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Faculdade de Estudos da Cultura

Licenciatura em Gestão e Estudos Culturais

Orientação em Estudos Culturais

Periodo Laboral

Disciplina: Metodos Qualitativos

Tema: Trabalho de Campo na Pesquisa Cientifica: Técnicas de recolha de dados na


pesquisa qualitativa

Discentes:

 Aurélio Elton Julião Panchonea


 Maurício Lucas Mandlate

Docente:

 Carlos Augusto Chefo

Matola, Novembro de 2021


Instituto Superior de Artes e Cultura, Gestão e Estudos Culturais, Aurélio Elton Julião Pachonea & Maurício
Lucas Mandlate,eltonpanchonea1998@gmail.com&mauriciolucas682@gmail.com, Trabalho de campo como
etapa de pesquisa científica

Introducao

No presente falamos sobre Trabalho de Campo na Pesquisa Cientifica, concretamente


das Técnicas de recolha de dados na pesquisa qualitativa. Onde abordamos sobre as
atitudes que do investigador e os procedimentos este deverá seguir durante a
realização de trabalho de campo numa pesquisa científica, falamos tambem sobre a
entrevista e os seus tipos, dados que a entrevista permite obter dos informantes
durante a pesquisa científica, dos procedimentos que devem ser observados na
selecção de informantes para a entrevista, Formalidades/procedimentos ou as
diretrizes que o investigador deverá seguir durante a aplicação ou o acto da entrevista,
Instrumentos Que são utilizados para registar as informações que se recolhem por
meio de diferentes técnicas, da tecnica de observacao e seus tipos, do diario de campo
e das situacoes dificeis que o pesquisador enfrenta no trabalho de campo e como
resolver.
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A atitude do investigador e os procedimentos este deverá seguir durante a


realização de trabalho de campo numa pesquisa científica

O investigador deve ser curioso, perguntador. Trabalho que deve ser exercido durante todo o
trabalho de campo. Assim, o investigador não deve ser formalista que se apegue a letra de seu
projecto e nem um empirista para quem a realidade é o que ele vê. Não precisa ficar preso as
surpresas que encontrar e nem tenso por não obter respostas imediata a suas indagações. Tem
que exercitar o seu olhar dinâmico. Também deve ser:

a) Buscar constantemente a inovação e o treinamento para a pesquisa;

b) ter conhecimento do assunto a ser estudado;

c) ter formação multidisciplinar aprofundada, integridade intelectual;

d) ter visão sistêmica, sensibilidade social e imaginação disciplinada;

e) aprender a aprender. Essa talvez seja a mudança metodológica mais importante para
enfrentar a dinâmica científica e tecnológica e fugir da obsolescência;

f) ousar, avançar no desconhecido. Ter curiosidade e criatividade. É de fundamental


importância a prática diária da criação de oportunidades de pesquisa, pois é o momento em
que o pesquisador irá se familiarizando coma ambiência científica e tecnológica, através da
participação em seminários, congressos, utilização de revistas e periódicos científicos, à
escrita técnico-científica para publicação, à participação ativa, com publicações e
apresentações em jornadas científicas;

g) ensaiar novas maneiras de entender os fenômenos e suas aplicações e implicações. Ter


perseverança e paciência;

h) saber fazer. Estudar, pesquisar, realizar na prática, ter confiança na experiência. O


pesquisador deve ser desafiado a “fazer” pesquisas na Universidade e/ ou no setor produtivo
sempre que possível, realizando-as concretamente e tornando-as públicas;

i) evitar a compartimentalização do saber. A natureza é “multidisciplinar” e complexa. Os


departamentos e as disciplinas foram criados por nós;

j) dominar as facilidades oferecidas pela informática e manter-se atualizado nessa área;


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k) ter visão humanística diante dos fenômenos a serem estudados e dos interesses da
sociedade. O homem, a sociedade e o bem comum devem sempre estar presentes. Explorar
situações concretas para a prática da ética, o respeito aos valores, ao pluralismo ideológico e
às tradições; l) ter atitude autocorretiva. Fazer autocrítica em relação às próprias pesquisas,
que devem ser examinadas sob dois pontos de vista: sua veracidade e falsidade. Essa posição
pode levar a importantes avanços na produção e democratização do saber, muito mais que a
simples aceitação não questionada do que aparece nos livros e nas mentes dos especialistas.

