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Individualismo...

Individualismo é um conceito político, moral e social


que exprime a afirmação e liberdade do indivíduo
frente a um grupo, especialmente à sociedade e ao
Estado. Usualmente toma-se por base a liberdade
no que concerne a propriedade privada e a
limitação do poder do Estado. O individualismo em
si opõe-se a toda forma de autoridade, ou controle
sobre os indivíduos; e coloca-se como antítese do
coletivismo. Conceituar o individualismo depende
muito da noção de indivíduo, que varia ao longo da
história humana, e de sociedade para sociedade.

É compatível com o individualismo permanecer


dentro de organizações, desde que o indivíduo e sua
opinião seja preponderante. Embora, na prática,
geralmente exista uma relação inversa entre
individualismo e o tamanho de um Estado ou
organização.

PARA,KARL MARX:

nem todo ser humano é individualista por esse fato


muitas vezes foi preciso combater com violencia os
inimigos do povo esses individualistas sangue sugas
e continuara sendo assim ate que todos tenham
conciencia de que o individualismo e totalmente
errado sempre havera espaço para a luta armada
enquanto ouver uma sociedade sustentada por esse
pensamento.

O individualismo leva a desigualdade e a,


degradaçao da raça humana,por exemplo: os
animais que vivem em sociedade defendem uns aos
outros assim tem mais chances de sobrevivencia.
Karl Marx defendia a idéia de que a classe
trabalhadora deveria unir-se com o propósito de
derrubar os capitalistas e aniquilar de vez a
característica abusiva deste sistema que, segundo
ele, era o maior responsável pelas crises que se
viam cada vez mais, intensificadas pelas grandes
diferenças sociais.
Para Marx weber:
o individualismo intolerante é a busca do dever
inconfortável.para ele todos eram
individualistas,Max Weber, um dos sociólogos mais
estudados Já nas ações racionais diz que,o
individualismo é marcante.
para Durkhein:
A síndrome do individualismo manifesta-se no
mundo atual em duas frentes distintas, seja na
ambiência das sociedades ocidentais altamente
industrializadas, seja entre aquelas do Leste
europeu que encarnam o chamado socialismo real.

O primeiro caso configura uma situação em que o


homem, esmagado pela pressão competitiva e
consumista, vive em estado de desejo insaciável e
se volta para a interioridade espiritual.
Desencantado com o passado e descrente no futuro,
o homem vive intensamente o presente, inseguro
de si, aspirando a ilusão efêmera do bem-estar
pessoal, buscando no hedonismo uma compensação
para o seu vazio interior. Segundo Lasch (1983 e
1986), esta exacerbação do individualismo
competitivo tem como produto o “novo narcisista”,
protótipo do homem psicológico que sucedeu ao
homem econômico, perseguido pela ansiedade e
não mais pela culpa, buscando incessantemente um
sentido para a vida.