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3456734567 1.°1.° DEDE AGOSTOAGOSTO DEDE 20112011

OO queque asas criancriancascas¸¸ devemdevem aprenderaprender sobresobre Deus?Deus?

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Tiragem de cada n umero:

42.162.000 EM 188 IDIOMAS

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1.° DE AGOSTO DE 2011

O OBJETIVO DESTA REVISTA, A Sentinela, e honrar a Jeov a Deus, o Supremo Governante do Universo. Assim como

as torres de vigia nos tempos antigos possibilitavam que uma pessoa observasse de longe os acontecimentos, esta

Consola as pessoas

revista mostra para n os o significado dos acontecimentos mundiais a luz das profecias b ıblicas.

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com as boas novas de que o Reino de Deus, um governo real no c eu, em breve acabar a com toda a maldade e

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transformar a a Terra num para ıso. ´ Incentiva a f e em Jesus Cristo, que morreu para que n os pud essemos ter vida

eterna e que agora reina como Rei do Reino de Deus. Esta revista, publicada sem interrupc¸ ao pelas Testemunhas

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de Jeov a desde 1879, n ao e pol ıtica.

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Adere a B ıblia ´

como autoridade.

Esta publicac¸ ao n ao e vendida. Ela faz parte de uma obra educativa b ıblica,

s ao ˜ da Traduc¸ ao do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Refer encias.

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mundial, mantida por donativos. A menos que haja outra indicac¸ ao, os textos b ıblicos ´

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citados

ASSUNTOS DE CAPA

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6

8

As criancas¸ devem aprender sobre Deus?

O que as criancas¸ devem aprender?

Quem deve ensinar sobre Deus as

criancas?¸

Como ensinar sobre Deus as criancas¸

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— Quais s ao os melhores m etodos?

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SE C¸ OES REGULARES

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Como Ter uma Fam ılia ´ Feliz

Achegue-se a Deus

Ensine Seus Filhos

— Por que Dorcas era amada

Aprenda da Palavra de Deus

adorac¸ ao verdadeira?

A B ıblia ´

Voc e Sabia?

Nossos Leitores Perguntam

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Tratar o c onjuge com respeito

Ele se lembra de que “somos p o”

Como voc e pode identificar a

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Muda a Vida das Pessoas

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TAMB EM NESTE N UMERO

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24 O papa e “o sucessor de S ao Pedro”?

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As criancas¸ devem aprender sobre Deus?

“Temos religi ao suficiente para nos fazer odiar uns aos outros, mas n ao suficiente

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para que nos amemos uns aos outros.” JONATHAN SWIFT, ESCRITOR INGL

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ES.

S WIFT disse essas palavras no s eculo 18,

mas muitas pessoas hoje concorda-

riam com ele. De fato, em alguns pa ıses,

h a pessoas que acreditam que os pais n ao

deveriam ter o direito de ensinar sobre

Deus a seus filhos. Elas acham que os fi-

lhos criados numa fam ılia religiosa est ao

de certa forma em desvantagem.

O que voc e acha? Qual das seguintes de-

clarac¸ oes e a mais razo avel?

˘ Os pais n ao deveriam ter permiss ao de

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ensinar sobre Deus a seus filhos.

˘ Os pais devem esperar que seus filhos

crescam¸

sobre assuntos religiosos.

antes de conversar com eles

˘ Quando os filhos s ao pequenos, os

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pais devem ensinar suas crencas¸ a eles.

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Mas, a medida que crescerem, os pais

devem incentiv a-los a tirar suas pr oprias

conclus oes.

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˘ Os filhos devem adotar as crencas¸ de seus pais sem questionar.

A religi ao prejudica as crian cas?¸

˜

Pais amorosos n ao desejam nenhum

mal a seus filhos. Mas ser a que os fatos

apoiam aqueles que, se pudessem, impedi-

riam as criancas¸ de aprender sobre Deus?

J a por d ecadas, os pesquisadores t em estu-

dado profundamente os efeitos que as

crencas¸ dos pais t em sobre os filhos. A que

conclus ao chegaram?

Alguns pesquisadores conclu ıram que,

em vez de ser uma influ encia negativa, a

religi ao pode ter um efeito positivo no de-

senvolvimento de uma crianca.¸ Em 2008,

um relat orio publicado na revista Social

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Science Research declarou: “Tem se mos-

trado que tanto no caso da m ae como no

caso do pai a religi ao fortalece o v ınculo

com os filhos.” Esse relat orio tamb em dis-

se: “Religi ao e espiritualidade parecem ser

aspectos importantes na vida de muitas

criancas¸ e s ao vitais para o relacionamento

familiar.” Veja como isso se harmoniza

com o que Jesus Cristo disse: “Felizes os

c onscios de sua necessidade espiritual.”

— Mateus 5:3.

O que dizer da ideia de esperar que os fi-

lhos crescam¸

Deus e religi ao? Esse conceito desconside-

ra o seguinte fato: A mente de uma crianca¸

e ´ como uma caixa vazia esperando para ser

enchida. Na verdade, os pais t em uma es-

colha: encher essa “caixa” no ambiente fa-

miliar com os princ ıpios morais e crencas¸

que eles acham apropriados ou permitir

que uma enxurrada de ideias de fora desse

ambiente encha a mente e o corac¸ ao de

seus filhos.

antes de ensinar-lhes sobre

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Qual e o segredo?

A Hist oria mostra que a religi ao tem o

potencial de incitar intoler ancia e odio.

Assim, como os pais podem evitar o resul-

tado descrito por Jonathan Swift? Como

podem ensinar a seus filhos crencas¸ que os ajudem a amar outras pessoas?

O segredo est a na resposta a tr es pergun-

tas: (1) O que as criancas¸ devem aprender?

(2) Quem deve ensin a-las? (3) Quais s ao os

melhores m etodos de ensino?

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Esse estudo foi baseado numa pesquisa feita com

mais de 21 mil criancas¸ nos Estados Unidos e com

seus pais e professores.

O que as criancas¸ devem aprender?

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“Toda a Escritura e inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justi ca.”¸

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— 2 TIM OTEO 3:16.

A S CRIANCAS¸ precisam aprender a ver- dade sobre Deus. Onde elas podem

aprender essa verdade? No livro religioso

mais respeitado do mundo, a B ıblia.

A B ıblia e como uma carta de Deus.

Nessa carta, Deus revela sua personalida-

de e d a orientac¸ ao moral para todos os

Seus filhos, tanto jovens como mais ve-

lhos. Veja alguns dos ensinos da B ıblia e

as lic¸ oes que at e mesmo criancas¸ podem

aprender.

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O que Deus quer que saibamos sobre ele?

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˛ O que a B ıblia ensina: “Tu, cujo nome e

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Jeov a, somente tu es o Alt ıssimo sobre toda a

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terra.” — Salmo 83:18.

Lic¸ ao: Deus n

uma Pessoa real e tem um nome pr oprio.

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ao e uma forca¸ impessoal. Ele e

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˛ O que a B ıblia ensina: “Jeov a sonda todos

os cora c¸ oes e discerne toda inclina c¸ ao dos

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pensamentos. Se o buscares, deixar-se- a achar

por ti.” — 1 Cr onicas 28:9.

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Lic¸ ao: Jeov

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a ´ Deus se preocupa com todos

n os, incluindo as criancinhas. (Salmo 10:14;

146:9) Ele deseja que aprendamos sobre ele.

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˛ O que a B ıblia ensina: “N ao deveis atribular

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o menino orf ´ ao de pai. Se e que o atribula-

˜

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res, ent ao, se e que ele clamar a mim, sem fal-

˜

ˆ

ta ouvirei o seu clamor.” — Exodo 22:22-24.

Lic¸ ao: Jeov

crian cas¸ pequenas. Podemos sempre falar

com Deus e expressar ´ nossos pensamentos e

sentimentos mais ıntimos.

