Você está na página 1de 4

( Por lavor, desligue o celul�r@

Igreja em Oração
Semanário litúrgico-catequético
CNBB 15 de abril de 2022 -Ano "C" -São Lucas -Cor litúrgica: vermelho

Sexta-feira da Paixão do Senhor


Celebração da Paixão do Senhor

O altar esteja totalmente despojado: sem cruz, ele imposta era o preço da nossa paz, e 2. 12Tornei-me o opróbrio do inimigo,
castiçais, toalhas. Todos em silêncio. suas feridas, o preço da nossa cura. 6Todos */ o desprezo e zombaria dos vizinhos,/
nós vagávamos como ovelhas desgarradas, e objeto de pavor para os amigos; */
1. ORAÇÃO DO DIA (MR,i a opção) cada qual seguindo seu caminho; e o fogem de mim os que me veem pela
CP. (Não se diz "Oremos') Ó Deus, Senhor fez recair sobre ele o pecado de rua./ 13Üs corações me esqueceram
foi por nós que o Cristo, vosso Filho, todos nós. 1Foi maltratado, e submeteu­ como um morto, */ e tornei-me como
derramando o seu sangue, in�tituiu o -se, não abriu a boca; como cordeiro um vaso espedaçado. R.
mistério da Páscoa. Lembrai-vos sempre levado ao matadouro ou como ovelha 3. 1sA vós, porém, ó meu Senhor, eu me
de vossas misericórdias, e santificai­ diante dos que a tosquiam, ele não abriu confio, */ e afirmo que só vós sois o meu
-nos pela vossa constante proteção. Por a boca. sFoi atormentado pela angústia e Deus!/ 16Eu entrego em vossas mãos o
Cristo, nosso Senhor. T. Amém. foi condenado. Qyem se preocuparia com meu destino; */ libertai-me do inimigo
sua história de origem? Ele foi eliminado e do opressor! R.
do mundo dos vivos; e por causa do 4. 17Mostrai serena a vossa face ao
pecado do meu povo, foi golpeado até vosso servo, */ e salvai-me pela vossa
morrer. 9Deram-lhe sepultura entre compaixão!/ 2sFortalecei os corações,
2. PRIMEIRA LEITURA- Is 52,13-53,12 ímpios, um túmulo entre os ricos, tende coragem, */ todos vós que ao
Leitura do Livro do Profeta Isaías. porque ele não praticou o mal, nem se Senhor vos confiais! R.
uEi-lo, o meu Servo será bem-sucedido; encontrou falsidade em suas palavras. 100
sua ascensão será ao mais alto grau. Senhor quis macerá-lo com sofrimentos. 4. SEGUNDA LEITURA-Hb 4,14-16;5,7-9
1..Assim como muitos ficaram pasmados Oferecendo sua vida em expiação, ele Leitura do Carta aos Hebreus.
ao vê-lo - tão desfigurado ele estava que terá descendência duradoura, e fará Irmãos: 14Temos um sumo, sacerdote
não parecia ser um homem ou ter aspecto cumprir com êxito a vontade do Senhor. eminente, que entrou no céu, Jesus, o
humano-,1sdo mesmo modo ele espalhará uPor esta vida de sofrimento, alcançará Filho de Deus. Por isso, permaneçamos
sua fama entre os povos. Diante dele os luz e uma ciência perfeita. Meu Servo, firmes na fé que professamos. 1sCom
reis se manterão em silêncio, vendo algo o Justo, fará justos inúmeros homens, efeito, temos um sumo-sacerdote
que nunca lhes foi narrado e conhecendo carregando sobre si suas culpas. 12Por isso, capaz de se compadecer de nossas
coisas que jamais ouviram. sJ,1Qyem compartilharei com ele multidões e ele fraquezas, pois ele mesmo foi provado
de nós deu crédito ao que ouvimos? E repartirá suas riquezas com os valentes em tudo como nós, com exceção do
a quem foi dado reconhecer a força do seguidores, pois entregou o corpo à morte, pecado. 16Aproximemo-nos então, com
Senhor? 2Diante do Senhor ele cresceu sendo contado como um malfeitor; ele, toda a confiança, do trono da graça,
como renovo de planta ou como raiz em na verdade, resgatava o pecado de todos para conseguirmos misericórdia e
terra seca. Não tinha beleza nem atrativo e intercedia em favor dos pecadores. alcançarmos a graça de um auxílio no
para o olharmos, não tinha aparência que Palavra do Senhor. momento oportuno. s,1Cristo, nos dias
nos agradasse. 3Era desprezado como o T. Graças a Deus. de sua vida terrestre, dirigiu preces e
último dos mortais, homem coberto de súplicas, com forte clamor e lágrimas,
dores, cheio de sofrimentos; passando por 3. SALMO RESPONSORIAL- SI 30(31) àquele que era capaz de salvá-lo da
ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o morte. E foi atendido, por causa de sua
não fazíamos caso dele. ..A verdade é que meu espírito. entrega a Deus. sMesmo sendo Filho,
ele tomava sobre si nossas enfermidades 1. 2Senhor, eu ponho em vós minha aprendeu o que significa a obediência a
e sofria, ele mesmo, nossas dores; e nós esperança; */ que eu não fique Deus, por aquilo que ele sofreu. 9Mas,
pensávamos fosse um chagado, golpeado envergonhado eternamente!/ 6Em na consumação de sua vida, tornou-se
por Deus e humilhado! sMas ele foi ferido vossas mãos, Senhor, entrego o meu causa de salvação eterna para todos os
por causa de nossos pecados, esmagado espírito, */ porque vós me salvareis, ó que lhe obedecem. Palavra do Senhor.
