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EU NÃO SOU UM HOLOGRAMA!

Por Rayom Ra

http://arcadeouro.blogspot.com
O esoterismo ou ocultismo do Oriente é o Pai-Mãe de todas as criações
filosóficas, religiosas e científicas, que após a fragmentação do
continente Atlante espalhou-se gradativamente pelo planeta. Aquela
civilização, diante da necessidade humana, ao inicio de seu esplendor e
pelas leis naturais da evolução, forçaria aos sábios de outros planos
dimensionais a aqui novamente descerem para trazer à Gaia os segredos
da mente e do espírito anteriormente não revelados.

A história do sistema solar, que em tempos lêmures-atlantes a tinham


contado em livros sagrados, teria sido mais verdadeira e procedente do
que conjeturam todas as teorias da física tradicional e física quântica,
hoje construídas por homens de intelecto avançado.

Tendo cumprido suas etapas educacionais os antigos sábios se evadiam


do planeta, porém o saber aqui deixado continuou em práticas por
aqueles que edificavam grandes civilizações e que, construindo
suntuosos templos e enigmáticas pirâmides, marcavam sempre seus
períodos de glórias com inconfundível chancela. A ciência adquirida e
aplicada, que seguia adiante das pegadas iniciais lêmures-atlantes,
depois somente atlantes e, posteriormente, arianas, impressionando
sempre por seus arrojos e ousadias, obteve também o inestimável reforço
de tecnologia extraterrestre, implantada periodicamente na Terra por
outras hierarquias avançadas, custódias de nossa humanidade.

Nenhum conhecimento técnico-cientifico coerente; nenhum conceito


filosófico sensível e inspirado, nem qualquer outra expressão genial da
cultura humana evidentemente não surgiriam por meras razões cerebrais
e simples reflexões, como nos querem impor os professores de nossas
recentes gerações, que nos contam, com ares autoritários, as fantasias,
evidentemente falsas, de notáveis expoentes de antes e pós Cristo.

Se aqueles esforçados e sinceros seguidores das leis universais


descobriram novos rumos, novas visões do futuro através do
pensamento sensível, ou criaram fórmulas-sínteses da física, química e
da matemática, concentrados na essência do saber, foi porque se
iniciaram na filosofia gnóstica, nos mistérios da ciência oculta e números
da cabala mágica, na alquimia transmutativa, nos sons e mantras, e se
ajoelharam prosternando-se ao Eterno. Assim fizeram, fossem eles
missionários provindos das estrelas ou produtos originários de nossa
raça. E os registros físicos das fontes ainda restantes, esvoaçam de suas
originalidades num passado nebuloso e quase não mais alcançado, que
se desfaz na memória do espaço-tempo terrenal, deixando que se abram
veredas para mais acessíveis versões, porém nem sempre transitáveis
com o peso da verdade.

Entretanto, nos padrões inextinguíveis, pela força imanente das


vibrações dos átomos especialmente magnetizados nos campos etéricos
de constituições orgânicas espirituais, e de consciência mental, os
registros milenares permaneceram em arquivos vivos de memória
inconsciente ou subconsciente, para serem de novo acessados em
momentos oportunos e eletivos sob a égide assistencial de Mentes
Superiores. Não todos os estudiosos, mas os especiais que cumpriam
seus mandatos de iniciados na Terra, interpolando vidas em diferentes
raças, reuniam e ensinavam a fim de que o conhecimento e o saber não
fossem interrompidos.

Foi assim que, cumprindo seu mandato, a grande iniciada Helena


Petrovna Blavatsky levada por seu Mestre, andou em pesquisas junto aos
budistas tibetanos nos Himalaias, de onde lançou ao mundo, até onde lhe
foi permitido, trechos da história oculta da humanidade nesta quarta
ronda. Blavatsky compilou provas destas heranças culturais registradas
em épocas muito além dos abarcamentos da história oficial, nos períodos
iniciais lêmures-atlantes já referidos. E se expressaria deste modo ao
publicar suas obras:

