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ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL

A DEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL Alunas: Cibelli Mariane Silveira Jackeline Jarzynski Gomes

Alunas: Cibelli Mariane Silveira

Jackeline Jarzynski Gomes

A DEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL Alunas: Cibelli Mariane Silveira Jackeline Jarzynski Gomes

CLINICA INTEGRADA II 3º PERÍODO DIURNO

Professores:

Carmen Lucia Mueller Storrer

Eli Luis Namba

Fernando Henrique Ruppel Osternack

Odilon Guariza

Paulo Henrique Tomazinho

Tatiana Miranda Deliberador

 Fernando Henrique Ruppel Osternack  Odilon Guariza  Paulo Henrique Tomazinho  Tatiana Miranda Deliberador

A adequação do meio bucal é um instrumento que o cirurgião-dentista pode utilizar para criar um ambiente favorável à paralisação da doença cárie,

proporcionando uma maior longevidade aos

procedimentos restauradores.

Adequar o meio significa adotar um conjunto de medidas para a recuperação do equilíbrio biológico perdido. Ressaltando a sua importância no

restabelecimento da saúde condicionar o meio para

posteriormente receber procedimentos restauradores convencionais.

no restabelecimento da saúde condicionar o meio para posteriormente receber procedimentos restauradores convencionais .

Os cimentos de ionômero de vidro destacam-se, entre os materiais odontológicos contemporâneos, por sua atividade antibacteriana. Com o intuito da redução das bactérias viáveis presentes na dentina infectada e/ ou afetada.

A utilização do ionômero de vidro na adequação do meio bucal provoca redução numérica da

população bacteriana, principalmente inibição do S. mutans.

do meio bucal provoca redução numérica da população bacteriana, principalmente inibição do S. mutans .

A inibição microbiana dos cimentos ionômericos está associada diretamente com a liberação de flúor, e não existe correlação entre as alterações de

pH do material após a presa com atividade

antibacteriana.

de flúor, e não existe correlação entre as alterações de pH do material após a presa
de flúor, e não existe correlação entre as alterações de pH do material após a presa

CASO CLÍNICO

Paciente B. F.L, 27 anos, atendente de transporte escolar.

CASO CLÍNICO  Paciente B. F.L, 27 anos, atendente de transporte escolar.

HISTÓRICO MÉDICO

Está em estado de saúde perfeito, porém com

histórico familiar apresentado mãe diabética.

Paciente fumante a 8 anos, média de 10 cigarros ao dia.

porém com histórico familiar apresentado mãe diabética.  Paciente fumante a 8 anos, média de 10

HISTÓRICO ODONTOLÓGICO

Motivo da consulta : cáries e hiperplasia gengival.

Paciente em tratamento ortodôntico a 8 anos.

Não apresenta sangramento gengival.

Faz uso do fio dental raramente, escova os dentes 3 x ao dia e não faz uso de enxaguatório bucal.

Não apresenta alteração na ATM, e nem alterações nos tecidos intra-bucais.

não faz uso de enxaguatório bucal.  Não apresenta alteração na ATM, e nem alterações nos

ODONTOGRAMA

O DONTOGRAMA

PLANO DE TRATAMENTO

1) Profilaxia + flúor, orientação de técnica de higiene bucal, solicitação de Rx panôramico, levantamento periapical e remoção do arco ortodôntico.

2) Profilaxia + flúor,+ restauração CIV nos elementos 13 V e 12 MV.

3) Escariação e restauração com CIV nos elementos 46, 45,44,35 e 34 região cervical.(Adequação do meio bucal).

4) Encaminhamento para cirurgia de gengivectomia.

5) Restauração RC nos elementos 46, 45 e 44.

do meio bucal ). 4) Encaminhamento para cirurgia de gengivectomia. 5) Restauração RC nos elementos 46,

6) Restauração RC nos elementos 35 e 34

7) Restauração RC nos elementos 37 O e 36 M

8) Restauração RC no elemento 11

9) Profilaxia + flúor

elementos 35 e 34 7) Restauração RC nos elementos 37 O e 36 M 8) Restauração

APRESENTAÇÃO

DO

CASO

APRESENTAÇÃO DO CASO

REFERÊNCIAS

IMPARATO

J.

C.

P

et

al.

Tratamento

Restaurador

Atraumático. Curitiba, editora Maio, 2005, 2ª ed.

em 24/05/2010  IMPARATO J. C. P et al. Tratamento Restaurador Atraumático. Curitiba, editora Maio, 2005,