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a ´ ouve as ora c¸ oes at e mesmo de

˜

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˛ O que a B ıblia ensina: “Vez ap os vez pu-

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nham Deus a prova e penavam ao pr oprio

Santo de Israel.” — Salmo 78:41.

Lic¸ ao: O que dizemos e fazemos afeta os sen-

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timentos de Jeov a, por isso devemos pensar

antes de falar e agir.

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Gostaria de ter mais informac¸ oes ou um curso b ı- ´

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blico domiciliar gratuito? Escreva as Testemunhas

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de Jeov a, usando o endereco¸ apropriado. Para uma lista completa dos enderecos¸ das sedes, veja www.watchtower.org/address.

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Africa do Sul: Private Bag X2067, Krugersdorp, 1740. Alema-

nha: 65617 Selters. Angola: Caixa Postal 6877, Luanda Sul. Argen-

tina: Casilla 83 (Suc 27B), C1427WAB Cdad. Aut. de Buenos Ai-

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res. B elgica: rue d’Argile-Potaardestraat 60, B-1950 Kraainem.

Brasil: CP 92, Tatu ı, ´ SP, 18270-970. Canad a: PO Box 4100, George-

town, ON L7G 4Y4. Espanha: Apartado 132, 28850 Torrej on de Ar-

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doz (Madrid). Estados Unidos da Am erica: 25 Columbia Heights,

Brooklyn, NY 11201-2483. Fran ca:¸ BP 625, F-27406 Louviers Cedex.

Gana: PO Box GP 760, Accra. Gr a-Bretanha: The Ridgeway, Lon-

don NW7 1RN. Holanda: Noordbargerstraat 77, NL-7812 AA Em-

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men. It alia: Via della Bufalotta 1281, I-00138 Rome RM. Jap ao:

4-7-1 Nakashinden, Ebina City, Kanagawa-Pref, 243-0496. Malaui:

PO Box 30749, Lilongwe 3. Mo cambique:¸

PO Box 2600, 1100 Ma-

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Vol. 132, N.° 15

Semimonthly

puto. Nig eria: PMB 1090, Benin City 300001, Edo State. Nova Ze-

l andia: ˆ PO Box 75142, Manurewa, Manukau 2243. Paraguai: Casil-

la 482, 1209 Asunci on. Portugal: Apartado 91, P-2766-955 Estoril.

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Qu enia: PO Box 21290, Nairobi 00505. Senegal: BP 29896, 14523

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Dakar. Timor Leste: Box 248, Dili. Z ambia: PO Box 33459, 10101 Lu-

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saka. Zimb abue: Private Bag WG-5001, Westgate.

A Sentinela e publicada e impressa quinzenalmente pela Associa-

c¸ ao Torre de Vigia de B ıblias ´

e Tratados. Sede e gr afica: Rodovia

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SP-141, km 43, Ces ario Lange, SP, 18285-901. Diretor respons avel:

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A. S. Machado Filho. Revista registrada sob o n umero de ordem 508. 2011 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania. Todos os direitos reservados. Impressa no Brasil.

PORTUGUESE (Brazilian Edition)

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Como devemos tratar quem e

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diferente de n os?

˛ O que a B ıblia ensina: “Deus n ao e parcial,

mas, em cada na c¸ ao, o homem que o teme e

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que faz a justi ca¸ lhe e aceit avel.” — Atos

10:34, 35.

Lic¸ ao: Se Deus aceita pessoas de todas as for-

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ma c¸ oes, n ao devemos discriminar outros s o

porque eles t em cor de pele ou tra cos¸ dife-

rentes dos nossos.

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˛ O que a B ıblia ensina: [Estejam ] sempre

prontos para fazer uma defesa perante todo

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aquele que reclamar de v os uma raz ao para a

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esperan ca¸ que h a em v os, fazendo-o, por em,

com temperamento brando e profundo respei- to.” — 1 Pedro 3:15.

Lic¸ ao: Ao falar sobre religi

expressar com convicc¸ ao, mas sem agressivi-

˜

dade. Tamb em devemos mostrar respeito por

quem tem cren cas¸ diferentes das nossas.

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ao, ˜ devemos nos

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Como devemos ´ tratar os membros

de nossa fam ılia?

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˛ O que a B ıblia ensina: “Filhos, em tudo sede

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obedientes aos vossos pais, pois isso e bem

agrad avel no Senhor.” — Colossenses 3:20.

Lic¸ ao: Filhos que s

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ao ˜ obedientes n ao s o mos-

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tram que amam seus pais, mas tamb em que

querem agradar a Deus.

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˛ O que a B ıblia ensina: “Continuai a su-

portar-vos uns aos outros e a perdoar-vos uns

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aos outros liberalmente, se algu em tiver raz ao

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para queixa contra outro. Assim como Jeov a

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vos perdoou liberalmente, v os tamb em o fa-

zei.” — Colossenses 3:13.

Lic¸ ao: As pessoas, incluindo nossos familia-

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res, as vezes nos desapontar ao. Mas se qui-

sermos que Deus nos perdoe precisamos aprender a perdoar outros. — Mateus 6:14, 15.

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AGORA PUBLICADA EM 188 IDIOMAS: acholi, afric aner,

aimar a, alban es, alem ao, am arico, arabe, arm enio,

arm enio ocidental, azerbaijano, azerbaijano (escrita cir ı- ´

lica), baul e, bengali, bicol, bislama, b ulgaro, camboja-

no, canar es, caonde, cazaque, cebuano, chicheva, chin es

(simplificado), chin es (tradicional) ( audio apenas em

mandarim), chitonga, chona, chuuqu es, cibemba, cin-

gal es, congo, coreano, crioulo de Maur ıcio, ´

Seychelles, crioulo do Haiti, croata, cuanhama, dinamar-

crioulo de

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qu es, efique, eslovaco, esloveno, espanhol, estoniano,

eve, fijiano, finland es, franc es, ga, georgiano, grego,

groenland es, guarani, gum, guzerate, hauc¸ a, hebrai-

co, hiligaino, hindi, hiri motu, holand es, h ungaro,

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ibo, ilocano, indon esio, ingl es, ioruba, island es, isoko,

italiano, japon es, kiluba, kiribati, kirundi, kwangali,

let ao, lingala, lituano, luganda, lunda, luo, luvale, ma-

ced onio, maia, malaiala, malgaxe, malt es, marata, mar-

chal es, mianmar, mixe, mizo, mouro, ndongo, nedebele,

nepal es, nianeca, niueano, noruegu es, nzema, oromo,

osseto, otetela, palauano, pangasino, papiamento (Cu-

racau),¸

napeano, portugu es, punjabi, qu ıchua,

cash), qu ıchua ´ (Ayacucho), qu ıchua ´ (Bol ıvia), ´ qu ıchua ´

(An-

persa, pidgin das Ilhas Salom ao, polon es, po-

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qu ıchua ´

(Cuzco), quicongo, quicuio, quimbundo, quiniaruanda,

quirguiz, rarotongano, romeno, russo, samoano, san-

go, sepedi, s ervio, s ervio (romano), sesoto, silozi, sra-

´

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nantongo, sua ıli, ´ sueco, swati, tagalo, tai, taitiano, t a-

mil, t artaro, tcheco, tchiluba, t elugo, t etum, tigr ınia,

tiv, tok pisin, tongan es, totonaca, tshwa, tsonga, tsuana,

tumbuca, turco, tuvaluano, tvi, tzotzil, ucraniano, um-

bundo, urdu, uruund, uzbeque, valisiano, venda, vietna-

mita, waray-waray, wolaita, xosa, yapese, zande, zapote-

ca (do istmo), zulu.

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Tamb em dispon ıvel

Tamb em dispon ıvel

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em CD.

em MP3.

