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COMO LER TABLATURAS

A tablatura é o meio de divulgação de músicas mais usado na internet,


em parte pela facilidade de aprendizado da leitura, no mais pelo fato de se
adaptar facilmento ao formato TXT. Ao contrário das partituras que só seriam
lidas em programas especiais ou atraves de gráficos.
O que vou tentar fazer aqui é dar uma ajuda a todos que ainda não
sabem ler tablaturas (TABZ). Jà que é este formato que vou adotar para as
lições e exercícios que estou compondo.

BEM... A TAB SE PARECE COM ISTO.


G |-----------------------|-----------------------|-----------------------|
D |------------1----------|-------------------2---|-----------------------|
A |-------2---------------|---2--3-4-5--7---------|-----------------------|
E |---3------------3---5--|----------------0------|-----------------------|
Como você pode observar pelas letras no início de cada linha, cada
linha horizontal representa uma corda do baixo (G-Sol, D-Ré, A-Là, E-Mi)
lendo-se de baixo para cima. 4a, 3a, 2a e 1a cordas...
As linhas verticais representam, a grosso modo, a divisão dos
compassos. Este é um dos defeitos da tab, é que é muito difícil se criar
uma boa noção do tempo da música.
Os números representam a casa no braço na qual a nota é tocada, ou
seja... o primeiro número (3) representa que você toque a terceira casa na
4 corda (nota SOL), o segundo número (2) é segunda casa na corda lá (nota
SI). Entendou a regra... casa (número) na corda (linha).
A tablatura é lida no mesmo sentido da leitura escrita. Da esquerda
para a direita, e de cima para baixo cada tab separada (e não cada linha).
Aqui vemos uma tab de duas linhas...
G |-----------------------|-----------------------|-----------------------|
D |------------1----------|-------------------2---|-----------------------|
A |-------2---------------|---2--3-4-5--7---------|-----------------------|
E |---3------------3---5--|----------------0------|-----------------------|
G |-----------------------|-----------------------|-----------------------|
D |------------1----------|-------------------2---|-----------------------|
A |-------2---------------|---2--3-4-5--7---------|-----------------------|
E |---3------------3---5--|----------------0------|-----------------------|
Primeiro você lê o primeiro conjunto de 4 linhas... e depois desce
para o segundo conjunto. Fácil não?!
Como regra básica, sempre tenha em mãos a música a qual você está
lendo a tablatura. Isto porque como dissemos, a tab não lhe dá uma noção
ritmica completa da coisa (alguns até tentam escrever o tempo da nota
sobre a tab, ou criar diferença nos espaços entre as notas, mas nunca fica
perfeito).
No caso acima, as notas do primeiro conjunto significam:
- Sol (3 casa, corda E)
- Si (2 casa, corda A)
- Ré# (1 casa, corda D)
- Sol (3 casa, corda E)
- Lá (5 casa, corda E)
- Si (2 casa, corda A)
- Do (3 casa, corda A)... e assim por diante...

LINGUAGEM DAS TABS...


Assim como nas partituras, as tabs tem certos simbolos que servem
para representar certas técnicas.
SLIDE ---7/2---
Você começa tocando a primeira nota, e desliza o dedo para a
segunda. No caso acima, de Mi para Si...
Quando surge um Slide sem o segundo número, significa que o slide
não tem um destino, vai até o fim do braço... ouça a música para entender.

HAMMER ON-OUT ---5h7---


Este "H" significa hammer, ou seja, você toca a primeira nota, e
com outro dedo da mão esquerda você digita (sem toca com a direita) a
segunda nota. É uma versão do slite que não passa pelas notas intermediá-
rias.
SLAP & POP (s) ou (p)
Estas letras aparecerão sobre a tablatura, elas significam que
a nota que está abaixo dela deve ser slapada ou poped.

VIBRATO --7~~~~~~~~---
A nota em questão deve ser vibrada, geralmente se faz isto
balançando a corda com o dedo da mão esquerda, ou fazendo rápidos
hammers na casa seguinte.

BENDS --5(b1/2)---
Significa que você deve fazer um bend, ou seja, puxar a corda
com os dedos esquerdos para cima ou para baixo deixando o som mais
agudo (é mais típico de guitarra). O número que se segue depois da
letra "b" significa a extenção do bend. 1/2 = meio. Full = total.