“Existe em algum lugar deste imenso mundo um Livro velho – tão velho
que os modernos antiquários podem examinar suas páginas durante
tempo infinito, sem ainda chegar a um consenso quanto à natureza do
tecido no qual foi escrito. É a única cópia original existente. O mais antigo
documento hebraico sobre o conhecimento oculto – o Siphra Dzeniouta –
foi compilado dele e isto, naquele tempo, quando o primeiro já era
considerado uma relíquia literária. Uma das ilustrações representa a
Divina Essência emanando de ADAM, como um luminoso arco se
lançando para formar um círculo; então, tendo alcançado o ponto mais
alto da circunferência, a Glória inefável dobra-se novamente e retorna à
Terra, trazendo no vórtice um tipo superior de humanidade. Na medida em
que se aproxima de nosso planeta, a Emanação se torna cada vez mais
sombria, até que, ao tocar o solo, está tão negra como a noite.

Em A Doutrina Secreta, encontramos o seguinte:

“O Livro muito antigo’’ é a obra original da qual os muitos volumes do


Kiu-te foram compilados. Não somente este último e o Siphrah Dzeniouta,
porém mesmo o Sepher Jezirah, a obra atribuída pelos hebreus cabalistas
ao Patriarca Abraham (!), o livro do Shu-king, a Bíblia chinesa primitiva,
os sagrados volumes do Thoth-Hermes Egípcio, os Puranas da India, o
Livro Caldeu dos Números e o Pentateuco por si mesmos, são todos
derivados daquele pequeno volume original.

A tradição diz que foi escrito em Senzar a língua secreta sacerdotal,


diretamente das palavras dos Seres Divinos que o ditaram aos Filhos da
Luz, na Ásia Central, no começo de nossa 5ª. Raça.

  Essa mesma sabedoria dos antigos, ensinada por sábios iniciados de


nossa humanidade terrena, consagrados em Shamballa – cidade etérico-
física no interior da Terra, fundada por Sanat Kumara – viajou de país a
pais, de civilização a civilização, de continente a continente, alcançando
mentes e almas necessitadas de saciar-se com a dinâmica do saber, que
ansiavam pela oportunidade de ver-se face a face com as formas e
personificações acima do humano – fiéis guardiões e autoridades
incorruptíveis dos segredos milenares – a quem temiam e ante suas
menções em rituais secretos se dobravam temerosos, e a quem
saudavam respeitosamente à luz do dia nas representações estatuárias,
ou em pinturas de afrescos e murais; e que, como deuses magistrais e
semideuses, se infiltravam na sagrada astrologia, na alquimia e na
intricada e enigmática simbologia, vivendo e respirando através das
lendas mitológicas tão sagazmente edificadas.

Essa mesma sabedoria ensinou que o homem é uma Mônada, uma


Centelha Divina, um Criador dentro do próprio Criador; que se viu
lançado ante a objetiva aurora de um novo sistema solar, a manifestar-se
pelo Logos, sob a obrigatoriedade de doar-se na Maravilhosa Obra da
Criação pelos ciclos manvantáricos.

A Grande e incessante Fonte Universal proveu então o Logos Criador – o


Pai – com toda a ciência inenarrável e o Pai deu às Mônadas o poder de
agir e construir, de manobrar com as Leis Divinas e descer até os confins
de todas as dimensões manifestadas;.... e cobertas de véus, como deuses
humildes, aportaram na Terra num mundo de sombras. Humildes para
conhecer o que não sabiam, para incorporar de energias e forças que
permeando a Consciência do Grande Logos, viriam permear também às
suas próprias consciências, pondo-as a descerrar os véus e incorporar os
segredos que cada véu escondia. E os véus caindo as fariam subir, e de
novo recuperariam todas as luzes obstruídas, e despidas de todos os
véus, brilhando nas sombras, iluminariam os espaços acima e abaixo,
construindo um reino de luz, dissolvendo as trevas e todos os males que
elas trazem. E voltando se reuniriam com o Pai, tendo cumprido a missão
que lhes fora outorgada.

Eu Sou Mônada, Eu Sou Centelha, Eu Sou Verdade! Eu Sou Atma, Eu


Sou Buddhi, Eu Sou Manas! Eu Sou Espírito, Eu Sou Razão Pura, Eu Sou
Inteligência! Eu Sou Criador!

