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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Desenvolvimento pré-natal: período do feto

Nome da estudante: Virgínia Marcelino Chiombo; Código do Estudante:


708200577

Licenciatura em Ensino de História


Psicologia do Desenvolvimento

2º Ano

Tete, Maio, 2021


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 Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
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adequada ao 2.0
objecto do trabalho
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domínio do
discurso académico
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Conteúdo (expressão escrita
cuidada, coerência /
coesão textual)
Análise e  Revisão
discussão bibliográfica
nacional e
2.
internacionais
relevantes na área
de estudo
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2.0
dados
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Conclusão 2.0
teóricos práticos
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tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
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Referências edição em das
4.0
Bibliográficas citações e citações/referências
bibliografia bibliográficas
Categorias Indicadores Padrões Classificação Categorias
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Índice
Introdução...................................................................................................................................5

Desenvolvimento pré-natal: período do feto...............................................................................6

Saco amniótico e placenta...........................................................................................................7

Embrião.......................................................................................................................................8

Conclusão....................................................................................................................................9

Referencias Bibliográficas........................................................................................................10
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Introdução
Neste trabalho da Psicologia do Desenvolvimento, falamos sobre Desenvolvimento pré-natal:
período do feto. No desenvolvimento deste Trabalho perceberemos que O período fetal vai
desde a oitava semana após a concepção até que ocorra o nascimento, aproximadamente
quarenta semanas depois da concepção. É marcado por crescimento e refinamento contínuo
das estruturas cujos fundamentos foram estabelecidos durante o período embrionário. Durante
este crescimento e refinamento vagarosos, as estruturas corpóreas do organismo, bem como o
sistema nervoso e circulatório, se tornam mais capazes de Auto manutenção e de responder
independentemente ao ambiente.

O desenvolvimento pré-natal é dividido em três períodos, estabelecidos pela maioria dos


embriologistas: período pré-embrionário, que vai da fecundação até a terceira semana de
desenvolvimento, período embrionário, que vai da quarta semana à oitava semana, e o fetal,
que vai do terceiro mês até o final da gestação.
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Desenvolvimento pré-natal: período do feto


O período fetal vai desde a oitava semana após a concepção até que ocorra o nascimento,
aproximadamente quarenta semanas depois da concepção. É marcado por crescimento e
refinamento contínuo das estruturas cujos fundamentos foram estabelecidos durante o período
embrionário. Durante este crescimento e refinamento vagarosos, as estruturas corpóreas do
organismo, bem como o sistema nervoso e circulatório, se tornam mais capazes de Auto
manutenção e de responder independentemente ao ambiente. Embora o período normal de
gestação do ser humano seja de quarenta semanas, o feto já se acha suficientemente
desenvolvido na vigésima oitava e se tem conhecimento de crianças que sobrevivem,
nascendo com esse tempo (STONE & CHURCH, 1969).

Durante o quarto mês (12 semanas) de gravidez os médicos perguntam as mães se desejam
ouvir o batimento cardíaco do filho. Um estetoscópio ou um dispositivo sonar pode detectar
as batidas do coração do feto. O batimento cardíaco do feto é consideravelmente mais rápido
do que o do adulto humano, tendo a média aproximada de 140 batimentos por minuto, em
comparação com a média de 70 para o adulto do sexo masculino.

Tanto as mães como os pais frequentemente se surpreendem pela quantidade de actividades


que parece existir dentro do útero, a partir do terceiro mês de gravidez. As mães podem notar
uma distorção completa de seu abdómen, quando a criança se espicha vigorosamente dentro
do útero. Alguns fetos desenvolvem soluços, que são percebidos pela mãe como uma
sensação de que há algo empurrando o abdómen e que ocorre a intervalos regulares. Todos
esses sinais exemplificam o aumento das capacidades físicas do feto (STONE & CHURCH,
1969).

Uma pergunta muitas vezes feita pelos pais é: “Quando é que será determinado o sexo de meu
filho?“ O sexo da criança é geneticamente determinado no momento da concepção. Todavia,
os órgãos sexuais externos se desenvolvem aproximadamente oito a nove semanas depois da
concepção. O interessante é que as características sexuais iniciais de todas as crianças são
femininas.

As características sexuais masculinas somente envolvem se hormônios específicos produzidos


nos testículos masculinos estiverem presentes na ocasião da determinação sexual. Se os
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testículos são removidos antes do desenvolvimento do sistema reprodutivo, ou se por alguma


outra razão o hormônio não for produzido, a criança desenvolverá o sistema reprodutivo
feminino, não importando seu sexo geneticamente definido. 

Para ocorrer a concepção (fertilização), um espermatozóide vivo precisa se unir a um óvulo na


tuba uterina, cujo epitélio esteja funcionando normalmente. A concepção ocorre logo após a
ovulação, cerca de 14 dias depois do período menstrual. Na ovulação, o muco cervical se
torna menos viscoso, facilitando o movimento rápido dos espermatozóides até o óvulo,
geralmente perto das fímbrias tubárias. Os espermatozóides podem sobreviver na vagina por
até 3 dias após a relação sexual.

O ovo fertilizado (zigoto) se divide repetidamente enquanto se desloca para o local de


implantação no endométrio (em geral perto do fundo uterino). No momento da implantação, o
zigoto já se tornou uma camada de células ao redor de uma cavidade chamada blastocisto. A
parede do blastocisto tem 1 célula de espessura, com excepção do polo embrionário, que tem
3 ou 4 células de espessura. O polo embrionário que se tornará o embrião se implanta
primeiro. Cerca de 6 dias após a fertilização, o blastocisto se implanta no revestimento
uterino.