CONCLUSÃO
O problema é que com o número de pessoas diferentes que estão
construindo tablaturas, nem todos usam os mesmo símbolos. O mais fácil
então é conhecer a música que está na tablatura. Aliás, como falei, ter
a música para escutar é indispensável.
A grande diferença entre as tablaturas e as partituras é a
precisão. A partitura tem uma leitura de tempo muito precisa, a
divisão de compassos é claro e o tempo das notas dentro dele estão
bem especificadas. Mas a partitura é mais simples de aprender.
Agora, me perdoe os mais puritanos... mais acho indispensável
que os baixistas atuais aprendam a ler tabs (talves até mais do que
partituras), primeiro pela facilidade de aprender (não que o caminho
mais fácil seja sempre o melhor, mas depois de aprendr a tab irá lhe
sobrar mais tempo pra aprender a partitura, e o aprendizado da
partitura fica mais simples usando as tabs em conjunto.), segundo
ponto positivo é a disponibilidade, você não encontra músicas pops
rolando por ai em partituras encontra??
Espero que tudo tenha fica mais claro.
Exércicios Técnicos
Neste capítulos colocamos alguns exercícios que irão te ajudar tecnicamente falando. São
técnicas psicomotaras, de aquecimento, improvisação de agilidade nos dedos. Confira a
baixo:
Psicomotor
Esses exercícios melhoram, e bastante, a parte Psicomotora.
Assim como os demais, deve ser feito bem devagar e ir aumentando a velocidade.
Psicomotor 1
--------------------------------------------4---3---2---------------------------
--------------------
-------------------------------1---2---3-----------------1---2---3--------------
--------------------
-----------------4---3---2----------------------------------------------4---3---
2-------------------
--1---2---3---------------------------------------------------------------------
------1---2---3---4-
Psicomotor 2
1---2---------------------------------------------------------3---4---1---2-----
----------------------
--------3---4---------------------------------------1---2-----------------------
----------------------
----------------1---2-----------------------3---4-------------------------------
-----------------------
-------------------------3---4---1---2------------------------------------------
-----------------------
Movimentação
-------------------------------------------------------------4---5---6---7------
--------------
-----------------------------------------3---4---5---6--------------------------
--------------
----------------------2---3---4---5---------------------------------------------
--------------
1---2---3---4-------------------------------------------------------------------
--------------
Obs: Ao terminar a escala, fazer o mesmo exercício decrescente
Escada de Braço
1---------------------------------8-----7------------------------1--------------
--------------
----2-----------------------7----------------6---------------2------------------
--------------
--------3-------------6--------------------------5-------3----------------------
--------------
------------4----5-----------------------------------4--------------------------
--------------
Exercícios para aquecimento e maior agilidade dos dedos.
Aconselho que se faça esses exercícios durante 15 dias, uma hora por dia. O resultad
o é muito bom. Depois dos 15 dias os dedos vão deslizar no braço.
Deve ser feito bem devagar e ir aumentando a velocidade. De preferência, use um me
trônomo.
------------------------------------------------1---2---3---4-------------------
----------------
--------------------------------1---2---3---4------------------1---2---3---4----
----------------
-----------------1---2---3---4------------------------------------------------1-
--2---3---4-----
--1---2---3---4-----------------------------------------------------------------
----------------

EXERCÍCIOS PARA AQUECIMENTO DAS MÃOS E TREINO


EXERCÍCIOS PARA MÃO DIREITA (AQUECIMENTOS)
Apenas toque a corda marcada com o "x", começando num rítmo lento (80bpm)
e vá aumentando lentamente. Não esqueça de não repetir os dedos, usando
sempre alternando indicador e anular.
G |--------------------|-----------x-x-x-x--|-x-x-x-x------------|--------------
------|
D |--------------------|-x-x-x-x------------|-----------x-x-x-x--|--------------
------|
A |-----------x-x-x-x--|--------------------|--------------------|-x-x-x-x------
------|
E |-x-x-x-x------------|--------------------|--------------------|-----------x-x
-x-x--|
G |--------------------|------x-x-----------|---------------x-x--|
D |---------------x-x--|---------------x-x--|--------------------|
A |------x-x-----------|--------------------|-----x-x------------|
E |--x-x------x-x------|--x-x------x-x------|-x-x-------x-x------|
G |--x-x------x-x------|--x-x------x-x------|--x-x------x-x------|
D |------x-x-----------|--------------------|------x-x-----------|
A |---------------x-x--|---------------x-x--|--------------------|
E |--------------------|------x-x-----------|---------------x-x--|
Você pode ainda criar outras formas de alternar as cordas... mas sempre crie
o padrão e só então o digite. Não adianta de nada ficar digitando a esmo.
Outro aquecimento bom, principalmente se você utiliza mais de dois dedos da
mão direita é a cavalgada... faça o seguinte:
Digite com a mão esquerda a 12a. casa da corda sol... então com a mão direita
digite utilizando os dedos 1, 2, 3... (indicador, anular e médio), neste padrão:
1, 2, 3, 1, 2, 3, 1, 2, 3... e conte mentalmente (1, 2, 3, 1, 2, 3...) SPEED UP!

