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Normas Técnicas para Elaboração da Revisão Bibliográfica

“O objetivo do artigo científico é apresentar uma revisão teórica


atualizada sobre determinado tema de estudo, e no caso de trabalho
empírico, metodologia, análise e discussão dos resultados” (Manual do
CEPSI, 2008, p.3)

- Fonte Times ou Arial, tamanho 12, espaçamento interlinear duplo,


[com exceção do resumo], tabelas e lista de Referências que devem ter
espaçamento interlinear simples [porém espaçamento duplo entre uma
referência e outra]

- Papel branco tamanho A4, margens: 2,54 cm à direita, abaixo e acima


e 4,00 cm à esquerda.

- Tabulação dos parágrafos: 1,3 cm. Todo o texto deve ser justificado
[exceto tabelas, listas]

- Paginação: superior à direita. Todas as páginas devem ser paginadas


[exceto Capa, evidentemente]

- Extensão do texto de Revisão Bibliográfica: 10 a 15 páginas


[excluindo lista de Referências Bibliográficas]

- Não precisa de Página de Avaliação nem de Resumo


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- Capa: ver arquivo Modelo Capa Revisão

- Estrutura básica: modalidade dissertativa, com Introdução,


Desenvolvimento e Conclusão

- Título: No início não escrever a palavra Introdução, mas o título do


trabalho, máximo 12 palavras, em negrito, fonte 14 e em letras
maiúsculas e minúsculas. O título deve resumir a idéia principal do
trabalho.

- Subtítulos [se houverem]: no alinhamento da margem esquerda, em


negrito, fonte 12, com as letras iniciais [de cada palavra] maiúsculas.

- Referências: em ordem alfabética, apenas as citadas no corpo do


trabalho. “Se citou, liste; se listou, cite”. Entenderam?

Livro Inteiro

Beck, A. T., Rush, A. J., Shaw, B. F. & Emery, G. (1997). Terapia


Cognitiva da Depressão. Porto Alegre: Artmed.

Caballo, V. E. (2003). Manual de Avaliação e Treinamento das


Habilidades Sociais. São Paulo: Santos.

Dattilio, F. M., Freeman & cols. (2004). Estratégias Cognitivo-


Comportamentais de Intervenção em situações de Crise. 2 ed. Porto
Alegre: Artmed.
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Capítulo de Livro

Freud, S. (1969). Observações sobre o amor transferencial. Em Edição


Standard das Obras Completas de Sigmund Freud (pp. 205-221,
vol. XII). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado
1915)

Murta, S. G. (1999). Avaliação e manejo da dor crônica. Em M. M. de


Carvalho. (Org.), Dor: Um estudo multidisciplinar (pp. 174-194).
São Paulo: Summus.

Artigos de Periódicos: revistas científicas, jornais, revistas populares,


folhetos periódicos de uma instituição, etc.

Brito, I. A. G. S. (2004). Sobre delírios e alucinações. Revista Brasileira


de Terapia Comportamental e Cognitiva,VI, 61-71.

Guimarães, J. G., Torres, A. R. R. & Faria, M. R. G. V. (2005).


Democracia e Violência Policial: O caso da Polícia Militar.
Psicologia em Estudo, 10 (2), 165-173.

Oliveira, M. A. & Duarte, A. M. M. (2004). Controle de Respostas de


Ansiedade em Universitários em Situação de Exposições Orais.
Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva,VI, 183-
199.

Zanello, V. (2007). Metáfora e Transferência. Psicologia: Reflexão e


Crítica. 20 (1), 132-137.

Dissertações e Teses

Bueno, G. F. T. (2003). Efeito do treino do comportamento verbal


baseado em seleção e baseado em topografia: aquisição e
emergência de relações inversas. Dissertação de Mestrado não
publicada, Universidade Católica de Goiás, Goiânia.
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Trabalhos e Painéis Apresentados em Congressos e Não Publicados

Banaco, R. A., Kerbauy, R., & Duarte, A. M. M. (2005, setembro). O


ambiente clínico pode ser um laboratório de pesquisa? Trabalho
apresentado no XIV Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina
Comportamental, Campinas, SP.

Trabalhos Institucionais [após o título pode-se acrescentar outras


informações importantes]

Conselho Federal de Psicologia (2005). Código de Ética Profissional do


Psicólogo.

Trabalhos retirados da internet

Carmo, M. do, Silva, B., & Silva, V. A. A influência da religiosidade no


locus de controle e no grau de solidão: Estudo diferencial de três
grupos. Retirado no dia 02/01/2005, do website
http://www.geocities.com/capitolhill/lobby/8468/religião.htm

Manuscrito não-publicado [não submetido à publicação]

Guimarães, J. G. (2005). A perspectiva psicossociológica da Psicologia


Social. Manuscrito não publicado.

Manuscrito em preparação ou submetido à publicação, mas ainda


não aceito.

Guimarães, J. G., Torres, A. R. R., & Mendonça, H. (2007). Assédio


moral e bem-estar: um estudo exploratório em corporações
militares. Manuscrito submetido à publicação.
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Enciclopédia ou Dicionário

Doron, R. & Parot, F. (2001). Dicionário de Psicologia (pp. 220-227)


São Paulo: Ática.

