sua planilha seja muito grande e não caiba em uma única folha, o Excel a dividirá em
páginas da seguinte forma: primeiro para baixo e depois para o lado.
Obs. 2: Caso deseje imprimir apenas um pedaço da planilha você terá que clicar no botão Configurar
Página da Janela Imprimir e, na janela Configurar Página, clicar o botão Planilha. Na caixa de texto área de
Impressão informe a área a imprimir no formato célula superior e esquerda: célula superior direita (por
exemplo: B5 : D10). Clique Ok para voltar á janela Imprimir.
Obs. 3: Caso deseje verificar se você não errou nada durante a digitação dos títulos e de qualquer
texto que você tenha digitado, basta posicionar o ponteiro de células no célula A1, abrir o menu
Ferramentas e clicar sobre a opção Verificar Ortografia. O Excel irá parar na primeira palavra desconhecida
que ele encontrar, dando possibilidades para você de trocar a palavra por uma outra sugerida, ou corrigir à
que está errada e colocá-la de volta na planilha, ou ainda ignorá-la caso esteja correta. Sempre antes de
imprimir uma planilha é bom verificar a ortografia.

EXERCÍCIOS:
1. Construa a planilha a seguir:

42
INFORMÁTICA

Méd. Bim. 1 = Média (N1 : N3)


Méd. Bim. 2 = Média (N1 : N3)
Méd. Final = Média(Bim1;Bim2)
2. Faça a correção ortográfica e depois Imprima esta planilha.
3. Construa mais esta planilha:

Valor Juros = (Dias atrasados *Perc.Juros) * Valor


Valor a pagar = Valor + Valor Juros
4. Faça a correção ortográfica e depois imprima também esta tabela.
Criando um gráfico para uma planilha:
Todos sabemos que nossas mentes registram mais facilmente uma imagem do que texto ou
números. É também muito mais fácil analisar um gráfico do que uma planilha. Através de um gráfico obtêm-
se, rapidamente, uma idéia dos números que ele representa. Numa planilha, ao contrário, é preciso
comparar cada número com outros para, só depois, saber o que eles realmente significam.
Acrescentar gráficos às planilhas, ao contrário do que você possa pensar, é relativamente simples. O
Excel oferece diversos tipos de gráficos pré-definidos, o que simplifica o nosso trabalho a apenas informar
alguns detalhes tais como: a faixa de células onde estão as informações que serão usadas no gráfico, o tipo
de gráfico, os títulos principal, do eixo x, do eixo y e alguns outros.
Construa a pequena planilha a seguir:

Para criarmos um gráfico devemos seguir alguns passos, os quais serão descritos a seguir:
- A primeira coisa a fazer é selecionar a faixa de células que contém as informações que deverão ser
representadas o gráfico. Selecione a faixa A1:D4.
- Clique o ícone Auxiliar Gráfico que irá iniciar a criação do gráfico.
- Pressione o botão esquerdo do mouse para confirmar a faixa selecionada.
- Logo após você ter soltado o botão do mouse o Excel exibirá a caixa de diálogo Auxiliar Gráfico -
Etapa 1 de 5. Neste momento o Excel está pedindo para você conferir a faixa de células usadas para criar o
gráfico. Caso esteja errado arrume-o. Clique o botão Próximo ou pressione ENTER para confirmar e
passar à próxima etapa.
- O Excel passará à etapa 2 de 5, na qual você deverá escolher o tipo de gráfico que deseja usar.
Para isto, basta clicar no quadro referente ao gráfico desejado. Depois de escolhido o tipo de gráfico não
esqueça de clicar o botão Próximo ou pressionar ENTER para seguir adiante.
- Agora o Excel está na etapa 3 de 5, onde você deverá escolher uma das possíveis variações do tipo
de gráfico escolhido no passo anterior. Depois de escolher uma das variações confirme a operação
passando à próxima etapa clicando o botão Próxima.
- Neste momento estamos na etapa 4 de 5, onde o Excel exibe uma prévia do gráfico. Normalmente
o Excel converte cada linha de valores da tabela selecionada em uma série de dados separada no gráfico.
43
INFORMÁTICA

A legenda identifica cada uma das séries de dados do gráfico. Como o gráfico representa as séries de
dados através de colunas, o Excel utiliza os dados da primeira linha para rotular o eixo X. Os dados da
primeira coluna são usados como os itens de legenda. Se quiser, você pode trocar as séries de dados
selecionando a opção colunas ao invés de linhas, o que irá inverter a representação no gráfico. Não
esqueça de confirmar esta etapa clicando o botão Próxima.
- Agora o Excel se encontra na etapa 5 de 5. Neste momento você deve introduzir o título principal, o
do eixo X e o do eixo Y. Coloque como título principal a frase “Contas do Trimestre”. Para título do eixo X,
digite “Meses” e, para o título do eixo Y, digite “Contas”. Você pode pressionar o botão Finalizar ou teclar
ENTER para que o gráfico esteja terminado e visível na tela.
Uma vez criado o gráfico, é fácil movê-lo ou dimensioná-lo. Basta dar um clique sobre ele e, em
seguida, aparecerão vários quadrinhos sobre as bordas do gráfico. A partir daí, é só arrastar um dos
quadrinhos para aumentar ou diminuir o seu tamanho. Para movimentar o gráfico, basta posicionar o
ponteiro do mouse sobre ele e arrastá-lo para a nova posição.
Alterando o aspecto do gráfico:
Além de modificar o tipo de gráfico e acrescentar ou remover linhas de grade com os botões da barra
de ferramentas gráficas, você também poderá fazer modificações em partes específicas do gráfico (tais
como selecionar uma nova fonte de letra para os títulos, ou reposicionar a legenda). Para isso será preciso
selecionar o gráfico a modificar dando um duplo clique sobre ele.
Agora o que você tem a fazer é selecionar a parte do gráfico que será alterada. Basta clicar sobre o
local desejado e este ficará cercado com os famosos quadrinhos, o que indica que está selecionado. Para
abrir a janela de formatação, clique duplo sobre a área da gráfico a ser modificada. Qualquer parte do
gráfico você poderá selecionar e alterar, dependerá apenas da sua criatividade.

Imprimindo um gráfico:
Para imprimir o gráfico de uma planilha, temos duas formas:
- Imprimir somente o gráfico: para isto é necessário clicar duplo sobre o gráfico para que ele seja
selecionado, abrir o menu arquivo e escolher a opção imprimir. As opções para a impressão do gráfico são
quase iguais às usadas para imprimir a planilha, portanto, você não terá dificuldade em entendê-las.
- Imprimir o gráfico junto com a planilha: basta imprimir a planilha que o gráfico é impresso junto, logo
abaixo da planilha. Mas se você for imprimir apenas uma faixa de células, para que o gráfico seja impresso,
será necessário selecionar a faixa de células onde o gráfico está posicionado. Tirando este detalhe usa-se o
processo normal de impressão.
Corrija e imprima a planilha.
EXERCÍCIOS:
Construa a planilha abaixo:

44
INFORMÁTICA

Faça a correção ortográfica e imprima a planilha.


Construa um gráfico para esta planilha seguindo os seguintes passos:
- Destaque a faixa de células A3 : H9.
- Clique sobre o botão Auxiliar Gráfico.
- Na caixa de diálogo Etapa 1 de 5 verifique se a faixa de células está correta. Caso não esteja, arrume-a e
depois clique sobre o botão Próxima.
- Na caixa de diálogo Etapa 2 de 5 selecione o tipo de gráfico de colunas e confirme a operação pressionando
a tecla ENTER.
- Na caixa de diálogo Etapa 3 de 5 selecione uma das variações do gráfico de colunas e depois confirme a
operação pressionando a tecla ENTER.
- Na caixa de diálogo Etapa 4 de 5 apenas clique o botão Próxima para passar à próxima etapa.
- Na caixa de diálogo Etapa 5 de 5 digite os seguintes títulos para o gráfico: principal - DEMONSTRATIVO
DE VENDAS, eixo X - FILIAIS, eixo Y - VENDAS. Após ter digitado os títulos, confirme a operação
pressionando a tecla ENTER.

DEMOSTRATIVO DE VENDAS

15.000,00
TUBARÃO

10.000,00 CRICIÚMA
LAGUNA
5.000,00 PALHOÇA IMBITUBA
LAGUNA PALHOÇA
0,00
TUBARÃO SÃO JOSÉ
BIM1

BIM3

BIM5

Escondendo uma coluna ou uma linha:


Carregue a planilha da Indústria Construtora Civil Ltda.
Muitas vezes em uma planilha existem informações que são vitais para o cálculo das fórmulas, mas
ou outro lado, você não gostaria que estas informações chegassem ao conhecimento de qualquer pessoa.
Como por exemplo, o valor dos salários dos diversos funcionários de uma empresa, é vital para o cálculo da
folha de pagamento, porém, não seria ético que os funcionários tomassem conhecimento dos salários de
seus colegas.
Felizmente o Excel tem um recursos que resolve este problema. É possível, através dele, esconder
uma ou mais linhas e/ou colunas da planilha.
Para esconder uma coluna ou uma linha, siga os passos abaixo:
- Clique sobre a letra da coluna ou número da linha para selecioná-la. Isto deve ser feito sobre a borda da
área de planilha.
- Clique sobre a linha ou coluna com o botão direito do mouse para chamar o menu de atalho.
- Clique o botão ocultar e a coluna ou linha desaparecerá.
- Esconda as colunas C e G e as linhas 4 e 8.
Reexibindo uma coluna ou linha escondida:
Para reexibir a coluna ou linha escondida, siga os seguintes passos:
- Com o ponteiro do mouse sobre a borda selecione duas linhas ou colunas, a que está a esquerda e a que
está à direita da coluna escondida, se for coluna; ou a que está abaixo e a que está acima da linha
escondida, se for linha.
- Clique com o botão direito do mouse sobre as linhas ou colunas selecionadas.
- No menu Atalho, escolha a opção Reexibir e a sua linha ou coluna estará visível novamente.
- Reexiba as colunas C e G e as linhas 4 e 8.
Inserindo linhas ou colunas inteiras:
Para inserir linhas ou colunas inteiras:
Para inserir uma linha em branco ou uma coluna em branco, clique, na borda da área de planilha,
sobre a linha ou a coluna que deverá se deslocar para dar espaço à nova linha ou coluna. Então clique no
botão direito do mouse e, no menu Atalho, selecione a opção Inserir. Uma nova linha ou coluna aparecerá
em branco na planilha.
- Insira colunas novas em C e F.
- Insira linhas novas em 3 e 7.
Apagando linhas ou colunas inteiras:
Para apagar linhas ou colunas inteiras:
Para apagar uma linha ou coluna, clique, na borda da área de planilha, sobre a linha ou coluna que
deverá ser apagada. Então clique no botão direito do mouse e, no menu Atalho, selecione a opção Excluir.
A linha ou coluna selecionada é apagada, puxando a seguinte para seu lugar.
- Apague as colunas em branco inseridas;
45
INFORMÁTICA

- Apague as linhas em branco inseridas;


Dividindo a planilha na horizontal ou vertical:
Muitas vezes, ao trabalhar com planilha muito grandes, no sentido horizontal e/ou vertical, tem-se a
necessidade de repartir a tela em duas para poder ver duas partes da mesma planilha ao mesmo tempo.
Para repartir a planilha é muito simples, seja na horizontal ou vertical. Basta posicionar o ponteiro do
mouse sobre uma pequena folha visível na extremidade superior da barra de rolagem vertical ou sobre a
extremidade esquerda da barra de rolagem horizontal, quando o mouse estiver posicionando, ele assumirá
a forma de uma cruz dividida ao meio e com flechas em duas direções. Nesse momento, você deve
pressionar o botão esquerdo do mouse e arrastar a linha que divide a planilha para a posição desejada.
Para voltar a planilha ao normal, basta arrastar a divisão de volta ao seu lugar de origem.
Trabalhando com dados de outras planilhas
O Excel dispõe de até 16 planilhas por arquivo. Isto é, você pode criar uma planilha de compras, de
vendas, de estoque, de preços, etc. em apenas um arquivo. Para tanto, na parte inferior da tela do Excel,
existem guias, cada qual representando uma planilha do arquivo atual (Plan1, Plan2, Plan3 ...). Para
começar uma planilha nova em seu arquivo, clique em um dos Plans e crie-a.
A parte mais interessante do uso de várias planilhas em um mesmo arquivo, é que você pode
relacioná-las, isto é, trabalhar com valores de planilhas diferentes, bastando para isso, em suas fórmulas,
indicar a planilha a que a célula pertence. Exemplo:
=Plan2!G8 + Plan4!D15
No exemplo acima, a fórmula retornaria o valor da soma entre a célula G8 da Plan2 e a célula D15 da
Plan4.
EXERCÍCIOS:
1) Crie as seguinte tabelas:
Plan1
D4=C4+(C4*C$2)

Tabela de Preços reajustados


Reajuste para venda: 25%
Cód Descriçã Custo Venda
igo o
15 Beringela R$4,00 R$5,00
20 Goiaba R$3,00 R$3,75
25 Maçã R$8,00 R$10,00
30 Laranja R$6,00 R$7,50
35 Uva R$7,00 R$8,75
40 Manga R$9,00 R$11,25
45 Mamão R$3,00 R$3,75

Plan2
A4=Plan1!A4
B4=Plan1!B4
D4=Plan1!D4*C4
Vendas do Mês

Códig Descriçã Quantidad Total


o o e
15 Beringela 35 R$ 175,00
20 Goiaba 48 R$ 180,00
25 Maçã 93 R$ 930,00
30 Laranja 21 R$ 157,50
35 Uva 63 R$ 551,25
40 Manga 46 R$ 517,50
45 Mamão 87 R$ 326,25

Plan3
A4=Plan1!A4
B4=Plan1!B4
D4=Plan1!D4*C4
Compras do Mês

46
INFORMÁTICA

Códig Descriçã Quantida Total


o o de
15 Beringela 60 R$ 240,00
20 Goiaba 53 R$ 159,00
25 Maçã 120 R$ 960,00
30 Laranja 35 R$ 210,00
35 Uva 89 R$ 623,00
40 Manga 62 R$ 558,00
45 Mamão 98 R$ 294,00

Plan4
A4=Plan1!A4
B4=Plan1!B4
C4=Plan3!C4-Plan2!C4
D4=Plan2!D4-(Plan2!C4*Plan1!C4)
E4=SE(C4<=15; “Produto em falta!!!”; “O estoque está em ordem”)
Lucros e Estoque

Cód Descriç Estoq Lucro Observação


igo ão ue
15 Bering 25 R$ 35,00 O estoque está em
ela ordem
20 Goiaba 5 R$ 36,00 Produto em falta!!!
25 Maçã 27 R$ O estoque está em
186,00 ordem
30 Laranja 14 R$ 31,50 Produto em falta!!!
35 Uva 26 R$ O estoque está em
110,25 ordem
40 Manga 16 R$ O estoque está em
103,50 ordem
45 Mamão 11 R$ 65,25 Produto em falta!!!

A função SE que você utilizou na última planilha, tem as seguintes opções:


SE (expressão; valor se verdadeiro; valor se falso)
A expressão é qualquer expressão que retorne um valor verdadeiro ou falso. Por exemplo, numa
função “A5=1” se A5 for igual a 1 então a célula possuirá o texto ou valor inserido em Valor se verdadeiro,
pelo contrário retornará o Valor se falso.
REFERÊNCIA ABSOLUTA E RELATIVA
Uma referência identifica uma célula ou um intervalo de células em uma planilha e informa ao Microsoft
Excel onde procurar valores ou dados que você deseja usar em uma fórmula. Com as referências, você
pode usar os dados contidos em outras partes de uma planilha em uma fórmula ou usar o valor de uma
célula em diversas fórmulas. Você também pode fazer referência a células em outras planilhas na mesma
pasta de trabalho, a outras pastas de trabalho e a dados em outros programas. As referências às células
em outras pastas de trabalho são denominadas referências externas. As referências aos dados em outros
programas são denominadas referências remotas.
Por padrão, o Microsoft Excel usa o estilo de referência A1, que rotula colunas com letras (A a IV, para
um total de 256 colunas) e rotula linhas com números (1 a 65536). Para fazer referência a uma célula, insira
a letra da coluna seguida do número da linha. Por exemplo, D50 refere-se à célula na interseção da coluna
D e linha 50. Para fazer referência a um intervalo de células, insira a referência da célula no canto superior
esquerdo do intervalo, dois-pontos (:) e depois a referência da célula no canto inferior direito do intervalo. A
seguir estão exemplos de referências.
Para fazer referência Use
À célula na coluna A e linha 10 A10
Ao intervalo de células na coluna A e linhas 10 a 20 A10:A20
Ao intervalo de células na linha 15 e colunas B a E B15:E15
A todas as células na linha 5 5:5
A todas as células nas linhas 5 a 10 5:10
A todas as células na coluna H H:H
A todas as células nas colunas H a J H:J
Uma referência de célula como, por exemplo, A1, que informa ao Microsoft Excel como encontrar outra
célula partindo daquela que contém a fórmula. Usar uma referência relativa é o mesmo que oferecer
orientações de direção que explicam onde ir a partir do ponto onde a pessoa se encontra ¾ por exemplo
“siga duas quadras à frente e depois uma quadra à esquerda” .