Entrevista

Pode-se definir entrevista como a técnica em que o investigador se apresenta frente ao


investigado e lhe formula perguntas, com o objetivo de obtenção dos dados que interessam à
investigação. A entrevista é, portanto, uma forma de interação social. Mais especificamente, é
uma forma de diálogo assimétrico, em que uma das partes busca coletar dados e a outra se
apresenta como fonte de informação.

Tipos de Entrevista

 Entrevista informal - Este tipo de entrevista é o menos estruturado possível e só se


distingue da simples conversação porque tem como objetivo básico a coleta de dados.
O que se pretende com entrevistas deste tipo é a obtenção de uma visão geral do
problema pesquisado, bem como a identificação de alguns aspectos da personalidade
do entrevistado.
 Entrevista focalizada - A entrevista focalizada é tão livre quanto a anterior; todavia,
enfoca um tema bem específico. O entrevistador permite ao entrevistado falar
livremente sobre o assunto, mas, quando este se desvia do tema original, esforça-se
para a sua retomada.
 Entrevista por pautas - A entrevista por pautas apresenta certo grau de estruturação,
já que se guia por uma relação de pontos de interesse que o entrevistador vai
explorando ao longo de seu curso. As pautas devem ser ordenadas e guardar certa
relação entre si. O entrevistador faz poucas perguntas diretas e deixa o entrevistado
falar livremente à medida que refere às pautas assinaladas. Quando este se afasta
delas, o entrevistador intervém, embora de maneira suficientemente sutil, para
preservar a espontaneidade do processo.
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 Entrevista estruturada- A entrevista estruturada desenvolve-se a partir de uma


relação fixa de perguntas, cuja ordem e redação permanece invariável para todos os
entrevistados, que geralmente são em grande número. Por possibilitar o tratamento
quantitativo dos dados, este tipo de entrevista torna-se o mais adequado para o
desenvolvimento de levantamentos sociais.
 Entrevistas face a face e por telefone - As entrevistas tradicionalmente têm sido
realizadas face a face. Essa tem sido a característica mais considerada para distingui-
la do questionário, cujos itens são apresentados por escrito aos respondentes. Boa
parte das considerações feitas nos manuais de pesquisa acerca da elaboração da
entrevista referem-se à situação face a face. No entanto, nas últimas décadas vem
sendo desenvolvida outra modalidade: a entrevista por telefone.

Dados que a Entrevista Permite Obter dos Informantes Durante a Pesquisa


Científica

A entrevista é bastante adequada para a obtenção de informações acerca do que as


pessoas sabem, crêem, esperam, sentem ou desejam, pretendem fazer, fazem ou fizeram,
bem como acerca das suas explicações ou razões a respeito das coisas precedentes (Selltiz
et al., 1967, p. 273).

Os Procedimentos que Devem Ser Observados na Selecção de Informantes Para a


Entrevista:

Os informantes deverão ter envolvimento com o assunto, disponibilidade e disposição


para falar. É de grande importância considerar que uma pessoa somente deve ser
entrevistada se realmente poder contribuir para ajudar a responder a questão da pesquisa.
A seleção tende a ser não probabilística, isto é, tudo depende do julgamento do
entrevistador e não de sorteio a partir de um universo.

Formalidades/procedimentos ou as diretrizes que o investigador deverá seguir


durante a aplicação ou o acto da entrevista

Antes:

 O pesquisador pode se surpreender como entrevistas em profundidade despertam


interesse;
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 O informante deve ser estimulado a escolher o local e o horário. É sempre


possível negociar, mas é fundamental atender as condições do entrevistado;
 O ambiente de trabalho do informante pode ser adequado se ajudá-lo a se sentir
confortável, mas não deve haver ouvintes e interrupções;
 Procure saber, antes de iniciar pesquisa que dependa em demasia de poucos
informantes, se estarão dispostos e em condições de colaborar;
 Planeje a sequência das entrevistas, examine detidamente o roteiro de perguntas,
faça uma planilha com nomes, datas, locais e horários das entrevistas;
 Se existir e for viável, escolha uma fonte conhecida para realizar a primeira
entrevista. Ela pode ajudar a testar o roteiro e aperfeiçoar a condução da
entrevista;
 Se há garantia de que permanecerão acessíveis, os informantes principais podem
ser deixados mais no final, quando o volume de informação disponível permite
aprofundar questões mais complexas;
 É um risco sempre presente o pesquisador influenciar o entrevistado
involuntariamente, provocando distorções nas respostas. A instituição a que está
ligado, a forma de vestir, o tipo de abordagem, a personalidade, a linguagem, a
diferença de realidades culturais, o tema do questionário podem induzir o
entrevistado a tentar responder de forma diferente do que pensa ou que pensa ou
do que faria em outra ocasião. É fundamental identificar e minimizar factores que
possam causar distorções nas respostas.