A enorme e abismal diferença entre a ciência dos homens e a ciência


dos Sagrados de Deus, é a arrogância. A ciência dos homens é atéia, a
dos homens de Deus é Divina. A ciência física é jovem, engatinha por
permissão de Deus, mas anda nas trevas. Por um simples experimento,
por uma projeção de um objeto num artificio de luz chamado holograma,
creem ter conhecido a história pregressa da fonte criadora – que temem
chamar Deus – bem como a história do planeta como morada da Vida, e
do homem terreno como o animal mais adiantado da natureza.

E chamam o homem de alma dotado de consciência, e envolvem os


argumentos sobre a consciência como os sentidos de percepção humana
envolvem e enganam o homem. E ignoram toda a saga da própria vida,
todas as dores, lutas, conquistas e dramas do ser humano; a sabedoria
divina das raças, as leis da vida que crucificam, o carma que modela a dor
e toda a profunda ciência que está pulsante em cada átomo e célula da
existência.

Ou enganam proposital e conscientemente, para não permitir que a


verdade seja de propriedade de todos? E estabelecem paralelos com o
ocultismo raso e superficial, eventualmente com religiões, usando da
nova linguagem tecnológica, sistêmica, seletiva e complicada, para atrelar
a imaginação às fontes virtuais, à “matrix”, e desviar a imaginação das
vertentes cíclicas Deus-Espírito-Natureza-Experiência-Conhecimento-
Deus e suas profundas implicações? E criando a “tecnologia do
ocultismo” criam a idéia de que Deus é uma simples fonte criadora a
engendrar universos holográficos e fazer a vida rolar dentro do virtual,
como qualquer um? Seria nisto, que em meio ao natural e necessário
avanço da tecnologia alguém a manipula? E neste caso as sombras ainda
imperam a despeito de tudo...

Um holograma é uma projeção morta de uma tecnologia pobre. Um


homem é um ser pulsante, atuante, empreendedor e vital para a existência
dos reinos e do planeta. O homem – a personalidade – é um símbolo da
alma, como a alma é um instrumento da Mônada, enquanto ela, a Mônada,
como Centelha Divina habita em todos e dignifica. Um símbolo não é uma
mera projeção. O planeta, o mundo tridimensional, a matéria, não são
projeções inanimadas como vazios hologramas. A Sagrada Geometria
não se apresenta ao mundo dos sentidos somente como um resultado
das convenções religiosas terrenas. Há nesta afirmação um desprezo e o
propósito de limitar todas as capacidades do Criador em todas as suas
dimensões.
A Sagrada Geometria, como agora se traduz, podemos dizer que é uma
ciência esotérica da maior profundidade e de toda a amplitude; é tão
profunda, que a intenção de seu verdadeiro significado encontra-se no
infinito do universo, na “Arquitetura do Cosmos”, nas formas
dimensionais e nos fluidos plasmáticos que desconhecemos; está muito
além das crenças e do intelecto, do alcance da imaginação, e por imensa
ironia está diante de nossos olhos e alcance das mãos, numa simples
folha de amendoeira.

E que dizer das Hierarquias Solares, a cuidar da vida planetária,


trabalhando em permanente vigília por milhões de anos esotéricos para
que a vida não feneça e possa se renovar? Estas que legaram às Raças
Sagradas as Escrituras e Livros reveladores da cosmologia do sistema
solar, e que já partiram para planos ou dimensões mais altas? Como
entender, pelo simples aparato de uma experiência laboratorial
fotográfica, que as projeções holográficas, como exemplos de projeções
humanas no mundo, na vida, na história das raças, sejam somente para
exercitar emoções? A emoção é vital para os seres humanos, como o
instinto é para as demais formas vivas nos reinos. Porém, as Hierarquias
Solares – antigamente chamadas Deuses – trabalham para desenvolver a
consciência integral do homem, a mente intelectual, o corpo mental
abstrato, a intuição, o ego-alma superior, a fim de auxiliar as Mônadas em
seus trabalhos e tarefas nas dimensões de seu universo humano de
manifestação, para se liberarem dando lugar às novas Mônadas. A
natureza inteira e todos os reinos estão aos cuidados de Hierarquias.
Portanto, um planeta holográfico, em meio a um universo igual, seria
inerte, sem vida, uma sombra algo luminosa que nada acrescentaria. Pura
imaginação.