SERVIÇOS DE INTERNET (CORREIO


ELETRÔNICO, NAVEGAÇÃO E BUSCA)
INTERNET
47
INFORMÁTICA

CONCEITOS BÁSICOS
Resultou da evolução de um sistema criado em 1969 para facilitar a troca de informações militares
entre cientistas e pesquisadores localizados em diversas partes do mundo.
Uma rede simples de apenas quatro computadores foi então desenvolvida, chamada de DARPANET.
O sistema obteve sucesso, em 1972 contava com 37 computadores, tendo mudado de nome para
ARPANET, e sua utilização não era somente para informações importantes, os usários começaram a enviar
mensagens eletrônicas por meio de caixas de correio pessoais.
Em 1983, a rede cresceu tanto, que o setor militar mudou-se para uma rede exclusiva, chamada
MILNET.
Em 1984, uma empresa governamental americana ( Fundação Nacional de Ciências ), criou a NSFNET
capaz de interligar cinco centros de supercomputadores e tornar suas informações disponíveis a toda
instalação educacional, que já era uma idéia da ARPANET.
O sistema foi eficiente a ponto de ser preciso sofrer uma reforma de infraestrutura em 1987, devido ao
grande número de pessoas que utilizavam a NSFNET.
Passou a ser acessível para qualquer instituição educacional, pesquisador acadêmico, funcionário do
governo ou organização internacional de pesquisa.
Durante muito tempo permaneceu restrita à comunidade acadêmica, sendo liberada nos últimos três
anos ao público em geral.
No Brasil, a rede chegou em 1988 para uso de pesquisadores, em seguida espalhando-se pelas
universidades.
Mas foi em 1995, que diversas empresas passaram a vender o acesso à rede, possibilitando assim a
conexão dos consumidores.
Atualmente a Internet é uma grande teia, que integra equipamentos de todos os tipos e tamanhos,
multiplicando o poder de cada um por milhares de vezes.
Não se pode quantificar com precisão o número de usuários, estima-se em torno de 60 milhões,
crescendo dia após dia.

FORMAS DE CONEXÃO
Os computadores da Internet ( chamados Servidores ), não são microcomputadores e sim
computadores de grande porte, tendo como base os sistemas operacionais UNIX ou AIX.
Dessa maneira a conexão de um microcomputador com um servidor Internet deverá ser feita através
de um intermediário que possui equipamento capaz de conversar ( conectar ) com o sistema operacional
de grande p orte ( chamado de Provedor Internet ).
Para conectar-se a um provedor de Internet é necessário um linha telefônica convencional ( de
preferência uma linha digital ) e um modem, a conexão provedor – servidor Internet é feita através de
cabos, conhecida como Link ou Canal.
A velocidade do Link é muito importante, pois dela dependerá a velocidade de comunicação entre o
provedor Internet e o servidor o qual está conectado.
Um provedor Internet fornece acesso simultâneo a diversos usuários, isto significa que quanto maior o
número de usuários, maior o número de informações que circulam pelo link ( Canal ), tornando lenta a
conexão individual, pois a velocidade do Link será dividida.
Outro fator que deve ser levado em consideração é a velocidade do modem que fará a conexão com o
provedor Internet, atualmente variando de 28.800 bps a 33.600 bps ou maior.
A velocidade de comunicação é muito importante, e depende do tipo de cabo de conexão e velocidade
do canal.
Os cabos de conexão podem ser comuns, tornando a navegação lenta, ou de fibra ótica para uma
navegação mais rápida.
A velocidade do canal tem valores de 64 kbps, 128 kbps, 256 kbps, 512 kbps e 1Mbps.
Sabendo-se a quantidade de usuários simultâneos que o provedor pode ter, obteremos a relação
linha/link que determinará a rapidez do provedor Internet.
É necessário o software de comunicação Internet ( Trumpet Winsock ) e o software de navegação
chamado de browser ( Netscape, Mosaic, Internet Explorer, etc... )
RECURSOS DA INTERNET
TELNET

Telnet é a ferramenta que permite aos usuários conectar-se a outro computador na internet e usá-lo
como se estivesse diretamente conectado a ele.
Para usar o telnet é necessário ter permissão de acesso, geralmente na forma de uma conta no
sistema em questão.
FTP ( FILE TRANSFER PROTOCOL – Protocolo de Transferência de Arquivo )
Troca de arquivos entre dois computadores ligados na Internet.
Esses arquivos podem ser programas shareware, atualizações de produtos, sendo que alguns são
permitidos apenas a usuários autorizados.
Esse ato de busca de arquivo é chamado de Download.
E-MAIL
Utilizado para troca de mensagens particulares com qualquer pessoa que faça parte da rede mundial,
sendo que somente o destinatário poderá ler, pois cada computador tem um endereço na rede.
O sistema utilizado é o de caixa postal, portanto a mensagem ficará em uma caixa postal no provedor
Internet do destinatário.

USENET

48
INFORMÁTICA

Usenet é outra maneira de trocar mensagens, porém abertas a todos os usuários.


Contém diversas áreas chamadas de newsgroups ou conferência
As conferências são classificadas em 6 tipos:
ALT – Alternativas
COMP – Computadores
NEWS – Notícias
REC – Lazer em geral
SCI – Ciências
SOC – Sociedade
IRC – ( INTERNET RELAY CHAT )

Permite o bate-papo ao vivo entre usuários da Internet, sendo dividido em áreas de conversação
chamadas de canais, onde usuários com interesses comuns se comunicam.
WWW ( WORLD WIDE WEB – TEIA MUNDIAL )
Sistema gráfico utilizado na Internet, onde o acesso é feito através de páginas interativas conduzindo o
usuários a outras páginas e assim por diante.
Essas páginas são chamadas de “ Home Pages “ ou “ Páginas HTML “
Atualmente na Internet diversas instituições possuem páginas WWW, como bibliotecas, museus,
universidades e até mesmo usuários.

Os servidores WWW são diferentes em termos de estrutura dos servidores Internet, pois possuem um
endereço diferente, todo os endereços de WWW ( páginas gráficas ) começam com http://, também
conhecidos como endereços URL
Há vários servidores WWW responsáveis por “índices” das home pages, facilitando assim a localização
de uma determinada página com a função procura ( Net Search ) por uma palavra chave ou tópico de
assunto.
O acesso a páginas WWW é feita através de programas chamados de browser tais como:
Mosaic, Netscape, Internet Explore, devendo ser utilizado um ambiente gráfico tipo Windows, OS2, etc...
INTERNET EXPLORER

Exibe o endereço Este ícone indica o


atual da página e Barra de Título recebimento de dados
permite alteração Barra de Menu quando animado

49
INFORMÁTICA

Barra de
Ferramentas

Páginas da WEB

Hyperlink

Barra de Status Barra de


Rolagem

O Explorer é um programa (navegador, Browser ) usado para visualizar documentos no formato HTML.
Ele é capaz de interpretar os documentos HTML, exibindo-os de maneira interativa com o usuário.
Possui recursos específicos para facilitar e agilizar a navegação na WWW.
Descrição do ícones da barra de ferramentas:
Botões Voltar e Avançar
Permite avançar para a página seguinte ou retornar para a anterior.
Botão Parar
Cancela o carregamento da página.

Botão Atualizar
Carrega novamente a página exibida.
Botão Página Inicial
Retorna para a página definida como inicial.
Botão Localizar
Acessa programas de busca.
Botão favoritos
Permite o acesso aos sites definidos como favoritos, agilizando a busca.
Botão Imprimir
Imprime a página atual.
Botão fonte
Permite alterar o tipo, tamanho e estilo de letra evisualizada.
Botão Correio
Para acessar mensagens de e-mail e newsgroups.
Botão Editar
Permite a alteração ou criação de páginas WEB.
Outros Elementos da tela do Explorer.
Barra de Título

50
INFORMÁTICA

Indica o nome da página aberta e do programa.

Barra de Menu
Contém os menus das funções do programa.

Barra de Rolagem
Permite acessar áreas não visíveis na tela, através da rolagem da página.
Barra de Status
Indica o andamento das operações, bem como o seu término.
Hyperlink
Através de uma palavra ou símbolo destacado, permite o acesso rápido a outras páginas.
Ao passar com o mouse em cima do hyperlink, este assume a forma de mãozinha.

UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELETRÔNICO


O que é correio eletrônico?
O correio eletrônico surgiu com o objetivo de facilitar a comunicação e a troca de idéias entre as pessoas
que estavam construindo e experimentando a Internet. Os documentos e mensagens eram distribuídos via
correio tradicional, mas esta forma era, sem dúvida, mais demorada. Depois que o e-mail ou correio
eletrônico começou a ser utilizado, a velocidade da comunicação aumentou sensivelmente.
O correio eletrônico é um tipo de correio disponível pela Internet.
Você usa uma caixa postal eletrônica simbolizada por um endereço do tipo
seunome@nomedoseuprovedor.com.br.
Esta caixa postal eletrônica é equivalente à caixa postal tradicional: você escreve uma "carta" e a envia
a alguém. Conhecendo o endereço eletrônico da sua caixa postal, qualquer pessoa poderá enviar uma
mensagem (e-mail) para você.
Todas as mensagens enviadas para você ficam armazenadas nos servidores de e-mail do seu provedor
até a hora em que você acesse a Internet (você precisa estar conectado à Internet para receber seus e-
mails) e dê o comando para recebê-las em seu computador.
Outlook Express
O Outlook Express é um programa, dentre vários, para a troca de mensagens entre pessoas que
tenham acesso à Internet.
Por meio dele você poderá mandar e receber mensagens (incluindo os e-mails com imagens, música e
diversos efeitos) e também ingressar em grupos de notícias para trocar idéias e informações.
Para adicionar uma conta de e-mail, isto é, para criar sua caixa de correio eletrônico no Outlook Express,
você precisa do nome da conta, da senha e dos nomes dos servidores de e-mail de entrada (geralmente
POP3 - Post Office Protocol versão 3 - que é o servidor onde ficam armazenadas as mensagens enviadas a
você, até que você as receba) e de saída (geralmente SMTP - Simple Mail Transfer Protocol - que é o
servidor que armazena as mensagens e as envia, após você escrevê-las.).
Estas informações são fornecidas pelo seu provedor de serviços de Internet ou do administrador da rede
local.
Para adicionar um grupo de notícias, você precisa do nome do servidor de notícias ao qual deseja se
conectar e, se necessário, do nome de sua conta e senha.
Abrir o Outlook

Para abrir o Outlook Express, clique no ícone


de Tarefas. que está em sua Área de Trabalho, ou na Barra

Você pode também clicar em Iniciar/Programas/Outlook Express.


O programa será aberto e você pode começar a ler, redigir e responder seus e-mails.
Verificar novas mensagens
Para saber se chegaram novas mensagens, faça o seguinte:
Com seu Outlook aberto, clique em Enviar/receber na barra de ferramentas.

Lembre-se de que todas as mensagens da caixa de saída serão enviadas também.

51
INFORMÁTICA

Se preferir apenas receber ou apenas enviar mensagens, você pode usar o seguinte recurso:
Clique em Ferramentas / Enviar e receber, escolha a opção que deseja e clique nela.
Painel de visualização e lista de mensagens
Aqui você encontra uma imagem que mostra onde fica a lista de mensagens (local em que as
mensagens aparecem em seu Outlook) e o painel de visualização (local em que as mensagens são
exibidas).

Você pode deixar acionado um "alarme" que avisa quando chegaram novas mensagens.
Navegar pelo Outlook
Usando a lista de mensagens e o painel de visualização, você pode exibir a lista de mensagens e ler
mensagens individuais ao mesmo tempo.
A lista Pastas contém pastas de e-mail, servidores de notícias e grupos de notícias e você pode alternar
facilmente entre eles.
Você também pode criar novas pastas para organizar e classificar suas mensagens e configurar regras
de mensagens para colocar automaticamente em uma pasta específica o e-mail de acordo com o assunto,
remetente, grupo, enfim, da forma mais prática para seu uso.
Você também pode criar seus próprios modos de exibição para personalizar a maneira como visualiza
suas mensagens.
Barra de Ferramentas
A Barra de ferramentas do Outlook Express (estou mostrando aqui imagens da versão 6.0) apresenta
basicamente os itens que numerei na figura abaixo:

52
INFORMÁTICA

1. Criar email: aqui você clica quando quer redigir um e-mail e uma nova mensagem se abre.
2. Responder: quando você recebe uma mensagem e quer mandar uma resposta, basta clicar aqui e
escrever sua resposta.
3. Responder a todos: quando você recebe um e-mail que foi endereçado a você e a outras pessoas
(você pode saber se isto ocorreu olhando para o campo Cc que aparece em seu painel de visualização) e
quer mandar uma resposta para todos que também receberam esta mensagem, basta clicar em "responder
a todos".
4. Encaminhar: quando você recebe um e-mail e quer mandá-lo para outra (s) pessoa(s), basta clicar em
"encaminhar" e essa mensagem será enviada para o(s) destinatário(s) que você endereçar.
5. Imprimir: quando você quiser imprimir um e-mail, basta clicar nesse botão indicado que uma nova
janela se abre e nela você define o que deseja que seja impresso.
6. Excluir: quando você quiser excluir uma mensagem, basta clicar na mensagem (em sua lista de
mensagens) e usar o botão excluir da barra de ferramentas. Sua mensagem irá para a Pasta Itens
excluídos.
7. Enviar e receber: clicando nesse botão, as mensagens que estão em sua Caixa de Saída serão
enviadas e as mensagens que estão em seu servidor chegarão a seu Outlook.
8. Endereços: este botão faz com que seu Catálogo de Endereços (seus contatos) se abra.
9. Localizar: este botão é útil quando você quer encontrar uma mensagem que esteja em seu Outlook.
Ao clicar em "Localizar", uma nova janela se abre e você pode indicar os critérios de sua busca,
preenchendo os campos que estão em branco e clicando em "localizar agora".

Se você quiser localizar uma mensagem em uma pasta ou uma pessoa que faça parte de seu catálogo
de endereços, pode clicar na setinha que está ao lado da pasta e alguns itens específicos aparecem, como
você pode ver na imagem abaixo:

53
INFORMÁTICA

Basta indicar o que você quer localizar e uma nova janela se abre e você preenche com os dados que
interessam para sua busca.
Obs.: Se você passar o mouse sobre cada um dos botões da barra de ferramentas, poderá ver uma
caixa de diálogo que descreve a função do botão, conforme imagem abaixo:

Pastas Padrões
As pastas padrões do Outlook não podem ser alteradas. Você poderá criar outras pastas, mas não deve
mexer nas seguintes pastas:

1. Caixa de Entrada: local padrão para onde vão as mensagens que chegam ao seu Outlook. (Você
pode criar pastas e regras para mudar o lugar para o qual suas mensagens devam ser encaminhadas.).
2. Caixa de Saída: aqui ficam os e-mails que você já escreveu e que vai mandar para o(s)
destinatário(s).
3. Itens Enviados: nesta pasta ficam guardados os e-mails que você já mandou.
4. Itens Excluídos: aqui ficam as mensagens que você já excluiu de outra(s) pasta(s), mas continuam em
seu Outlook.
5. Rascunhos: as mensagens que você está escrevendo podem ficar guardadas aqui enquanto você não
as acaba de compor definitivamente.
Ícones de listas de mensagens do Outlook Express
Os ícones a seguir aparecem nos e-mails e indicam a prioridade das mensagens, se as mensagens
possuem arquivos anexados ou ainda se as mensagens estão marcadas como lidas ou não lidas.
Veja o que eles significam:

54
INFORMÁTICA

Como criar uma conta de e-mail


Para adicionar uma conta de e-mail em seu Outlook faça o seguinte:
1. Entre em contato com seu provedor de serviços de Internet ou do administrador da rede local e
informe-se sobre o tipo de servidor de e-mail usado para a entrada e para a saída dos e-mails.
2. Você precisará saber o tipo de servidor usado : POP3 (Post Office Protocol), IMAP (Internet Message
Access Protocol) ou HTTP (Hypertext Transfer Protocol). Precisa também saber o nome da conta e a
senha, o nome do servidor de e-mail de entrada e, para POP3 e IMAP, o nome de um servidor de e-mail de
saída, geralmente SMTP (Simple Mail Transfer Protocol)
Vamos à configuração:
3. No menu Ferramentas, clique em Contas.

4. Irá se abrir uma nova janela chamada Contas na Internet, clique em Adicionar.

55
INFORMÁTICA

5. Clique em Email e o Assistente para conexão com a Internet irá se abrir. Basta seguir as instruções
para estabelecer uma conexão com um servidor de e-mail ou de notícias e ir preenchendo os campos de
acordo com seus dados.
Observação:
Cada usuário pode criar várias contas de e-mail, repetindo o procedimento descrito acima para cada
conta.
Mais de um a pessoa usando o Outlook
Se mais de uma pessoa usar o mesmo computador para ler e enviar mensagens de e-mail, cada uma
poderá ter uma caixa de correio separada no Outlook Express. Isto significa que cada pessoa pode também
ter suas configurações pessoais separadas. Isso é possível por meio da criação de várias identidades.
A criação de identidades é uma forma de várias pessoas usarem o Outlook Express e o catálogo de
endereços no mesmo computador. Por exemplo, você e um parente podem compartilhar um computador.
Se cada um criar uma identidade, vocês poderão ver o próprio e-mail e seus contatos ao fazer logon com
suas identidades.
Uma vez criadas as identidades, você poderá alternar entre elas sem precisar desligar o computador ou
perder a conexão com a Internet.
Para adicionar uma nova identidade faça o seguinte:
1. No menu Arquivo, clique em Identidades e, em seguida, em Adicionar nova identidade.

2. Uma nova janela se abre. Digite no espaço específico o nome do novo usuário.

56
INFORMÁTICA

3. Se desejar incluir uma senha para essa identidade, clique em Exigir senha e insira uma senha.
4. O programa irá perguntar se você deseja fazer logon como o novo usuário.
Se você responder que sim, o programa solicitará informações sobre sua conexão com a Internet.
Se você responder que não, o usuário atual permanecerá conectado.
Excluir usuário do Outlook
Para excluir uma identidade:
1. No menu Arquivo, clique em Identidades e, em seguida, em Gerenciar identidades.