Audio tamb em dispon ıvel ´ no site www.jw.org.

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Por que ser honesto e bondoso?

˛ O que a B ıblia ensina: “Cada um de voc es deve

abandonar a mentira e falar a verdade ao seu

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pr oximo.” — Ef esios 4:25, Nova Vers ao Internacio-

nal.

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Lic¸

ao: ˜ Quando falamos a verdade, imitamos a

Deus e o fazemos feliz. Se desenvolvermos o h a-

bito de mentir, seremos como o inimigo de

Deus, o Diabo, que e “o pai da mentira”.

— Jo ao 8:44; Tito 1:2.

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˛ O que a B ıblia ensina: “Tratem as outras pes-

soas da mesma maneira que gostariam ´ de ser tra-

tados por elas.” — Mateus 7:12, B ıblia

ao: Devemos ter considerac¸ ao pelos senti-

mentos, pensamentos e necessidades de nossa

fam ılia ´ e de outros em nossa vizinhanca.¸ Quan-

do mostramos “afei c¸ ao fraternal”, e mais prov a-

vel que as pessoas nos tratem com bondade.

— 1 Pedro 3:8; Lucas 6:38.

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F acil de Ler.

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Lic¸

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Como esses exemplos mostram, as lic¸ oes

da B ıblia podem ajudar as criancas¸ a se torna-

rem adultos que mostram considerac¸ ao, res-

peito e empatia. Mas quem deve ensinar essas

lic¸ oes as criancas?¸

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Quem deve

ensinar sobre

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Deus as criancas?¸

“O aluno n ao est a acima do seu ins-

trutor, mas, todo aquele que for

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perfeitamente instru ıdo ´ ser a seme-

lhante ao seu instrutor.” LUCAS 6:40.

´

A LGUNS pais n ao se sentem qualifica-

dos para ensinar sobre Deus a seus

filhos. Eles talvez pensem que n ao t em

instruc¸ ao suficiente ou que n ao enten-

dem muito de religi ao para serem bons

instrutores. Por isso, talvez se sintam in- clinados a deixar essa importante tarefa

para um parente ou l ıder religioso.

Mas quem s ao os mais indicados para

ensinar verdades religiosas e princ ıpios

Veja o que a B ıblia

diz sobre isso e compare estas declara-

c¸ oes com o que os pesquisadores desco-

briram.

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morais as criancas?¸

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Qual e o papel do pai?

ao irri-

tem seus filhos; antes criem-nos segundo a

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O que a B ıblia ´

ensina: “Pais, n

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instruc¸ ao e o conselho do Senhor.” — Ef e-

sios 6:4, Nova Vers ao Internacional.

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O que os pesquisadores descobriram:

Por que e bom o pai desenvolver fortes

convicc¸ oes religiosas? O artigo “O En-

volvimento Religioso do Pai e o Com-

portamento dos Filhos na Primeira In-

f ancia”, ˆ publicado em 2009, declarou:

“O envolvimento com uma comunida-

de religiosa pode ajudar os homens a se

tornarem melhores pais. A religi ao d as

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a ´ `

pessoas apoio social e normas de comporta- mento, bem como um conjunto de ensinos e

orientac¸ oes sobre como viver.”

A B ıblia d a grande import ancia ao papel do

pai na criac¸ ao e educac¸ ao dos filhos. (Prov er-

bios 4:1; Colossenses 3:21; Hebreus 12:9)

Mas ser a que os conselhos dela s ao relevantes

hoje? Em 2009, a Universidade da Fl orida pu-

blicou um artigo que falava do impacto que o pai tem sobre os filhos. Os pesquisadores ob- servaram que os filhos cujo pai se envolvia

ativamente em sua criac¸ ao tinham mais pro-

babilidade de demonstrar empatia e ter mais autoestima. Os meninos estavam mais pro- pensos a se comportar bem, e as meninas a

ter mais equil ıbrio emocional. Com certeza,

os conselhos da B ıblia ainda s ao relevantes.

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Qual a import ancia do papel da m ae?

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O que a B ıblia ´

ensina: “N

ao abandones a lei

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de tua m ae.” — Prov erbios 1:8.

˜

O que os pesquisadores descobriram: Em

2006, o Handbook of Child Psychology (Ma-

nual de Psicologia Infantil) disse: “Em m edia,

´

a m ae gasta de 65% a 80% mais tempo que o

pai interagindo com seus filhos pequenos, e

esses n umeros s ao similares em muitos pa ı-

ses.” Por ter tanto contato com o filho, as

conversas, ac¸ oes e atitudes da m ae t em um

profundo efeito no seu desenvolvimento.

Quando a m ae e o pai cooperam entre si

para ensinar a verdade sobre Deus aos filhos,

est ao dando a eles pelo menos dois presentes

valiosos. Primeiro, os filhos t em a oportuni-

dade de desenvolver uma amizade com seu

Pai celestial, amizade essa que pode benefi-

ci

lhos aprendem pelo exemplo como o marido

e a esposa devem cooperar um com o outro

para alcancar¸ objetivos importantes. (Colos-

senses 3:18-20) Embora o pai e a m ae possam

ter a ajuda de outras pessoas, s ao eles que t em

a responsabilidade de ensinar sobre Deus e

sobre como Deus quer que a fam ılia fun-

cione.

Mas como os pais devem ensinar seus fi-

lhos? Quais s ao provavelmente os melhores

m

a-los ´ durante toda a vida. Segundo, os fi-

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etodos?

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Como ensinar sobre Deus as criancas¸

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QUAIS S AO OS MELHORES M ETODOS?

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“Estas palavras que hoje te ordeno t em de estar sobre o teu cora c¸ ao; e tens de inculc a-las

ˆ

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a teu filho, e tens de falar delas sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao dei- tar-te e ao levantar-te.” DEUTERON

ˆ

OMIO 6:6, 7.

O S PAIS as vezes acham dif ıcil lidar com a

grande responsabilidade de educar seus

filhos. Quando buscam conselhos, por em, a

enorme quantidade de mat eria sobre o assun-

to talvez os deixe ainda mais confusos. Paren-

tes e amigos t em sempre sugest oes para dar. E

h a uma infinidade de conselhos, muitas vezes conflitantes, em livros, artigos de revista e na internet.

Por outro lado, a B ıblia d a aos pais n ao ape-

nas conselhos confi aveis sobre o que ensinar

aos filhos, mas tamb em orientac¸ ao pr atica so-

bre como fazer isso. De acordo com os vers ıcu-

los acima, os pais precisam encontrar um jeito de falar sobre Deus com seus filhos todos os dias. Apresentamos abaixo apenas quatro su-

gest oes baseadas na B ıblia que t em ajudado milhares de pais a ensinar sobre Deus a seus fi- lhos.

1. Usar a criac¸ ao para ensinar. O ap ostolo

Paulo escreveu que as “qualidades invis ıveis

[de Deus] s ao claramente vistas desde a cria-

c¸ ao do mundo em diante, porque s ao percebi-

das por meio das coisas feitas, mesmo seu

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sempiterno poder e Divindade”. (Romanos

1:20) Os pais podem fazer muito para ajudar

os filhos a entender que Deus e uma Pessoa

real. Isso pode ser feito por chamar a atenc¸ ao

deles para as obras criativas de Deus e ent ao

ajud a-los a ver que qualidades de Deus essas

criac¸ oes revelam.

Jesus usou essa t ecnica ao ensinar seus disc ı-

pulos. Por exemplo, ele disse: “Observai aten-

tamente as aves do c eu, porque elas n ao

semeiam nem ceifam, nem ajuntam em celei-

ros; contudo, vosso Pai celestial as alimenta.

N ao valeis v os mais do que elas?” (Mateus

6:26) Aqui Jesus destacou o amor e a compai-

x ao de Jeov a. Mas ele fez mais do que isso.