Mude mais tarde a digitação para 1, 2, 3, 1, 2, 1, 2, 3, 1, 2... e conte


(1, 2, 3, 1, 2, 1, 2, 3, 1, 2...). Vá acostumando a alternar os dedos.
Outra digitação interessante é 3, 2, 1, 2, 1, 3, 2, 1, 2, 1, 3, 2, 1...

INDEPENDENCIA E CONTROLE DA MÃO ESQUERDA


Os números se referem as casas, mas pode ser iniciado em qualquer nota...
(ex. começando na 3. casa de mi (sol) as notas são 1-sol, 2-sol#, 3-lá, 4-lá#.
Use um dedo para cada casa, começe em partes medianas do braço, e a medida que
for se acostumando tranporte-se para areas mais graves ou agudas. Não esqueça
de alternar os dedos da mão direita.
GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO4
1-2-3-4 1-2-4-3 1-3-2-4 1-3-4-2
2-1-3-4 2-1-4-3 2-3-1-4 2-3-4-1
3-1-2-4 3-1-4-2 3-2-4-1 3-2-1-4
4-1-2-3 4-1-3-2 4-2-1-3 4-2-3-1

Treine cada grupo por um tempo específico (um por dia por exemplo). Crie
para você mesmo uma agenda de estudos. Disciplina sempre ajuda.

Outro bom exercício... sempre alternando os dedos da mão direita e


usando na mão esquerda um dedo para cada casa...
G |--------------------|----4---6--6---4----|--------------------|
D |-------------3---5--|--3---5------5---3--|--5---3-------------|
A |----2---4--2---4----|--------------------|----4---2--4---2----|
E |--1---3-------------|--------------------|-------------3---1--|
Caminha uma casa pra frente e refaça o exercício... vá de semi-tom
até a 12a casa e então vá voltando... se sentir dores no pulso, pare
um tempo, descanse e volte a fazer o exercício quando estiver mais
disposto. Reveja sua postura de mão. O polegar da mão esquerda tem
que atingir o meio das costas do braço e a mão e os dedos ficarem o
mais perpendiculares o possível às cordas. Durente a digitação tente
erguer os dedos o minimo possível, e movimentar o dedão apenas o
necessário.
Escalas cromáticas sempre são bons exercícios também... principalmente
para quem está começando... mas não tente correr... tente digitar cada
nota lentamente, escutá-la e dizer (em voz alta) o nome da nota. Assim
seu cérebro vai se acostumando ao som das notas, seu nome e sua posição
na escala do instrumento.
O BRAÇO DE SEU INSTRUMENTO
COMO LER O BRAÇO DO SEU INSTRUMENTO
Antes de começar esta lição é bom que você esteja interado sobre escalas
e saiba já o que é uma quinta, uma quarta, tom, semi-tom e etc... caso
não, estarei logo colocando a disposição material sobre este assunto.
O Baixo tem uma vantagem incrivel sobre a guitarra. O fato de que seu
braço é simétrico. No baixo, a diferença de tom de cada corda é sempre
a mesma (ao contrario da guitarra que tem uma diferença entre a corda
SOL e a SÍ), cada corda é a quinta (na escala) da anterior. Assim sendo
RÉ é a quinta de SOL, LÁ a quinta de RÉ e MÍ a quinta de LÁ.
Sendo o braço do instrumento simétrico, esta leitura se repete em toda
a escala. Se andarmos para a segunda casa do baixo, temos na primeira
corda um LÁ, logo acima, na segunda corda, sua quinta que é MÍ, sobre o
MÍ, o SÍ e sobre este o FÁ#.
De quinta em quinta temos:
C - G - D - A - E - B - F# - C# - G# - D# - A# - F - C...
Vá procurando no seu baixo e veja como a quinta sempre está
na mesma casa da próxima corda...
Isto é o braço de seu instrumento, cada linha horizontal uma corda e
cada linha vertical um traste. Cada espaço uma casa, não confunda com
uma tablatura.
1 2 3 4 5 6 7
G |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
D |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
A |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
E |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
No caso, o mapa das notas nas primeiras 7 casas do instrumento seria.
G |--G#-|--A--|--A#-|--B--|--C--|--C#-|--D--|...
D |--D#-|--E--|--F--|--F#-|--G--|--G#-|--A--|...
A |--A#-|--B--|--C--|--C#-|--D--|--D#-|--E--|...
E |--F--|--F#-|--G--|--G#-|--A--|--A#-|--B--|...
Não se esqueça que tem notas que possuem dois nomes:
- F# = Gb; - G# = Ab; - A# = Bb;
- C# = Db; - D# = Eb;

Agora vamos mapear uma série de notas na escala muito importantes...


em cada exemplo o "XXX" marca a nota, e os numeros marcam o local
relativo a nota no qual se encontra a dita cuja.
OITAVAS - Exatamente a mesma nota, só que com o dobro da frequência
(no caso de mais aguda) ou o dobro (no caso de mais grave). Muito
importânte quando se usa o "slap n´ pop"... bate o dedão na nota e faz
o pop (puxar a corda por baixo) na oitava.
G |-----|-----|-----|-----|-----|--8--|-----|...
D |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
A |-----|-----|-----|-XXX-|-----|-----|-----|...
E |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...