2. Selecione um usuário e, em seguida, clique em Remover.

Observe que você não pode excluir a identidade atual, isto é, a pessoa que está usando o Outlook no
momento.
Quando você exclui uma identidade, as configurações correspondentes são excluídas, mas os dados
não.
Escrever e enviar um e-mail
Como fazer para enviar uma mensagem de e-mail:
1. Na barra de Ferramentas, clique no botão Criar email (Outlook Express 6.0) ou Nova Mensagem
(Outlook 5)

57
INFORMÁTICA

( Se preferir, clique em Mensagem/ Nova Mensagem)

2. Uma nova janela se abre:

Observe que o campo De já vem preenchido com seu endereço eletrônico.


3. Na caixa Para, digite o endereço de e-mail do destinatário. (algo do tipo:
nomedestinatário@provedor.com.br)
Se você quiser mandar um mesmo e-mail para várias pessoas, clique em CC (cópia com) se você quiser
que os endereços de todas as pessoas apareçam, isto é, que todos saibam para quem você está
mandando este e-mail ou, clique, preferencialmente, em CCo (Cópia Oculta com).
Para que apareça esta caixa CCO, clique em Exibir (nessa sua mensagem aberta) e deixe clicado em
Todos os cabeçalhos.

58
INFORMÁTICA

4. Para adicionar nomes que já estejam em seu Catálogo de endereços, clique no ícone livro na janela
Nova mensagem próximo a Para, Cc e Cco e, em seguida, selecione os nomes.

5. Na caixa Assunto, digite um título para a mensagem.


6. Digite a mensagem e clique em Enviar na barra de ferramentas.

Observações:
Se você tiver mais de uma conta de e-mail configurada e desejar usar uma conta diferente da padrão,
clique na caixa De e, em seguida, clique na conta de e-mail desejada.

59
INFORMÁTICA

Se você estiver digitando uma mensagem off-line, isto é, sem estar conectado à Internet, sua mensagem
será salva na Caixa de saída. Ela será enviada automaticamente quando você estiver on-line.
Ler um e-mail
Para ler suas mensagens de e-mail, faça o seguinte:
1. Clique em Ferramentas e depois em Enviar/receber e suas mensagens irão chegar e aparecer em sua
Caixa de Entrada ou em alguma pasta que você especificou.

2. Você pode ler suas mensagens em uma janela separada ou no painel de visualização.
3. Clique no ícone Caixa de entrada na barra do Outlook ou na lista Pastas.

4. Para exibir a mensagem no painel de visualização, clique na mensagem na lista de mensagens.


5. Para exibir a mensagem em uma janela separada, clique duas vezes na mensagem na lista de
mensagens.

60
INFORMÁTICA

Observações
Para exibir todas as informações sobre uma mensagem (como a data de envio), no menu Arquivo, clique
em Propriedades.
Para salvar a mensagem em seus arquivos, clique em Salvar como e selecione um formato (email (eml);
texto (txt); ou ainda no formato HTML) e a pasta na qual você quer salvar a mensagem.

CONCEITOS DE TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Definições
TECNOLOGIA
Confundida com ciência, a tecnologia é compreendida por alguns autores, como Ribault, Martinet e
Lebidois como o conjunto formado pelos conhecimentos, meios e habilidades, capacidade de realizar algo,
colocados a serviço da fabricação de um produto final.
A tecnologia não pode ser reduzida à máquinas, deve ser entendida como certos tipos de
conhecimentos dos quais parte pode estar incorporado nas máquinas, o restante está inserido na
inteligência das pessoas, nas estruturas organizacionais e nos padrões de comportamento. (Dicter e
O'Connor).
A tecnologia é a arte de colocar em prática, dentro de um determinado contexto e para um propósito
específico, todas as ciências, técnicas e regras consideradas fundamentais à concepção de produtos,
procedimentos de fabricação, métodos de gestão ou sistemas de informação da empresa. (Morin).
TECNOLOGIA E CIÊNCIA
Distingue-se a tecnologia da ciência no momento em que coloca a primeira utilizando conhecimentos,
que podem estar na forma de processos ou métodos, em condições industriais. A ciência, busca o
aprimoramento e sistematização dos conhecimentos, não sendo condição essencial sua utilização
industrial.
DEFINIÇÕES DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Tecnologia da Informação (TI) é definida como as capacidades oferecidas por computadores, aplicativos
(softwares) e telecomunicações. (Davenport, Short e Ernst e Young).
Tecnologias e aplicações que combinam o processamento e armazenamento de dados com a
capacidade de transmissão à distância das telecomunicações. (Child).
Um novo paradigma tecno-econômico que envolve o gerenciamento e controle de sistemas de produção
e serviço, baseado em um conjunto de inovações em computadores eletrônicos, engenharia de software,
sistemas de controle, circuitos integrados e telecomunicação, os quais tem reduzido drasticamente o custo
de armazenar, processar, comunicar e disseminar informação. (Dicter e O'Connor).
Sua utilização pode ser direcionada para liberar a produtividade e criatividade pessoal e corporativa ou
para manter as estruturas existentes e inibir a liberdade individual. Neste contexto, o valor do ativo
intelectual das organizações vem sendo cada vez mais valorizado. Importante:
O grande desafio, na utilização da Tecnologia da Informação, é possibilitar condições que poderão
maximizar a distribuição e o uso do conhecimento.

61
INFORMÁTICA

A Tecnologia da Informação, ao possibilitar apoio a qualquer estrutura organizacional, torna-se um fator


chave à descentralização das atividades enquanto mantêm a capacidade em coordenar e controlar estas.
POSSIBILIDADES ORGANIZACIONAIS DA TI
Não derivam apenas da crescente economia e facilidade de uso. Elas estão principalmente nas formas
através das quais permite-se que a informação seja alcançada. As facilidades de comunicação disponíveis
atualmente através da TI possibilitam a escolha de diversos modos de processamento de informação e
transmissão tornando a TI um elemento catalisador das capacidades de informações da organização.
SOCIEDADE BASEADA NA INFORMAÇÃO
O gerenciamento deve buscar obter vantagens oferecidas pela TI. Segundo Frenzel, a TI vem alterando
o modo como muitas pessoas fazem seu trabalho como também tem modificado a própria natureza deste,
de forma que a prática da gerência vem sendo grandemente afetada.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - MERCADO e COMPETITIVIDADE
Historicamente, as organizações, por muito tempo, estruturaram-se sobre duas dimensões: baixo custo
e diferenciação (Piore e Sabel). Atualmente, o ambiente competitivo atual está modificando-se em duas
direções (Boynton): mercado e demanda e capacidade de processamento

Mercado e demanda - as organizações estão percebendo que necessitam ser capazes de desenvolver e
fornecer produtos e serviços customizados de alta qualidade buscando minimizar os respectivos custos
(Dertouzos et al);
Capacidade de processamento - que dependem de mudanças nas tecnologias de processos e no
gerenciamento do know-how dos processos. Estas mudanças baseiam-se na tecnologia da informação que
possibilita que as organizações construam uma base estável de capacitação de processos que seja, ao
mesmo tempo, flexível, eficiente e duradoura.
Para a organização, a informação é vista como matéria-prima e produto acabado do sistema ao qual
está pertence.
Sob este enfoque, sua importância e a própria concepção vem sendo alterada no decorrer dos anos.
POTENCIAL DA COMPETITIVIDADE TECNOLOGICA
Competências essenciais
As tecnologias são elementos das competências essenciais das organizações, para que estas
organizações sejam competitivas faz-se necessário distribuir e compartilhar as tecnologias bem como a
experiência adquirida com seu uso.
A utilização contínua de uma determinada tecnologia poder gerar uma vantagem decisiva que pode ser
sucumbida pela atitude de empresas que não possuam tal vantagem mas possuem a capacidade de
desenvolver uma nova tecnologia ou colocar em prática a mesma tecnologia a serviço de outros produtos.
Melhoria das formas organizacionais
As organizações estão percebendo que suas respostas estratégicas ao ambiente competitivo no qual se
inserem requerem a melhoria das formas organizacionais, ultrapassando a combinação de estruturas que
eram apropriadas as estratégias de baixo custo e diferenciação.
Verifica-se então que um recurso importante, freqüentemente associado a nova organização que se
forma, é determinado pela tecnologia de informação (Boynton).
Desafios previstos para as empresas nos próximos anos, são necessidade de:
processos de tomada de decisão mais freqüentes e mais rápidos;
inovação organizacional mais freqüente e mais rápida;
formas contínuas de aquisição de informação pelas empresas;
adquirir e distribuir as informações adquiridas e distribuídas de forma mais rápida e eficaz.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CONCLUSÕES
Inserido no amplo conjunto de exemplos de aplicação da Tecnologia da Informação, os sistemas de
informação existentes nas organizações apresentam-se como fatores fundamentais para a consecução dos
objetivos da organização bem como para a melhoria de sua performance.
Dessa forma, o processo de desenvolvimento de sistemas de informação necessita de maiores estudos
tendo em vista seu papel relevante no produto - sistema de informação - gerado.
A competitividade organizacional, decorrente do desenvolvimento de competências essenciais que
possibilitam a organização a posicionar-se eficazmente em seu ambiente, baseia-se na arquitetura de
informação existente nas organizações. Desta forma, o gerenciamento da informação apresenta-se como
fator chave na melhoria da competitividade organizacional. A Tecnologia da Informação vem assumindo um
papel cada vez mais relevante nas organizações.
Num cenário globalizado e competitivo, a utilização inadequada dos recursos tecnológicos e das
informações, representa uma ameaça à sobrevivência das organizações
CONSIDERAÇÕES
Competência essencial - conjunto de habilidades e tecnologias que permite a uma organização oferecer
determinados benefícios a seus clientes representados pelo valor percebido por estes.
competitividade - é uma variável dependente dos fatores do meio ambiente a que a organização
pertence. As estratégias organizacionais adotadas - na busca da competitividade - devem levar em
consideração as características deste meio ambiente.
62
INFORMÁTICA

Organizações competitivas - são definidas como aquelas que além de serem eficientes na produção de
inovações aceitas pelo mercado, também possuem uma capacidade contínua de resposta a qualquer tipo
de mudança em seu meio ambiente.

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - UM ENFOQUE GERENCIAL
Esse sumário tem base no livro SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - UM ENFOQUE GERENCIAL, de
Sérgio Rodrigues Bio e discute a influência da tecnologia de Processamento de Dados na Empresa.
CAP. I - A EMPRESA VISTA COMO UM SISTEMA
Um sistema é um conjunto de várias complexidades. Estas complexidades, cada qual com suas funções,
trabalham em harmonia entre si, de modo que o conjunto trabalha como uma entidade única. Sistemas
abertos possuem entradas para receber, processar e devolver algo ambiente externo. Sistemas fechados
não recebem qualquer informação do ambiente externo, como um relógio, por exemplo.
A empresa também é um sistema aberto, que sente pressões externas e reage conforme elas, como a
concorrência, por exemplo.
CAP.2-CONCEITO BÁSICO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
O sistema de informação é parte integrante do sistema empresa, e conta com recursos humanos e
tecnológicos. Analogamente, os sistemas de informações são subdivididos em vários módulos, como os
sistemas contábil e financeiro.
O Sistema Total é integração de todos os subsistemas de uma empresa em um sistema integrado de
informações. A integração desses subsistemas têm sido um grande desafio para os analistas.
Cada subsistema, no seu menor nível de desdobramento, segue três etapas: a coleta de dados,
processamento e saída de informações geradas a partir dos dados de entrada. Esses subsistemas,
portanto, dependem de recursos, humanos ou não, guiados por procedimentos que possam lhes trazer
dados de entrada e retirar informações de saída.
Procedimento, segundo Senensieb, é uma série de passes lógicos dos quais todas as ações repetitivas
numa organização são iniciadas, executadas, controladas e finalizadas.
Os sistemas podem ser divididos em duas categorias básicas: Os Sistemas de Apoio à Gestão e os
Sistemas de Apoio as Operações. Os Sistemas de Apoio à Gestão geram informações de importância
gerencial, de relevância a alto administração. Já os Sistemas de Apoio as Operações são divididos em mais
duas subcategorias: Sistemas Processadores de Transações, que geram dados operacionais do dia a dia, e
Sistemas Para Tomada de Decisões Voltadas às operações, que administra dados gerenciais da área de
operação.
CAP.3-SISTEMA DE INFORMAÇÃO E O PROCESSO DE GERÊNCIA
O processo de gerência conta com um planejamento para definir que resultados devem ser alcançados
pela empresa e de que forma.
Os Planos Operacionais definem objetivos e cursos de ação relacionados com as operações presentes.
Os Planos Estratégicos são destinados a definir as ações da empresa no meio ambiente, com o objetivo de
orientá-la para uma posição futura.
A essência do planejamento e do controle é a tomada de decisões que, por sua vez, depende de
informações oportunas, de conteúdo adequado e confiável. O Sistemas de Informação provê essas
informações porque ele é capaz de controlar e acompanhar detalhadamente as operações de diversos
departamentos da empresa, e, com base nesses dados operacionais, é capaz de gerar informações
estatísticas estimativas para o auxílio no planejamento.
Em tese o planejamento exige um sistema que retrate o ambiente externo, as condições de mercado e
as condições internas.
O projeto de um Sistema de Informação que apoie o planejamento e o controle exige do profissional de
sistemas a compreensão das necessidades de informações e dos processos decisórios praticados pela
empresa.
CAP.4- POLÍTICA E SUA INFLUÊNCIA NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
As Políticas de uma empresa são orientações pré estabelecidas para tomada de decisões futuras. As
políticas filtram opções de decisão àquelas que estão no sentido dos objetivos da organização. Elas
proporcionam decisões mais econômicas em termos de tempo e outros recursos, facilidade de
comunicação de orientações, uniformidade e coerência entre os administradores, e maior propagação dos
pontos de decisão pela organização.
Políticas operacionais orientam decisões sobre transações do dia a dia. Políticas estratégicas referem-se
a um conjunto mais restrito de questões que envolvem o comportamento da empresa como um todo. Tanto
as operacionais como as estratégicas tem forte influência sobre os sistemas de informação. Uma política
mal definida ou a sua ausência pode significar uma redução na vida útil de um sistema, ou no mínimo mal
aproveitamento de suas funções.
Um número considerável de exceções às políticas exigirá que essas políticas sejam redefinidas. Os
sistemas devem ser construídos com base em políticas bem definidas. Se caso não houver, é dever do
profissional de sistemas de cobrar da organização definições bem claras dessas políticas.
CAP.5- ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS E O SISTEMA DE INFORMAÇÃO
Quando uma empresa cresce, existe a necessidade de restruturação, de criar novas áreas e desdobrar
departamentos em outros novos, a fim de otimizar os esforços no alcance aos objetivos da organização.
63
INFORMÁTICA

Essa divisão dos departamentos se dá de uma forma diferenciada. Uma indústria têxtil, por exemplo
pode empenhar a maioria do seu pessoal na área de produção, ao passo que uma indústria alimentícia
deve ter um empenho não só em produção mas também em um controle de materiais perecíveis. Uma
empresa, no qual a preservação do material é importante, deve ter um departamento de gerência de
materiais bem estruturado.
A restruturação de uma empresa tem forte influência nos sistemas de informação porque pode exigir que
este último também seja estruturado. A deficiência de alguns sistemas é que eles não acompanham o ritmo
de evolução de uma empresa. Isso gera problemas, como a redundância de relatórios pouco úteis para
diversos departamentos e a existência de aplicações que eram úteis para departamentos que já se
dissolveram e não existem mais.
Esses problemas, principalmente no Brasil, se devem ao fato de que as redefinições dos sistemas e da
estrutura da organização não são feitos simultaneamente. Outro fator é a falta de política de restruturação.
Torna-se necessária uma solução integrada entre políticas, o sistema e a organização para a resolução de
problemas quanto a restruturação da empresa.
CAP.6-IMPACTOS DO PROCESSAMENTO ELETRÔNICO DE DADOS NOS SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
Um sistema de informação eficaz, deveria produzir informações realmente necessárias em tempo hábil e
confiáveis, ter por base políticas capazes de assegurar o atingimento dos objetivos e integrar-se a uma
estrutura e auxiliar a coordenação entre as diferentes unidades, além de ter um fluxo racional, integrado,
rápido e de menor custo possível e conter dispositivos de controle que garantam a confiabilidade.
O uso do computador é recomendado quando há um grande volume de transações, ou quando há
repetitividade das tarefas; quando existem muitos cálculos; há necessidade de um tempo de resposta
reduzido, etc.
HARDWARE: Podemos dizer que é a parte física do computador.
SOFTWARE E PROGRAMAS: Trata-se da parte lógica do computador.
ALTERNATIVAS DE RECURSOS OFERECIDOS PELA TECNOLOGIA DE PROCESSAMENTO DE
DADOS
1. PROCESSAMENTO EM LOTE (Batch)
2. APLICAÇÕES EM TEMPO REAL / TELEPROCESSAMENTO
As formas de utilização do teleprocessamento são:
Time Sharing (tempo compartilhado): Uso simultâneo de um computador por vários usuários;
Batch Remote: Os dados são acumulados para processamento posterior.
Atualização/consulta: Atualiza constantemente as dados dos arquivos.
Processamento distribuído: O processamento é distribuído entre vários equipamentos.
3. ADMINISTRAÇÃO DE DADOS / BANCO DE DADOS
A administração de dados procura identificar e "modelar" (estruturar) as dados que representam a
empresa. Cabe ao Administrador de Dados identificar, descrever e estruturar os dados. Por outro lado, cabe
ao Administrador de Banco de Dados cuidar das adaptações impostas pelas restrições do software e dos
aspectos de desempenho e de segurança.