por causa de nossos crimes; a punição a Deus fiel! R. T. Graças a Deus.
5. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO - FI 2,8-9 conversou com a encarregada da porta e de mim?". (L.1) 3sPilatos falou: (L.5) "Por
R. Cristo se fez por nós obediente até a levou Pedro para dentro. 11A criada que acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos
morte e morte de cruz! (bis) guardava a porta disse a Pedro: (L.2) "Não sacerdotes te entregaram a mim. Qye
V. Pelo que o Senhor Deus o exaltou e pertences também tu aos discípulos desse fizeste?". (L.1) 3Jesus respondeu: (D.) "O
deu-lhe um nome muito acima de outro homem?". (L.1) Ele respondeu: (L.3) meu reino não é deste mundo. Se o meu
nome. R. "Não!". (L.1) 1sOs empregados e os reino fosse deste mundo, os meus guardas
guardas fizeram uma fogueira e estavam teriam lutado para que eu não fosse
6. EVANGELHO-lo 18,1-19,42 se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou entregue aos judeus. Mas o meu reino não
CP. Paixão de Nosso Senhor Jesus com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o é daqui". (L.1) 31Pilatos disse a Jesus: (L.5)
Cristo segu ndo João. Sumo Sacerdote interrogou Jesus a "Então, tu és rei?". (L.1) Jesus respondeu:
(Não se diz "Glória a vós, Senhor") respeito de seus discípulos e de seu (D.) "Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim
(L.1) Naquele tempo, 1Jesus saiu com os ensinamento. 20Jesus lhe respondeu: (D.) ao mundo para isto: para dar testemunho
discípulos para o outro lado da torrente "Eu falei às claras ao mundo. Ensinei da verdade. Todo aquele que é da verdade
do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele sempre na sinagoga e no Templo, onde escuta a minha voz". (L.1) 3sPilatos disse a
entrou com os discípulos. 2Também Judas, todos os judeus se reúnem. Nada falei às Jesus: (L.5) "O que é a verdade?". (L.1) Ao
o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus escondidas. 21Por que me interrogas? dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos
costumava reunir-se aí com os seus Pergunta aos que ouviram o que falei; eles judeus, e disse-lhes: (L.5) "Eu não encontro
discípulos. 3Judas levou consigo um sabem o que eu disse". (L.1) 220!iando nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre
destacamento de soldados e alguns Jesus falou isso, um dos guardas que ali vós um costume, que pela Páscoa eu vos
guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e estava deu-lhe uma bofetada, dizendo: solte um preso. Qyereis que vos solte o rei
chegou ali com lanternas, tochas e armas. (L.4) "É assim que respondes ao Sumo dos Judeus?". (L.1) 40Então, começaram a
,J:ntão Jesus, consciente de tudo o que ia Sacerdote?". (L.1) 23Respondeu-lhe Jesus: gritar de novo: (T.) "Este não, mas
acontecer, saiu ao encontro deles e disse: (D.) "Se respondi mal, mostra em quê; Barrabás!". (L.1) Barrabás era um bandido.