QUINTA - A quinta é componente principal em quase todas os acordes,


em qualquer acorde que você digite uma quinta existe grande chance de
que feche perfeitamente com o som... também é util no slap´n´pop.
G |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
D |-----|-----|-----|-----|-----|--5--|-----|...
A |-----|-----|-----|-XXX-|-----|-----|-----|...
E |-----|-----|-----|--5--|-----|-----|-----|...
TERÇA MAIOR - Fecha quase com todo acorde maior, é a nota que diferencia
um acorde maior de um acorde menor.
G |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
D |-----|-----|--3--|-----|-----|-----|-----|...
A |-----|-----|-----|-XXX-|-----|-----|-----|...
E |--3--|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
TERÇA MENOR - Idem a 3a maior, só que para acordes menores.
G |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
D |-----|--3--|-----|-----|-----|-----|-----|...
A |-----|-----|-----|-XXX-|-----|-----|--3--|...
E |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
SÉTIMA DOMINANTE (ou menor) - Fecha com diversos acordes, principalmente
acordes em sétima e em Blues. Tem o sentido de tenção, ideal para fechar
compassos ou voltar a tônica.
G |-----|-----|-----|--7--|-----|-----|-----|...
D |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
A |-----|--7--|-----|-XXX-|-----|-----|-----|...
E |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...

...agora o mapa da mina...


O MAPA COMPLETO.
G |-5P--|-6m--|-6M--|-7m--|-7M--|-8---|-9m--|...
D |-2M--|-3m--|-3M--|-4P--|-4+--|-5P--|-6m--|...
A |-6M--|-7m--|-7M--|-XXX-|-2m--|-2M--|-3m--|...
E |-3M--|-4P--|-4+--|-5P--|-6m--|-6M--|-7m--|...
Ps. - m = menor
- M = maior
- P = Justa
- + = Aumentada

Se você por algum motivo não entendeu nada disto, bem, logo estarei
disponibilizando os exercícios sobre escalas e modos... ai você vai
ficar sabendo o que é uma quinta justa, uma sétima maior, e etc...
TEORIA SOBRE ESCALAS E SEUS USOS.
O baixo-elétrico de quatro cordas, afinado normalmente, tem em suas cordas soltas
as notas E A D G lendo-se de cima para baixo (4a corda para primeira). Estes int
ervalos
são "quartas perfeitas" o que equivale a cinco trastes de distância entre as notas.
Cinco
trastes é igual a cinco semi-tons ou 2 tons e meio. Numa escala cromatica (de meio
em meio
tom), temos os seguintes intervalos.
TONICA - m2 - M2 - m3 - M3 - P4 - +4 - P5 - m6 - M6 - m7 - 7M - OITAVA
|-------------------------------------------------------------------|
| sendo: m = menor; M = maior; P = justa; + = aumentada. |
| |
| * a sétima menor é conhecida também como sétima dominante. |
|-------------------------------------------------------------------|
Cada intervalo está a meio tom do outro. A oitava é duas vezes a frequência da
tônica (ou nota raiz) e o ciclo se reinicia na oitava. Qualquer nota pode ser a tôni
ca
e as outras notas vão ter nome de intervalos relativos a esta.