Ele ajudou seus disc ıpulos a raciocinar sobre

como Deus demonstrava essas qualidades em favor de seus filhos.

O s abio Rei Salom ao chamou a atenc¸ ao

˜

para a sabedoria instintiva que Deus deu as

formigas e usou essas pequenas criaturas para

enfatizar uma lic¸ ao valiosa. “Vai ter com a for-

miga, o preguicoso”,¸

caminhos e torna-te s abio. Embora n ao tenha

escreveu ele, “v e os seus

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comandante, nem oficial ou governante, pre-

para seu alimento no pr oprio ver ao; tem reco-

lhido seus alimentos na pr opria colheita”.

(Prov erbios 6:6-8) Essa foi uma excelente ma-

neira de ensinar o valor de estabelecer alvos que valem a pena e de usar a forca¸ que Deus nos deu para atingi-los.

Os pais podem imitar o modo eficaz como

Jesus e Salom ao ensinavam por fazer o seguin-

te: (1) Perguntar a seus filhos que plantas e animais eles gostam. (2) Pesquisar com eles

essas plantas e animais. (3) Usar essas criac¸ oes

para lhes ensinar sobre Deus.

2. Imitar a atitude de Jesus em relac¸ ao as

pessoas a quem ele ensinava. De todas as pes-

soas que j a viveram, Jesus era quem tinha as

coisas mais importantes para falar. No entan- to, ele gastou muito de seu tempo fazendo

perguntas. Ele estava bastante interessado nos pensamentos e sentimentos das pessoas a quem ensinava. (Mateus 17:24, 25; Marcos

8:27-29) De modo similar, os pais t em muitas

lic¸ oes importantes para ensinar a seus filhos.

Mas para serem eficazes precisam imitar a Je-

sus e incentivar os filhos a expressar aberta- mente seus sentimentos.

O que fazer, por em, se os filhos tiverem

uma maneira de pensar errada ou forem len-

tos em aprender alguma lic¸ ao valiosa? Veja o

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modo como Jesus lidou com os ap ostolos. As

vezes, eles discutiam entre si. Al em disso, de-

moraram para aprender o valor de ser humil- de. Ainda assim, Jesus continuou a mostrar

paci encia e repetidas vezes falou da necessida-

de de humildade. (Marcos 9:33, 34; Lucas

9:46-48; 22:24, 25) Pais que imitam a Jesus

continuar ao a corrigir seus filhos com paci en-

cia e, se necess ario, repetir ao a mesma lic¸ ao

at e que eles entendam plenamente sua impor-

t

3. Ensinar pelo exemplo. E bom que os pais

deem atenc¸ ao ao conselho do ap ostolo Paulo

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ancia.

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A palavra hebraica traduzida “inculcar” em Deutero-

n omio 6:7 tem o sentido de repetir um ponto muitas vezes.

ˆ

aos crist aos em Roma. Ele escreveu: “Tu, pois,

que ensinas outro, n ao te ensinas a ti mesmo?

Tu, que pregas: ‘N ao furtes’, furtas?” — Roma-

nos 2:21.

Esse conselho e importante porque os fi-

lhos s ao muito mais influenciados pelo que os

pais fazem do que pelo que eles dizem. De

fato, a probabilidade de os filhos darem aten-

c¸ ao ˜ aquilo ` que os pais ensinam e maior se os

pais praticarem o que dizem.

4. Comecar¸ quando o filho e pequeno. Ti-

m oteo, companheiro de Paulo no servico¸ mis-

sion ario, tinha uma excelente reputac¸ ao em

sua comunidade. (Atos 16:1, 2) Um dos moti-

vos e que “desde a inf ancia” ele havia sido en-

sinado nos “escritos sagrados”. A m ae e a av o

de Tim oteo liam as Escrituras para ele e tam-

b em o ajudavam a raciocinar sobre as verda-

des contidas nesses escritos. — 2 Tim oteo 1:5;

3:14, 15.

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Onde voc e pode encontrar ajuda

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As Testemunhas de Jeov a produzem v arias

publicac¸ oes que visam ajudar os pais a ensinar

a verdade sobre Deus a seus filhos. Algumas

s ao escritas para criancas.¸

Outras podem aju-

dar os pais e seus filhos adolescentes a manter

abertas as linhas de comunicac¸ ao.

Naturalmente, antes de os pais poderem en-

sinar sobre Deus a seus filhos, eles mesmos

precisam saber as respostas a algumas pergun-

Por

exemplo, como responderia as seguintes per-

guntas: Por que Deus permite o sofrimento?

Qual e o prop osito de Deus para a Terra? Onde

est ao os mortos? As Testemunhas de Jeov a te-

r ao prazer em ajud a-lo a saber as respostas a es-

sas e a outras perguntas para que voc e e sua fa-

m ılia possam se achegar a Deus. — Tiago 4:8.

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tas dif ıceis que as criancas¸ talvez facam.¸

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Para os filhos menores, os pais podem usar o livro

Aprenda do Grande Instrutor, que destaca os ensinos de Je-

sus Cristo, ou o Meu Livro de Hist orias B ıblicas, que ensina

de maneira simples lic¸ oes importantes da B ıblia. Para os jo-

vens, os pais podem usar os livros Os Jovens Perguntam

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Respostas Pr aticas, Volumes 1 e 2.

COMO TER UMA FAM ILIA ´ FELIZ

Tratar o c onjuge

com respeito

ˆ

Wilson diz: “Quando a Raquel est a chateada, ela chora por muito tempo.

Se sentamos para conversar, ela fica irritada ou ent ao se fecha. Parece que

´

˜

nada funciona. Minha vontade e desistir.”

Raquel diz: “Quando o Wilson chegou em casa, eu estava chorando. Tentei ex-

plicar por que estava chateada, mas ele me interrompeu, dizendo que o assun-

´

to n ao era t ao s erio e que eu devia deixar para l a. Fiquei ainda mais chateada.”

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J A SE sentiu como Wilson ou

Raquel? Os dois querem se

comunicar, mas muitas vezes

ficam frustrados. Por qu e?

Os homens e as mulheres se

comunicam de formas diferen-

ˆ

tes e t em suas pr oprias necessi-

dades. Em geral, a mulher dese- ja falar sobre seus sentimentos

abertamente e v arias vezes. Por

outro lado, muitos homens tentam manter a paz, resolven-

do logo os problemas e evitando assuntos

espinhosos. Ent ao, como voc e pode superar

essas diferencas¸ e se comunicar com seu c on-

juge? Por trat a-lo com respeito.

Uma pessoa respeitosa d a valor aos outros e

tenta entender seus sentimentos. Desde crian-

ca,¸ voc e aprendeu a respeitar quem tem mais

autoridade ou experi encia do que voc e. Mas

no casamento o desafio e mostrar respeito por

algu em que voc e considera igual a voc e — seu

c onjuge. “Eu sabia que Felipe ouvia com pa-

ci encia e compreens ao qualquer pessoa que

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Os nomes neste artigo foram mudados.

falasse com ele”, diz Ana, casada h a oito anos.

“Eu queria que ele usasse essa mesma empatia

´

´

comigo.” E prov avel que voc e ouca¸ paciente-

mente e fale de modo respeitoso com seus

amigos e at e com estranhos. Mas ser a que tem

essa considerac¸ ao com seu c onjuge?

O desrespeito cria tens ao na fam ılia e leva a

grandes discuss oes. Um governante s abio dis-

se: “Melhor e um pedaco¸ de p ao seco com paz

e tranquilidade do que uma casa onde h a ban-

quetes, e muitas brigas.” (Prov erbios 17:1,

Nova Vers ao Internacional)AB ıblia diz que o

marido deve tratar sua esposa com honra, ou

respeito. (1 Pedro 3:7) “A esposa” tamb em

´

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“deve ter profundo respeito pelo seu marido”.