Banco de Dados
Em síntese, o banco de dados pode ser entendido como uma coleção de arquivos estruturados, não
redundantes e inter-relacionados, que proporciona uma fonte única de dados para uma variedade de
aplicações.
4. CENTROS DE INFORMAÇÕES / SISTEMAS DE SUPORTE A DECISÕES
Centro de Informações: satisfação das necessidades de informações diretamente pelos próprios
usuários, de forma rápida e com utilização de linguagens adequadas.
Sistemas de Suporte a decisões: Exemplo: Simulações ou modelos.
5. PACOTES
São programas padrão, desenvolvidos para determinada aplicação (contabilidade, folha de pagamento,
etc.). Vantagens: custo de aquisição mais baixo, menor prazo de implantação e segurança de estar
utilizando algo já testado em instalações anteriores. Desvantagem: dificilmente atendem a todas as
necessidades.
6. MINI e MICROCOMPUTADORES
Enquanto as grandes empresas empenham-se em disseminar o use de mini e microcomputadores, em
rede ou não, atualmente as pequenas empresas têm tido maior acesso aos recursos de informática.
TECNOLOGIAS DE PD e TECNOLOGIAS PARA SUA UTILIZAÇÃO
Devido à variada gama de capacidades, recursos, alternativas técnicas de hardware e software que
temos atualmente, podemos supor que eventuais maus desempenhos estejam na "tecnologia de utilização".
Muitos problemas generalizados como "problemas de processamento de dados" são, na verdade,
deficiências do modelo de gestão. Porém, este fato, não exclui os profissionais de PD de sua parcela de
responsabilidade.
64
INFORMÁTICA

CAP.7-VALOR DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A EMPRESA


Nos capítulos 1 e 2 foram destacados os problemas de eficácia e de eficiência empresarial e verificado
que os sistemas de informação tem certo papel nesse sentido;
No capítulo 3 enfatizou-se a relevância da informação no processo gerencial;
Nos capítulos 4 e 5 focalizou-se que para garantir o máximo proveito de um estudo de sistema é preciso
considerar as políticas e as estruturas organizacionais em conexão com o desenvolvimento do sistema;
No capítulo 6 foram avaliados alguns dos principais impactos positivos que o computador pode provocar
nos sistemas.
Sistemas Naturais - são sistemas que vão surgindo aos pedaços pela elaboração de processos isolados.
Informação Gerencial - crescimento da empresa X dificuldade de controle da informação X Sist.
Eficiente.
Caso da Empresa XYZ - acervo de informações deficientes prejudicando a análise dos dados e
formação no processo decisório.
Características da Informação Gerencial - confiável, comparativa, gerada em tempo hábil, ressaltar as
relevâncias.
Informação Operacional - medida do que foi realizado.
Racionalização de Sistemas - Destacar a necessidade de interação dos sistemas entre si. Sistemas
simples com o mínimo de formulários.
Controle Interno - retaguarda em relação ao processamento de uma empresa.
Controle de Auditoria - examinar as demonstrações de uma empresa com um propósito de expressar
uma opinião sobre a justeza com que as mesmas apresentam a situação financeira da empresa e o
resultado das operações no período contábil.
CAP. 8 - PL-ANO DIRETOR DE SISTEMAS
O plano diretor de sistemas é um conjunto de discussões para construção ou manutenção de sistemas,
coordenado com o planejamento geral da empresa, e define a filosofia, o enfoque e os objetivos
alcançados, projetos a serem desenvolvidos, estudos de recursos humanos e de processamento de dados.
O plano diretor de sistemas também define o estudo dos custos para sua execução, o controle de
desenvolvimento, cargos e carreiras para sua equipe, estrutura e instalação dos equipamentos.
Em grandes corporações o desenvolvimento do P. D. S. exige, na maioria dos casos, um pessoal
específico para o planejamento. Os modelos de metodologia são os mais variados e não devem ser
seguidos a risca, devem apenas servir de orientação aos passos do planejador. Sérgio Rodrigues Bio expõe
um modelo simples e mais usado, que consiste em cinco passes principais:
1 - Levantamento genérico e definição do projeto, que busca conhecimentos sobre o mercado da
empresa, seus produtos, seus objetivos, etc.
2 - Levantamento e análise dos sistemas existentes, que analisa condições dos sistemas atuais, seus
relatórios e seus problemas.
3 - Desenvolvimento do modelo global do sistema de informação, onde se começa a desenhar o novo
sistema num esquema Top-Down: Define-se primeiro as possíveis interações entre os principais
departamentos de uma empresa num Diagrama de Estrutura, chegando até um nível mais detalhado dos
subsistemas.
4 - Modelo do sistema para tomada de decisões, onde busca-se saber quais as informações básicas que
os administradores precisam dos futuros sistemas para a tomada de decisões, quais as principais questões
nas decisões chave, quais informações são necessárias e quais subsistemas irão gerar essas informações.
5 - Avaliação dos recursos de processamento de dados existentes ou requeridos, sejam esses recursos
humanos ou tecnológicos, onde se estuda qual ferramenta é a mais adequada para o desenvolvimento do
sistema, onde se faz cotação de preços, se estuda a viabilidade de pacotes fechados, contratação de
profissionais, e se define prioridades de construção de projeto (cronogramas).
O plano diretor, por sua vez, também é submetido por um controle que avalia se o próprio plano diretor
está alcançando os objetivos esperados. O plano diretor também é passivo de correções e não é linear. O
novo sistema é submetido a testes e é sujeito a erros, fazendo com que o plano diretor seja redefinido para
a manutenção e melhoramentos desse sistema.
CAP. 9 - ASPECTOS COMPORTAMENTAIS E POLÍTICOS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
Introdução
No campo de sistemas de informação, o que se observa é que todos os problemas tendem a ser
analisados e interpretados à luz de conceitos e técnicas de sistemas. Mas inevitavelmente terão conteúdos
psicológicos, sociais e políticos.
O sistema de informação, como uma configuração sociotécnica
Se de um lado as tarefas têm determinados requisitos de quantidade, qualidade, tempo, especialização,
etc., vendo por outro ângulo, o social, tais relações têm também características externas ( cultura, famílias,
comunidades, etc. ) que também fazem parte das pessoas. Isto é o que se chama configuração
sociotécnica.
As dimensões Psico-Sócio-Políticas nos grupos humanos
Examinando um sistema social, por exemplo, esse que acabamos de citar, verifica-se que comporta
dimensões psicológicas, sociais e políticas. Cada uma das pessoas tem suas próprias características.

65
INFORMÁTICA

No aspecto psicológico, as pessoas que viveram experiências diferenciadas na vida, e sentiram tais
experiências de maneira diferente. Isso irá causar reações diferentes nas situações de trabalho, como:
maior ou menor interesse, motivação, agressividade, etc.
No aspecto social, os grupos são formados de forma espontânea e natural, sem regras formais.
O que se considera são afinidade, simpatia, apreço, para a formação ou não de grupos.
Existem basicamente os seguintes grupos: o par, a tríade, o grupo primário e o de resistência.
No aspecto político, pessoas e grupos têm diferentes concepções sobre quais são os problemas, e
sobre como resolve-los. Entra então o Poder como parte da relação. O Poder é a capacidade de converter
idéias em realizações. As "fontes do poder são as seguintes:
Informações: pessoas mais bem informadas têm maior capacidade de influenciar.
Apoio: se o indivíduo A percebe que B tem maior apoio, tende a levar esse fato em consideração.
Competência: um grande especialista, tende a ser visto com respeito entre os demais.
Recursos: a posse de recursos é frequentemente usada para reforçar o poder.
Autoridade Formal: a posição hierárquica e o status a ela associado tem influência numa relação.
Liderança Pessoal: Um líder, tende a ter presença forte nas discussões e decisões.
O processo de mudança na implantação de um novo sistema
O projeto de um sistema, embora possa ter-se apoiado em concertos, metodologias e técnicas
adequadas, acaba por representar muito mais que uma mudança meramente técnica, pois, na prática, as
tarefas são executadas por um grupo de pessoas. A concretização da mudança resulta de duas variáveis:
as técnicas e as humanas. Essa convivência não pode se claramente conscientizada pela equipe técnica,
mas existe, e deve ser levada em consideração.
O profissional de sistemas como um agente de mudanças
O profissional de sistemas é pago para ajudar a promover mudanças.
Deve portanto, perceber e estar sensível, não apenas aos aspectos técnicos, mas também às
dimensões humanas. Talvez assim, passe a considerar como ingredientes naturais do processo, fatores
humanos, do tipo: ansiedade, insegurança, desqualificações, conflitos e disputas políticas em torno das
mudanças. O mínimo necessário é não adotar posições simplistas, preconceituosas ou distorcidas quanto
ao comportamento humano, mas desenvolver sua habilidade em lidar com essas questões.

INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS DE SEGURANÇA DA


INFORMAÇÃO
Ditado popular: “nenhuma corrente é mais forte do que seu elo mais fraco”.
Segurança no ambiente de informações: “eliminar o máximo possível de pontos fracos ou garantir o
máximo de segurança possível para os mesmos.”
1. O Valor das Informações
Informação: acima de tudo, o bem mais valioso de uma organização.
Busca pelo controle das informações: sempre houve, ao longo da história; o que mudou foram as formas
de registro e de armazenamento das informações;
Nos últimos dois séculos: informações passaram a ter uma importância crucial para as organizações
humanas, devido à popularização da alfabetização.
Atualmente, não há organização humana que não seja altamente dependente de tecnologia de
informações, em maior ou menor grau;
Informática: o meio de registro é, ao mesmo tempo, meio de armazenamento, meio de acesso e meio de
divulgação.
Essa característica acarreta conseqüências graves para as mesmas organizações, por facilitar os
ataques de pessoas não autorizadas.
As informações estão relacionadas com os processos de produção e de negócios, políticas estratégicas,
de marketing, cadastro de clientes, etc. São, enfim, de valor inestimável não só para a organização que as
gerou, mas, eventualmente, para seus concorrentes.
As organizações costumam dedicar grande atenção à proteção dos seus ativos físicos e financeiros,
mas pouca ou nenhuma atenção aos ativos de informação.
O ambiente de informações não está restrito à área de informática. As informações estão armazenadas
na área de informática, mas fora desse ambiente as informações estão representadas ainda em grande
parte na forma impressa, portanto mais tangível e acessível por seres humanos.
Muitas empresas não sobrevivem mais do que poucos dias a um colapso do fluxo de informações. Os
riscos são agravados á medida que informações essenciais ao gerenciamento dos negócios são
centralizadas. Porém as vantagens da centralização ainda são maiores.
Solução: “cercar o ambiente de informações com medidas que garantam a segurança efetiva a um custo
aceitável”. As medidas devem estar claramente definidas na política global de segurança, sustentada pela
alta administração.
“Por política de segurança entende-se política elaborada, implantada e em processo contínuo de revisão,
válida para toda a organização, com regras o mais claras e simples possível e estrutura gerencial e material
de suporte a essa política, claramente sustentada pela alta administração.”
A política de segurança deve ser enunciada apenas nos seus aspectos gerais, menos sujeitos às rápidas
mudanças que sofrem as atividades de processamento de informações.
“Não existe política de segurança certa ou errada: não há política de segurança pronta para uso. Cada
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INFORMÁTICA

organização deve ter uma solução única e adequada para o seu caso, para a sua cultura.”
2. Conceitos Gerais Sobre Segurança
2.1 Acesso Lógico
Está relacionado com o acesso ao conteúdo da informação. Abrange aspectos como acesso de pessoas
a terminais e outros equipamentos de computação, manuseio de listagens (uma questão também de acesso
físico), funções autorizadas dentro do ambiente informatizado (transações e programas que pode executar),
arquivos aos quais tenham acesso, etc.
Mesmo que as informações não estejam armazenadas em computadores, valem os mesmos conceitos
de segurança de acesso lógico.
2.2 Propriedade da Informação
O conceito deriva do direito de posse direta ou delegada sobre os ativos de informações, exercido em
nome da organização. Em princípio, a propriedade de um ativo pertence a quem dele faz uso em função de
uma necessidade funcional; normalmente, quem faz uso de um determinado ativo é o seu criador, o pessoa
que recebeu autorização do mesmo.
Também recebe o nome de gestão, sendo o responsável pela administração das informações conhecido
também como gestor.
2.3 Custódia da Informação
Refere-se à pessoa ou organização responsável pela guarda de um ativo de propriedade de terceiros,
sendo o conceito estendido ao domínio das informações.
A área de informática, ao contrário da visão clássica ainda bastante aceita, é custodiante dos ativos de
informações das áreas usuárias, os legítimos proprietários dos mesmos.
Geralmente, uma vez recebida do proprietário, a custódia não pode ser delegada.
Implica a responsabilidade do receptor quanto à integridade dos ativos custodiados.
2.4 Controle de Acesso
Está relacionado diretamente ao acesso concedido. Sua função é garantir que o acesso seja feito
somente dentro dos limites estabelecidos. Esse controle é exercido por meio de mecanismos como senhas,
listas de acesso, categorias, níveis de acesso, privilégios de acesso, etc.
a) Senhas
Constituem o mecanismo de controle de acesso mais antigo usado pelo ser humano para impedir
acessos não autorizados. Foram e ainda são muito usadas como forma de se controlar o acesso a recursos
de informação.
Modernamente, tendem a ser usadas apenas como mecanismo de autenticação de identidade de
usuários, através da atribuição de uma senha exclusiva para cada chave de acesso ou identificação de
usuários individuais.
Á medida que evolui a tecnologia, as senhas tendem a ser substituídas por alguma característica físico-
biométrica do usuário, como a imagem da íris, a impressão digital, a voz, etc.
b) Chaves de acesso ou identificações
Códigos de acesso atribuídos a usuários; cada um recebe uma chave de acesso única e individual. A
cada chave de acesso é associada uma senha destinada a autenticar a identidade do usuário que possui
essa chave.
c) Listas de acesso
Constitui uma espécie de tabela onde constam o tipo e o nome do recurso, ao qual são associadas as
identificações de usuários com os tipos de operações permitidas aos mesmos.
d) Operações
Determinam o que cada usuário pode fazer em relação a determinado recurso. Normalmente, consistem
no seguinte:
Leitura - o usuário pode somente consultar informações;
Gravação - o usuário pode incluir informações;
Alteração - o usuário pode alterar informações existentes;
Exclusão - o usuário pode excluir informações existentes;
Eliminação - o usuário pode eliminar o meio físico de suporte das informações;
Execução - em ambientes informatizados, permite que o usuário possa executar comandos ou
programas contidos em arquivos.
2.5 Acesso Físico
Acesso ou posse de um ativo do ponto de vista físico é o uso que se faz de determinado recurso. No
caso de informações, está representado pelo acesso ao meio de registro ou suporte que abriga as
informações;
Normalmente, os riscos relacionados com o acesso físico afetam os meios de registro e suporte das
informações, ao passo que os riscos relacionados com o acesso lógico afetam o conteúdo.
2.6 Plano de contingência
Um plano global destinado a manter o ambiente de informações da organização totalmente seguro
contra quaisquer ameaças a sua integridade e disponibilidade.
Consiste em procedimentos de recuperação pré-estabelecidos, com a finalidade de minimizar o impacto
sobre as atividades da organização no caso de ocorrência de um dano ou desastre que os procedimentos
de segurança não conseguiram evitar.
Estatísticas européias demonstram que mais de três quartos das empresas que sofreram um desastre
envolvendo a perda de seu ambiente de informações fecham imediatamente ou no máximo em dois anos.
2.7 Preservação e recuperação de informações
O conceito de preservação está ligado à necessidade de sobrevivência dos acervos de informações,
evitando eventos que causem sua destruição.
O conceito de recuperação aplica-se a recursos que tenham sido destruídos ou danificados, permitindo
que os mesmos sejam novamente disponibilizados para uso.
3. “Mitos” (Concepções Errôneas) Sobre Segurança

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INFORMÁTICA

Uma vez implantada a segurança, as informações estão seguras.


A segurança nunca é um produto acabado; reflete o ambiente altamente dinâmico das informações.
Precisa, portanto, ser constante revista e trabalhada.
A implantação da segurança é um processo simples.
A implantação da deve ser um processo gradual. Grande parte do esforço interno recai sobre os
usuários, que precisará de todo apoio possível da área de informática, que é tão somente custodiante dos
ativos de informações, porém não da totalidade desses ativos.
A segurança é um assunto de exclusiva responsabilidade da área de informática ou da área de
segurança.
O conhecimento do que é importante para a organização reside na área que é proprietária das
informações e não nas áreas de informática ou de segurança. Além disso, segurança é um assunto que é
de responsabilidade compartilhada de todos na organização.
A estrutura de segurança é relativamente estática.
Da mesma forma que as estruturas internas das organizações humanas não são estáticas, ocorre com a
segurança.
Tal qual uma máquina que precisa de constantes ajustes e cuidados de manutenção para funcionar de
maneira confiável, a estrutura de segurança também sofre um processo de envelhecimento normal a
qualquer estrutura dinâmica e, atualmente, poucas coisas são mais dinâmicas que o ambiente de
informações nas organizações modernas.