---ESCALAS
Alguém teve a brilhante idéia de pegar sete notas entre as doze que compoem a
oitava e tocá-las em sequencia porque elas soavam bem em conjunto formando padrões q
ue
chamamos de escalas. Estes padrões podem se iniciar em qualquer nota desde que se
repitam. (Alguém um dia me disse que a única escala realmente importânte era a
cromática, em partes eu concordo com isto.)
---EXEMPLO
A escala maior de Dó (C) é composta de. C-D-E-F-G-A-B-C... ou seja,
começa pela TONICA, passando pela M2, M3, P4, P5, M6, 7M e OITAVA. Mapeando...
TONICA-----m2 M2 m3 M3 P4 +4 P5 m6 M6 m7 M7-----OITAVA
C D E F G A B C
Isto é digitado no baixo da seguinte forma...
G |-----|--M6-|-----|--7M-|--8--|-----|-----|...
D |-----|--M3-|--P4-|-----|--P5-|-----|-----|...
A |-----|-----|--1--|-----|--M2-|-----|-----|...
E |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
...e pode ser transposto para iniciar em qualquer nota. Por exemplo SOL:
TONICA-----m2 M2 m3 M3 P4 +4 P5 m6 M6 m7 M7-----OITAVA
G A B C D E F# G
Digitando isto fica assim...
G |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|...
D |-----|--M6-|-----|--7M-|--8--|-----|-----|...
A |-----|--M3-|--P4-|-----|--P5-|-----|-----|...
E |-----|-----|--1--|-----|--M2-|-----|-----|...
Viu como segue o mesmo desenho, começando apartir da nota SOL... e o mesmo
serviria para qualquer outra nota. A nota em que a escala se inicia é a TONICA da
escala, ou seja, a nota que dá nome ao acorde... isto, os acordes básicos, maior e
menor são compostos pela TONICA a TERÇA (maior ou menor) e a QUINTA.
E não esqueça que as escalas são cíclicas... ou seja, se reiniciam na oitava.
Assim, no caso da escala de SOL.
G |-----|-----|-----|--M3-|--P4-|-----|--P5-|...
D |-----|--M6-|-----|--7M-|--8--|-----|--M2-|...
A |-----|--M3-|--P4-|-----|--P5-|-----|-----|...
E |-----|-----|--1--|-----|--M2-|-----|-----|...
Ou, da mesma forma, são cíclicas para trás. No caso de C-Maior
G |-----|--M6-|-----|--7M-|--8--|-----|-----|...
D |-----|--M3-|--P4-|-----|--P5-|-----|-----|...
A |-----|--7M-|--1--|-----|--M2-|-----|-----|...
E |--P4-|-----|--P5-|-----|--M6-|-----|-----|...
Acho que já fui claro... agora vou dar um exemplos de escalas.

---ESCALA MAIOR
G |-----|-----|-----|--M3-|--P4-|-----|--P5-|...
D |-----|--M6-|-----|--M7-|OCTAV|-----|--M2-|...
A |-----|--M3-|--P4-|-----|--P5-|-----|-----|...
E |-----|-----|TONIC|-----|--M2-|-----|-----|...

---ESCALA MENOR
G |-----|-----|--m3-|-----|--P4-|-----|--P5-|...
D |-----|-----|--m7-|-----|OCTAV|-----|--M2-|...
A |-----|-----|--P4-|-----|--P5-|--m6-|-----|...
E |-----|-----|TONIC|-----|--M2-|--m3-|-----|...

---PENTATÔNICA MAIOR
G |-----|-----|-----|--M3-|-----|-----|--P5-|...
D |-----|--M6-|-----|-----|OCTAV|-----|--M2-|...
A |-----|--M3-|-----|-----|--P5-|-----|-----|...
E |-----|-----|TONIC|-----|--M2-|-----|-----|...

---PENTATÔNICA MENOR
G |-----|-----|--m3-|-----|--P4-|-----|--P5-|...
D |-----|-----|--m7-|-----|OCTAV|-----|-----|...
A |-----|-----|--P4-|-----|--P5-|-----|-----|...
E |-----|-----|TONIC|-----|-----|--m3-|-----|...

---PENTATÔNICA BLUES (minha favorita)


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
G |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|--m7-|-----|OCTAV|...
D |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|--m3-|-----|--P4-|--+4-|--P5-|...
A |-----|-----|-----|-----|-----|-----|-----|--m7-|-----|OCTAV|-----|-----|...
E |-----|-----|TONIC|-----|-----|--m3-|-----|--P4-|--+4-|--P5-|-----|-----|...

---ESCALA CROMATICA
G |-----|--M2-|--m3-|--M3-|--P4-|--+4-|-----|...
D |-----|--M6-|--m7-|--M7-|OCTAV|--m2-|-----|...
A |-----|--M3-|--P4-|--+4-|--P5-|--m6-|-----|...
E |-----|-----|TONIC|--m2-|--M2-|--m3-|-----|...

