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LTDA

NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA 11905
Segunda edição
05.10.2015

Válida a partir de
05.11.2015
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Argamassa polimérica industrializada para


impermeabilização
Polymer industrialized mortar for waterproofing

ICS 91.120.30 ISBN 978-85-07-05806-9

Número de referência
ABNT NBR 11905:2015
5 páginas

© ABNT 2015
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Sumário Página

Prefácio................................................................................................................................................iv
1 Escopo.................................................................................................................................1
2 Referências normativas......................................................................................................1
3 Termos e definições............................................................................................................1
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4 Generalidades......................................................................................................................1
5 Embalagem..........................................................................................................................2
6 Armazenamento..................................................................................................................2
7 Requisitos de desempenho da argamassa polimérica....................................................2
8 Preparo do material para ensaio........................................................................................3
9 Método de ensaio para estanqueidade à água sob pressão...........................................3
9.1 Corpos de prova para o ensaio..........................................................................................3
9.1.1 Formatos e dimensões.......................................................................................................3
9.1.2 Traço do corpo de prova de concreto...............................................................................3
9.1.3 Moldagem.............................................................................................................................3
9.1.4 Cura......................................................................................................................................3
9.2 Aplicação da argamassa polimérica.................................................................................3
9.2.1 Estanqueidade à água sob pressão positiva....................................................................3
9.2.2 Estanqueidade à água sob pressão negativa...................................................................4
9.3 Equipamento para aplicação da pressão..........................................................................4
9.4 Procedimento de ensaio.....................................................................................................4
9.4.1 Pressão positiva..................................................................................................................4
9.4.2 Pressão negativa.................................................................................................................4
9.5 Expressão dos resultados..................................................................................................5
9.5.1 Ensaio na pressão positiva................................................................................................5
9.5.2 Ensaio na pressão negativa...............................................................................................5
10 Relatório de ensaio.............................................................................................................5
11 Amostragem........................................................................................................................5
12 Aceitação e rejeição............................................................................................................5

Tabela
Tabela 1 – Requisitos de desempenho da argamassa polimérica...................................................2

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Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização.


As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB),
dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais
(ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas
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no tema objeto da normalização.

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais
direitos de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados
à ABNT a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).

Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos.
Nestes casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas
para exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.

A ABNT NBR 11905 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Impermeabilização (ABNT/CB-022),


pela Comissão de Estudo de Sistemas Rígidos (CE-022:000.006). O Projeto circulou em Consulta
Nacional conforme Edital nº 05, de 04.05.2015 a 08.06.2015.

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 11905:1992), a qual foi tecni-
camente revisada.

O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This Standard specifies the minimum requirements for polymer industrialized mortar for waterproofing
on building systems not subjected to dynamic cracks, subjected to the action of percolating water
under negative and positive pressures.

The polymer mortar object of this Standard is watertight to the water passage but not to the water
vapor.

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Argamassa polimérica industrializada para impermeabilização

1 Escopo
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Esta Norma especifica os requisitos mínimos exigíveis para argamassas poliméricas industrializadas
para impermeabilização sobre sistemas construtivos não sujeitos às fissuras dinâmicas, submetidas
à ação de água de percolação, sob pressão negativa e sob pressão positiva.

A argamassa polimérica objeto desta Norma é estanque à passagem de água, portanto, mas não é
estanque à passagem de vapor d’água.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento.
Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,
aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 5738, Concreto – Procedimento para moldagem e cura de corpos de prova

ABNT NBR 9575, Impermeabilização – Seleção e projeto

ABNT NBR 10787, Concreto endurecido – Determinação da penetração de água sob pressão

ABNT NBR 12105, Tintas – Determinação da consistência pelo viscosímetro Stormer – Método
de ensaio

ABNT NBR 12170, Potabilidade da água aplicável em sistema de impermeabilização – Método


de ensaio

ABNT NBR 12171, Aderência aplicável em sistema de impermeabilização composto por cimento
impermeabilizante e polímeros – Método de ensaio

ABNT NBR 13276, Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos – Preparo
da mistura e determinação do índice de consistência

ASTM C114-13, Test methods for chemical analysis of hydraulic cement

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 9575.