Início

 Comece a entrevista perguntando sobre os dados básicos do entrevistado, se


não possuí-los: nome, função, tempo de experiência, idade, formação,
descrição das actividades ou do papel que desempenha. São informações uteis
para contextualizar as informações e para relacionar os entrevistados no
relatório;
 Busque o estabelecimento de um ambiente de naturalidade, confiança mutua e
interesse, o chamado rapport;
 Faça uma apresentação informal e curta sobre seu trabalho e objectivos.
Informe o tempo que deverá durar e se será gravada;
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 A primeira pergunta, mesmo em um roteiro semi-estruturado, costuma ser a


mais abrangente, indicando o tema geral.

Perguntas

 Deixe o informante a vontade;


 Respeite o entrevistado e desperte a sua confiança, mesmo sem concordar
com ele;
 O entrevistador pode apresentar questionamentos e visões distintas como
modo de estimular a reflexão, detalhamento ou explorar as contradições do
próprio entrevistado;
 Lembrar que nem sempre o entrevistado sabe responder de maneira
precisa;
 Personalizar as perguntas;
 Etc...

Além das Respostas

 Observar o ambiente onde se dá a entrevista, a relação que se estabelece entre as


pessoas, a forma como o entrevistado se comporta, seus movimentos, ênfases,
silêncios, pausas, gestos;
 Cruzar todas as informações de maneira a ser convicto em seu relato de pesquisa.
 Lembrar-se do marco teórico de seu trabalho durante a entrevista.
 Acompanhar discretamente a fita para conferir se está gravando. Procurar virá-la
sem interromper a conversa;
 Evitar a tentação de buscar e valorizar apenas informações que confirmem seus
pressupostos. Na realidade, o melhor é testá-los, questiona-los e verificar se está
correcto.

Instrumentos Que são utilizados para registar as informações que se


recolhem por meio de diferentes técnicas

Os instrumentos são:

 Anotações
 Gravações
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 Telefone
 Internet

Técnica de pesquisa denominada grupos focais ou entrevista em foco

A técnica de pesquisa é baseada em narrativas de vida, igualmente dominadas “histórias de


vida”, “histórias biográficas”, “etnobiográficas” ou “etno-histórias”.

Técnica de Observação

A observação nada mais é que o uso dos sentidos com vistas a adquirir os conhecimentos
necessários para o cotidiano. Pode, porém, ser utilizada como procedimento científico, à
medida que:

a) serve a um objetivo formulado de pesquisa;

b) é sistematicamente planejada;

c) é submetida a verificação e controles de validade e precisão (Selltiz et al., 1967, p. 225).

Classificação ou tipos de observação na pesquisa científica

Observação simples

Por observação simples entende-se aquela em que o pesquisador, permanecendo alheio à


comunidade, grupo ou situação que pretende estudar, observa de maneira espontânea os fatos
que aí ocorrem. Neste procedimento, o pesquisador é muito mais um espectador que um ator.
Daí por que pode ser chamado de observação-reportagem, já que apresenta certa similaridade
com as técnicas empregadas pelos jornalistas.

Observação participante

A observação participante, ou observação ativa, consiste na participação real do


conhecimento na vida da comunidade, do grupo ou de uma situação determinada. Neste caso,
o observador assume, pelo menos até certo ponto, o papel de um membro do grupo. Daí por
que se pode definir observação participante como a técnica pela qual se chega ao
conhecimento da vida de um grupo a partir do interior dele mesmo.

Observação sistemática
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A observação sistemática é frequentemente utilizada em pesquisas que têm como objetivo a


descrição precisa dos fenômenos ou o teste de hipóteses. Nas pesquisas deste tipo, o
pesquisador sabe quais os aspectos da comunidade ou grupo que são significativos para
alcançar os objetivos pretendidos. Por essa razão, elabora previamente um plano de
observação.