— Ef esios 5:33.

Mas como voc e pode se comunicar de ma-

neira respeitosa? Veja alguns conselhos pr ati-

cos que a B ıblia d a.

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´

Quando seu c onjuge tem algo a dizer

ˆ

O desafio: Muitas pessoas gostam mais de

falar do que de ouvir. Voc ˆ e ´ uma dessas pes-

soas? A B ıblia diz que quem “replica a um as-

sunto antes de ouvi-lo” e tolo. (Prov erbios

18:13) Portanto, antes de falar, escute. Por

qu e? “Eu acho melhor quando meu marido

n ao tenta resolver os problemas na hora”, diz

Carla, casada h a 26 anos. “Ele nem mesmo

precisa concordar ou entender por que o pro-

blema surgiu. S o quero que me escute e reco-

nheca¸ que meus sentimentos s ao v alidos.”

Por outro lado, alguns homens e mulheres

n ao gostam muito de conversar e n ao ficam a

vontade quando seu c onjuge os pressiona a fa-

lar sobre seus sentimentos. Laura, rec em-casa-

da, descobriu que seu marido n ao fala logo so-

bre seus sentimentos. “Preciso ter paci encia”,

diz ela, “e esperar que ele se abra comigo”.

Uma soluc¸ ao: Se voc e e seu c onjuge precisa-

rem conversar sobre algo que pode causar di-

vis ao, puxe o assunto quando os dois estive-

rem calmos e tranquilos. E o que fazer se seu

c onjuge n ao estiver muito disposto a conver-

sar? Reconheca¸ que “os pensamentos de uma

pessoa s ao como agua em poco¸ fundo, mas

quem e inteligente sabe como tir a-los para

e

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fora”. (Prov erbios 20:5, B ıblia na Linguagem

de Hoje) Se puxar muito r apido um balde de

um poco,¸ voc e vai perder muita agua. De ma-

neira similar, se forcar¸ seu c onjuge a falar, ele

poder a ficar na defensiva e voc e perder a a

oportunidade de ajud a-lo a se abrir. O melhor

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e

e

sentimentos t ao r apido quanto voc e gostaria.

Quando ele resolver falar, seja “r apido no

ouvir, vagaroso no falar, vagaroso no furor”.

(Tiago 1:19) Um bom ouvinte escuta n ao s o

´

ser paciente se seu c onjuge n ao falar de seus

fazer perguntas de forma gentil e respeitosa,

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com os ouvidos, mas tamb em com o corac¸ ao.

Quando seu c onjuge falar, tente entender seus

sentimentos. Pela forma como voc e o escuta,

ele perceber a at e que ponto voc e o respeita

— ou desrespeita.

Jesus nos ensinou como escutar. Por exem- plo, quando um homem doente se aproximou

dele pedindo ajuda, Jesus n ao resolveu o pro-

blema imediatamente. Primeiro, ele ouviu o

pedido do homem. Depois, deixou que aquilo

que ouviu tocasse seu corac¸ ao e ent ao o curou.

(Marcos 1:40-42) Quando seu c onjuge falar,

siga esse exemplo. Lembre-se: provavelmente

ele ou ela est a precisando de empatia, n ao de

uma soluc¸ ao r apida. Por isso, ouca¸ com aten-

c¸ ao. Permita que as palavras de seu c onjuge to-

quem seu corac¸ ao. Depois, e s o depois, tente

ajud a-lo no que ele precisa. Agindo assim,

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voc e mostrar a que o respeita.

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TENTE O SEGUINTE: Na pr

oxima ´ vez que

seu c onjuge comecar¸ a conversar com voc e,

ˆ

resista a tentac¸ ao de dizer algo na hora. D e

tempo para que ele termine de falar e para

que voc e entenda o que ele falou. Mais tar-

de, fale com seu c onjuge e pergunte: “Voc e

ˆ

acha que eu fui um bom ouvinte?”

ˆ

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ˆ

Quando voc e tem algo a dizer

ˆ

O desafio: “Programas humor ısticos na TV

fazem parecer normal falar mal do c onjuge e

ser grosseiro e sarc astico”, observa Ana, j a

´

mencionada. Alguns s ao criados em fam ılias

˜

em que a linguagem desrespeitosa e comum.

Mais tarde, quando se casam, acham dif ıcil

evitar esse padr ao em sua pr opria fam ılia. Ivo-

ne, que mora no Canad a, diz: “Cresci num

ambiente em que o sarcasmo, gritaria e insul-

tos eram coisas normais.”

Uma soluc¸ ao: Quando voc e falar com ou-

tros sobre seu c onjuge, transmita o que for

bom “para a edificac¸ ao, conforme a necessida-

de, para que confira aos ouvintes aquilo que

favor avel”. (Ef esios 4:29) Passe uma boa

e

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impress ao de seu c onjuge pela forma como

ˆ

Mesmo quando voc e est a sozinho com seu

c onjuge, resista a tentac¸ ao de usar sarcasmo

ou insultos. No Israel antigo, Mical ficou fu- riosa com seu marido, o Rei Davi. Ela foi sar-

c astica e disse que ele tinha agido “como

um homem vulgar”. Suas palavras ofende-

ram Davi, mas tamb em desagradaram a Deus.

(2 Samuel 6:20-23, NVI) Que lic¸ ao aprende-

mos? Quando voc e conversar com seu c onju-

ge, escolha as palavras com cuidado. (Colos-

senses 4:6; nota) Felipe, casado h a oito anos,

admite que ele e sua esposa ainda t em desen-

tendimentos. Ele notou que as vezes o que ele

diz piora a situac¸ ao. “Percebi que ‘ganhar’

uma discuss ao na verdade n ao compensa.

Acho que e muito mais satisfat orio e ben efico

fortalecer nosso relacionamento.”

Uma vi uva idosa nos tempos antigos incen- tivou suas noras a achar “um lugar de descan- so, cada uma na casa de seu esposo”. (Rute 1:9) Quando o marido e a esposa dignificam um ao outro, eles fazem com que seu lar seja “um lugar de descanso”.

TENTE O SEGUINTE: Reserve tempo para

analisar com seu c onjuge sugest oes deste

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voc e fala sobre ele.

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subt opico. Pergunte: “Quando eu falo com

voc e em p ublico, voc e se sente respeitado

ou desprezado? O que posso ˜ ` fazer para me- lhorar?” Ouca¸ com atenc¸ ao a medida que

seu c onjuge expressa seus sentimentos.

Tente aplicar as sugest oes dele.

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Aceite as diferen cas¸ de seu c onjuge

ˆ

´

O desafio: Alguns rec em-casados entendem

erroneamente que a express ao usada na B ıblia

“uma s o carne” significa que o casal precisa

ter a mesma opini ao e personalidade. (Mateus

19:5) Mas eles logo descobrem que essa ideia e

´

irrealista. Depois de algum tempo casados, as

diferencas¸ muitas vezes levam a discuss oes.

Ana diz: “Uma grande diferenca¸ entre mim e

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`

Felipe e que ele se preocupa menos que eu. As

vezes, ele consegue ficar tranquilo ao passo

que eu fico preocupada, e acabo ficando zan-

gada porque parece que ele n ao d a tanta im-

port ancia ao assunto quanto eu.”

Uma soluc¸ ao: Aceitem um ao outro como

voc es s ao. Respeitem suas diferencas.¸ Para ilus-

trar: Seus olhos funcionam de forma diferente

dos ouvidos; mesmo assim, eles cooperam en-

´

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tre si e, por isso, voc e consegue atravessar uma

´

rua em seguranca.¸ Adriana, que e casada h a

quase tr es d ecadas, diz: “Desde que nossos

pontos de vista n ao violem a Palavra de Deus,

eu e meu marido n ao nos importamos em ter

opini oes diferentes. Afinal, somos casados,

n ao clonados.”