Bem, existem muitas outras escalas, mas você pode pesquisá-las pos ai...
no site você pode encontrar um gerador de escalas muito util neste sentido.
Escalas e modos.....
Escalas Musicais - Introdução
Se pedirmos, à praticamente qualquer pessoa, para repetir a escala musical, as cha
nces são de que 11 em cada 10 indivíduos dirá: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó (ou C, D, E,
, A, B, C - lembra da lição I ?). Esta noção, embora possa ser útil para se iniciar um pro
cesso de aprendizagem de teoria musical é, ao mesmo tempo, uma crença da qual devemo
s nos afastar com a máxima urgência. Existem, na verdade, inúmeras escalas musicais, d
as quais pelo menos dois tipos básicos devem ser familiares àqueles que pretendem fa
zer alguma coisa "decente" com uma guitarra (ou violão). Não pretendemos, nem vamos,
esgotar aqui o assunto de escalas musicais, uma vez que o número de escalas possi
veis de serem construidas no braço do instrumento é praticamente ilimitado, vamos ap
enas, como já mencionado, abordar os dois grandes tipos de escalas, a partir das q
uais na verdade se derivam todas as demais.
Podemos, em principio, dizer que as escalas podem ser maiores ou menores. A esca
la acima mencionada é a de Dó Maior (ou simplesmente de C). Note que a mesma não apres
enta qualquer nota "sustenida" (#) ou "bemolizada" (b) e, por isto, é considerada
uma escala sem acidentes.
Em qualquer escala pode-se sempre identificar as notas por uma seqüência numerada (o
u graus), normalmente em algarismos romanos, como abaixo discriminado para a esc
ala de C:
I II III IV V VI VII VIII
C D E F G A B C
Assim, a primeira nota (ou grau) da escala de C é o próprio C, a segunda é D, a tercei
ra é E, e assim sucessivamente até a oitava que, obviamente, é novamente o próprio C. A
nota correspondente ao I grau é também denominada de tônica (a que dá o tom, é claro). Obs
erve o intervalo (ou distância) que separa cada uma destas notas. Da primeira (I),
que é C, para a segunda (II), que é D, este intervalo é de 1 tom. Da segunda (II) par
a a terceira (III) que é E, esta distancia é também de 1 tom. Lembre-se, como visto na
lição I, que 1 tom equivale a 2 trastes no braço da guitarra. Nesta escala a distanci
a só não é de 1 tom da III para a IV nota (de E para F), bem como da VII para a VIII n
ota (de B para C), nas quais esta distancia é de 1/2 tom ou, 1 traste no braço da gu
itarra. Se precisar volte e dê uma olhada na lição I. Reveja com especial antenção a questã
dos intervalos entre as notas.
Em resumo as notas na escala de dó maior (C), e os intervalos que as separam, são as
seguintes:
C tom D tom E semitom F tom G tom A tom B semitom C.
Neste momento o mais importante nisto tudo não são as notas desta escala de dó maior,
que muito provavelmente você já conhece a bastante tempo, mas sim os intervalos que
as separam. Porque? Muito simples: as distancias que separam as notas nas escala
s maiores são sempre as mesmas. Com esta informação, juntamente com aquelas constantes
da lição I, você deve então estar apto à construir qualquer escala maior. Como veremos ma
is adiante, o conhecimento de escalas é fundamental para o processo de solo e impr
ovisação, isto para não falar na formação de acordes.
Pode-se, então, generalizar que a seqüência de notas numa escala maior, qualquer que s
eja ela, é sempre a seguinte:
I tom II tom III semitom IV tom V tom VI tom VII semitom VIII
Para chegarmos às escalas menores é inicialmente importante mencionar que estas são se
mpre derivadas do VI grau de uma escala maior. Como o VI grau da escala de C é A,
então a escala de Am (lá menor) é a seguinte:
I II III V VI VII VIII
A B C D E F G A
Existem várias coisas importantes à se observar nestas duas escalas (C e Am). Calma,
tudo isto tem uma grande aplicação prática, sim. Mas, vamos primeiro passar pelos asp
ectos teóricos (pelo menos 2 deles). Observe primeiro que a escala de Am é também uma
escala sem acidentes, ou seja, sem sustenidos ou bemóis. Ela é na verdade uma seqüência
da escala de C, ou seja:
(-------------Escala de Am---------------)
C D E F G A B C D E F G A
(--------------Escala de C---------------)
Por isto a escala de Am é considerada a relativa de C. Isto, do ponto de vista práti
co, significa que improvisações e solos podem ser feitos indiscriminadamente em qual
quer uma das 2 escalas (veremos os desenhos ou formas destas escalas no braço da g
uitarra na lição III). Ou seja, se você estiver tocando uma música em C, pode improvisar
em qualquer uma das duas escalas, ou seja, na de C ou na de Am sem qualquer pro
blema (é provável que não saia nada muito agradavel ao ouvido, pelo menos no princípio,
mas não custa nada tentar).
Outra coisa importante é observar a distancia que separa cada uma das notas na esc
ala de Am. Note que a seqüência não é a mesma das escalas maiores. Os graus separam-se d
a seguinte forma:
I tom II semitom III tom IV tom V semitom VI tom VII tom VIII
O importante aqui é também que esta seqüência é a mesma em todas as escalas menores. Não po
so, entretanto, deixar de mencionar que esta escala que está sendo chamada de meno
r é, na verdade, a escala menor natural. Existem outros tipos de escalas menores m
as, isto é uma história um pouco mais longa.
Para que você se torne capaz de, sozinho, construir todas as escalas maiores e men
ores basta apenas mais uma informação, qual seja, a de que a forma mais adequada (e
também fácil) de construir novas escalas maiores é a partir do V grau da escala maior
anterior. Ou seja, partindo da escala C e, considerando que o V grau desta escal