ACESSO A REDES DE COMPUTADORES


COMUNICAÇÃO DE DADOS
FUNDAMENTOS
TELECOMUNICAÇÃO:
É a ciência e a técnica de transmissão e ou recepção de qualquer informação à distância.
A informação é representada por sinais elétricos e através das radiações eletromagnéticas propagam-
se por diversos meios de condução. Os sinais utilizados em telecomunicações podem ser de telefonia (voz),
telegrafia, telex, rádio, TV ou dados.
Para que estes sinais alcancem o destino proposto, interligando dois ou mais pontos, isto é, podendo e
permitindo realizar a essência das telecomunicações, são necessários os meios, nos quais se propagam
estes sinais.
Meios mais utilizados em telecomunicações:
- Par de fios - 2 condutores
- Cabo de pares - até 3600 pares
- Cabos coaxiais - freqüências altas
- baixa atenuação
- blindagem
- 10800 canais/par de tubo
- Fibras óticas - freqüência na faixa de 1015 Hz (luz)
- atenuação baixa
- Ar - rádio enlace
- Satélite - capacidade: 24 mil canais

TELEPROCESSAMENTO:
É a utilização dos recursos computacionais à distância para processamento de informações através de
um meio de transmissão qualquer.
As principais fatores que levam à utilização do teleprocessamento:
- Grandes comunidades de usuários necessitam fazer uso dos dados e dos recursos computacionais à
distância.
- Órgãos vitais de uma empresa estão situados geograficamente distantes.
- Aproveitamento do tempo ocioso do computador.
- Partilhamento do processador através da técnica de multiprogramação.
Tipos de teleprocessamento:
- ON-LINE: os terminais remotos estão conectados diretamente à configuração central e tendo acesso
a programas ou informações em tempo real;
- OFF-LINE: as transmissões são feitas entre terminais e unidades periféricas, sendo os dados
acumulados para posterior processamento.
TRANSMISSÃO DE DADOS:
O sinal de dados é do tipo binário digital, desta forma assume dois valores: 0 = zero ou
1 = um.
A unidade de informação é o BIT - Binary digit.
Nível 1

Nível 0

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INFORMÁTICA

Bit 1 Bit 0

Duas unidades são normalmente utilizadas para medir a velocidade de transmissão dos sinais digitais:
- Baud: é o número de sinais transmitidos em uma linha de comunicação em 1 segundo, ou ainda, é o
número de estados do sinal por segundo. Quando o sinal é codificado em quatro estados 1 baud será igual
a 2 bits por segundo.
- BPS: é o número de bits transmitidos por segundo. Pode ser de 300, 1200, 4800, 9600 BPS.

MODULAÇÃO
É o processo pelo qual se imprime uma informação em uma onda portadora pela variação de um de
seus parâmetros - amplitude, freqüência ou fase. O processo de retirar a informação da onda portadora é a
demodulação.
- Amplitude: intensidade da onda em seu máximo. A amplitude da onda portadora é modificada de
acordo com a variação do sinal da informação. O sinal resultante é um tom interrompido de acordo com a
informação modulada. O bit 1 corresponde ao tom e o bit 0 à ausência do tom. É pouco usada por ser
sensível a ruídos e interferências.
- Freqüência: número de ciclos que ocorrem por unidade de tempo. Medida em Hertz (HZ). A
freqüência da onda portadora é modificada de acordo com a variação do sinal de informação, ou seja,
freqüência superior para bit 0 e inferior para 1. Resiste bem a ruídos, tem alto rendimento e exige
equipamentos pouco sofisticados.
- Fase: relacionada com quando os ciclos ocorrem. Medida em graus. A fase da portadora varia de
acordo com os dados a serem enviados. Ao bit 1 corresponde a fase de referência e ao bit 0, a fase oposta
à fase de referência. Tem custo de implementação alto, porém tem boa tolerância a ruídos.
Esquema de tipos de modulação da onda portadora:


Troca de fase em 180°

CARACTERÍSTICAS DE TRANSMISSÃO
Pelo tipo de canal utilizado:
- Simplex: o canal leva informações em apenas um sentido de transmissão, como o teletipo.
- Semi-duplex ou Half-Duplex: o canal transmite a informação em ambas as direções mas não
simultaneamente, como nos terminais de vídeo.
- Duplex ou Full-Duplex: o canal transmite a informação em ambas as direções simultaneamente.
Pelo modo de transmissão:
- Serial: os bits que compõem a informação são transmitidos um a um.
- Paralela: cada elemento de um caracter é transmitido ao longo de seu próprio canal, de
modo que o caracter é transmitido instantaneamente.
Pela forma de transmissão:
Assíncrona: ou start-stop, é utilizada em terminais sem buffer. É caracterizada por velocidades baixas,
até 1200 bps, de baixo custo, onde cada caracter é enviado um por vez. É orientada a byte.

Start Caracter Stop

Bit 0 Bit 1

Síncrona: os bits de um caracter são seguidos imediatamente pelo próximo, não havendo elementos

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INFORMÁTICA

start-stop. É enviado um ou mais caracteres de sincronismo no início do bloco, e um caracter indicando fim
de bloco. A detecção de erro é executada ao final de cada bloco.

Sincronismo Bloco de Informação Fim de bloco Check

MEIOS DE TRANSMISSÃO
Meio de transmissão é a conexão física entre as estações da rede. Geralmente eles diferem com
relação à faixa passante, potencial para conexão ponto a ponto ou multiponto, limitação geográfica devido à
atenuação característica do meio, imunidade a ruído, custo, disponibilidade de componentes e
confiabilidade.
A escolha do meio de transmissão adequado às aplicações é extremamente importante não só pelos
motivos mencionados acima, mas também pelo fato de que ele influencia diretamente no custo das
interfaces com a rede.
Qualquer meio físico capaz de transportar informações eletromagnéticas é possível de ser usado em
redes locais. Os mais comumente utilizados são:
- Par trançado: dois fios são enrolados em espiral de forma a reduzir o ruído e manter constantes as
propriedades elétricas do meio através de todo o seu comprimento. A transmissão pode ser tanto analógica
quanto digital. A faixa passante é notavelmente alta, podendo as taxas de transmissão chegar até a ordem
de alguns poucos megabits por segundo, dependendo da distância, técnica de transmissão e qualidade do
cabo. Um para trançado pode chegar até várias dezenas de metros com taxas de transmissão de alguns
megabits por segundo. A desvantagem é sua susceptibilidade à interferência e ruído, incluindo “cross-talk”
de fiação adjacente. Em sistemas de baixa freqüência a imunidade é tão boa quanto a do cabo coaxial.
Muito utilizado em rede de anel. Outra aplicação típica é a ligação ponto a ponto entre terminais e
computadores e entre estações da rede e o meio de transmissão.
- Cabo coaxial: é uma forma de linha de transmissão que possui um condutor interno circundado por
um condutor externo; tendo, entre os condutores, um dielétrico, que os separa.
O condutor externo é por sua vez circundado por outra camada isolante. Existe uma grande variedade de
cabos coaxiais, cada um com características específicas. Alguns são melhores para transmissão em alta
freqüência, outros têm atenuação mais baixa, outros são mais imunes a ruídos e interferência, etc. Os
cabos de mais alta qualidade não são maleáveis e são difíceis de instalar, mas cabos de baixa qualidade
podem ser inadequados para altas velocidades e longas distâncias. O cabo coaxial, ao contrário do par
trançado, mantém uma capacitância constante e baixa independente do comprimento do cabo, evitando
assim vários problemas técnicos, podendo oferecer velocidades da ordem de megabits por segundo, sem
necessidade de regeneração de sinal e sem distorções ou ecos. Pode ser usado em ligações ponto a ponto
ou multiponto. A maioria dos sistemas com transmissão em banda básica utilizam o cabo com impedância
característica de 50-ohm, ao invés do cabo de 75-ohm utilizado em Tvs a cabo e nas redes em banda larga.
É o meio mais utilizado em redes locais.
- Fibra Ótica: a transmissão é realizada pelo envio de um sinal de luz codificado, dentro do domínio de
freqüência do infravermelho, 1014 a 1015 Hz, através de um cabo ótico. O cabo consiste de um filamento de
sílica ou plástico, por onde é feita a transmissão da luz. Ao redor do filamento existe uma outra substância
de baixo índice de refração, que faz com que os raios sejam refletidos internamente, minimizando assim as
perdas de transmissão. É imune a interferência eletromagnética e a ruídos e, por não irradiar luz para fora
do cabo, não se verifica “cross-talk”. Ela vai permitir uma isolação completa entre o transmissor e o
receptor, fazendo com que o perigo de curto elétrico entre condutores não exista. Apresenta uma
atenuação independente da freqüência, permitindo assim uma velocidade de transmissão bastante alta
(virtualmente ilimitada). Em laboratório já foram obtidas taxas de alguns gigabits por segundo. Pode ser
usada tanto em ligações ponto a ponto quanto em ligações multiponto.
- Outros: radiodifusão, infra-vermelho e microondas, sob circunstâncias especiais.
EQUIPAMENTOS DE UMA REDE DE DADOS
MEIOS FÍSICOS:
Os meios físicos incorporam diferentes tecnologias, principalmente em função do avanço e do
desenvolvimento das telecomunicações:
- linhas metálicas abertas;
- cabos de pares;
- cabos coaxiais;
- fibras óticas.
ONDAS HERTZIANAS:
Proporcionam uma variedade significativa de meios de transmissão. As diferentes formas e maneiras
de como se comportam as ondas no espectro de freqüências determinam essa pluralidade de formas.
Mesmo assim pode-se definir dois tipos globais de sistemas:
- Sistema terrestre;
- Sistema Global.
HOST:
A CPU ou Host torna-se um componente da rede quando o computador central dispõe de hardware
para as funções de controle da comunicação de dados.
FRONT-END:
É um processador voltado especificamente ao controle de comunicação da rede, ele assume esta
função no lugar da CPU central (Host). Nos sistemas de grande porte situa-se próximo às CPU´s e é
interligado através de canais especiais onde a transmissão é paralela.
O Front-end é comumente chamado de UCC (Unidade de Controle de Comunicação). As UCC´s
possuem memória e software especializado que na maioria dos casos é carregado pelo sistema operacional
da CPU central.
MODEM:
Modem é a contração de modulador e demodulador. É o equipamento responsável pela modulação do
sinal de dados criando um sinal analógico compatível com a rede telefônica. É conectado ao equipamento
terminal de dados através da interface RS-232. Esses modems podem ser analógicos ou digitais.
Características:
- Síncronos ou assíncronos;

70
INFORMÁTICA

- 2 ou 4 fios;
- Semi-duplex ou duplex;
- Velocidade de 300 a 19200 BPS;
- Com DRA (Dispositivo de Resposta Automática).

CONCENTRADORES OU MULTIPLEXADORES:
Normalmente os concentradores remotos atuam como um derivador do sinal que chega da CPU. Já os
concentradores inteligentes identificam no sinal da CPU o endereço correspondente ao terminal que está
sendo requisitado e entrega a informação à saída secundária correspondente. Estes concentradores fazem
em alguns casos o papel de UCC remota. Já o multiplexador distribui fatias de tempo só aos terminais
ativos, é endereçável, possui memória e bufferiza os dados do terminal.
TERMINAL:
É o dispositivo periférico mais comum. Permite a interface entre o usuário e a CPU. Suas
características variam em função do tamanho da tela, disposição do teclado e velocidade de operação. A
quantidade de funções executadas por um terminal é que determina sua inteligência. Os terminais dividem-
se em duas categorias, mais comumente usadas em teleprocessamento:
- Teleimpressoras;
- Vídeos alfanuméricos.
As teleimpressoras são terminais de baixa velocidade cuja função única é a saída de dados. As mais
usadas são matriciais e de linha. Os terminais podem possuir buffers e serem endereçáveis.
Os terminais de vídeo são compostos de teclado e vídeo, operam a uma velocidade de 600 a 4800
BPS e dividem-se em:
- Terminais burros: não possuem buffer e não são endereçáveis;
- Semi-inteligentes: possuem buffer e são inteligentes;
- Terminais inteligentes: micros com interface de comunicação para ligação à rede.
- Terminais especializados: são aqueles projetados para aplicações científicas como controle de
processos usados em siderurgia, terminais de caixa em bancos, etc.
PROTOCOLOS:
Protocolo é o conjunto de regras segundo as quais entidades de mesma natureza, fisicamente
separadas, interagem-se.
Um protocolo de comunicação consiste basicamente de:
- sintaxe: estrutura dos comandos e respostas;
- semântica: conjunto de pedidos possíveis de serem formulados, ações a serem tomadas e respostas
válidas;
- seqüência em que os eventos podem ocorrer.
As entidades de mesma natureza podem ser:
- circuitos;
- modems;
- terminais;
- concentradores;
- computadores;
- processos;
- pessoas.
As funções básicas de um protocolo são:
- Controle de transferência de dados
- Verificação e recuperação de registros
- Códigos de informação e transferência
- Sincronização.
Os protocolos de linha apresentam características para se estabelecer uma comunicação entre dois
pontos computadorizados distintos. As suas funções básicas podem ser definidas como: endereçamento,
estabelecimento da conexão entre dois pontos, controle de erro, retransmissão e controle de fluxo.
Os modernos sistemas de comunicação são projetados em forma de camadas ou modulares com o
intuito de prevenir reprojetos de grandes sistemas quando partes do sistema são mudadas.
Anteriormente os protocolos eram feitos para aplicações específicas, hoje são estruturados em
multiníveis com hierarquia, isto é, cada nível é transparente aos demais.
As vantagens de separar em multiníveis podem ser simplificadas abaixo:
- separação em funções: facilita a implementação de sistemas de comunicação grandes e complexos;
- divisão de responsabilidade: cada nível é responsável por uma classe de recurso, como, por exemplo:
canal, processador, etc.
- suporte evolucionário: cada nível é transparente ao outro, assim, uma mudança em um nível não
requer uma mudança em todo o sistema.
X-25
O protocolo X-25 do CCITT (Comitê Consultivo Internacional de Telefonia e Telegrafia) cobre as três
camadas do modelo de referência OSI da ISO. A camada 1 (camada física) do protocolo X-25 define as
características físicas, elétricas e mecânicas da interface terminal-rede.
A camada 2 (camada de enlace de dados) abrande os procedimentos de detecção e correção de erros no
circuito de acesso. A camada 3 (camada de rede) é responsável pelo estabelecimento das chamadas e
gerência dos dados.
O X-25 incorpora três definições: a conexão elétrica entre o terminal e a rede, o protocolo de
transmissão ou ligação (link), e a implementação de circuitos virtuais entre os usuários da rede. Juntas,
estas definições especificam uma conexão síncrona, full-duplex, entre os terminais e a rede. Os pacotes
transmitidos desta forma podem conter dados ou comandos de controle. O formato dos pacotes, os
controles de erro, e outros recursos são equivalentes às partes do protocolo HDLC (High-Level Data Link
Control) definidas pela ISO.
TCP/IP
O TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol) foi desenvolvido para a rede ARPNET
pelo Departamento de Defesa Americano. Atualmente, tem sido utilizado com grande sucesso em uma
série de aplicações comerciais, particularmente para interconexão de diferentes redes locais (LAN). Os

71
INFORMÁTICA

protocolos TCP e IP seguem os conceitos de redes em camadas, correspondendo aos níveis 4 (transporte)
e 3 (rede) respectivamente do modelo OSI.