Quando seu c onjuge tem uma opini ao ou

reac¸ ao diferente da sua, n ao se concentre ape-

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nas em seus pr oprios interesses. Leve em con-

ta os sentimentos de seu c onjuge. (Filipenses

2:4) Eduardo, marido de Adriana, admite: “Eu

nem sempre entendo as opini oes de minha es-

posa ou concordo com ela. Mas procuro lem-

brar que a amo muito mais do que amo minha

opini ao. Quando ela est a feliz, eu tamb em es-

tou.”

TENTE O SEGUINTE: Numa lista, escreva

exemplos em que o ponto de vista de seu

c onjuge ou o modo de ele lidar com situa-

c¸ oes s ao superiores aos seus. — Filipenses

2:3.

O respeito e uma das chaves para um casa-

mento feliz e duradouro. “O respeito promove

a alegria e a seguranca¸ no casamento”, diz

Ana. “Realmente, vale a pena cultivar o respei-

to.”

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PERGUNTE-SE

ˇ Como o fato de meu c onjuge ser dife-

ˆ

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rente de mim enriqueceu nossa fam ılia?

ˇ Por que e bom ceder as prefer encias de

ˆ

´

`

ˆ

meu c onjuge sempre que n ao estiver en-

˜

volvido nenhum princ ıpio b ıblico?

´

´

ACHEGUE-SE A DEUS

´

Ele se lembra de que “somos p o”

“E U ACHAVA que Jeov a nunca me perdoaria com-

pletamente e que eu carregaria este peso pelo

resto da vida.” Era assim que se sentia uma crist a a

respeito de seus erros passados. Sem d uvida, uma

consci encia culpada e um fardo pesado. Mas a B ı- ´

blia d a consolo que pode aliviar a dor de pecado-

res arrependidos. Veja o que Davi disse no Sal- mo 103:8-14. Davi sabia que “Jeov e misericordioso” e que

8-10)

Quando h a margem para mostrar miseric ordia,

Deus faz isso de forma plena e sem reservas. Davi,

um poeta expressivo, usou tr es belas comparac¸ oes

para mostrar o amplo alcance da miseric ordia de

Deus.

“Assim como os c eus s ao mais altos do que a ter-

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a

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ele “n ao ralhar a para sempre”. (Vers ıculos

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ra, sua benevol encia e superior para com os que o

11) Ao olhar para cima, n ao

conseguimos nem imaginar a grande dist ancia en-

tre os c eus estrelados e a Terra. Assim, Davi nos aju-

da a ver a magnitude da miseric ordia de Jeov a,

uma faceta de seu amor leal. Essa miseric ordia be-

neficia os ‘que temem’ a Deus — os que t em “uma

rever encia humilde e sincera por sua autoridade”,

diz um erudito.

“T ao longe como o nascente e do poente, t ao lon-

ˆ

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temem.” (Vers ıculo ´

´

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´

ge p os de n os as nossas transgress oes.” (Vers ıcu- ´

lo 12) Outras traduc¸ oes dizem: “Como o Oriente

est a longe do Ocidente.” Que dist ancia e essa? O

mais longe que podemos imaginar. Uma obra de

diz: “Voe o mais longe que as

asas da imaginac¸ ao conseguirem lev a-lo e, se voar

em direc¸ ao ao Oriente, o Ocidente ficar a cada vez

mais longe a cada bater de suas asas.” Aqui Davi

est a dizendo que, quando Deus perdoa nossos pe-

cados, ele os coloca t ao longe de n os que nem con-

seguimos imaginar a dist ancia.

ˆ

refer encia b ıblica ´

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“Assim como o pai e misericordioso para com os

´

seus filhos, Jeov a tem sido misericordioso para com os que o temem.” (Vers ıculo ´ 13) Por ser pai, Davi sa-

bia como se sente um pai amoroso. Um pai assim

se sente movido a mostrar compaix ao pelos filhos,

especialmente quando est ao sofrendo. Davi nos

garante que nosso amoroso Pai celestial mostra mi-

seric ordia a seus filhos na Terra, em especial quan-

do o corac¸ ao arrependido deles est a “quebrantado

e esmagado” por causa de seus pecados. — Salmo

51:17.

Depois dessas tr es comparac¸ oes, Davi revela por

que Jeov a mostra miseric ordia a humanos imper-

feitos: “Ele mesmo conhece bem a nossa formac¸ ao,

14) Jeov a

lembra-se de que somos p o.” (Vers ıculo ´

˜

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´

“Estou come cando¸

a achar que

realmente posso me achegar mais a

´

Jeov a. E como se um peso tivesse sido

tirado de meus ombros”

´

sabe que fomos feitos do p o, tendo fragilidades e li-

mitac¸ oes. Levando em conta nossa natureza peca-

minosa, ele est a “pronto a perdoar” — desde que

nos arrependamos sinceramente. — Salmo 86:5.

As palavras de Davi sobre a miseric ordia de Jeov a

´

tocaram seu corac¸ ao? A mulher citada no in ıcio

diz sobre a prontid ao de

pesquisou o que a B ıblia ´

Deus em perdoar e disse: “Estou comecando¸ a

achar que realmente posso me achegar mais a

´

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´

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´

´

Jeov a. E como se um peso tivesse sido tirado de

meus ombros.” Que tal aprender mais sobre a mi-

seric ordia de Deus e descobrir como receb e-la? Tal-

vez voc e tamb em sinta como se um peso fosse tira-

do de seus ombros.

´

´

ˆ

ˆ

´

Veja o cap ıtulo ´

26 “Um Deus ‘pronto a perdoar’ ” no

´

livro Achegue-se a Jeov a, publicado pelas Testemunhas de

´

Jeov a.

˜

´

SUGEST AO DE LEITURA DA B IBLIA

PARA AGOSTO:

˛ Salmos 87-118

ENSINE SEUS FILHOS

Por que Dorcas era amada

T ODOS querem

´

ser amados. Voc e tam-

fala de Dorcas,

ˆ

b em quer? A B ıblia

´

uma mulher amada por muitas pessoas.

´

Dorcas morava em Jope, uma cidade pr o-

xima do mar Mediterr aneo. Jerusal em fica-

va a apenas uns 55 quil ometros mais para o interior. Dorcas foi uma das primeiras disc ı- ´ pulas de Jesus.

Por que voc e acha que Dorcas era t ao

amada? —AB ıblia ´ diz que ela fazia muitas

ˆ

ˆ

´

ˆ

˜

coisas boas e dava bons presentes as pes-

soas. Pelo visto, ela fazia belas roupas para

`

´

as vi uvas, ou seja, mulheres que tinham per-

dido o marido na morte. Ela tamb em falava

com muitas pessoas a respeito do Deus ver-

´

dadeiro, Jeov a, assim como Jesus havia feito.

Voc e sabe o que aconteceu de ruim com Dorcas? — Ela ficou muito doente e morreu. Todos os seus amigos ficaram muito tristes.

´

ˆ

Caso voc e esteja lendo para uma crianca,¸ o travess ao serve

como lembrete para dar uma pausa na leitura e incentivar a crianca¸ a se expressar.

ˆ

˜

Por isso, pediram que algumas pessoas fos- sem procurar Pedro, que estava a cerca de

15 quil ometros dali. Quando o encontra-

ˆ

´

ram, pediram para ele ir r apido. Ao chegar,

Pedro foi at e o andar superior onde Dorcas

estava. Todas as mulheres choravam e lhe

mostraram as roupas que Dorcas havia feito para elas.

do

quarto. Ele e outros ap ostolos tinham reali-

zado milagres antes, mas nunca haviam fei-

ˆ

to algu em morto voltar a vida. O que voc e

acha que Pedro fez depois?