4 Generalidades
Os polímeros utilizados com o cimento impermeabilizante devem ser compatíveis com este cimento,
não podem saponificar, reemulsionar, nem produzir reações químicas que possam causar corrosão
às armaduras da estrutura. Polímeros suscetíveis à reemulsificação e saponificação não podem ser
utilizados.

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Para utilização em estruturas em contato com água potável, o sistema impermeabilizante não pode
alterar a potabilidade da água, atendendo à ABNT NBR 12170.

Em caso de contato da argamassa polimérica com água servida ou outros efluentes, verificar a resis-
tência química para o uso do produto.
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5 Embalagem
Os produtos devem ser fornecidos em embalagens fechadas, com as seguintes informações:

 a) denominação comercial do produto;

 b) finalidade;

 c) características e consumo;

 d) peso líquido;

 e) condições de armazenamento, prazo de validade e data de fabricação.

6 Armazenamento
Os produtos devem ser armazenados em locais secos e protegidos das intempéries.

7 Requisitos de desempenho da argamassa polimérica


A argamassa polimérica deve obedecer aos requisitos da Tabela 1.

Tabela 1 – Requisitos de desempenho da argamassa polimérica


Ensaios Unidade Parâmetro Método de ensaio
1. Teor de cloretos da mistura % Máx. 1 ASTM C114
2. Aderência aos sete dias de
MPa Mín. 0,50 ABNT NBR 12171
cura
3. Estanqueidade à água sob
MPa Mín. 0,25 Seção 9
pressão positiva
4. Estanqueidade à água sob
MPa Mín. 0,10 Seção 9
pressão negativa
Materiais com viscosidade
5. Variação de consistência % Máx. 35 ABNT NBR 12105
até 140 KU
após 60 min em relação à
mistura no tempo inicial Materiais com viscosidade
% Máx. 35 ABNT NBR 13276
acima de 140 KU

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8 Preparo do material para ensaio


O preparo do material para realização dos ensaios da Tabela 1 deve ser feito de acordo com o indicado
pelo fabricante.

9 Método de ensaio para estanqueidade à água sob pressão


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9.1 Corpos de prova para o ensaio

9.1.1 Formatos e dimensões

Os corpos de prova de concreto devem ser prismáticos ou cilíndricos. Quando cilíndricos, devem ter
150 mm de diâmetro e altura de 150 mm; quando prismáticos, devem ter seção quadrada de 250 mm
de lado e altura de 125 mm.

9.1.2 Traço do corpo de prova de concreto

O traço, em massa, a ser utilizado na confecção dos corpos de prova deve ser o seguinte:

 a) 1,0 cimento Portland CP II ou CP III;

 b) 3,9 areia grossa;

 c) 1,2 brita nº 01;

 d) 2,8 brita nº 02;

 e) 0,7 água potável.

9.1.3 Moldagem

9.1.3.1 Os corpos de prova devem ser moldados de acordo com a ABNT NBR 5738.

9.1.3.2 Devem ser moldados no mínimo três corpos de prova provenientes de uma mesma mistura
para cada ensaio a ser realizado.

9.1.4 Cura

9.1.4.1 Os corpos de prova devem ser curados em câmara úmida pelo prazo mínimo de 14 dias.

9.1.4.2 A temperatura e a umidade de cura devem obedecer ao estabelecido na ABNT NBR 5738.

9.2 Aplicação da argamassa polimérica

9.2.1 Estanqueidade à água sob pressão positiva

9.2.1.1 Aplicar a argamassa polimérica somente na face que receberá a pressão da água. As demais
faces do corpo de prova devem servir para observação de eventual penetração de água.

9.2.1.2 Na aplicação da argamassa polimérica, obedecer à indicação do fabricante para mistura


dos componentes, tempo em aberto da mistura, modo de aplicação, número de demãos, consumo
e intervalo entre demãos.

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9.2.1.3 Após aplicação da última demão, deixar o corpo de prova curar por 28 dias em condições-
padrão: temperatura de (23 + 2) °C e umidade relativa de (60 + 5) %.

9.2.2 Estanqueidade à água sob pressão negativa

9.2.2.1 Aplicar a argamassa polimérica em todas as faces do corpo de prova, exceto na área que
receberá a pressão de água.
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9.2.2.2 Na aplicação da argamassa polimérica obedecer à indicação do fabricante para mistura


dos componentes, tempo em aberto da mistura, modo de aplicação, número de demãos, consumo
e intervalo entre demãos.