BSC
O protocolo BSC (Binary Synchronous Communication) é um protocolo orientado a caractere (byte)
desenvolvido pela IBM, operando no modo semi-duplex ou half-duplex. Esse protocolo pode operar
basicamente com três códigos: EBCDIC, ASCII e Transcode.
As mensagens podem ter qualquer tamanho, e são enviadas em unidades denominadas frames
(quadros) opcionalmente precedidos de um cabeçalho. Como o BSC utiliza a transmissão síncrona, na qual
os elementos da mensagem são separados por um intervalo de tempo específico, cada quadro vem
delimitado por caracteres especiais que permitem aos equipamentos receptor e transmissor sincronizar
seus clocks.
SDLC/HDLC
Os protocolos orientados a bit têm como característica, quanto aos controles, um tratamento a nível de
bit. São eles o SDLC (Synchronous Data Link Control) e o HDLC (High Level Data Link Control).
O SDLC é uma diretriz de comunicações que define o formato no qual as informações são
transmitidas. Como o próprio nome indica, ele se refere a transmissões síncronas; também é um protocolo
baseado em bits e organiza as informações em unidades rigidamente estruturadas denominadas frames
(quadros).
O HDLC é um protocolo internacional muito utilizado para controle de transferência de informações,
desenvolvido pela ISO. É um protocolo síncrono baseado em bits que se aplica à camada de link de dados
(empacotamento de mensagens) do modelo OSI do ISO, que trata das comunicações entre computadores.
Com o protocolo HDLC, as mensagens são transmitidas em unidades denominadas frames (quadros), cada
um dos quais podendo conter uma quantidade variável de dados sempre organizados da mesma forma.
REDES LOCAIS
O termo "Rede de Processamento de Dados" já é um conceito antigo na informática. O uso distribuído
de recursos de processamento de dados teve seu início há vários anos, quando o pesquisador norte-
americano - hoje considerado o pai da Inteligência Artificial, John McCarty - introduziu o conceito de
Compartilhamento de Tempo ou Timesharing. Em resumo, é a maneira de permitir que vários usuários de
um equipamento o utilizem sem, teoricamente, perceberem a presença dos outros. Com essa idéia,
surgiram vários computadores que operavam em rede ou com processamento distribuído. Um conjunto de
terminais que compartilhavam a UCP - Unidade Central de Processamento - e a memória do equipamento
para processarem vários conjuntos de informações "ao mesmo tempo".
Naturalmente esses conceitos evoluíram e as maneiras de utilização de recursos de informática se
multiplicaram, surgindo os mais diversos tipos de uso compartilhado desses recursos.
O desenvolvimento das redes está intimamente ligado aos recursos de comunicação disponíveis,
sendo um dos principais limitantes no bom desempenho das redes.
Uma rede pode ser definida de diversas maneiras: quanto a sua finalidade, forma de interligação, meio
de transmissão, tipo de equipamento, disposição lógica etc.
Genericamente, uma rede é o arranjo e interligação de um conjunto de equipamentos com a finalidade
de compartilharem recursos. Este recurso pode ser de diversos tipos: desde compartilhamento de
periféricos caros até o uso compartilhado de informações (banco de dados etc.).
Rede de micro computadores é uma forma de se interligar equipamentos (micros e seus recursos) para
que seja possível a troca de informações entre os micros, ou que periféricos mais caros (como impressoras
e discos rígidos) possam ser compartilhados por mais de um micro.
TIPOS DE REDES
O conceito de rede de micros, mais que os próprios micros, é muito recente. No entanto, está
começando a crescer e já existem no mercado nacional vários sistemas para configurar redes de micros.
Existem dois tipos básicos principais, saber:
1. Redes estruturadas em torno de um equipamento especial cuja função é controlar o funcionamento
da rede. Esse tipo de rede tem, uma arquitetura em estrela, ou seja, um controlador central com ramais e
em cada ramal um microcomputador, um equipamento ou periférico qualquer.
2. A outra forma mais comum de estruturação da rede é quando se tem os equipamentos conectados a
um cabo único, também chamada de arquitetura de barramento - bus, ou seja, os micros com as expansões
são simplesmente ligados em série por um meio de transmissão. Não existirá um controlador, mais sim
vários equipamentos ligados individualmente aos micros e nos equipamentos da rede. Em geral, trata-se de
uma placa de expansão que será ligada a outra idêntica no outro micro, e assim por diante.
No primeiro caso básico, o hardware central é quem controla; no segundo caso, são partes em cada
micro. Em ambas configurações não há limitação da rede ser local, pois a ligação entre um micro pode ser
feita remotamente através de modems.
Uma outra classificação de rede pode ser feita nos seguintes tipos:
LAN- Rede local ou Local Area Network é a ligação de microcomputadores e outros tipos de
computadores dentro de uma área geográfica limitada.
WAN- Rede remota ou Wide Area Network, é a rede de computadores que utiliza meios de
teleprocessamento de alta velocidade ou satélites para interligar computadores geograficamente separados
por mais que os 2 a 4 Km cobertos pelas redes locais.
A solução por redes pode apresentar uma série de aspectos, positivos, como:
- comunicação e intercâmbio de informações entre usuários;
- compartilhamento de recursos em geral;
- racionalização no uso de periféricos;
- acesso rápido a informações compartilhadas;
- comunicação interna e troca de mensagem entre processos;
- flexibilidade lógica e física de expansão;
- custo / desempenho baixo para soluções que exijam muitos recursos;
- interação entre os diversos usuários e departamentos da empresa;
- redução ou eliminação de redundâncias no armazenamento;
- controle da utilização e proteção no nosso acesso de arquivos.
Da mesma forma que surgiu o conceito de rede de compartilhamento nos computadores de grande
porte, as redes de micros surgiram da necessidade que os usuários de microcomputadores apresentavam
de intercâmbio de informações e em etapas mais elaboradas, de racionalização no uso dos recursos de
tratamento de informações da empresa - unificação de informações, eliminação de duplicação de dados etc.
Quanto ao objetivo principal para o qual a rede se destina, podemos destacar os descritos a seguir,
apesar de na prática se desejar uma combinação desses objetivos.
Redes de compartilhamento de recursos são aqueles onde o principal objetivo é o uso comum de
equipamentos periféricos, geralmente, muito caros e que permitem sua utilização por mais de um micro,
72
INFORMÁTICA

sem prejudicar a eficiência do sistema como um todo. Por exemplo, uma impressora poderá ser usada por
vários micros que não tenham função exclusiva de emissão de relatórios (sistemas de apoio a decisão,
tipicamente cujo relatórios são eventuais e rápidos). Uma unidade de disco rígido poderá servir de meio de
armazenamento auxiliar para vários micros, desde que os aplicativos desses micros não utilizem de forma
intensiva leitura e gravação de informações.
Redes de comunicações são formas de interligação entre sistemas de computação que permitem a
troca de informações entre eles, tanto em tempo real (on-line) como para troca de mensagens por meio de
um disco comum. Esta Função é também chamada de correio eletrônico e, dependendo do software
utilizado para controle do fluxo das mensagem, permite alcançar grandes melhorias de eficiência nas
tarefas normais de escritório como no envio de memorandos, boletins informativos, agenda eletrônica,
marcação de reuniões etc.
Outro grupo é formado pelas redes remotas, que interligam microcomputadores não próximos uns dos
outros. Este tipo de rede é muito aconselhado a atividades distribuídas geograficamente, que necessitam de
coordenação centralizada ou troca de informações gerenciais. Normalmente, a interligação é feita por meio
de linhas telefônicas.
Ao contrário dos equipamentos de grande porte, os micros permitem o processamento local das
informações e podem trabalhar independentemente dos demais componentes da rede. Pode-se visualizar,
numa empresa, vários micros em vários departamentos, cuidando do processamento local das informações.
Tendo as informações trabalhadas em cada local, o gerenciamento global da empresa necessitaria recolher
informações dos vários departamentos para então proceder às análises e controles gerais da empresa.
Esse intercâmbio de informações poderá ser feito de diversas maneiras : desde a redigitação até a
interligação direta por rede.
Além do intercâmbio de informações, outros aspectos podem ser analisados. Nesta empresa
hipotética, poderia haver em cada unidade geradora de informações todos os periféricos de um sistema
(disco, impressora etc.). Entretanto, alguns deles poderiam ser subutilizados, dependendo das aplicações
que cada um processasse. Com a solução de rede, a empresa poderia adquirir menos equipamentos
periféricos e utilizá-los de uma forma mais racional como por exemplo: uma impressora mais veloz poderia
ser usada por vários micros que tivessem aplicações com uso de impressão.
As possíveis desvantagens são decorrentes de opções tecnicamente incorretas, como tentar resolver
um problema de grande capacidade de processamento com uma rede mal dimensionada, ou tentar com
uma rede substituir as capacidades de processamento de um equipamento de grande porte.
Essas possíveis desvantagens desaparecem se não existirem falhas técnicas, que podem ser
eliminadas por uma boa assessoria obtida desde os fabricantes até consultorias especializadas.
TOPOLOGIAS
Outra forma de classificação de redes é quando a sua topologia, isto é, como estão arranjados os
equipamentos e como as informações circulam na rede.
As topologias mais conhecidas e usadas são: Estrela ou Star, Anel ou Ring e Barra ou Bus.
A figura a seguir mostra os três principais arranjos de equipamento em redes.

A primeira estrutura mostra uma rede disposta em forma de estrela, onde existe um equipamento (que
pode ser um micro) no centro da rede, coordenando o fluxo de informações. Neste tipo de ligação, um
micro, para "chamar" outro, deve obrigatoriamente enviar o pedido de comunicação ao controlador, que
então passará as informações - que poderá ser uma solicitação de um dado qualquer - ao destinatário.
Pode ser bem mais eficiente que o barramento, mas tem limitação no número de nós que o equipamento
central pode controlar e, se o controlador sai do ar, sai toda rede. A vantagem desse sistema é a
simplificação do processo de gerenciamento dos pedidos de acesso. Por outro lado, essa topologia limita a
quantidade de pontos que podem ser conectados, devido até mesmo ao espaço físico disponível para a
conexão dos cabos e à degradação acentuada da performance quando existem muitas solicitações
simultâneas à máquina centralizadora.
A segunda topologia mostrada na figura é uma rede em anel que pode ser considerada como uma rede
em bus, com as extremidades do cabo juntas. Este tipo de ligação não permite tanta flexibilidade quanto a
ligação em bus, forçando uma maior regularidade do fluxo de informações, suportando por um sistema de
detecção, diagnóstico e recuperação de erros nas comunicações. Esta topologia elimina a figura de um
ponto centralizador, o responsável pelo roteamento das informações. As informações são transmitidas de
um ponto para outro da rede até alcançar o ponto destinatário. Todos os pontos da rede participam do
processo de envio de uma informação. Eles servem como uma espécie de estação repetidora entre dois
pontos não adjacentes. Com vantagem, essa rede propicia uma maior distância entre as estações.
Contudo, se houver um problema em um determinado micro, a transmissão será interrompida.
A terceira topologia de rede mostrada na figura é denominada rede em bus ou barra, onde existe um
sistema de conexão (um cabo) que interligará os vários micros da rede. Neste caso o software de controle
do fluxo de informações deverá estar presente em todos os micros.
Assim, quando um micro precisa se comunicar com outro, ele "solta" na linha de comunicação uma
mensagem com uma série de códigos que servirá para identificar qual o micro que deverá receber as
informações que seguem. Nesse processo, a rede fica menos suscetível a problemas que ocorram no
73
INFORMÁTICA

elemento centralizador e sua expansão fica bem mais fácil, bastando aumentar o tamanho do cabo e
conectar a ele os demais pontos.
As formas analisadas são as principais em termos de conceito de formação da rede, porém, existe
uma série de tipos intermediários ou variações deles com estruturas diferentes das barras - de árvore, de
estrela ou anel.
Existem dispositivos que procuram diminuir alguns dos problemas relacionados acima, como meios
físicos de transmissão - desde par trançado até fibra ótica, passando por cabo coaxial e a utilização da
infra-estrutura de equipamento de comutação telefônica - PBX - para a interligação de equipamentos
digitais.
As possibilidades de ligação de micros em rede são muitas e em diversos níveis de investimentos.
Mesmo que haja equipamentos de tecnologias diferentes - famílias diferentes -, algumas redes permitem
que eles "troquem" informações, tornando-as mais úteis para a empresa como um todo.
Uma aplicação mais interessante para usuários de grandes sistemas é a possibilidade de substituir os
terminais burros por microcomputadores "inteligentes". Essa troca poderá trazer benefícios ao tratamento
da informação, pois o usuário acessa o banco de dados no mainframe e traz para o seu micro as
informações que necessita, processando-as independentemente, em certos casos com programas mais
adequados ao tipo de processamento desejado - planilha eletrônica, por exemplo.
Quando uma empresa mantém um precioso banco de dados num computador (de grande porte ou
não), ele somente será útil se as pessoas que dirigirem a empresa tiverem acesso a essas informações
para que as decisões sejam tomadas em função não de hipóteses mas sobre a própria realidade da
empresa, refletida pelas informações contidas no banco de dados. Por exemplo, a posição do estoque de
determinado produto poderá levar a perdas de recursos quando esta informação for imprecisa; ou então,
uma estimativa errônea de despesas poderá comprometer decisões de expansão e crescimento da
empresa.
Havendo possibilidade de comunicação entre um computador central e um micro de um gerente
financeiro, os dados e informações podem ser usados com maior segurança e as decisões mais
conscientes.
Para os PC existem uma tendência para uma arquitetura não - estrela com duas características
importantes. Um ou mais dos micros da rede com maior capacidade, isto é, um equipamento baseado num
80286 ou 80386, que é chamado servidor da rede que normalmente é formado por 10 a 20 PC. Outra
característica é o surgimento dos PC sem unidades de disco (Diskless). Esta estação de trabalho com
vídeo, memória, teclado e conexão de rede terá um custo baixo e irá compartilhar os discos, impressoras e
outros periféricos da rede.
As redes em estrela continuarão a ser importantes quando a aplicação exigir um compartilhamento
multiusuário com uma concorrência de uso de arquivos centralizados intensa.
SERVIÇOS PÚBLICOS
RENPAC
Em operação desde 1985, a Rede Nacional de Comutação de Dados por Pacotes (RENPAC), da
Embratel, oferece ao mercado uma extensa gama de aplicações em comunicação de dados, tais como:
ligação de departamentos de processamento de dados de uma empresa e suas filiais, espalhadas na
mesma cidade ou em cidades de outros estados; formação de pequenas redes, como de hotéis para
serviços de reserva e turismo; acesso a bancos de dados; entre outras modalidades tradicionais de
comunicação de dados.
O uso da RENPAC é aberto ao público em geral. Todos os computadores, de micros a mainframes,
podem ligar-se à RENPAC, através da rede de telefonia pública. No caso dos micros, o usuário necessita
de um software de comunicação de dados com o protocolo TTY ou X-25 (protocolo interno da RENPAC) e
modem.
Para os computadores de médio e grande porte, o usuário precisa, além do software específico de
comunicação de dados, de um conversor que transforme o padrão de comunicação de seu equipamento
para o protocolo X-25. O usuário pode se ligar à RENPAC utilizando, ainda, o acesso dedicado, ou seja,
uma linha privada em conexão direta com a Rede. Além da assinatura para utilização do serviço, o usuário
paga, também, uma tarifa pelo tempo de conexão à rede e pelo volume de informações trafegadas.
TRANSDATA
A Rede Transdata é uma rede totalmente síncrona para comunicação de dados abrangendo as
maiores cidades do Brasil. A técnica de multiplexação por entrelaçamento de bits (bit interleaving) é usada
para a multiplexação dos canais e formar um agregado de 64 Kbps.
As velocidades de transmissão disponíveis para os usuários vão de 300 até 1200 bps (assíncrono) e
1200, 2400, 4800 e 9600 bps (síncronos). Os sinais gerados pelo Equipamento Terminal de Dados (ETD)
são convertidos pelo Equipamento de Terminação de Circuito de Dados (ECD) para a transmissão pela
linha privada de comunicação de dados. Esta transmissão é terminada no Centro de Transmissão ou no
Centro Remoto subordinado a este. Nestes centros os sinais são demodulados em sinais de dados binários
de acordo com as recomendações V.24 e V.28 do CCITT. Esses sinais são passados a equipamentos que
fazem a multiplexação até 64 Kbps.
A Transdata utiliza equipamentos de multiplexação por divisão de tempo (TDM) para multiplexação dos
canais dos assinantes, possibilitando, entre outros, que os códigos usados pelos equipamentos terminais de
dados seja transparente à rede.
É um serviço especializado de CD baseado em circuitos privativos que são interconectados em
modems instalados nas suas pontas pela Embratel e alugados (modem + linha) aos clientes.
Conceituações:
- configuração ponto-a-ponto a multiponto, local e interurbana;
- serviço compreende manutenção dos meios de transmissão e modems;
- inclui suporte técnico/comercial no dimensionamento, implantação, manutenção e ampliação.
Características:
- Circuitos dedicados:
- ponto-a-ponto;
- multiponto.
- Classes de velocidades:
- 300, 1200 bps - assíncrono;
- 2400, 4800, 9600 bps síncrono.
- Transparente a códigos e protocolos;
- Modems fornecidos pela Embratel;
- Abrangência maior que 1000 localidades.
DATASAT
Trata-se de um serviço de comunicação de dados de alta velocidade, via Brasilsat, que tanto pode

74
INFORMÁTICA

distribuir dados emitidos de um ponto central para diversos pontos receptores, como a comunicação de
dados ponto-a-ponto e multi-ponto que devem ser previamente identificados pelo gerador e o receptor de
mensagem.
INTERDATA
Destinado a setores econômicos, financeiros, comerciais, industriais e culturais, permite o acesso de
assinantes no Brasil a bancos de dados no exterior, e vice-versa, bem como a troca de mensagens entre
computadores instalados em diversos países, com formas de acesso e protocolos compatíveis com os
equipamentos existentes nas redes mundiais.
DEA
Através do DEA - Diretório de Assinantes da Embratel - o cliente tem acesso instantâneo, via telex ou
microcomputador, a informações de mais de 50 mil empresas em todo o país. O DEA oferece vantagens
para as empresas que utilizam mala-direta como técnica de marketing ou para comunicados importantes
que requerem a garantia de endereços corretos.
DIGISAT
É um serviço internacional de aluguel de circuitos digitais via satélite em alta velocidade que permite o
intercâmbio de dados, entre computadores, voz digitalizada, áudio e videoconferência, teleprocessamento,
fac-símile, distribuição eletrônica de documentos e transferência de arquivos entre um ou mais pontos no
Brasil e no exterior.
FINDATA
Permite aos usuários estabelecidos no Brasil o acesso a informações sobre o mercado financeiro
mundial, armazenados nos bancos de dados Reuters no exterior.
STM 400
É o Serviço de Tratamento de Mensagens da Embratel. Permite a troca de mensagens e arquivos, em
qualquer ponto do País e do exterior, com segurança, rapidez e sigilo absolutos. Com o STM 400 é possível
enviar mensagens para mais de 100 destinatários, simultaneamente. Nas comunicações internacionais,
pode-se trocar informações com outros sistemas de tratamento de mensagens com os quais a Embratel
mantém acordo comercial. Assim , o usuário pode participar da rede mundial de mensagens.
AIRDATA
O Airdata é o serviço de comunicação de mensagens e dados aeroviários que possibilita às empresas
aéreas com escritórios no Brasil o intercâmbio de mensagens e dados com os seus escritórios, com outras
companhias aéreas, bases de dados e centros de processamento interligados à rede mundial da Sita,
Sociedade Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas.
DATAFAX
É um serviço de fac-símile que permite o envio e a recepção de mensagem em âmbito nacional e
internacional. Interligado a outros serviços similares no exterior, forma uma rede de abrangência mundial.
As Mensagens são encaminhadas através de circuitos de dados de alta velocidade e com controle de erro,
em que a qualidade do documento é verificada por toda a rede.