Pedro se ajoelhou perto de Dorcas e orou

´

Ent ao, Pedro pediu que todos sa ıssem

˜

´

´

`

´

a Jeov a. A seguir, ele disse para Dorcas acor-

dar. E Dorcas acordou mesmo! Pedro deu

ent ao a m ao a ela e a ajudou a se levantar.

´

˜

˜

Da ı ´ chamou as vi uvas e os outros para que

´

´

pudessem v e-la. D a para imaginar a ale-

ˆ

gria que todos sentiram?

Vejamos agora o que podemos aprender

dessa hist oria sobre a ressurreic¸ ao de Dor-

cas. Se voc e ajudar outras pessoas, muitas

´

ˆ

˜

´

delas v ao amar voc e tamb em. Mas o mais

˜

ˆ

importante e que voc e ser a lembrado e

´

amado por Deus. Ele nunca se esquecer a

das boas coisas que voc e faz para as pes-

´

ˆ

ˆ

´

soas. E ele o recompensar a com vida eterna

em seu novo mundo justo.

´

´ LEIA EM SUA B IBLIA

Atos 9:36-43

Revelac¸ ao (Apocalipse) 21:3-5

˜

APRENDA DA PALAVRA DE DEUS

Como voc e

pode identificar

a adorac¸ ao verdadeira?

ˆ

˜

Este artigo considera algumas perguntas

que voc e talvez tenha e mostra onde

encontrar as respostas em sua B ıblia. ´

ˆ

As Testemunhas de Jeov a ter ao prazer

em analisar essas respostas com voc e.

´

˜

ˆ

ao prazer em analisar essas respostas com voc e. ´ ˜ ˆ ˜ ˜ 1. Existe

˜

ao prazer em analisar essas respostas com voc e. ´ ˜ ˆ ˜ ˜ 1. Existe
ao prazer em analisar essas respostas com voc e. ´ ˜ ˆ ˜ ˜ 1. Existe

˜

1. Existe apenas uma religi ao

verdadeira?

˜

Jesus ensinou apenas uma religi ao a seus seguido-

˜

´

res: a verdadeira. Ela e como uma estrada que con-

duz a vida. Sobre essa estrada, Jesus disse: ‘Poucos

s ao os que a acham.’ (Mateus 7:14) Deus s o aceita a

adorac¸ ao baseada em sua Palavra da verdade. Todos

´

os adoradores verdadeiros est ao unidos em uma s o

`

˜

´

˜

˜

´

f e. — Leia Jo ao 4:23, 24; 14:6; Ef esios 4:4, 5.

´

˜

f e. — Leia Jo ao 4:23, 24; 14:6; Ef esios 4:4, 5. ´ ˜ 2.
f e. — Leia Jo ao 4:23, 24; 14:6; Ef esios 4:4, 5. ´ ˜ 2.

2. Por que tantas religi oes afirmam

ser crist as?

Os falsos profetas corrompem o cristianismo e o

´

usam em interesse pr oprio. Como Jesus predisse,

eles se apresentam como suas “ovelhas”, mas agem

como lobos vorazes. (Mateus 7:13-15, 21, 23) O fal- so cristianismo se desenvolveu especialmente de-

pois da morte dos ap ostolos de Jesus. — Leia Atos

20:29, 30.

´

“Eles declaram publicamente que conhecem a Deus, mas repudiam-no pelas suas obras.” — Tito 1:16

3. Quais s ao algumas caracter ısticas ´

verdadeira da falsa?

˜

Os adoradores verdadeiros respeitam a B ı-

blia como a Palavra de Deus. Eles se ´ esforcam¸

dela.

Portanto, a religi ao verdadeira e diferente da

religi ao que se baseia em ideias humanas.

(Mateus 15:7-9) Os adoradores verdadeiros

n ao pregam uma coisa e praticam outra.

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para viver de acordo com os princ ıpios

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Leia Jo ao 17:17; 2 Tim oteo 3:16, 17.

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que diferenciam a adorac¸ ao

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A religi ao verdadeira honra o nome de Deus,

˜

Jeov a. Jesus tornou conhecido o nome de

Deus. Ele ajudou as pessoas a conhecer a Deus

e as ensinou a orar para que o nome de Deus

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fosse santificado. (Mateus 6:9) Onde voc e

mora, que religi ao incentiva o uso do nome de

Deus? — Leia Jo ao 17:26; Romanos 10:13, 14.

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4. Como voc e pode identificar os adoradores verdadeiros? ˆ Os crist aos verdadeiros pregam
4. Como voc e pode identificar os adoradores verdadeiros? ˆ Os crist aos verdadeiros pregam

4. Como voc e pode identificar os

adoradores verdadeiros?

ˆ

Os crist aos verdadeiros pregam o Reino de Deus.

Jesus foi enviado por seu Pai para pregar o Reino. O

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Reino de Deus e a unica esperanca¸ para a humani-

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dade. Jesus falou sobre isso at e o dia de sua morte.

(Lucas 4:43; 8:1; 23:42, 43) Ele ordenou que seus se-

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guidores pregassem o Reino de Deus. Se algu em

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vier a sua casa falar com voc e sobre o Reino de Deus,

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a que religi ao e prov avel que essa pessoa pertenca?¸

Leia Mateus 10:7; 24:14.

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O seguidores de Jesus n ao fazem parte deste mun-

do perverso. Eles n ao se envolvem em assuntos pol ı- ´

ticos nem em conflitos sociais. (Jo ao 17:16) Al em

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em conflitos sociais. (Jo ao 17:16) Al em ˜ ´ ´ ˜ ˜ ´ disso, n
em conflitos sociais. (Jo ao 17:16) Al em ˜ ´ ´ ˜ ˜ ´ disso, n

disso, n ao imitam as pr aticas e as atitudes prejudi-

ciais deste mundo. — Leia Tiago 1:27; 4:4.

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prejudi- ciais deste mundo. — Leia Tiago 1:27; 4:4. ˜ ´ 5. Qual e a marca
prejudi- ciais deste mundo. — Leia Tiago 1:27; 4:4. ˜ ´ 5. Qual e a marca

5. Qual e a marca principal do

verdadeiro cristianismo?

´

Os crist aos verdadeiros se destacam pelo amor

que t em uns pelos outros. Eles aprenderam na Pala-

vra de Deus a respeitar as pessoas de todos os gru-

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pos etnicos. A religi ao falsa muitas vezes d a forte

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apoio as guerras das nac¸ oes, mas os adoradores

verdadeiros se negam a fazer isso. (Miqueias 4:1-4)

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Pelo contr ario, os membros da religi ao verdadeira

usam de forma altru ısta ´ seu tempo e seus recursos

para ajudar e encorajar outros. — Leia Jo ao 13:34,

35; 1 Jo ao 4:20, 21. Como grupo, as Testemunhas de Jeov a ´ t em ˆ mos-

trado que baseiam todos os seus ensinos na B ıblia, ´ honram o nome de Deus e proclamam o Seu Reino

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como a unica esperanca¸ para a humanidade. Elas

praticam o amor e n ao apoiam a guerra. — 1 Jo ao

3:10-12.

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Para mais informac¸ oes, veja o cap ıtulo ´

˜

15 deste livro,

´

publicado pelas Testemunhas de Jeov a.

O QUE ´ A B IBLIA Realmente ENSINA?
O QUE
´
A B IBLIA
Realmente ENSINA?

17

´ A B IBLIA

MUDA A VIDA DAS PESSOAS

e que se opunha as Testemunhas

de Jeov a decidiu se tornar uma delas? O que motivou um pastor da Igreja

Pentecostal a mudar de religi ao? O que ajudou uma mulher que teve uma

POR QUE um homem que era pol ıgamo ´

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criac¸ ao conturbada a superar sua falta de amor-pr oprio e se achegar a Deus?