(D.) ''A quem procurais?". (L.1) mas, se falei bem, por que me bates?". (L.l) 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus.
sResponderam: (T.) ''AJesus, o Nazareno". z,J:ntão, Anás enviou Jesus amarrado para 2Üs soldados teceram uma coroa de
(L.1) Ele disse: (D.) "Sou eu". (L.1) Judas, o Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus.
traidor, estava junto com eles. 60,yando continuava lá, em pé, aquecendo-se. Vestiram-no com um manto vermelho,
Jesus disse: "Sou eu", eles recuaram e Disseram-lhe: (T.) "Não és tu, também, 3aproximavam-se dele e diziam: (T.) "Viva
caíram por terra. 1De novo lhes perguntou: um dos discípulos dele?". (L.1) Pedro o rei dos judeus!". (L.1) E davam-lhe
(D.) ''A quem procurais?". (L.1) Eles negou: (L.3) "Não!". (L.1) 26Então um dos bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos
responderam: (T.) ''A Jesus, o Nazareno". empregados do Sumo Sacerdote, parente judeus: (L.5) "Olhai, eu o trago aqui fora,
(L.1) sJesus respondeu: (D.) "Já vos disse daquele a quem Pedro tinha cortado a diante de vós, para que saibais que não
que sou eu. Se é a mim que procurais, orelha, disse: (L.4) "Será que não te vi no encontro nele crime algum''. (L.1) 5Então
então deixai que estes se retirem''. (L.1) jardim com ele?". (L.1) 21Novamente Jesus veio para fora, trazendo a coroa de
9Assim se realizava a palavra que Jesus Pedro negou. E na mesma hora, o galo espinhos e o manto vermelho. Pilatos
tinha dito: 'Não perdi nenhum daqueles cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao disse-lhes: (L.5) "Eis o homem!". (L.1)
que me confiaste'. 10Simão Pedro, que palácio do governador. Era de manhã 6Qyando viram Jesus, os sumos sacerdotes
trazia uma espada consigo, puxou dela e cedo. Eles mesmos não entraram no e os guardas começaram a gritar: (T.)
feriu o servo do sumo sacerdote, cortando­ palácio, para não ficarem impuros e "Crucifica-o! Crucifica-o!". (L.1) Pilatos
-lhe a orelha direita. O nome do servo era poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos respondeu: (L.5) "Levai-o vós mesmos
Malco. nEntão Jesus disse a Pedro: (D.) saiu ao encontro deles e disse: (L.5) "Qye para o crucificar, pois eu não encontro
"Guarda a tua espada na bainha. Não vou acusação apresentais contra este homem?". nele crime algum''. (L.1) 1 Os judeus
beber o cálice que o Pai me deu?". (L.1) (L.1) 30Eles responderam: (T.) "Se não responderam: (T.) "Nós temos uma Lei, e,
uEntão, os soldados, o comandante e os fosse malfeitor, não o teríamos entregue a segundo essa Lei, ele deve morrer, porque
guardas dos judeus prenderam Jesus e o ti!". (L.1) 31Pilatos disse: (L.5) "Tomai-o se fez Filho de Deus". (L.1) sAo ouvir
amarraram. 13Conduziram-no primeiro a vós mesmos e julgai-o de acordo com a essas palavras, Pilatos ficou com mais
Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo vossa lei". (L.1) Osjudeus lhe responderam: medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio
Sacerdote naquele ano. 14Foi _Caifás que (T.) "Nós não podemos condenar e perguntou a Jesus: (L.5) "De onde és
deu aos judeus o conselho: "E preferível ninguém à morte". (L.1) 3zAssim se tu?". (L.1) Jesus ficou calado. 10Então
que um só morra pelo povo". 1sSimão realizava o que Jesus tinha dito, Pilatos disse: (L.5) "Não me respondes?
Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. significando de que morte havia de Não sabes que tenho autoridade para te
Esse discípulo era conhecido do Sumo morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no soltar e autoridade para te crucificar?".
Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do palácio, chamou Jesus e perguntou­ (L.1) 1Jesus respondeu: (D.) "Tu não terias
Sumo Sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto -lhe: (L.5) "Tu és o rei dos judeus?". (L.1) autoridade alguma sobre mim, se ela não
da porta. Então o outro discípulo, que era 34Jesus respondeu: (D.) "Estás dizendo isso te fosse dada do alto. Qyem me entregou
conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, por ti mesmo, ou outros te disseram isso a ti, portanto, tem culpa maior". (L.l) 12Por
2
causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. sede". (L.1) 29Havia ali uma jarra cheia de conceda uma vida calma e tranquila,
Mas os judeus gritavam: (T.) "Se soltas vinagre. Amarraram numa vara uma para sua própria glória.
este homem, não és amigo de César. esponja embebida de vinagre e levaram­ (Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:)
Todo aquele que se faz rei, declara-se -na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre CP. Deus eterno e todo-poderoso, que em
contra César". (L.1) 13Ouvindo essas e disse: (D.) "Tudo está consumado". (L.l) Cristo revelastes a vossa glória a todos
palavras, Pilatos levou Jesus para fora e E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. os povos, velai sobre a obra do vosso
sentou-se no tribunal, no lugar chamado (Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa). 31Era O amor. Qye a vossa Igreja, espalhada por
"Pavimento", em hebraico "Gábata". 14Era dia da preparação para a Páscoa. Os todo o mundo, permaneça inabalável na
o dia da preparação da Páscoa, por volta judeus queriam evitar que os corpos fé e proclame sempre o vosso nome. Por
do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: (L.5) ficassem na cruz durante o sábado, porque Cristo, nosso Senhor. T. Amém.
"Eis o vosso rei!". (L.1) 1sEles, porém, aquele sábado era dia de festa solene. li. Pelo Papa
gritavam: (T.) "Fora! Fora! Crucifica-o!". Então pediram a Pilatos que mandasse Oremos pelo nosso santo Padre, o Papa
(L.1) Pilatos disse: (L.5) "Hei de crucificar quebrar as pernas aos crucificados e os Francisco. O Senhor nosso Deus, que o
o vossó rei?". (L.1) Os sumos sacerdotes tirasse da cruz. 32Os soldados foram e escolheu para o Episcopado, o conserve
responderam: (T.) "Não temos outro rei quebraram as pernas de um e, depois, do são e salvo à frente da sua Igreja,
senão César". (L.1) 16Então Pilatos outro que foram crucificados com Jesus. governando o povo de Deus.
entregou Jesus para ser crucificado, e eles 3�o se aproximarem de Jesus, e vendo (Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:)
o levaram. 11 Jesus tomou a cruz sobre si e que já estava morto, não lhe quebraram as CP. Deus eterno e todo-poderoso,
saiu para o lugar chamado "Calvário", em pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado que dispusestes todas as coisas com
hebraico "Gólgota". is.Ali o crucificaram, com uma lança, e logo saiu sangue e água. sabedoria, dignai-vos escutar nossos
com outros dois: um de cada lado, e Jesus 35Aquele que viu, dá testemunho e seu pedidos: protegei com amor o Pontífice
no meio. 19Pilatos mandou ainda escrever testemunho é verdadeiro; e ele sabe que que escolhestes, para que o povo cristão
um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava fala a verdade, para que vós também que governais por meio dele possa crescer
escrito: ''Jesus Nazareno, o Rei dos acrediteis. 36Isso aconteceu para que se em sua fé. Por Cristo, nosso Senhor.
Judeus". 20Muitos judeus puderam ver o cumprisse a Escritura, que diz: "Não T.Amém.
letreiro, porque o lugar em que Jesus foi quebrarão nenhum dos seus ossos". 31E Ili. Por todas as ordens e
crucificado ficava perto da cidade. O outra Escritura ainda diz: "Olharão para categorias de fiéis
letreiro estava escrito em hebraico, latim e aquele que transpassaram". 38Depois disso, Oremos pelo nosso Bispo N., por todos
grego. 21Então os sumos sacerdotes dos José de Arimateia, que era discípulo de os bispos, presbíteros e diáconos da
judeus disseram a Pilatos: (T.) "Não Jesus - mas às escondidas, por medo dos Igreja e por todo o povo fiel.
escrevas 'O Rei dos Judeus', mas sim o judeus - pediu a Pilatos para tirar o corpo (Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:)
que ele disse: 'Eu sou o Rei dos judeus"'. de Jesus. Pilatos consentiu. Então José CP. Deus eterno e todo-poderoso,
(L.1) 22Pilatos respondeu: (L.5) "O que veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou que santificais e governais pelo vosso
escrevi, está escrito". (L.l) 23Depois que também Nicodemos, o mesmo que antes Espírito todo o corpo da Igreja, escutai
crucificaram Jesus, os soldados repartiram tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. as súplicas que vos dirigimos por todos
a sua roupa em quatro partes, uma parte Levou uns trinta quilos de perfume feito os ministros do vosso povo. Fazei que
para cada soldado. Qyanto à túnica, esta de mirra e aloés. 40 Então tomaram o cada um, pelo dom da vossa graça,
era tecida sem costura, em peça única de corpo de Jesus e envolveram-no, com os vos sirva com fidelidade. Por Cristo,
alto abaixo. 24Disseram então entre si: (T.) aromas, em faixas de linho, como os nosso Senhor.
