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Física Experimental I - Engenharia Mecânica – Paulo H. L.

Costa – RA: 52802

Momento Circular Uniforme

Objetivo
Obter a relação matemática entre a força centrípeta e a velocidade tangencial do
Movimento Circular Uniforme (MCU).

Materiais e métodos:
O sistema foi montado a partir de uma plataforma giratória com pés niveladores.
Sobre ele, foram acopladas as seguintes partes:
- uma barra horizontal graduada em cm;
- uma haste central, com um suporte móvel sustentando uma mola;
- uma haste lateral, que determina o raio do círculo percorrido durante o
experimento, onde fica suspensa a massa do sistema;
- um fio inextensível de massa desprezível que une a massa e a mola passando
por uma roldana na base da haste central;
- a massa do sistema;
Como não havia um dinamômetro no sistema, foram utilizadas massas suspensas
vinculadas à massa do sistema por fio inextensível de massa desprezível que
passa por uma roldana situada na extremidade da plataforma.
Para auxiliar a visualização da massa girando num raio pré-determinado, foi
fixado na mola um disco indicador.

Procedimento:
Unia-se a massa suspensa conforme citado anteriormente, simulando a força
centrífuga, e marcava-se o posicionamento da mola ao combinar a massa do
sistema com a haste lateral. Então removia-se a massa suspensa.
A plataforma era girada de modo a fazer a massa do sistema se deslocar até a
haste lateral, a partir disso mantinha-se velocidade constante e era medido o
período de rotação.
Repetia-se o procedimento com outras forças, ou seja, outras massas suspensas, a
fim de ter condições para relacionar força centrípeta e velocidade tangencial.

Análises e Resultados
A fim de organizar os cálculos, montou-se a tabela a seguir, onde a força era
determinada pela massa suspensa, e as 5 medições de períodos para cada uma,
resultando num período médio. Dado esse tempo, e com o raio em mãos, chega-
se à velocidade linear média.

F(Dyna) T1(s) T2(s) T3(s) T4(s) T5(s) Tmédio(s) Vmédia(s)


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Tabela 1. Força, Tempo e Velocidade.
Feito isso, parece estar próxima a relação matemática na qual se refere o objetivo
do experimento. Temos algumas amostras de Força Centrípeta e suas respectivas
velocidades tangenciais, então o próximo passo é colocar esses dados num
gráfico:

140
120
100
80
60
40
20
0
0 20 40 60 80 100 120

Figura 1. Gráfico Força x Velocidade.

Ficou claro que os dados, no gráfico de escalar comum, formaram uma curva de
concavidade orientada para cima. Para resolver essa questão, por sua vez, os
mesmos dados foram utilizados na malha dilog. Desta maneira, temos o gráfico
de uma reta:

140
120
100
80
60
40
20
0
0 20 40 60 80 100 120

Figura 2. Gráfico Força x Velocidade em malha dilog.

Com essa reta, será fácil chegar a uma equação matemática fazendo alguns
cálculos, como indicados a seguir.