9.2.2.3 Após aplicação da última demão, deixar o corpo de prova curar por 28 dias em condições-
padrão: temperatura de (23 + 2) °C e umidade relativa de (60 + 5) %.

9.3 Equipamento para aplicação da pressão

Pode ser utilizado um equipamento tal como descrito e esquematizado na ABNT NBR 10787.

9.4 Procedimento de ensaio

9.4.1 Pressão positiva

9.4.1.1 Posicionar o corpo de prova no equipamento de tal forma que a pressão possa ser aplicada
na face que recebeu a aplicação da argamassa polimérica, conforme indicado em 9.2.1.

9.4.1.2 Aplicar a pressão de (0,1 ± 0,01) MPa, mantendo-a por 48 h.

9.4.1.3 Aumentar a pressão para (0,25 ± 0,02) MPa, mantendo-a por 24 h.

9.4.1.4 Caso seja observada percolação total de água através do corpo de prova ou saída pelas
laterais, o ensaio deve ser interrompido.

9.4.1.5 Após liberar a pressão aplicada sobre o corpo de prova, retirá-lo do equipamento e parti-lo ao
meio ortogonalmente à face onde foi exercida a pressão. Registrar por desenho ou, preferencialmente,
por foto, se houve penetração de água.

NOTA Se as condições da obra exigirem outros valores de pressão, aumentá-la em incrementos


de 0,25 MPa, mantendo cada novo patamar por 24 h.

9.4.2 Pressão negativa

9.4.2.1 Posicionar o corpo de prova no equipamento de tal forma que a pressão seja aplicada
na área que não recebeu a aplicação da argamassa polimérica, conforme indicado em 9.2.2.

9.4.2.2 Aplicar a pressão de (0,1 ± 0,01) MPa, mantendo-a por 48 h.

9.4.2.3 Caso seja observada saída de água pelas laterais, o ensaio deve ser interrompido.

NOTA Se as condições da obra exigirem outros valores de pressão, aumentá-la em incrementos


de 0,1 MPa, mantendo cada novo patamar por 24 h.

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9.5 Expressão dos resultados

9.5.1 Ensaio na pressão positiva

9.5.1.1 A argamassa polimérica, objeto deste ensaio, é aprovada como estanque, se em ao menos
dois de três corpos de prova ensaiados não houver penetração de água.
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9.5.1.2 Para pressão positiva, observar se há presença de água em quaisquer superfícies não
expostas diretamente à pressão de água durante o ensaio.

9.5.1.3 Anotar a pressão atuante e o instante da observação, caso ocorra essa circunstância
mencionada.

9.5.2 Ensaio na pressão negativa

9.5.2.1 A argamassa polimérica, objeto deste ensaio, é aprovada como estanque, se ao menos
dois de três corpos de prova ensaiados não apresentarem vazamento de água nas faces externas
dos corpos de prova que receberam a aplicação da argamassa polimérica.

9.5.2.2 Para pressão negativa, observar se há presença de água em quaisquer superfícies não
exposta diretamente à pressão de água durante o ensaio.

9.5.2.3 Anotar a pressão atuante e o instante da observação, caso ocorra essa circunstância
mencionada.

10 Relatório de ensaio
O relatório de ensaio deve conter todas as informações que contribuam para a interpretação dos resul-
tados e mais as seguintes informações:

 a) identificação da amostra de argamassa polimérica;

 b) indicação se ela é mono ou bicomponente, a proporção utilizada na mistura, o número de demãos
aplicadas no corpo de prova e o consumo de argamassa polimérica, em quilograma por metro
quadrado;

 c) indicação se a pressão aplicada no ensaio foi positiva ou negativa;

 d) anotação da medida da penetração, em milímetros arredondada para a unidade mais próxima,
se houver penetração de água no corpo de prova

11 Amostragem
Enviar ao laboratório uma embalagem completa do produto a ser ensaiado e com a complementação
das informações de fracionamento por parte do fabricante, caso necessário.

12 Aceitação e rejeição
A amostra ensaiada é automaticamente aceita sempre que os resultados dos ensaios atenderem
aos requisitos desta Norma.

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