"Não vamos dividir a túnica. T iremos a judeus costumam sepultar. 41No lugar T.Amém.
sorte para ver de quem serâ'. (L.1) Assim onde Jesus foi crucificado, havia um IV. Pelos catecúmenos
se cumpria a Escritura que diz: jardim e, no jardim, um túmulo novo, Oremos pelos (nossos) catecúmenos:
"Repartiram entre si as minhas vestes e onde ainda ninguém tinha sido sepultado. que o Senhor nosso Deus abra os seus
lançaram sorte sobre a minha túnica". 42Por causa da preparação da Páscoa, e corações e as portas da misericórdia, para
Assim procederam os soldados. 2sPerto da como o túmulo estava perto, foi ali que que, tendo recebido nas águas do batismo
cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a colocaram Jesus. Palavra da Salvação. o perdão de todos os seus pecados, sejam
irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e T. Glória a vós, Senhor. incorporados no Cristo Jesus.
Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, (Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:)
ao lado dela, o discípulo que ele amava, 7. HOMILIA CP. Deus eterno e todo-poderoso,
disse à mãe: (D.) "Mulher, este é o teu que por novos nascimentos tornais
filho". (L.l) 21Depois disse ao discípulo: 8. ORAÇÃO UNIVERSAL· fecunda a vossa Igreja, aumentai a fé e o
(D.) "Esta é a tua mãe". (L.l) Dessa hora 1. Pela Santa Igreja entendimento dos (nossos) catecúmenos,
em diante, o discípulo a acolheu consigo. Oremos, irmãos e irmãs caríssimos, para que, renascidos pelo batismo, sejam
28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo pela santa Igreja de Deus: que o Senhor contados entre os vossos filhos adotivos.
estava consumado, e para que a Escritura nosso Deus lhe dê a paz e a unidade, Por Cristo, nosso Senhor.
se cumprisse até o fim, disse: (D.) "Tenho que ele a proteja por toda a terra e nos T.Amém.
3
V. Pela unidade dos cristãos -vos para que, tendo-vos encontrado, 9. CANTO PARA A ADORAÇÃO DA CRUZ
Oremos por todos os nossos irmãos e só em vós achassem repouso. Concedei Ant. Solo:Meu povo, que te fiz eu ou em
irmãs que creem no Cristo, para que que, entre as dificuldades deste mundo, que te contristei? Responde-me! Qye
o Senhor nosso Deus se digne reunir discernindo os sinais da vossa bondade mais devia ter feito por ti e não o fiz?
e conservar na unidade da sua Igreja e vendo o testemunho das boas obras Responde-me!
todos os que vivem segundo a verdade. daqueles que creem em vós, tenham a l. Solo: Por que eu te tirei da terra do
(Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:) alegria de proclamar que sois o único Egito, preparaste uma cruz para o teu
CP. Deus eterno e todo-poderoso, que Deus verdadeiro e Pai de todos os seres Salvador!
reunis o que está disperso e conservais humanos. Por Cristo, nosso Senhor. R. Solo: Ó Deus Santo! T. Ó Deus
o que está unido, velai sobre o rebanho T.Amém. Santo! S. Santo e Poderoso! T. Santo
do vosso Filho. Qye a integridade da IX. Pelos poderes públicos e Poderoso! S. Santo e imortal, tende
fé e os laços da caridade unam os que Oremos por todos os governantes: piedade de nós! T. Santo e imortal,
foram consagrados por um só batismo. que o nosso Deus e Senhor, segundo tende piedade de nós! (M.:]oséAlves)
Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém. sua vontade, lhes dirija o espírito e o (Durante a procissão de Adoração da Cruz, cantam-se
VI. Pelos judeus coração para que todos possam gozar cantos apropriados.)
Oremos pelos judeus, aos quais o Senhor de verdadeira paz e liberdade.
nosso Deus falou em primeiro lugar, a (Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:)
10. RITO DA COMUNHÃO
fim de que cresçam na fidelidade de sua CP. Deus eterno e todo-poderoso, que CP. Rezemos, com amor e confiança, a
aliança e no amor do seu nome. tendes na mão o coração dos seres oração que o Senhor nos ensinou:
(Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:) humanos e o direito dos povos, olhai T. Pai nosso...