INTERBANK
Serviço internacional de dados bancários restrito a bancos que operam no Brasil e são associados à
Swift, Society of Worldwide Interbank Financial Telecommunication.
ALUGUEL DE SERVIÇOS DE DADOS INTERNACIONAL
Trata-se de um serviço similar ao Transdata. Com sua utilização, as empresas podem interligar
terminais e computadores no Brasil a outros no exterior.

EXERCÍCIOS
Parte 1 - Equipamentos de Informática:
1. A unidade central do computador é composta de:
a( ) - Unidade Central de Processamento e Memória de Massa.
b( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada.
c( ) - Unidade Central de Processamento e Memória Principal.
d( ) - Unidade de Controle e Unidade de Lógica e Aritmética.
e( ) - Periféricos ou Unidades de Entrada/Saída
2. A unidade central de processamento (UCP) é composta de:
a( ) - Unidade Central de Processamento e Memória de Massa.
b( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada.
c( ) - Unidade Central de Processamento e Memória Principal.
d( ) - Unidade de Controle e Unidade de Lógica e Aritmética.
e( ) - Periféricos ou Unidades de Entrada/Saída
3 - Os periféricos do computador são as/os:
a( ) - Unidade Central de Processamento e Memória de Massa.
b( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada.
c( ) - Unidade Central de Processamento e Memória Principal.

75
INFORMÁTICA

d( ) - Unidade de Controle e Unidade de Lógica e Aritmética.


e( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada/Saída
4 - A memória principal divide-se basicamente em:
a( ) - Memória Volátil e Memória de Massa.
b( ) - Memória Magnética e Memória Secundária.
c( ) - Memória RAM e Memória ROM.
d( ) - Memória de Bolha e Memória de Massa.
e( ) - Memória Alta e Memória Baixa.
5 - São memórias auxiliares:
a( ) - Discos magnéticos e Memória EPROM.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Memória RAM e Memória ROM.
d( ) - Memória de Bolha e Memória Principal.
e( ) - Memória Alta e Memória Baixa.
6 - São periféricos somente de entrada:
a( ) - Teclado, scanner e leitora de código de barras.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Teclado, vídeo e impressora.
d( ) - Discos magnéticos e memória RAM.
e( ) - Scanner, plotter e leitora de cartão perfurado.
7 - São periféricos somente de saída:
a( ) - Teclado, scanner e leitora de código de barras.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Vídeo, impressora laser e plotter.
d( ) - Discos magnéticos e memória RAM.
e( ) - Scanner, plotter e leitora de cartão perfurado.
8 - São periféricos magnéticos de entrada/saída:
a( ) - Teclado, scanner e leitora de código de barras.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Vídeo, impressora laser e plotter.
d( ) - Discos magnéticos e memória RAM.
e( ) - Scanner, plotter e leitora de cartão perfurado.
9 - Genericamente pode-se classificar os computadores em:
a( ) - Grande porte, minis e mainframes.
b( ) - Minicomputadores e estações de trabalho.
c( ) - Analógicos e microcomputadores.
d( ) - Mainframes, minis e microcomputadores.
e( ) - Transistorizados, digitais e híbridos.
10 - A definição de um microcomputador é:
a( ) - Equipamento com grande capacidade de memória principal (`256 Megabytes), vários
processadores, alta velocidade de processamento.
b( ) - Equipamento usado geralmente em controle de processos, com potência e capacidade menor que
os mainframes.
c( ) - Equipamento baseado em um único processador, com média capacidade de armazenamento em
disco fixo (10 a 2 Gigabytes), com dimensões reduzidas.
d( ) - Equipamento com ou sem unidades de disquetes, com velocidade de processamento de 10 MIPS.
e( ) - Equipamento com três processadores em paralelo e média capacidade de armazenamento em
disco fixo.
Parte 2 - Ambiente de processamento:
1. Monoprogramação é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.
2. Multiprocessamento é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.
3 - Multiprogramação é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.
4 - Processamento em Lote ou Batch:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.

76
INFORMÁTICA

d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.


e( ) - Execução sequencial de serviços com pouca ou nenhuma interação do usuário.
5 - Processamento em Tempo Real ou On-Line:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.
6 - Processamento Monousuário:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas num computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.
7 - Processamento multiusuário:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas com vários usuários.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.
8 - Processamento Centralizado:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas com vários usuários.
e( ) - Execução por um computador central que atende a todos os usuários.
9 - Processamento Distribuido:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de parte de um programa em um computador e parte em outro.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas com vários usuários.
e( ) - Execução por um computador central que atende a todos os usuários.
10 - Processamento Compartilhado é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução com fatiamento do tempo do processador entre vários usuários.
e( ) - Execução por um computador central que atende a todos os usuários.
Parte 3 - Software e aplicativos:
1. Softwares Aplicativos são:
a( ) - Os programas do Sistema Operacional.
b( ) - Os programas gravados pelo fabricante na ROM-BIOS.
c( ) - Os tradutores, compiladores e utilitários.
d( ) - Folha de Pagamento, Cadastro de Funcionários, Contas a Pagar.
e( ) - Planilhas Eletrônicas, Processadores de Texto..
2. Sistema Operacional é o software que:
a( ) - Permite somente a edição de textos.
b( ) - Permite criar uma planilha e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Intrepreta os comandos escritos em ASCII e executá-os.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.
3 - O Compilador:
a( ) - Permite somente a edição de textos.
b( ) - Permite criar uma planilha e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Intrepreta os comandos escritos em ASCII e executá-os.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.
4 - O interpretador:
a( ) - Permite somente a edição de textos.
b( ) - Permite criar uma planilha e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Intrepreta os comandos escritos em ASCII e executá-os.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.
5 - São Linguagens de Programação de baixo nível:
a( ) - Linguagem de Máquina e Linguagem Montadora, Assembler.
b( ) - CP/M, MS-DOS, MSX-DOS, TRSDOS, DRDOS e UNIX.
c( ) - ADA, BASIC, COBOL, MUMPS, PASCAL, SMALLTALK.
d( ) - LOTUS 1-2-3, WORDSTAR, CHART, SIDEKICK, WINDOWS.
e( ) - Processadores de texto, planilha eletrônica e banco de dados.

77
INFORMÁTICA

6 - Um programa de Edição de Texto ou Processador de Texto:


a( ) - Permite a edição de textos e sua posterior impressão.
b( ) - Permite criar uma planilha, manipulá-la e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Permite o armazenamento de informações e sua posterior recuperação.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerenciam a utilização do sistema.
7 - Uma Planilha Eletrônica:
a( ) - Permite a edição de textos e sua posterior impressão.
b( ) - Permite criar uma planilha, manipulá-la e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Permite o armazenamento de informações e sua posterior recuperação.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerenciam a utilização do sistema.
8 - Um banco de dados:
a( ) - Permite a edição de textos e sua posterior impressão.
b( ) - Permite criar uma planilha, manipulá-la e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Permite o armazenamento de informações e sua posterior recuperação.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.
Parte 4 - Comunicação de Dados:
1. São formas de modulação da onda portadora:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.
2. São modos de transmissão da informação:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.
3 - Os canais de transmissão de dados podem ser:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.
4 - As formas de transmissão da informação:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.
5 - São tipos de topologias de redes de computadores:
a( ) - Monousuário e Multiusuário.
b( ) - Host, front-end e modem.
c( ) - Locais e de longa distância.
d( ) - Anel, barra e estrela
e( ) - Privadas e públicas.
6 - As camadas do protocolo padrão ISO/OSI são:
a( ) - Quatro, sendo Aplicação, Sessão, Transporte e Física.
b( ) - Sete, sendo Aplicação, Apresentação, Sessão, Transporte, Rede, Enlace e Física.
c( ) - Duas, sendo Enlace e Física.
d( ) - Cinco, sendo Aplicação, Transporte, Rede, Enlace e Física.
e( ) - Três, sendo Aplicação, Sessão e Rede.
7 - Protocolo pode ser definido como:
a( ) - A ciência e a técnica de transmissão ou recepção de qualquer informação à distância.
b( ) - A utilização dos recursos computacionais à distância para processamento de informações através
de um meio de transmissão qualquer.
c( ) - Processo pelo qual se imprime uma informação em uma onda portadora.
d( ) - Interface que permite a interação entre o computador e o usuário.
e( ) - Conjunto de regras segundo as quais entidades de mesma natureza, fisicamente separadas,
interagem-se.
8 - São dispositivos de uma rede de dados:
a( ) - Host, Front-End, Concentradores, Multiplexadores e Modems.
b( ) - Impressoras de página e de linha.
c( ) - Cabos coaxiais, cabos de pares e fibras óticas.
d( ) - Mouse, scanner e impressora laser.
e( ) - Renpac, Transdata, Vídeo-Texto e CDD.
9 - Compõem a RENPAC da Embratel:
a( ) - Transdata, Vídeo-Texto e CDD.
78
INFORMÁTICA

b( ) - Redes Locais e de longa distância.


c( ) - Serviço 1000, 2000, 3025 e 3028.
d( ) - Modem, Mouse e Mux.
e( ) - Star, Bus e Ring.
10 - O Teleshopping é um serviço da(o):
a( ) - Transdata.
b( ) - CDD.
c( ) - CRT.
d( ) - Renpac.
e( ) - Vídeo-Texto.
GABARITO:
Parte 1: 1-c 2-d 3-e 4-c 5-b 6-a 7-c 8-b 9-d 10-c.
Parte 2: 1-c 2-d 3-b 4-e 5-b 6-c 7-d 8-e 9-b 10-d.
Parte 3: 1-d 2-e 3-c 4-d 5-a 6-a 7-b 8-d
Parte 4: 1-c 2-b 3-a 4-d 5-d 6-b 7-e 8-a 9-c 10-e.

EXERCÍCIOS
01- Preencha a lacuna com a expressão adequada.
é um periférico que pode funcionar como dispositivo de entrada e de saída .
a) O " drive"
b) O teclado
c) O " mouse"
d) A impressora
e) O " scanner"
02 - Assinale a opção que não corresponde a uma atividade realizada em uma Unidade Central de
Processamento.
a) Controle da transferência de dados entre dispositivos de entrada e a memória principal.
b) Cálculos aritméticos.
c) Controle da transferência de dados entre a memória principal e dispositivos de saída.
d) Controle de "no-break" visando evitar perda súbita de dados.
e) Execução de instruções.
03- A principal atividade realizada na unidade lógica e aritmética é o(a).
a) Cálculo de funções trigonométricas
b) Identificação do código de operação de uma instrução para utilizá-lo em operações aritméticas e
lógicas.
c) Execução de operações aritméticas e lógicas.
d) Identificação do campo de operandos de uma instrução para utilizá-lo em operações aritméticas e lógicas.
e) Leitura de operandos e operadores.
04- O sistema operacional DOS não pode ser executado em microcomputadores do tipo.
a) PC-XT
b) Macintosh II
c) PC-AT
d) PC-386SX
e) PS/2
05- É vantagem do computador de grande porte em relação ao microcomputador:
a) Menor custo de aquisição.
b) Necessidade de pessoal especializado na operação.
c) Maior capacidade de processamento.
d) Menor custo de manutenção.
e) Maior disponibilidade de "software" de baixo custo.
06- O dispositivo de acesso físico aos dados de uma unidade de múltiplos discos magnéticos possui.
a) Apenas uma cabeça.
b) Apenas duas cabeças.
c) Uma cabeça para cada face de cada disco.
d) Duas ou mais cabeças para cada face de cada disco.
e) Um conjunto de cabeças que gira em torno do centro dos discos.
07- Em um microcomputador, os dados armazenados na pilha localizam-se fisicamente.
a) Na memória principal.
b) Na memória externa.
c) Na unidade central de processamento.
d) Na unidade lógica e aritmética.
e) Nos dispositivos de entrada e saída.
08- Assinale a opção incorreta.
a) Atualmente existem discos rígidos com capacidade de armazenamento da ordem de 200 Mbytes.
b) Um "drive" para discos de alta densidade consegue acessar disquetes de baixa densidade.
c) Atualmente, entre os dispositivos magnéticos para armazenamento, o que permite maior velocidade
de acesso é a RAM.
d) Os dispositivos magnéticos para armazenamento de dados permitem ao usuário as operações de
leitura e de escrita.
e) Os dispositivos magnéticos para armazenamento de dados são não-voláteis.
79
INFORMÁTICA

09- Os componentes indispensáveis ao funcionamento de um microcomputador são:


a) Processador gráfico, unidade central de processamento, disco "winchester", "drive", modem e unidade
aritmética.
b) Estabilizador de tensão, fonte "short-break", sistema operacional, memória principal e memória
secundária.
c) Memória principal, memória secundária, sistema operacional, "software" aplicativo e fonte de energia
estabilizada.
d) Unidade central de processamento, memória principal, sistema operacional e fonte de energia elétrica.
e) Sistema operacional, "software" de comunicação, modem e fonte de energia.
10- Assinale a opção correta a uma possível especificação de um microcomputador.
Processador e Memória Disco Rígido "Drive"
a) Intel 386 DX(TM) de IDE de 5,5"-1,2Mb
33 MHz, 8b de cache 105000Kb 3,25"-1,44Mb
interno, 12,8 Kb de e 17ns
cache externo de
2,5s
b) Intel 486 DX(TM) de IDE de 5.1/4"-1,2Mb
25 MHz, 8Mb de cache 210 Mb e 3.1/2"-1,44Mb
cache externo de 17ns
25ms
c) Intel 486 DX(TM) de IDE de 5,25"-1,2Mb
33 MHz, 8Kb de cache 105Mb e 3,5"-1,44Mb
interno, 128Kb de 17ms
cache externo de
25ns
d) Intel 486 DX(TM) de IDE de 5,25"-1,2Mb
3,3MHz, 8Kb de cache 105 Gb e 3,5"-1,44Mb
interno, 128Mb de 17ms
cache externo, de
25ns
e) Cache 486 DX(TM) de IDE de 5,25"-1,2Mb
33 MHz, 8Kb de 210Mb e 3,5"-1,44Mb
buffer interno, 128 Kb 17ns
de buffer externo de
25ms
11- Assinale a opção com uma correta especificação de uma estação de trabalho.
Performance Taxa de Monitor Alimentação
e memória transferên-
principal cia de da-
dos pela
interface
"ethernet"
a) 28,5MFLOPS 10 MHz/ms 1152 x 90 90-132VAC
4,2 mips pixel 47-63Hz
16 Mb RAM 1000 dots/pol

b) 28,5MIPS 10 Mb/s 1152 x 900 90-132VA


4,2MFLOPS pixel ou
16Mb RAM 100 dots/pol 180-264VA
47-63hZ
c) 28,5MIPS 10 Mb/s 1152 x 900 180-264VAC
4,2MFLOPS pixel 47-63Hz
16Kb RAM 100 dots/pol
d) 28,5MIPS 10 Mb/s 1152 x 900 90-132VAC
4,2MFLOPS pixel ou
16Mb RAM 100 dots/pol 180-264VAC
47-63Hz
e) 28,5MIPS 10 MHz/s 1152 x 1152 90-132VAC
4,2MFLOPS pixel 57-63Hz
16Mb RAM 100 dots/pol

12- Em um ambiente de processamento multiusuário.


a) Os usuários são atendidos, um de cada vez, pela unidade central de processamento
b) Cada usuário possui a sua própria unidade central de processamento
c) Uma mesma tarefa é executada por mais de uma unidade de processamento, em paralelo
d) O único terminal do sistema é compartilhado por mais de um usuário
e) As tarefas são executadas nos modos "background”, “foreground" e "underground".
13- Em um ambiente de processamento multitarefa,
a) Não é possível fazer multiprogramação
b) As tarefas que aguardam liberação da Unidade Central de Processamento ficam armazenadas na
memória principal
c) As tarefas são executadas integralmente, na ordem de chegada
d) A execução de uma tarefa começa após o término da execução das tarefas de maior prioridade
e) A maior parte das aplicações é desenvolvida utilizando-se técnicas de programação concorrente
14- Em um ambiente multiprocessado:
80
INFORMÁTICA

a) Quando frouxamente acoplado, há compartilhamento de memória e de dispositivos de entrada/saída


b) Há um único processador, que é compartilhado
c) A capacidade de processamento cresce linearmente com o número de processadores
d) Um dos principais objetivos é diminuir o tempo de resposta
e) A tolerância a falhas é inferior à de um ambiente monoprocessado.
15- Em um ambiente de processamento em lote é correto afirmar que:
a) O tempo de resposta é curto
b) As tarefas dos usuários são agrupadas fisicamente para posterior, processamento
c) A velocidade de processamento é lenta comparada à dos dispositivos de entrada / saída
d) Estes sistemas surgiram com os computadores de quarta geração
e) Quando o sistema é ligado, um programa denominado AUTOEXEC.BAT é acionado para executar um
conjunto de comandos definido pelo operador
16- Em relação aos sistemas distribuídos é incorreto afirmar que:
a) A comunicação entre nós de processamento é feita através de troca de mensagens
b) Incluem um número arbitrário de nós de processamento
c) São potencialmente mais confiáveis que sistemas centralizados
d) Permitem o compartilhamento de recursos de "software"
e) Inviabilizam o crescimento incremental
17- Um interpretador, a partir de um programa-fonte:
a) Gera um programa-objeto para posterior execução
b) Efetua a tradução para uma linguagem de mais alto nível
c) Interpreta erros de lógica
d) Executa instrução a instrução, sem gerar um programa-objeto
e) Não detecta erros de sintaxe
18- Através de um editor de texto não é possível:
a) Substituir palavras em um arquivo
b) Editar a árvore de diretórios vigente
c) Formatar parágrafos
d) Imprimir gráficos
e) Copiar blocos