Saco amniótico e placenta


Dentro de 1 ou 2 dias da implantação, uma camada de células (células trofoblásticas) se
desenvolve ao redor do blastocisto. O progenitor de células das vilosidades trofoblasto, a
célula-tronco da placenta, se desenvolve ao longo de 2 linhas celulares:

Células trofoblásticas extravilosas não proliferativas: essas células, por sua vez, penetram o
endométrio, reforçando e facilitando a implantação da placenta.

Células sinciciotrofoblásticas: essas células que produzem gonadotrofina coriónica perto do


10º dia e outros hormônios tróficos logo depois.

Do trofoblasto se desenvolvem uma camada interna (âmnio) e outra externa (cório) de


membranas; essas membranas formam o saco amniótico, que contém o concepto (termo
utilizado para derivados do zigoto em qualquer estágio — ver figura Placenta e embrião com
cerca de 11 4/7 semanas de gestação). Quando o saco é formado e a cavidade do blastocisto se
fecha (em 10 dias, aproximadamente), o concepto é considerado embrião. O saco amniótico
se enche de líquido e se expande com o crescimento do embrião, preenchendo a cavidade
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endometrial cerca de 12 semanas após a concepção; então, o saco amniótico se torna a única
cavidade que permanece no útero.

Os trofoblastos transformam-se em células que formam a placenta. O trofoblasto extravilo


também forma os vilós, que penetram no útero. Os sinciciotrofoblastos cobrem os vilos. Os
sinciotrofoblastos sintetizam hormônios tróficos e provêm a troca arterial e venosa entre a
circulação do concepto e a da mãe.

A placenta se forma por completo ao redor da 18ª à 20ª semana, mas continua a crescer,
chegando a pesar cerca de 500 g.

Embrião
Por volta do 10º dia, 3 camadas germinativas (ectoderma, mesoderma e endoderma) estão
bem definidas no embrião. A partir de então, a linha primitiva que forma o tubo neural
começa a se desenvolver.

Ao redor do 16º dia, a porção cefálica do mesoderma espessa-se, formando um canal central
que forma o coração e os grandes vasos. O coração começa a bombear plasma ao redor do 20º
dia e, no dia seguinte, aparecem os eritrócitos do feto, que são imaturos e nucleados. Os
eritrócitos fetais são logo substituídos pelos eritrócitos maduros e os vasos sanguíneos se
desenvolvem por todo o embrião. Por fim, desenvolvem-se a artéria e a veia umbilical, que
conectam os vasos embrionários à placenta.

A maioria dos órgãos se forma entre o 21º e o 57º dia após a fecundação (entre a 5ª e a 10ª
semana de gestação); entretanto, o sistema nervoso central continua a se desenvolver durante
toda a gestação. A susceptibilidade para malformações induzidas por teratógenos é maior
durante a formação dos órgãos.
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Conclusão
O período fetal vai desde a oitava semana após a concepção até que ocorra o nascimento,
aproximadamente quarenta semanas depois da concepção. É marcado por crescimento e
refinamento contínuo das estruturas cujos fundamentos foram estabelecidos durante o período
embrionário.

A realização do pré-natal representa papel fundamental na prevenção e/ou detecção precoce


de patologias tanto maternas como fetais, permitindo um desenvolvimento saudável do bebé e
reduzindo os riscos da gestante. Informações sobre as diferentes vivências devem ser trocadas
entre as mulheres e os profissionais de saúde. Essa possibilidade de intercâmbio de
experiências e conhecimentos é considerada a melhor forma de promover a compreensão do
processo de gestação.

Pré-natal tem com vantagens de permite identificar doenças que já estavam presentes no
organismo, porém, evoluindo de forma silenciosa, como a hipertensão arterial, diabetes,
doenças do coração, anemias, sífilis, etc. Seu diagnóstico permite medidas de tratamento que
evitam maior prejuízo à mulher, não só durante a gestação, mas por toda sua vida; detecta
problemas fetais, como más formações. Algumas delas, em fases iniciais, permitem o
tratamento intraútero que proporciona ao recém-nascido uma vida normal; avalia aspectos
relativos à placenta, possibilitando tratamento adequado. Sua localização inadequada pode
provocar graves hemorragias com sérios riscos maternos; identifica precocemente a pré-
eclâmpsia, que se caracteriza por elevação da pressão arterial, comprometimento da função
renal e cerebral, ocasionando convulsões e coma.
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Referencias Bibliográficas
ABRUNHOSA, M.A. e LEITÃO, M.. Introdução à Psicologia. Porto, Edições ASA, 1980

BORGES, M.I.P.B. Introdução à Psicologia do Desenvolvimento. Porto, Edições Jornal de


Psicologia, 1987.

1979. - PISANI, E.M. et al. Psicologia Geral. Porto Alegre, Editora Vozes, 1990. -
SANT’ANNA, F.M. et al. Planeamento de Ensino e Avaliação. 11ª Edição. Sagra, Editora
Sagra, 1998.

SAWREY, J.M. e TELFORD, C.W. .Psicologia Educacional. Rio de Janeiro, Ao Livro


Técnico S. A. 1966.

SPRINTHALL, N.A. e SPRINTHALL, R.C. Psicologia Educacional: Uma Abordagem


Desenvolvimentista. Lisboa, McGraw-Hill, 1993.

TAVARES, J. e ALARCÃO, L. .Psicologia de Desenvolvimento e de Aprendizagem.


Coimbra, Livraria Almedina, 1990

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