Tipo de dados a técnica de observação permite recolher dos informantes durante a


pesquisa científica

1. Atos: Ações numa situação temporalmente breve, consumindo alguns segundos, minutos
ou horas.

2. Atividades: Ações de maior duração (dias, semanas ou meses), que constituem elementos
significativos do envolvimento das pessoas.

3. Significados: Produtos verbais e não verbais que definem ou direcionam as ações.

4. Participação: Envolvimento global ou adaptação a uma situação ou posição que está


sendo estudada.

5. Relacionamentos: Relações entre diversas pessoas que ocorrem simultaneamente.

6. Situações: A completa situação concebida dentro do estudo como unidade de análise.

Atitude do investigador e que procedimentos este deverá seguir durante a aplicação da


técnica de observação

O pesquisador tem que estar dotado de conhecimentos prévios acerca da cultura do grupo que
pretende observar, tomar nota no momento da ocorrência, precisa decidir se revelará o fato de
ser um pesquisador ou se tentará a integração no grupo utilizando disfarce, elaborar um plano
que estabeleça o que deve ser observado, em que momentos, bem como a forma de registro e
organização das informações, definir o que deve ser observado (tomando em conta o
objectivo da pesquisa).

Diario de campo

O diario de campo é um instrumento utilizado pelos pesquisadores para registar os dados


recolhidos e possiveis de serem interpretados. Sendo assim o diario de campo é um
instrumento que permite sistematizar as experiencias para posteriormente analisaros
resultados.
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O diario de campo consiste no registro completo e preciso das observacoes dos fatos
concretos, acontecimentos, relacoes verificadas, experiecias pessoas do
profissional( investigador), suas reflexões e comentarios.

Situacoes Dificeis que o pesquisador pode enfrentar durante a realizacao do trabalho de


campo e como deverá resolver

Iniciar o contacto com possiveis informantes; Analise dos dados, visto que este processo
requer muito cuidado por parte do pesquisador, para nao induzir a um resultado ou procurar
respostas que configura a uma hipotese sobre determinado tema de pesquisa, afirma
DUARTE (2004); durante a colecta de dados, pode ocorrer desconforto por parte do
pesquisador durante a entrevista, uma vez que o sentimento pode estar retirando algo do outro
sem sequer depositar alguma coisa para o informante. O pesquisador pode imaginar que esta
pegando algo de precioso durante este processo de colecta:

Para resolver, o pesquisador deve usar novas taticas para enfrentar as insegurancas que
emergem no campo; Compreender que cada sujeito é portador de uma cultura, sendo
imprescindivel a compreensao dos pesquisadores, pois a resposta dos informantes sera de
acordo com a sua vivencia no meio social; o pesquisador precisa estar atento.
Instituto Superior de Artes e Cultura, Gestão e Estudos Culturais, Aurélio Elton Julião Pachonea & Maurício
Lucas Mandlate,eltonpanchonea1998@gmail.com&mauriciolucas682@gmail.com, Trabalho de campo como
etapa de pesquisa científica

Conclusao

No presente trabalho concluimos que,


Instituto Superior de Artes e Cultura, Gestão e Estudos Culturais, Aurélio Elton Julião Pachonea & Maurício
Lucas Mandlate,eltonpanchonea1998@gmail.com&mauriciolucas682@gmail.com, Trabalho de campo como
etapa de pesquisa científica

Bibliografia

MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria (2003) Fundamentos de


Metodologia Científica, 5 ª ed., São Paulo, Editora Atlas.

MINAYO, Maria Cecília de Sousa (org) & GOMES, Suely Ferreira Deslandes Romeu
(2008), Pesquisa Social: Teoria. Método e criatividade, 27ª edição, Editora Vozes, Rio de
Janeiro.

GIL, António Carlos (2006), Métodos e Técnicas de Pesquisa Social, 6ª ed., Editora Atlas,
São Paulo

RICHARDSON, Roberto Jarry (2008), Pesquisa Social: Métodos e Técnicas, 3ª ed., revista e
ampliada, Editora Atlas, São Paulo.

Marconi, M. de Andrade & Lakatos, E. Maria (2009), Metodologia Científica, 5ª ed.,Editora


Atlas, São Paulo.

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