Por que um f a de heavy metal se tornou ministro religioso? Para saber as

respostas, leia os relatos a seguir.

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˜

Para saber as respostas, leia os relatos a seguir. ˜ ´ ˜ ´ COMO A B

´ COMO A B IBLIA

MINHA VIDA: A revolu c¸ ao terminou em 1990. Para mi-

nha surpresa, logo aparece-

ram mission arios das Teste-

munhas de Jeov a. Comecei a achar que talvez Deus estives-

se com esse povo. Por volta da-

quela epoca, mudei de empre-

go. Um de meus colegas de

trabalho era Testemunha de

Jeov a. Ele n ao perdeu tempo

e comecou¸ a falar comigo so-

Mostrou-me

bre suas crencas.¸

MUDOU

˜

‘Eu me tornei um marido melhor.’

— RIGOBERT HOUETO

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ANO DE NASCIMENTO: 1941

PA IS ´ DE ORIGEM: ´ BENIN

DE NASCIMENTO: 1941 PA IS ´ DE ORIGEM: ´ BENIN ˜ ´ HIST ORICO: POL IGAMO,

˜

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HIST ORICO: POL IGAMO,

`

AS TESTEMUNHAS DE JEOV A

OPOSITOR

´

alguns textos na B ıblia que

dizem que Jeov ´ e ´ um Deus

de amor e justica.¸ (Deutero-

n omio 32:4; 1 Jo ao 4:8) Es-

sas qualidadesme atra ıram. Eu

queria aprender mais sobre Jeov a, por isso

aceitei a oferta de um estudo da B ıblia.

Em pouco tempo, comecei a frequentar as

reuni oes das Testemunhas de Jeov a. Fiquei im-

pressionado com o amor genu ıno que vi ali

— n ao havia distinc¸ ao de raca¸ nem de classe so-

cial. Quanto mais eu me associava com as Tes-

temunhas de Jeov a, mais claro ficava que

elas eram os seguidores verdadeiros de Jesus.

— Jo ao 13:35.

Percebi que, se quisesse servir a Jeov a, preci-

sava deixar a Igreja Cat olica. Isso n ao era nada

f acil porque eu me preocupava com o que as

pessoas iam pensar. Depois de muito tempo e

´

a

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MEU PASSADO: Sou de Cotonou,

uma cidade grande do Benin. Fui

criado como cat olico, mas n ao ia

muito a igreja. Na regi ao onde eu morava, mui-

tos cat olicos tinham v arias esposas porque na-

quela epoca a poligamia era legalizada. Com o

tempo, me casei com quatro mulheres.

Quando irrompeu uma revoluc¸ ao nos anos

70, achei que isso seria bom para o meu pa ıs.

Apoiei totalmente a revoluc¸ ao e me envolvi na

pol ıtica. Os revolucion arios n ao gostavam das

Testemunhas de Jeov a porque elas se manti-

nham neutras. Eu era um dos que as perse-

guiam. Quando os mission arios das Testemu-

nhas de Jeov a foram expulsos do pa ıs em 1976,

eu tinha certeza de que eles nunca mais volta- riam.

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com a ajuda de Jeov a, criei coragem e sa ı da

Igreja.

Havia ainda outra grande mudanca¸ que eu

tinha de fazer. Aprendi na B ıblia que Deus n ao

aprova a poligamia. (G enesis 2:18-24; Mateus

19:4-6) Para ele, apenas o meu primeiro casa-

mento era v alido. Assim, registrei legalmente

esse casamento e dispensei minhas outras es-

posas, tomando provid encias para que suas ne-

cessidades materiais fossem supridas. Com o tempo, duas delas se tornaram Testemunhas

de Jeov a.

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COMO FUI BENEFICIADO: Embora minha

esposa continue a ser cat olica, ela respeita

minha decis ao de servir a Jeov a. Tanto ela

como eu achamos que me tornei um marido

melhor.

Eu pensava que podia melhorar minha co-

munidade por meio da pol ıtica, mas esses es-

forcos¸ foram em v ao. Hoje vejo que o Reino de

Deus e a unica soluc¸ ao para os problemas da

humanidade. (Mateus 6:9, 10) Sou muito grato

a Jeov a por me mostrar como ter uma vida real-

mente feliz.

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ter uma vida real- mente feliz. ´ ˜ ´ ´ ˜ ´ ´ ´ ˜ bem

bem conhecido na comunida-

de.Mas, com o tempo, percebi

˜

que a igreja n ao estava preo-

cupada com o bem-estar de seus membros — e menos ain-

da em dar honra a Deus. O

unico ´ interesse dela era anga-

riar fundos. Decidi deixar essa

religi ao.

‘N ao foi f acil fazer mudancas.’¸

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´

— ALEX LEMOS SILVA

foi f acil fazer mudancas.’¸ ˜ ´ — ALEX LEMOS SILVA ˜ ANO DE NASCIMENTO: 1977

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ANO DE NASCIMENTO: 1977

PA IS ´ DE ORIGEM: BRASIL

´

HIST ORICO: PASTOR PENTECOSTAL

COMO A B IBLIA ´ MUDOU MINHA VIDA: Quando co-

mecei a estudar a B ıblia com

as Testemunhas de Jeov a, logo

vi que elas eram diferentes

das pessoas de outras reli-

gi oes. Duas coisas me chama-

ram muito a atenc¸ ao. Primeiro, as Testemu-

nhas de Jeov a ´ n ao ˜ ficam apenas falando sobre

amar a Deus e ao pr oximo; elas mostram isso

em ac¸ oes. Segundo, n ao se envolvem na pol ı-

tica e nas guerras. (Isa ıas 2:4) Esses dois fatores

me convenceram de que havia encontrado a

religi ao verdadeira — a estrada apertada que

conduz a vida eterna. — Mateus 7:13, 14.

Percebi que para agradar a Deus eu teria de fazer grandes mudancas¸ na vida. Precisava

dar mais atenc¸ ao a minha fam ılia. Precisava

ser mais humilde. N ao foi f acil fazer essas

mudancas,¸

mas com a ajuda de Jeov a, eu

´

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MEU PASSADO: Cresci na periferia

˜

de Itu, no Estado de S ao Paulo. Essa parte da

cidade era conhecida por seu alto ındice de

criminalidade.

Eu era extremamente violento e imoral.

Al em disso, estava envolvido em tr afico de

drogas. Com o tempo, me dei conta de que

esse tipo de vida ia me levar ou para a cadeia

ou para o cemit erio. Ent ao sa ı dessa vida, en-

trei para a Igreja Pentecostal e acabei me tor- nando pastor. Achei que poderia ajudar as pessoas com

meu minist erio na igreja. Eu at e tinha

um programa religioso na r adio, e fiquei

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consegui. Minha esposa, que j a estudava a B ı-

blia, ficou impressionada com as mudancas¸

que eu fiz e, por isso, fez r apido progresso es-

piritual. Em pouco tempo, t ınhamos certeza

de que quer ıamos nos tornar Testemunhas de

Jeov a. Fomos batizados no mesmo dia.

COMO FUI BENEFICIADO: Eu e minha espo-

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sa estamos muito felizes por termos ajudado

nossos tr es filhos a cultivar uma amizade ınti-

ma com Jeov a. Somos uma fam ılia feliz. Agra-

deco¸ a Jeov a por ter me atra ıdo a verdade

encontrada em sua Palavra, a B ıblia. Ela real-

mente muda a vida das pessoas! Eu sou prova disso.

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vida das pessoas! Eu sou prova disso. ˆ ´ ´ ´ ´ ´ ´ ` ANO

ANO DE NASCIMENTO: 1957

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PA IS ´ DE ORIGEM: AUSTR ALIA

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vez, aconteceu algo comigo