a é G, a próxima escala maior deve ser a de G (sol maior). Isto tem um motivo que se
tornará óbvio um pouco mais tarde. A escala de G poderia então ter a seguinte configu
ração:
G A B C D E F G
Digo poderia porque, na verdade não tem. Se não, então vejamos. Lembra que os interval
os que separam as notas nas escalas maiores são sempre os mesmos? Lembra quais são?
Ok, lá vão outra vez: tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom. Agora olhe a escala
acima. A distancia que separa o I (G) do II grau (A) é de 1 tom; aqui tudo certo.
A que separa o II grau (A) do III (B) é também 1 tom, logo não há problema. Também não há
blema na separação entre o III (B) e o IV grau (C), que é de meio-tom, do IV (C) para
o V (D), que é de 1 tom, ou do V (D) para o VI (E), que também é de 1 tom. Porém, pela s
eqüência de distancias das escalas maiores o VI grau deveria se separar do VII por 1
tom e o VII do VIII por 1/2 tom. Observe que na escala acima esta distancia é de
1/2 tom do V para o VI (de E para F) e de 1 tom do VI para o VII grau (de F para
G). Isto é mais fácil de perceber se você estiver com uma guitarra nas mãos e olhar os
esquemas da lição I. A conclusão é mais ou menos óbvia: se a seqüência de intervalos é a me
m todas as escalas maiores então, é preciso fazer com que as distancias da escala de
G, acima apresentada, sigam esta seqüência. Como? Experimente aumentar o VI grau em
1/2 tom, ou seja, transformar o F em F# (fá em fá sustenido). A escala então ficaria
assim:
I II III IV V VI VII VIII
G A B C D E F# G
Observe que, agora sim, os intervalos se mantém constantes e iguais aos estabeleci
dos para a escala de C. Em conseqüência disto surge porém 1 acidente na escala, que é um
F#.
E a relativa menor da escala de G então, qual seria? Isto mesmo, constroe-se a par
tir do VI grau. A escala menor relativa de G é, portanto, a de Em (mi menor), que
possui a seguinte forma:
I II III IV V VI VII VIII
E F# G A B C D E
Colocando as duas lado a lado teremos:
(--------------Escala de Em-----------------)
G A B C D E F# G A B C D E
(-----------------Escala de G----------------)
Da mesma forma que para a escala de C e sua relativa menor (Am), solos e improvi
sações podem ser feitos indiscriminadamente nas escalas de G ou Em, estando a melodi
a em qualquer um destes 2 tons.
E a próxima escala maior, qual seria? Certissimo, a de D, que é o V grau da escala m
aior anterior, ou seja, o V grau da escala de G. Observe que para manter a seqüência
de intervalos das escalas maiores (tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom) é p
reciso incluir mais 1 acidente na escala de D (agora são portanto 2 acidentes), qu
e é a seguinte:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
A relativa menor da escala de D, construída a partir do VI grau, é portanto Bm (si m
enor) que, também tem os mesmos 2 acidentes e mantem as distancias características d
as escalas menores separando cada nota. Ela tem, portanto, a seguinte forma:
I II III IV V VI VII VIII
B C# D E F# G A B
A próxima escala maior seria construída a partir do V grau da escala de D, ou seja,
A (lá maior). Que tal tentar construi-la sozinho? E sua relativa menor? Lembre-se
sempre de que a relativa menor deverá derivar-se a partir do VI grau da escala mai
or e, que os intervalos que separam as notas de uma escala devem seguir as seqüência
s padronizadas, que são: tom, tom, semitom, tom, tom, tom e semitom para as escala
s maiores e tom, semitom, tom, tom, semitom, tom e tom para as escalas menores.
Procure observar também que, construindo escalas maiores a partir do V grau da esc
ala maior anterior os acidentes vão aparecendo de forma gradual.
Bom, agora é interessante que você tente (e consiga, obviamente), construi-las sozin
ho(a). Vamos lá?
Escalas - Alguns desenhos básicos no Braço do baixo
Agora que já vimos diversos aspectos teóricos relativos às principais escalas musicais
, vamos nos concentrar em alguns pontos práticos, ou seja, em como localizar cada
uma destas escalas no braço do instrumento. Felizmente existem alguns "desenhos" bás
icos de escalas. Por "desenhos" entendemos a seqüência de notas no braço do baixo que
contem todas as notas que compõem a escala em questão. É importante lembrar que é esta e
scala (ou sua relativa) que deve ser utilizada para solar uma música no tom deseja
do, ou seja, utiliza-se a escala de C (e/ou a de Am) para solar uma música em C.
Eu diria que, de forma geral, 3 desenhos básicos devem atender a necessidade da ma
ioria de nós principiantes. Na verdade a medida em que nos aprimoramos no uso do i
nstrumento parece que o número cai, ao invés de aumentar. Alguns bons músicos já me diss
eram que baseiam todos, ou quase todos, os seus solos e improvisações em um único dese
nho, mais especificamente em um desenho menor semelhante ao que veremos abaixo c
omo
Vamos, nos esquemas abaixo, assim como em todos os subseqüentes, utilizar a seguin
te convenção (estou supondo que você seja destro e toque guitarra na posição convencional)
:
1 = dedo indicador da mão esquerda,
2 = dedo médio da mão esquerda,
3 = dedo anelar da mão esquerda e,
4 = dedo mínimo da mão esquerda.
Para o primeiro desenho básico, que é um desenho maior, siga os seguintes passos:
1o. - localize, na 6a. corda (E), a nota correspondente a escala desejada - Enqu
anto você não souber todas as notas da 6a. corda utilize o esquema apresentado na lição
I;
2o. - coloque o dedo 2 sobre o traste em questão;
3o. - siga a seqüência apresentada no esquema abaixo.