Trabalhos de um mesmo autor [apresentar em ordem cronológica]

Kim, L. S. (1991)

Kim, L. S. (1994)

Se forem do mesmo ano, colocar as letras a, b, c etc

Freud, S. (1969a). Análise terminável e interminável...

Freud, S. (1969b). O mal-estar na civilização...

Freud, S. (1969c). A questão da análise leiga...

Comunicações Pessoais

Quando a informação apresentada no texto foi obtida através de


reunião de estudo, pesquisa, orientação, telefonema ou e-mail, e a
mesma ainda não foi publicada, fazemos a referência como comunicação
pessoal. As citações devem ser apresentadas apenas no texto e não na
seção de referências. Elas são apresentadas no corpo do texto ou em
notas de rodapé.

L. Gree (comunicação pessoal, 12 de maio de 1998)...


(L. Green, comunicação pessoal, 12 de maio de 1998)
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Citações

Citação Literal: o autor copia o texto original. Evite fazer muitas


citações literais em seu trabalho. O excesso de citações literais
empobrece o texto.

Citação Interpretada: o autor escreve a idéia apresentada no texto


original com suas próprias palavras.

a) Citações literais de até 39 palavras

[No decorrer do texto]: “A psicologia, tal como a vê o


comportamentalista, é um ramo puramente objetivo e experimental da
ciência natural. Seu objetivo teórico é prever e controlar o
comportamento” (Watson, 1913, p. 158). [Continua o texto]

Watson (1913) afirmou que “a psicologia, tal como a vê o


comportamentalista, é um ramo puramente objetivo e experimental da
ciência natural. Seu objetivo Teórico é prever e controlar o
comportamento” (p. 158)

b) Citações literais a partir de 40 palavras [1,3 cm da margem


esquerda]

Falando de “pessoas” que necessitam dispor destas qualidades


mínimas, pensamos que tanto no paciente quanto no
psicoterapeuta. De fato, esquece-se às vezes que ninguém nasce
psicoterapeuta e que o exercício de sua profissão é condicionado
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por requisitos que nem sempre se deixam adquirir. Se a formação


do psicoterapeuta é importante, a sua personalidade o é da mesma
forma, e dela dependem os seus interesses, suas aptidões e
atitudes. (Bucher, 1989, p. 70)

Bucher (1989), tratando da definição das qualidades pessoais


necessárias à psicoterapia, afirma:
Falando de “pessoas” que necessitam... (p. 70)

Citação interpretada

Darwin (1859) apresentou sua teoria da evolução das espécies,


afirmando que havia uma seleção feita pelo ambiente daqueles
indivíduos que estavam mais adaptados.

Citar um trabalho com muitos autores

Se o trabalho tem 2 autores, incluir sempre o sobrenome dos dois


em toda citação que fizer do trabalho deles, usando e entre os dois.
Ex.: Duarte e Baer (1984)...

Se tem três, quatro ou cinco, citar todos os sobrenomes na


primeira vez em que a citação ocorrer e nas citações subsequentes citar o
sobrenome do primeiro autor seguido por e colaboradores ou et al.
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Ex.:

1ª citação: Wasserstein, Zappulla, Rosen, Gerstman e Rock (1994)...

Citações subsequentes: Wasserstein e colaboradores (1994)…

Ou Wasserstein et al. (1994)...

Se o trabalho tem seis ou mais autores, colocar o sobrenome do


primeiro autor seguido por e colaboradores ou et al.

Utilização de aspas

Usar aspas no título de um artigo ou livro. Ex.: O estudo foi


apresentado em “A interpretação dos sonhos” de Freud (1910). Utilizar
aspas simples (‘ ’) quando ocorrer numa sentença onde já estão sendo
utilizadas aspas, entenderam?

Itálico

Utilizar itálico quando apresentar uma palavra estrangeira no


texto (feedback), em nomes de espécies ou gêneros de animais
(Macaca mulatta), em letras usadas como símbolos estatísticos ou
variáveis algébricas (teste t) e em títulos de livro ou periódicos e
volumes na secão de referências.
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Números

Abaixo de 10, por extenso (três, quatro, etc), exceto número de


figuras, tabelas, capítulos, medida, porcentagem, decimal /ordinal,
tempo. Acima de 9, com algarismos arábicos (10, 17, etc).

Utilização do &

Utilizar & nas citações no corpo do texto que aparecem dentro


de parênteses e na lista de referências:
(Duarte & Baer, 1994)

Utilizar o e nas citações dentro do texto, fora dos parênteses:

Duarte e Baer (1994) afirmam que...

Notas de Rodapé

A utilização da nota de rodapé deve ser evitada. Utiliza-se uma


nota de rodapé quando se quer fazer esclarecimentos sobre algo, sem
interromper o fluxo do texto, como traduzir citações em língua
estrangeira, inserir considerações complementares, etc. As notas de
rodapé devem ser breves e enumeradas em algarismos arábicos (1,2,3,4,
etc), iniciando a contagem na primeira nota do trabalho.
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Referência Básica

Centro de Estudos, Pesquisas e Práticas Psicológicas - CEPSI. (2008).


Normas para elaboração do trabalho de conclusão do curso de
psicologia. Goiânia: Depto Psicologia UCG, Prograd.

Felicidades!