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La Chanson Noire

SOBRE O PROJECTO:

La Chanson Noire é um manifesto artístico de cariz primordialmente musical nascido em 2007

– tendo como principal objectivo a divulgação dos prazeres da decadência, a apologia da

exuberância e da extravagância, a defesa da liberdade e da libertinagem. Ao contrário do chamado movimento (neo)gótico particularmente divulgado a partir da década

de 80, La Chanson Noire não é um projecto de cariz urbano-depressivo – é totalmente um projecto bucolico-depressivo; as suas raízes estão fincadas no folclore português, e adaptadas via cultura punk aos dias de hoje.

A cultura elitista deixou também a sua marca neste projecto, e La Chanson Noire divaga tanto

no ultra-romantismo como no kitsch; tanto na ópera, como na adega; tanto na pop-art, como na

feira de Coina. Quase dois mil anos de influência católica na terra de Viriato deixaram também

a sua marca: ora por uma reverência quasi-naif ao imaginário romano, ora por uma oposição

neo-satânica ao papismo repressor. Acima de tudo, La Chanson Noire é arte: No seu melhor e no seu pior. Após o lançamento da k7 “Canções de Faca e Alguidar” em 2007, do Split-cd “Gay Music for Straight People” em 2008, e do vinil 7’’ em 2009, o ano de 2010 assiste finalmente ao lançamento de “Música para os Mortos”, o álbum de estreia de La Chanson Noire: um disco irreverente e refrescante, que conta com a participação, entre outros, de músicos como Phil Mendrix (Ena pá 2000), Mário Santos (Fausto), The Beyonder (Namek) ou Aires Ferreira, estandarte maior da poesia decadentista ao norte de Portugal.

SOBRE O ARTISTA:

Charles Sangnoir estuda e compõe musica desde 1992. Frequentou diversos workshops de expressão vocal e instrumental. A partir de 1996 integrou a orquestra de percussão Tocá Rufar onde estudou, entre outros, sob a tutela de Rui Júnior (O Ó Que Som Tem?), João Luis Lobo (Zappanoia, Janita Salomé) ou José Martins (Trovante, Amélia Muge). Em 1999, integra a Escola Profissional de Música de Almada onde, entre outras disciplinas, estudou Piano com Isabel Prata e canto com a Soprano Elvira Ferreira ou Música e Novas Tecnologias com o Senhor da Rádio Rui Remígio. No princípio do Milénio funda com Simão Santos (Grog, Namek) a netlabel Necrosymphonic Entertainment e uma série de movimentos associativos relacionados com o campo das artes.

A nível musical, participou como compositor e músico integrante de vários projectos musicais

que vão desde o tecno à musica étnica passando pelo metal mais pesado. Deu diversos workshops de percussão e participou como músico convidado em dezenas de espectáculos. Organizou diversos concertos, tendo sido produtor executivo do Seixal Goth Fest, e produtor auxiliar do Festival Portugal a Rufar 2006. Colaborou ainda como sonoplasta no álbum “Vaginator” dos Namek, como designer gráfico para o Cd “Devil's Triangle” (da editora underground Norteamericana Dipsomaniac) e como fotógrafo para o álbum “Odes to the Carnivorous” dos Grog, e tem produzido diversas novas bandas tanto a nível gráfico quanto sonoro.

LA CHANSON NOIRE PELAS PALAVRAS DE OUTROS:

“[

contra nós palavras em português e melodias saborosamente doentias [

Nuno Àvila, Rádio Universitária de Coimbra

]um

som que transpira tanto de gótico como de vaudeville.[

]

um show em que se atiram

]”

“diferente, vanguardista, com atitude”

Gimba, Artista e Produtor

“Se um dia morrer - o que acho pouquíssimo provável - gostaria que fosse ao som desta obra"

Fernando Alvim, Comunicador, Entertainer

“[

]

Uma ideia feita de dramatismo, onde som - em diversas abordagens - e a poesia - em

diferentes formas de expressão – se combinam num cenário feito de negritude, originalidade e franqueza[ ] – Rui Dinis, a-trompa.net

“[

]entre

Tori Amos e o António Variações, mas que acaba por ser mais dark e místico. Ao

vivo a entrega é total sem medo de evocar com o piano sons vindos do punk ou da Linda de Suza.”

Nuno Calado, Antena 3

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