ocorreu uma falha no sistema mas logo nos posteremos a escala aqui
Se você der uma conferida no esquema apresentado na lição anterior vai descobrir que o
dedo 2 na 6a.corda foi colocado sobre a nota C (8o. traste). Esta é, portanto, a
escala de C. Se você mover este desenho como um todo para o inicio do braço da guita
rra colocando, por exemplo, o 2o. dedo no 3o. traste, terá então a escala de G. E se
o 2o. dedo for colocado sobre o 6o. traste e o mesmo desenho então repetido, que
escala será obtida? Se você respondeu A# então, acertou. Caso contrário, sinto muito mas
, leia tudo outra vez.
Para o segundo desenho básico, que é um desenho menor, siga a seqüência abaixo:
1o. - localize, na 6a. corda (E), a nota correspondente a escala desejada - Enqu
anto você não souber todas as notas da 6a. corda utilize o esquema apresentado na lição
I;
2o. - coloque o dedo 1 sobre o traste em questão;
3o. - siga a seqüência apresentada no esquema abaixo.
ocorreu uma falha no sistema mas logo nos posteremos a escala aqui
Dê outra conferida nas lições anteriores e você verá que esta seqüência corresponde exatame
a escala de Am. Ou seja, estas duas escalas apresentadas anteriormente no braço d
a guitarra correspondem a uma escala maior e sua relativa menor.
E se eu desejasse solar ou improvisar uma música cujo tom é Bm (ou D, lembre-se de q
ue estas duas escalas são relativas)? Isto mesmo, basta repetir o desenho colocand
o o dedo 1 no 7o. traste e teremos a escala de Bm. E se o dedo 1 fosse colocado
no 8o. traste e a seqüência repetida? Exatamente. Teríamos a escala de Cm. Acertou? Ótim
o. Caso contrário, repita tudo outra vez.
Muito bem. Se você lembrar do esquema contendo a escala cromática visto na lição I deverá
notar que as mesmas notas repetem-se, porém em posições diferentes obviamente, também na
s demais cordas. Desta forma, é possível também construir escalas a partir de qualquer
uma delas. É interessante porém que vejamos um dos desenhos bastante comum de escal
as maiores a partir da 5a. corda (A). Para construir estas escalas você deve segui
r a seqüência abaixo:
1o. - localize, na 5a. corda (A), a nota correspondente a escala desejada - Enqu
anto você não souber todas as notas da 5a. corda utilize o esquema apresentado na lição
I;
2o. - coloque o dedo 1 sobre o traste em questão;
3o. - siga a seqüência apresentada no esquema abaixo.
ocorreu uma falha no sistema mas logo nos posteremos a escala aqui
Se você conferir as notas correspondentes a cada um dos trastes indicados verá que e
sta escala é também de C. E se você desejasse a escala de Eb, por exemplo, a partir de
que traste, na 5a. corda, repetiria o padrão acima? Se respondeu a partir do 6o.
traste acertou, caso contrário é melhor começar tudo outra vez.
Evidentemente estes padrões, como já mencionado, são apenas alguns com os quais você pod
e iniciar o estudo de escalas. Alguns outros vão inclusive aparecer em lições subseqüent
es.
Se as coisas não ficarem claras até você chegar a este ponto, siga este conselho: reco
mece da lição I, ou do ponto em que você começou a realmente sentir dificuldade.