A Nova Era representa uma etapa alcançada por nosso sistema solar,
que se reflete nas suas dez cadeias planetárias. As energias cósmicas
obedecem aos ciclos do tempo sobre o espaço-tempo ou do tempo real
sobre o tempo não real. São anéis em vórtices espiralados que se elevam
puxando consigo toda a história de sistemas solares e constelações. A
Terra atravessa um desses momentos de transcendente importância para
ela e para os demais planetas das cadeias planetárias do nosso sistema
solar, que se somam em conjuntos para constituírem o “campo do
conhecimento”, “o jardim do cosmos” onde o Logos construiu. A Terra e
seus habitantes alcançam neste momento mais um ponto superior da
espiral cósmica que lhes permitirá um empuxo para cima e a mudança de
consciência para um percentual calculado das unidades humanas.

A Terra é um Ente sagrado que evolui pelos eons dos tempos; a


humanidade e seus reinos avançam em consciência e todos sentem
agora, como no passado, novas energias que conduzem a outra ordem de
valores, a uma nova conscientização. Sentimos muito desapontar aqueles
que comemoram um planeta sem mudanças radicais em sua estrutura e
natureza em geral. Catástrofes estamos vivenciando em sequências,
como nunca na história da humanidade, e os materialistas e analistas
contrários às revelações espirituais ainda apresentam razões para
contestar, mas não sabem explicar porque a ciência não domina os
fenômenos e não resolve.

Desastres maiores virão, são inevitáveis. As datas das previsões nem


sempre são exatas, mas aproximadas. Vinte ou trinta anos de nosso
calendário pouco ou nada representam para o tempo de deflagração de
um fenômeno, pois mesmo os cataclismos obedecem a antagonismos de
forças astronômico-astrológicas e não a um planejamento exato. Por isso,
certas profecias não se concretizam naquelas exatas datas.

Os níveis mentais da humanidade são diversos e aqueles que não se


sintonizam com os padrões necessários à Nova Era perecerão nestes
tempos. Não falaremos sobre intervenções extraterrestres que
incomodam e assustam, pois se tornarão explicáveis à nova humanidade
quando a mídia controladora for desativada. Desejamos reapresentar as
quatro proposições em que a Terra se insere para o futuro próximo, que
encerra a pequena resenha e críticas desta postagem:

1. O primeiro e principal objetivo radica em estabelecer, por intermédio da


humanidade, um avanço da Consciência de Deus no sistema solar. Esta é
uma analogia, “macrocosmicamente” entendida, da relação que existe
entre um Mestre e seu grupo de discípulos. Ao reflexionar-se sobre isto
se pode obter a chave do significado de nosso trabalho planetário.

2. Estabelecer na Terra (como já foi indicado) uma usina de tal poder e


um ponto focal de tal energia, que toda a humanidade possa ser um fator
no sistema solar que produza trocas e acontecimentos de natureza
excepcional na vida e vidas planetárias (e, por conseguinte, no sistema) e
induzir a uma atividade interestelar. 

3. Fundar uma estação de luz, por intermédio do quarto reino da


natureza, que servirá não somente a nosso planeta e a nosso sistema
solar em particular, como também aos sete sistemas solares, dos quais o
nosso é um deles. Esse problema da luz, ligado como está às cores dos
sete raios, é por agora, uma ciência embrionária e seria inútil nos
estendermos sobre isto.

4. Estabelecer um centro magnético no universo, no qual o reino


humano e o reino das almas (o quinto reino – R/R), unidos e unificados,
constituirão o ponto de poder mais intenso, que prestará serviços às
Vidas evolucionadas dentro do raio de irradiação Daquele de Quem Nada
se Pode Dizer”. (A.A.Bailey/D.K.)

Rayom Ra
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