CP. Deus eterno e todo-poderoso, que com bondade aqueles que nos governam. CP. Livrai-nos...
fizestes vossas promessas a Abraão e seus Qye por vossa graça se consolidem T. Vosso é o reino, o poder e a glória
descendentes, escutai as preces da vossa por toda a terra a segurança e a paz, a para sempre!
Igreja. Qye o povo da primitiva aliança prosperidade das nações e a liberdade ( Omite-se o Rito da Paz e o canto do "Cordeiro de Deus".)
mereça alcançar a plenitude da vossa religiosa. Por Cristo, nosso Senhor. CP. Felizes os convidados...
redenção. Por Cristo, nosso Senhor. T.Amém. T. Senhor, eu não sou digno(a) de que
T.Amém. X. Por todos os que sofrem provações entreis em minha morada, mas dizei
VII. Pelos que não creem no Cristo Oremos, irmãos e irmãs, a Deus Pai uma palavra e serei salvo(a).
Oremos pelos que não creem no Cristo, todo-poderoso, para que livre o mundo
para que, iluminados pelo Espírito de todo erro, expulse as doenças e 11. CANTO DA COMUNHÃO
Santo, possam também ingressar no afugente a fome, abra as prisões e ( Sugestões: Prova de amor maior não há; Se o grão de
trigo não morrer)
caminho da salvação. liberte os cativos, vele pela segurança
(Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:) dos viajantes e transeuntes, repatrie 12. DEPOIS DA COMUNHÃO
CP. Deus eterno e todo-poderoso, dai aos os exilados, dê saúde aos doentes e a
que não creem no Cristo e caminham salvação aos que agonizam. CP. Oremos. (silêncio) Ó Deus, que nos
sob o vosso olhar com sinceridade (Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:) renovastes pela santa morte e ressurreição
de coração, chegar ao conhecimento CP. Deus eterno e todo-poderoso, sois a do vosso Cristo, conservai em nós a
da verdade. E fazei que sejamos no consolação dos aflitos e a força dos que obra de vossa misericórdia, para que,
mundo testemunhas mais fiéis da vossa labutam. Cheguem até vós as preces pela participação deste mistério, vos
caridade, amando-nos melhor uns dos que clamam em sua aflição, sejam consagremos sempre a nossa vida. Por
aos outros e participando com maior quais forem os seus sofrimentos, para Cristo, nosso Senhor. T. Amém.
solicitude do mistério da vossa vida. Por que se alegrem em suas provações com
Cristo, nosso Senhor. o socorro da vossa misericórdia. Por 13. ORAÇÃO SOBRE O POVO
T.Amém. Cristo, nosso Senhor. CP. Qye a vossa bênção, ó Deus, desça
VIII. Pelos que não creem em Deus T.Amém. copiosa sobre o vosso povo, que acaba
Oremos pelos que não reconhecem a de celebrar a morte de vosso Filho, na
Deus, para que, buscando lealmente o que esperança da sua ressurreição. Venha o
é reto, possam chegar ao Deus verdadeiro.
ADORAÇÃO DA CRUZ tf vosso perdão, seja dado o vosso consolo;
(Reza-se em silêncio. Depois o sacerdote diz:) cresça a fé verdadeira e a redenção se
CP. Deus eterno e todo-poderoso, vós CP. Eis o lenho da cruz, do qual pendeu confirme. Por Cristo, nosso Senhor.
criastes todos os seres humanos e pusestes a salvação do mundo. T.Amém.
em seu coração o desejo de procurar- T. V inde, adoremos! ( Todos se retiram em silêncio)

Direção-Geral: Mons.Jamil Alves de Souza


Projeto gráfico: Henrique Billygran Santos de Jesus Edições CNBB
Organização: Frei Telles Ramon, O. de M.
Diagramação: Suelen Rodrigues da Silva SAAN, Quadra 3, Lares 590/600 CEP: 70.632-350 - Zona lndustrial-Brasília-DF
Edição:João Vítor Gonzaga Moura
Impressão: Foxy Editora Gráfica Televendas: 0800 940 3019 - (61) 2193 3019/ vendas@edicoescnbb.com.br
Revisão: Letícia Figueiredo

Você também pode gostar