19- Os comandos de repetição de uma linguagem de programação de alto nível têm a finalidade de
implementar:
a) Macros
b) Estruturas de repetição em arquivos em lote
c) Estruturas recursivas
d) Laços
e) "Boot records"
20- Assinale a opção correspondente ao aplicativo utilizado para realizar cálculos em planilhas
eletrônicas.
a) Paintbrush
b) Netware Novell
c) Quattro Pro
d) OS-2
e) Windows
21- A operação de "spooling" não envolve a transferência de dados:
a) Do dispositivo de entrada para a unidade de discos magnéticos
b) Da unidade de discos magnéticos para a unidade central de processamento
c) Da unidade central de processamento para a unidade de discos magnéticos
d) Da unidade de discos magnéticos para o dispositivo de saída
e) Da unidade de discos magnéticos para o dispositivo de entrada
22- Uma região em uma planilha eletrônica
a) Corresponde a um conjunto retangular de células
b) É definida recursivamente
c) Corresponde a um conjunto de células impossibilitado de ser manipulado
d) Corresponde a um conjunto trapezoidal de células
e) Corresponde a um conjunto de células impossibilitado de ser deslocado
23- A tabela de símbolos associada a um programa-fonte
a) É gerenciada pelo sistema operacional
b) É criada durante a execução do mesmo
c) Destina-se ao dimensionamento do espaço em memória a ser reservado às variáveis dinâmicas
d) Armazena a estrutura lógica do mesmo
e) É criada durante a compilação
24- Na passagem de parâmetros por referência, o módulo chamador passa ao módulo chamado
a) O endereço do parâmetro real
b) O valor do parâmetro real para o parâmetro formal
c) O nome do parâmetro real
d) O nome do arquivo que contém o parâmetro real
e) A estrutura organizacional do parâmetro real
25- Uma linguagem de manipulação de dados não-procedimental requer do usuário
a) A especificação de quais dados são desejados e como chegar a eles
b) A estruturação dos dados e como chegar a eles

81
INFORMÁTICA

c) A definição da compilação de procedimentos relacionados a dados


d) A especificação de quais dados são desejados, sem especificar como chegar a eles
e) A modularização dos processos e procedimentos do diagrama de estrutura
26- A cláusula select em SQL
a) Corresponde à operação de projeção da álgebra relacional
b) Corresponde à operação de seleção da álgebra relacional
c) É uma lista de relações a serem varridas na execução da expressão
d) Corresponde ao predicado de seleção da álgebra relacional
e) Corresponde ao predicado de modularidade da álgebra relacional
27- Em uma consulta em SQL do tipo
Select P
From Q
Where R
Os símbolos P, Q e R significam
P Q R
a) Relações Condições Atributos
b) Atributos Predicado Relações
c) Atributos Predicado Predicado
Inicial Condicional
d) Condição Atributo Atributo
Inicial Condicional
e) Atributos Relações Predicado
28- Em relação ao cabo coaxial como meio de transmissão é incorreto afirmar que:
a) É adequado para ligações ponto-a-ponto e multiponto
b) É o meio mais utilizado em redes locais
c) Possui maior imunidade a ruídos que o par de fios trançado
d) Sua banda passante é da ordem de 3KHz
e) Necessita de amplificadores intermediários em ligações de longas distâncias

29- O serviço da EMBRATEL que permite o estabelecimento de comunicação entre dois assinantes,
possibilitando a transmissão simultânea de dados segmentados em pacotes em ambos os sentidos é
denominado
a) Renpac
b) Transdata
c) Bitnet
d) Dataline
e) Interdata
30- Em relação às controladoras de comunicação é correto afirmar que
a) Apesar de economizarem tempo de CPU do "host", em geral aumentam o seu consumo de memória
b) A grande desvantagem destas controladoras é o alto nível de ressonância de sincronismo
c) As controladoras não programáveis permitem grande flexibilidade nas alterações da rede
d) Elas geram "clock” para sincronismo do "host"
e) As controladoras programáveis suportam vários protocolos, códigos e velocidades
31- Assinale a opção incorreta
a) As redes de longa distância utilizam serviços públicos de comunicação de dados.
b) Custo, desempenho, modularidade e confiabilidade são fatores considerados na avaliação de uma
rede local.
c) As comunicações nas redes de longa distância obedecem a regras e convenções denominadas
protocolos de Genebra.
d) O número máximo de nós deve ser considerado na escolha do meio de transmissão e da topologia
de uma rede local.
e) Há redes de longa distância com dimensões intercontinentais.
32- Na Renpac, os tipos de acesso são
a) Síncrono e assíncrono
b) Serial e paralelo
c) "Half-duplex" e "full-duplex"
d) "Simplex" e "half-duplex"
e) Dedicado e comutado
33- No lançamento de cabos de comunicação de uma rede local deve-se
a) Utilizar a tubulação da rede elétrica
b) Utilizar a tubulação da rede telefônica
c) Aterrar a tubulação quando ela for de metal para proteção contra ruídos
d) Utilizar emendas cromadas sempre que o comprimento do cabo for insuficiente
e) Dar banho de óleo ou graxa nos cabos para diminuir a perda de energia por dissipação
34- Nas redes com topologia em anel
a) O tipo de ligação utilizado é multiponto
b) As configurações mais usuais são unidirecionais, apesar de ser permitida a transmissão e recepção
em ambas as direções
c) Não é permitido "broadcast", isto é, que um sinal seja enviado para múltiplas estações ao mesmo
tempo
d) Não há possibilidade de crescimento incremental
e) A "quebra" de uma estação não interfere no funcionamento da rede
35- Durante o processo de contaminação o vírus de computador pode alojar-se
82
INFORMÁTICA

a) No segmento "debug"
b) Na área de disco onde estão armazenados os programas aplicativos
c) No monitor de vídeo, apresentando uma seqüência de caracteres que o identifica
d) No "hardware", gerador de impulsos acionadores dos periféricos
e) Nas áreas de memória ROM previamente contaminadas
36- A prevenção de ameaças à segurança física de um centro de processamento de dados resulta de
a) Sua localização distante das linhas de transmissão e dos dispositivos abaixadores de tensão
b) Abertura de vias públicas próximas à sua edificação, com transporte coletivo e de mercadorias
freqüente
c) Sua localização em nível inferior ao das vias públicas próximas
d) Sua localização em ambiente próprio à concentração de manifestantes em assuntos de interesse da
classe
e) Manutenção de abundante reserva de combustível para fornecimento de energia elétrica de
emergência nas proximidades dos equipamentos
37- O criptograma é
a) Uma seqüência de instruções de cálculo destinadas a cifrar uma mensagem
b) Um conjunto de sinais ininteligíveis, obtidos a partir de um processo de cifragem
c) Um valor associado a determinada mensagem, que a garanta contra falsificação
d) O mesmo que assinatura digital
e) Uma mensagem não cifrada
38- São desvantagens da segurança centralizada:
I - Menor familiaridade com exigências locais
II - Maior sobreposição de estruturas de segurança
III - Maior suscetibilidade a pressões locais
IV - Maiores dificuldades de controle por parte da auditoria
V - Tempo de resposta mais lento
Aponte a opção que contém as afirmativas corretas
a) II,III,IV
b) I,IV,V
c) III,IV,V
d) I,II,III
e) I,V
39- Uma das formas de se evitar a contaminação por vírus de microcomputador é através de
a) Uso do comando ATTRIB para manutenção da localização do arquivo gerenciador do sistema
operacional
b) Uso do comando ATTRIB para alterar os atributos dos arquivos com extensão EXE, COM, BIN e
SYS
c) Não uso do comando LABEL do sistema operacional
d) Mudança da localização do arquivo gerenciador do sistema operacional, sem modificar o arquivo
CONFIG.SYS
e) Manutenção da localização do arquivo gerenciador do sistema operacional, através do comando
SHELL
40- Em segurança de informática, é verdadeiro:
a) O comando FORMAT é preferível aos comandos DEL e ERASE para limpeza de disquetes
b) A etiqueta de proteção de disquetes não é uma proteção segura contra sua contaminação
c) Disquetes de "software” contaminados, porém contendo etiqueta de proteção, não afetam a
segurança
d) Os programas executáveis devem ser criptografados
e) A denominação do disco rígido não é alterável por vírus de computador

GABARITO COMENTADO
Questão No. 01:
Resposta certa letra a) o "drive" porque é o único que permite gravar e ler informações do disquete. Os outros são
periféricos somente de entrada (teclado, mouse, scanner) e de saída (impressora).
Questão No. 02:
Resposta certa letra d) Controle de "no-break"... pois este periférico é totalmente externo a Unidade Central de
Processamento. As opções a) e c) são desempenhados pela UC - Unidade de Controle e as opções b) e e) pela ULA -
Unidade de Lógica e Aritmética.
Questão No. 03:
Resposta certa letra c) execução de operações aritméticas... pois todas as outras funções são desempenhadas
pela UC - Unidade de Controle, com exceção da opção a) que depende do programa (Basic, C, Clipper) para executar
esse cálculo.
Questão No. 04:
Resposta certa letra b) Macintosh II por ser o único computador que utiliza outra tecnologia (no caso Apple) que
não a PC (Personal Computer). Todos os PCs rodam sistema operacional DOS. O Macintosh roda o sistema
operacional System 7.
Questão No. 05:
Resposta certa letra c) maior capacidade de processamento. Mesmo que os microcomputadores atuais já
apresentem um alto desempenho ainda estão longe dos mainframes (grande porte). As alternativas a), d) e e) dizem
respeito ao microcomputador, sendo que a alternativa b) diz respeito ao mainframe, porém é uma desvantagem.
Questão No. 06:
Resposta certa letra c) uma cabeça para cada face do disco. Atualmente já existem discos em que há apenas
duas faces (um disco) porém seis cabeças de leitura/gravação.
Questão No. 07:
Resposta certa letra a) na memória principal, pois a pilha ou "stack" é o local da memória principal onde a UCP
coloca os dados e os programas que estão aguardando processamento.
Questão No. 08:
Resposta certa letra c) pois a memória RAM não é um dispositivo magnético (memória auxiliar ou de massa) e sim
uma das partes da memória principal, juntamente com a ROM.

83
INFORMÁTICA

Questão No. 09:


Resposta certa letra d) pois todos esses componentes são realmente indispensáveis ao funcionamento do
microcomputador. Na opção a) o modem e o processador gráfico são dispensáveis, na b) o estabilizador de tensão
não é obrigatório, na opção c) o software aplicativo é dispensável e na opção e) o software de comunicação e o
modem são dispensáveis.
Questão No. 10:
Resposta certa letra c) pois nas letras a), b) e e) cita disco rígido com velocidade em ns (nanossegundos - medida
de memória) e não em ms (milissegundos), que é o correto. E na letra d) a capacidade de 105 GB só é atingida por
computadores de grande porte. Existem outros erros nas opções incorretas.
Questão No. 11:
Resposta certa letra d) pois a letra c) fala em memória de 16Kb de RAM (memória dos primeiros micros pessoais),
as letras a) e e) citam MHz (Mega Hertz) para taxa de transferência, quando esta é medida em Baud (bit-por-
segundo), e finalmente a b) não fala em VAC (que é a medida geralmente aceita para voltagem de fontes - Volts
Alternate Courrent, Volts em Corrente Alternada) como as outras quatro opções.
Questão No. 12:
Resposta certa letra a) pois em um ambiente multiusuário há apenas um processador atendendo vários usuários,
um por vez, em fatias de tempo (time slice), embora pareça que estejam sendo atendidos ao mesmo tempo. A opção
b) refere-se a monousuário, a c) refere-se a multiprocessamento, a e) refere-se a multitarefa e a d) não é nenhum
ambiente de processamento.
Questão No. 13:
Resposta certa letra b) pois em multitarefa as tarefas aguardam na fila, armazenadas na pilha ou "stack" da
memória principal.
Questão No. 14:
Resposta certa letra d) pois com vários processadores trabalhando ao mesmo tempo no mesmo programa
acarreta uma redução no tempo de processamento ou de resposta.
Questão No. 15:
Resposta certa letra b) pois no processamento em lote ou batch ocorre o agrupamento ou enfileiramento das
tarefas e então estas são submetidas seqüencialmente ao processamento, sem intervenção intermediário do
operador.
Questão No. 16:
Resposta certa letra e) pois os sistemas distribuídos podem crescer incrementalmente quase que indefinidamente,
pois não dependem somente do computador central para processar os dados.
Questão No. 17:
Resposta certa letra d) pois o interpretador lê o programa fonte e executa as instruções passo a passo, detectando
erros de sintaxe se houverem.
Questão No. 18:
Resposta certa letra b) pois o editor de textos permite acessar e editar os arquivos da árvore de diretórios vigente
mas não editar o próprio diretório.
Questão No. 19:
Resposta certa letra d) os laços são mais conhecidos no jargão de programação como "loops", que são estruturas
de repetição condicionais.
Questão No. 20:
Resposta certa letra c) o Quattro Pro é o único software dos listados que é uma planilha eletrônica. O Paintbrush é
um acessório de desenho do Windows ou do DOS, o Netware Novell é o sistema operacional da Novell, o OS-2 é o
sistema operacional da IBM e o Windows é o ambiente operacional da Microsoft.
Questão No. 21:
Resposta certa letra e) pois o spooling não pode enviar dados para um dispositivo de entrada, por exemplo, o
teclado.
Questão No. 22:
Resposta certa letra a) pois a planilha eletrônica possui células (formada pelo encontro de linhas e colunas) e estas
formam regiões que podem ser retangulares ou quadradas.
Questão No. 23:
Resposta certa letra e) pois o compilador ao gerar o programa-objeto a partir do programa-fonte, lê a biblioteca de
instruções da linguagem que esta sendo compilada e cria a tabela de comandos e funções correspondente.
Questão No. 24:
Resposta certa letra a) a passagem de parâmetros ocorre em linguagens de programação, por exemplo, o Clipper,
onde o módulo chamador (que está sendo executado) passa o endereço dos dados na memória ao módulo chamado
(que será executado).
Questão No. 25:
Resposta certa letra d) pois as linguagens de programação não-procedimentais não especificam os procedimentos
ou passos para a obtenção dos dados, mas sim especificam os próprios dados.
Questão No. 26:
Resposta certa letra a) na álgebra relacional a operação PROJECT gera um resultado vertical a partir da seleção
de atributos (colunas), exatamente como a instrução SELECT da SQL.
Questão No. 27:
Resposta certa letra e) pois a sintaxe da instrução SELECT especifica os atributos (colunas) a listar, através do
FROM a tabela (relação) de origem e o WHERE especifica a condição (predicado) a ser satisfeito.
Questão No. 28:
Resposta certa letra d) pois os cabos coaxiais são meios de transmissão de alta velocidade e alta freqüência
(MHz).
Questão No. 29:
Resposta certa letra a) a RENPAC (Rede Nacional de Comutação de Dados por Pacotes) é o serviço da Embratel
de comunicação de dados que segmenta os dados a transmitir em pacotes, ou seja, em módulos de tamanho pré-
determinado que são enviados pela rede de telecomunicação.
Questão No. 30:
Resposta certa letra e) as controladoras de comunicação também são conhecidas como front-end e como
geralmente são controladoras de redes têm necessariamente que suportar vários protocolos, códigos (software) e
velocidades devido à grande diversidade de plataformas (hardware) e sistemas operacionais interligados.
Questão No. 31:
Resposta certa letra c) a única coisa que está errada na resposta é justamente a palavra Genebra, pois os
protocolos são padronizados pela ISO (International Standardization Organization) que é o padrão na comunicação de
dados.
Questão No. 32:
Resposta certa letra e) acessos dedicado e comutado; a letra a) refere-se as formas de transmissão, a letra b) aos
modos de transmissão, a letra c) e d) aos canais de transmissão.
Questão No. 33:
Resposta certa letra c) pois a tubulação metálica se não aterrada pode provocar ruído na transmissão de sinais da
rede de comunicação.
Questão No. 34:
Resposta certa letra b) na topologia em anel as estações são interligadas em série, e qualquer delas pode emitir
ou receber para as duas estações adjacentes, ou seja para qualquer das duas direções.
Questão No. 35:
Resposta certa letra b) o vírus na contaminação aloja-se na área de boot do disco ou em qualquer arquivo que
possa ser executado e ainda na área de memória RAM.
Questão No. 36:
Resposta certa letra a) apesar de ser a única opção mais lógica em razão das outras alternativas. Na segurança
física devem ser observadas normas que preservem o CPD contra a natureza, acidentes e também acesso de
pessoas estranhas.
Questão No. 37:
Resposta certa letra b) a criptografia após executada sobre o texto simples (legível) gera um texto cifrado
(ininteligível) e este só pode ser descriptografado através de uma chave secreta.

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INFORMÁTICA

Questão No. 38:


Resposta certa letra e) pois a segurança centralizada tem como desvantagem a não preocupação com
peculiaridades locais e o tempo de resposta é bem mais lento pela distância geralmente percorrida pelas informações.
Questão No. 39:
Resposta certa letra b) o comando ATTRIB do DOS permite alterar os atributos (system, archive, hidden, read
only) dos arquivos, sendo que o último atributo (read only - apenas de leitura) não permite gravar um arquivo, o que é
o que o vírus faz para poder alojar-se na contaminação.
Questão No. 40:
Resposta certa letra a) pois o comando FORMAT limpa o disquete completamente, inclusive a área de boot, onde o
vírus geralmente se aloja. Os comandos DEL e ERASE apagam apenas os arquivos do diretório, não apagando os
dados gravados no disquete ou disco rígido.

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